acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Descubra quais são os itens que facilitam sua viagem e que não dá para esquecer de levar na mala.
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]]>Sempre que uma viagem tá chegando, é hora de fazer uma lista do que não pode faltar na mala! E se ela for de mão, melhor ainda, né? A Marina até já mostrou cinco dicas pra conseguir esse “feito”.

Claro que tudo depende do destino (frio, calor, praia, montanha…). Por isso, grave bem essa lista pra evitar o tradicional “putz, não acredito que esqueci” ao longo da viagem.
O bom é que hoje a maioria dos aparelhos de celular já tem câmeras que quebram um bom galho na hora de tirar aquela foto legal pras redes, né? E isso pode te livrar (se preferir) de carregar o peso extra de uma câmera semi-profissional.
No celular, você deve deixar instalados e atualizados aplicativos úteis. Inclusive, a Rachel já indicou nesse post aqui quatro apps indispensáveis pra qualquer viajão.
Quando você chegar ao seu destino, também pode comprar um chip para usar internet 4G e desfrutar dos apps e de internet o tempo todo.

Ah! Não se esqueça também das câmeras portáteis (tipo GoPro) que podem ajudar a dar uma mobilidade grande na hora de registrar momentos do dia a dia – ou quando fizer aquele mergulho incrível em praias paradisíacas (como as da Tailândia).
Antes de mais nada, saiba que comprar um bom power bank, aqueles carregadores USB portáteis, é um investimento sensacional. Você pode levá-lo na bolsa, durante o dia, e carregar seu celular a hora que precisar.
Inclusive, um adaptador universal de tomadas também não deve faltar na sua mala.
Mas é bom não se esquecer de levar os cabos carregadores e, pelo menos, um plug pra colocar na tomada. Enrole os fios e guarde-os dentro de um saquinho exclusivo pros seus eletrônicos: como baterias extras de câmeras, GoPro, fones de ouvido e etc.
É bom também levar um “tê” (ou benjamim) pra multiplicar as tomadas dos quartos dos hotéis – que podem ser escassas.
Sempre é bom ter por perto um bom livro pra fazer passar mais rápido as longas horas no aeroporto (ou no ônibus). Eis que, em 2016, decidi investir ainda mais nesse “passatempo” e comprei um Kindle Paperwhite, da Amazon. (Para também comprar, clique direto aqui: https://amzn.to/37KdZRD)

Foi uma compra certeira! Posso colocar no Kindle quantos livros eu quiser e a bateria dura muito (até semanas!). Então, sei que to garantido por ter uma biblioteca à mão e, praticamente, sem carregar peso algum. Definitivamente, não pode faltar na mala!
Mesmo que você leve dinheiro vivo ou cartões travel, vale lembrar de colocar um cartão de crédito que você usa no Brasil dentro da sua mala.
Ele serve pra qualquer emergência que possa aparecer pelo caminho. Eu sempre levo pra usar em últimos casos ou pra comprar algo mais caro, “sem gastar” meu dinheiro vivo.
Mas lembre-se de avisar o seu banco e ativar o aviso viagem para o cartão de crédito que vai viajar com você! Basta informar o período em que estará fora do país e os continentes por onde vai passar.

Primeiramente, saiba que é imprescindível levar um par de sapatos bem confortáveis numa viagem. Você vai caminhar bastante e precisa se esquecer de que existem tênis/sapatos nos pés.
O essencial também é levar um par de chinelos – desses de borracha – principalmente se for pra lugar com praias. Viajando com mala de mão, a receita é certa: um par de chinelos e um de tênis confortáveis são o suficiente pra te deixar tranquilo.

Logicamente, é bom sempre dar aquela checada pra ver se o documento tá indo junto com você – passaporte ou identidade, dependendo do destino da sua viagem.
O que também não pode faltar na mala é uma pastinha plástica pequena pra guardar suas reservas impressas. Aliás, nesse mundo tecnológico e digital, pode parecer inútil carregar suas reservas de hotéis e passagens aéreas impressas, né?
Mas uma vez, numa conexão na Espanha, em 2017, nos solicitaram a passagem aérea impressa no aeroporto. Não tínhamos e precisamos dar um jeito de imprimir. Deu certo, ufa! Depois dessa, prefiro sempre pecar por excesso e levar tudo em papel também.
Algo tão simples e muito útil de se carregar na mala de mão! É bom ter sempre uma caneta à mão, perto da carteira e do passaporte, por exemplo. Você vai usá-la diversas vezes dentro do avião mesmo, perto do desembarque, pra preencher os cartões imigratórios em vários lugares.
Pasta e escova de dentes, desodorante, perfume, fio dental, pente, gel, protetor solar… Tudo isso é essencial e precisa estar num acesso fácil dentro da mala.

Por isso, uma necessaire não pode faltar na mala porque é uma boa maneira de guardar tudo num só lugar pra agilizar a hora da higiene. Afinal, quanto mais tempo sobrar pra curtir a viagem, mais lembranças serão construídas! \o/
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Você ganha tempo e carrega apenas o que vai usar. Aprenda a montar uma mala de mão pra uma viagem de quase um mês!
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]]>Desde 2015, quando fiz minha primeira viagem para a Ásia, combinamos (eu, Xóia e qualquer outro amigo que queira se juntar a nós!) de viajar só com a mala de mão. E não estou falando de viagens de final de semana, hein? Já fiz três viagens de um mês cada, todas para Ásia, apenas com minha mala de bordo, e deu tudo certo. Como esse é um assunto que gera muitas dúvidas e comentários, vou dividir minhas dicas com vocês por aqui.
Tem gente que prefere mochila – o Xóia, por exemplo, leva. Rachel e Anizelli, que também já foram pra Ásia conosco, também. Eu não gosto. Prefiro a minha mala de rodinha. Isso é uma questão pessoal, depende do seu gosto e preferência. Só é importante que a bagagem escolhida não ultrapasse as dimensões estipuladas pelas companhias aéreas. Cada companhia tem os seus limites e é bom consultar quais são no site de cada uma.

Eu vou sempre com uma mala de rodinha da Kipling, que escolhi por ser muito leve (1,3 kg) e muito resistente. Ela tem 36x18x45 cm. Não tenho a menor ideia de quantos voos já peguei com ela, nunca ninguém implicou com o tamanho e nunca precisei despachar (o que por vezes acontece com quem viaja de mochila).
Em tempo: todas as viagens que fiz assim foram para a Ásia. Sei que na Europa pode ser mais difícil – algumas companhias como Ryanair restrigem muito as bagagens permitidas à bordo. É bom sempre pesquisar antes de comprar.
Levo também uma mochila pequena (que não é para mochilão), que é a mesma que vou usar no dia a dia durante a viagem. É onde levo minha câmera e eletrônicos em geral. Levo ainda mais uma bolsa pequena que uso para sair à noite ou nos dias que saio sem a câmera grande.
É importante monitorar antes a temperatura e os costumes culturais dos locais pelos quais você vai passar. No meu caso, eram todos lugares onde faz muito calor. Só que nos templos budistas, por exemplo, não é permitido deixar ombros, costas ou pernas (acima do joelho) à mostra. Para contornar, levo um lenço ou canga que posso amarrar por cima da roupa. Na Índia, mulheres não costumam usar roupas curtas, então levei calças de tecido leve e cores neutras.

Leve só coisas que você usa mesmo no seu dia a dia. Em geral, levo peças para uns dez dias de viagem. Nesse caso, foram duas calças, uma saia longa, três shorts, umas 10 blusas/camisetas, dois biquinis, uma jaqueta (já fui vestida com ela), um tênis (também já fui com ele), um chinelo, uma alpargata e é basicamente isso aí. Se fosse novamente pra Índia, provavelmente levaria mais uma ou duas calças no lugar da saia – uma peça que não uso no dia a dia e por isso também não usei lá (foi só um dia e olha lá).
Bom, se a viagem dura 30 dias e eu levo peças para mais ou menos dez, a conta não dá muito certo, né? Viajar com pouca bagagem é mandar as roupas para a lavanderia com frequência. Em muitos países (Tailândia, por exemplo), você encontra lavanderias facilmente nas ruas e o serviço é barato (1 kg de roupa dá mais ou menos R$ 4). Em outros, é preciso mandar lavar nos hotéis mesmo, como fizemos na Índia.
As regras para voos internacionais indicam que todos os líquidos que você for levar venham em embalagens de até 100 ml. Logo, levo só produtos em miniatura e priorizo produtos sólidos. Shampoo e sabonete, por exemplo, só levo assim. Para quem quiser ver tudo o que eu levei, eu mostro no vídeo aqui embaixo:
Eu recebo muitas mensagens de gente que diz “ahh jamais conseguiria, preciso levar todo meu guarda-roupas”, “preciso de 15 sapatos”, “mas não leva nem uma paleta de sombras?”. E como sempre respondo: viajar dessa forma, com pouca bagagem, é uma escolha. Ninguém é obrigado, cada um viaja da forma que preferir. Dependendo da situação ou local, acho que também não conseguiria.

Mas desapegar um pouco do material e focar em outras coisas é uma coisa muito libertadora. Você vê que precisa de pouco para viver. Que é mais fácil voar (no sentido literal e no sentido poético também) não tendo dois pesos de 23 kgs te puxando feito uma âncora. Que as experiências que você tem, as memórias que cria, os momentos que vive, os sabores que experimenta são coisas que ninguém te tira. E que valem bem mais do que as lembrancinhas compradas para toda a família (e que depois até acabam esquecidas).

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