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Entre os muitos privilégios que tenho em relação a viagens, um deles volta à tona todo dezembro: já ter celebrado viradas de ano em diferentes destinos.
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]]>Dia desses, recebemos um material bem legal da Organização Nacional do Turismo Japonês sobre como se comemora o feriado de Ano Novo no Japão. Essas celebrações duram quatro dias e são chamadas de oshougatsu. Vou compartilhar um pouco dessas tradições japonesas no texto, mas esse conteúdo me fez pensar em todas as festas de Ano Novo que já tivemos a chance de celebrar pelo mundo.
Entre os muitos privilégios que tenho em relação a viagens, um deles volta à tona todo dezembro: já ter celebrado viradas de ano em diferentes destinos. Aqui no Viajão, já passamos o réveillon no litoral paulista, em Buenos Aires, em Viña del Mar, na Disney, no trabalho na Capital Paulista, em Curitiba…
Cada lugar tem sua tradição. Então vou contar de duas viradas do ano que me chamaram a atenção: Buenos Aires e Disney.

A Disney não tem tradições. Ela tem o Traditions, que é o treinamento básico da cultura da companhia. E eu sou uma admiradora dele desde que fiz intercâmbio no Walt Disney World, na Flórida. Por isso, é um dos meus lugares queridos no mundo e onde passei um ano novo. E preciso dizer que, se a Disney é um lugar de sonhos, expectativa e realidade nem sempre se alinham.
Antes de mais nada, preciso dizer que foi uma virada do ano festiva! Só não foi como eu esperava. Minha expectativa era: passar o ano novo no Magic Kingdom, vendo fogos de artifício maravilhosos e festejando. Aí, ao começar meu intercâmbio nos parques, descobri que o MK não é o melhor lugar para adultos sem crianças (pelo menos, é o que me disseram meus colegas cast members). É um parque muito família, onde a festa termina pouco depois da meia noite. “Vá para o EPCOT, se puder”, foi o conselho que me deram.
Isso porque ele têm os pavilhões dos países e cada um celebra a chegada do novo ano com mini-celebrações que remetem à cultura que inspira aquele espaço. Parece legal, não? Acontece que os parques lotam muito nessa época do ano. Então mesmo funcionário não pode necessariamente entrar onde quiser. E como eu trabalhava no Animal Kingdom, onde não haveria festa da virada, eu voltei pra casa e celebrei jantando com meus vizinhos mesmo. Mas o EPCOT continua na minha lista de lugares onde quero celebrar um réveillon. E desde 2006, passo o dia 31 de dezembro acompanhando a linha internacional da data caminhando pelos fusos e imaginando viradas do ano pelo mundo.
Mais um ano novo em viagem no qual expectativa e realidade não se alinharam – mas foi tudo ótimo também! Estávamos viajando em seis pessoas, conhecemos mais uns quatro brasileiros no hostel. Em grupo grande, óbeio que enrolamos demais para decidir onde passar a virada. Já quase sem opção, um dos meus amigos descobriu um pub com uma festa e reservamos nossos lugares por cem dólares por pessoa (vale destacar que, em 2011, isso dava em torno de 200 reais).
Expectativa: um bar agitado. Realidade: uma mesa central para 20 pessoas e um menu completo de entrada, jantar, sobremesa, vinho e música ambiente.
Estávamos bem acompanhados: além de nós dez, tinha um sulafricano, três amigos *acho* que colombianos e um casal europeu (não faço ideia de onde). E assim, descobrimos que o costume argentino era de passar meia-noite em casa, com a família, e sair pra balada depois da uma da manhã. Então, aceitamos nosso pub privativo. À meia noite, todos os restaurantes da rua abriram as portas e as pessoas passaram a celebrar junto, na rua mesmo, com direito a banda e tudo mais. Foi bem divertido! O resultado dessa experiência é que, hoje em dia, cogito sempre passar o ano novo em um lugar e festejar em outro depois.

Como falamos acima, o oshougatsu dura quatro dias: de 31 de dezembro a 3 de janeiro. E é uma festa focada em renovação e prosperidade para o ano seguinte. Ainda não passamos nenhuma virada de ano por lá, mas Traditions tradições são algo que me atrai muito! Quem sabe, não vivo algumas dessas experiências pessoalmente algum dia?
Segundo a Organização Nacional do Turismo Japonês, o oshougatsu é mais tranquilo. Ao invés de fogos de artifícios, a virada de ano é marcada pelas 108 badaladas do ritual budista Joya no Kane. A última badalada acontece à meia noite. Já nos templos xintoístas, o ritual de Saitan-sai é realizado durante a madrugada, com orações.
No Japão, também é tradição assistir ao primeiro nascer do sol, chamado de hatsuhinode. A crença é que, durante o primeiro nascer do sol, as divindades do ano novo vem semear boas energias, sorte e felicidade.
E você, que costumes de Ano Novo mantém por aí?
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Acho que, para muitas pessoas, uma viagem para um país inédito começa pela capital, né? Pelo menos, é assim comigo. Quando fui atrás da Aurora Boreal, estiquei o roteiro pelas capitais nórdicas - e um pulinho na Estônia, que, como você vai ver no roteiro, é quase inevitável.
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]]>Acho que, para muitas pessoas, uma viagem para um país inédito começa pela capital, né? Pelo menos, é assim comigo. Quando fui atrás da Aurora Boreal, estiquei o roteiro pelas capitais nórdicas – e um pulinho na Estônia, que, como você vai ver no roteiro, é quase inevitável.
É importante reforçar que “Escandinávia” e “Países Nórdicos” não são exatamente a mesma coisa (o que eu aprendi depois de algumas gafes pelo caminho). Mas não é um problema se você acabar usando um no lugar do outro. A Escandinávia, segundo a enciclopédia, é composta dos reinos da Noruega, da Suécia e da Dinamarca. Já os Países Nórdicos são: a Escandinávia + Finlândia, Islândia, Groelândia, Ilhas Faroe, e as Ilhas de Aland.
Nesse roteiro, passei pela Noruega, pela Suécia, pela Dinamarca, pela Finlândia e pela Estônia, que já faz parte dos Países Bálticos, mas é muito fácil de visitar estando na região. Eu fiquei três dias inteiros em cada capital, e considerei um dia de deslocamento entre eles.
Sua rota vai depender de onde for melhor para você começar a viagem. No meu roteiro (que você vai ver abaixo), eu comecei pela Noruega, porque precisava começar por Tromsø. E fiz o maior número de trajetos de trem possível.
Além desse roteiro abaixo, outras rotas possíveis são de avião entre as cidades (óbvio, né, Rachel…) ou um navio entre Estocolmo e Helsinki. Depende se você quer ir em todas as cidades da região ou não.
Entre Tromsø, no norte do país, e a capital Oslo, eu fui de avião. Era começo de primavera e fiquei com receio das nevascas que ainda ocorrem na época impedirem alguma viagem de trem ou ônibus. É bem tranquilo ir do aeroporto ao centro de Oslo de trem.

Aproveite a capital norueguesa para conhecer os muitos museus, a pista de salto em ski Holmenkollen, a Fortaleza Akershus e a Ópera de Oslo. Divirta-se com o transporte público que confia que você pagou o bilhete (então você só mostra se o fiscal pedir). E se prepare para a viagem de seis horas de trem para…
…Estocolmo. A estação central de trem é ao lado da T-Centralen, uma das mais lindas estações de metrô que eu já vi. Ou seja, é fácil chegar ao seu hotel a partir da estação de trem. Tem muita coisa para conhecer em Estocolmo. Eu recomendo não perder o Palácio Real (que fica no Gamla Stan, o bairro antigo da cidade), o Vasa Museum (a história do fracasso de um navio que é um sucesso de museu) e o Skansen (um museu a céu aberto, que mostra a história da arquitetura e da cultura sueca).
Como eu mencionei acima, você pode sair de Estocolmo direto para Helsinque de ferry. Mas eu decidi ir de trem, mais seis horas, até…
…a lindíssima Copenhague. A capital dinamarquesa é colorida, histórica, organizada, cheia de canais – e eu amei a cidade do minuto que saí da estação do trem. Embora seja importante informar que eu me perdi muito na estação de trem, que também é de metrô, e o bilhete é daquels por duração que você só apresenta se te pedirem.

Eu amei a capital dinamarquesa e minha tendência é falar que vale a pena conhecer: tudo. Mas vale mesmo visitar os palácios reais (destaque para Rosenborg e ), o Nyhavn, o Jardim Botânico, o Tivoli Gardens (um dos parque de diversões mais antigos da Europa!) e a fábrica da Carlsberg.
De lá, é um metrô até o aeroporto para voar para…
…Helsinque! E se você curte uma sauna, encontrou seu país. A Finlândia tem praticamente mais saunas que habitantes. Tem sauna até na roda gigante na beira do porto no centro da cidade!
Coloque no roteiro: a antiga fortaleza de Suomenlina (bate e volta de balsa a partir do centro da cidade), a Catedral de Helsinki, a Catedral Uspenski (a maior igreja ortodoxa no leste europeu) e a Temppeliaukio (também conhecida como Rock Church, porque foi escavada na pedra). Tem também uma capela bem bonita na região central e, basicamente, toda a arquitetura de Helsinque é encantadora.
Mas sabe um passeio que muita gente faz quando vai pra Helsinque? Um bate e volta para…
…Tallinn. Pois é. Uma das principais atrações da cidade é visitar o país vizinho. Isso porque é possível pegar uma balsa de cerca de duas horas entre as duas cidades. Com saídas pela manhã e no fim da tarde, e com os dois portos com fácil acesso nas respectivas cidades, é um jeito de aumentar a lista. Até porque Tallinn é bem pequenininha. Mas eu aproveitei muito bem meus dois dias inteiros lá, caso você queira uma experiência menos corrida.

Peguei a balsa pela manhã, junto com os vários finlandeses e estonianos que aproveitam o Duty Free da balsa internacional, e me dirigi ao hostel mais hostel que eu fiquei na viagem: só banheiro comunitário, do lado de um bar que só tocava música do começo da década de 1990. Mas a cidade, que foi parte da União Soviética até 1991, tem uma mistura muito interessante de “medieval” e “história moderna”. Inclusive um museu em um túnel que é um dos lugares mais legais que já visitei. Mas isso é história pra outro post…
De Tallinn, eu peguei um tram no meio da rua (literalmente. O vagão para no rumo do ponto, mas na faixa central e você embarca entre os carros) e encerrei a o trecho Escandinavo-Nórdico-Báltico da viagem.
Ah, não se esqueça de contratar um seguro viagem para qualquer viagem internacional, certo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/
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Essa é para os fãs de Nintendo! E de parques de diversões também. O Universal Studios Japan anunciou a data de inauguração do primeiro Super Nintendo World.
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]]>Essa é para os fãs de Nintendo! E de parques de diversões também. O Universal Studios Japan anunciou a data de inauguração do primeiro Super Nintendo World: será em 4 de fevereiro de 2021. A abertura dessa nova área também deve marcar o início das celebrações de 20 anos do parque, que fica em Osaka, no Japão.
Você pode estar se perguntando: o que é Super Nintendo World? Pois bem, é uma área inspirada nos mundos e personagens da Nintendo, com atrações, lojas e restaurantes dentro da Universal Studios Japan.
Uma das atrações – que teve novas fotos divulgadas hoje – é uma corrida do Mario Kart dentro do Castelo do Bowser. Eu confesso que não sou a louca dos videogames, mas Mario Kart talvez seja um dos meus favoritos. E eu achei o castelo sensacional!


Essa corrida especial interativa vida real vai se chamar “Mario Kart: Koopa’s Challenge” – e eu to só desejando a trilha sonora do game pra embalar a corrida. A atração vai misturar realidade aumentada e projeções combinadas com cenários físicos. Estou imaginando algo parecido (porém melhor) com o brinquedo do Spiderman em Orlando – que era animal, diga-se de passagem.

A área terá também atrações temáticas do Yoshi. E uma outra atração divulgada hoje: os visitantes poderão participar da sua própria aventura de Super Mario. Quem comprar uma pulseira Power-Up, poderá participar de um desafio para recuperar um Cogumelo Dourado roubado pelo Bowser Jr. Você acompanha em um aplicativo onde tem jogos no parque – e aí, tem que pular, bater em blocos de pergunta, coletar moedas virtuais, reunir carimbos, enfim, viver o game. Vale dizer que o preço da Power-Up Band é de ¥ 3.200 (o que dá aproximadamente 30 dólares).
No momento, o Universal Studios Japan está operando com capacidade limitada e com medidas de prevenção à Covid-19. O parque reabriu em junho/2020, depois de ficar pouco mais de três meses fechado devido à pandemia.
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Depois de meses fechado por causa da pandemia, o Parque Nacional da Chapada Diamantina reabriu parcialmente. Leia mais no Viajão a Bordo dessa semana.
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O Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia, reabriu parcialmente para visitação no último sábado (21/11), depois de ficar fechado por causa da pandemia de Covid-19. Por enquanto, as cachoeiras que podem ser visitadas são: Sossego, Ribeirão do Meio, Capivari, Mixila e Palmital. Os visitantes também poderão fazer a trilha Pai Inácio-Barro Branco. Entre as medidas adotadas na reabertura estão o uso obrigatório de máscara e o limite de 10 pessoas por grupo, incluindo o guia. Além disso, é preciso agendar a visita pela internet, para controlar a quantidade de pessoas em cada atrativo.
Depois de quase oito meses, a Copa Airlines retomou a rota entre Brasília e a Cidade do Panamá. Em novembro, a companhia voltou ao Aeroporto Internacional de Brasília com voos semanais e, a partir de dezembro, pretende ter três decolagens por semana. A Copa Airlines opera em Brasília há dez anos e estava desde 23 de março sem decolagens neste aeroporto.
Sabe aquele cartão de imigração que a gente preenche quando chega em vários países? A República Dominicana mudou a forma de preenchimento e, a partir do dia 29 de novembro, esse formulário será digital. Depois de que o viajante responde às perguntas, o sistema gera um QR Code que pode ser validado pela companhia aérea e pelas autoridades.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela cerimônia do Oscar, segue com a preparação do Academy Museum of Motion Pictures, um museu em Los Angeles dedicado ao cinema. E nessa semana, eles divulgaram nas suas redes sociais imagens da instalação de um item bastante interessante: o tubarão do filme Tubarão (Jaws, no original). A réplica do modelo usado no filme ganhou um espaço interessante, acima das escadarias do futuro museu.
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Nessa segunda-feira, o presidente de Parques, Experiências e Produtos da Disney divulgou atualizações sobre reformas e construções em andamento nos EUA.
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]]>No melhor estilo 2020 de planos de viagem sem data definida, prontos para sonhar com uma visita ao boss Mickey Mouse? Nessa segunda-feira (16), o presidente de Parques, Experiências e Produtos da Disney, Josh D’Amaro, divulgou atualizações sobre as novas atrações durante o IAAPA Expo, evento voltado a parques de diversão. Mesmo com os parques e resorts na Flórida funcionando com restrições por causa da pandemia de Covid-19 e com o complexo Disneyland na Califórnia fechado, as obras seguem em andamento.

Anunciado em 2019, o Avenger Campus segue em construção na Disneyland California e também em Paris. Uma das atrações ganhando forma é a WEB SLINGERS: A Spider-Man Adventure. Os visitantes embarcarão em carrinhos para ajudar o Homem-Aranha a combater bots que invadiram o campus. É a primeira atração desse superherói na Disney. Pessoalmente, eu adoro o brinquedo do Spiderman na Universal, então estou empolgada com mais essa atração!
Agora, o que parece muito empolgante mesmo é a montanha-russa de Guardians of the Galaxy em construção no EPCOT, na Disney World, em Orlando. A Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind foi nomeada de “montanha-russa de contação de histórias”. A ideia é que ela gire em qualquer direção, para que os visitantes consigam ver tudo que tem no entorno. A Disney divulgou um vídeo para dar uma ideia de como funcionará o brinquedo:
A atração de Guardians of the Galaxy não é a única novidade em desenvolvimento em Orlando. Volta e meia, alguém se arrepende de me dizer que acha o EPCOT chato, porque aí tem que me ouvir falar todos os motivos pelos quais eu adoro esse parque. Mas você pode rodar o mundo sem sair de lá! Como não gostar? E já estou louca para ir no pavilhão da França curtir o brinquedo de Ratatouille. Eu amo o filme e quero muito entrar nesse carrinho de ratinho e correr pelo restaurante do Gusteau. A Remy’s Ratatouille Adventure, prevista para esse ano, acabou ficando para 2021.

O Harmonious, que é um show que vai ocupar a lagoa central do EPCOT, segue em obras. Painéis de LED, fogos, fontes dancantes… a Disney prometeu de tudo para essa apresentação. E não tenho dúvidas que provavelmente será memorável. Quando eu habitei a Disney World, o EPCOT tinha um show de fogos de artifício nesse local e eu ainda sei a música decor.
Essa notícia vai direto para os apaixonados pelo espaço e por Star Wars (alô, Xóia!): temos novas imagens dos quartos no Star Wars: Galactic Starcruiser. Olha isso: será um espaço que o hospede poderá ficar por dois dias (com reservas que serão super disputadas, se as áreas de Star Wars no parque forem indício de qualquer coisa). Aqui, a ideia é que você esteja cruzando o espaço em uma narrativa Guerra nas Estrelas, com treinos de sabre de luz e restaurantes temáticos. E como você pode ver abaixo, a paisagem da janela será, literalmente, de outro mundo.


Vou confessar uma coisa pra vocês: quando 2020 começou, eu tinha uma viagem em mente. Bom, na verdade, eu tinha muitas viagens em mente, muitos planos nas etapas iniciais, mas uma vontade que estava crescendo desde o ano passado: ir para a Disney de novo. Obviamente, como muitos de nós, eu não fiz viagem alguma neste ano, afinal, o melhor mesmo foi ficar em casa durante essa pandemia.
O que não quer dizer que eu esteja com menos vontade de ir para lá. E esse desejo só ficou mais aguçado nessa semana. Talvez, porque a Disney+ estreia amanhã no Brasil. Ou porque estou prestes a completar 14 anos desde que fiz intercâmbio na Flórida, caminhando pelos bastidores da Disney World que tanto amo. Agora, é continuar acompanhando as novidades e preparando os bolsos os planos para quando os parques reabrirem e as novas atrações forem inauguradas.
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O que um terremoto na Califórnia pode ensinar aos viajantes? Muita coisa. Principalmente sobre como montar uma lista básica de itens para a mala.
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]]>Dia desses, eu acordei com vários tuítes de celebridades falando sobre um terremoto em Los Angeles. Até aí, nada de muito novo. A Califórnia fica numa região do planeta muito suscetível a terremotos. Mas o que me chamou a atenção foi a quantidade de pessoas falando sobre o kit terremoto. E aí, eu fiquei pensando: será que não tem aprendizados desse kit que valem para os viajantes também?
E eu acho que tem, sim.
Em 2015, eu fiz intercâmbio em Los Angeles e, durante minha estadia por lá, uma das primeiras coisas que me disseram foi: tenha um kit terremoto. Desde que eu tive que aprendi a preparar minha “mochila de emergências” em Los Angeles, eu comecei a levar alguns itens menos comuns na minha mala, ou me preparar de forma diferente para os destinos.
Existem várias listas diferentes do que é um kit básico para terremotos. E você vai perceber ao ler a lista que poderia muito bem ser a mala básica de um viajante. Nos EUA, as lojas vendem kits prontos bem excessivamente completos. A lógica por trás é a seguinte: terremotos podem interferir na rede de energia e internet e no seu deslocamento e, claro, você pode se machucar. Situações que podem também acontecer em uma viagem. Então quais itens te ajudam a se organizar?

Sim, uma lanterna é muito útil em viagem. Pode ser numa caçada à aurora boreal, para ajudar nas fotos, ou num rolê de moto nas Filipinas (se você não conhece essa história, corre lá no Instagram do Viajão e assiste ao destaque de El Nido!). Eu tenho essa verdinha bonitinha em casa, que veio diretamente do meu kit de Los Angeles. Mas eu achei essa outra, bem compacta e que funciona com dínamo, na Decatlhon. Ela não é muito forte, mas pode quebrar um galho. Já se você for para algum lugar com muitas trilhas, por exemplo, é bom investir em uma maior.
Ok, você não vai levar pilha na sua viagem. Mas que tal um power bank? O Xóia comentou que é um dos itens essenciais da mala dele. E faz todo o sentido. Afinal, se a gente mal fica sem celular no dia a dia, dentro de casa, imagina se acaba a bateria no meio de uma estrada ou de um passeio? Nem que seja pra tirar foto, você vai ficar feliz de ter como recarregar os equipamentos.
Eu sempre viajo com alguns remédios básicos, tanto de uso contínuo, quanto por causa de alergias. E aí, acrescento alguns bandaids, antitérmicos, pomadas para aqueles escorregões na trilha, e outros remédios que meu médico me receitar. E sempre levo termômetro também, mas tem que ser digital, tá? Não pode viajar com aqueles antigos termômetros de mercúrio no avião.
As autoridades recomendam que um “kit terremoto” tenha comida para três dias. Você também não vai viajar com comida e bebida para três dias – a menos que esteja indo acampar. E aí, por favor, viaje com alimentos e bebidas! Mas sempre ajuda ter aquela barrinha de cereal na bolsa caso o voo atrase, ou dê aquela fome que você começa até a ficar de mau humor. E hidrate-se! A gente sempre esquece de beber água ao longo do dia, então se puder carregar sua garrafa e encher pelo caminho, melhor ainda, né?
A gente já falou e não custa repetir: tenha seus documentos de viagem organizados e, se possível, cópias impressas do passaporte, do seguro viagem e das passagens. No kit terremoto, indicam colocar tudo isso em um pendrive e guardar na malinha. Já na hora de viajar, eu sempre organizo uma pasta no Google Drive com o que vou precisar no trajeto, e deixo disponível offline, porque vai que não tem internet? E desde que a gente se enroscou para mudar de terminal na Espanha porque não tinha passagem impressa e o balcão da companhia aérea tava fechado, melhor viajar com os documentos em uma pastinha física mesmo…

Mas, Rachel, em 2020, dinheiro em espécie?
Sim. Eu acho que o futuro das viagens é com cartão de crédito e débito, pagamento sem contato pelo celular, pelo relógio, conversão da moeda no dia da compra, todas essas facilidades eletrônicas. Mas é sempre bom ter um pouco de dinheiro em espécie para emergências.
Em caso de terremotos ou furacões, isso é necessário porque pode ter algum problema nas linhas de energia, ou nos cabos de internet, e os bancos e comércios ficarem sem rede e sem luz. Já na sua viagem, pode ser que você encontre algum lugar que não aceita cartão, e aí, não tem caixa eletrônico por perto, ou ele não funciona. Quando a gente chegou em Coron, nas Filipinas, a cidade ficou sem luz à noite. E aí, como saca dinheiro no caixa? Então, na mala ou no kit emergência, é bom ter sempre alguns trocados.
Claro que existem listas muito mais detalhadas do que incluir nesse kit, como roupas específicas, itens de higiene, aqueles bastões que brilham no escuro… mas isso são coisas que seu hotel vai ter, caso você vá viajar para uma região onde há a possibilidade de ocorrências naturais, como tornados, terremotos e tsunamis. Por exemplo: você sabia que a Disney tem rotas específicas de acordo com a gravidade da tempestade tropical, para que os visitantes passem ou não pelas áreas de bastidores? Pois é. Tem até locais adequados de abrigo nos parques. A gente acha curioso, mas no fim das contas, todo mundo se acostuma àquilo que é rotina na região. E se surpreende com o que não faz parte do seu dia a dia em casa.
Abalos sísmicos são muito comuns na Califórnia. Tão comuns, que isso gera piadas recorrentes – como esse vídeo do BuzzFeed que eu adoro. Os frequentes terremotos de São Francisco a San Diego são porque o estado fica bem no encontro de duas placas tectônicas – a do Pacífico e a da América do Norte. Esse terremoto que teve no fim de julho foi em San Fernando, atrás das colinas onde tem o letreiro de Hollywood, e teve magnitude 4.2, o que é o suficiente para sacudir uma área grande. Inclusive, os distritos da Greater Los Angeles onde várias celebridades moram. Muitas comentaram do tremor.
Outras regiões do planeta queridinhas do Viajão e de muitos viajantes que também lidam com frequência com terremotos são o México, o Chile, a Indonésia, o Japão, o Havaí, as Filipinas e a Nova Zelândia, por exemplo.


Meu aprendizado para lidar com terremotos em Los Angeles foi mais teórico do que prático. Nos meses que passei por lá, ocorreram alguns tremores mais fortes, mas não exatamente onde eu estava. Uns amigos de família que moravam em Culver City na época (a uns 30 km de onde eu estudava e uns 38 km de onde foi esse terremoto recente) tiveram que cumprir todo o protocolo duas vezes só naquele ano. E qual é o protocolo?
Bom, primeiro é que você deve ficar em um lugar seguro onde você está até o tremor parar. No meu caso, era do lado da cama mesmo, onde tinha um recuo para a porta do banheiro. Ou seja: não é pra correr pra saída. Quando o terremoto parar, aí você deve, sim, sair do prédio e esperar na rua até que as autoridades liberem a volta para os prédios ou que fique bem claro que não ocorrerão tremores secundários.
Mas isso são os casos mais sérios. A bem da verdade é que, na maioria das vezes, você talvez nem perceba que teve um terremoto (passei por isso); ou então, que ele pareça esse do vídeo, que é a mesma sensação de caçar um buraco com o carro, ou estar numa ponte e um caminhão passar ao lado (passei por isso também). E teve a vez que eu acordei meio sem entender porque eu estava acordando, com um barulho de algo que caiu. Virei pro lado, dormi de novo, e descobri no dia seguinte que tinha tido um terremoto na região bem naquela hora.
Já me perguntaram se eu não tinha medo dos terremotos na Califórnia, ou nas Filipinas, destino das últimas férias. E a resposta é: não mais do que o normal. Claro que não é algo pelo qual eu quero passar, porque claro que assusta. Mas dá menos medo do que deixar de conhecer destinos incríveis por causa disso.
Ah! Os links contidos no texto são indicações nossas, mas podem levar a sites de parceiros e nós podemos receber algo da empresa. Ao usar qualquer um deles você ajuda o Viajão! \o/
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A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?
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]]>Nessa época de mundo em mudança, com várias restrições de viagem, estamos todos com a missão de ficar em casa sempre que possível. Mas isso não significa que a gente precise parar de fazer planos de viagem – e de se encantar com esse mundo incrível em que vivemos.
A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, sobre o que assistir durante esse período de isolamento social, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. E, claro, são inspiração para viagens futuras. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?
Na Mira do Chefe é um filme meio noir, de humor sarcástico e mais pesado, que muitas pessoas conhecem pelo nome em inglês: In Bruges. E, como o nome diz, se passa em Bruges, na Bélgica. Um assassino de aluguel comete um erro e o chefe manda ele se esconder por um tempo na cidadezinha belga. E aí, você (ao lado do Colin Farrell) acaba fazendo turismo pelo filme. Tem na NOW.
A protagonista de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é uma garçonete em um café de Montmartre (o que, por si só, já te transporta para Paris). É um filme de personagens excêntricos e de uma garota querendo trazer alegria para o mundo. Garanto que você vai se divertir com a história do duende! Esse filme está no Prime Video, que faz parte da assinatura do Amazon Prime (ao usar esse link, você sabe mais sobre o serviço e ajuda o Viajão! \o/)

Ainda sobre Paris, tem um dos filmes da trilogia do diretor Richard Linklater (que mencionei no podcast, mas como é minha favorita, eu repito aqui). Os filmes têm o Ethan Hawke e a Julie Delpy basicamente passeando e conversando por cenários europeus: Viena em Antes do Amanhecer, Paris em Antes do Por-do-Sol (que é o que mais gosto, por isso, coloquei em França) e o Peloponeso, na Grécia, em Antes da Meia-Noite. Se você gosta de romances sutis, vai adorar.
Tudo bem que, em Adeus, Lenin, o foco é uma Berlim do passado. Mas a capital alemã é uma cidade em reconstrução, então cenários do presente do passado se misturam muito. Eu adoro esse filme. Você chora, ri, se encanta com o que fazemos pelas pessoas que amamos. Fica a dica! Tem na NOW.

A gente comentou sobre o que acho que é um dos filmes-baseados-em-livros mais mencionado quando se fala em viagem, que é Comer Rezar Amar. Mas acho que não dá para deixar outro filme-baseado-em-livro de fora da lista: A Praia. Esse drama, que tem um Leonardo diCaprio novinho, foi filmado em Maya Bay, na Tailândia. É um retrato agressivo e não muito fiel do país, mas levou muitos viajantes ao local. Tantos, aliás, que a baía está fechada para visitação, para que a natureza se recupere.
Como eu trouxe vários filmes pesados aqui, achei melhor incluir uma comédia romântica: Podres de Ricos. Eu ri muito com esse recorte endinheirado de Singapura. E como a nossa protagonista nunca esteve por lá, tem muitas descobertas quase de turista. Por exemplo, com as comidas de rua. No Brasil, tem na HBO.
O Exótico Hotel Marigold tem alguns dos meus atores favoritos: Dev Patel, Judi Dench… Tem também cenários lindos e os encantos e desencantos que todo turista tem quando conhece um lugar novo, com o qual sonhou muito. Tem no TelecinePlay.

Minha primeira indicação é um filme meio pesado, já vou avisando: O Abutre. É sobre um cinegrafista amador sem escrúpulos registrando crimes por Los Angeles e mostra muitos lugares reais na cidade. De acordo com o diretor, eles foram adaptando o roteiro aos lugares onde gostariam e poderiam filmar. Tem pra alugar no YouTube. Agora, se você preferir uma visão mais romântica da cidade, sempre tem La La Land. E entre os clássicos que se passam em Hollywood, meu favorito é Crepúsculo dos Deuses.
Aliás, não dá para errar com Billy Wilder, o diretor de Crepúsculo dos Deuses. Se quiser ver uma Nova York antiga, assista outro clássico favorito meu: Se Meu Apartamento Falasse.

E temos o belíssimo Havaí. Eu adoraria estar lá nesse momento. Os Descendentes é um filme que é meio drama, meio comédia, que se passa em Big Island e em Kauai, com sol, praia e camisas estampadas. E tem o George Clooney, o que é sempre um ponto positivo. Ele é baseado em um livro. Mas eu recomendo fortemente as lindas imagens do filme.
Para uma versão um pouco mais fantasiosa do Havaí (por causa dos alienígenas, e não por causa dos sons e cenários), tem Lilo e Stitch. Que eu amo. E é muito Havaí para mim, por causa do surf, da hula, e até mesmo, por causa do show turístico de dança polinésia. Ah, e claro, por causa do Elvis Prestley.
Dia de Los Muertos no México. Como não amar? Viva – A Vida é uma Festa é uma animação que me faz chorar toda vez emociona muito. É a história de um garoto mexicano apaixonado por música preso junto com os antepassados em um outro plano.

Apesar do nome, o filme Um Conto Chinês se passa em Buenos Aires. E é com um dos meus atores favoritos – o Ricardo Darín. Ele faz um cara meio mau humorado que encontra um chinês perdido na cidade, que não fala nada de espanhol e não consegue voltar pra casa. Tem no TelecinePlay.
Falamos no podcast também de Medianeiras, uma comédia romântica argentina que me ajudou a descobrir onde ficava essa pracinha acima. Foi onde me “abriguei” quando andei até me perder por Buenos Aires. E adorei quando ela apareceu no filme.
Dos muitos filmes brasileiros que poderia citar aqui, resolvi mencionar O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, dirigido pelo Cao Hamburguer. É uma viagem no tempo (se passa na década de 1970) com um garoto que é deixado na casa do avô enquanto os pais “saem de férias”. O cenário é o Bom Retiro, em São Paulo (embora não tenha sido filmado todo nesse lugar), um bairro de imigrantes. Dá pra alugar no YouTube ou na NOW.
Você já viu O Jardineiro Fiel? Esse drama dirigido por Fernando Meirelles se passa no Quênia e estrela o Ralph Fiennes como um diplomata aguardando notícias sobre a esposa, sequestrada. É um filme muito delicado sobre um assunto muito série. O que mais me marcou à época que assisti foi justamente como é um filme focado em uma pessoa, e não em um conflito. Tem no Globoplay.
Incluí mais uma animação aqui, pois é um dos meus gêneros favoritos. E Moana tem bastante da cultura polinésia, por mais que seja em uma ilha fictícia. Da dança ao estilo das canoas, à lenda de Maui, sempre que vejo esse filme, retomo meu sonho de visitar o maior número de ilhas do Pacífico que eu puder. Tem na Amazon Prime Video.
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Os parques de São Paulo voltaram a receber visitantes essa semana. Leia essa e outras notícias da semana do setor de viagem.
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Os parques de São Paulo voltaram a receber visitantes essa semana. Estão funcionando em horário reduzido, de segunda a sexta, e seguem fechados aos finais de semana.
A ANAC reajustou as tarifas dos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e de Viracopos, em Campinas. Os novos valores passam a valer a partir de agosto.
A Air France e a KLM anunciaram que vão continuar expandindo as operações entre o Brasil e a Europa em setembro e outubro.
A companhia norte americana Delta Airlines paralisou a retomada das viagens por causa do avanço da covid-19 nos Estados Unidos. A empresa tinha planejado adicionar mil voos no país no próximo mês, mas agora, esse número não deve passar dos 500.
As Ilhas Galápagos, que estavam fechadas desde março por causa da pandemia, reabriram pra visitação dos turistas. Visitantes só podem ficar nos locais perto de portos povoados por no máximo três horas.
A Disneyland Paris reabriu as portas com uma série de restrições. Cada visitante tem que reservar seu lugar antes, pela internet, e quem tiver mais de 11 anos, é obrigado a usar máscaras pra circular no parque.
A Broadway League, que reúne os famosos teatros de Nova York, anunciou o cancelamento de todas as apresentações até o final do ano.
A companhia aérea australiana Qantas Airways preparou uma despedida para os seus aviões Boeing 747, que serão aposentados. Nessa semana, foram realizados três voos de uma hora para atender pedidos de passageiros e tripulantes que queriam se despedir dos jumbos. Os valores arrecadados com esses voos de despedida serão doados para dois museus sobre a história da aviação.
Quer saber mais? Tem outras notícias no Viajão a Bordo dessa semana, no nosso podcast:
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Fechada desde março, a Walt Disney World, na Flórida, vai reabrir as portas neste sábado (11/05). Leia outras notícias do turismo dessa semana.
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Fechada desde março por causa da pandemia de Covid-19, a Walt Disney World, na Flórida, vai reabrir as portas do Magic Kingdom e do Animal Kingdom neste sábado (11/05). Além das novas regras para visitação por causa do novo coronavírus, como o uso de máscaras e a medição de temperatura na entrada, os visitantes encontrarão outra novidade: o icônico castelo da Cinderela ganhou uma nova pintura enquanto o parque estava fechado.
No Brasil, empresas de transporte de passageiros anunciaram a retomada gradual das atividades.
As Bahamas voltaram a receber viajantes, sem restrição de país de origem. Mas é obrigatório apresentar um Certificado de Saúde e teste negativo para a Covid-19.
Na Itália, a Agência de Aviação Civil do país mudou as normas para transporte de bagagem de mão. Os bagageiros não poderão ser utilizados, por enquanto.
Quer saber mais? Tem outras notícias no Viajão a Bordo dessa semana, no nosso podcast:
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Já estão acostumados a usar máscara quando saem de casa? Em São Paulo, o uso é obrigatório e quem for flagrado sem pode ser multado. Com ou sem máscara, a entrada de turistas na cidade mineira de Tiradentes está restrita, por causa da pandemia do novo coronavírus. Já o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses estão se preparando para voltar a receber visitantes. Veja essas e outras notícias no Viajão a Bordo dessa semana.
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Começaram a valer no dia 2 de julho as multas pra quem não usar máscara em todo o estado de São Paulo. Quem for flagrado sem a máscara em espaços de uso comum vai ter que pagar R$ 524.
A cidade histórica de Tiradentes, em Minas Gerais, está totalmente fechada para os turistas. A prefeitura tomou essa decisão pra conter o avanço do novo coronavírus por lá.
A Qatar Airways informou que tanto os passageiros quanto a tripulação precisarão usar um escudo de proteção facial, ou face shield, durante o voo. Quem estiver na classe econômica será obrigado a usar o novo equipamento de segurança todo o tempo, exceto no horário das refeições. Já para quem estiver na executiva ou primeira classe, o uso é opcional por conta da distância maior entre os assentos.
A Boeing divulgou essa semana medidas para tornar suas aeronaves mais seguras e evitar a proliferação de vírus. Entre as novidades ainda em desenvolvimento estão os banheiros equipados com luz ultravioleta, para eliminar germes nas superfícies.
A União Europeia confirmou essa semana que os turistas brasileiros estão proibidos de desembarcar na Europa porque o Brasil ainda não controlou a pandemia.
Depois de três meses fechadas para visitação, as pirâmides do Egito foram reabertas ao turismo esta semana. Esse foi o primeiro grande ponto turístico reaberto no país.
Taiwan está oferecendo voos falsos pra quem quiser matar a saudade de viajar. Quem tiver interesse, irá cumprir todo o trâmite de embarque em um avião – que não sairá do chão.
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