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Eu não sei bem explicar o motivo, mas eu adoro Buenos Aires. A principal dica sobre a cidade é: visite os pontos turísticos mais famosos. Mas como nós gostamos de construir memórias, eis algumas experiências para se viver na capital argentina.
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]]>Eu não sei bem explicar o motivo, mas eu adoro Buenos Aires. Talvez seja porque foi o primeiro destino para onde viajei sozinha. Talvez porque a cidade é charmosa mesmo. Só sei que vale a visita (ou, pelo menos, a escala no caminho para a Patagônia). A principal dica sobre a cidade é: visite os pontos turísticos mais famosos. Mas como nós gostamos de construir memórias, eis algumas experiências para se viver na capital argentina:

Talvez não precise tomar o café. Mas como fica no antigo palco do teatro que hoje é uma das livrarias mais lindas que já vi, vale a visita. A livraria é a El Ateneo Grand Splendid, da Avenida Santa Fé, e fica a um quilômetro, mais ou menos, do Cemitério da Recoleta.

A visita ao Cemitério da Recoleta não só é uma experiência divertidíssima por causa das excursões de turistas de navios, mas é também uma ida a um museu (macabro) a céu aberto. Juro que parece um parque. Mais de 90 esculturas são consideradas monumentos históricos. O melhor é que, na pracinha em frente ao cemitério, tem feirinha de artesanato. E do outro lado da pracinha, tem barzinhos bons e várias opções de comida.
Brincadeiras à parte, a área central desse shopping center é bem bonita. E se você for no fim do ano, tem uma árvore de Natal bastante charmosa (há alguns anos, costuma ser temática de Carolina Herrera). Além disso, é sempre bom saber onde tem uma praça de alimentação (e um banheiro limpinho) na Calle Florida, que é uma atração turística, porém é um calçadão de centro.
Você provavelmente vai fazer isso no parque no entorno da Floralis Genérica. Mas o que eu mais gosto em Buenos Aires é que praticamente toda rua é uma alameda, com árvores quase de ponta a ponta. Então sempre gosto de aproveitar para tomar um sorvete numa praça, ou pegar um suco e comer debaixo das árvores. E como tem muita praça pelo caminho, são muitas opções para pausas. Gosto muito da Plaza General San Martin. E me perdendo caminhando pela cidade na minha primeira visita, descobri a praça abaixo (que, aliás, aparece no filme Medianeiras!).

Ok. Essa dica é meio ruim. Mas foi o que aconteceu todas as vezes que estive em Buenos Aires. Como é uma cidade com várias regiões planas, tipo entre a Recoleta e Palermo, ou entre a Recoleta e o Centro, pensei: “pra que metrô? Vou andando”. Uns 10 quilômetros de sapatilhas depois, eu decidi nunca mais viajar sem um tênis. Nesses bairros, é bastante tranquilo andar a pé, então dá para encontrar um café, ou uma unidade do Havana, ou uma sorveteria. Caminhe em Puerto Madero de um lado ao outro (os restaurantes de lá são mais caros!), caminhe em San Telmo de um lado ao outro (desviando das barraquinhas), caminhe muito!

Eu só peguei táxi na rua em Buenos Aires uma vez, no desespero, porque era 1º de janeiro e eu precisava chegar logo ao aeroporto. O problema é que a fama negativa deles nunca vai embora. E como viajar sozinha tem suas particularidades, eu optei pelo transfer do Tienda León. Comprei na hora, no balcão do aeroporto, e aí já reservei a volta também, para um horário cedo. Ele vai até um “terminal” da companhia e depois você troca para um táxi (incluso) até seu hostel. Ou você pode pedir para o seu hotel reservar um táxi para você.
Sério. O doce de leite deles é muito gostoso e provavelmente vai ter no seu café da manhã, para comer junto com uma medialuna, que é um croissant sem recheio e bem macio. Tostadas, em geral, são um misto frio (fica a dica) bem quebra-galho para a hora da fome. Ao invés de um pão de queijo, a empanada é um lanche rápido que vale por uma refeição. Vale estudar também o “almoço executivo” que é oferecido em vários restaurantes. Prato principal, sobremesa e uma taça de vinho por um valor fixo. Por que não?
Ah, o Caminito… como não amar as cores e os sons? Cuidado com batedores de carteira, porque é muito cheio. Tem restaurantes gostosos por ali também. Eu honestamente adorei visitar o La Bombonera. O passeio de museu + visita ao estádio custa uns 42 reais e você chega bem pertinho do gramado. Esse é um daqueles pontos de Buenos Aires onde é super ok caminhar pelo Caminito e super ok pegar a rua até a Bombonera, e super ok ir embora da Bombonera até o metrô. Mas não é muito bom de perambular. Então pergunte no hostel qual ônibus pegar para se perder menos. Eu peguei ônibus e metrô de boa por Buenos Aires, aliás.

Quanto ao dinheiro, o peso argentino está bem desvalorizado, e, assim como no Chile, compensa levar reais e trocar lá. Pode ser no aeroporto mesmo, no Banco La Nación, que a conversão costuma valer a pena. Achei mais difícil encontrar casas de câmbio boas e abertas em outras regiões da cidade.
Como eu já fui quatro vezes (!), confesso que a maior parte das coisas bem turísticas eu fiz há alguns anos. No começo de 2018, eu só comi doce de leite e bebi vinho. E em 2017, fui caminhar pelo Puerto Madero e fazer comprinhas na Calle Florida. Mas eu amo Buenos Aires. Voltaria mais e mais vezes, se pudesse. Quem vem comigo?
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A Patagônia é uma região cheia de encantos. E o Parque Nacional Los Glaciares, no sul da Argentina, é um dos destinos mais procurados. Como se a paisagem das geleiras já não fosse deslumbrante, ainda é possível caminhar no Perito Moreno.
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]]>A Patagônia é uma região cheia de encantos. E o Parque Nacional Los Glaciares, no sul da Argentina, é um dos destinos mais procurados. Como se a paisagem das geleiras já não fosse deslumbrante, ainda é possível caminhar no Perito Moreno – e esquecer que a gente saiu da Era do Gelo por algumas horas. Na minha primeira aventura no gelo, eu fiz o mini trekking – e é um passeio que eu repetiria fácil!

O acesso ao Perito Moreno é pelo Parque Nacional Los Glaciares, que fica a cerca de 80 km da cidade de El Calafate. Dá para ir até o parque de ônibus, táxi ou “por meio próprios” (tem alguns bolsões de estacionamento). Mas se você reservar algum dos passeios, pode adicionar o transfer. Aí, te buscam no hotel e te levam de volta depois do tour. O parque fica aberto o ano inteiro e os horários estão no site oficial, mas as datas do trekking variam. O mini trekking não acontece nos meses de inverno (junho-julho). Já o Big Ice só tem saídas entre setembro e abril. Várias empresas de turismo fazem passeios até o parque e oferecem a reserva do trekking, que é realizado pela concessionária Hielo y Aventura (eu reservei direto com eles).
A van me buscou no hostel bem cedo. Depois de passar em outros hotéis, seguiu pela paisagem da Patagônia até chegar ao Los Glaciares. A entrada no parque custa $ 600 pesos argentinos, independente de como você chegue até lá – e não está incluída no valor do trekking. Um guarda do parque entra no ônibus seja da excursão, seja da rodoviária, para recolher a tarifa (tem que ser em dinheiro!) e entregar o ingresso. E também uma sacolinha de lixo, porque não tem lixeiras pelas trilhas. A ideia é que todo o lixo gerado lá seja levado de volta para a cidade, para ser jogado no lugar correto.

A primeira parada é no acesso às passarelas de observação. São pouco mais de 2 km de passarelas, mas nesse momento, só dá tempo de ir ao mirante central – e já dá para se impressionar com a geleira. O Perito Moreno tem 5 km de largura no ponto que dá para ver da passarela. São 50 metros de altura fora da água e mais 120 metros para baixo do nível do lago Argentino. Até o pico, na Cordilheira dos Andes, são 30 km de extensão.

Depois dessa parada, o grupo segue para um pier e entra em um barco. A travessia pelo Brazo Rico do lago dura uns 20 minutos. Daí você chega a uma base de apoio onde deixa as mochilas e faz uma pausa para lanchar. Vale lembrar que tem que levar a própria comida ou comprar na lanchonete antes de ir para o barco (mas cuidado com os horários de funcionamento…). E então, começa a aventura.

Antes da caminhada, o guia dá orientações gerais e conta um pouco do Perito Moreno. Então a equipe do passeio amarra grampos no seu tênis e te orienta sobre como caminhar no gelo. É mais fácil do que parece! Os grampos não são tão pesados assim e dão muita estabilidade na caminhada.
O mini trekking dura uma hora e meia, com algumas paradas no trajeto para observar formações interessantes de gelo. Por exemplo, sabia que tem água corrente no meio da geleira? Os grupos são pequenos e espaçados – e o passeio passa rápido demais! Não cansa tanto, nem é tão frio quanto eu pensava. Quando termina, você pensa: “devia ter feito a caminhada longa!” O Big Ice dura o dobro do tempo e vai até outros pontos da geleira. Mas deve ser cansativa para pessoas (como eu) que não tem hábito de fazer trilha de montanha.

Depois da caminhada, você fica um tempo na base esperando o horário do seu barco para voltar para o porto Baja de Las Sombras, de onde sai o ônibus de volta para El Calafate. A trilha sonora durante todo o passeio são os blocos de gelo que se separam da geleira e caem com estrondos no lago! E se você tiver sorte, essa é a vista também.

El Calafate fica a cerca de 3h30 de avião de Buenos Aires e os vôos são frequentes. A cidade tem uma boa rede de restaurantes, hotéis e pontos turísticos – embora os passeios envolvendo as geleiras sejam a grande atração. Só que não é um passeio barato. A caminhada custa em torno de $ 3.600 pesos argentinos, o que dá uns R$ 370 (sem contar a entrada no parque). Também tem restrição de idade: de 10 a 65 anos. Mas é uma experiência incrível, se você conseguir encaixar no orçamento. E apesar do vôo longo (três horas até Buenos Aires e mais 3h30 até El Calafate), é um excelente destino para um feriado prolongado ou férias mais curtas. Depois de fazer um cruzeiro pela região e a caminhada na geleira, a Patagônia se tornou um dos meus destinos favoritos.

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Qual é o seu motivo para viajar?
]]>Pela primeira vez vou fazer um post em tempo real aqui no Viajão, graças a essa tecnologia alto astral de hoje em dia.
São 4 horas da manhã aqui na Argentina, estou seguindo em direção a Bariloche num ônibus com muitas crianças, bolivianos (daqueles que vendem brincos e pulseiras artesanais) e alguns idosos que estão enfrentando 16h de viagem por algum motivo.
Faz meia hora que estamos parados porque o pneu furou perto de San Rafael, poucos notaram, todos dormindo, inclusive a Fernandinha e o Dom que me acompanham nesse #rolêViajaoARG. Sentado do meu lado, um argentino que a cada hora pega seu celular e abre a foto – no qual eu deduzo – do seu filho. Religioso também, sempre fazendo o sinal da cruz. Por algum motivo ele teve que deixar seu filho e família pra percorrer esses quase mil quilômetros.
O céu está muito estrelado e só Deus sabe me dizer o que me espera daqui algumas horas quando o sol começar a nascer e aparecer os primeiros sinais da Patagônia.
Ao som de Everlong – Foo Fighters, eu vou seguindo a viagem (parece que já tá tudo certo com o pneu) porque eu também tenho um motivo para estar nesse ônibus que “ufa, ainda bem” nenhuma criança acordou.
Viajo porque amo isso. É um reload na vida. Vai além de escrever, de contar, e sim de viver. Muita coisa aqui já saiu fora do planejado, e mesmo assim continua sensacional. Aliás, mãe, estou bem!
Enfim, todos tem um motivo. E você viajão, qual é o seu??
Abraços.
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Quando estava em Foz do Iguaçu participei de uma noite na Argentina passando por um bar de gelo. Mas tive
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]]>Quando estava em Foz do Iguaçu participei de uma noite na Argentina passando por um bar de gelo. Mas tive o maior problema na aduana porque o fiscal invocou que eu tinha trocado minha foto da identidade. Segundo ele, eu tinha colado outra foto por cima da original e ficaria detida na fronteira.
Mais ou menos uns 40 minutos depois ele viu que minha identidade era original e me liberou. Mas fica aqui o alerta, caro colega, só apresente sua identidade na aduana argentina se ela estiver em perfeitas condições, sem arranhados, descolados ou foto desatualizada. Também reze para não pegar um rapazinho mal humorado e grosseiro como fiscal, porque olha, precisa de paciência pra ser acusado de falsificação de documento.
Mas passado o infortúnio, fomos para o Bar de Gelo. Funciona assim, você paga R$40 reais de entrada, veste uns casacões pesados e entra no bar. Lá dentro a temperatura é de -5 graus e pode tomar uns drinks em copos de gelo e no estilo open bar.
A decoração é toda polar, com esculturas de gelo, música alta e efeitos de luzes. Como a friaca é tensa, o tempo dentro do bar é limitado de 30 minutos. Depois disso todo mundo sai e outro grupo vive a experiência gelada.
Se não me engano, são umas 8 opções de drinks. Eu provei um de chocolate e um de morango e como ainda não tinha jantado, já serviu para dar uma alegria extra na personalidade.
Mas fico aqui pensando de vale a pena pagar os R$40 para ficar 30 minutos lá dentro. A experiência é interessante, mas não acho que aquele tipo de passeio que faria caso fosse para a argentina novamente. Mas talvez eu só tenha ficado meio desanimada com a experiência ruim na aduana, vai saber né!
Você já visitou um bar de gelo? Conta pra gente aqui nos comentários!
O Viajão agradece a Sabrina Olivetti, que além de ser nossa viajona do peito risos, ela também é uma blogueira sensacional do também sensacional Coisas de Diva, junto com as outras divas Marina Fabri e Thaís Marques, que todos os dias estão lá, testando um delineador novo (ok, elas não testam apenas delineadores). Sabrina nos representou muito bem em Foz do Iguaçu quando fomos convidados pela Loumar Turismo pra conhecer o Quintal das Maravilhas, que é um pacote sensacional pra quem mora em Curitiba. É um final de semana na cidade pra você aproveitar mesmo, com saídas na sexta-feira a noite e volta na segunda cedinho (ninguém vai perceber que você ficou fora, nem seu chefe). O pacote inclui hospedagem em Foz do Iguaçu, transfer e passagem aérea. Pra você que nunca tem férias, essa é a chance! Confira também as fotos dessa Diva no nosso Instagram com #SáViajona! Mais uma vez obrigado Sabrina!! Abraços da grande corporação Viajão.
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Vamos começar a semana com água na boca então, porque é o mínimo que eu posso fazer pra aliviar essa
]]>Vamos começar a semana com água na boca então, porque é o mínimo que eu posso fazer pra aliviar essa dor e depressão da segunda. (um abraço aos palmeirenses risos).
Confesso que já provei vários bifes de chorizo na minha vida, mas hoje vou mostrar o top dos tops nesse quesito. Estou falando do El Quincho del Tio Querido em Puerto Iguazú na Argentina.
Um restaurante/parrilla/churrascaria genial. Nada de rodízios e sim uma excelente demostração do churrasco argentino. Carne de chorar de alegria que vem estalando na chapa, ainda mais acompanhada do verdadeiro chimichurri no qual já procurei muito pelas terras brasileiras e nenhum é igual a esse, juro.
Acompanhado também de umas das melhores cervejas que eu já tomei (se revelando bêbadin), a Patagônia. Junte todos esses elementos e mais uma galera alto astral do #BlogTurFoz e pronto, você tem um cenário perfeito pra uma noite em Puerto Iguazú depois de ter ido às compras no DutyFree \o>.
Lembrando que é fácil e perto você ir de Foz do Iguaçú até Puerto Iguazú pra curtir uma noite tranquila, aproveitar um bom chorizo e dormir de barriga pra cima porque afinal você comeu demais! Então aproveite e prove a melhor especialidade dos hermanos, o bom churrasco. Abrass.
Os Blogueiros – Alexandra Aranovich (Destemperadinhos e Café Viagem), Anna Martinelli (Finestrino), Beatriz Mignolo (Viaje no Detalhe), Cidilan da Apresentação (Se Pluga no Mundo), Clarissa Comim (Viagem e Viagens), Daniella Mendes (Dicas e Turismo), Gleiber Oliveira (Andarilhos do Mundo), Jonathan Pádua (Eu Vou de Mochila), Luiz Jr (Boa Viagem), Marcos Coqs (Blog Viajão), Maurício Oliveira (Aventureiros), Monique Ribeiro (Diário Radical), Roberta Martins (Territórios) e Vivian Dornelles (Dicas de Viagem)
Realização: Trilhas e Aventuras e Loumar Turismo em Foz do Iguaçu
Patrocínio: Hotel Bella Italia e Itaipu Binacional
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Os Parceiros – Churrascaria Rafain Show – CityTour Histórico – Hotel Águas do Iguaçu – Restaurante Bufalo Branco – Cataratas do Iguaçu – Trilha do Poço Preto – Macuco EcoAventura – Restaurante Porto Canoas – Parque das Aves – Cataratas Argentina – Iguazú Argentina – Restaurante La Selva – Gran Aventura – Iguassu Jungle Explorer – Shopping Del Este – SAX Department – Dutty Free Shop Argentina – Restaurante El Quincho Del Tio Querido – Rafain Chopp – Woods – Cataratas JL Shopping
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Dica: Saiba mais sobre o Projeto BlogTur e leve essa Ação de Marketing de Turismo para promover o seu destino nas mídias sociais. Acompanhe o evento pelo Twitter através da Hashtag #BlogTurFoz e as atualizações na Fanpage do BlogTur no Facebook.
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Preparem-se. Chequem suas pulsações. Respirem fundo. Hoje vocês vão direto pra umas das maravilhas desse mundo. Sim, não to brincando,
O post Na cachú argentina! (Parte 2) apareceu primeiro em Viajão.
]]>Preparem-se. Chequem suas pulsações. Respirem fundo. Hoje vocês vão direto pra umas das maravilhas desse mundo. Sim, não to brincando, direto mesmo, lá no meio das Cataratas do Iguaçú.
Como vocês viram ontem, mostrei sobre o Parque Nacional do Iguazú, na Argentina, e hoje continuamos nossa aventura por lá, só que bem mais aventura.
O passeio é na Tour Gran Aventura! Hoje você vai ver alguns blogueiros do BlogTurFoz desesperados, outros chocados e todos molhados!
Roubei várias fotos da galera, porque foto mesmo desse momento eu não tenho muito, já que tive que colocar num saco plástico minha máquina para fazer o vídeo doidera que vocês vão ver.
O negócio é o seguinte, você entra no barco, aí não tem mais volta, a Anna do Finestrino até tentou desistir mas não conseguiu. O barco te leva pro meio das Cataratas. GENIAL! Adrenalina bombando, afinal não é uma cachoeira qualquer, são as Cataratas do Iguaçu meu!!
Foto de Daniella Mendes do Dicas e Turismo.
A vantagem do Tour Gran Aventura é que ele te leva pro lado argentino (óbvio), aonde a cachoeira é mais radical do que o Macuco Safari, que é o passeio similar só que do lado brasileiro, onde as cachoeiras teoricamente são mais fracas, mas a adrenalina é parecida.
Por fim, registrei o momento! Muito “UOWWW” “IRRAAA” “MOTHERFUCKER” no vídeo, então eu digo, se for pro Parque Nacional do Iguazú, a Gran Aventura é indispensável! Aquele abraço molhado! Ps. Vocês podem ver os demais vídeos dos outros participantes, em outros ângulos, como esse vídeo aqui do Gleiber Oliveira do Andarilhos do Mundo.
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Devo confessar uma coisa pra vocês. Hoje e amanhã eu vou relatar a história de uma experiência e de um
O post Na cachú argentina! (Parte 1) apareceu primeiro em Viajão.
]]>Devo confessar uma coisa pra vocês. Hoje e amanhã eu vou relatar a história de uma experiência e de um dos lugares mais sensacionais que eu já visitei. Nada parecido com um banho húngaro, nem como andar de camelo por 2 horas, nem como criar um circuito de bebidas em Lisboa, nem assistir o show do Foo Fighters no Chile. Eu to falando é das Cataratas! Tão perto da gente e simplesmente genial!
Aproveito também pra apresentar, ou tentar pelo menos, os participantes do BlogTurFoz nos vídeos, galerinha gente fina que nos rendeu muitas risadas.
Mas voltando ao que interessa, o Parque Nacional do Iguazú na Argentina é muito grande! Reserve o dia inteiro pra você ficar lá, leve muita água e protetor solar. Chegue cedo e comece a caminhar. (rimando)
Existem várias trilhas, ou sanderos como são chamados, e acredite, você vai suar. Você vai encontrar desde quatis, araras, blogueiros e até macacos.
Você pode ir pra Garganta do Diabo se ele te engolir através do trem super rápido, te economiza uma boa caminhada, e depois pra relaxar você volta pelo bote, um passeio tranquilo pra você fazer parte da natureza (que lindo).
Falando em natureza, o cenário é digno de Avatar. Juro mesmo, você se identifica com as diversas cachoeiras que você consegue ver do lado argentino. Boatos até que James Cameron Diaz se inspirou de fato nas Cataratas pra fazer o filme e nos argentinos pra fazer as pessoas feias e azuis risos. Genial.
Tudo muito legal, vale muito a pena, muito mesmo! Aí então você chega na Tour Gran Aventura. Você, o barco e a Catarata. Seu coração dispara, mas isso eu vou contar amanhã, aguardem. Aquele abraço hermanos!
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Sempre quando eu falo sobre Duty Free eu penso naquelas lojas do aeroporto, no qual eu vou comprar alguma bebida
]]>Sempre quando eu falo sobre Duty Free eu penso naquelas lojas do aeroporto, no qual eu vou comprar alguma bebida pela metade do preço que eu pagaria numa loja qualquer e que eu vou tomar logo assim que eu chegar em casa. Sou bêbado sim ou não? Confesso que eu sempre comprei bebidas nos Duty Free da vida. A vida me ensinou assim risos.
Pra quem não sabe, Duty Free é aquela loja que fica nos aeroportos, livres (ou quase) de impostos e você compra tudo o que puder já que não tem imposto (ou quase não tem). Mas também existe alguns casos em que o Duty Free fica fora dos aeroportos, como no Uruguai e o melhor Duty Free do mundo em Puerto Iguazú, na Argentina clap clap.
O Duty Free Shop em Puerto Iguazu ganhou em 2007, 2009 e 2011 o prêmio Frontier Awards, e são considerados os TOPS no mundo Duty Free. As maiores marcas brigam pra entrar lá. Produtos de alta qualidade e o ambiente totalmente diferente dos aeroportos. Cada loja tem um “tema” e sem contar que sempre rola uma ação diferente por lá, como essa aqui no carnaval.
A parada é grande mesmo, você vai pirar com os preços e variedades assim como a galera do #BlogTurFoz pirou. Desde bebidas (muitas!), eletrônicos, roupas e perfumaria. Tem até o momento diva ali se você quiser testar os produtos, um abraço pela dica hein Coisas de Diva.
Enfim, dê uma aderência lá quando você estiver voltando das Cataratas do lado argentino ou então quando for jantar por Puerto Iguazú, mas disso eu vou falar mais além. Aquele GOLE de Absolut e um abraço!
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O viajão não podia deixar de homenagear nossas leitoras femininas hoje no dia mais importante do ano dia da mulher,
]]>O viajão não podia deixar de homenagear nossas leitoras femininas hoje no dia mais importante do ano dia da mulher, que como o viajão também é internacional!!! Claro que quem fez isso fui eu, única mulher deste trio, cof cof …
Oferecemos a maior flor encontrada por nossas andanças:
A flor de metal (Floralis Genérica) de Buenos Aires é uma gigantesca homenagem às mulheres, e assim como nós somos de ferro, ela tem de dezoito toneladas e 23 metros de aço, alumínio e concreto armado. Assim como as mulheres que mudam, se adaptam e se transformam o tempo todo, esta abre e fecha conforme a intensidade de luz.
Uma salva de palmas pra nós, que trazemos ao mundo as paisagens mais coloridas, que não deixamos que os oceanos sejam rasos, mas viajamos de vento em popa, ancoramos e mergulhamos fundo em tudo… e com isso muitas vezes damos aos homens certa náusea… Mas que depois de velejar e mergulhar ainda queremos voar de balão e pegar um bugue “com emoção”. Com as mulheres não há viagem sem aventura, não há tédio!
Nunca esqueço de uma exposição que vi em Sevilla, no centro da cidade, que mostrava bem grande e escancarados rostos de mujeres pouco habituais do universo espanhol… Lindas, vibrantes e impactantes!
Mulheres brasileiras, espanholas, africanas, americanas, francesas, peruanas… vocês movem o mundo!!!
]]>O post Vou de Táxi… apareceu primeiro em Viajão.
]]>Mas ir pra essas duas cidades me fez pensar nos extremos de – O QUE SIGNIFICA PEGAR TÁXI NESSES LUGARES!!!
Claro que não fui pra Índia pra provar um daqueles veículos malucos, naquele trânsito muito além do caótico… Quando eu for contarei aqui pra vocês em todos os detalhes! Mas a verdade é que Buenos Aires foi o pior lugar pra pegar táxi até então…
Nem na Espanha, onde as ruas não foram feitas para carros, muito menos táxis de espanhóis resmungões bufando com o trânsito, me senti tão desconfortável! Todo mundo tem uma história pra contar ou um alerta pra fazer quando se trata de táxi em Buenos:
“Cuidado para eles não ficarem dando voltas!”, “Não confie nos táxis sem a plaquinha em cima, só os de rádio táxi!”, “Dê o dinheiro – em pesos – trocado, ou eles te darão troco falso!” – São apenas alguns conselhos, que estavam anotados e prontos para serem obedecidos!
Aí você tá no restaurante, quer um táxi pra voltar, e pede pra eles chamarem, afinal, só de rádio táxi é confiável, né? Aí a moça diz que “para evitar lios”, ou seja, para evitar rolos, desistiram de pedir táxi para os clientes!!! Primeiro alerta!
Outro dia, querendo fazer a viagem mais longa, tentamos convencer algum motorista a levar 5 pessoas de uma vez (jeitinho brasileiro né). Motorista sério não aceita essas coisas (segundo alerta!), mas logo chegou um “flanelinha” camarada pra ajudar, foi correndo e chamou um amigo com carro um pouco maior… pediu “propina” pela ajuda, claro! E lá fomos nós, enlatados no carro do cara! 4 mulheres no banco de trás e o cara ainda fica de mau humor, pô!
Por algum motivo “do além” aquele táxi parecia estar operando em bandeira 5! E a grana que deixamos lá não justificou o aperto que passamos, mas pagou muito bem a “esperteza” do motorista!
Agora vem a pior parte, #DENUNCIA: Passado um dia exaustivo de compras no Soho… ainda queríamos o jeitinho brasileiro na corrida de volta. Era sempre um esforço chamar um carro que tivesse a identificação em cima, mas achamos que estaríamos seguros quando paramos um corsa estendido e entramos. A não ser pelo fato do moço andar por aí SEM MARCHA!!! O carro ia da primeira pra terceira, as vezes não engatava, parava NO MEIO DO CRUZAMENTO, com os outros buzinando e freiando em cima! Tudo isso fica pior quando se está comprimida entre mil mulheres no banco de trás e o desespero do motorista dava vontade horas de rir, horas de chorar!!
No começo achava que ele não sabia dirigir, aí segurava pra não rir! Mas depois que ele pegou o CELULAR e começou a discutir em castellano com alguém do outro lado da linha (!!!!) a conversa parecia ser sobre problemas mecânicos do carro! Depois de quase bater umas 5 VEZES, depois que ele já tinha reclamado bastante do carro: “Essa porqueria está atrupiada!!! No anda!!!” e, sem identificar em que parte do Soho no meio da noite nós estávamos, eis que o carro começa a FERVER!!! O cheiro de óleo queimado ficou mais forte e ele simplesmente parou no meio do nada dizendo … é, vocês vão ter que descer aqui, este não vai mais! Só para deixar claro, ainda tivemos que pagar pela corrida!!! E o senhor pode chamar outro carro?? (afinal aquilo era ou não era um rádio táxi???) – nem preciso dizer a resposta…
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Bom, tudo isso me fez pensar: Nada como pegar um táxi na melhor cidade para pegar um táxi no mundo!!! New York!!! Ou melhor, na ilha de Manhattan!
Não é coisa de filme não, lá realmente tem muito mais táxi do que carros, você pode estar em qualquer avenida, no East Side ou no West Side, fazendo o que for… basta levantar a mão e TCHA-RAN! Pára um amarelinho pra você na hora!!!
Entra, fala número e rua (nessa ordem) ou 5a com 49, 7a com 21 Leste, enfim, X com X, leste ou oeste, e não se preocupa com mais nada! O planejamento urbano é o que ajuda muito, squares são squares, nada de quadras irregulares, a ilha é um verdadeiro xadrez, numerado e dividido em Leste e Oeste para não restar dúvidas! A única irregular é a Broadway, que deixaram assim de propósito!
Não tem como ninguém te enrolar (nem que o taxista seja o Bin Laden!), não tem como pegar congestionamento nem se vê carro se cruzando no trânsito. Até EU que sou perdidassa não me perdi uma única vez!
Na hora de pagar, fica implícito que não há troco trocado, se deu 7,45 dá 10 dólares e vaza! Assim não atrapalha o trânsito nem fica esquentando com moedinhas. Simples, né?? E o melhor ainda é que é barato!
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Quem não quiser se arriscar, vale a pena conhecer o metrô, dessas e de todas as cidades! ADORO! Outro dia falo mais sobre esse transporte incrível!
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