acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Sabe quando aquela lágrima quente e salgada começa a escorregar pela sua bochecha e é absorvida por seus lábios, ávidos
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]]>Sabe quando aquela lágrima quente e salgada começa a escorregar pela sua bochecha e é absorvida por seus lábios, ávidos por novidades? Sim, sou PATRÍCIO (Patrício = Patrícia = Patrícia Poeta = POETA). Ok, não sou original, porque já usei esse ARTIFÍCIO anteriormente.
Falo do choro, porque o mais difícil duma viagem é se despedir daquela cidade que a gente curtiu muito. Sou make apegado a cidades que eu elejo pra mim. Por exemplo, se gosto dimáxdaconta, elenco as cidades preferidas sob a seguinte LISTA: “Moraria frouxo”. Quem nunca?
E Nova York é uma dessas que estão na minha lista de “Moraria frouxo”. Ok, passei apenas oito dias lá, o que é bem diferente de morar e zzZZZZZzzzZZZZzz. Mas já deu pra ver que a SINERGIA de NYC é espetacular e ORNOU com minha pessoa mess.
A última noite por lá pedia algo bem animado e, talvez, inesquecível. Sim, fomos num bar bem aleatório na região da Broadway. O Smith’s Bar fica na 8th Avenue, na região da Broadway mess. Ali no FERVO. Mas é um bar que nem chama muita atenção. Chama apenas bêbados risos
Ah, muleque, você não tenS noção! Essas são as melhores baladas. Quando você menos espera, lá tá ela fazendo você esquecer do mundo. Assim foi no Smith’s.
O lugar é make um pub, com um palquinho pra banda. Foi exatamente ali, perto do palco, que sentamos.
Pedimos umas cervas diferentes, uns petiscos, e quando vimos, estávamos NO MEIO DA PISTA fazendo a “dança do pêndulo” (um dia mostro procês) e batendo fotos com a Cameron Diaz.
Bom, foi a própria sósia da Cameron quem pediu pra bater fotos conosco, pois fazíamos um sucesso TREMENDO risos. Entornávamos umas beras e elas traziam, em cada pedaço de LÚPULO, o TALENTO DA DANÇA pros nossos corpos. Tiro e queda. E a banda era boa demais!
Ah! E uma das frases mais inesquecíveis que já ouvi na vida foi: “Brazil is in da house tonight”. Foi o vocalista da banda quem soltou essa pérola no microfone, entre uma música e outra.
E não, não tínhamos dito que éramos do Brasil. Serássi ele percebeu pelo SOTAQUE que a nossa dança tem? risos.
De certeza: encerramos nossa estada em Nova York em grande estilo. Uma pena que o lugar fechou cedo, por volta de duas da matina. Mas como tínhamos chegado ainda mais cedo mess, valeu a pena.
Comida boa, banda boa (tocando ao vivo mess e que eu não consigo lembrar o nome), cerveja boa e diversão garantida.
Só não bebemos mais lá, porque no outro dia acordamos cedo pra ir pra Los Angeles. Opa, quer dizer. Meus parceiros até que beberam além da conta risos. Mas não sou de entregar as pessoa, né? Se eles quiserem, que falem que beberam até gorfar ali nos comentários mess.

Meeee! E tem mais essa. Quase no encerramento, quando tarram fechando o bar, os caras da banda ainda vieram papear conosco (sim, o fiasco foi tanto que eles queriam saber quem éramos). Falamos que éramos brasileiros e que era nossa última noite em NYC.
O guitarrista, se não me engano, já tinha namorado uma brasileira. Senti um alívio! “Ele entendeu! Ele entendeu o porquê de tanto mico”. Pensei isso como quem não queria nada e fui saindo com meus amigos. Sim, Nova York nos marcou! Mas sem querer ser convencido, nós também marcamos Nova York. Nem que seja só aquele pedacinho ali, na 8th Avenue, no Smith’s Bar.
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Já viu o Jô da TV americana? David Letterman, conhece? Ok, pra muitos o Jô é o Davi Letterman da
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]]>Já viu o Jô da TV americana? David Letterman, conhece? Ok, pra muitos o Jô é o Davi Letterman da TV brasileira risos. A questão maior é que é possível você ver o programa do Letterman, da plateia, quando estiver passeando por Nova York.
Eu não te recomendo. Mas vou contar como foi a experiência que tive com mais dois amigos, os também herois Giu e Felippe.
Um dia, passeando pela cidade, demos de cara com o estúdio do Late Show, programa famosíssimo apresentado pelo David Letterman lá (e reexibido pelo GNT aqui no Brasil). E não tem como não reparar no local da gravação.
O painel de luz é tão grande e chamativo que sempre tem alguém batendo foto lá na frente. O programa é gravado num teatro e exibido pela CBS nos EUA. David Letterman é um show man e talvez, por isso, seja tão insuportável fazer parte da plateia dele.
Tudo começa com você chegando lá no teatro, pela manhã, onde o programa é gravado (normalmente à tarde). Você entra numa fila (sim, tem FILA pra tentar uma “vaga” na plateia de um dos dois programas que serão gravados no dia) e preenche uma ficha cadastral.
Nem lembro direito as perguntas dessa ficha, mas é nome completo seu e dos seus acompanhantes (até um, mas consegui colocar mais um), telefone de contato (tem que colocar algum) e POR QUE QUER PARTICIPAR DA PLATEIA DO PROGRAMA kkkkkkkkkk
(Ah, dá pra solicitar os ingressos pra plateia do Late Show nesse site também)
Aí escreva qualquer coisa, que é animado, que adoraria, e FALE QUE É DO BRASIL – pode ser o diferencial dentre tantos americanos que buscam um lugarzinho lá. Tem várias pessoas da produção, com aquela animação forçada, dando instruções e ajudando. Você entrega a ficha, espera uns minutos, e VAI PRA UMA ENTREVISTA risos
Nessa entrevista, uma simpática mulher entrevista você e seu(s) acompanhante(s), pergunta por que você quer participar, pede se você tem disponibilidade pras gravações daquele dia, pergunta pra qual telefone eles devem ligar pra avisar CASO VOCÊ SEJA ESCOLHIDO pra participar da plateia kkkkkkkkk
É tudo assim. Você se sente testado, com a HONRA de TALVEZ participar de uma das gravações. Estávamos despretensiosos, fomos como quem não quer nada mess. E não tínhamos um telefone de contato. Então combinamos que ligaríamos, dentro de uma hora, pra saber se fomos os ESCOLHIDOS PRA TAMANHA PARTICIPAÇÃO.
Direto da Central Station, que estávamos visitando, ligamos de um telefone público e o carinha confirmou, todo animado: “Tiago, vocês foram sorteados dentre vários! Estão com muita sorte hoje! VOCÊS VERÃO O LETTERMAN AO VIVOOOOO”. zZZzzzZZZz pra tanta animação, mas eles conseguem fazer você se sentir especial risos.
Você tem que voltar lá no horário indicado por eles, 15h, dar seu nome, levar um documento de identificação e eles te dão tipo um “ingresso”. Aí passam várias instruções no “hall”, separam por grupos, pedem muita animação UM MILHÃO DE VEZES, chega a irritar. E dão 30 minutos pra você fazer xixi e etc em algum bar da esquina, porque depois isso não será possível até o fim das gravações.
Na hora de entrar pro estúdio, eles voltam a organizar uma fila imensa. Nunca falam quais serão os convidados do programa que você tá prestes a assistir, mas pra nós falaram que era o programa que todo mundo gostaria de estar: o especial de Natal, o último gravado no ano antes das férias.
Pronto, pensamos que seria sensacional. E eles ficam repetindo que devemos estar animados, que o Letterman adora que a plateia ria, que ele tem que sentir que estamos animados e zzzZZZzzZZZZ. Eis que entramos no estúdio. Teatro bonito, estúdio legal, e os “animadores” que vão definindo onde devemos sentar. E toda aquela simpatia lá de fora, SOME quando entramos na plateia.
São rudes, não deixam a gente levantar por nada no mundo e, se você esboçar descumprir a regra, eles gritam. Chega a ser constrangedor.
Os animadores estimulam palmas, Letterman entra, conversa com o público, se apresenta, faz piadas, vai pra trás e a gravação finalmente começa. E só descobrimos os convidados na hora mess, quando o Letterman anuncia. Única presença interessante, se é que me entendem, foi a de Naomi Watts. Taí aí embaixo o vídeo dessa entrevista.
Resumindo: programa é chato de se ver ao vivo e a plateia só serve pra rir no fundo mess, não tem participação alguma. São umas duas horas de gravação. Vale a experiência de ter ido ao David Letterman. Mas não recomendo risos.
Nem foto pode bater no estúdio. Mas bati uma escondida com o celular no fim risos.
Talvez seja mais JOGO aproveitar essas duas horas caminhando por Nova York. Pelo menos você não precisará fingir animação. Ela virá automaticamente.
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Pensa numa garçonete te servindo e, minutos depois, com o microfone na mão, dando um show, cantando pro restaurante todo. Sim,
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]]>Pensa numa garçonete te servindo e, minutos depois, com o microfone na mão, dando um show, cantando pro restaurante todo.
Sim, pode parecer estranho, mas você tá num bar/restaurante bem na área mais quente de Nova York. O lugar se chama Ellens Stardust Diner.
Achamos esse bar por acaso. Andando na rua, como quem não quer nada, vimos que ele tinha algo de diferente. E uma plaquinha, do lado de fora, anunciava que ali os garçons davam um show. Que tudo era meio off-broadway.
É mais ou menos assim: os atores/cantores que não são aprovados nos testes dos musicais da Broadway, matam o tempo, entre um teste e outro, fazendo um bico como atendentes desse bar/restaurante. E, ali, eles podem “soltar a voz” pra sentir o termômetro do público risos.
A decoração do lugar é meio “Restart”, bem colorida e over. Mas é divertido. São dois andares, você come e bebe, os pratos são estilo americano mess, com frituras, hambúrgueres e etc., e o som ambiente são os próprios garçons cantando (e cantam bem!).
Eles vão lá no meião do restaurante, tem tipo um balcão que eles sobem pra ficarem mais altos que as mesas, e cantam uma música.
Cada um canta uma, vão se revezando (às vezes em duplas ou trios). Como se fosse um karaokê, mas só entre o staff da casa risos. E cantam e passeiam pelas mesas e fazem caras e bocas e passam vergonha e a clientela finge que curte kkkkkkkk
É diferente. Se torna divertido, no fim das contas. E você make se apega ao garçom que atende à sua mesa, make torce pra que ele cante melhor que os outros garçons, make vira uma guerra de torcidas, make dá briga e todo mundo quebra cadeiras uns nas costas dos outros, make vale a pena se você quer fingir que viu um “musical” (entre aspas mess) sem ir aos caros musicais da Broadway.
É despretensioso. Mas em que lugar você terá a chance de ir num bar com os garçons fazendo shows, entre um prato e outro servidos? Por isso, já vale a visita bizarra. Talvez seja a gorjeta (tip) mais justa que você vai pagar num restaurante em Nova York, viu?
Vai que o piá/guria que te serviu ali, brilhe como protagonista de um musical de sucesso no ano que vem? Nunca se sabe.
Aliás, dá uma olhada nos garçons-cantores aqui. Eles têm até uma seção de destaque no site do restaurante. Make de artistas mess
Ah! Só cuida com o bolo de chocolate de sobremesa. Ruim e pegajoso. Masque o Bubbaloo de BRIGADEIRO que eu acho que é mais honesto.
Endereço do Ellens Stardust: 1650 Broadway New York, NY 10019
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Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal. A exposição chamada Lunch Hour vai até 17/02, em Nova York.
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]]>Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal… Maldade falar assim em Nova York, logo a megalópole mais bem servida de restaurantes de todas as cozinhas mundiais e opções gastronômicas sem fim… Mas foi justamente lá que encontrei uma exposição que conta direitinho sobre os hábitos alimentares duvidosos dos americanos, a exposição chamada Lunch Hour ainda está rolando por lá, até 17 de Fevereiro, na Biblioteca Pública. Uma fast-food passada pela linha do tempo e tudo vai fazer sentido agora:
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Pra quem curte gastar, tenho certeza que é praticamente um PONTO TURÍSTICO numa viagem aos Estados Unidos. Fazer compras nos
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]]>Pra quem curte gastar, tenho certeza que é praticamente um PONTO TURÍSTICO numa viagem aos Estados Unidos. Fazer compras nos outlets de Nova York, quem nunca? risos
Tudo bem que sempre me indicavam o famoso Woodbury, com várias lojas e marcas legais com preços sensacionais (sou muito criador de slogans).
Mas resolvi ser do contra ouvir a opinião de quem vai muito pra lá fazer compras e experimentar outro outlet por lá, chamado Jersey Gardens.
Diferentemente do Woodbury, o Jersey Gardens é um ambiente fechado para fazer compras. Aqui no Brasil, eu ACHO que chamam de SHOPPING. É que fui alfabetizado em inglês, me desculpem risos.
Esse shopping é uma boa opção pra quando está chovendo (foi o caso do dia em que fomos fazer compras). Tem várias lojas e marcas legais, com preços bem convidativos.
Ambos os outlets (falei bonito) ficam em Nova Jersey, estado bem colado em Nova York! Se você estiver em Manhattan, é muito fácil de chegar até esses shoppings. Dá pra alugar um carro e ir até lá, demora no máximo trinta minutos. A vantagem é que você terá o porta-malas todo pra você guardar sua infinidade de compras.
Outra boa opção é ir de ônibus. Fiz isso e foi MUITO fácil e barato. Pra pegar o ônibus e ir até o shopping Jersey Gardens, fomos até a Port Authority – terminal que fica bem em frente ao New York Times, na 8a Avenida. Lá você vai comprar um bilhete que custa uns USD 6,00, no máximo. E vai procurar pelo ônibus 111 ou 115.
Pode perguntar pra qualquer funcionário. Pode até falar: “quero ir ao Jersey Gardens”, já que esses ônibus são “famosos” por lá e levam os compradores compulsivos exclusivamente pra esse shopping.
Pegamos uma fila pra embarcar e, dependendo do dia, o ônibus sai de 15 em 15 minutos, meia em meia hora… e por aí vai. Lembrando que os lugares sentados lotam e o motorista continua mandando a galera entrar. Sim, tem gente que vai EM PÉ. Foi o nosso caso risos.
A viagem demorou vinte minutos. Fomos bem cedo e 10h30 da manhã de um domingo já estávamos dentro do shopping, que por sinal estava vazio.
Pronto, aí é só se divertir. São lojas de roupas, calçados, brinquedos, eletrônicos, perfumes, de muitas marcas que aqui no Brasil custam o olho da face e lá saem por um preço bem em conta. Confesso que esperava preços até menores, mas comprei bastante mess. Dá pra renovar o guarda-roupa.
Ah, talvez seja uma boa também você comprar uma mala nesse shopping e encher com as compras. As malas são baratas e os brasileiros adoram fazer isso por lá e ficar passeando puxando as malas de rodinhas risos.
Pra ajudar a carregar as inúmeras sacolas, você pode alugar um carrinho, tipo aqueles de aeroporto. Custa USD 6,00, vale a pena. Se você devolver no lugar certo, ainda recebe USD 1,00 de volta.
Lembro que o shopping foi enchendo de gente assim que passou da hora do almoço. Por isso vale a pena ir bem cedo, você terá algumas horinhas de sossego antes de virar um caos de gente andando pra lá e pra cá e esbarrando em você com sacolas.
Uma dica: se você estiver indo a Nova York com o espírito de fazer muitas compras, leve a mala aqui do Brasil VAZIA! Pode acreditar. Leve umas três MUDAS de roupa, no MÁXIMO! E use seu primeiro dia em New York pra fazer essas compras no Jersey Gardens ou no Woodbury. Não irá se arrepender e já poderá usar as roupas novas no restante da viagem. Otimiza espaço.
Lembrando que pra voltar de ônibus, após as compras, você terá que se espremer. Dezenas de pessoas voltarão na mesma situação que você dentro do busão, mas terá valido a pena!
Fila pra pegar o ônibus de volta pra Nova York
Boas compras, viajão! Só não vá estourar o limite do cartão. Te garanto que isso é bem possível por lá 
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Pois é, minha gente, o mundo não acabou! Estamos todos aqui. E já é 2013!!! Feliz 2013 a todos vocês,
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]]>Pois é, minha gente, o mundo não acabou! Estamos todos aqui. E já é 2013!!! Feliz 2013 a todos vocês, viajões.
E como 2013 está passando rápido! Já é dia 4 risos. Perceberam que esses papos são sempre os mesmos, todos os anos e zzZzzZzzZZ? Perceberam que às sextas-feiras costumamos ter sempre a mesma coisa aqui, pulos e zzZZzzZZZ… OH WAIT! Pulos são legais!!!
E mesmo que a Sandy esteja nos ignorando, que as férias estejam acabando, que o trabalho esteja voltando (rima é meu forte), a gente ainda tem fôlego pra manter a hashtag #pulaSandy em evidência!!!
Confesso que lembrei do Vamos Pular? várias vezes na minha viagem aos EUA. E bati algumas fotos que dividirei ao longo das sextas-feiras risos. Ah, e pra aparecer aqui, é só você mandar sua foto pulando em qualquer lugar pro souviajao@gmail.com
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Hoje começamos o ano pra valer com a foto enviada pelo concorrente parceiro do blog Se pluga no mundo, o Cidilan.
Ele tá pulando na Praça das Armas, em Cusco, no Peru. Olha, Cidilan, como aqui somos a favor do desarmamento, nota 6,73 pelo seu pulo. Não queremos incentivar a violência risos. Valeu pela foto pulando no Peru!!! risadas
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A próxima foto foi mandada pelo irmã da viajona que aparece pulando. Mileine enviou o salto alto risos da Estela Cristina Denk (está à direita).
A Estela tá morando em Dublin e foi dar um PULINHO (tuntuntssss) na Guinness Storehouse com a amiga Gi Almeida (que, juro, aparece à esquerda).
Olha, Gi e Estela, desculpem, mas nota 7,48. É que somos um blog que não incentiva a combinação “beber e pular”. Então, se vocês foram até a Guinness Storehouse, não queiram nos enganar. Vocês beberam e pularam, isso é um perigo risos. Belo pulo! Cadê o teste do bafômetro pra essas meninas?
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A Gabriele e o Guilber foram até as dunas de Genipabu, em Natal (um feliz, a todos vocês). Lá estavam eles, curtindo a praia, a areia NATALINA risos quando resolveram dar aquela descolada do chão, sabe?
Pois, então. O momento foi registrado. Nota 8,52 pra vocês Gabriele. Uma boa nota, concorda? Mas foi só pela dificuldade de pular na areia e pela dobrada de pernas que você deu. Avisa o Guilber que ele não se decidiu entre pular e levitar, uma outra arte BARROCA das fotos enviadas ao #pulaSandy risos.
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Em Nova York, quando eu vi a Estátua da Liberdade lá no fundão, lembrei do #pulaSandy. Tudo bem, parece que to chutando o cartão postal mais famoso de NYC.
Mas não foi a intenção. Acho que mereço nota 9,98, porque dá pra ver de leve o fio quase invisível que tá me fazendo flutuar, me puxando pelo capuz do casaco, néam? Risos
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Essa outra batemos num bairro tranquilaço, que fica longe e perto da muvuca de Nova York ao mesmo tempo. Um dia postarei sobre esse lugar, aguarde.
A foto é na frente da Queensboro Bridge #ficadica risos. Nela estamos Giu e eu pulando como super-heróis pra salvar NYC do crime. Nota 9,53 pela força de vontade e luta contra o crime risadas.
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Bom, deu de pular a cerca por hoje. Se você quiser aparecer por aqui e receber uma boa nota é só mandar a foto pulando pra souviajao@gmail.com
Será um prazer rir ver seu pulo! Um forte abrass e bom fds!
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Aloha! Agora que já estamos na ladeira pro fim do mundo, com dois anos nas costas (nas costas é o
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]]>Aloha! Agora que já estamos na ladeira pro fim do mundo, com dois anos nas costas (nas costas é o c**%^^$%, meu nome é Zé Pequeno, porra!), voltamos à programação normal. Quer dizer, voltamos àquela programação que sempre nos dá um friozin gostosin na barriga: a de como planejar uma viagem.
Minha ida aos EUA está cada vez mais próxima. Embarco dia 15/12. Confesso que ainda não estruturei os roteiros pelas cidades que passarei: Nova York, Los Angeles e Las Vegas. Mas já mostrei os preparativos aqui e como reservei as hospedagens aqui. Dá, sim, pra encontrar hotéis confortáveis e baratos em Nova York, Los Angeles e Las Vegas. Basta saber pesquisar!
Depois de garantir minhas camas pra REPOUSAR, fui atrás de opções culturais. Queria assistir a shows durante minha passagem pelos Estados Unidos. A primeira coisa foi escolher um musical, na Broadway. E eis que decidimos pelo mais perigoso, mais caro, mais “acidentável”, mais aventureiro, mais chato, mais polêmico: Homem-Aranha!
Compramos no site do espetáculo mesmo. Um bom lugar (não tão na frente) custou USD 169,50 por pessoa + USD 8,50 de taxa de conveniência.
Parte musical da Broadway já eliminada, lembrei que queria ver um tal de Fuerza Bruta. Um espetáculo diferente, louco, que você participa da ação o tempo todo. Ingressos comprados também. Um dia faço um post dizendo o que achei. Mas se liga na ideia:
Eu curto cinema demais. Como iremos a Los Angeles, pensei que pudesse ser legal visitar um grande estúdio. Meio que chorei ao saber que isso é possível! Pesquisei e encontrei os tours pela Warner Bros. Comprei aqui por USD 49,50 cada ingresso para uma visita guiada que dura 2h.
Pelo que vi, é possível bater fotos em alguns cenários, ver onde foram gravados alguns filmes clássicos como Harry Potter, Cicciolina e sua paixão infernal, Batman e companhia.
Ah! E tem um outro tipo de visita. A que dá pra assistir às gravações de seriados, como Two and a half men e Big bang theory, DE GRAÇA! Essas reservas para ver os seriados são feitas aqui. No site, só abrem o cronograma de gravações com no máximo um mês pra frente. E o problema é que essas gravações param no fim do ano, porque eles entram em férias a partir de 21/12, e chegaremos em LA no dia 23. Então, os seriados terão que ficar pra uma outra vez 
Aí, faltava aquele show de música, sabe? De uma banda preferida, ou algo assim, tipo THE KILLERS. E como me considero sortudo, resolvi pesquisar por onde os Killers estarão no período que visitarei os EUA. E adivinhe? Nossas AGENDAS bateram em LAS VEGAS risos.
Eles até entraram no clima do Vamos Pular? risos
Os ingressos para ver The Killers tocando, bem na terra onde surgiram, já estão comprados. Empolgação à vista pro show no dia 28 de dezembro – se o mundo existir até lá! Putz, será que fiz besteira ao comprar coisas pra depois do dia 21?
É isso, essa parte da viagem tá definida. Fome de cultura e diversão, ninguém vai sentir. Ass.: Mahatma Gandhi.
Agora falta criar o roteiro. Isso farei de saco cheio com calma. Como bom brasileiro, to deixando alguma coisa pra última hora também, né? 
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Mais um bairro cheio de identidade própria que merece uma visita na querida Big Apple. O Village é charmoso, tranquilo e, ao mesmo tempo bem frequentado.
]]>Mais um bairro cheio de identidade própria que merece uma segunda visita a querida Big Apple. O Village, além de ser muito charmoso, tranquilo e ao mesmo tempo bem frequentado, é mais um daqueles bairros que faz pensar “Eu moraria aqui!”
Não bastasse isso tudo, ainda abriga duas paixões minhas: Friends e Pedro Andrade! HAHA
Sem querer ser stalker, mas já stalkeando, devo confessar que o ponto alto do dia foi passear pela rua onde o apresentador mora e seguir passo a passo – não ele – mas suas dicas, de lojas, restaurantes e até sorveteria. Infelizmente meu plano continuou na esfera platônica e o máximo que encontrei de Pedro Andrade foram alguns sujeitos do mesmo nível de contemplação! RISOS
Mas, falando sério agora, nada melhor do que dicas de um habitante local, e mais! do habitante local que vive de dar boas dicas de sua cidade preferida na TV! Ahh, se eu tivesse tempo, $$$ e 37 refeições por dia, teria anotado e cumprido TODAS a risca! Mas como dizem, nem morando uma vida inteira em Nova York e fazendo todas as refeições fora de casa, um ser humano seria capaz de conhecer todos os estabelecimentos!
Bom, as dicas que peguei do Pedro eram todas ao redor da sua casa, na sua rua, só faltou ele contar o número e o ap, poxa! Mas a Carmine St. era mesmo uma graça e as dicas de restaurante foram o Mark Table e a sorveteria Grom. Troquei a Cold Stone pela Grom (porque coldstone sem fila não tem graça) quando vi que os sorvetes eram orgânicos, artesanais e utilizavam uma cadeia justa produção e comércio. Alias, num post futuro falarei dos hábitos alimentícios dos americanos e coisas como essa vão aparecer dentro das felizes excessões das excessões!
Mas antes disso…
Comecei pela famosa Bleeker St. que é um charme só, a começar pelas boutiques e – se você, como eu e qualquer brasileiro classe C tem medo delas, deixe para entrar apenas na Book Marc – livraria hype de Marc Jacobs e leve nem que seja um lápis da marca por US$2. Logo em frente uma filial da famosa Magnolia Bakery, com direito a apreciar a decoração dos cupcakes na vitrine (garotos: Zzzz).
Um pequeno desvio pela Grove St; esquina com Bedford St. e… você reconhece este prédio?
“I’ll be there for you” Clap, clap, clap, clap! Isso mesmo, os 6 amigos mais nova-iorquinos dos anos 90!
Essa arquitetura, que é a cara do Village, é conhecida como Brownstones – esses predinhos de tijolinho a vista marrom (CÊjura?) com escadas “de emergência” suspensas e uma entrada acolhedora em que os casais de filme sempre dão o primeiro beijo. O estilo brownstone é também a cara de Sex and the City e o ap de Carrie. A verdade é que seria uma delícia mesmo morar ali, ou mesmo se hospedar! entre ruas arborizadas, cheias de floreiras, muito agradáveis de dia e muito agito a noite.
Bom, voltando ao tour, aí sim, Carmine St. e a sequência que pode acontecer pela NYU, aos pés da Washington Square (aquela que está no começo – ou fim? – da 5th Av com um pequeno Arco do Triunfo).
Passe pela 6th Av. e vá descendo pela Boadway para estender o passeio até o Soho, mas aí é outra história…
Bom, os bairros de Nova York e suas histórias merecem não só outro post, como ensaios e ensaios explicando as sub-culturas, redutos alternativos e movimentos de vanguarda que emergem e migram ao longo dos anos… Sem contar um estudo sofre as máfias dominantes em cada região. Mas o que vale dizer é que o antigo bairro industrial, que foi sinônimo de moradia barata até os anos 60 , quando passou a receber atistas, vanguardas e a famosa geração beat, hoje está mais pra quem mora bem! Charme e aconchego definem. Assim como Soho nos anos 80, Williansburg hoje e o antigo “distrito dos frigoríficos, ou “distrito da carne empacotada” também aclamado recentemente, o Village é mais um exemplo de bairro ex-vanguarda, ou pra quem preferir ex-hipster, alias o hipter mais hipster, pois ja era hipster antes do contemporâneo hipster HAHAHA.
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Williansburg é o bairro do momento, cultura jovem, descolada, ilustres desconhecidos, artistas e intelectuais, um prato cheio!
O post Williansburg – ou o burguer do Willian apareceu primeiro em Viajão.
]]>O post Williansburg – ou o burguer do Willian apareceu primeiro em Viajão.
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Enquanto as férias não vêm, vocês ficam com a dica desse belo passeio a ser feito na Big Apple: a Circle Line, com uma bela vista de Manhatthan.
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]]>Deve ter sido muito love no dia dos namorados pra esses viajões demorarem tanto pra colocar um post novo, né messss??? Ou não, na verdade os viajões andam trabalhando demais, pra poder “dar férias para os seus pés” com mais tranquilidade depois.
Mas chega uma hora que a labuta é demais e a gente deixa até de pular nas sextas-feiras, emenda um sábado e assim por diante… até que chega aquela hora em que a gente desafroxa a gravata, abre as janela du sirviço e grita: FREEEEEEEEEEEEEEDOM!!!!!
Foi nesse clima que lembrei dessa bela dama de Nova York, e em pouco tempo descolei milhas o suficiente para marcar a próxima visita! Enquanto as férias não vêm, vocês ficam com a dica desse belo passeio a ser feito na Big Apple.
A Circle Line sai do Pier 83. Existe um tour que desce na estátua, e aí você precisa de algumas horas de fila para visitar a parte interna. Eu preferi fazer um que contorna toda a parte sul da ilha de Manhattan, o SEMI-CIRCLE CRUISE. O FULL ISLAND CRUISE contorna a ilha toda e leva 3h.
Pra ser sincera, 2 horas é o tempo ideal pra passear sem cansar. Custa US$34, mas vale a pena comprar aquele City Pass por cerca de US$89 e tem direito a 6 atrações, e o melhor, já sai com isso comprado daqui!
Aí é só embarcar e curtir o ventinho do passeio e o espetáculo em cinzas, azuis e verdes espelhados que compõem a selva de pedra mais eletrizante que as minhas vistas já conheceram!!!
Além de, é claro, ver passar a Ponte do Brooklyn e a própria Estátua da Liberdade.
Não vejo a hora de voltar! Hasta la vista, babe!
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