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Arquivos Estados Unidos – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/america-do-norte/estados-unidos/ construímos memórias Sun, 22 Nov 2020 17:05:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Estados Unidos – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/america-do-norte/estados-unidos/ 32 32 Disney divulga novas fotos das obras nos parques dos EUA https://www.viajao.com.br/bkp/disney-novidades-obras-2020/ https://www.viajao.com.br/bkp/disney-novidades-obras-2020/#respond Tue, 17 Nov 2020 00:15:32 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12697 Nessa segunda-feira, o presidente de Parques, Experiências e Produtos da Disney divulgou atualizações sobre reformas e construções em andamento nos EUA.

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No melhor estilo 2020 de planos de viagem sem data definida, prontos para sonhar com uma visita ao boss Mickey Mouse? Nessa segunda-feira (16), o presidente de Parques, Experiências e Produtos da Disney, Josh D’Amaro, divulgou atualizações sobre as novas atrações durante o IAAPA Expo, evento voltado a parques de diversão. Mesmo com os parques e resorts na Flórida funcionando com restrições por causa da pandemia de Covid-19 e com o complexo Disneyland na Califórnia fechado, as obras seguem em andamento. 

Foto: Disney Parks Blog

Avengers, assemble!

Anunciado em 2019, o Avenger Campus segue em construção na Disneyland California e também em Paris. Uma das atrações ganhando forma é a WEB SLINGERS: A Spider-Man Adventure. Os visitantes embarcarão em carrinhos para ajudar o Homem-Aranha a combater bots que invadiram o campus. É a primeira atração desse superherói na Disney. Pessoalmente, eu adoro o brinquedo do Spiderman na Universal, então estou empolgada com mais essa atração!

Agora, o que parece muito empolgante mesmo é a montanha-russa de Guardians of the Galaxy em construção no EPCOT, na Disney World, em Orlando. A Guardians of the Galaxy: Cosmic Rewind foi nomeada de “montanha-russa de contação de histórias”. A ideia é que ela gire em qualquer direção, para que os visitantes consigam ver tudo que tem no entorno. A Disney divulgou um vídeo para dar uma ideia de como funcionará o brinquedo:

Volta ao mundo: as novidades do EPCOT

A atração de Guardians of the Galaxy não é a única novidade em desenvolvimento em Orlando. Volta e meia, alguém se arrepende de me dizer que acha o EPCOT chato, porque aí tem que me ouvir falar todos os motivos pelos quais eu adoro esse parque. Mas você pode rodar o mundo sem sair de lá! Como não gostar? E já estou louca para ir no pavilhão da França curtir o brinquedo de Ratatouille. Eu amo o filme e quero muito entrar nesse carrinho de ratinho e correr pelo restaurante do Gusteau. A Remy’s Ratatouille Adventure, prevista para esse ano, acabou ficando para 2021.

Foto: Disney Parks Blog

O Harmonious, que é um show que vai ocupar a lagoa central do EPCOT, segue em obras. Painéis de LED, fogos, fontes dancantes… a Disney prometeu de tudo para essa apresentação. E não tenho dúvidas que provavelmente será memorável. Quando eu habitei a Disney World, o EPCOT tinha um show de fogos de artifício nesse local e eu ainda sei a música decor. 

No espaço: novas fotos da experiência imersiva de Star Wars

Essa notícia vai direto para os apaixonados pelo espaço e por Star Wars (alô, Xóia!): temos novas imagens dos quartos no Star Wars: Galactic Starcruiser. Olha isso: será um espaço que o hospede poderá ficar por dois dias (com reservas que serão super disputadas, se as áreas de Star Wars no parque forem indício de qualquer coisa). Aqui, a ideia é que você esteja cruzando o espaço em uma narrativa Guerra nas Estrelas, com treinos de sabre de luz e restaurantes temáticos. E como você pode ver abaixo, a paisagem da janela será, literalmente, de outro mundo.

Olha essa janela do quarto! – Foto: Disney Parks Blog
Foto: Disney Parks Blog

Vou confessar uma coisa pra vocês: quando 2020 começou, eu tinha uma viagem em mente. Bom, na verdade, eu tinha muitas viagens em mente, muitos planos nas etapas iniciais, mas uma vontade que estava crescendo desde o ano passado: ir para a Disney de novo. Obviamente, como muitos de nós, eu não fiz viagem alguma neste ano, afinal, o melhor mesmo foi ficar em casa durante essa pandemia.

O que não quer dizer que eu esteja com menos vontade de ir para lá. E esse desejo só ficou mais aguçado nessa semana. Talvez, porque a Disney+ estreia amanhã no Brasil. Ou porque estou prestes a completar 14 anos desde que fiz intercâmbio na Flórida, caminhando pelos bastidores da Disney World que tanto amo. Agora, é continuar acompanhando as novidades e preparando os bolsos os planos para quando os parques reabrirem e as novas atrações forem inauguradas.

Aqui tem mais imagens das obras nos EUA e também em Paris e Shanghai.

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Disney ou Universal? Conheça os parques de Orlando https://www.viajao.com.br/bkp/disney-universal-parques-de-orlando/ https://www.viajao.com.br/bkp/disney-universal-parques-de-orlando/#respond Tue, 24 Sep 2019 10:10:20 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11471 Estátua do Walt Disney de mãos dadas com o Mickey em frente ao castelo da Cinderela.Mesmo tendo passado dois meses em Orlando uns anos atrás, ainda tem muita coisa que não conheci. Isso, porque tem muita coisa pra ver. Então, enquanto planejo meu retorno sem data para acontecer, vou compartilhar com vocês informações pra quem vai pra Disney.

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Por algum motivo, a Disney tem aparecido com frequência nas minhas conversas. E eu, que adoro ver magia em tudo, já estou achando que é um sinal que é hora de voltar a explorar esse mundo encantador do Disney World, na Flórida. Eu sou apaixonada por lá. E mesmo tendo passado dois meses em Orlando uns anos atrás, ainda tem muita coisa que não conheci. Isso, porque tem muita coisa pra ver. Então, enquanto planejo meu retorno (que não faço ideia quando vai acontecer), vou compartilhar com vocês informações pra quem vai pra Disney.

Por onde começar

Uma viagem pra Orlando requer planejamento financeiro. Infelizmente, os ingressos dos parques de diversões são caros. Então, as decisões mais importantes são: quantos dias ficar na cidade e quantos dias visitar cada parque! 

São quatro parques temáticos no Walt Disney World, dois no Universal Orlando, e outras tantas atrações na região. Qual é pra você? Vai depender do que você gosta. 

Walt Disney World Resort

Magic Kingdom

Quando a gente pensa na Disney, aposto que a imagem que vem à cabeça é a mesma que a minha: o castelo da Cinderela. Ele fica nesse parque, que, além do mais tradicional, é também gigante. E cheio. E com cheiro de algo doce e saboroso. Mas é um excelente ponto de partida, para já matar a curiosidade e controlar a ansiedade. É um parque pra família. Aqui, a magia está por trás de tudo – e prepare-se para ficar deslumbrado, das filas aos fogos de artifício.

Ah, o Castelo da Cinderela. Além do restaurante no castelo, tem também uma suíte usada apenas em premiações especiais…

É no Magic Kingdom que ficam alguns brinquedos famosos, como a Space Mountain, a Splash Mountain, a Haunted Mansion e o Pirates of the Caribbean. Com hora marcada na agenda de todo visitante estão a parada, que acontece no meio da tarde, e o espetáculo (não há outra palavra possível) de fogos de artifício na praça do Castelo todas as noites. Recentemente, meu adorado Wishes deu lugar ao Happily Ever After, com ainda mais personagens.

EPCOT

O nome desse parque é a sigla para Experimental Prototype City Of Tomorrow. Era pra ser um condomínio real, só que a ideia acabou sendo transformada em parque. Mas a sensação de ‘modos de vida’ continua permeando todos os setores desse parque. O foco é em sociedade, tecnologia, ciências, futuro… aliás, dentro daquele icônico globo, existe um brinquedo, sabia? Um carrinho te leva pela história das invenções – e em uma viagem no tempo, pois é um dos mais antigos do EPCOT.

No parque, tem ainda o deslumbrante Soarin’, que te leva por um passeio de asa delta (pendurado no ar e tudo); o Mission: Space, que simula um lançamento de foguete – e, sim, as pessoas passam mal de verdade; e o Test Track, onde você passa por um teste de carro. Além dos pavilhões dedicados (por enquanto) a 11 países diferentes, com produtos típicos e restaurantes especializados. Se estiver procurando algo de Frozen, o pavilhão da Noruega é seu destino.

O Mission: Space é uma das atrações que nunca fui. Mais um motivo pra voltar…

Recentemente, no D23 Expo, a Disney anunciou reformas e expansões nos parques. O EPCOT, que atualmente é dividido em dois setores, terá agora quatro áreas: World Showcase (que é a dos pavilhões de países), World Nature, World Celebration e World Discovery. Isso, sem contar novas atrações e restaurantes.

Disney’s Hollywood Studios

Poderia ser o Chinese Theatre de Los Angeles, mas é o Disney’s Hollywood Studios. Esse parque já teve vários nomes, mas sempre o mesmo tema: o cinema. Encare seu passeio por aqui como uma visita aos bastidores de uma gravação. Se jogue em clássicos como a The Twilight Zone Tower of Terror – a famosa torre; a Rock ‘n’ Roller Coaster Starring Aerosmith – uma montanha-russa intensa ao som de… músicas do Aerosmith; e o show de dublês e efeitos especiais inspirado em Indiana Jones. É um parque cheio de novidades e inaugurações recentes – a principal, o Galaxy’s Edge, de Star Wars.

Disney’s Animal Kingdom

Como eu falei, a Disney leva histórias muito a sério. São milhões de detalhes para você reparar e absorver durante sua visita. E um deles é o seguinte: o Disney’s Animal Kingdom é o único parque cujo ícone não é a primeira coisa que você vê ao entrar. Porque tudo aqui é uma expedição, uma descoberta. Então depois de passar por um oasis é que você chega a essa árvore maravilhosa, com 300 animais esculpidos no tronco, milhares de folhas e uma lenda sobre sua formação. A expansão do parque foi inaugurada em maio: o muito aguardado Pandora – The World of Avatar.

A Tree of Life tem centenas de animais entalhados no tronco… e um cinema por dentro.

É meu parque favorito, então vou apenas dizer que: todas as atrações são destaque. Mas se você tiver mesmo que escolher, as mais procuradas são Expedition Everest (não há muitas montanhas-russas na Disney e essa é das melhores) e Kilimanjaro Safaris (onde seu carrinho pode ser interrompido por uma girafa #truestory).

E se tiver que escolher apenas uma, vá no Festival of the Lion King.

Os horários dos parques da Disney ficam no site oficial, em português.

Universal Orlando

Universal Studios Florida

Nesse parque, você entra nos filmes – literalmente. Quer andar de bicicleta ao lado do E.T.? Pode. Quer caçar alienígenas com os Homens de Preto? Bora lá! Mas acho que o que mais atrai o público hoje em dia deve ser Hogsmeade e todos os brinquedos de Harry Potter. E aqui, cabe uma confissão: nunca fui nas atrações de Harry Potter. Da última vez que estive nesse parque, tudo ainda estava em construção. Muitas atrações clássicas, como Tubarão, Disaster! (ambas ainda existem na Universal Hollywood, em Los Angeles) e Twister foram substituídas por passeios inspirados em filmes mais atuais, como Velozes & Furiosos, Transformers e Meu Malvado Favorito. Aliás, se quiser abraçar um Minion, já sabe onde ir.

Island of Adventures

O segundo parque do complexo da Universal, como o nome diz, é mais aventureiro. Além de brinquedos de Harry Potter, o destaque por aqui fica com a The Incredible Hulk Coaster, uma montanha-russa bastante intensa. Minha atração favorita na Island of Adventures (sem contar os brinquedos de Harry Potter, para onde pretendo correr assim que voltar nesse parque) é o Blast Into Action With Spider-Man. Não sei descrever esse brinquedo, que é meio simulador, meio cinema 3D, e completamente divertido.

Epic Universe

Como a gente contou, a Universal Studios anunciou a construção de um novo parque: o Epic Universe. Ainda não teve nenhum anúncio oficial sobre quais serão as atrações, mas já estamos ansiosos para visitar!

Apesar de não sabermos as atrações, a Universal já divulgou o logo do novo parque

Pela região

Se for ficar um tempo mais longo pela região, há outros três parques que atraem os turistas em Orlando:

Busch Gardens

Esse é para quem ama montanha-russa. Em Tampa, a pouco mais de uma hora de carro de Orlando, fica o Busch Gardens. Aqui, tem a famosa SheiKra – com uma queda de uns 60 metros em 90º. Como eu tenho pavor de montanha-russa e jamais serei capaz de te contar como é esse brinquedo, te deixo com o vídeo oficial. Acho que, depois dessa, você aguenta qualquer outra desse parque, que também é meio zoológico, mas ninguém lembra disso.

SeaWorld

O SeaWorld ficou conhecido pelos aquários e shows com animais marinhos, o que gera muita polêmica. Fui levada nesse parque quando era criança (era a década de 1990 e a conscientização sobre atrações com animais era muito menor) e nunca mais voltei. Ouço boas coisas sobre as montanhas-russas desse parque, para quem gosta desse tipo de brinquedo. Fica em Orlando, no meio do caminho entre a Disney e a Universal.

Legoland Florida

Perto de Orlando, há agora uma Legoland, que, como o nome já diz, é um parque de diversões com tema de Lego. Localizado em Central Florida, a uma hora de carro de Orlando, é um parque mais voltado para famílias com crianças.

E aí, qual desse faz mais seu estilo?

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Novos universos: Universal terá mais um parque em Orlando https://www.viajao.com.br/bkp/novo-parque-universal-orlando/ https://www.viajao.com.br/bkp/novo-parque-universal-orlando/#respond Thu, 01 Aug 2019 16:07:06 +0000 https://www.viajao.com.br/?p=11416 Se eu já estava com vontade de ir pra Orlando antes... A Universal acaba de anunciar a construção de um novo parque na Flórida: o Universal’s Epic Universe.

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Se eu já estava com vontade de ir pra Orlando antes… A Universal acaba de anunciar a construção de um novo parque na Flórida: o Universal’s Epic Universe. Quando for inaugurado, ele irá se juntar ao Universal Studios Florida e ao Islands of Adventures, que são os parques de diversões mais antigos, além do Volcano Bay, o parque aquático do complexo.

Universal Orlando Resorts ganhará novo parque. Foto: Divulgação

De acordo com o comunicado da Universal, o novo parque ficará em uma área de 3.000 km², que terá também hotéis, lojas e restaurantes. O Universal’s Epic Universe será separado do complexo que existe hoje. Mas a área da Universal na Flórida irá dobrar com a essa construção.

Novas atrações?

Para saber o que de fato terá no parque, vamos ter que esperar mais um pouco. Eu, que morro de saudades de brinquedos clássicos que fecharam, como Jaws, Disaster! e Twister, espero que os boatos de uma área inspirada nos monstros clássicos sejam verdade. Aquele canto roxo tem mesmo uma cara de Drácula… E estou torcendo pelo Mario Kart da vida real, como já está sendo construído na Universal Studios Japan.

De qualquer forma, o conceito artístico do parque está bem interessante!

Foto: Divulgação

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Uma volta na ilha de Oahu, no Havaí https://www.viajao.com.br/bkp/oahu-havai-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/oahu-havai-eua/#respond Fri, 28 Jun 2019 11:00:10 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11376 Quando meu vôo, que estava cinco horas atrasado, aterrissou às 23h, horário local, eu estava praticamente uma zumbi de sono. Por isso, não reparei na beleza do trajeto entre o aeroporto e meu hotel. Para compensar minha desatenção, passei o dia seguinte em um tour ao redor da ilha - e vou te contar o que dá pra ver pelo caminho!

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São sete horas de diferença de fuso entre São Paulo e a ilha de Oahu, no Havaí. Então quando meu vôo, que estava cinco horas atrasado, aterrissou às 23h, horário local, eu estava praticamente uma zumbi de sono. Por isso, não reparei na beleza do trajeto entre o aeroporto e meu hotel. Nem no perfumado colar de orquídeas que recebi na chegada. Muito menos no oceano Pacífico, que eu nunca tinha visto e que estava logo ali do lado. Para compensar minha desatenção-provocada-por-jetlag, passei o dia seguinte em um tour ao redor da ilha – e vou te contar o que dá pra ver pelo caminho!

Sobre Oahu

Das oito ilhas do Havaí, sete são habitadas. Mas, como uma delas é particular, dá para visitar só seis. E uma das mais conhecidas é Oahu. É onde fica a capital, Honolulu, com a famosa praia de Waikiki, e onde acontecem campeonatos de surfe (que eu comento daqui a pouco). Confesso que passei pela cidade a caminho de Pearl Harbor, mas não a explorei muito. Ainda assim, é importante destacar que Honolulu tem uma boa oferta de hotéis e restaurantes e vistas incríveis.

Nu’uanu Pali Lookout

Desse mirante, dá pra ter uma ideia do que faz as ilhas do Havaí serem tão admiradas. Olha essas montanhas! Olha esse oceano! Venta muito lá, mas vale cada segundo por essa vista.

Montanhas cobertas de vegetação verde, com uma estrada que corta o morro. Ao fundo, o oceano Pacífico.
A umidade faz chover bastante nas montanhas da ilha. E a vegetação agradece…

Pearl Harbor

Talvez um dos locais mais conhecidos do Havaí é a base militar de Pearl Harbor, atacada em 1941, e que levou os EUA a se envolverem na Segunda Guerra Mundial. O local onde o USS Arizona afundou foi transformado em memorial e é possível visitá-lo. Os ingressos tem hora marcada e quantidade limitada (reservas aqui, em inglês), pois incluem um trajeto em barco. Por causa de reformas, não é possível desembarcar no memorial no momento, mas ainda dá para conhecer a baía. E na mesma área, fica o USS Missouri, onde foi assinado o acordo de paz com o Japão.

O memorial está fechado para reparos e é considerado também um local de orações

Hanauma Bay

Mesmo do alto, é possível ver como a água é transparente por aqui. Por isso, Hanauma Bay é um excelente lugar para snorkeling. Custa US$ 7,50 para entrar na reserva e dá para alugar equipamento de snorkel lá.

Tem pessoas fazendo snorkeling nessa foto. Consegue encontrar?

Diamond Head

A cratera de Diamond Head é visível de várias partes da ilha. E apesar da trilha até o topo levar apenas duas horas, a caminhada até lá é bastante íngreme.

North Shore

Do lado oposto da ilha a Honolulu, fica uma região conhecida como North Shore – e que você já deve ter ouvido falar por causa das ondas gigantes! Foi por causa delas, aliás, que eu tive vontade de conhecer esse lugar. Em abril, elas estavam pequenas – apenas quatro metros de altura. Mas é o trecho de costa onde grandes patrocinadores de surfistas mantém casas para que os atletas possam estar por perto para treinar quando as condições estiverem boas. Aqui – e em toda a ilha – é importante ficar atento às orientações de segurança dos salva-vidas. Afinal, se existe uma competição que acontece quando as ondas atingem constantemente seis metros, você imagina como o mar pode ficar agitado.

North Shore é o ponto mais famoso do surfe no Havaí. E isso são ondas fora de temporada…

Byodo-In Temple

O Havaí fica praticamente no meio do caminho entre os EUA continental e o Japão. E para comemorar os 100 anos da imigração japonesa no estado, foi construído o Byodo-In Temple, uma réplica de um templo budista que existe no Japão. Todo construído sem pregos, ele fica em uma área conhecida como Valley of the Temples, que é um cemitério (sim, assim como em Buenos Aires, estou recomendando um passeio em um cemitério…)

Apesar de não ser um templo budista completo, é bastante charmoso!

Waimea Valley e Dole Plantation

Não só de praia vive o Havaí. Dois passeios muito comuns na ilha de Oahu são para Waimea Valley e para a Dole Plantation. Em Waimea, dá para fazer caminhadas em um parque com cachoeiras. Já o outro passeio é uma visita às plantações de abacaxi da empresa Dole. Aliás, tem muito abacaxi por Oahu. Nos pratos, como acompanhamento, como lanchinho, na água… E muito café. Ou seja: uma Rachel bem feliz.

O que saber para planejar a viagem

O clima no Havaí é praticamente constante ao longo do ano, e é considerado “tropical”. Tem diferenças dentro da ilha de Oahu, com locais com mais chuva e outros mais secos. E até por causa disso, tem vários períodos de alta temporada ao longo do ano. Um deles é o inverno do hemisfério norte (novembro a fevereiro), pois é quando tem ondas maiores e, consequentemente, competições disputadíssimas de surfe. Já a baixa temporada vai do meio de abril até junho e de setembro até novembro. Isso, sem contar feriados dos EUA e eventos especiais, tipo temporada das baleias.

Eu fiquei hospedada no Aulani, um resort da Disney em Ko Olina, a meia hora de carro de Honolulu. E um dos melhores jeitos de se deslocar pela ilha é com um carro alugado. Isso porque, de uma ponta a outra, são 40 minutos pela estrada principal.

Lá é território estadunidense, então precisa de visto para entrar lá. Mas provavelmente, você terá feito escala em outro lugar antes, já que o Havaí fica no meio do oceano Pacífico. A partir de Nova York, são cerca de dez horas de vôo. Já o trecho mais curto é a partir da California: 5,5 horas. (Para referência, do Havaí até o Japão, são menos de sete horas de vôo)

Última dica bem importante é que o Havaí tem um controle forte de entrada e saída de frutas e flores. Afinal, lá tem um ecossistema muito delicado e encantador, e nós não queremos de forma alguma perturbar esse equilíbrio, né?

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Road trip pela costa da Califórnia https://www.viajao.com.br/bkp/road-trip-california-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/road-trip-california-eua/#respond Thu, 31 Jan 2019 11:00:22 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10585 Os Estados Unidos às vezes parecem que foram feitos para uma road trip. Uma das mais famosas é a Pacific Coast Highway, ao longo da costa da Califórnia.

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Os Estados Unidos às vezes parecem que foram feitos para uma road trip. Embora seja um país gigante e bem mais fácil de cruzar de avião, ele é cheio de estradas interessantes. Uma das mais famosas é a US-101, que passa por toda a Califórnia ao longo da costa. Mais conhecida pelo nome que recebe no trecho entre Los Angeles e São Francisco (onde tem o nome bem mais charmoso de Pacific Coast Highway), a rodovia compartilha parte da rota da California State Route 1. E há muito o que conhecer nessa viagem de carro ao longo da costa oeste dos EUA.

Entre L.A. e São Francisco

Antes de começar a viagem entre essas cidades, há duas escolhas a serem feitas: a rodovia e a direção. A Pacific Coast Highway (que aparece como PCH nas placas) é um trajeto de 711 km que leva umas dez horas sem paradas. Também dá pra ir de uma cidade à outra pela rodovia I-5, que é paralela à PCH e o trajeto de 614 km demora umas seis horas. Quem quiser visitar Yosemite (e eu ainda não fui, então fica o convite…), vai ter que ir por dentro do estado mesmo. Mas os pontos de parada bonitos e interessantes que fazem do trajeto uma road trip de respeito estão ao longo da costa.

A Golden Coast dos EUA é uma viagem cheia de vistas encantadoras

Outra decisão é em qual cidade começar a viagem. A pista em direção a Los Angeles é a “de fora”, ou seja, do lado dos mirantes e recuos da estrada. Mas é possível fazer retornos para quem estiver subindo em direção a São Francisco. Por isso, o ponto de início depende mais da logística da viagem como um todo do que o que tem pelo caminho. No meu caso, comecei em Los Angeles, então os pontos de interesse estão em ordem de “subida”.

Santa Barbara

A menos de duas horas de Los Angeles, fica a charmosa Santa Barbara. Cheia de lojas e restaurantes, a cidade tem origem espanhola e os prédios seguem esse estilo. Nós paramos para almoçar no Ca’Dario, dica de um residente de lugar com porções bem servidas, e circulamos pelas ruazinhas antes de voltar para a estrada. Se você quiser passar uma noite aqui, um amigo indicou o hostel The Wayfarer e ousou dizer que era “o melhor hostel que ele já ficou na vida”. Só por isso que indiquei aqui.

Santa Barbara fica perto de Los Angeles, na Califórnia
A cidade de Santa Barbara tem origem espanhola

Ao lado da espanhola Santa Barbara, fica a dinamarquesa Solvang, com restaurantes e festivais típicos. Se quiser saber mais sobre essa cidade, o site oficial deles é uma graça.

San Luís Obispo

O centro de SLO lembra aquelas cidades pequenas norte-americanas que aparecem nos filmes, sabe? De ruas amplas e calçadas arborizadas, mas com muita cara urbana e lojas gigantes. A capela da missão de San Luis Obispo de Tolosa é um dos pontos turísticos, bem como um beco de chicletes. Isso mesmo. Chicletes presos na parede. Mas eu só fui até a capela! Aproveite para degustar vinhos californianos ou só tomar um sorvete caseiro, como nós fizemos.

Do lado de San Luís Obispo, fica a praia de Morro Bay. Você pode só curtir a vista do mar ou ir até Morro Bay State Park para um piquenique. Aqui é bom ter sempre um casaco à mão. Além de já ser mais frio que em Los Angeles, a brisa gelada do Pacífico é constante no entorno da Morro Rock.

Passarela leva até Morro Rock, ponto turístico de Morro Bay
O moletom foi essencial na caminhada até Morro Rock, à beira do mar

Hearst Castle

O próximo ponto turístico que você vai encontrar é o Hearst Castle. A mansão do magnata da comunicação William Randolph Hearst é aberta a visitação e é quase como conhecer um palácio. Os tours são guiados e tem alguns trajetos disponíveis, sendo que todos incluem tempo para conhecer os jardins e piscinas. Os ingressos custam $25 dólares (mais taxas e impostos que são cobrados na hora do pagamento – jan/2019) e é bom reservar antes.

Hearst Castle, na Califórnia
O tour Grand Rooms mostra os destaques da mansão

Nossa estratégia foi pegar ingresso para um horário cedo e passar a noite anterior em uma cidade próxima. Cambria fica um pouco antes e é levemente maior que San Simeon. Mas como essa última era mais barata e mais perto do Hearst Castle, escolhemos um hotel ali. O que foi bom, porque tinha fogueira para se esquentar na noite fria e lunetas para ver os animais marinhos, como focas e baleias, que aparecem por lá em certas épocas.

Uma das piscinas do Hearst Castle, na Califórnia
Alguém afim de um pulinho nessa piscina?

Big Sur

Depois de San Simeon, a principal atração – e talvez a única que todos os viajantes param para ver – é Big Sur. São cerca de 140 km de costa com penhascos e pontos. Há parques pelo caminho, onde é possível fazer trilhas em meio à natureza. O trecho é cheio de mirantes, sendo que um dos mais instagramáveis é o que fica logo depois (ou antes, dependendo do sentido) da Bixby Bridge.

Bixby Bridge durante viagem de carro em Big Sur, na Califórnia
Mesmo de longe, a Bixby Bridge encanta quem passa por Big Sur

Uma parte da rodovia ficou fechada por quase um ano e meio depois de um deslizamento de lama. Para a felicidade dos residentes e dos turistas, foi reaberto em julho de 2018. Nesse trecho, há vários mirantes, aliás, para observar animais marinhos, com destaque para o leão-marinho. Em geral, há passarelas para observação.

Leões-marinhos na costa da Califórnia
Leões-marinhos da Califórnia descansando na praia (e gritando também…)

Carmel-by-the-Sea

Última parada antes de chegar a São Francisco, a cidade de Carmel-by-the-Sea fica na Península de Monterey. O local é famoso pelas galerias de arte e pelas lojas e restaurantes “refinados”. Mas a principal atração turística é a 17-Mile-Drive, uma rota por dentro de uma condomínio que tem mirantes e acessos a praias famosas, como a Pebble Beach. Você paga para acessar essa via ($10,25 dólares por carro, em dinheiro – jan/2019), mas tem descontos para quem estiver hospedado ou fizer compras lá. Na entrada, você recebe um mapa com os principais pontos de interesse. Embora sejam sinalizados, a gente se perdeu na rota e achou que estava fazendo um caminho quando estava em outro. Mas a visita foi interessante e a área é bem bonita.

Praia na 17-Mile Drive em Carmel-by-the-Sea, na Califórnia
O vento gelado não afasta as pessoas da praia, ponto turístico da 17-Mile Drive em Carmel

Passamos a noite em um hotel de Monterrey, mas não visitamos muito da cidade, pois chegamos à noite (e eu estava muito, muito gripada). Mas o Monterey Bay Aquarium, principal atração da cidade, parece encantador.

Ah, a Califórnia…

Eu sou bastante parcial, porque adoro a Califórnia e poderia ficar meses só viajando por esse estado. Ao todo, foram três dias viajando ao longo da Pacific Coast Highway. No mês de setembro, a região estava confortável de dia, mas bem fria à noite. O oceano Pacífico é muito gelado, então eu nem cogitei entrar no mar. Mas há várias praias ao longo da rodovia que atraem surfistas. A rodovia, aliás, continua até a divisa com Oregon e, com outro nome, até quase a fronteira com o Canadá. Mas isso é plano para outra road trip

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O lindo Festival de Cerejeiras de Washington, DC https://www.viajao.com.br/bkp/festival-cerejeiras-washington-dc-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/festival-cerejeiras-washington-dc-eua/#comments Sat, 12 Jan 2019 11:00:49 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10993 Memorial ao Thomas Jefferson, em Washington D.C., à beira do Tidal BasinExistem muitos motivos para visitar Washington, DC, nos Estados Unidos. A cidade é agradável e cheia de história. Mas uma das atrações mais encantadoras da cidade só pode ser vista uma vez por ano: o National Cherry Blossom Festival, ou Festival Nacional das Cerejeiras.

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Existem muitos motivos para visitar Washington, DC, nos Estados Unidos. A cidade é agradável e cheia de história, os museus do Smithsonian são incríveis e são grátis, sem contar os monumentos e construções que vemos tanto em noticiários e filmes (tipo uma tal casa que é toda de uma cor só…). Mas uma das atrações mais encantadoras da cidade só pode ser vista uma vez por ano: o National Cherry Blossom Festival, ou Festival Nacional das Cerejeiras.

Memorial ao Thomas Jefferson, em Washington D.C., à beira da Tidal Basin
Dá para aproveitar natureza e museu ao mesmo tempo, aliás…

A história

Em 1912, o prefeito de Tokio presenteou a cidade de Washington, DC com três mil pés de cerejeiras. Essas árvores, então, foram plantadas principalmente ao redor da Tidal Basin, que é uma espécie de lagoa formada junto ao rio Potomac. Por ali, também ficam os memoriais ao Thomas Jefferson, ao Franklin D. Roosevelt e ao Martin Luther King. Todo ano, é realizado um festival para comemorar a amizade com o Japão e a chegada da primavera. Hoje em dia, o National Park Service, que cuida dos parques federais dos Estados Unidos, estima em cerca de 3.800 cerejeiras no East e no West Potomac Park, além do entorno da Tidal Basin. São várias espécies diferentes, sendo que a mais comum por ali é a Yoshino, que tem flores brancas.

Galho de flores brancas de cerejeira

Agora imagine 3.800 árvores todas floridas por duas semanas…

Como não é possível determinar com muita antecedência quando as cerejeiras vão florescer, o Cherry Blossom Festival dura quatro fins-de-semana entre março e abril. As flores precisam de um pouco de calor para abrir e época da florada (bloom) começa oficialmente quando 20% das árvores da espécie Yoshino estão floridas. E quando chega a 70%, é considerado o pico da época das cerejeiras. Existe até um diário de observação na página oficial do festival e uma câmera de monitoramento (ambos em inglês).

Cerejeiras ao redor do Tidal Basin, em Washington D.C.

Programando-se

São realizados vários eventos para entreter ainda mais as mais de um milhão de pessoas que visitam a capital dos EUA para o festival. Muitos shows e performances artísticas grátis acontecem nos parques e em toda a cidade, sem contar alguns eventos pagos. Só que muitos turistas, inclusive americanos, visitam Washington, DC durante o período do festival. Por isso, os preços e lotação dos hotéis são de alta temporada no fim de março e começo de abril. É bom se programar com antecedência se você quiser a cidade durante o festival (ou fugir dele). 

Cerejeiras ao lado de calçada no Tidal Basin, uma lagoa em Washington DC
Ainda bem que tinha sombra!

Existem voos diretos para Washington D.C. saindo de São Paulo, mas os mais comuns são com escala. Também dá para pegar um trem de umas 3 horinhas a partir de Nova York. A oferta de hotéis é boa e dá para chegar tranquilamente de metrô até a área onde ficam as cerejeiras. Leve casaco (o inverno por ali é rigoroso e acaba em março). E tenha sempre protetor solar (porque quando o sol aparece, ele vem com força).

Cerejeiras por todos os lados

Os parques e o entorno da Tidal Basin são bastante caminháveis e cheios de gente, então dá para se deslocar por ali a pé sem problemas. Comece no ponto mais próximo ao Washington Memorial e ao National Mall. Que, aliás, é onde está a estação de metrô mais próxima, a Smithsonian Metro. Caminhe ao redor da lagoa, entrando e saindo dos memoriais e da sombra. Recomendo programar uma pausa no Jefferson Memorial, que tem trechos da Declaração da Independência dos EUA escritos nas paredes. 

Tidal Basin, lagoa em Washington, com o memorial a Thomas Jefferson ao fundo
Pausa para observar o Jefferson Memorial antes de terminar a volta ao redor da Tidal Basin…

No Japão, eles chamam essa época de florada das cerejeiras (sakuras) de hanami, que significa ‘olhar as flores’. É uma época de celebração ao ar livre. Então aproveite para sentar à beira d’água e se inspirar nos japoneses que presentearam Washington D.C. – e todos que visitam a cidade.

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Como visitar os estúdios de Hollywood https://www.viajao.com.br/bkp/visita-guiada-estudios-hollywood/ https://www.viajao.com.br/bkp/visita-guiada-estudios-hollywood/#respond Tue, 13 Nov 2018 10:00:26 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10609 A maioria dos turistas vai para Los Angeles pensando nos filmes de Hollywood. O bom é que há estúdios que fazem visitas guiadas pelos sets de filmagens.

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Los Angeles é uma cidade cheia de locais interessantes para visitar. Mas a maioria das pessoas vai para lá pensando nos filmes de Hollywood. Mesmo que você não goste de blockbusters de super-herói, nem nada do tipo, não dá para negar quão atraentes são as produções de cinema e televisão dos EUA. E em L.A., dá para conhecer melhor como são feitas as gravações que tanto nos encantam. Alguns estúdios oferecem visitas guiadas pelos cenários externos e sound stages (que são aqueles hangares que aparecem em toda foto de Hollywood). Então escolha seu figurino e bora conhecer os sets de filmagem!

Warner Bros. Studio Tour

Algumas das séries mais famosas, como Friends, The Big Bang Theory, E.R., foram filmadas aqui. Filmes, então, nem dá para listar, de tantos cenários que você reconhece pelo caminho. O complexo de estúdios da Warner Bros. fica em Burbank, atrás das colinas de Hollywood. O Studio Tour é feito em carrinhos de umas quinze pessoas e você pode escolher fazer em inglês, em espanhol, em francês e, por que não, em mandarim também. Para garantir o horário (e o idioma!) que você quiser, é recomendável reservar antes o ingresso. A boa notícia é que a compra antecipada costuma dar desconto.

Caixa d'água dos estúdios Warner Bros.
A famosa caixa d’água da Warner Bros. pode ser vista de várias ruas de Burbank

Por duas horas, o guia te leva pelas ruas do complexo e explica como os diferentes sets são preparados para as gravações. O Xóia contou bem da experiência quando ele foi. O que mudou de lá para cá foi a criação do Stage 48. É como um museu interativo sobre a história da Warner Bros., como são feitos os efeitos especiais, entre outros destaques, que você fica livre para explorar depois da visita aos estúdios.

Parte do Studio Tour da Warner Bros. na Califórnia
Sonho: tomar um café no seu seriado favorito

Além do tour comum, existe também o Deluxe Tour, que dura cinco horas, é feito em grupos menores e visita mais locais, como o acervo de figurinos (por um preço bem maior). Também oferecem o Classics Made Here Tour, que é para quem gosta dos filmes da década de 1970.

Sony Pictures Studios

Aqui foram gravados desde filmes clássicos como O Mágico de Oz, até sucessos recentes como Homens de Preto e Homem-Aranha. O destaque do tour da Sony é mostrar um estúdio de gravação de áudio para filmes. O tour dura aproximadamente duas horas, mas oferece também a versão VIP Lunch, um pouco mais longa e com refeição inclusa. Atualmente, só é possível fazer o passeio durante a semana e são poucos horários disponíveis por dia.

Universal Studios Hollywood

Embora o complexo da Universal Pictures seja gigante e muito movimentado (é cheio de escritórios, várias entradas possíveis, um monte de gravações acontecendo), não é possível visitar apenas os estúdios. O Studio Tour é uma das atrações do Universal Studios Hollywood – que é um parque de diversões. Ou seja, depois de passar pelo cinema 4D do Shrek e cruzar com um Minion pelo caminho, você pode ir para a montanha-russa do Jurassic Park ou virar à direita para o passeio no estúdio.

Universal Studios Hollywood é parque de diversões e passeio nos estúdios
O tour da Universal Studios Hollywood é uma das atrações do parque de diversões

O passeio completo dura cerca de uma hora e é um misto de tour (sim, dá para ver equipes de gravação às vezes) com brinquedo. O bom disso é “viver” um efeito especial. O ruim é que é tem que pegar filas (longas) e você não pode descer do carrinho. Isso no ingresso comum. Com o ingresso VIP, além de ter filas mais curtas para o brinquedo, o tour no estúdio é com hora marcada e roteiro especial. Como esse ingresso custa três vezes mais, eu fiz a visita comum. Para quem gosta de parque de diversões, é um passeio dois-em-um. Mas em relação ao funcionamento dos estúdios, é menos detalhado do que os outros tours.

Tour dos estúdios mistura atração de parque e história do cinema
Mas dá para dar oi pro Norman…

Paramount Studios

Dos grandes estúdios, esse é o único que realmente fica em Hollywood. É menor que os da Warner Bros. e da Universal e menos conhecido. Mas é também um dos mais antigos (está lá há 100 anos!) e é bastante utilizado pelas produções. O tour leva cerca de duas horas e também oferece a versão VIP, com acesso aos acervos de objetos de cena e oficinas de produção de cenários.

Confesso que não conheço ninguém que tenha feito o tour da Paramount. Ou seja: como eu adoro uma novidade, já está na minha lista para quando voltar para Los Angeles.

The Walt Disney Studios

Muito, mas muito infelizmente, não dá para visitar os estúdios da Disney na Califórnia. O único jeito que eu descobri que é possível conhecer os escritórios do tio Walt é como parte de uma excursão da Adventures by Disney, a empresa de viagens da companhia.

Se você quiser pelo menos ver o lado de fora, com todos os detalhes minuciosos e encantadores que são marca registrada da empresa, os estúdios ficam em Burbank, bem perto dos da Warner Bros.

Gravações de shows

Outro jeito de conhecer como é feita a produção de um estúdio de Hollywood é participando da audiência. Sim, isso é possível! E de graça. Os ingressos são distribuídos por sites oficiais, como TV Tickets, OCA e 1iota, com alguma antecedência. Quem gosta de programas de auditório pode checar no site oficial como fazer parte da plateia. Cada show tem um procedimento (que vai desde fila física, até show aberto no meio da rua). É importante ler bem as condições de participação, ok? Os estúdios, aliás, são bem rígidos quanto à entrada com celular (não pode de jeito nenhum) e quais documentos são aceitos.

Também vale checar se há algum evento na data que você pretende estar em Los Angeles. Em outubro, vários estúdios oferecem tours especiais de Halloween, com passeios noturnos ou com destaque para filmes de terror. Também há avisos na rua quando for ter gravação em local público. Então se você vir uma plaquinha de filmagem no poste, aproveite! O set de filmagem veio até você.

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Dando tchau pra NYC https://www.viajao.com.br/bkp/dando-tchau-pra-nyc/ https://www.viajao.com.br/bkp/dando-tchau-pra-nyc/#respond Tue, 01 Oct 2013 03:39:33 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9730 Sabe quando aquela lágrima quente e salgada começa a escorregar pela sua bochecha e é absorvida por seus lábios, ávidos

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Sabe quando aquela lágrima quente e salgada começa a escorregar pela sua bochecha e é absorvida por seus lábios, ávidos por novidades? Sim, sou PATRÍCIO (Patrício = Patrícia = Patrícia Poeta = POETA). Ok, não sou original, porque já usei esse ARTIFÍCIO anteriormente.

Falo do choro, porque o mais difícil duma viagem é se despedir daquela cidade que a gente curtiu muito. Sou make apegado a cidades que eu elejo pra mim. Por exemplo, se gosto dimáxdaconta, elenco as cidades preferidas sob a seguinte LISTA: “Moraria frouxo”. Quem nunca?

Estátua da Liberdade vista de longe, no por do sol

E Nova York é uma dessas que estão na minha lista de “Moraria frouxo”. Ok, passei apenas oito dias lá, o que é bem diferente de morar e zzZZZZZzzzZZZZzz. Mas já deu pra ver que a SINERGIA de NYC é espetacular e ORNOU com minha pessoa mess.

A última noite por lá pedia algo bem animado e, talvez, inesquecível. Sim, fomos num bar bem aleatório na região da Broadway. O Smith’s Bar fica na 8th Avenue, na região da Broadway mess. Ali no FERVO. Mas é um bar que nem chama muita atenção. Chama apenas bêbados risos

Fachada com neon do Smith's Bar

Ah, muleque, você não tenS noção! Essas são as melhores baladas. Quando você menos espera, lá tá ela fazendo você esquecer do mundo. Assim foi no Smith’s.

O lugar é make um pub, com um palquinho pra banda. Foi exatamente ali, perto do palco, que sentamos.

Banda no Smith's Bar

Pedimos umas cervas diferentes, uns petiscos, e quando vimos, estávamos NO MEIO DA PISTA fazendo a “dança do pêndulo” (um dia mostro procês) e batendo fotos com a Cameron Diaz.

Galera no Smith's Bar em Nova York

Bom, foi a própria sósia da Cameron quem pediu pra bater fotos conosco, pois fazíamos um sucesso TREMENDO risos. Entornávamos umas beras e elas traziam, em cada pedaço de LÚPULO, o TALENTO DA DANÇA pros nossos corpos. Tiro e queda. E a banda era boa demais!

Ah! E uma das frases mais inesquecíveis que já ouvi na vida foi: “Brazil is in da house tonight”. Foi o vocalista da banda quem soltou essa pérola no microfone, entre uma música e outra.

E não, não tínhamos dito que éramos do Brasil. Serássi ele percebeu pelo SOTAQUE que a nossa dança tem? risos.

Vocalista, guitarrista e baixista cantam no microfone

De certeza: encerramos nossa estada em Nova York em grande estilo. Uma pena que o lugar fechou cedo, por volta de duas da matina. Mas como tínhamos chegado ainda mais cedo mess, valeu a pena.

Comida boa, banda boa (tocando ao vivo mess e que eu não consigo lembrar o nome), cerveja boa e diversão garantida.

Só não bebemos mais lá, porque no outro dia acordamos cedo pra ir pra Los Angeles. Opa, quer dizer. Meus parceiros até que beberam além da conta risos. Mas não sou de entregar as pessoa, né? Se eles quiserem, que falem que beberam até gorfar ali nos comentários mess.

Meeee! E tem mais essa. Quase no encerramento, quando tarram fechando o bar, os caras da banda ainda vieram papear conosco (sim, o fiasco foi tanto que eles queriam saber quem éramos). Falamos que éramos brasileiros e que era nossa última noite em NYC.

O guitarrista, se não me engano, já tinha namorado uma brasileira. Senti um alívio! “Ele entendeu! Ele entendeu o porquê de tanto mico”. Pensei isso como quem não queria nada e fui saindo com meus amigos. Sim, Nova York nos marcou! Mas sem querer ser convencido, nós também marcamos Nova York. Nem que seja só aquele pedacinho ali, na 8th Avenue, no Smith’s Bar.

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Pudins viraram milhas aéreas https://www.viajao.com.br/bkp/voar-de-graca-com-milhas-aereas/ https://www.viajao.com.br/bkp/voar-de-graca-com-milhas-aereas/#comments Thu, 19 Sep 2013 10:00:03 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9709 Nossa intenção com o Viajão é dividir histórias que vivemos em viagens e, de quebra, dar algumas dicas legais pra

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Nossa intenção com o Viajão é dividir histórias que vivemos em viagens e, de quebra, dar algumas dicas legais pra você mess.

Mas ontem, quando um amigo me passou essa história que colocarei abaixo, lembrei imediatamente que precisava partilhar isso por aqui! Méque um cara me tem uma ideia genial dessas mess e agora poderá viver eternamente voando de graça?

Você usa suas milhas aéreas acumuladas pra viajar de graça? Então, se liga.

Traduzi livremente a história – que está, em inglês, nesse link aqui. É de bater palmas, em pé, pra esse gênio! Ele é um dos viajões mais viajões desse mundão. Em todos os sentidos!

“Milhas aéreas são demais, elas podem ser usadas para voar de graça, garantir estadias em hotéis e, se você tiver muita sorte , ainda ganha o desprezo e o ódio de todos que tiveram de pagar o preço total quando viajam. O rei de todos os que viajam de graça é David Phillips, um engenheiro civil que dá aulas na Universidade da Califórnia.

David chamou a atenção da grande mídia, quando conseguiu converter cerca de 12.150 potinhos de pudim de chocolate Healthy Choice em mais de um milhão de milhas aéreas. Desde então, David e toda a sua família viajam o mundo de cabo a rabo.

Então, como é que ele fez isso? Bem, primeiro é preciso explicar o tipo de homem que David Phillips é. Ele é o tipo de cara que lê cada letrinha dos rótulos das coisas. O tipo de cara que aprendeu a contar cartas apenas para que nunca seja roubado em um cassino.

De fato, Phillips afirmou que ele provavelmente poderia ter sido um jogador de cartas profissional, se não fosse pela fumaça do cigarro. Sim, esse cara gosta mais de ar fresco do que do cheiro ‘almiscarado’ de sucesso.

Foto de avião na pista

Sua mais famosa dedicação foi em 1999, quando ele viu que a Healthy Choice estava com uma promoção na seção de congelados. A oferta foi a seguinte: para cada 10 códigos de barras do seu produto enviados, o consumidor ganharia 500 milhas.

No entanto, a empresa estipulou que as pessoas que participassem da promoção no primeiro mês, receberiam o dobro, ou seja, 1.000 milhas aéreas na compra de 10 produtos.

Foto de pudim de chocolate com chantilly

David, então, vasculhou os supermercados locais para ver qual produto oferecido tinha o melhor retorno potencial. Depois de bater perna, ele encontrou o que estava procurando: uma rede de supermercados de descontos estava vendendo potinhos de pudim de chocolate por 25 centavos cada. Isso significava que por míseros USD 2,50, ele poderia ganhar 1000 milhas aéreas.

Para concretizar o excelente retorno que poderia receber, David foi às lojas da rede em um dia e comprou todos os potinhos de pudim que eles tinham.

Agora, você provavelmente está pensando ‘um cara andando em várias lojas e pedindo para comprar todo o estoque de pudim existente, até mesmo os guardados no depósito, iria levantar suspeitas’, e se alguém percebesse o que ele estava fazendo e quisesse tentar também? David, aparentemente, tinha a mesma preocupação. Ao comprar os pudins, ele dizia às pessoas que  estava fazendo isso para estocar.

Quatro potes de pudim de chocolate

Ao todo, David gastou pouco mais de 3.000 dólares em pudim, o que pode parecer muito, até você perceber o valor total em dólares das milhas que ele estava para receber: era superior a USD 150.000. No entanto, antes disso, ele realmente tinha que enviar todos os códigos de barras.

De acordo com David , sua esposa criou bolhas de tanto arrancar centenas de códigos de barras. Seus filhos e colegas de trabalho enjoaram da enorme quantidade de pudim de chocolate que ele estava empurrando sobre eles. Além disso, David começou a duvidar que seriam capazes de retirar todos os códigos de barras a tempo de participar da parte em dobro da promoção.

Mas David tinha uma outra ideia: por que ele precisaria ter sua esposa e filhos sofrendo, quando ele poderia levar os outros a fazer o trabalho braçal para ele ?

David foi ao Exército da Salvação local com uma oferta. Se eles lhe dessem um monte de voluntários para arrancar todos os códigos de barras, ele doaria todos os pudins para eles. E aqui é a parte mais interessante, a considerável doação deixou David reivindicar pouco mais de 800 dólares em deduções fiscais no final do ano.

Homem fazendo doação para o Exército da Salvação

Mas os benefícios do esquema de David não terminaram aí. Depois de enviar os códigos de barras, ele agora tinha oficialmente um milhão de milhas em suas contas de ‘passageiro frequente’, o que deu a ele, automaticamente, o acesso vitalício para algo chamado “American Airlines AAdvantage Gold Club” – ele e sua família ganharam uma série de regalias relacionadas a voos incríveis para o resto de suas vidas.

Mas nós ainda não chegamos à melhor parte. David provavelmente nunca vai ficar sem milhas porque ainda está ganhando milhas cerca de cinco vezes mais rápido do que está gastando.

Apesar de viajar , muitas vezes, graças a vários programas de incentivo de passageiro frequente , ele continua de olho e explora promoções parecidas com a do pudim. Hoje, ele tem mais de 4 milhões de milhas em várias contas e já voou para mais de 20 países.

Vários códigos de barras

No final, para um custo de pouco mais de USD 3000 (ou menos, se você tirar a dedução de impostos), e alguns outros acordos semelhantes, David nunca mais vai ter que pagar por um vôo em sua vida. Gênio.”

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Na plateia do Late Show https://www.viajao.com.br/bkp/na-plateia-do-late-show/ https://www.viajao.com.br/bkp/na-plateia-do-late-show/#respond Wed, 29 May 2013 10:00:49 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9219 Já viu o Jô da TV americana? David Letterman, conhece? Ok, pra muitos o Jô é o Davi Letterman da

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Já viu o Jô da TV americana? David Letterman, conhece? Ok, pra muitos o Jô é o Davi Letterman da TV brasileira risos. A questão maior é que é possível você ver o programa do Letterman, da plateia, quando estiver passeando por Nova York.

Eu não te recomendo. Mas vou contar como foi a experiência que tive com mais dois amigos, os também herois Giu e Felippe.

Um dia, passeando pela cidade, demos de cara com o estúdio do Late Show, programa famosíssimo apresentado pelo David Letterman lá (e reexibido pelo GNT aqui no Brasil). E não tem como não reparar no local da gravação.

O painel de luz é tão grande e chamativo que sempre tem alguém batendo foto lá na frente. O programa é gravado num teatro e exibido pela CBS nos EUA. David Letterman é um show man e talvez, por isso, seja tão insuportável fazer parte da plateia dele.

Tudo começa com você chegando lá no teatro, pela manhã, onde o programa é gravado (normalmente à tarde). Você entra numa fila (sim, tem FILA pra tentar uma “vaga” na plateia de um dos dois programas que serão gravados no dia) e preenche uma ficha cadastral.

Nem lembro direito as perguntas dessa ficha, mas é nome completo seu e dos seus acompanhantes (até um, mas consegui colocar mais um), telefone de contato (tem que colocar algum) e POR QUE QUER PARTICIPAR DA PLATEIA DO PROGRAMA kkkkkkkkkk

(Ah, dá pra solicitar os ingressos pra plateia do Late Show nesse site também)

Aí escreva qualquer coisa, que é animado, que adoraria, e FALE QUE É DO BRASIL – pode ser o diferencial dentre tantos americanos que buscam um lugarzinho lá. Tem várias pessoas da produção, com aquela animação forçada, dando instruções e ajudando. Você entrega a ficha, espera uns minutos, e VAI PRA UMA ENTREVISTA risos

Nessa entrevista, uma simpática mulher entrevista você e seu(s) acompanhante(s), pergunta por que você quer participar, pede se você tem disponibilidade pras gravações daquele dia, pergunta pra qual telefone eles devem ligar pra avisar CASO VOCÊ SEJA ESCOLHIDO pra participar da plateia kkkkkkkkk

É tudo assim. Você se sente testado, com a HONRA de TALVEZ participar de uma das gravações. Estávamos despretensiosos, fomos como quem não quer nada mess. E não tínhamos um telefone de contato. Então combinamos que ligaríamos, dentro de uma hora, pra saber se fomos os ESCOLHIDOS PRA TAMANHA PARTICIPAÇÃO.

Direto da Central Station, que estávamos visitando, ligamos de um telefone público e o carinha confirmou, todo animado: “Tiago, vocês foram sorteados dentre vários! Estão com muita sorte hoje! VOCÊS VERÃO O LETTERMAN AO VIVOOOOO”. zZZzzzZZZz pra tanta animação, mas eles conseguem fazer você se sentir especial risos.

Você tem que voltar lá no horário indicado por eles, 15h, dar seu nome, levar um documento de identificação e eles te dão tipo um “ingresso”. Aí passam várias instruções no “hall”, separam por grupos, pedem muita animação UM MILHÃO DE VEZES, chega a irritar. E dão 30 minutos pra você fazer xixi e etc em algum bar da esquina, porque depois isso não será possível até o fim das gravações.

Na hora de entrar pro estúdio, eles voltam a organizar uma fila imensa. Nunca falam quais serão os convidados do programa que você tá prestes a assistir, mas pra nós falaram que era o programa que todo mundo gostaria de estar: o especial de Natal, o último gravado no ano antes das férias.

Pronto, pensamos que seria sensacional. E eles ficam repetindo que devemos estar animados, que o Letterman adora que a plateia ria, que ele tem que sentir que estamos animados e zzzZZZzzZZZZ. Eis que entramos no estúdio. Teatro bonito, estúdio legal, e os “animadores” que vão definindo onde devemos sentar. E toda aquela simpatia lá de fora, SOME quando entramos na plateia.

São rudes, não deixam a gente levantar por nada no mundo e, se você esboçar descumprir a regra, eles gritam. Chega a ser constrangedor.

Os animadores estimulam palmas, Letterman entra, conversa com o público, se apresenta, faz piadas, vai pra trás e a gravação finalmente começa. E só descobrimos os convidados na hora mess, quando o Letterman anuncia. Única presença interessante, se é que me entendem, foi a de Naomi Watts. Taí aí embaixo o vídeo dessa entrevista.

Resumindo: programa é chato de se ver ao vivo e a plateia só serve pra rir no fundo mess, não tem participação alguma. São umas duas horas de gravação. Vale a experiência de ter ido ao David Letterman. Mas não recomendo risos.

Nem foto pode bater no estúdio. Mas bati uma escondida com o celular no fim risos.

Talvez seja mais JOGO aproveitar essas duas horas caminhando por Nova York. Pelo menos você não precisará fingir animação. Ela virá automaticamente.

 

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