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Xóia, Autor em Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/author/tiagoxoia/ construímos memórias Sun, 10 Jan 2021 16:11:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Xóia, Autor em Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/author/tiagoxoia/ 32 32 O Viajão é 10! https://www.viajao.com.br/bkp/viajao-10-anos/ https://www.viajao.com.br/bkp/viajao-10-anos/#respond Sat, 28 Nov 2020 14:00:16 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12798 Em novembro de 2020, o Viajão completa dez anos de idade! Sim, estamos há uma década dividindo por aqui nossas histórias, experiências e roteiros - conheça um pouco da nossa história.

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Você acredita que hoje faz exatamente dez anos do nosso primeiro post aqui?! Isso significa que o Viajão, entre pausas e viagens, está há DEZ ANOS no ar (e nos trilhos, nas estradas, nas ruas também) contando histórias de viagens e dando dicas pra facilitar a sua vida nas aventuras da vida.

A primeira história foi sobre o surfe no rio em Munique, na Alemanha.

Mas quem diria que, bem no ano em que completamos uma década de existência, ficaríamos mais parados no mesmo lugar do que fazendo aquilo de que mais gostamos? Em ano de pandemia, o jeito foi apenas relembrar memórias construídas em viagens antigas e esboçar futuras expedições pelo mundo. 

Em novembro de 2010…

Coqs e Xóia. 

Enquanto morava na Alemanha, o Xóia decidiu que queria contar num blog os casos que vivia nas viagens pelo mundo. Chamou o Coqs, que topou na hora fazer parte dessa aventura virtual. Em duas semanas, o Viajão estava no ar, com posts sem muitas dicas e roteiros de viagens, mas com curiosidades sobre lugares e situações.

A chegada da Amanda!

Coqs, Amanda e Xóia – essa foto foi tirada em Floripa e postada no Insta do Viajão (@blogviajao) logo depois do aniversário de dois anos do blog. Não foram só as carinhas que mudaram um pouco, felizmente nosso gosto por molduras duvidosas também, risos. 

Anos depois, o Viajão sentia a necessidade de uma visão mais apurada e delicada pras histórias que começaram a ganhar cada vez mais leitores. Por isso, a viajona Amanda Malucelli chegou pra fazer parte disso tudo! Ela trouxe muitas dicas e contou aqui diversos momentos incríveis e engraçados que passou desbravando o mundo. 

Uma pausa e a nova formação

Rachel, Xóia, Marina e Coqs em março de 2020 São Paulo, ainda em um final de semana antes do isolamento social.

Em 2017, após um “período sabático”, os viajões resolveram voltar com os posts e começaram a escrever, além de histórias curiosas, também dicas e roteiros em posts bem completos. Nessa “segunda temporada” do blog, chegaram Marina Fabri e Rachel Ancelevicz. Assim, o Viajão se tornou o quarteto que está aí até hoje, junto do Xóia e do Coqs.

Viajão além do blog

O Viajão começou a se tornar cada vez mais “ão”. Virou referência de viagens no Instagram, ganhou milhares de seguidores e curtidas no TikTok e começou a se aventurar nas ondas dos podcasts. Aliás, a primeira temporada de episódios estreou em março e dá pra maratonar tudinho acessando as principais plataformas.

Além de episódios com histórias e dicas de viagens, lançamos também o semanal Viajão a Bordo. Nele, trouxemos boletins de notícias e informações importantes do mundo do turismo durante o período mais crítico da pandemia.

Que venham mais dez anos!

O que os próximos dez anos nos reservam? Ainda não sabemos. Mas já adiantamos que daqui a pouquíssimo tempo teremos um novo site. E ele inclui novidades bem legais pra facilitar a sua vida na hora de planejar sua aventura.

Ah, e você também vai poder baixar nossos e-books exclusivos com informações completas e dicas preciosas sobre os destinos que mais amamos (e que sabemos que você também vai amar!).

O Viajão é 10! O tempo parece adorar voar, né? A gente também! E se você estiver sempre conosco, em cada nova memória construída, pode apostar que sempre teremos uma boa viagem!

Muito obrigado pela parceria até aqui, viajões! Que continuemos juntos, pra compartilharmos mais e mais histórias.

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Viajão e seus mais de 50 países https://www.viajao.com.br/bkp/viajao-10-anos-50-paises/ https://www.viajao.com.br/bkp/viajao-10-anos-50-paises/#respond Tue, 20 Oct 2020 20:52:52 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12652 Somos quatro viajões apaixonados por viajar - lógico! - e por contar as histórias que vivemos em viagens! Juntos, já visitamos mais de 50 países até agora. E estamos focados em aumentar esse número...

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Seja bem-vindo, viajão! Estamos de casa (e cara!) nova e é sempre um prazer recebê-lo por aqui. Nossa página está mais moderna, intuitiva e com um sistema de busca pra você personalizar a maneira com que quer encontrar sua próxima aventura. Não deixe de testar esta novidade. 😉

Por falar em aventura, bem no ano em que completamos 10 anos no ar (entre idas e vindas), fomos obrigados a ficar mais em terra firme! A pandemia impediu viagens, parou os planos e adiou a construção de memórias. 

E buscando na memória pelas aventuras que já vivemos, descobrimos uma marca importante nesses dez anos de história: o Viajão já esteve em mais de 50 países! \o/

Então, é uma boa hora pra que cada um de nós quatro – que fazemos esse Universo Viajão pra você desbravar – elencarmos os países de que mais gostamos. Vem com a gente?

Marcos Coqs

Ora ora ora. Depois de um hiato gigantesco, estou por aqui ainda. São 10 anos de “vai fazer uma foto pulando dessa vez?”, e sim, quando dá fazemos uma foto pulandinho, apesar que a físico para tal já não é o mesmo.

Viajei para lugares sensacionais nesses 10 anos, outros talvez nem tanto, mas o que fica é a experiência de conhecer coisas novas e agora – voltando – a escrever aqui para vocês. Pelas minhas contas, foram 20 países, quase todos por mais de uma vez e algumas histórias sensacionais que vocês já puderam acompanhar por aqui. 

Aqui vai meu TOP 3 de viagens que marcaram essa minha vida Viajão:

ARGENTINA – Aqui fica meu carinho por uma das viagens mais malucas que eu já fiz. Em 2013, com um projeto muito louco do Viajão, viajei com mais 2 amigos – Guilherme Dom e Fernandinha Bona – por quase toda a Argentina. De Buenos Aires a Mendoza, até Bariloche, depois El Calafate e ainda passando por Mar del Plata e QUASE chegando Ushuaia (essa é uma história a parte) passando por alguns perrengues extraordinários. Valeu muito a experiências e descobrir que no país dos hermanos tem muita coisa boa pra fazer. 

EGITO – Não menos maluco, essa viagem é recheada de histórias mesmo eu ficando apenas 6 dias por lá. Era um sonho conhecer as pirâmides e o objetivo foi concluído. Mas vale lembrar que estive lá em 2011 no meio da Primavera Árabe (obviamente eu só fiquei sabendo disso depois). Era um clima de guerra civil e eu achando que eram apenas manifestações pacíficas. Enfim, é surreal você visitar as pirâmides – eu até entrei em uma. – É surreal conhecer o Egito. Vale a aventura ainda mais se estiver tudo tranquilo por lá. 

TAILÂNDIA – É isso, o Viajão quase não gosta desse destino néam? Mas o que falar? Tailândia entra pro meu primeiro lugar de destinos porque é maravilhoso. Acho que você encontra quase todo tipo de dicas e conteúdos sobre esse destino aqui no blog e por aqui sempre vamos ter a vontade de voltar, inclusive os outros viajões já voltaram algumas vezes. Então, fica a dica, quando puder, vá. A Tailândia estará te esperando. 

 Marina Fabri

Até o momento, conheço 27 países – sempre que penso nesse número fico ao mesmo tempo feliz e triste (haha). Sou muito privilegiada de já ter visto tanto do mundo, mas ao mesmo tempo falta tanto… Mas vamos um passo por vez!

Na América do Sul, já estive no Chile e no Paraguai. Já pisei também no Uruguai, mas nem entra na conta porque acabei nem conhecendo, então fica pra uma próxima haha. No Brasil, apesar de já ter estado em todas as regiões, confesso que conheço desse nosso país imenso. Atualmente sonho em voltar para floresta amazônica – já estive nela em uma viagem que fiz ao Pará, mas não foi suficiente. 

Na Europa, já estive na Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Espanha, França, Irlanda, Luxemburgo, Noruega, Holanda, Portugal, Suíça e Turquia. Aqui destaco a França, provavelmente o país que melhor conheço fora o Brasil – já estive por lá muitas vezes e morei em Paris por um ano. 

Na Ásia, fui para o Camboja, Índia, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Nepal, Filipinas, Singapura, Sri Lanka, Tailândia e Vietnã. 

Ainda não conheço a América do Norte nem a Oceania (eita!). Já pisei (haha) na África, pois pus os pés na Etiópia – só serviu para ter ainda mais vontade de conhecer tudo nesse continente. 

Os que mais me marcaram

A tarefa mais difícil da vida de qualquer viajante, mas vamos lá!

FRANÇA – está entre os primeiros que conheci fora do Brasil, que foi minha casa por mais de um ano e pra onde voltaria sempre que pudesse. Fui muito feliz na França, amo o estilo de vida, as comidas, os queijos, os vinhos… Também acho Paris a cidade mais bonita que existe.

TURQUIA – é engraçado colocar aqui nessa lista um país em que estive apenas uma vez, há tantos anos (ao contrário da Tailândia, pra onde já voltei quatro vezes haha), mas eu explico. Como Istambul, cidade que eu conheci, fica metade na Ásia e metade na Europa, eu lembro do momento exato em que pisei pela primeira vez na Ásia. Foi quando eu tirei essa foto aí em cima. Lembro de ter ficado fascinada com as diferenças, intrigada, curiosa. Com certeza foi esse primeiro passo que dei na Ásia que me fez tanto querer conhecer mais desse continente. E assim foi. Ô mundo maravilhoso que é a Ásia!

ÍNDIA – nunca fui a pessoa que sempre sonhou em conhecer a Índia. Mas depois que fui ao Nepal, parece que o país estava me chamando. Passei um ano só pensando e sonhando com a Índia. E posso dizer que a realização desse sonho foi surreal – a Índia é melhor e muito mais complexa, mais maluca, mais maravilhosa do que eu poderia imaginar. Ter ido uma vez me serviu para ter a certeza de que quero voltar. 

Rachel Ancelevicz

Acho engraçado pensar que muita gente já me chamava de “viajante” mesmo quando eu só conhecia algumas cidades brasileiras, Nova York e a Disney. Até 2015, eu já tinha viajado por 11 países, além do Brasil – o que é muito! Eu me sentia muito privilegiada. E daí, eu abracei de vez o espírito viajante (por que negar, né, gente?). Nos últimos quatro anos, foram mais 21 bandeirinhas para a coleção de lugares visitados – 33 países ao todo =)

Na América do Sul, eu já estive na Argentina, no Chile, no Uruguai, nas Ilhas Falkland, e em pelo menos um estado de cada região do Brasil (o que é muito pouco. Tinha planos de conhecer mais lugares nesse ano, mas a pandemia aconteceu…).

Já na América do Norte, eu estive nos Estados Unidos e passei um fim de semana no México (se eu bebi palomas e passei perrengues, conta como visitado, né?).

Na Europa, visitei Alemanha, Áustria, Dinamarca, Escócia, Estônia, Finlândia, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal, Suécia, Suíça e o Vaticano.

Na Ásia, estive em duas regiões: no Oriente Médio e no Sudeste Asiático. Fui para Israel, Jordânia, Palestina, Laos, Myanmar, Nepal, Filipinas, Malásia e Tailândia.

Os que mais me marcaram

Missão: impossível de verdade essa de escolher destinos inesquecíveis. Cada viagem deixa sua marca (às vezes, alguns roxos de tombos também). Mas é claro que tem alguns que são especiais.

INGLATERRA – Se existe um lugar que conversa com o meu espírito, é o Reino Unido – e a Inglaterra, em particular. Foi a minha primeira viagem mais longa sozinha (antes dos 24 dias dessa viagem solo, eu só tinha passado um dia sem companhia na Argentina e tinha ficado, no máximo, 18 dias fora de casa em férias). Sem contar que eu adoro os passeios possíveis em Londres, os trajetos de trem e todo o ambiente de cultura britânica.

Não bastasse viajar sozinha, ainda tive um vagão do metrô de Londres todo pra mim.

ESTADOS UNIDOS – Não é necessariamente meu país favorito, mas com certeza, está muito presente na minha vida. Foi minha primeira viagem internacional, destino de dois intercâmbios, local de sonhos e fantasias, e o país onde passei mais tempo sem ser o Brasil. A gente acaba vendo muita coisa sobre os mesmos lugares por lá (Disney, Miami e Nova York), mas é um país com muitos cenários diferentes e que vale a visita.

NORUEGA – Um país cenário de uma memória como “ver a Aurora Boreal” precisa entrar na lista dos mais marcantes. Escolhi a Noruega como representação, na verdade. De todos os cenários naturais que nós, viajantes, temos o privilégio de ver. Dos amigos que fazemos sem querer pelas viagens. E das culturas do mundo – sempre tão parecidas e tão diferentes ao mesmo tempo.

Xóia

Que loucura imaginar que, aos 37 anos, já pisei em 45 países diferentes (só conto aqueles em que realmente saí do aeroporto e conheci, ao menos, uma cidade)! E, destes, já repeti alguns lugares diversas vezes (alô, Tailândia e França… kkk).

Na Europa, já fui à França (por quatro vezes), Áustria, República Tcheca, Hungria, Bélgica, Holanda, Alemanha (onde, inclusive, morei por quatro meses), Rússia, Polônia, Inglaterra, Escócia (por seis horinhas vale, né?), Irlanda (por 15 horas apenas risos), Itália, Grécia, Turquia, Suíça (num stopover de oito horas), Luxemburgo e Vaticano…

Nas Américas, obviamente já viajei por vários lugares do Brasil e também fui ao Chile, Argentina, Panamá, Cuba, Belize, Guatemala, México e Estados Unidos. Ainda faltam muitos outros lugares que preciso (e quero) conhecer em breve por aqui.

Passeio de ônibus turístico por Havana, em Cuba
Tour por Havana, em Cuba

Na África, conheço ainda apenas a encantadora África do Sul.

Na Oceania, a dobradinha Austrália e Nova Zelândia fez parte de uma das viagens mais incríveis que já realizei até então. Que lugares maravilhosos, preciso voltar!

Enfim, chegou a Ásia. Continente para o qual mais viajei na vida e que mais adoro desbravar. Já estive na Coreia do Sul, Japão, Tailândia (por quatro vezes!), Camboja, Vietnã, Singapura, Indonésia, Nepal, Mianmar, Laos, Sri Lanka, Índia (ô, saudades!), Malásia, Filipinas e Emirados Árabes Unidos (Dubai, que surpresa boa você foi <3).

Os que mais me marcaram

Foram tantas memórias boas construídas ao longo dos anos e das viagens que sempre é difícil fazer um “ranking” dos países preferidos. Por isso, vou escolher os três que mais me marcaram, na ordem em que conheci, pra não cometer injustiças.

NOVA ZELÂNDIA – as paisagens estão entre as mais belas e incríveis que já vi de perto. É mar azul fluorescente, misturado com montanhas cheias de gelo e matas muito verdes. Contraste de cores e um povo hospitaleiro num país limpo, seguro e organizado. Precisa de mais motivos pra amar a NZ?

TAILÂNDIA – gosto tanto que já voltei quatro vezes pra conhecer sempre mais e mais desse lugar em que me sinto em casa hahaha. Praias paradisíacas, Bangkok de tirar o fôlego, templos lindos e uma das culinárias que mais amo. O “país do sorriso” reúne infinitas qualidades e, por isso, até o bravo calor intenso fica em segundo plano nas memórias. Que venha logo a quinta visita!

A inexplicável Koh Nang Yuan

ÍNDIA – é um lugar tão intenso em tudo que não tem como voltar o mesmo depois de uma viagem por lá. A diferença cultural choca quando comparada à brasileira, e é por isso que encanta. A comida é uma explosão de sabores deliciosos. O povo é simpático e curioso. A história e os monumentos são deslumbrantes. Basta ir de coração aberto e lembrar que o país é imenso geograficamente e culturalmente. Abrace o que conseguir e seja feliz! Já quero voltar pra desbravar outras regiões indianas.

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O que fazer em Seul: descobrindo a capital sul-coreana https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-seul/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-seul/#comments Sun, 06 Sep 2020 17:36:52 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12619 Em Seul, é possível sair de um prédio moderno e se deparar com um palácio milenar. A cidade que mistura o antigo e o atual, também reserva um passeio à tensa fronteira com a Coreia do Norte.

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Quando você cruza o mundo e desembarca no principal aeroporto da Coreia do Sul, percebe que um novo mundo se abre diante dos olhos. Um lugar moderno, cheio de luzes (e de bandas de K-pop :P) e, ao mesmo tempo, que preserva a história milenar. É assim que a gente vai descobrindo a capital sul-coreana e percebe que tem muito o que fazer em Seul.

Palácio em Seul

Quanto tempo ficar

Dá pra desbravar os principais pontos de Seul em uns 4 dias. Mas, se emendar esta viagem com uma visita ao Japão, sugiro que reserve sete dias pra Coreia do Seul (conhecendo a capital e Busan – cidade litorânea bastante procurada) e, depois, parta rumo ao país vizinho.

Onde se hospedar

Seul é uma cidade gigante e moderna. A vantagem disso é que o metrô está por todos os cantos. Então, não importa onde você se hospede, a chance de ter uma estação na porta do seu hotel (ou do outro lado da rua) é grande.

Uma excelente opção é escolher uma hospedagem no centro da cidade, na região chamada de Myeongdong. Dessa forma, você consegue ficar perto de muitas atrações turísticas e, ainda, vai ter boas opções de mercados, restaurantes, shoppings, feirinhas, tudo a passos de distância.

Movimento intenso nas ruas de Seul

Quando fui, me hospedei no bairro que o cantor Psy deixou famoso mundialmente com a música: Gangnam.

Gangnam é um bairro moderno e considerado nobre: tem hotéis de luxo, restaurantes caros, vida noturna agitada… Mas obviamente só vi isso tudo de longe RISOS. 

Vale lembrar que as opções de hospedagem em Seul não são muito baratas no geral e que os quartos costumam ser pequenos (e até sem janelas em alguns casos). Vale pesquisar muito e até tentar um Airbnb pra economizar um pouco (não tive essa experiência, mas pode ser uma boa).

Quando ir

As melhores épocas pra visitar a Coreia do Sul são na primavera (entre abril e maio) e no outono (entre outubro e novembro). Aliás, isso também vale pra outros países da Ásia. Você não pegará aquele frio intenso e nem um calorão. E, de quebra, ainda vai ver as folhas das árvores nas colorações mais bonitas.

Lembre-se que entre junho e agosto faz bastante calor e é alta temporada = mais chances de pegar tudo lotado e com preços ainda mais altos.

Principais pontos turísticos

Torre de observação

Uma sugestão é começar descobrindo Seul pela N Seoul Tower. Do alto da torre de comunicação de 236,7 metros de altura (desde a base) é possível ter uma ampla visão da capital.

Vista de Seul do alto da N Seoul Tower

Aliás, este é o ponto mais alto da cidade (fica a 479,7 metros do nível do mar!). Dá pra subir até lá de teleférico ou a pé – por um belo caminho cheio de árvores e riachos.

Caminho até N Seoul Tower
O longo – e belo – caminho até a N Seoul Tower

Palácios

O maior dos “Cinco Grandes Palácios” de Seul é o Gyeongbokgung. Ele é um dos cartões-postais do país. Dá até pra alugar roupas tradicionais de época sul-coreanas pra tirar fotos a caráter ali na frente.

Esse palácio é, na verdade, um imenso complexo. Dá pra passar horas visitando os jardins e pavilhões espalhados por uma grande área emoldurada por árvores e montanhas.

Palácio Gyeongbokgung, em Seul

Ali perto também ficam os palácios Changdeokgung, Changgyonggung e o Deoksugong. Aliás, na frente deste último fica uma atração bem concorrida: a cerimônia de troca da guarda, com música e gritos de guerra.

Horários da troca de guarda: de terça a domingo, às 11h, 14h e 15h30.

Troca de guarda em Seul

É só chegar e curtir. Não paga nada.

Cheonggyecheon

Apesar do nome difícil, a atração é simples: um riacho urbanizado num espaço revitalizado. Ou seja, é uma imensa área de recreação de quase 11km que fica às margens do riacho.

Parque horizontal Cheonggyecheon, em Seul

O Cheonggyecheon é considerado o maior parque horizontal urbano do mundo! Uma delícia passear por ali no fim da tarde e já emendar com uma visita ao…

Mercado de Gwangjang

É o mais antigo mercado ainda em atividade da capital sul-coreana. Gwangjang vai te encantar pelas cores em abundância e pelas infinitas opções gastronômicas!

São dezenas e mais dezenas de barraquinhas de comida espalhadas por corredores que se cruzam. Mesas e cadeiras são colocadas por toda a parte, com turistas e locais degustando os mais diferentes pratos. Um paraíso para os fãs de comida de rua.

Mercado de Gwangjang, em Seul

Dica: não deixe de provar o tradicional vinho de arroz coreano.

Os restaurantes ficam abertos das 8h30 às 23h. Já as lojas, das 8h30 às 18h. E durante madrugada, funcionam as lojas de roupas: das 21h às 10h da manhã.

Myeongdong

Se gostar de um bairro agitado, conheça o principal centro comercial de Seul. Por ali, fica uma infinidade de lojas (incluindo algumas luxuosas e de departamento), cafés, restaurantes e, claro, deliciosas barraquinhas de comida de rua.

Algumas comidas famosas

Você deve experimentar as famosas conservas coreanas, conhecidas por Kimchi. A base é repolho fermentado com pimenta (muita!) e especiarias. O sabor é bem forte.

Tem também o Bibimbap: nada mais é do que arroz com vegetais e carne, servido com um ovo frito. Meio PF brasileiro, né? kkk

Que tal curtir o tão falado BBQ – o churrasco coreano? Os acompanhamentos e as carnes vêm em porções e você frita numa chapa na sua própria mesa. Experiência interessante.

Churrasco coreano - Korean BBQ
Autêntico Korean BBQ

E de sobremesa, curta a mais famosa de lá: o Bingsu. Nada mais é que gelo triturado coberto com leite condensado, frutas picadas, xarope de frutas, doce de feijão vermelho…

Você escolhe! E, como já deu pra perceber, é tipo um sorvete e fica bem gostoso.

Zona Desmilitarizada

Muita gente chega à Coreia do Sul e se pergunta: dá pra visitar a Coreia do Norte? 

Bom, saiba que isso é quase possível, mas bem de longe. Basta você programar uma ida até a DMZ – a Zona Desmilitarizada, que fica na fronteira entre as duas Coreias (fronteira mais fortificada do mundo, diga-se de passagem).

Estação de Dorasan - na Zona Desmilitarizada entre as Coreias

Dá pra reservar esse passeio no seu próprio hotel. Ele sai de Seul (em um trem todo característico) e demora 1h30 até chegar à fronteira. Você pode escolher o passeio de dia inteiro, com almoço, ou o de meio dia, que sai pelas 8h e retorna às 14h.

Lá, é possível ver a estação de trem Dorasan (que está pronta, mas nunca foi utilizada por causa do conflito entre os dois países), um túnel subterrâneo que liga as duas Coreias (mas só dá pra ir até um ponto, porque a passagem está fechada por uma parede, obviamente), um mirante de onde se consegue observar uma parte do país vizinho.

Coreia do Norte vista da DMZ
Coreia do Norte vista ao longe

O passeio vale a pena! Dá pra aprender muito sobre a guerra entre os dois países e sentir a tensão que paira no ar. Durante a visita, vale lembrar: tenha prudência e jamais tente desrespeitar as regras, né?

Monumento símbolo da DMZ

Seguindo o protocolo, você volta a Seul em segurança e já pensando no próximo Bingsu que vai comer. 😛

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Como fazer a mala em tempos de pandemia https://www.viajao.com.br/bkp/como-fazer-a-mala-em-tempos-de-pandemia/ https://www.viajao.com.br/bkp/como-fazer-a-mala-em-tempos-de-pandemia/#respond Fri, 17 Jul 2020 10:02:50 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12501 Quantas máscaras devo levar? E álcool gel, o quanto será o suficiente? A pandemia mudou a nossa forma de pensar nas viagens e também o jeito de fazer as malas.

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Que estamos vivendo uma nova realidade, todo mundo sabe! Mas como vai ser viajar a partir de agora, de maneira segura, mantendo todos os cuidados possíveis, mesmo com o novo coronavírus ainda circulando por aí? Vou tentar te ajudar a pensar numa mala e numa rotina pra viagens essenciais nesse primeiro momento. Então, como fazer a mala em tempos de pandemia? Quanto de álcool gel vai ser o suficiente? Quantas máscaras levar na viagem?

Máscaras e álcool gel serão itens essenciais na mala de viagem a partir de agora
Máscaras e álcool gel: novos companheiros de viagem

Calcule umas três máscaras por dia

A Organização Mundial da Saúde recomenda que máscaras de pano sejam trocadas, no máximo, a cada quatro horas. Claro que tudo depende do estado em que ela estiver: ficou muito úmida? Então, precisa ser trocada logo, até antes desse prazo.

Máscaras de microfibra
(Clique na foto para ver os detalhes)

Digamos que você vai partir para uma viagem essencial nas próximas semanas (ou até para uma de férias, mais pra frente, quando tudo estiver um pouco mais controlado) e passar uns dez dias fora de casa. Nessa situação, usando três por dia, seriam trinta máscaras, certo?

A partir de agora, levar máscara nas viagens será como levar roupa íntima: item essencial.

Mas como ninguém precisa sair comprando essa quantidade gigante de máscaras, que tal pensar em levar umas dez (que dariam pra três dias) e ir lavando as já usadas na lavanderia do hotel ou com água e sabão no chuveiro? Aqui tem sugestão de um kit com 12, em algodão, por exemplo.

Pra esterilizar ainda mais, vale até passar um ferro quente antes de usar.

Como guardar as máscaras

Não se esqueça de colocar na sua mala de viagem, pelo menos, quatro saquinhos (de pano, de preferência) pra armazenar suas máscaras. Dois você usa para deixar as máscaras limpas e os outros dois para guardar as sujas.

Carregue um saquinho de cada com você durante o dia, na bolsa ou na mochila (os outros, deixe na mala, no hotel). Na rua, leve apenas o número de máscaras que vai usar nas horas em que ficar fora. Quando precisar trocá-las, terá o saquinho das sujas na bolsa pra guardar as que usou.

Opção: caixinhas de plástico para armazenar suas máscaras
(Clique na foto para ver os detalhes)

Escolha bem o local para trocá-las

Não troque de máscara em qualquer lugar! Pare sempre em um local seguro, limpo e que você consiga fazer a substituição seguindo todos os protocolos de segurança e higiene: sem encostar no pano, apenas segurando pelas alças que passam pelas orelhas.

Inclusive, lave bem as mãos antes do procedimento.

Álcool gel sempre junto

Pense em levar na mala alguns frascos pequenos (de até 100ml cada) de álcool gel 70% para carregar com você. No dia a dia, deixe sempre um na bolsa de mão, e guarde os outros de reserva na mala. Em muito lugares, não será fácil achar uma pia com água e sabão à disposição pra higienizar as mãos na hora que você quiser.

Por isso, ter junto essas embalagens práticas com álcool gel é sempre importante. Inclusive, quando precisar trocar de máscara.

Outro item muito prático e importante para limpar as mãos durante a viagem são os lenços umedecidos antissépticos. É uma alternativa fácil de levar e de guardar na mala ou na mochila.

Sabonete em folhas

Sim, isso existe e é uma das coisas mais práticas que já vi. Foi a Marina quem me apresentou o sabonete em folhas, quando estávamos na Índia.

As folhas vêm numa embalagem fácil de levar junto
(Clique na foto para ver os detalhes)

Lembro que eu queria comer uma fruta na rua, em Rishikesh, e estava com as mãos sujas – tinha acabado de brincar com uma vaca RISOS. Marina sacou as folhas da mochila, me deu uma delas, jogou água mineral em cima e a mágica aconteceu: bastou que eu esfregasse as mãos para a espuma se formar. Assim, foi possível higienizá-las no meio da rua mesmo!

Recomendo que você também carregue o sabonete em folhas a partir de agora nas viagens. Com certeza farei o mesmo. Um complemento nessa nova realidade para manter a nossa segurança e a dos outros também.

Seguro viagem!

Não se esqueça de contratar um seguro para qualquer viagem internacional! Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, também ajuda o Viajão®. \o/

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Taiwan cria uma viagem de mentira pra quem tem saudades https://www.viajao.com.br/bkp/uma-viagem-de-mentira-para-quem-tem-saudades/ https://www.viajao.com.br/bkp/uma-viagem-de-mentira-para-quem-tem-saudades/#respond Fri, 03 Jul 2020 17:49:57 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12494 Você encararia entrar num avião, sem sair do lugar, apenas para matar as saudades dessa experiência? Em Taiwan, sete mil pessoas se inscreveram para esta viagem fake.

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Já faz mais de três meses que a quarentena começou no Brasil e o setor turístico é um dos mais afetados. Claro que a gente sente falta de viajar, de planejar uma nova aventura, de imaginar quando serão as próximas férias numa praia paradisíaca… Mas uma companhia aérea de Taiwan provou que quem tem limite é município RISOS e criou uma viagem de mentira pra quem tem saudades desse “clima”.

Aeroporto de Guarulhos
Ahhh, saudades de admirar um avião prestes a decolar…

Como é

Sete mil interessados se inscreveram para viver a experiência fake. Isso mesmo: SETE MIL PESSOAS! 

Então, os primeiros 60 “sortudos” selecionados precisaram ir até o aeroporto de Songshan, em Taipei, no último dia 2 de julho. Ali, ganharam cartões de embarque (lembre-se: de mentira), passaram pelos setores de segurança (com raio-x e tudo) e, depois, pela imigração.

Aí, chegou a hora de embarcar no avião: um Airbus A330 da China Airlines – maior companhia aérea de Taiwan. Lá dentro, a tripulação explicou para os “falsos passageiros” como se prevenir do novo coronavírus.

E pronto. Só isso. O avião não saiu do lugar. Todo mundo desembarcou e foi embora SEM VIAJAR.

Nas próximas semanas, outros inscritos devem ser chamados para experimentar o voo fake.

Sabia que o Viajão tem Podcast? Clique aqui e saiba como ouvir

O real objetivo

Claro, além de fazer esses selecionados matarem suas vontades de estar num “clima de viagem”, a ideia da viagem fake é divulgar as reformas que foram feitas no aeroporto de Songshan enquanto o espaço estava sem receber passageiros, no auge da pandemia no país.

Aeroporto de Songshan, em Taiwan

Dali, normalmente saem voos reais para Tóquio, Seul e cidades da China. 

Bora?

E aí, você encararia essa viagem de mentira só pra matar as saudades desse clima? 

Ah! Lembrando que, apesar desse texto ser sobre uma viagem fake, o que você leu não é fake news, viu? 😛

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As novas regras para visitar o Camboja https://www.viajao.com.br/bkp/as-novas-regras-para-visitar-o-camboja/ https://www.viajao.com.br/bkp/as-novas-regras-para-visitar-o-camboja/#respond Mon, 22 Jun 2020 10:00:38 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12423 Muitos países estão voltando, lentamente, a receber turistas após meses de prejuízo por conta do novo coronavírus. Mas o Camboja radicalizou e passou a fazer uma série de exigências para quem deseja visitá-lo a partir de agora.

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Um “novo normal” já está afetando o nosso dia a dia e também o mundo das viagens. Por conta da pandemia de Covid-19, novos protocolos de segurança estão sendo implantados em aeroportos pelo mundo e, logicamente, nos voos. Mas o governo do Camboja, incrível país no Sudeste Asiático, radicalizou e colocou novas regras para turistas interessados em visitá-lo. 

Angkor Wat, no Camboja
O famoso e imenso templo Angkor Wat

A ideia é evitar uma segunda onda de infecções por lá. O problema é que as exigências podem espantar os viajões – em vez de atrair novos turistas.

Seguro médico de US$ 50 mil

Sabemos que fazer um seguro de saúde é essencial pra evitar contratempos no exterior e gastos (altos, muitas vezes) com despesas médicas. A partir de agora, será obrigatório apresentar na entrada do Camboja um seguro de viagem que cubra gastos de saúde de, no mínimo, US$ 50 mil reais.

Inclusive, você pode orçar e fechar o seu com o nosso parceiro Seguros Promo. Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

Uma dica: veja se o seu cartão de crédito não oferece seguro viagem grátis, caso você compre as passagens utilizando ele. Na maioria dos casos, o seguro será de US$ 50 mil, o exigido pelo governo cambojano.

Depósito de US$ 3 mil

Ao entrar no Camboja, cada turista será obrigado a pagar um depósito de US$ 3 mil! Isso pode ser feito em dinheiro ou no cartão de crédito. Na atual cotação do dólar, isso ultrapassa os R$ 15 mil. Por isso, fique atento ao limite do seu cartão para evitar surpresas.

O governo diz que o dinheiro é para cobrir eventuais despesas médicas que o viajante possa ter (sim, isso é ALÉM do seguro médico).

Agora um alerta (mórbido) importante: nesses US$ 3 mil já estão incluídos os custos para cremação do corpo do turista (US$ 1,5 mil), caso ele morra em solo cambojano de Covid-19! #saizica

A boa notícia

Se o turista se mantiver saudável até o fim da estadia no Camboja, o dinheiro do depósito é devolvido na saída do país.

Siem Reap, Camboja
A agradável Siem Reap

Novos procedimentos na chegada

Assim que chegarem ao Camboja, primeiramente os turistas são obrigados a fazer o teste de Covid-19. E cada um paga o seu: o total fica por US$ 165! 

  • US$ 5 para o transporte de ônibus do aeroporto ao centro de testagem
  • US$ 100 para o teste em si
  • US$ 60 pelas três refeições e pela estadia para aguardar o resultado

Esse dinheiro é descontado daquele depósito que você pagou ao desembarcar.

Deu negativo?

Ótima notícia! Você está praticamente liberado para curtir o país se comprometendo a tomar todos os cuidados de saúde necessários.

Mas torça para que TODOS OS PASSAGEIROS que vieram com você no mesmo voo também testem negativo. Sabe por quê?

No caso de um passageiro com coronavírus

Não precisa ser você. Se alguém do seu voo testar positivo, TODO MUNDO vai pra quarentena de 14 dias. Isso mesmo. Vai ter que ficar trancado num hotel disponibilizado pelo governo, sem conhecer nada, por duas semanas, só por precaução. 

Os gastos nessa “brincadeira” são de US$ 84 por dia, o que dá US$ 1.176 no total.

Mas não acabou por aí. Um novo teste terá de ser feito e lá se vão mais US$ 100 pra isso. 

Se precisar ficar internado

Agora, se precisar ficar hospitalizado, o passageiro contaminado vai gastar uns US$ 225 por dia no hospital! Rezando pra ficar livre do vírus o mais rápido possível.

Como ficará o turismo no Camboja

Em 2019, o país recebeu 6.610.592 turistas estrangeiros – um aumento de 6,6% comparando com 2018, segundo o Ministro do Turismo cambojano, Thong Khon. Uma época em que nem se imaginava uma pandemia.

Nas ruínas do Angkor Wat, em Siem Reap, no Camboja
Nas ruínas do Angkor Wat

Muita gente tem curiosidade em conhecer o sensacional Angkor Wat, em Siem Reap, por exemplo. Mas, com essas novas (e rígidas) regras, o Camboja talvez precise se preparar para uma queda drástica nas receitas com turismo. 

E se esse novo normal vier sem muitos turistas circulando por lá, quem sabe o governo volte atrás e afrouxe algumas medidas pros viajantes. Vamos aguardar.

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Quais lugares visitar na América Central em 20 dias https://www.viajao.com.br/bkp/quais-lugares-visitar-na-america-central-em-20-dias/ https://www.viajao.com.br/bkp/quais-lugares-visitar-na-america-central-em-20-dias/#respond Thu, 18 Jun 2020 10:00:21 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12166 Explore praias paradisíacas e lugares incríveis repletos de história num roteiro que passa por Cuba, Belize, Guatemala e Panamá.

O post Quais lugares visitar na América Central em 20 dias apareceu primeiro em Viajão.

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A América Central está bem perto da gente e, muitas vezes, fica de fora dos nossos planos de férias, né? Por isso, depois de te contar o que fazer no México em 10 dias, resolvi fazer este post pra detalhar a continuação do nosso roteiro daquela viagem. Então, prepare-se pra ir além das terras mexicanas e visitar outros lugares incríveis na América Central em 20 dias.

Prédio parafuso na Cidade do Panamá
Famoso prédio “parafuso” (Torre da Revolução) na Cidade do Panamá

Que países ficam na América Central

A América Central é composta por 20 países: Antígua e Barbuda, Belize, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Bahamas, Barbados, Dominica, Granada, Haiti, Jamaica, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, República Dominicana, São Vicente e Granadinas e, por fim, Trinidad e Tobago.

Dá pra ver que tem muuuito o se que conhecer por ali, né? Mas, o roteiro que fiz de 20 dias pela América Central, teve apenas estes quatro:

  • Panamá
  • Belize
  • Guatemala
  • Cuba

E é neles que vamos focar a partir de agora.

Comece pelo Panamá

A Cidade do Panamá é um grande hub na região. Ou seja, concentra vários voos e conexões pra outros países. Saindo do Brasil (São Paulo, por exemplo), tem voo direto pra lá. 

Inicie seu roteiro ficando dois dias na surpreendente capital panamenha.

Canal do Panamá

O principal ponto turístico do país é incrível se você conseguir vê-lo, efetivamente, em funcionamento, com a passagem de um navio. Dá pra se informar na recepção sobre o horário exato disso.

Canal do Panamá

Nós fizemos isso. Chegamos, conhecemos o museu que há ali, observamos a estrutura do canal e fomos embora, “matar um tempo”. Só voltamos umas três horas depois, no horário em que um navio estaria se aproximando, pra ver a engenhosa manobra. Deu certo!

Como é

O Canal do Panamá é um canal (ah, vá!) artificial de 82 quilômetros de extensão, inaugurado em 1914. Ele liga os oceanos Atlântico e Pacífico. É como se fosse um elevador feito de água que encurta bastante a rota dos navios, facilitando o comércio marítimo internacional.

Panamá Viejo

No Canal do Panamá, você vai gastar meio período do seu dia – ainda mais se quiser ver a manobra de algum navio. Então, aproveite outro período pra conhecer a parte antiga da capital do país.

O Panamá Viejo é um sítio arqueológico que fica nos arredores do da Cidade do Panamá. O lugar é grande e tem várias construções preservadas da antiga cidade, habitada principalmente no século XVI. Prepare-se pra caminhar bastante.

Casco Viejo

A Cidade do Panamá é linda, bem estruturada e com grandes áreas verdes. E um dos lugares imperdíveis é o centro histórico. Aproveite pra caminhar bastante e conhecer as vielas e construções antigas do local também conhecido como San Felipe ou Casco Antiguo.

Passe por Iglesia San Jose, Muralhas, Plaza de la Independencia, Plaza Bolivar (rodeada por cafés e restaurantes), Plaza Francia, Paseo de las Veraneras (onde tem um túnel de flores e, dali, é possível observar a parte moderna da capital ao longe).

Paseo de las veraneras no Panamá

O centro histórico é um bom lugar pra almoçar ou jantar, ainda mais se o tempo colaborar e você puder fazer isso ao ar livre. 

Compras

Não quero reduzir a capital panamenha ao consumismo desenfreado, mas acho que não é exagero te dizer que as compras são o principal atrativo da cidade. E sabe por quê? Os preços são convidativos (principalmente pra eletrônicos!) e existem três mega shoppings pra você desbravar!

Os principais shoppings

O Albrook Mall é o maior, com 400 estabelecimentos – entre lojas e restaurantes – espalhados em 100 mil m2! Pois é, você vai andar bastante.

Já o Multiplaza Pacific Mall é moderno e beeem mais “chique”, porque concentra lojas de grife, como Louis Vuitton, Hermés e Montblanc. Ah, é bom saber que no terraço do shopping ficam bares e restaurantes badalados pra curtir aquele reaggaeton depois das compras RISOS.

Se preferir algo mais tradicional, opte pelo Multicentro. Este shopping é mais antigo e fica no centro da cidade.

A moeda oficial é a balboa, mas os estabelecimentos usam o dólar americano. E atenção para o imposto de 7% cobrado sobre cada produto.

E, antes de mais nada, vale lembrar que logo na chegada (ou saída), no aeroporto de Tocumen mesmo, tem duas redes de free shops: Attenza e La Riviera, livre de impostos.

Dica extra: tenho amigos que passaram uns dias no litoral panamenho e recomendaram investir um tempo pra descobrir as belíssimas praias do país. Se seu roteiro permitir e se você gostar da ideia, por que não?

Cuba

Do Panamá, você pode pegar um voo direto para Havana – a capital cubana. O voo dura 2h40.

Em Cuba, sugiro que você invista sete dias do seu roteiro: três em Havana e quatro em Varadero, a famosa cidade litorânea.

El Malecón, em Havana
A famosa beira-mar de Havana

Havana

Hospedagem

A cidade é incrível, mas tem várias limitações para os turistas. A primeira é a hospedagem. Os hotéis em Havana costumam ser caros e, a maioria, tem estrutura bem antiga.

Mas, você pode optar por ficar em casa de família (casa particular) – foi o que eu fiz quando estive lá. É mais barato. E saiba que isso não significa que você vai CONVIVER com a família, dividindo a casa com eles. No meu caso, a família em questão nos deu um apartamento simples e pequeno com quarto, mini cozinha e banheiro pra ficar.

Dá pra pesquisar acomodações desse tipo no Booking.

Internet

Outra limitação é a internet. É difícil achar wifi nos lugares e rede ilimitada com boa velocidade. Por isso, já vá preparado pra “desconectar” em Havana. Em últimos casos, é possível comprar cartões, vendidos por ambulantes pelas ruas da cidade, com senha de acesso pra usar a rede sem fio da capital por um prazo de uma hora.

O que fazer

Comece a desbravar Havana passeando por El Malecón, a incrível avenida à beira-mar. Ali, você vai entender aquele famoso “clichê” que provavelmente já ouviu, de uma cidade parada no tempo. As construções antigas brotam de um lado, enquanto do outro está o belíssimo mar azul do Golfo do México.

Havana Vieja

A parte mais antiga e movimentada de Havana concentra muitas das principais atrações turísticas da cidade. Se quiser caminhar, uma boa opção é ir de El Malecón até o centro histórico a pé.

Centro histórico de Havana
Carros antigos coloridos estão por todos os lados do centro histórico

Aproveite pra conhecer Plaza de la Catedral, Plaza de Armas, Plaza Vieja, Mercado Artesanal, Museo del Run (museu do rum!), Calle Obispo… aliás, essa rua é onde a vida turística de Havana ferve! Por ali, só passam pedestres, que podem desbravar uma infinidade de lojas e lanchonetes.

E atenção! Uma das paradas obrigatórias é na La Bodeguita del Medio, o bar mais famoso de Cuba! Prove o mojito que o escritor Ernest Hemingway costumava beber ali. Até Fidel Castro era frequentador do lugar. E prepare-se pra enfrentar muita fila. Mas anda rápido.

La Bodeguita del Medio, em Havana

Se você curte daiquirís, precisa conhecer El Floridita, outro bar que foi bastante frequentado por Hemingway e que atrai centenas de turistas diariamente.

Parque Histórico Militar Morro-Cabaña

Conheça a imensa Fortaleza de San Carlos de la Cabaña, que fica do outro lado da baía de Havana. Invista pelo menos meio dia nesse passeio e aproveite pra ir até o Castillo de los Tres Santos Reyes Magnos del Morro, onde do alto se tem uma vista incrível da capital cubana!

Castillo del Morro em Havana

Centro Havana

A parte do centro que fica mais próxima de Havana Vieja reúne atrações igualmente imperdíveis. Tem o Capitólio, a loja da Real Fabrica de Tabacos Partagás (lugar seguro pra comprar charutos e programar um tour pela fábrica), Parque Central, e os conhecidos Museo de la Revolución e Museo Nacional de Bellas Artes.

Vedado

Fiquei hospedado neste bairro. Ele é mais tranquilo e tem avenidas bem largas. Ali, fica a conhecida Plaza de la Revolución, a Universidade de La Habana, o Hotel Nacional, o Memorial a Jose Martí, o imenso cemitério Necrópolis Critóbal Colón entre outras atrações.

Uma forma mais prática e confortável (e rápida também) de conhecer tudo isso é pegar o Hop on Hop off Bus – o ônibus que para nos principais pontos turísticos, onde você embarca e desembarca quantas vezes quiser, durante um dia, pagando um valor fixo.

Ônibus hop on hop poff em Havana

Varadero

Pra ir até o badalado destino do litoral cubano, pegue um ônibus. A viagem de Havana até lá tem 150 quilômetros e demora umas três horas. Pode ser feita pela empresa Viazul e tem quatro horários de saída diários.

Relaxe

Em Varadero, escolha um resort à beira-mar (melhor se for all inclusive – com comidas e bebidas incluídas) e aproveite pra descansar! Desfrute da estrutura, dos restaurantes e contrate passeios para mergulhar e conhecer as redondezas. Você verá “outra” Cuba: mais moderna.

Mar azul turquesa em Varadero

Quando fui, me hospedei no Meliá.

Guatemala

Para ir até a Guatemala, você pode pegar um voo de Havana com conexão na Cidade do México. 

Cidade da Guatemala

A capital da Guatemala costuma ser apenas um ponto de passagem pelo país. Eu não cheguei a visitá-la quando fui para lá. Mas, numa próxima oportunidade, investiria pelo menos um dia para conhecer os Museus de Arte Moderna Carlos Mérida e de Arqueologia e também o Paseo Cayalá – área moderna, limpa e segura com muitos hotéis, restaurantes e lojas.  

Quando estive na Guatemala fui direto para a cidade de…

Flores

Dá pra ficar uns três dias, no mínimo, nessa cidade deliciosa e com ares de interior. O que move a parte antiga da cidade de Flores é uma ilha em volta de um lago imenso, o Petén Itzá. Ali, dá pra remar com caiaque, stand up paddle, curtir o pôr do sol na mureta, aproveitar os restaurantes com vista deslumbrante… enfim, é um ótimo lugar pra relaxar e ver o tempo passar.

Caiaque no Lago Petén Itzá em Flores, na Guatemala

Hospede-se às margens do lago (ficamos no hotel Villa del Lago) para estar onde a “cidade acontece”. Aproveite para contratar um barqueiro para te levar até o Jorge’s Rope Swing – uma casa com redes de descanso, jogos de tabuleiro, trampolim e até uma corda para você se aventurar e saltar no lago.

Vale passar uma tarde de diversão na casa que o tal Jorge aluga para os turistas curtirem a natureza local.

E, além de ter uma vibe excelente, Flores também é ponto de parada para quem vai à Guatemala querendo conhecer…

Tikal

De Flores, dá pra contratar tours e ir de van ou ônibus bem cedo até o principal destino turístico da Guatemala. Tikal é o famoso parque nacional, conhecido por preservar as incríveis construções e ruínas da antiga cidade maia de mesmo nome. Tudo fica no meio das florestas tropicais do norte do país.

Quando fomos, chegamos ainda na madrugada. Estava escuro. Vimos o sol nascer do alto de uma das pirâmides, ouvindo os sons dos bichos no meio da selva. Uma experiência assustadora bem diferente.

Passamos o dia explorando as icônicas ruínas maias na mata, construídas entre os anos 200 e 850 d.C. e, depois, abandonadas pela civilização. Dar de cara com as pirâmides, no meio da floresta, vai te surpreender, pode apostar!

Pirâmide na antiga cidade maia de Tikal

Você estará de volta a Flores no fim da tarde.

Belize

De Flores, você pode pegar um ônibus e ir até Belize, país que fica ao norte da Guatemala e é conhecido pelas belas praias. O ônibus é a maneira mais barata de fazer essa viagem, que dura cinco horas.

Mas atenção: na saída de um país e na entrada do outro, você precisa desembarcar do ônibus e passar pela imigração, mostrando o passaporte.

Peço sua atenção porque aconteceu algo surreal quando fizemos essa viagem, se liga! Ao entrar num dos países, não fomos avisados do procedimento pelo motorista do ônibus. Ou seja, não passamos pela imigração e nossa entrada não foi oficializada. 

Só que ao sairmos, precisamos passar pela imigração. E aí que se deu o problema. O agente imigratório não entendia como estávamos saindo de um país se nossa entrada não estava registrada. Precisamos pagar uma multa de USD 20 pra regularizar a situação – estávamos ilegais RISOS – e poder ir embora. Não vacile! Vá atrás da imigração, mesmo que você não seja avisado.

Cidade de Belize

Nem fiquei na cidade de Belize. Recomendo que você chegue e já pegue o ferry (balsa) para a badalada Caye Caulker. Duas empresas fazem o trajeto: a San Pedro Water Taxi leva os passageiros a cada três horas, e a viagem dura 30 minutos. Já a Caye Caulker Water Taxi faz o percurso em 45 minutos, quatro vezes por dia.

Caye Caulker

É considerado o paraíso do país. A vibe é bem parecida com a das praias tailandesas. A diferença é que no destino de Belize a moeda usada é o dólar americano e os preços são bem mais salgados.

Aproveite pra descansar bastante em Caye Caulker, curtir o mar azul turquesa e fazer passeios de barco em grupo ou privados que você pode contratar nas várias agências espalhadas pela ilha.

Snorkel em Caye Caulker, Belize.
Snorkel no belo mar de Caye Caulker

Se quiser investir uma grana, pode sobrevoar o famoso Great Blue Hole de helicóptero.

Mas, se tiver a carteirinha internacional de mergulho (PADI), pode explorar o buraco por baixo d’água.

Great Blue Hole, em Belize
Foto: Chabilmarvillas

A noite em Caye Caulker também é bastante agitada. Tem muitas baladas e pubs animados, que reúnem muitos turistas.

Pra passar uma tarde agradável, curtindo boa música, drinks, comida, tudo com os pés na água, não deixe de ir ao Lazy Lizard Bar & Grill. Dá até pra alugar pranchas de stand up paddle ali mesmo.

Passeio de barco em Caye Caulker, Belize

Basta caprichar no protetor solar e esquecer do mundo! 😀

Que tal inverter o roteiro

Quando fiz esse roteiro, saí do México. Então, caso você esteja em terras mexicanas, é mais fácil pegar:

  • Voo entre Cancun e Belize
  • Ônibus entre Belize e Flores, na Guatemala
  • Ônibus entre Flores e Belize
  • Voo entre Belize e Panamá
  • Voo entre Panamá e Cuba
  • Voo entre Cuba e México
  • Voo entre México e Brasil

Não se esqueça do seguro viagem

Quando planejar uma viagem dessas, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Então, que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

O post Quais lugares visitar na América Central em 20 dias apareceu primeiro em Viajão.

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Por que vale a pena conhecer Luxemburgo https://www.viajao.com.br/bkp/por-que-vale-a-pena-conhecer-luxemburgo/ https://www.viajao.com.br/bkp/por-que-vale-a-pena-conhecer-luxemburgo/#respond Wed, 03 Jun 2020 10:00:13 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12313 O pequeno país que fica entre Alemanha, França e Bélgica precisa entrar no seu roteiro para a Europa. Em Luxemburgo, você vai se sentir numa cidade cenográfica.

O post Por que vale a pena conhecer Luxemburgo apareceu primeiro em Viajão.

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No seu mochilão pela Europa, eu aposto que não podem faltar na lista passeios por Paris, reflexões na triste história da Alemanha na Segunda Guerra ou uma visita ao Coliseu, na Itália, né? Mas por que não conhecer a charmosa Luxemburgo? O lugar é lindo, cheio de história e vai te encantar. Pode apostar que vale a pena!

Cidade de Luxemburgo vista de cima

Eu conheci no fim do ano passado, quando fui visitar meu irmão que está morando lá desde março de 2019. Se ele está encantado como morador, eu posso dizer que também estou, como turista.

Onde fica Luxemburgo

Luxemburgo é um país muito pequeno, que fica entre Bélgica, França e Alemanha. Tem três línguas oficiais: francês, alemão e luxemburguês. A capital tem o mesmo nome do país: é a cidade de Luxemburgo.

Mapa da Europa mostrando Luxemburgo

Nos últimos tempos, o grão-ducado recebeu muitos imigrantes que falam português – por isso, não será difícil esbarrar com gente usando o nosso idioma por lá.

Como chegar

Não existem voos diretos do Brasil para Luxemburgo. Normalmente, a conexão aérea pode ser feita em Paris.

Também dá pra chegar de trem, partindo da capital francesa, por exemplo, ou também de Frankfurt, na Alemanha. Se preferir, que tal um ônibus? Estas duas são opções mais baratas.

Transporte público

Luxemburgo se tornou o primeiro país do mundo a implementar o transporte público gratuito pra tentar aliviar os enormes congestionamentos.

Por isso, dá pra desbravar a capital (e as outras cidades do país) usando trens, bondes e ônibus sem pagar nada por isso. Vale lembrar que não há metrô por lá.

O que visitar

Para uma passada rápida, de uns três dias, o recomendado é focar a sua visita na elegante capital luxemburguesa. A cidade é relativamente pequena comparada às que são capitais de outros países próximos e realmente se parece com uma cidade cenográfica.

Arquitetura em Luxemburgo

Comece desbravando a região central, passeie pelas charmosas ruas da…

Ville-Haute

Por ali, fica uma infinidade de lojas, restaurantes (lembre-se dos preços altos) e atrações imperdíveis. Você pode conhecer a Catedral de Notre Dame. Sim, Luxemburgo também tem a sua imponente e bela igreja de Nossa Senhora.

A Catedral de Notre Dame, em Luxemburgo.

Curiosidade: as obras, no centro histórico, parecem nunca terminar. Sempre tem máquinas trabalhando para reformar ruas, calçadas e tubulações por ali.

Depois, caminhe por um dos pontos de encontro mais famosos da cidade, a Place Guillaume – uma praça pública no estilo medieval. Nas redondezas, ainda tem o Palácio residencial do Grão-Duque e o Museu Nacional de História e Arte.

Forte Obergrünewald

Um lugar que não é muito frequentado por turistas mas pode te dar outra bela visão da cidade é essa fortaleza, que também fica na região central, em Kirchberg.

Por ali, tem um imenso parque e é possível relaxar e observar a cidade a partir do outro lado do vale. E é bem vazio, bom pra bater um papo com os amigos à tarde e admirar o pôr do sol.

Outra dica é subir no forte e caminhar pelos túneis. Dali, dá pra seguir até o aconchegante bairro de Pfaffenthal.

Construções coloridas em Luxemburgo
Rua com construções coloridas em Pfaffenthal

Pfaffenthal Lift

Aliás, tem um enorme elevador panorâmico que liga o bairro Pfaffenthal, no vale do rio Alzette, na parte baixa, até o centro histórico, no alto. Esta atração é gratuita e uma das mais interessantes da capital.

O elevador foi inaugurado em 2016, funciona das 6h da manhã à 1h da madrugada todos os dias e tem 75 metros de altura.

Elevador panorâmico Pfaffenthal Lift visto de baixo em Luxemburgo

Ah, do lado de fora, ainda na passarela, e dentro do elevador, algumas partes do chão são de vidro. Lembrou aquela famosa aventura de Bangkok. Vai encarar?

Pontes e Parques

A cidade de Luxemburgo também tem pontes gigantes que são tremendos cartões-postais. A ponte Adolphe e a Luxemburgo Passarelle são exemplos disso. Vale passar por cima delas, pra se ter uma bela vista, ou admirá-las de longe, pra ver toda a estrutura.

Ponte em Luxemburgo

Inclusive, das pontes é possível observar a quantidade de áreas verdes na cidade. Visite os parques de Luxemburgo! Na área central estão dois imperdíveis: o Skatepark Péitruss e o Parc Municipal.

Onde se hospedar

Primeiro, é importante saber que o preço das hospedagens em Luxemburgo costuma ser alto. “Ah, mas então que tal optar por um hostel?”

Então, o problema é que a capital luxemburguesa só tem um! E com preço não muito “padrão hostel”. É da rede Youth Hostels e uma diária num quarto compartilhado custa a partir de € 26 por pessoa.

Se preferir mais conforto e escolher um hotel, prepare-se para desembolsar no mínimo uns € 99 a diária num quarto duplo, perto do aeroporto. Próximo ao centro (região da Place Guillaume, por exemplo), as diárias partem de € 150 para duas pessoas.

Bons bairros pra se hospedar também são Limpertsberg e Kirchberg

Onde comer e beber

Já falei antes sobre os altos preços em Luxemburgo. Como o custo de vida na cidade é caro, vale ficar ligado também na hora de escolher um bom lugar pra comer. 

Na área central, ficam muitos restaurantes e bares. O Um Dierfgen é bem tradicional e serve comida luxemburguesa, como presunto cozido com salada de batatas ou salsichões acompanhados de chucrute. Também há outros pratos, como sopas e carnes.

Se quiser um lugar ainda mais refinado para almoçar, tente o Um Plateau, que renova o cardápio a cada três meses. Eles oferecem menu completo (entrada, prato principal e sobremesa) por € 28. Se preferir, há opções a la carte (restaurante recomendado pelo Guia Michelin 2020).

Para beber, vá ao Café des Tramways – um pub descolado, pouco turístico e mais frequentado por moradores.

Quanto tempo ficar

Se ficar apenas uma noite na cidade, vai sair com gostinho de “quero mais”. Recomendo que fique, pelo menos, duas pra aproveitar com calma cada lugar de Luxemburgo.

A capital é aconchegante e tem cara de interior europeu, com muitas belezas naturais e arquiteturas impressionantes a serem admiradas. Se conseguir programar sua viagem para o mês de dezembro, quando os três mercados de Natal estão abertos no centro, vai gostar ainda mais!

Mercado de Natal em Luxemburgo
Pausa no Mercado de Natal para tomar um Glühwein (vinho quente) e espantar o frio

Entendeu por que vale a pena conhecer Luxemburgo? Não deixe esse país passar batido pela sua próxima viagem à Europa. Vai ser muito bom se sentir parte de um lugar onde tudo funciona de verdade.

Já tem seguro viagem?

Quando planejar uma viagem à Europa, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

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Um roteiro de 10 dias pelo México https://www.viajao.com.br/bkp/um-roteiro-de-10-dias-pelo-mexico/ https://www.viajao.com.br/bkp/um-roteiro-de-10-dias-pelo-mexico/#comments Wed, 13 May 2020 10:00:10 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12162 Comece descobrindo os encantos e os sabores da intensa capital mexicana. Depois, relaxe e curta tudo o que a bela Cancún tem pra oferecer. São dez dias pra se apaixonar pelo México.

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Já pensou em desbravar terras – e águas – com muita cultura, história e praias paradisíacas (como as tailandesas) que não ficam tão longe assim do Brasil? É só olhar, literalmente, pro norte e focar. Vou te contar como programar um roteiro de 10 dias para conhecer algumas das principais atrações do México.

El Zócalo: a Praça da Constituição e a Catedral Metropolitana, na Cidade do México
Marco zero da capital mexicana: El Zócalo

Fiz essa viagem em 2016 e ainda juntei com outros quatro países que ficam ali perto, na América Central (no total, foram 30 dias viajando!). Mas, nesse post, vamos ficar atentos apenas às aventuras mexicanas. Arriba!

Comece pela Cidade do México

Saímos de São Paulo com destino à encantadora Cidade do México. Então, sugiro que você separe os primeiros cinco dias pra conhecer a incrível capital mexicana.

Percebeu que, nas duas vezes em que citei o destino, usei adjetivos bem positivos pra defini-lo? Pois é, não é exagero! Tem tanta coisa pra fazer (e comer e beber) por lá que você também vai se encantar. 

Onde se hospedar 

Antes de falar sobre as atrações, é bom você escolher um bom bairro pra ficar na imensa cidade. A primeira dica, é escolher um lugar com estação de metrô perto, já que o trânsito na Cidade do México é bem caótico.

Bairros indicados pra hospedagem:

  • Centro histórico
  • Juárez
  • Cuauhtémoc
  • Tabacalera
  • Zona Rosa
  • Polanco
  • Condesa
  • Santa Fé
  • Roma

Agora, chegou a hora de começar o passeio pelas terras mexicanas.

O que fazer entre os dias 1 e 5 de viagem

El Zócalo e arredores

Você pode começar seu primeiro dia na Cidade do México indo até el Zócalo, onde fica a Praça da Constituição (James Bond já perseguiu inimigos por ali, na cena de abertura de “007 contra Spectre”).

Ali, na praça, também ficam a Catedral Metropolitana (belíssima por fora e por dentro) e o Palácio Nacional, que é a sede do Poder Executivo Federal do México.

Lá dentro, você vai ver os incríveis murais pintados pelo artista Diego Rivera (que foi casado com Frida Kahlo).

Murais de Diego Rivera, no Palácio Nacional do México.

É bom saber que as visitas turísticas ao Palácio são permitidas de terça a domingo, das 9h às 17h. Fecha às segundas!

Aproveite pra comer em um dos vários restaurantes que estão nos prédios que circulam o Zócalo (experimente o Cocina Central 1812, é delicioso).

E depois desbrave a pé as ruas do Centro Histórico ali perto, onde estão o lindo Palacio de Bellas Artes e uma infinidade de lojas, bares e museus.

Centro histórico da Cidade do México
Ruas do Centro Histórico

Museu de Antropologia

Aliás, por falar em museus, vale visitar o famoso Museu de Antropologia, uma das principais atrações da cidade. O lugar é grande, tem 24 salas e um enorme acervo de muitas relíquias das civilizações pré-hispânicas. Reserve um bom tempo para esta atração.

Museu Frida Kahlo e Mercado de Coyoacán

Estas duas atrações ficam na mesma rua, separadas por apenas duas quadras. Considero ambas indispensáveis.

Primeiramente, programe-se pra ir bem cedo ao Museu Frida Kahlo. As filas costumam se formar nas primeiras horas da manhã e podem durar até duas horas. Lá dentro, você vai conhecer mais a fundo a história da mundialmente famosa artista plástica. Inclusive, o (agora) museu foi a casa onde Frida nasceu e cresceu.

Depois, que tal conhecer as mais variadas iguarias mexicanas e, por que não, almoçar no Mercado de Coyoacán? Basta descer a rua a pé e sentir os cheiros e os sabores das muitas barracas de comida e restaurantes.

Nachos com molhos apimentados no México
Um “instituição” mexicana: nachos com molhos beeem apimentados

Inclusive, dá pra provar os famosos chapulines – gafanhotos pequenos e crocantes que servem como tempero ou petisco. São temperados com sal, limão e outras especiarias. Tem coragem?

Lucha libre

Sabe aquela clássica luta livre mexicana, toda encenada, que passava na TV aqui no Brasil nos anos 80 e 90? Então, é uma das grandes paixões dos mexicanos e até hoje e faz muito parte da cultura deles.

Lucha Libre na Arena México

É possível tirar uma noite pra curtir a experiência direto da arquibancada da tradicional Arena México. Compre os ingressos com antecedência (a Ticketmaster mexicana vende) e divirta-se!

As Pirâmides de Teotihuacan

Reserve um dos dias pra fazer esse incrível e imperdível passeio até a Cidade dos Deuses, que fica a 50 quilômetros do centro da Cidade do México.

Dá pra ir por conta própria, que é a forma mais barata. Pra isso, basta chegar até a estação Autobuses del Norte do metrô.

Então, saia da estação, atravesse a rua e siga à rodoviária Terminal de Autobuses del Norte. Aí, é só comprar as passagens para as Pirâmides de Teotihuacan. Avise que vai descer nas pirâmides, assim te indicam o ônibus correto e não há erro.

Teotihuacan, no México

Também dá pra ir até lá contratando passeios privados no seu hotel ou em agências da Cidade do México. É um pouco mais caro e a viagem, normalmente, é feita com vans e outros turistas.

E a maioria desses tours inclui, na ida ou na volta, uma passada pela também interessante Basílica Nossa Senhora de Guadalupe – a segunda mais visitada do mundo! Local de peregrinação para os devotos que querem ver de perto a famosa imagem da Santa.

Se preferir, dá pra ir e voltar de Uber ou táxi.

Sentado na Pirâmide da Lua, em Teotihuacan, México
Da Pirâmide da Lua, observando a Pirâmide do Sol ao fundo, no lado esquerdo

Em Teotihuacan, você vai visitar e sentir a energia da Cidade dos Deuses e poder subir nas tão faladas Pirâmides do Sol e da Lua. Será inesquecível.

Dia dos Mortos

Se você conseguir programar seu roteiro de 10 dias pelo México entre os últimos dias de outubro e os primeiros de novembro, vai ver de perto as comemorações do Día de Los Muertos.

Decoração de Dia dos Mortos, no México
É possível fazer a tradicional maquiagem de caveira – típica da época

As celebrações acontecem entre 31 de outubro e 2 de novembro.

As cidades são decoradas com caveiras coloridas, altares, alimentos, bandeirinhas… é a forma que os mexicanos encontram pra celebrar a importante data. Tudo porque eles acreditam que, nessa época do ano, um portal se abre entre os mundos dos vivos e dos mortos. Então, as almas voltam à Terra e visitam os amigos e familiares.

Te lembrou o sensacional Viva – a vida é uma festa, da Pixar/Disney?

A realidade é igual à animação cinematográfica: a data é de muita festa e sem melancolia. Interessante de ver de perto!

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.

É hora de ir para Cancún

Num roteiro de 10 dias pelo México, não dá pra deixar as maravilhosas praias de fora. Então, bora aproveitar os cinco dias de viagem que ainda restam para curtir tudo que Cancún tem pra oferecer. A melhor maneira de chegar ao badalado destino do litoral mexicano é de avião. E, obviamente, é a mais rápida (2h10 de voo) e nem tão cara assim.

As passagens aéreas entre Cidade do México e Cancún custam entre R$ 350 e R$ 500. Use o Skyscanner pra pesquisar os melhores preços.

 Saiba que: as duas cidades estão separadas por 1.600km

Onde ficar

Em Cancún, a dica é se hospedar em um dos váááários resorts que estão espalhados pela costa, na área conhecida como Zona Hoteleira. Isso faz parte da experiência de se estar em Cancún, né? E tem resort pra todos os tipos, gostos e bolsos.

Zona Hoteleira de Cancún

Sugiro que você busque o que se encaixa no seu perfil usando o Booking.com. Lá, dá pra ver as opiniões de outros hóspedes também. 

Mas vale lembrar: em Cancún, além da praia paradisíaca, também há passeios fechados para localidades próximas que, muitas vezes, duram o dia todo. Por isso, na hora de escolher o seu resort, veja se vale a pena pagar a mais pelo sistema all inclusive – aquele em que as refeições e bebidas já estão todas incluídas.

Tudo isso porque, caso você queira usar seus cinco dias em Cancún pra fazer passeios, talvez valha mais a pena pegar um resort que não seja all inclusive, já que você vai passar a maior parte do tempo fora do hotel.

O que fazer entre os dias 5 e 10

Curta o resort

Se estiver num resort com tudo incluído, use pelo menos uns três dias para ficar apenas no hotel, relaxando e sem se preocupar com passeios.

Resort em Cancún, México

Curta as piscinas (são várias, pode apostar), os restaurantes (os resorts costumam ter muitos, de culinárias diferentes, como asiática, italiana, brasileira…), os drinks, a praia de água azul turquesa, a hidromassagem… Enfim, aproveite pra descansar!

Explore a cidade

Há vida fora do hotel em Cancún. Programe um passeio pelo centrinho da cidade. Que tal ir de ônibus, saindo do seu resort?

Você vai curtir feirinhas, planetário, praças, shoppings. Aliás, o local preferido dos brasileiros para compras é o Mercado 28 – que conta com uma infinidade de lojas e restaurantes.

À noite, reserve um tempo pra curtir a “badalada balada” Coco Bongo. O lugar lota sempre e tem um motivo: a música é animada, não para nunca e tem perfomances nos palcos que ficam no centro da pista de dança e nos arredores. Vale conhecer.

Os tours

Você pode contratar, no seu hotel mesmo, um passeio de um dia (ou mais) pra conhecer ilhas famosas ali perto, como Isla Mujeres.

Ou, pode curtir uma ida ao Parque Eco-arqueológico Xcaret. Ele é temático, fica à beira-mar, dá pra explorar cavernas, fazer flutuação, enfim, são 50 atrações já incluídas no valor do ingresso. Ah! Também é interessante saber que tem algumas atividades pagas à parte, como a com os golfinhos.

Como eu fiquei apenas cinco dias e queria mais curtir o hotel com os amigos (tive um casamento lá também), optei por fazer apenas um tour. E escolhi visitar, durante um dia todo, a cidade maia…

Chichén-Itzá

Saímos de ônibus do resort em Cancún e demoramos pouco mais de duas horas até chegar ao sítio arqueológico, que fica na cidade de Tinum.

Lá, tivemos umas duas horas pra desbravar a antiga cidade maia, os templos e, claro, a famosa pirâmide. Ela é o Templo de Kukulcán.

Templo de Kukulcán, em Chichen-Itzá, no México

Se você conseguir programar sua viagem para Chichén-Itzá na época dos equinócios de outono ou primavera (dias que marcam o início das estações), verá o famoso fenômeno da “descida de Kukulcán” do templo.

Os maias construíram a pirâmide de uma forma que os degraus nas laterais projetam sombras perfeitas nessas datas específicas. Essas sombras lembram uma serpente descendo, do templo que fica no topo, até o chão.

Mas atenção que o evento lota de turista e, caso queira ver de perto, chegue beeem cedo ou fique hospedado em Tinum.

Antes de voltar para Cancún, ainda paramos pra conhecer o famoso cenote Ik-Kil. Cenotes são poços de água formados por rios subterrâneos. As piscinas naturais contrastam com as rochas e a vegetação, criando um cenário incrível e lindo.

Com o dia quase no fim, foi hora de pegar estrada novamente e voltar para o resort. A dúvida era escolher onde descansar: se na praia, tomando uns bons drinks, ou na hidromassagem, relaxando o corpo depois de um dia cheio de atividades. E sem deixar de programar uma volta ao México, para continuar desbravando esse país tão intenso.

Nascer do sol em Cancun, no México
O nascer do sol à beira-mar, em Cancún

Não deixe de fazer o seguro viagem

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Pushkar: um dia na calma e tranquila cidade da Índia https://www.viajao.com.br/bkp/pushkar-um-dia-na-cidade-calma-e-tranquila-da-india/ https://www.viajao.com.br/bkp/pushkar-um-dia-na-cidade-calma-e-tranquila-da-india/#respond Tue, 05 May 2020 10:00:22 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12074 Considerada a cidade mais sagrada do hinduísmo, Pushkar emana paz. Mas também ferve em novembro, quando sedia a maior feira de camelos do mundo!

O post Pushkar: um dia na calma e tranquila cidade da Índia apareceu primeiro em Viajão.

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Confesso que Pushkar não estava nos nossos planos iniciais quando resolvemos preparar a viagem pra Índia. Inclusive, nem tínhamos lido recomendações a respeito do lugar. A visita, em forma de bate e volta, foi sugerida lá mesmo, pelo nosso querido motorista Rahul. E que grata surpresa passar um dia na calma e tranquila cidade – um “senhor” contraste em meio à toda intensidade desse incrível país.

Vista do lago de Pushkar, na Índia

Como chegar a Pushkar

Enquanto estávamos no meio do nosso tour pelo chamado Triângulo Dourado (Delhi + Jaipur + Agra), Rahul nos disse:

— Querem aproveitar que estamos aqui em Jaipur para dar um pulinho numa cidade vizinha, chamada Pushkar?

Já estávamos do outro lado do mundo mesmo, não nos custaria nada rodar mais 150 quilômetros além do previsto para desbravar a calmaria da chamada “Cidade Sagrada do Hinduísmo”, que também fica no estado do Rajastão.

O melhor jeito de chegar lá é ir de carro, saindo de Jaipur, como fizemos. A viagem demora umas duas horas. Antes de mais nada vale lembrar que Pushkar não tem aeroporto, caso queira ir de avião. O mais próximo fica em Jaipur mesmo.

A cidade é vegetariana

A cidade que “respira” hinduísmo é totalmente vegetariana – assim como Rishikesh.

Por isso, lembre-se que todos os restaurantes só servirão pratos sem qualquer tipo de carne. Mas, mesmo que você seja um carnívoro fervoroso, pode apostar que vai comer muito bem. A comida indiana é repleta de sabores e muuuuito deliciosa.

A deliciosa comida indiana

E atenção: você também não vai encontrar bebidas alcoólicas em Pushkar!

Muitos restaurantes e cafés gostosos ficam em volta do principal ponto de encontro da cidade, o…

Pushkar Lake

Sim! O enorme lago central é sagrado para os hindus e está cercado por 52 ghats – que são aquelas escadarias que levam as pessoas até a água.

Lago Pushkar (Pushkar Lake), Rajastão, Índia

Muitos indianos costumam tomar banho no lago por acreditar que a água seja sagrada. É um bom lugar pra sentar, observar o movimento, assistir ao pôr do sol e sentir a paz que Pushkar é capaz de emanar.

À beira do Pushkar Lake, na Índia

Passeio e compras

Nos arredores do lago, existem várias vielas e ruas pequenas cheias de feirinhas e lojas. Vale comprar um sorvete depois do almoço e perambular pela área pra dar uma olhada nas lembrancinhas indianas. Tem tecidos, roupas, sapatos, joias…

Centro de Pushkar, na Índia

Muitos artesãos expõem seus belos produtos por ali também. Lembre-se de sempre pechinchar, nunca pague o preço inicial – isso já é cultural na Índia.

A famosa feira de camelos

Se você tiver a sorte de sentir a calma e tranquilidade de Pushkar no mês de novembro, como nós tivemos, vai dar de cara com a maior feira de camelos da Ásia (a Pushkar Camel Fair)! E é um mega evento, que reúne gente não só do Rajastão, mas de toda a Índia e até de países vizinhos. Todos estão interessados em vender e comprar os inusitados bichos! São milhões de visitantes!

A feira só dura cinco dias durante a lua cheia de novembro (que sorte tivemos, hein?) e dá pra chegar ao imenso terreno onde ela acontece caminhando. Saindo do lago sagrado, leva uns dez minutos.

Feira de camelos de Pushkar, na Índia

Por lá, você verá centenas (ou milhares, talvez?) de camelos (duas corcovas), dromedários (apenas uma corcova) e até cavalos (nenhuma corcova RISOS). O curioso é que eles ficam lado a lado, debaixo de um sol brilhando forte e num terreno com MUITA poeira do deserto levantando. Parece cenário de filme.

Dica: passe protetor solar, tente usar boné ou chapéu e beba bastante água

E dá pra chegar perto, fotografar, passear entre os bichos. É uma experiência curiosa. Você também vai ver os donos “desfilando” com os animais – muitos usando adereços bem coloridos (mais chiques que eu kkk).

Mas, apesar de muitos camelos e dromedários em exposição, não percebemos uma compra ou um arremate durante nossa rápida visita. :/

Templos

Pushkar, por ser uma cidade tão sagrada, também tem importantes templos hindus – ao todo, são mais de 500! Mas, como nós fizemos apenas um bate e volta, chegando pela manhã e indo embora no fim da tarde, não conseguimos conhecer nenhum.

Se tiver mais tempo, mas precisar escolher apenas um, priorize o principal deles. O Brahma Temple fica perto do lago e é o único no mundo dedicado ao deus hindu criador Brahma.

Foto: atlasobscura.com

A arquitetura é curiosa e impressionante. E as construções são bem coloridas!

Leia essas outras dicas sobre a Índia

1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás 
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado 
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?

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