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A ilha é perfeita para quem quer relaxar e curtir uma praia que mais parece uma imensa piscina. Conheça este paraíso nas Filipinas!
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]]>Saber que as Filipinas têm mais de cinco mil ilhas é de cair o queixo, né? E entre tantos lugares de paisagens lindas, está um paraíso chamado Boracay.

A ilha no Sudeste Asiático tem uma vibe diferente se compararmos com destinos mais famosos, como El Nido e Coron. E é por ser assim, única, que você ficará encantando por ela. E eu vou te contar o que fazer em Boracay.
Pra chegar até Boracay, você primeiro precisa pegar um voo até Caticlan (MPH), que é o aeroporto mais próximo.
Dá pra voar até lá saindo de Manila (capital) ou de Cebu, por exemplo.
Empresas de baixo custo fazem esses voos. Cebu Pacific Air e Air Asia são boas opções. Use o Skyscanner pra pesquisar os preços.
Assim que desembarcar no aeroporto de Caticlan, você vai precisar pegar um barco que te deixa em Boracay.
Antes da porta de saída do pequeno aeroporto, encontre os quiosques que vendem o transporte até a ilha. É um combo: van + ferry.
A van te leva até o píer, que fica a uns cinco minutos do aeroporto. E do píer partem as embarcações até Boracay.
Primeiramente, é bom saber que o transporte até a ilha de Boracay é feito em barcos pequenos e simples, que levam umas 50 pessoas por vez.
Quem vai com bagagem pequena e de mão leva vantagem, porque atravessar as improvisadas passarelas tábuas de madeira, que ligam o píer às embarcações, é uma aventura!

O trajeto dura uns 15 minutos e não é confortável. Mas vai valer a pena!
Ao chegar à ilha, placas com regras já pipocarão na sua frente. Sim, o turismo em Boracay finalmente foi controlado e algumas proibições são aplicadas a quem quer desfrutar um pouco do paraíso.
Não é mais possível fumar e consumir bebidas alcoólicas na White Beach, a principal praia da ilha. Danças com fogo, esculturas de areia, instalações de luz elétrica e esportes aquáticos também estão proibidos à beira-mar.
Tudo isso está sendo feito agora porque a ilha precisou ficar completamente fechada pro turismo por seis meses em 2018 (entre os meses de abril e outubro).

A pausa aconteceu para que o ecossistema conseguisse se recuperar após anos de degradação provocada pelo turismo desordenado. Até construções em áreas irregulares foram demolidas durante este período.
A ilha é dividida em três estações. A mais famosa (e badalada!) é a número 2, onde está a famosa e movimentada White Beach.

Procurar por hotéis nesta região pode ser uma boa se você curte estar no meio do agito e com muitas opções de restaurantes, bares e lojas por perto.
A estação de número 1 é mais pacata e reúne opções de hospedagem mais “família”. Já a número 3 é uma área um pouco mais “nobre”, com resorts mais luxuosos.
Não estranhe se o quarto de seu hotel estiver com cheiro de mofo. Em novembro de 2019, nós andamos de acomodação em acomodação, por uma hora, para tentar encontrar alguma hospedagem sem o “aroma de fechado”. São reflexos de um lugar que ficou sem receber turistas por meio ano, né?
Chegamos a entrar em vários quartos nessa busca por um hotel bacana e que atendesse nossas expectativas. E percebemos que a maioria deles tem uma estrutura mais antiga, apenas com a recepção reformada pra dar uma “cara mais moderna”.

A cor da água nas Filipinas é surreal! Mas a White Beach, em Boracay, consegue ser ainda mais incrível. Quando você entra pra dar um mergulho, vai entender. Ela é completamente transparente.
Como a areia é bem branquinha, a água parece de uma piscina gigante, com ondas leves e salgada. Mesmo que vá bem pro fundo, ainda vai continuar vendo seus pés sem dificuldade alguma. Nunca vi algo parecido.
A maior parte da praia mais famosa da ilha fica na Estação 2. E todos os dias, perto do sol se pôr, a faixa de areia fica lotada de gente esperando o dia se despedir.

O visual é maravilhoso e o “evento” parece um réveillon todos os dias, com muita gente reunida pra se despedir de mais um dia.
Em primeiro lugar, é bom saber que a orla da Estação 2 está repleta de bares e restaurantes. O curioso é que a areia vai até a entrada dos estabelecimentos, não existe uma calçada separando os espaços.
Não deixe de comer os deliciosos muffins do tradicional limão filipino, o kalamansi, no Real Coffee & Tea Cafe, de beber bons drinks e comer petiscos no bar Epic Boracay e de saborear uma sobremesa incrível, como o famoso cheesecake de manga (e outras tortas maravilhosas) do Cafe del Sol.

Inclusive, todos ficam à beira-mar e a poucos minutos de caminhada um do outro.
Se quiser mais opções legais pra comer e comprar, basta entrar numa das ruazinhas transversais da Estação 2. Ali, fica o D’mall, uma área bastante movimentada, cheia de lojas e feirinhas, e também restaurantes. Tem de comida filipina à hamburgueria.
As crianças podem se divertir na mini roda gigante. Já pros adultos, um pub irlandês deve ser uma boa pedida.
A ilha é um lugar para relaxar, passear pelas lojas, aproveitar os bons restaurantes e curtir as belas praias, tomando sol na areia e vendo o tempo passar dentro do mar. Deixe os passeios para fazer snorkeling para outros destinos nas Filipinas, como El Nido e Coron.
Chegamos a contratar um barqueiro na areia para conhecer outras praias de Boracay e constatamos que a White Beach é imbatível. Ah! E a flutuação com snorkel, mar adentro, também deixou a desejar.

Enfim, é melhor aproveitar a estrutura da cidade mesmo, que está em constante reforma. Depois de viver anos de turismo descontrolado, Boracay está se transformando. E pra melhor!
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Paisagens deslumbrantes e águas cristalinas. Coron é um encanto atrás do outro! Saiba o que visitar quando estiver nessa região das Filipinas.
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]]>As Filipinas são um deslumbre atrás de outros e chegar em Coron não foi diferente. Se já tinha me acostumado à cor d’água, não estava preparada para as baías e lagoas com as belíssimas estruturas de calcário. Muito menos para as praias desertas.

O município de Coron é, na verdade, um conjunto de ilhas na província de Palawan (a mesma onde fica El Nido). Por isso, os passeios envolvem se juntar a um grupo para um passeio de barco ou, se estiver em um grupo maior, reservar um passeio particular. É importante ressaltar que todos os pontos cobram uma taxa de entrada que varia de 150 a 200 pesos (em geral). Então, confirme com seu guia se essas taxas estão inclusas ou se você precisará pagar a cada parada.
No primeiro dia de passeio, fomos aos principais pontos ao redor de Coron. O uso de colete salva-vidas é obrigatório na maior parte dos destinos. E vale muito usar aqueles sapatinhos emborrachados para se proteger das pedras e corais.
Com uma caminhada morro acima (até um mirante) e morro abaixo, esse é um dos pontos mais conhecidos de Coron. A água é transparente (como era de se esperar!) e quentinha. Mas o lugar começa a encher a partir da metade da manhã!

Essas duas lagoas são conectadas por uma fresta na rocha e são uma mistura de água doce e salgada. Por isso, você está lá nadando feliz e contente e passa por um trecho de água gelada. Que, rapidamente, vira a água morna de novo.
Ainda bem que essa não foi a nossa primeira parada, pois não teríamos ido embora. Esse ponto é simplesmente deslumbrante! É impossível descrever quão cristalina a água é, mas dá para imaginar pela clareza das fotos. E ainda por cima, tem esses paredões inexplicáveis.

Esse é um ponto perfeito para snorkelling. Aproveite a quantidade de espécies de peixes e corais para encerrar o dia de encantos.
No segundo dia de passeios, escolhemos praias mais distantes. Isso quer dizer cerca de 40 minutos no barco até a primeira parada. Mas todo esse trajeto valeu ao descobrir que teríamos esses locais paradisíacos todos para nós.
Quando a maré está baixa, um banco de areia liga duas ilhas na baía de Coron. Mas essa praia é encantadora de qualquer jeito – como a gente bem descobriu. Ficamos mais de meia hora sozinhos por ali, antes de um segundo barco atracar.

Nosso almoço foi em mais uma ilha deserta. Basicamente, havia apenas um outro barco atracado e ninguém na areia.
Para ver como as Filipinas te deixam mal acostumado, essa é uma praia linda de água transparente – e só. Foi uma parada para água de coco mesmo, porque o trajeto de volta a Coron era longo.
Esse é um dos pontos com navios naufragados no entorno de Coron – motivo pelo qual a ilha atrai muitos mergulhadores. Aqui fica um navio japonês que afundou durante a Segunda Guerra Mundial. O desafio é tentar encostar no barco (Nemo!), o que pode ficar mais difícil durante a maré alta. Mas que nosso guia fez com facilidade…
Caso você resolva fazer um passeio particular (como nós fizemos), o almoço não costuma estar incluído. Portanto, o guia irá te levar ao mercado central, que fica em frente ao local de onde saem os barcos. E não precisa se preocupar: vão te indicar o que comprar e cozinhar para você no barco. Nossa lista incluiu peixe fresco, arroz, água, temperos e frutas. E estava delicioso nos dois dias!
Como vários outros destinos nas Filipinas, em Coron, há resorts e hotéis de todos os tipos, dos mais luxuosos aos mais acessíveis. Alguns resorts, inclusive, ficam em ilhas no entorno da Baía de Coron. Portanto, vai depender do seu orçamento e do seu estilo de viagem.
Nós ficamos no Zenvea, um hotel bastante novo e confortável em uma rua próxima à rua principal. Apesar da pouca iluminação na rua (em todas as ruas, na verdade), era bem fácil se deslocar para restaurantes à noite.
O aeroporto de Coron fica a cerca de 20km da cidade. Há voos diretos a partir dos principais aeroportos das Filipinas – Manila e Cebu – e de outras ilhas, como Boracay (Caticlan), Clark, Puerto Princesa e El Nido.
Agora, se você estiver em El Nido, um dos jeitos mais práticos é ir de balsa. Existem dois tipos: a longa (cerca de 7 horas) e a rápida (de cerca de 4 horas). A balsa rápida é em catamarã e custa cerca de 1.800 pesos filipinos (US$ 36 dólares, em dezembro/2019). Apesar de ser uns 8 dólares mais barata, a fast ferry vale mais a pena, pois o mar pode ficar agitado. Além disso, as ilhas são tão lindas, que você vai querer aproveitar o máximo de tempo que puder.
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Saber onde se hospedar e quais passeios fazer vai te ajudar a aproveitar ainda mais esse paraíso filipino.
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]]>Esta é apenas uma das sete mil ilhas que pertencem às Filipinas. Mas saiba que El Nido é gigante e escolher exatamente o que fazer por lá antes de ir ajuda a economizar tempo. Afinal, existem vários lugares imperdíveis pra conhecer e desbravar a famosa e encantadora El Nido.

Apenas uma companhia aérea, a Air Swift, voa diretamente para o aeroporto de El Nido. Os voos não são tão baratos para os padrões do Sudeste Asiático (em média US$ 100) e os aviões são pequenos.
A maioria deles parte de Manila, a capital das Filipinas (também saem de Cebu e Boracay). A viagem é tranquila e assim que o pouso vai se aproximando, vale a pena dar uma espiada pela janela do avião.

O visual é incrível e a cor água do mar perto do aeroporto já dá uma noção daquilo que você verá nos próximos dias.
El Nido tem um píer bem no centrinho. Dali, partem e chegam os ferries que ligam esta ilha à outra bem conhecida, Coron.
Dá pra aproveitar e conhecer os dois lugares fazendo essa viagem de mais ou menos quatro horas, pelo mar. As passagens custam em média 1.800 pesos filipinos (uns US$ 36 em dezembro/2019).
Se você estiver em Puerto Princesa, outra cidade bastante procurada pelos turistas que vão ao país, dá pra chegar a El Nido por terra.
Mas prepare-se para viajar numa van, por até sete horas. Pode sair mais barato, só que o tempo de deslocamento será maior também.
A escolha da hospedagem dependerá do estilo de viajão que você é.
Gosta de ficar perto de restaurantes, lojas e bares diversos, com mais movimento e várias opções do que fazer todo dia e toda hora? Então, escolha um hotel em El Nido Town.

A região fica na parte oeste da ilha, próxima do aeroporto e onde está o píer da cidade. Nos arredores, tem várias praias, como Vanilla Beach e Corong Beach.
Dá pra ver que o centrinho ainda está em desenvolvimento para receber um número de turistas que não para de crescer. Mas a infraestrutura ainda não é tão completa quanto em outras cidades de praia do Sudeste Asiático, como Phiphi, na Tailândia.
Nos hospedamos no nordeste de El Nido, pertinho de Bulang Beach. A área é praticamente deserta e bem longe de lojinhas e restaurantes.
A saída para os passeios tradicionais também deixou a logística mais complicada, já que os barcos partiam da praia de El Nido Town e, pra chegar até lá, tínhamos que alugar uma van e “viajar” por quase uma hora antes da aventura pelo mar começar.
Os tradicionais estão divididos em quatro tours diferentes, de A até D. Cada um engloba diferentes atrações. Por isso, vale pesquisar bem antes e, então, escolher o “pacote” que mais enche os olhos.
Existem também os passeios privados. Neste caso, você contrata um barqueiro e viaja apenas com seu grupo durante todo o dia.
Nós encontramos o Ronald, um simpático filipino, oferecendo os passeios na praia de El Nido Town. Optamos por um barco privado e escolhemos determinados destinos para conhecermos em um só dia.

Em cinco pessoas, o tour custou 12.500 pesos filipinos no total, o que deu uns 250 dólares (em novembro de 2019). Nesse valor, já estavam incluídas as taxas governamentais de algumas ilhas, água e almoço preparado pelos barqueiros.
Conhecemos Hidden Beach, Helicopter Island, Secret Beach, Big Lagoon e Small Lagoon. Nosso passeio começou às nove horas da manhã e terminou pouco depois das cinco da tarde.

Lembrando que o barco tradicional pode ser um pouco desconfortável para muitas horas de passeio.
Contato do Ronald, se quiser reservar o passeio: +63 961 291 3164 – dá pra mandar WhatsApp em inglês que ele responde rápido!
No nosso hotel, contratamos um passeio oferecido para três ilhas pouco exploradas pelos turistas. Realmente nos impressionamos! Praticamente, só o nosso grupo estava nos lugares no dia.

Conhecemos e fizemos snorkeling nas águas transparentes de Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island.
Viajamos de speed boat entre elas e o conforto é um pouco maior. Pagamos 2.200 pesos filipinos por pessoa (US$ 44 em novembro de 2019). Neste preço, já estavam incluídos almoço, bebidas (refrigerante, suco, água e cerveja!) e as taxas governamentais.

O restaurante do nosso hotel Qi Palawan era ótimo, com várias opções.
Mas no centrinho de El Nido, descobrimos um lugar muito bom e que você vai adorar saborear.
O restaurante Happiness Beach Bar fica a uma quadra do mar e tem um astral muito bom. Um dos atendentes, na porta, nos ofereceu falafels e o sabor desse “brinde” já nos fisgou de imediato.

No cardápio, há várias opções vegetarianas. Pedimos sanduíches de falafel, brusqueta de falafel e também um dos pratos mais saborosos da vida.
Ele é servido numa panelinha, tem molho de tomate, queijo feta, húmus, ovo e um tempero delicioso, acompanhado de pão pita e uma conserva de legumes! Não tem erro, só de escrever sobre, já deu vontade de comer de novo.
Vai lá e depois me conta o que achou!
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