Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131

Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]
SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`

Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]
SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`


Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php:6131) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
Arquivos Ásia – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/asia/ construímos memórias Thu, 03 Dec 2020 23:26:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Ásia – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/asia/ 32 32 Super Nintendo World será inaugurado em 2021 no Japão https://www.viajao.com.br/bkp/super-nintendo-world-inaugura/ https://www.viajao.com.br/bkp/super-nintendo-world-inaugura/#respond Tue, 01 Dec 2020 00:00:56 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12975 Essa é para os fãs de Nintendo! E de parques de diversões também. O Universal Studios Japan anunciou a data de inauguração do primeiro Super Nintendo World.

O post Super Nintendo World será inaugurado em 2021 no Japão apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Essa é para os fãs de Nintendo! E de parques de diversões também. O Universal Studios Japan anunciou a data de inauguração do primeiro Super Nintendo World: será em 4 de fevereiro de 2021. A abertura dessa nova área também deve marcar o início das celebrações de 20 anos do parque, que fica em Osaka, no Japão.

Você pode estar se perguntando: o que é Super Nintendo World? Pois bem, é uma área inspirada nos mundos e personagens da Nintendo, com atrações, lojas e restaurantes dentro da Universal Studios Japan.

Uma das atrações – que teve novas fotos divulgadas hoje – é uma corrida do Mario Kart dentro do Castelo do Bowser. Eu confesso que não sou a louca dos videogames, mas Mario Kart talvez seja um dos meus favoritos. E eu achei o castelo sensacional!

Estátua do personagem Bowser da Nintendo no alto de uma escadaria.
Foto: Divulgação/NBCUniversal
Decoração da atração Mario Kart com troféus no estilo do videogame.
Foto: Divulgação/NBCUniversal

Essa corrida especial interativa vida real vai se chamar “Mario Kart: Koopa’s Challenge” – e eu to só desejando a trilha sonora do game pra embalar a corrida. A atração vai misturar realidade aumentada e projeções combinadas com cenários físicos. Estou imaginando algo parecido (porém melhor) com o brinquedo do Spiderman em Orlando – que era animal, diga-se de passagem.

Carrinho de passageiros na atração de Mario Kart em cenário de tubulação.
Foto: Divulgação/NBCUniversal

Experiência imersiva

A área terá também atrações temáticas do Yoshi. E uma outra atração divulgada hoje: os visitantes poderão participar da sua própria aventura de Super Mario. Quem comprar uma pulseira Power-Up, poderá participar de um desafio para recuperar um Cogumelo Dourado roubado pelo Bowser Jr. Você acompanha em um aplicativo onde tem jogos no parque – e aí, tem que pular, bater em blocos de pergunta, coletar moedas virtuais, reunir carimbos, enfim, viver o game. Vale dizer que o preço da Power-Up Band é de ¥ 3.200 (o que dá aproximadamente 30 dólares).

Veja mais do anúncio do Universal Studios Japan sobre o Super Nintendo World

No momento, o Universal Studios Japan está operando com capacidade limitada e com medidas de prevenção à Covid-19. O parque reabriu em junho/2020, depois de ficar pouco mais de três meses fechado devido à pandemia.

O post Super Nintendo World será inaugurado em 2021 no Japão apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/super-nintendo-world-inaugura/feed/ 0
O que fazer em Seul: descobrindo a capital sul-coreana https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-seul/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-seul/#comments Sun, 06 Sep 2020 17:36:52 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12619 Em Seul, é possível sair de um prédio moderno e se deparar com um palácio milenar. A cidade que mistura o antigo e o atual, também reserva um passeio à tensa fronteira com a Coreia do Norte.

O post O que fazer em Seul: descobrindo a capital sul-coreana apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Quando você cruza o mundo e desembarca no principal aeroporto da Coreia do Sul, percebe que um novo mundo se abre diante dos olhos. Um lugar moderno, cheio de luzes (e de bandas de K-pop :P) e, ao mesmo tempo, que preserva a história milenar. É assim que a gente vai descobrindo a capital sul-coreana e percebe que tem muito o que fazer em Seul.

Palácio em Seul

Quanto tempo ficar

Dá pra desbravar os principais pontos de Seul em uns 4 dias. Mas, se emendar esta viagem com uma visita ao Japão, sugiro que reserve sete dias pra Coreia do Seul (conhecendo a capital e Busan – cidade litorânea bastante procurada) e, depois, parta rumo ao país vizinho.

Onde se hospedar

Seul é uma cidade gigante e moderna. A vantagem disso é que o metrô está por todos os cantos. Então, não importa onde você se hospede, a chance de ter uma estação na porta do seu hotel (ou do outro lado da rua) é grande.

Uma excelente opção é escolher uma hospedagem no centro da cidade, na região chamada de Myeongdong. Dessa forma, você consegue ficar perto de muitas atrações turísticas e, ainda, vai ter boas opções de mercados, restaurantes, shoppings, feirinhas, tudo a passos de distância.

Movimento intenso nas ruas de Seul

Quando fui, me hospedei no bairro que o cantor Psy deixou famoso mundialmente com a música: Gangnam.

Gangnam é um bairro moderno e considerado nobre: tem hotéis de luxo, restaurantes caros, vida noturna agitada… Mas obviamente só vi isso tudo de longe RISOS. 

Vale lembrar que as opções de hospedagem em Seul não são muito baratas no geral e que os quartos costumam ser pequenos (e até sem janelas em alguns casos). Vale pesquisar muito e até tentar um Airbnb pra economizar um pouco (não tive essa experiência, mas pode ser uma boa).

Quando ir

As melhores épocas pra visitar a Coreia do Sul são na primavera (entre abril e maio) e no outono (entre outubro e novembro). Aliás, isso também vale pra outros países da Ásia. Você não pegará aquele frio intenso e nem um calorão. E, de quebra, ainda vai ver as folhas das árvores nas colorações mais bonitas.

Lembre-se que entre junho e agosto faz bastante calor e é alta temporada = mais chances de pegar tudo lotado e com preços ainda mais altos.

Principais pontos turísticos

Torre de observação

Uma sugestão é começar descobrindo Seul pela N Seoul Tower. Do alto da torre de comunicação de 236,7 metros de altura (desde a base) é possível ter uma ampla visão da capital.

Vista de Seul do alto da N Seoul Tower

Aliás, este é o ponto mais alto da cidade (fica a 479,7 metros do nível do mar!). Dá pra subir até lá de teleférico ou a pé – por um belo caminho cheio de árvores e riachos.

Caminho até N Seoul Tower
O longo – e belo – caminho até a N Seoul Tower

Palácios

O maior dos “Cinco Grandes Palácios” de Seul é o Gyeongbokgung. Ele é um dos cartões-postais do país. Dá até pra alugar roupas tradicionais de época sul-coreanas pra tirar fotos a caráter ali na frente.

Esse palácio é, na verdade, um imenso complexo. Dá pra passar horas visitando os jardins e pavilhões espalhados por uma grande área emoldurada por árvores e montanhas.

Palácio Gyeongbokgung, em Seul

Ali perto também ficam os palácios Changdeokgung, Changgyonggung e o Deoksugong. Aliás, na frente deste último fica uma atração bem concorrida: a cerimônia de troca da guarda, com música e gritos de guerra.

Horários da troca de guarda: de terça a domingo, às 11h, 14h e 15h30.

Troca de guarda em Seul

É só chegar e curtir. Não paga nada.

Cheonggyecheon

Apesar do nome difícil, a atração é simples: um riacho urbanizado num espaço revitalizado. Ou seja, é uma imensa área de recreação de quase 11km que fica às margens do riacho.

Parque horizontal Cheonggyecheon, em Seul

O Cheonggyecheon é considerado o maior parque horizontal urbano do mundo! Uma delícia passear por ali no fim da tarde e já emendar com uma visita ao…

Mercado de Gwangjang

É o mais antigo mercado ainda em atividade da capital sul-coreana. Gwangjang vai te encantar pelas cores em abundância e pelas infinitas opções gastronômicas!

São dezenas e mais dezenas de barraquinhas de comida espalhadas por corredores que se cruzam. Mesas e cadeiras são colocadas por toda a parte, com turistas e locais degustando os mais diferentes pratos. Um paraíso para os fãs de comida de rua.

Mercado de Gwangjang, em Seul

Dica: não deixe de provar o tradicional vinho de arroz coreano.

Os restaurantes ficam abertos das 8h30 às 23h. Já as lojas, das 8h30 às 18h. E durante madrugada, funcionam as lojas de roupas: das 21h às 10h da manhã.

Myeongdong

Se gostar de um bairro agitado, conheça o principal centro comercial de Seul. Por ali, fica uma infinidade de lojas (incluindo algumas luxuosas e de departamento), cafés, restaurantes e, claro, deliciosas barraquinhas de comida de rua.

Algumas comidas famosas

Você deve experimentar as famosas conservas coreanas, conhecidas por Kimchi. A base é repolho fermentado com pimenta (muita!) e especiarias. O sabor é bem forte.

Tem também o Bibimbap: nada mais é do que arroz com vegetais e carne, servido com um ovo frito. Meio PF brasileiro, né? kkk

Que tal curtir o tão falado BBQ – o churrasco coreano? Os acompanhamentos e as carnes vêm em porções e você frita numa chapa na sua própria mesa. Experiência interessante.

Churrasco coreano - Korean BBQ
Autêntico Korean BBQ

E de sobremesa, curta a mais famosa de lá: o Bingsu. Nada mais é que gelo triturado coberto com leite condensado, frutas picadas, xarope de frutas, doce de feijão vermelho…

Você escolhe! E, como já deu pra perceber, é tipo um sorvete e fica bem gostoso.

Zona Desmilitarizada

Muita gente chega à Coreia do Sul e se pergunta: dá pra visitar a Coreia do Norte? 

Bom, saiba que isso é quase possível, mas bem de longe. Basta você programar uma ida até a DMZ – a Zona Desmilitarizada, que fica na fronteira entre as duas Coreias (fronteira mais fortificada do mundo, diga-se de passagem).

Estação de Dorasan - na Zona Desmilitarizada entre as Coreias

Dá pra reservar esse passeio no seu próprio hotel. Ele sai de Seul (em um trem todo característico) e demora 1h30 até chegar à fronteira. Você pode escolher o passeio de dia inteiro, com almoço, ou o de meio dia, que sai pelas 8h e retorna às 14h.

Lá, é possível ver a estação de trem Dorasan (que está pronta, mas nunca foi utilizada por causa do conflito entre os dois países), um túnel subterrâneo que liga as duas Coreias (mas só dá pra ir até um ponto, porque a passagem está fechada por uma parede, obviamente), um mirante de onde se consegue observar uma parte do país vizinho.

Coreia do Norte vista da DMZ
Coreia do Norte vista ao longe

O passeio vale a pena! Dá pra aprender muito sobre a guerra entre os dois países e sentir a tensão que paira no ar. Durante a visita, vale lembrar: tenha prudência e jamais tente desrespeitar as regras, né?

Monumento símbolo da DMZ

Seguindo o protocolo, você volta a Seul em segurança e já pensando no próximo Bingsu que vai comer. 😛

O post O que fazer em Seul: descobrindo a capital sul-coreana apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-seul/feed/ 1
Bo.lan em Bangkok: como é jantar em um dos melhores restaurantes do mundo https://www.viajao.com.br/bkp/bo-lan-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/bo-lan-em-bangkok/#respond Fri, 31 Jul 2020 12:00:13 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12486 Já pensou em comer em um dos melhores restaurantes do mundo? Se você tem curiosidade, aproveite para ler meu relato sobre o Bo.lan, hoje considerado o 19o melhor da Ásia. O restaurante típico tailandês tem também uma estrela Michelin e foi tema de um episódio da série documental de gastronomia Chef's Table, da Netflix.

O post Bo.lan em Bangkok: como é jantar em um dos melhores restaurantes do mundo apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Eu adoro gastronomia! Um dos meus programas favoritos em qualquer lugar do mundo é comer e conhecer os sabores locais. E já tendo ido para a Tailândia quatro vezes, tinha uma coisa que eu queria muito fazer: comer num restaurante estrelado. Mais especificamente, no Gaggan, em Bangkok – que foi considerado o melhor restaurante da Ásia (e o quarto melhor do mundo!). Só que além de ser muito caro (acabava sempre deixando pra uma próxima visita haha), ele fechou no ano passado. 

Mas acabei conseguindo realizar esse sonho conhecendo o Bo.lan, que também fica em Bangkok. Hoje ele é o 19o melhor da Ásia. A chef que comanda a casa, Duangporn Songvisava, foi também eleita a melhor chef mulher da Ásia em 2013. O restaurante tem uma estrela Michelin. E foi também o tema de um dos episódios de Chef’s Table, série documental da Netflix sobre gastronomia. Eu recomendo a série inteira, mas se você quiser ver só esse episódio, é o terceiro da 5a temporada.

Junto com a chef tailandesa (conhecida simplesmente como Bo), quem também assina os pratos é seu marido, o australiano Dylan Jones (ou Lan). 

Agora que contextualizei o lugar, vamos para a experiência!

Bo.lan em Bangkok

Essa é uma experiência gastronômica completamente diferente do que a gente costuma viver quando visita a Tailândia. Normalmente, a primeira coisa em que a gente pensa é na comida de rua, certo? 

A experiência começa com esse drink, que é tipo um shot – vem até com borrifador, para borrifar na boca antes de beber o drink. 

Pois bem, o Bo.lan é, na verdade, um restaurante que serve pratos tradicionais tailandeses com inspiração tanto na comida de rua quanto na gastronomia mais refinada e comum nos palácios. Tudo é orgânico e vem de fornecedores locais.

Funciona como um menu degustação. Ou seja, os pratos variam de acordo com a estação e escolha dos chefs. Você paga um valor fechado pelo menu completo, não tem escolha a la carte. Mas, claro, você pode alertar o restaurante caso tenha alguma restrição alimentar na hora da reserva.

Algumas das entradas – as da esquerda são petiscos servidos enquanto sua mesa fica pronta. As da direita já fazem parte do menu – foram essas que quase me fizeram lacrimejar haha. 

E o menu tem várias etapas, sendo três ou quatro entradas, mais cinco pratos principais. Nos principais, em geral são servidos uma salada, um curry, uma sopa e outras preparações típicas, com o omelete tailandês, por exemplo. A diferença para os menus degustações ocidentais é que nesse caso todos os pratos principais são servidos juntos, para dividir, pois essa é maneira tradicional deles. Depois, mais uma ou duas sobremesas.

Pratos principais são servidos para partilhar na mesa, do modo tailandês.

E no final das contas, vale a pena? 

Tudo estava muito gostoso no dia que fomos – e os pratos (especialmente principais) são muito fartos. E também muuuito apimentados haha. Tinha passado 13 dias na Índia antes disso e não cheguei nem perto de lacrimejar com a picância. Mas com as entradas do Bo.lan… Confesso que foi quase.

Pra mim, valeu, sim! Mas se vale pra você também, aí depende… Você gosta muito de gastronomia – e da experiência gastronômica como um todo, de sentar num restaurante e aguardar a sequência de pratos? Você tem essa grana para gastar e não vai deixar de fazer coisas que considera importantes por isso (quando fomos, a conta deu cerca de US$ 100 para cada, na época, em torno de R$ 400 – hoje, cerca de R$ 515)? Quer conhecer um restaurante estrelado em Bangkok? Se a sua resposta para essas perguntas for sim, vai numa boa porque você vai curtir! Se for não, deixe para lá (ou pra uma próxima visita).

Para terminar, no Bo.lan você não vai encontrar tailandeses comendo. É um restaurante mais caro, que oferece comida típica para um público majoritariamente internacional. Portanto, por mais que eu tenha adorado ter conseguido ir, essa é uma experiência complementar à que você vai ter experimentando a comida de rua. Para conhecer também algo diferente e saber como é um restaurante asiático mais refinado (e, óbvio, um dos melhores do mundo). Mas não trocaria pelo pad thai sentada em uma esquina qualquer de Bangkok.

Lembre-se!

Ah, e se você está planejando uma viagem para a Tailândia, aproveite para dar uma olhada nos outros posts sobre o assunto por aqui. Já demos dicas que vão desde como sair do aeroporto e chegar no centro de Bangkok, já falamos sobre as praias e sobre a experiência com elefantes em Chiang Mai. E antes de embarcar, não esquece do seguro viagem, né? 

O post Bo.lan em Bangkok: como é jantar em um dos melhores restaurantes do mundo apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/bo-lan-em-bangkok/feed/ 0
O que fazer no Sri Lanka? Roteiro de sete dias pelo país https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-no-sri-lanka/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-no-sri-lanka/#respond Thu, 09 Jul 2020 11:00:28 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12364 Está planejando uma viagem e quer saber o que fazer no Sri Lanka? Então dá uma olhada nesse post - vou detalhar tudo que fizemos por lá em uma semana. O Sri Lanka é um país relativamente pequeno e dá para ver muita coisa interessante mesmo com poucos dias.

O post O que fazer no Sri Lanka? Roteiro de sete dias pelo país apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Está planejando uma viagem e quer saber o que fazer no Sri Lanka? Pois seus problemas acabaram (haha). Nesse post, vou detalhar tudo que fizemos por lá em uma semana. O Sri Lanka é um país relativamente pequeno e dá para ver muita coisa interessante mesmo com poucos dias.

o que fazer no sri lanka
Viagem de trem entre Ella e Kandy: as portas e janelas são disputadas para fotos.

Além disso, é a dobradinha perfeita caso você vá ou tenha ido à Índia, já que os países ficam super próximos um do outro e há bastante opções de voos. Para ver tudo sobre o nosso roteiro e nossa viagem para a Índia, clique aqui

O que fazer no Sri Lanka

Nós chegamos ao Sri Lanka vindos da Índia, onde tínhamos passado 13 dias. Nossa viagem por lá foi intensa e bem cansativa, por isso chegamos no Sri Lanka com o roteiro meio em aberto. Sabíamos mais ou menos o que gostaríamos de ver, mas fomos montando ali na hora a rota e deu tudo certo. Aqui embaixo vocês conseguem ver melhor por onde passamos:

o que fazer no sri lanka

Tem MUITA coisa interessante para ver e fazer no Sri Lanka. Eu mesma queria muito conhecer a Reserva Nacional Yala, mas acabamos não conseguindo incluir nesse roteiro. Para facilitar, fizemos basicamente um círculo, saindo e chegando praticamente no mesmo lugar. Dá para ver melhor no detalhe aqui embaixo. 

o que fazer no sri lanka

Só chegamos e saímos do país de avião. O restante dos trajetos fizemos de carro ou trem. Explico melhor no detalhamento abaixo. Espero que seja útil – lembro que na época em que fomos era difícil encontrar informações!

Dia 1: Chegada

Saímos de Varanasi, na Índia, por volta das 12h30 e aterrissamos às 16h em Colombo, capital do Sri Lanka. Pegamos um voo direto mesmo, porque consideramos a melhor opção.

o que fazer no sri lanka

Nas pesquisas prévias que tínhamos feito sobre o país para montar nosso roteiro, muita gente dizia que Colombo era uma cidade para uma parada rápida, pois não tinha muitos atrativos. Mas logo que chegamos, a gente constatou o contrário: adoramos a vibe da cidade.

Para quem tinha acabado de sair da caótica Varanasi, Colombo é tranquila e muito organizada. O centrinho é super movimentado e a oferta de restaurantes é enorme. Além disso, há por lá muitos templos e mercados que não conseguimos conhecer. Se fosse novamente, reservaria mais um dia ou dois por lá com certeza.

Dia 2: Colombo

Começamos o dia indo para o Centro da cidade. Já que teríamos pouco tempo em Colombo, escolhemos conhecer uma das mesquitas mais famosas, a Mesquita Vermelha. Ela é grande (cabem cerca de 10 mil pessoas lá dentro) e uma das mais antigas da cidade. Além disso, a arquitetura e pintura branca e vermelha são irresistíveis.

o que fazer no sri lanka

Infelizmente só homens podem circular pela mesquita e conhecer as salas de oração. Pelo menos eu pude ficar no saguão principal e observar um pouco do monumento por dentro. É interessante mesmo assim. Ah, dentro da mesquita é preciso usar um traje específico, que é longo e tem as mangas longas também. Eles emprestam gratuitamente na entrada. 

Depois da visita, já fomos encontrar nosso motorista para partir para Mirissa, onde chegamos à noite.

Nesse dia também aproveitamos para negociar com as agências de turismo local os serviços de um motorista. Não recomendo fazer isso no mesmo dia – mandamos mensagens de manhã para os Instagrams das agências e nossa intenção era sair ao meio dia. Ou seja, super apertado.

Negocie com uns dias de antecedência que provavelmente você conseguirá um preço melhor. Fechamos com a Ramani Tours e pagamos US$ 45 por dia para o motorista. O total foi US$ 270 por seis dias (sábado a quinta). Os valores são de novembro de 2018. 

Nesse valor estão inclusos o serviço dele, o carro com ar condicionado e gasolina, refeições do motorista e pedágios. A contratação de motorista para circular pelo país é mega comum no Sri Lanka, por isso a maioria dos hoteis já tem dependências também para eles. Caso algum hotel que tivéssemos reservado não tivesse quarto para motorista, precisaríamos pagar US$ 10 extras por noite para ele. 

Dia 3: Mirissa

o que fazer no sri lanka

Como havíamos chegado no dia anterior à noite, acabamos só saindo para jantar mesmo. Só fomos conhecer a cidade e a praia neste terceiro dia. E que praia! Mirissa tem água transparente e é muito tranquila, quase uma praia deserta. Por lá, dá para subir na Parrot Rock, uma pedra da qual você tem uma visão privilegiada da praia. Ou só relaxar na água e na areia mesmo.

o que fazer no sri lanka

Curtimos a praia pela manhã, fizemos uma pausa para o almoço e já partimos para um bate e volta a Galle. Galle era a principal cidade portuária do país no século XIV – e nos séculos seguintes foi fortificada portugueses e holandeses. É tudo muito preservado e bonito, separe algumas horinhas para explorar. Se tivesse tido mais tempo, inclusive, até seria legal ter passado uma noite por ali para ver melhor as atrações da cidade. 

Dia 4: Ella

o que fazer no sri lanka
Quase um ‘Onde está o Wally’: eu e Xóia lá embaixo.

Nesse dia, partimos de manhã de Mirissa com direção a Ella. Esse trajeto é bem bonito e dá para parar para ver algumas cachoeiras, como a Ravana Falls. Depois, voltamos aos nossos objetivos principais em Ella. No caso,  conhecer a Ponte dos Nove Arcos (Nine Arch Bridge) e pegar o trem que tem a fama de fazer a rota mais bonita do mundo. Essa rota é entre Ella e Kandy.

o que fazer no sri lanka

Assim que entramos na cidade, já fomos direto conhecer a ponte. Você pode fazer uma trilha (asfaltada) para conseguir vê-la lá de cima. É íngreme, mas rápido – uns 20 a 30 minutos. De lá, você pode também descer por outra trilha (sem asfalto, só lama haha) para chegar até a ponte mesmo. É meio perrengue, tem que ir com calma. Especialmente se você estiver usando chinelos, como nós estávamos haha. Mas nada impossível, aos poucos dá certo. E vale a pena, a ponte é impressionante. 

Na saída, fomos direto comprar a passagem de trem para o dia seguinte. E só encontramos disponíveis lugares na terceira classe, então foi o compramos. Cada passagem custou cerca de US$ 2,20 e o vagão não tem ar condicionado. 

Dica: no Café Chill você pode provar um dos pratos mais tradicionais da culinária cingalesa, o Lamprais. Basicamente é carne, arroz, ovo e outros acompanhamentos temperados com curry, embrulhados na folha de bananeira e assados assim.

Dia 5: Trem

Às 9h20 em ponto o trem que nos levaria a Kandy parou na estação de Ella. A estação, inclusive, até parece cenário de filme, de tão bonitinha. Deixamos nossas malas com o motorista, que nos encontraria direto na estação de Kandy, e entramos no nosso vagão.

o que fazer no sri lanka

Como estávamos na terceira classe, os vagões eram simples – e, claro, fazia muito calor. Mas as janelas e portas são amplas, o que ajuda bastante. Esse trajeto é realmente muito bonito, cheio de plantações de chá e muito verde. Porém demora. Mas demora muuuito. Mais precisamente: quase sete horas.

o que fazer no sri lanka

Honestamente, não sei se recomendo fazer o trajeto completo se você, como nós, tiver contratado um motorista. Poderíamos ter descido em alguma outra estação e aproveitado mais nosso dia, sabe? Ou pego um trem mais tarde, pois Ella é uma cidade muito fofa e eu gostaria de ter visto mais. Como meio de transporte mesmo, aí sim sem problemas. 

Chegamos em Kandy às 16h e fomos só dar uma volta e jantar pela cidade (confesso que não curti muito Kandy, não!). 

Dia 6: Kandy

Na manhã desse dia, aproveitamos para conhecer dois templos importantes que ficam em Kandy. O primeiro deles é o Sri Dalada Maligawa, também conhecido como Templo da Relíquia do Dente Sagrado. É um templo budista que abriga um dente de Buda e, por isso mesmo, é local de peregrinação. O que quer dizer: é muito lotado. Mas MUITO.

o que fazer no sri lanka
Lá dentro do templo não é permitido fotografar.

A gente não sabia, mas em três horários do dia (das 5h30 às 7h, das 9h30 às 11h e das 18h30 às 20h) é possível ver a urna onde o dente está guardado (não o dente!). E nós chegamos bem num desses horários. De verdade, não era possível se mexer na escada que dá acesso à área do dente. Logo, recomendo paciência ou então visitar nos outros horários, onde é possível ver melhor o templo. O ingresso custa cerca de US$ 8.

o que fazer no sri lanka

De lá, fomos para o Bahirawakanda, um templo que fica no alto da montanha e abriga uma estátua enorme de Buda. Olha, que maravilhoso! Recomendo porque é bem bonito – e muito mais tranquilo. A entrada custa cerca de US$ 1,50. 

Depois das visitas, pegamos a estrada novamente com destino à Sigirya. Chegamos à noite e também só aproveitamos para jantar e conhecer as redondezas. 

Dia 7: Sigirya

Sigirya, ou Lion Rock, é uma das principais atrações do Sri Lanka. Basicamente ela é uma pedra com 370 metros e 1200 degraus. Lá em cima ficava um palácio (construído no século V!) e o local era usado como fortaleza. Não vou entrar em muitos detalhes por aqui porque temos um post exclusivo sobre Sigirya aqui no Viajão – só clicar para ir para lá.

o que fazer no sri lanka

Mas vou aproveitar para dar um pequeno depoimento enquanto pessoa que tem muito medo de altura (vai que ajudo alguém haha). Confesso que estava receosa do que ia encontrar ao chegar lá, fiquei tensa já no dia anterior, ao avistar a pedra (que é mesmo muito alta). Tudo que tinha lido até então, em geral em blogs gringos, dava a entender que a subida era difícil e perigosa. 

Chegando lá, subi numa boa, de verdade. Claro, é cansativo (além de tudo, o clima é muito quente e úmido). Mas sinto que já subi em monumentos mais perigosos na vida haha. Como os templos em Bagan, no Mianmar, e alguns no Camboja. Se você também tem medo ou vertigem de altura, pode ir tranquilo, achei super seguro. 

Tchau, Sri Lanka 🙁

De Sigirya, fomos direto embora até Negombo, nossa última parada no país. O aeroporto internacional fica ali pertinho, então só aproveitamos para jantar num restaurante na beira da praia, assistir nosso último por do sol, tomar a última cerveja no Sri Lanka e partir. De lá, fomos direto para Koh Samui, na Tailândia, mas isso é assunto para outro post

Ah, não se esqueça de contratar um seguro viagem para qualquer viagem internacional, certo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

O post O que fazer no Sri Lanka? Roteiro de sete dias pelo país apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-no-sri-lanka/feed/ 0
Taiwan cria uma viagem de mentira pra quem tem saudades https://www.viajao.com.br/bkp/uma-viagem-de-mentira-para-quem-tem-saudades/ https://www.viajao.com.br/bkp/uma-viagem-de-mentira-para-quem-tem-saudades/#respond Fri, 03 Jul 2020 17:49:57 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12494 Você encararia entrar num avião, sem sair do lugar, apenas para matar as saudades dessa experiência? Em Taiwan, sete mil pessoas se inscreveram para esta viagem fake.

O post Taiwan cria uma viagem de mentira pra quem tem saudades apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Já faz mais de três meses que a quarentena começou no Brasil e o setor turístico é um dos mais afetados. Claro que a gente sente falta de viajar, de planejar uma nova aventura, de imaginar quando serão as próximas férias numa praia paradisíaca… Mas uma companhia aérea de Taiwan provou que quem tem limite é município RISOS e criou uma viagem de mentira pra quem tem saudades desse “clima”.

Aeroporto de Guarulhos
Ahhh, saudades de admirar um avião prestes a decolar…

Como é

Sete mil interessados se inscreveram para viver a experiência fake. Isso mesmo: SETE MIL PESSOAS! 

Então, os primeiros 60 “sortudos” selecionados precisaram ir até o aeroporto de Songshan, em Taipei, no último dia 2 de julho. Ali, ganharam cartões de embarque (lembre-se: de mentira), passaram pelos setores de segurança (com raio-x e tudo) e, depois, pela imigração.

Aí, chegou a hora de embarcar no avião: um Airbus A330 da China Airlines – maior companhia aérea de Taiwan. Lá dentro, a tripulação explicou para os “falsos passageiros” como se prevenir do novo coronavírus.

E pronto. Só isso. O avião não saiu do lugar. Todo mundo desembarcou e foi embora SEM VIAJAR.

Nas próximas semanas, outros inscritos devem ser chamados para experimentar o voo fake.

Sabia que o Viajão tem Podcast? Clique aqui e saiba como ouvir

O real objetivo

Claro, além de fazer esses selecionados matarem suas vontades de estar num “clima de viagem”, a ideia da viagem fake é divulgar as reformas que foram feitas no aeroporto de Songshan enquanto o espaço estava sem receber passageiros, no auge da pandemia no país.

Aeroporto de Songshan, em Taiwan

Dali, normalmente saem voos reais para Tóquio, Seul e cidades da China. 

Bora?

E aí, você encararia essa viagem de mentira só pra matar as saudades desse clima? 

Ah! Lembrando que, apesar desse texto ser sobre uma viagem fake, o que você leu não é fake news, viu? 😛

O post Taiwan cria uma viagem de mentira pra quem tem saudades apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/uma-viagem-de-mentira-para-quem-tem-saudades/feed/ 0
Como planejar uma viagem à Índia? Veja nossas dicas https://www.viajao.com.br/bkp/como-planejar-uma-viagem-a-india/ https://www.viajao.com.br/bkp/como-planejar-uma-viagem-a-india/#respond Thu, 25 Jun 2020 11:00:01 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12352 O roteiro pela Índia foi um dos mais difíceis de montar: o país é grande e é preciso otimizar os dias e formas de locomoção. Pensando em quem está planejando uma viagem para lá, reuni aqui informações que considero úteis e que podem ajudar nessa etapa de preparação.

O post Como planejar uma viagem à Índia? Veja nossas dicas apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Eu adoro planejar viagens! Faço parte do time que acha que o planejamento também faz parte de todo o processo de viajar – afinal, a gente já vai lendo, vendo e entendendo melhor o destino. Por isso mesmo resolvi fazer um post específico sobre como planejar uma viagem à Índia. Por quê? Simplesmente porque foi um dos roteiros mais difíceis de montar. Então coloquei aqui as informações que considero úteis e que podem ajudar quem quiser conhecer o país.

Patrika Gate, em Jaipur.

Posts sobre a Índia:

Antes de passarmos para o principal, aqui embaixo tem uma linha do tempo que pode ajudar nesse processo também. Aqui estão listados todos os posts que fizemos sobre o país, com muitas dicas práticas de cada cidade visitada. 

1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás 
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado 
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo

Como planejar uma viagem à Índia?

Hawa Mahal, em Jaipur.

A primeira coisa a ser levada em conta é quantos dias você terá no país. Entendo que nem todo mundo consegue tirar férias longas, mas minha sugestão é de separar ao menos dez dias inteiros. Isso, em primeiro lugar, porque a Índia está longe. Para quem fizer o mesmo caminho que fizemos, é preciso pegar um vôo de 14 horas até Dubai e depois mais um de três horas até Nova Delhi. E em segundo porque a Índia tem muita coisa para ver.

Templo Sikh em Nova Delhi.

Nós ficamos 13 dias no país, sendo 11 dias inteiros (os outros dois foram os dias de chegada e saída) e conseguimos visitar seis cidades. Esse roteiro foi super otimizado e conseguimos ver muita coisa interessante nesse período. Foi o suficiente? Mas nem de perto! Quero muito voltar, rever algumas coisas, conhecer outras tantas.

Como dá para ver no mapa acima, as cidades que visitamos estão todas concentradas mais ao norte do país. É preciso levar isso em conta também na hora de elaborar o seu roteiro. Lembre-se que a Índia é um país enorme e os deslocamentos tomam bastante tempo. É só imaginar um estrangeiro chegando ao Brasil e querendo conhecer o Amazonas, as praias do Nordeste, São Paulo, Rio de Janeiro e Foz do Iguaçu, tudo isso em dez dias.

Como dividir os dias

Rishikesh

Nós escolhemos, primeiro, as cidades que gostaríamos de visitar. Nesse caso: Nova Delhi, Jaipur, Agra, Rishikesh e Varanasi. As três primeiras são chamadas de Triângulo Dourado pois são as mais visitadas por quem desembarca pela primeira vez no país, então incluímos. Varanasi é a cidade mais sagrada do hinduísmo, então queríamos ver também. Por último, entrou Rishikesh, pois nos empolgamos para ver o Rio Ganges ainda transparente.

Pushkar.

Pushkar veio de “brinde” num bate e volta de Jaipur. Aí pesquisamos qual seria a melhor logística e nosso roteiro acabou ficando assim:

Dia 1: Chegada em Nova Delhi. 

Dia 2: Nova Delhi.

Dia 3: Nova Delhi.

Dia 4: Saída de carro para Jaipur (cerca de 270 km, mais ou menos quatro horas).

Dia 5: Jaipur.

Dia 6: Jaipur (bate e volta até Pushkar).

Dia 7: Saída de carro para Agra (cerca de 230 km, mais ou menos três horas e meia).

Dia 8: Agra. Aqui saímos de carro logo após a visita ao Taj Mahal de volta para Nova Delhi (210 km, cerca de duas horas). No mesmo dia já pegamos um vôo para Rishikesh no final da tarde. 

Dia 9: Rishikesh.

Dia 10: Rishikesh. 

Dia 11: Saída de avião para Varanasi. 

Dia 12: Varanasi.

Dia 13: Saída de avião para Colombo, no Sri Lanka. 

Achei que o roteiro ficou bastante certeiro e realmente conseguimos ver muita coisa. Mas houve um erro de planejamento: poderíamos ter ido de carro direto de Agra para Rishikesh. São cerca de 400 quilômetros – apesar da viagem mais longa, teríamos economizado tempo e dinheiro. 

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.

Como se locomover?

Sempre que se fala em Índia, um dos tópicos principais que surgem são os famosos trens, um clássico indiano. Nossa ideia inicial era, sim, fazer algum trecho de trem nessa viagem, mas depois de pesquisar bastante acabamos privilegiando a agilidade nos deslocamentos. Por isso, fizemos praticamente tudo de carro (contratamos um motorista) e dois trechos de avião.

Taj Mahal, em Agra.

Viajar de trem pela Índia ainda é uma coisa que quero muito fazer, mas que não considerei tão simples de ser planejada dessa primeira vez. Lembro que achei os sites de compra dos bilhetes muito confusos (entrei agora novamente enquanto fazia esse post e achei bem mais fácil, acho que modernizaram um pouco haha). Além disso, é preciso entender um pouco sobre as classes de bilhetes dentro trem e, claro, contar com possíveis atrasos. 

Logo, se você quer priorizar as cidades e ver o máximo possível, recomendo fazer os trechos de carro, sim. Nós tivemos uma experiência ótima, as estradas estão em boas condições e economizamos bastante tempo. Já se a experiência de viajar de trem é imprescindível pra você, vai na fé! Ainda pretendo fazer isso, quem sabe numa próxima visita ao país. 

Para terminar, lembre-se: ao planejar qualquer viagem internacional, contrate um seguro viagem. A gente indica nosso parceiro Seguros Promo. Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

O post Como planejar uma viagem à Índia? Veja nossas dicas apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/como-planejar-uma-viagem-a-india/feed/ 0
As novas regras para visitar o Camboja https://www.viajao.com.br/bkp/as-novas-regras-para-visitar-o-camboja/ https://www.viajao.com.br/bkp/as-novas-regras-para-visitar-o-camboja/#respond Mon, 22 Jun 2020 10:00:38 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12423 Muitos países estão voltando, lentamente, a receber turistas após meses de prejuízo por conta do novo coronavírus. Mas o Camboja radicalizou e passou a fazer uma série de exigências para quem deseja visitá-lo a partir de agora.

O post As novas regras para visitar o Camboja apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Um “novo normal” já está afetando o nosso dia a dia e também o mundo das viagens. Por conta da pandemia de Covid-19, novos protocolos de segurança estão sendo implantados em aeroportos pelo mundo e, logicamente, nos voos. Mas o governo do Camboja, incrível país no Sudeste Asiático, radicalizou e colocou novas regras para turistas interessados em visitá-lo. 

Angkor Wat, no Camboja
O famoso e imenso templo Angkor Wat

A ideia é evitar uma segunda onda de infecções por lá. O problema é que as exigências podem espantar os viajões – em vez de atrair novos turistas.

Seguro médico de US$ 50 mil

Sabemos que fazer um seguro de saúde é essencial pra evitar contratempos no exterior e gastos (altos, muitas vezes) com despesas médicas. A partir de agora, será obrigatório apresentar na entrada do Camboja um seguro de viagem que cubra gastos de saúde de, no mínimo, US$ 50 mil reais.

Inclusive, você pode orçar e fechar o seu com o nosso parceiro Seguros Promo. Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

Uma dica: veja se o seu cartão de crédito não oferece seguro viagem grátis, caso você compre as passagens utilizando ele. Na maioria dos casos, o seguro será de US$ 50 mil, o exigido pelo governo cambojano.

Depósito de US$ 3 mil

Ao entrar no Camboja, cada turista será obrigado a pagar um depósito de US$ 3 mil! Isso pode ser feito em dinheiro ou no cartão de crédito. Na atual cotação do dólar, isso ultrapassa os R$ 15 mil. Por isso, fique atento ao limite do seu cartão para evitar surpresas.

O governo diz que o dinheiro é para cobrir eventuais despesas médicas que o viajante possa ter (sim, isso é ALÉM do seguro médico).

Agora um alerta (mórbido) importante: nesses US$ 3 mil já estão incluídos os custos para cremação do corpo do turista (US$ 1,5 mil), caso ele morra em solo cambojano de Covid-19! #saizica

A boa notícia

Se o turista se mantiver saudável até o fim da estadia no Camboja, o dinheiro do depósito é devolvido na saída do país.

Siem Reap, Camboja
A agradável Siem Reap

Novos procedimentos na chegada

Assim que chegarem ao Camboja, primeiramente os turistas são obrigados a fazer o teste de Covid-19. E cada um paga o seu: o total fica por US$ 165! 

  • US$ 5 para o transporte de ônibus do aeroporto ao centro de testagem
  • US$ 100 para o teste em si
  • US$ 60 pelas três refeições e pela estadia para aguardar o resultado

Esse dinheiro é descontado daquele depósito que você pagou ao desembarcar.

Deu negativo?

Ótima notícia! Você está praticamente liberado para curtir o país se comprometendo a tomar todos os cuidados de saúde necessários.

Mas torça para que TODOS OS PASSAGEIROS que vieram com você no mesmo voo também testem negativo. Sabe por quê?

No caso de um passageiro com coronavírus

Não precisa ser você. Se alguém do seu voo testar positivo, TODO MUNDO vai pra quarentena de 14 dias. Isso mesmo. Vai ter que ficar trancado num hotel disponibilizado pelo governo, sem conhecer nada, por duas semanas, só por precaução. 

Os gastos nessa “brincadeira” são de US$ 84 por dia, o que dá US$ 1.176 no total.

Mas não acabou por aí. Um novo teste terá de ser feito e lá se vão mais US$ 100 pra isso. 

Se precisar ficar internado

Agora, se precisar ficar hospitalizado, o passageiro contaminado vai gastar uns US$ 225 por dia no hospital! Rezando pra ficar livre do vírus o mais rápido possível.

Como ficará o turismo no Camboja

Em 2019, o país recebeu 6.610.592 turistas estrangeiros – um aumento de 6,6% comparando com 2018, segundo o Ministro do Turismo cambojano, Thong Khon. Uma época em que nem se imaginava uma pandemia.

Nas ruínas do Angkor Wat, em Siem Reap, no Camboja
Nas ruínas do Angkor Wat

Muita gente tem curiosidade em conhecer o sensacional Angkor Wat, em Siem Reap, por exemplo. Mas, com essas novas (e rígidas) regras, o Camboja talvez precise se preparar para uma queda drástica nas receitas com turismo. 

E se esse novo normal vier sem muitos turistas circulando por lá, quem sabe o governo volte atrás e afrouxe algumas medidas pros viajantes. Vamos aguardar.

O post As novas regras para visitar o Camboja apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/as-novas-regras-para-visitar-o-camboja/feed/ 0
Varanasi, a cidade mais sagrada da Índia, e tudo que ela me ensinou https://www.viajao.com.br/bkp/varanasi-a-cidade-mais-sagrada-da-india/ https://www.viajao.com.br/bkp/varanasi-a-cidade-mais-sagrada-da-india/#respond Mon, 08 Jun 2020 11:00:49 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12149 Varanasi é caótica e, ao mesmo tempo, emana paz para os hindus. Cremações de corpos à beira do Ganges, nascer do sol inesquecível, vielas que pulsam... A cidade sagrada vai transformar você.

O post Varanasi, a cidade mais sagrada da Índia, e tudo que ela me ensinou apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Ainda me falta muito do mundo para conhecer. Ao mesmo tempo, já tive o privilégio de visitar muitos lugares incríveis. No meio disso tudo, posso dizer: tenho certeza que jamais esquecerei os dias que passei em Varanasi, na Índia. Depois de passar por outras seis cidades, finalmente chegamos a esta que é considerada a cidade mais sagrada do hinduísmo e, infelizmente, nossa última parada na Índia.

Normalmente faço posts por aqui dividindo o roteiro que fizemos, os pontos que visitamos. Mas não farei isso hoje. Ao menos não da forma tradicional. Varanasi é diferente de tudo que já vi, ela merece um post um pouquinho diferente também.

Importe saber: há uma infinidade de deuses e divindades importantes no hinduísmo. Mas há três que formam a trindade divina hindu. Brama é o primeiro deus, a força criadora do universo. Vishnu é o deus responsável pela manutenção do universo. Por fim Shiva, que é o destruidor, o responsável pela renovação e transformação de todas as coisas. 

Varanasi, a cidade sagrada

Não se sabe exatamente quando Varanasi foi fundada – há hipóteses que dizem que foi há cinco mil anos, há outras que dizem que foi há três mil anos. Dizem as escrituras hindus que foi Shiva que a fundou quando pisou numa das margens do Rio Ganges. Por ser o deus encarregado da transformação, é ali nessas mesmas margens que os hindus cremam seus mortos. 

As margens do rio são divididas em ghats – há prédios, templos e torres nessas margens e as escadarias que saem dessas construções e levam ao rio são chamadas assim. Um desses ghats, o Manikarnika, é o que recebe as cremações. Isso acontece 24 horas horas por dia, sem interrupção. E eles acreditam que se as cinzas de uma pessoa forem jogadas ali, sua alma atinge o nirvana e não precisa mais reencarnar.

As escadarias que dão para as margens do Rio Ganges.

Diz a crença hindu que a chama usada em todas as cremações foi acesa pelo próprio Shiva e perdura até hoje. Eu jamais vi ou senti a fé de um povo como senti lá. Em templo nenhum no mundo. A força da crença deles é impressionante.

Informações práticas

Tão vendo como não tem nada na outra margem? É porque não foi lá que Shiva pisou.

Todas as cerimônias de cremação acontecem ao ar livre, à beira do rio, e é possível chegar a alguns metros para observar. Não tem cheiro nenhum, eles usam uma técnica que envolve manteiga ghee e algumas especiarias para cremar os corpos. Não dá para ver as feições ou corpo de ninguém, eles são enrolados em um tecido branco. Também não é permitido fotografar. Como esse é o local mais sagrado para essa cerimônia, é também bastante caro para as famílias, que precisam comprar a lenha. Por conta disso e também pela fila (muita gente vai para Varanasi apenas para morrer), há um outro ghat em que é realizada a cremação tradicional, como no ocidente.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.

Aarti 

E por mais que eu esteja falando de morte, é ali, na beira do rio, que a vida acontece em Varanasi. Tanto que todos os dias, no final da tarde, acontece o Aarti. Essa é uma celebração de adoração ao rio Ganges que inclui música e fogo e os indianos todos se reúnem por ali para celebrar junto. É imperdível! E como tudo na Índia, lotado. Acontece em vários ghats mas o principal é no que se chama Dashashwameh. É sempre às 18h (no inverno) ou 19h (verão) e dura cerca de 45 minutos.

Mãe Ganga

Nós nos referimos ao Ganges no masculino, Rio Ganges. Mas na verdade, para os hindus, o Ganges é uma entidade feminina. Isso porque o rio é a representação da deusa Ganga, que foi esposa de Shiva e também considerada uma mãe para os outros deuses. O tempo todo é possível ver os indianos se banhando ali, os barcos circulando.

Uma das experiências mais legais é chegar à beira do rio antes do amanhecer e pegar um barco para um passeio – lembre-se de negociar bastante com os barqueiros antes, faz parte da experiência. A paisagem é incrível.

Se perca

Varanasi é cheia, pulsante, barulhenta, não para nunca. É um labirinto cheio de ruelas, gente, lojas, cores, templos e mercados. É cheia de vacas, é claro. O Google Maps não vai funcionar bem. Nenhum aplicativo de localização vai funcionar bem. Se você pedir ajuda para um indiano para chegar a algum lugar, ele vai te dizer que é muito simples, que vai levar cinco minutos. Provavelmente você vai levar 40.

Honestamente? Não tem problema. Hoje lembro das tantas vezes que nos perdemos tentando encontrar nosso hostel e tenho saudades de observar a vida acontecendo em Varanasi. Nessa cidade, se perder vale mais do que qualquer atração turística. Observe as casas, os rostos, as crianças voltando da escola. Pelas ruelas também dá para ver os corpos sendo levados para a cremação, carregados por membros da família. 

Mais dicas práticas

Nós ficamos duas noites e pouco mais de dois dias inteiros na cidade. Eu considerei que foi tempo suficiente pois Varanasi é uma cidade cansativa energeticamente – ao final da nossa estadia, eu estava exausta. Mas voltaria, com certeza! Chegamos e saímos da cidade de avião mesmo, pois consideramos mais prático. 

Nós ficamos hospedados dentro da parte histórica, ou seja, nas vielas ali próximas aos ghats. Mas tivemos dificuldade em encontrar boas opções de hospedagem nessa área na época. Hoje, já tendo visitado a cidade, eu me hospedaria fora da região histórica sem problemas. Há mais opções de hotéis. Além disso, é simples chegar até o rio de tuktuk, por exemplo. Ah, para terminar, não esqueça de tomar um lassi no Blue Lassi, que é tradicional e muito divertido pois as opções de sabores são quase infinitas.

Planeje sua viagem para a Índia

1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás 
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado 
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?

Já tem seguro viagem?

Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

O post Varanasi, a cidade mais sagrada da Índia, e tudo que ela me ensinou apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/varanasi-a-cidade-mais-sagrada-da-india/feed/ 0
Chegando em Bangkok: como ir do aeroporto para a cidade https://www.viajao.com.br/bkp/chegando-em-bangkok-como-ir-do-aeroporto-para-a-cidade/ https://www.viajao.com.br/bkp/chegando-em-bangkok-como-ir-do-aeroporto-para-a-cidade/#respond Sat, 23 May 2020 11:00:28 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12151 Comprou a passagem para Bangkok e ainda não sabe qual a melhor opção para ir do aeroporto até seu hotel? Confira aqui todas as possibilidades saindo tanto do Suvarnabhumi, o principal da cidade, como do Don Mueang, onde chegam muitos voos low cost

O post Chegando em Bangkok: como ir do aeroporto para a cidade apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Está com a passagem comprada para Bangkok e quer saber como ir do aeroporto para a cidade? Pois bem, esse post vai te ajudar! Antes da gente chegar no principal, recomendo sempre comprar chip de celular com internet assim que desembarcar. Existem várias opções para turistas logo na área de desembarque. O 4g funciona maravilhosamente na Tailândia e isso vai te ajudar bastante a não se perder na cidade, afinal você terá acesso ao Google Maps sempre que precisar. Veja aqui outras coisas essenciais que é bom saber antes de chegar.

Bangkok é mesmo linda <3.

Agora passando para o assunto propriamente dito, que é como ir do aeroporto para a cidade, é importante saber que Bangkok tem dois aeroportos principais. O Suvarnabhumi International Airport e o Don Mueang International Airport. O primeiro é o maior e principal – se você está saindo do Brasil em direção à Tailândia, é bem provável que desembarque por lá. Já o Don Muang é onde chegam muitos dos voos de companhias low cost. O que significa que se você for visitar outros países na região e retornar à Tailândia, também deve passar por ali. 

Confira na sua passagem qual é o aeroporto para evitar problemas, certo? Para cada um deles, há uma série de opções, confira a seguir.

Veja também quais são as melhores praias da Tailândia e como foi nossa experiência com elefantes em Chiang Mai.

Saindo do Suvarnabhumi International Airport (BKK Airport)

Esse é o principal aeroporto da cidade, o maior e com melhor estrutura. Ele fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Bangkok. Além das opções que vou dar abaixo, no próprio aeroporto você encontra também guichês de aluguel de carro. Não cogite essa opção, por favor haha. A menos que você já tenha um profundo conhecimento da cidade e do trânsito de Bangkok. 

Taxi

Os carros na Tailândia são muito coloridos, muitos dos táxis são verdes e amarelos.

Os pontos de taxi do Suvarnabhumi ficam no térreo, próximos às saídas 3, 4, 7 e 8. Há um guichê de taxi ali nas proximidades, você pega uma espécie de senha e espera ser chamado. O valor é calculado por taxímetro, como no Brasil. 

Mas preste atenção: em Bangkok há uma série de vias expressas e a circulação de veículos por elas é paga. Os pedágios urbanos, que em geral custam em torno de 50 baths (um pouco menos de US$ 2) são cobrados a parte do preço da corrida. Normalmente os condutores perguntam aos passageiros se eles preferem a via expressa antes de entrar em uma – fique atento porque a maioria deles não fala inglês e pode tentar te explicar com gestos e mímicas.

Eu, pessoalmente, sempre prefiro as vias expressas. Bangkok é uma cidade imensa, com muito trânsito. Por tanto, acho que vale a pena. 

Grab

Não tente usar Uber – não funciona na maioria dos países asiáticos. Já aproveite e faça download do Grab antes de chegar lá e adicione suas informações de pagamento (caso prefira pagar com cartão de crédito, claro). Esse é o app de transporte usado na Tailândia, ele funciona exatamente como os que temos aqui. Permite pagamento via cartão de crédito ou dinheiro. 

Ele tem uma série de vantagens, como saber o preço final aproximado da corrida, por exemplo. Digo aproximado porque também precisamos pagar os valores do pedágio urbano por circular nas vias expressas à parte. Exatamente como no taxi. O aplicativo sempre vai te enviar um alerta falando sobre isso (toll fare). 

Outra vantagem do Grab é que você pode pedir outros tipos de veículos além dos carros, como vans, por exemplo. Na nossa última passagem pela cidade, estávamos em cinco pessoas e o valor da van para nos deslocarmos ficava mais baixo do que pedir dois carros. 

BTS (Metrô de superfície)

O Suvarnabhumi tem uma linha de metrô de superfície que sai diretamente do piso B1 do aeroporto e vai até a estação Phaya Thai. Essa estação é grande e bem central, fica próxima aos grandes shoppings da cidade. De lá, você pode fazer baldeação pro metrô, o BTS. Várias linhas saem dali.

Estação Phaya Thai, no centro de Bangkok.

O Airport Link + BTS é uma opção muito prática e barata, mas não é a ideal para todos. Os trens são novos, modernos, seguros e têm ar condicionado. Mas se você estiver com muita bagagem, pode ser difícil embarcar. Em horários de pico, ficam bastante cheios. Além disso, confira antes no Google Maps se o seu hotel está próximo a uma estação de BTS e veja o trajeto de como chegar lá. 

Para mim, pessoalmente, se eu estiver longe de uma estação e precisar ficar trocando de transporte com malas (airport link + BTS + ônibus ou Grab), eu já acho que não vale muito a pena. Lembre-se de que Bangkok é uma cidade enorme, todo esse rolê vai te custar tempo em que você podia estar curtindo a cidade.

O BTS é moderno e super confortável, maaaas também pode estar lotado. Pense no tamanho da sua mala. 

Outro porém: descer em Phaya Thai e tentar pegar um Grab ali também é complicado. Pense numa região com muitas avenidas e trânsito intenso. É mais difícil encontrar o motorista do que parece. Lembre-se de que o alfabeto é diferente do nosso e a maioria dos motoristas não fala inglês. Já tentamos fazer isso e não deu boa haha.

Quando vale a pena ir de metrô?

Mas se você estiver sozinho, com pouca bagagem e perto do BTS, aí sim é super tranquilo. Foi o que fiz da última vez que em que estive na cidade, pois cheguei sozinha. Gastei 45 baths no Airport Link que vai do aeroporto até Phaya Thai. E de lá fiz baldeação até a estação Thong Lor, que ficava ao lado do meu hotel, por mais 45 baths. Gastei cerca de US$ 3, evitei o trânsito da cidade e fiz o trajeto todo em uma hora. 

Resumindo: vai chegar sozinho? Tem pouca bagagem? Quer economizar (tempo e dinheiro)? Seu hotel fica próximo a uma estação? Vá de metrô. Se não, prefira um Grab. 

Dica extra

As máquinas para compra do ticket são simples de operar, você só precisa escolher sua estação e pagar. Há opções com moedas (esse caso) ou cartão de crédito.

Você pode comprar os tickets do BTS nos guichês (com atendentes) ou nas máquinas. Você precisa informar qual sua estação final porque o preço da passagem depende disso.

A ficha é a passagem do Airport Link, enquanto o cartão é a passagem do BTS. Cuidado para não perder!

Depois que tiver pago, você recebe um cartão ou ficha. Você vai encostar esse cartão ou ficha na catraca para que sua entrada seja liberada e vai depositá-lo depois ao sair no seu destino. Ou seja, guarde esse cartão ou ficha em um lugar de fácil acesso e não perca.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.

Ônibus

O aeroporto tem também uma série de pontos de onde saem ônibus locais de Bangkok. Para chegar até essa área, você precisa pegar um shuttle de dentro do aeroporto, na área de transportes. O Suvarnabhumi é bem sinalizado, então é fácil encontrar. Porém, como em qualquer lugar do mundo, você precisa saber para onde vai e qual ônibus te leva até lá. Confira isso tudo no Google Maps antes de se aventurar, certo?

Os tailandeses são sempre muito gentis, então pode ficar tranquilo que em geral os cobradores te avisam do seu ponto se você pedir.

Se o hotel está no caminho de algum dos ônibus que param no aeroporto, ótimo. Essa é a opção mais barata, custa a partir de 35 baths (pouco mais de US$ 1). Recomendo para quem quer economizar e já tem alguma familiaridade com o transporte coletivo da Tailândia – eu mesma nunca fiz esse trajeto, apesar de já ter circulado muito de ônibus dentro de Bangkok.  

Saindo do Don Mueang International Airport (DMK Airport)

Sim, tem mesmo esse aviso em português no controle de saúde do Don Mueang. 

Esse aeroporto, que fica a 25 quilômetros do centro, costumava ser o principal da cidade até a construção do Suvarnabhumi. Ele até ficou fechado por um tempo, em 2006, e foi reaberto no ano seguinte. Como a cidade ganhou um aeroporto mais moderno, esse acabou ficando um pouco defasado – não há metrô perto. Há planos de que uma linha seja construída até 2025, porém. Por enquanto, as opções mais práticas são taxi e Grab, que funcionam da mesma forma que descrevi aqui em cima.

Grab

Honestamente, eu prefiro sempre o Grab. Em primeiro lugar porque é mais fácil ter ideia do quanto a corrida vai custar e é também mais fácil se comunicar. Muitos motoristas, como comentei, não falam inglês. E pelo aplicativo você inclui o seu endereço diretamente. Além disso, esse aeroporto pode ficar bem movimentado – há uma fila para o taxi, que pode demorar um bom tempo (experiência própria). Esse aeroporto é mais próximo do centro, então o valor da corrida também é mais baixo.

Ônibus

Também há alguns ônibus que param ao lado do aeroporto, como o A1, que para na estação de BTS Mo Chit. Essa estação também é bem movimentada, bem central. De lá dá para fazer baldeação ou tentar um Grab. O ônibus custa 30 baths (cerca de US$ 1), mais o valor do BTS, entre 40 e 60 baths (US$ 1 e pouco a US$ 2).

Se locomover na cidade é tranquilo, aí você pode andar até de tuktuk.

Para terminar, caso esteja pesquisando passagens e encontre opções para a rota que você busca saindo (ou chegando) nos dois aeroportos, opte sempre pelo Suvarnabhumi. Ele tem mais estrutura e mais opções – é mais prático mesmo sendo mais distante. Não se esqueça também de contratar um seguro viagem. Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®.

O post Chegando em Bangkok: como ir do aeroporto para a cidade apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/chegando-em-bangkok-como-ir-do-aeroporto-para-a-cidade/feed/ 0
Jaipur: conheça a cidade rosa dos Marajás https://www.viajao.com.br/bkp/jaipur-conheca-a-cidade-rosa-dos-marajas/ https://www.viajao.com.br/bkp/jaipur-conheca-a-cidade-rosa-dos-marajas/#comments Sat, 09 May 2020 11:00:56 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12097 Jaipur faz parte do Triângulo Dourado indiano - junto com Nova Delhi e Agra, completa o trio de cidades comumente visitadas por turistas em sua primeira passagem pela Índia. Confira neste post quais os principais pontos turísticos da cidade rosa que é capital do Rajastão.

O post Jaipur: conheça a cidade rosa dos Marajás apareceu primeiro em Viajão.

]]>

Jaipur era uma das cidades que eu mais queria conhecer na Índia. Acho que é porque na minha cabeça essa é uma das cidades que mais tem a “cara” do país. Tanto que ela é muito retrata em filmes, livros, documentários… Provavelmente você já viu alguma imagem da famosa cidade rosa em algum momento.

E Jaipur é mesmo fascinante. É uma mistura caótica que só a Índia proporciona. As ruas são lotadas e engarrafadas o dia todo, contrastando com as construções históricas e com as cores, que são maravilhosas!

Jaipur é a capital do Rajastão (estado que também abriga o famoso deserto do Rajastão). E é uma das cidades que compõe o o triângulo dourado, ou seja, as três principais cidades visitadas pela maioria dos turistas de primeira viagem pelo país. As outras duas são Nova Delhi e Agra.

Planeje sua viagem para a Índia

1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás 
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado 
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?

E por que Jaipur é rosa?

Para começar, apenas as construções da cidade antiga, bem no centrinho, são pintados de rosa. Fora dela não. O tom é esse rosa terracota, que já virou símbolo da cidade.

E tudo começou em 1876, quando o Marajá (uma espécie de título real) Sawai Ram Singh receberia a visita do príncipe Alberto, do País de Gales. Para estreitar relações, o Marajá resolveu pintar toda a cidade de rosa, cor que historicamente representa hospitalidade e boas vindas.

Singh gostou tanto do resultado que no ano seguinte sancionou a lei que torna obrigatório o tom terracota para as construções da cidade. E até hoje é assim. 

Quantos dias ficar?

Jaipur tem muitas atrações incríveis e considero interessante ficar pelo menos dois dias inteiros por lá. Se você tiver três dias inteiros, melhor ainda. Aí dá para fazer um bate e volta até Pushkar (a 150 km de Jaipur), uma outra cidade que eu amei conhecer. Nós fizemos todo esse rolê de carro, com motorista. 

E agora vamos às atrações!

Hawa Mahal

O cartão postal de Jaipur, também conhecido como Palácio dos Ventos, é da época do mesmo Marajá que pintou a cidade de rosa. O Hawa Mahal foi construído para que as mulheres que faziam parte da corte pudessem observar a cidade sem serem vistas. A atração fica bem no centro da cidade, numa rua movimentadíssima e não há muito recuo para conseguir tirar fotos. O melhor a fazer é tentar chegar cedinho por lá, para disputar o espaço com menos gente. O acesso a essa área é gratuito.

Dica extra: do outro lado da rua, há um café que fica em um prédio com sacada. Se consumir algo lá, você tem um ângulo privilegiado para fotos. Na hora fiquei com preguiça e desisti da empreitada. Além disso, também descobri que dá para ver o Hawa Mahal pelo outro lado, e dá para entrar também. Como sempre digo por aqui, aprenda com meus erros! Depois me arrependi tanto de não ter subido no café como de não ter atravessado para ver o palácio do outro lado… Fica para a próxima.

City Palace

Bem pertinho dali, a uns cinco minutos andando, fica o City Palace. A construção também é da época do mesmo Marajá e é liiiinda! Parece que você entrou em algum filme – já que o City Palace antigamente funcionava como a residência real. É cheio de detalhes e tem muita coisa bonita para explorar – jardins, arquitetura, pinturas nas paredes. Mas no geral, é uma visita rápida. E incrível! Ah, a entrada para estrangeiros custa 500 rúpias (cerca de US$ 6,60, câmbio em maio de 2020).

Amber fort

Bom, continuando com as atrações em que parece que você entrou em um filme – mas é a vida real – temos o Amber Fort. Ele fica localizado no topo de uma colina em Amber, que é uma cidadezinha colada com Jaipur. Fica a 10 km mais ou menos do centro.

As construções lá dentro também são maravilhosas. E com uma vantagem: como o forte fica no alto, várias delas oferecem uma visão incrível de Jaipur. A entrada custa 500 rúpias (cerca de US$ 6,60 dólares).

Alerta: há uma subida para chegar até o forte. Dá para fazer a pé tranquilamente. Nesse mesmo caminho, há elefantes que levam os turistas até lá em cima. Mas a gente do Viajão não recomenda esse tipo de turismo que explora animais, ok? 

Nahargarth fort

Construído em cima de outra colina, em 1734, fica o Nahargarth Fort. É um lugar muito interessante! Lá dentro a gente tem a impressão de quase estar em um labirinto. Ah, lá no topo tem um lugar incrível para ver o por do sol. Mas cuidado com os pertences como óculos de sol – e segure bem o celular! Isso porque tem muitos macacos lá em cima e eles adoram pegar coisas dos turistas. A entrada custa 200 rúpias (cerca de US$ 2,60).

Birla mandir

Lá dentro é proibido fotografar.

Construído inteiro em mármore branco, o Birla Mandir é um templo hindu dedicado à deusa Lakshmi e a Vishnu (uma das principais deidades do hinduísmo). O templo é impressionante! E uma curiosidade: como é todo de mármore e é preciso tirar os sapatos, o chão fica muuuito gelado! 

Patrika Gate

O Patrika Gate nada mais é do que um portão de entrada para um parque (o Jawahar Circle Garden). Mas é lindo! E, pelo menos quando fomos, não tinha ninguém por lá. Isso porque o local não faz parte da rota mais tradicional dos pontos turísticos. Mas juro que vale a pena. É uma visita rápida, mas rende ótimas fotos. Pudemos observar tudo com calma e ainda dar uma olhada no parque.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.

Saindo de Jaipur…

Como comentei lá em cima, fizemos todo esse trajeto de carro. De Nova Delhi fomos para Jaipur, de Jaipur fomos para Agra. Na saída para Agra, paramos em alguns pontos que já ficam no caminho para fora da cidade, mas que são muito interessantes. 

Dica extra: também próximo à saída da cidade fica o tradicional Lassiwala. Como o nome indica, é um local que prepara lassi, a clássica bebida (que lembra um iogurte) indiana. O estabelecimento existe desde 1944 e é famoso pelos copos de argila, que depois começaram a ser usados por todo lugar. Ah, o lassi é uma delícia, sim!

Templo dos macacos

Originalmente batizado de Templo de Galtaji, esse é, na verdade, um complexo de templos hindus. E vocês já devem imaginar o porquê de ele ser chamado de Templo dos Macacos hoje em dia, certo? Sim, uma colônia enorme de símios mora por lá. 

Apesar de ser uma atração bastante conhecida, achei a atmosfera do lugar muito local! Talvez seja porque chegamos lá no meio de uma cerimônia. Até por isso não fiz fotos por lá. Era uma coisa super íntima dos hindus, me senti um pouco invadindo o momento deles. Eles se banham nas piscinas que tem ali, muitos sem roupa. E na hora que fomos, havia um total de três turistas. No caso eu, Xóia e Anizelli haha. 

Chand Baori

O Chand Baori é um… Poço! O Rajastão é um estado que tem uma estação muito quente e seca que se alterna com monções de chuva forte. Por isso, no ano 800 foi iniciada essa construção que é como se fosse um buraco. Todas as paredes são cercadas de escadas e, no fundo, ficava o poço. Assim, eles conseguiam armazenar por mais tempo a água das chuvas e conseguiam também se refugiar do calor na estação seca. Isso porque na parte debaixo, descendo os degraus, a temperatura é alguns graus mais baixa do que na superfície. 

Não tem ninguém nos degraus porque hoje em dia é proibido andar por ali, infelizmente.

É muito interessante! E se você achou a paisagem um pouco familiar, talvez seja porque o Chand Baori apareceu em um dos filmes do Batman (O Cavaleiro das Trevas Ressurge). É onde o Christian Bale fica preso, lembram? Dá uma olhada aqui embaixo. 

Harshad Mata Temple

Bem ali do lado fica minha última sugestão de atração em Jaipur. É o Harshad Mata Temple que, apesar de ainda funcionar como templo (vimos vários indianos circulando por lá), é praticamente um sítio arqueológico. A construção data do século IIX ou IX e é cheia de esculturas em pedra, apesar de muitas delas terem sido levadas para museus em Jaipur e Amber. 

Ufa! Espero que tenham curtido as dicas e sugestões. Eu adoraria voltar a Jaipur e explorar mais a cidade, que é muito rica em cultura, arquitetura e cores. Ah, lembre-se também de que é super importante fazer seguro viagem antes de qualquer viagem internacional, certo

O post Jaipur: conheça a cidade rosa dos Marajás apareceu primeiro em Viajão.

]]>
https://www.viajao.com.br/bkp/jaipur-conheca-a-cidade-rosa-dos-marajas/feed/ 1