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Arquivos Sudeste Asiático – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/asia/sudeste-asiatico/ construímos memórias Fri, 27 Nov 2020 12:53:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Sudeste Asiático – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/asia/sudeste-asiatico/ 32 32 As novas regras para visitar o Camboja https://www.viajao.com.br/bkp/as-novas-regras-para-visitar-o-camboja/ https://www.viajao.com.br/bkp/as-novas-regras-para-visitar-o-camboja/#respond Mon, 22 Jun 2020 10:00:38 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12423 Muitos países estão voltando, lentamente, a receber turistas após meses de prejuízo por conta do novo coronavírus. Mas o Camboja radicalizou e passou a fazer uma série de exigências para quem deseja visitá-lo a partir de agora.

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Um “novo normal” já está afetando o nosso dia a dia e também o mundo das viagens. Por conta da pandemia de Covid-19, novos protocolos de segurança estão sendo implantados em aeroportos pelo mundo e, logicamente, nos voos. Mas o governo do Camboja, incrível país no Sudeste Asiático, radicalizou e colocou novas regras para turistas interessados em visitá-lo. 

Angkor Wat, no Camboja
O famoso e imenso templo Angkor Wat

A ideia é evitar uma segunda onda de infecções por lá. O problema é que as exigências podem espantar os viajões – em vez de atrair novos turistas.

Seguro médico de US$ 50 mil

Sabemos que fazer um seguro de saúde é essencial pra evitar contratempos no exterior e gastos (altos, muitas vezes) com despesas médicas. A partir de agora, será obrigatório apresentar na entrada do Camboja um seguro de viagem que cubra gastos de saúde de, no mínimo, US$ 50 mil reais.

Inclusive, você pode orçar e fechar o seu com o nosso parceiro Seguros Promo. Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/

Uma dica: veja se o seu cartão de crédito não oferece seguro viagem grátis, caso você compre as passagens utilizando ele. Na maioria dos casos, o seguro será de US$ 50 mil, o exigido pelo governo cambojano.

Depósito de US$ 3 mil

Ao entrar no Camboja, cada turista será obrigado a pagar um depósito de US$ 3 mil! Isso pode ser feito em dinheiro ou no cartão de crédito. Na atual cotação do dólar, isso ultrapassa os R$ 15 mil. Por isso, fique atento ao limite do seu cartão para evitar surpresas.

O governo diz que o dinheiro é para cobrir eventuais despesas médicas que o viajante possa ter (sim, isso é ALÉM do seguro médico).

Agora um alerta (mórbido) importante: nesses US$ 3 mil já estão incluídos os custos para cremação do corpo do turista (US$ 1,5 mil), caso ele morra em solo cambojano de Covid-19! #saizica

A boa notícia

Se o turista se mantiver saudável até o fim da estadia no Camboja, o dinheiro do depósito é devolvido na saída do país.

Siem Reap, Camboja
A agradável Siem Reap

Novos procedimentos na chegada

Assim que chegarem ao Camboja, primeiramente os turistas são obrigados a fazer o teste de Covid-19. E cada um paga o seu: o total fica por US$ 165! 

  • US$ 5 para o transporte de ônibus do aeroporto ao centro de testagem
  • US$ 100 para o teste em si
  • US$ 60 pelas três refeições e pela estadia para aguardar o resultado

Esse dinheiro é descontado daquele depósito que você pagou ao desembarcar.

Deu negativo?

Ótima notícia! Você está praticamente liberado para curtir o país se comprometendo a tomar todos os cuidados de saúde necessários.

Mas torça para que TODOS OS PASSAGEIROS que vieram com você no mesmo voo também testem negativo. Sabe por quê?

No caso de um passageiro com coronavírus

Não precisa ser você. Se alguém do seu voo testar positivo, TODO MUNDO vai pra quarentena de 14 dias. Isso mesmo. Vai ter que ficar trancado num hotel disponibilizado pelo governo, sem conhecer nada, por duas semanas, só por precaução. 

Os gastos nessa “brincadeira” são de US$ 84 por dia, o que dá US$ 1.176 no total.

Mas não acabou por aí. Um novo teste terá de ser feito e lá se vão mais US$ 100 pra isso. 

Se precisar ficar internado

Agora, se precisar ficar hospitalizado, o passageiro contaminado vai gastar uns US$ 225 por dia no hospital! Rezando pra ficar livre do vírus o mais rápido possível.

Como ficará o turismo no Camboja

Em 2019, o país recebeu 6.610.592 turistas estrangeiros – um aumento de 6,6% comparando com 2018, segundo o Ministro do Turismo cambojano, Thong Khon. Uma época em que nem se imaginava uma pandemia.

Nas ruínas do Angkor Wat, em Siem Reap, no Camboja
Nas ruínas do Angkor Wat

Muita gente tem curiosidade em conhecer o sensacional Angkor Wat, em Siem Reap, por exemplo. Mas, com essas novas (e rígidas) regras, o Camboja talvez precise se preparar para uma queda drástica nas receitas com turismo. 

E se esse novo normal vier sem muitos turistas circulando por lá, quem sabe o governo volte atrás e afrouxe algumas medidas pros viajantes. Vamos aguardar.

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Chegando em Bangkok: como ir do aeroporto para a cidade https://www.viajao.com.br/bkp/chegando-em-bangkok-como-ir-do-aeroporto-para-a-cidade/ https://www.viajao.com.br/bkp/chegando-em-bangkok-como-ir-do-aeroporto-para-a-cidade/#respond Sat, 23 May 2020 11:00:28 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12151 Comprou a passagem para Bangkok e ainda não sabe qual a melhor opção para ir do aeroporto até seu hotel? Confira aqui todas as possibilidades saindo tanto do Suvarnabhumi, o principal da cidade, como do Don Mueang, onde chegam muitos voos low cost

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Está com a passagem comprada para Bangkok e quer saber como ir do aeroporto para a cidade? Pois bem, esse post vai te ajudar! Antes da gente chegar no principal, recomendo sempre comprar chip de celular com internet assim que desembarcar. Existem várias opções para turistas logo na área de desembarque. O 4g funciona maravilhosamente na Tailândia e isso vai te ajudar bastante a não se perder na cidade, afinal você terá acesso ao Google Maps sempre que precisar. Veja aqui outras coisas essenciais que é bom saber antes de chegar.

Bangkok é mesmo linda <3.

Agora passando para o assunto propriamente dito, que é como ir do aeroporto para a cidade, é importante saber que Bangkok tem dois aeroportos principais. O Suvarnabhumi International Airport e o Don Mueang International Airport. O primeiro é o maior e principal – se você está saindo do Brasil em direção à Tailândia, é bem provável que desembarque por lá. Já o Don Muang é onde chegam muitos dos voos de companhias low cost. O que significa que se você for visitar outros países na região e retornar à Tailândia, também deve passar por ali. 

Confira na sua passagem qual é o aeroporto para evitar problemas, certo? Para cada um deles, há uma série de opções, confira a seguir.

Veja também quais são as melhores praias da Tailândia e como foi nossa experiência com elefantes em Chiang Mai.

Saindo do Suvarnabhumi International Airport (BKK Airport)

Esse é o principal aeroporto da cidade, o maior e com melhor estrutura. Ele fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Bangkok. Além das opções que vou dar abaixo, no próprio aeroporto você encontra também guichês de aluguel de carro. Não cogite essa opção, por favor haha. A menos que você já tenha um profundo conhecimento da cidade e do trânsito de Bangkok. 

Taxi

Os carros na Tailândia são muito coloridos, muitos dos táxis são verdes e amarelos.

Os pontos de taxi do Suvarnabhumi ficam no térreo, próximos às saídas 3, 4, 7 e 8. Há um guichê de taxi ali nas proximidades, você pega uma espécie de senha e espera ser chamado. O valor é calculado por taxímetro, como no Brasil. 

Mas preste atenção: em Bangkok há uma série de vias expressas e a circulação de veículos por elas é paga. Os pedágios urbanos, que em geral custam em torno de 50 baths (um pouco menos de US$ 2) são cobrados a parte do preço da corrida. Normalmente os condutores perguntam aos passageiros se eles preferem a via expressa antes de entrar em uma – fique atento porque a maioria deles não fala inglês e pode tentar te explicar com gestos e mímicas.

Eu, pessoalmente, sempre prefiro as vias expressas. Bangkok é uma cidade imensa, com muito trânsito. Por tanto, acho que vale a pena. 

Grab

Não tente usar Uber – não funciona na maioria dos países asiáticos. Já aproveite e faça download do Grab antes de chegar lá e adicione suas informações de pagamento (caso prefira pagar com cartão de crédito, claro). Esse é o app de transporte usado na Tailândia, ele funciona exatamente como os que temos aqui. Permite pagamento via cartão de crédito ou dinheiro. 

Ele tem uma série de vantagens, como saber o preço final aproximado da corrida, por exemplo. Digo aproximado porque também precisamos pagar os valores do pedágio urbano por circular nas vias expressas à parte. Exatamente como no taxi. O aplicativo sempre vai te enviar um alerta falando sobre isso (toll fare). 

Outra vantagem do Grab é que você pode pedir outros tipos de veículos além dos carros, como vans, por exemplo. Na nossa última passagem pela cidade, estávamos em cinco pessoas e o valor da van para nos deslocarmos ficava mais baixo do que pedir dois carros. 

BTS (Metrô de superfície)

O Suvarnabhumi tem uma linha de metrô de superfície que sai diretamente do piso B1 do aeroporto e vai até a estação Phaya Thai. Essa estação é grande e bem central, fica próxima aos grandes shoppings da cidade. De lá, você pode fazer baldeação pro metrô, o BTS. Várias linhas saem dali.

Estação Phaya Thai, no centro de Bangkok.

O Airport Link + BTS é uma opção muito prática e barata, mas não é a ideal para todos. Os trens são novos, modernos, seguros e têm ar condicionado. Mas se você estiver com muita bagagem, pode ser difícil embarcar. Em horários de pico, ficam bastante cheios. Além disso, confira antes no Google Maps se o seu hotel está próximo a uma estação de BTS e veja o trajeto de como chegar lá. 

Para mim, pessoalmente, se eu estiver longe de uma estação e precisar ficar trocando de transporte com malas (airport link + BTS + ônibus ou Grab), eu já acho que não vale muito a pena. Lembre-se de que Bangkok é uma cidade enorme, todo esse rolê vai te custar tempo em que você podia estar curtindo a cidade.

O BTS é moderno e super confortável, maaaas também pode estar lotado. Pense no tamanho da sua mala. 

Outro porém: descer em Phaya Thai e tentar pegar um Grab ali também é complicado. Pense numa região com muitas avenidas e trânsito intenso. É mais difícil encontrar o motorista do que parece. Lembre-se de que o alfabeto é diferente do nosso e a maioria dos motoristas não fala inglês. Já tentamos fazer isso e não deu boa haha.

Quando vale a pena ir de metrô?

Mas se você estiver sozinho, com pouca bagagem e perto do BTS, aí sim é super tranquilo. Foi o que fiz da última vez que em que estive na cidade, pois cheguei sozinha. Gastei 45 baths no Airport Link que vai do aeroporto até Phaya Thai. E de lá fiz baldeação até a estação Thong Lor, que ficava ao lado do meu hotel, por mais 45 baths. Gastei cerca de US$ 3, evitei o trânsito da cidade e fiz o trajeto todo em uma hora. 

Resumindo: vai chegar sozinho? Tem pouca bagagem? Quer economizar (tempo e dinheiro)? Seu hotel fica próximo a uma estação? Vá de metrô. Se não, prefira um Grab. 

Dica extra

As máquinas para compra do ticket são simples de operar, você só precisa escolher sua estação e pagar. Há opções com moedas (esse caso) ou cartão de crédito.

Você pode comprar os tickets do BTS nos guichês (com atendentes) ou nas máquinas. Você precisa informar qual sua estação final porque o preço da passagem depende disso.

A ficha é a passagem do Airport Link, enquanto o cartão é a passagem do BTS. Cuidado para não perder!

Depois que tiver pago, você recebe um cartão ou ficha. Você vai encostar esse cartão ou ficha na catraca para que sua entrada seja liberada e vai depositá-lo depois ao sair no seu destino. Ou seja, guarde esse cartão ou ficha em um lugar de fácil acesso e não perca.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.

Ônibus

O aeroporto tem também uma série de pontos de onde saem ônibus locais de Bangkok. Para chegar até essa área, você precisa pegar um shuttle de dentro do aeroporto, na área de transportes. O Suvarnabhumi é bem sinalizado, então é fácil encontrar. Porém, como em qualquer lugar do mundo, você precisa saber para onde vai e qual ônibus te leva até lá. Confira isso tudo no Google Maps antes de se aventurar, certo?

Os tailandeses são sempre muito gentis, então pode ficar tranquilo que em geral os cobradores te avisam do seu ponto se você pedir.

Se o hotel está no caminho de algum dos ônibus que param no aeroporto, ótimo. Essa é a opção mais barata, custa a partir de 35 baths (pouco mais de US$ 1). Recomendo para quem quer economizar e já tem alguma familiaridade com o transporte coletivo da Tailândia – eu mesma nunca fiz esse trajeto, apesar de já ter circulado muito de ônibus dentro de Bangkok.  

Saindo do Don Mueang International Airport (DMK Airport)

Sim, tem mesmo esse aviso em português no controle de saúde do Don Mueang. 

Esse aeroporto, que fica a 25 quilômetros do centro, costumava ser o principal da cidade até a construção do Suvarnabhumi. Ele até ficou fechado por um tempo, em 2006, e foi reaberto no ano seguinte. Como a cidade ganhou um aeroporto mais moderno, esse acabou ficando um pouco defasado – não há metrô perto. Há planos de que uma linha seja construída até 2025, porém. Por enquanto, as opções mais práticas são taxi e Grab, que funcionam da mesma forma que descrevi aqui em cima.

Grab

Honestamente, eu prefiro sempre o Grab. Em primeiro lugar porque é mais fácil ter ideia do quanto a corrida vai custar e é também mais fácil se comunicar. Muitos motoristas, como comentei, não falam inglês. E pelo aplicativo você inclui o seu endereço diretamente. Além disso, esse aeroporto pode ficar bem movimentado – há uma fila para o taxi, que pode demorar um bom tempo (experiência própria). Esse aeroporto é mais próximo do centro, então o valor da corrida também é mais baixo.

Ônibus

Também há alguns ônibus que param ao lado do aeroporto, como o A1, que para na estação de BTS Mo Chit. Essa estação também é bem movimentada, bem central. De lá dá para fazer baldeação ou tentar um Grab. O ônibus custa 30 baths (cerca de US$ 1), mais o valor do BTS, entre 40 e 60 baths (US$ 1 e pouco a US$ 2).

Se locomover na cidade é tranquilo, aí você pode andar até de tuktuk.

Para terminar, caso esteja pesquisando passagens e encontre opções para a rota que você busca saindo (ou chegando) nos dois aeroportos, opte sempre pelo Suvarnabhumi. Ele tem mais estrutura e mais opções – é mais prático mesmo sendo mais distante. Não se esqueça também de contratar um seguro viagem. Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®.

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Um paraíso chamado Boracay https://www.viajao.com.br/bkp/um-paraiso-chamado-boracay/ https://www.viajao.com.br/bkp/um-paraiso-chamado-boracay/#respond Sun, 09 Feb 2020 11:00:41 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11773 A ilha é perfeita para quem quer relaxar e curtir uma praia que mais parece uma imensa piscina. Conheça este paraíso nas Filipinas!

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Saber que as Filipinas têm mais de cinco mil ilhas é de cair o queixo, né? E  entre tantos lugares de paisagens lindas, está um paraíso chamado Boracay.

White Beach em Boracay, nas Filipinas

A ilha no Sudeste Asiático tem uma vibe diferente se compararmos com destinos mais famosos, como El Nido e Coron. E é por ser assim, única, que você ficará encantando por ela. E eu vou te contar o que fazer em Boracay.

Como chegar

Pra chegar até Boracay, você primeiro precisa pegar um voo até Caticlan (MPH), que é o aeroporto mais próximo.

Dá pra voar até lá saindo de Manila (capital) ou de Cebu, por exemplo.

Empresas de baixo custo fazem esses voos. Cebu Pacific Air e Air Asia são boas opções. Use o Skyscanner pra pesquisar os preços.

Saindo do aeroporto

Assim que desembarcar no aeroporto de Caticlan, você vai precisar pegar um barco que te deixa em Boracay.

Antes da porta de saída do pequeno aeroporto, encontre os quiosques que vendem o transporte até a ilha. É um combo: van + ferry.

A van te leva até o píer, que fica a uns cinco minutos do aeroporto. E do píer partem as embarcações até Boracay.

A ida de barco

Primeiramente, é bom saber que o transporte até a ilha de Boracay é feito em barcos pequenos e simples, que levam umas 50 pessoas por vez.

Quem vai com bagagem pequena e de mão leva vantagem, porque atravessar as improvisadas passarelas tábuas de madeira, que ligam o píer às embarcações, é uma aventura!

Acesso do píer ao barco em Boracay, nas Filipinas
Tem coragem? 

O trajeto dura uns 15 minutos e não é confortável. Mas vai valer a pena!

Paraíso com regras

Ao chegar à ilha, placas com regras já pipocarão na sua frente. Sim, o turismo em Boracay finalmente foi controlado e algumas proibições são aplicadas a quem quer desfrutar um pouco do paraíso.

Não é mais possível fumar e consumir bebidas alcoólicas na White Beach, a principal praia da ilha. Danças com fogo, esculturas de areia, instalações de luz elétrica e esportes aquáticos também estão proibidos à beira-mar.

Tudo isso está sendo feito agora porque a ilha precisou ficar completamente fechada pro turismo por seis meses em 2018 (entre os meses de abril e outubro).

Boracay, Filipinas
Rua principal de Boracay, completamente reformada

A pausa aconteceu para que o ecossistema conseguisse se recuperar após anos de degradação provocada pelo turismo desordenado. Até construções em áreas irregulares foram demolidas durante este período.

Onde ficar em Boracay

A ilha é dividida em três estações. A mais famosa (e badalada!) é a número 2, onde está a famosa e movimentada White Beach.

A ilha de Boracay, nas Filipinas, é dividida em três estações

Procurar por hotéis nesta região pode ser uma boa se você curte estar no meio do agito e com muitas opções de restaurantes, bares e lojas por perto.

 A estação de número 1 é mais pacata e reúne opções de hospedagem mais “família”. Já a número 3 é uma área um pouco mais “nobre”, com resorts mais luxuosos.

Cheiro de mofo

Não estranhe se o quarto de seu hotel estiver com cheiro de mofo. Em novembro de 2019, nós andamos de acomodação em acomodação, por uma hora, para tentar encontrar alguma hospedagem sem o “aroma de fechado”. São reflexos de um lugar que ficou sem receber turistas por meio ano, né?

Chegamos a entrar em vários quartos nessa busca por um hotel bacana e que atendesse nossas expectativas. E percebemos que a maioria deles tem uma estrutura mais antiga, apenas com a recepção reformada pra dar uma “cara mais moderna”.

Olha a cor dessa água

White Beach, praia em Boracay, nas Filipinas

A cor da água nas Filipinas é surreal! Mas a White Beach, em Boracay, consegue ser ainda mais incrível. Quando você entra pra dar um mergulho, vai entender. Ela é completamente transparente.

Como a areia é bem branquinha, a água parece de uma piscina gigante, com ondas leves e salgada. Mesmo que vá bem pro fundo, ainda vai continuar vendo seus pés sem dificuldade alguma. Nunca vi algo parecido.

https://www.instagram.com/p/B5VY7PapO3z/

O evento de White Beach

A maior parte da praia mais famosa da ilha fica na Estação 2. E todos os dias, perto do sol se pôr, a faixa de areia fica lotada de gente esperando o dia se despedir.

Pôr do sol em Boracay, nas Filipinas

O visual é maravilhoso e o “evento” parece um réveillon todos os dias, com muita gente reunida pra se despedir de mais um dia.

Onde comer

Em primeiro lugar, é bom saber que a orla da Estação 2 está repleta de bares e restaurantes. O curioso é que a areia vai até a entrada dos estabelecimentos, não existe uma calçada separando os espaços.

Não deixe de comer os deliciosos muffins do tradicional limão filipino, o kalamansi, no Real Coffee & Tea Cafe, de beber bons drinks e comer petiscos no bar Epic Boracay e de saborear uma sobremesa incrível, como o famoso cheesecake de manga (e outras tortas maravilhosas) do Cafe del Sol.

Cheesecake de manga nas Filipinas
Eu não curto manga e achei esse cheesecake delicioso :O

Inclusive, todos ficam à beira-mar e a poucos minutos de caminhada um do outro.

D’mall

Se quiser mais opções legais pra comer e comprar, basta entrar numa das ruazinhas transversais da Estação 2. Ali, fica o D’mall, uma área bastante movimentada, cheia de lojas e feirinhas, e também restaurantes. Tem de comida filipina à hamburgueria.

As crianças podem se divertir na mini roda gigante. Já pros adultos, um pub irlandês deve ser uma boa pedida.

O que mais fazer no paraíso chamado Boracay

A ilha é um lugar para relaxar, passear pelas lojas, aproveitar os bons restaurantes e curtir as belas praias, tomando sol na areia e vendo o tempo passar dentro do mar. Deixe os passeios para fazer snorkeling para outros destinos nas Filipinas, como El Nido e Coron.

Chegamos a contratar um barqueiro na areia para conhecer outras praias de Boracay e constatamos que a White Beach é imbatível. Ah! E a flutuação com snorkel, mar adentro, também deixou a desejar.

White Beach, Boracay, Philippines
Coqueiros contornam a orla em White Beach

Enfim, é melhor aproveitar a estrutura da cidade mesmo, que está em constante reforma. Depois de viver anos de turismo descontrolado, Boracay está se transformando. E pra melhor!

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Como é um mercado flutuante em Bangkok https://www.viajao.com.br/bkp/visitando-um-mercado-flutuante-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/visitando-um-mercado-flutuante-em-bangkok/#respond Tue, 17 Dec 2019 10:00:01 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11648 Se estiver em Bangkok num fim de semana, tente visitar um mercado flutuante. De barco, é possível experimentar muitas delícias tailandesas.

O post Como é um mercado flutuante em Bangkok apareceu primeiro em Viajão.

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Se você estiver planejando uma viagem pra Tailândia, certamente já leu ou ouviu sobre os mercados flutuantes. Eles só abrem aos fins de semana. A experiência vale, principalmente, se você já chegar visitando um mercado flutuante bem tradicional em Bangkok, que é mais frequentado por moradores do que por turistas.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Qual escolher

Em primeiro lugar, saiba que os mais famosos têm grandes chances de estarem lotados de turistas como nós! E isso acaba descaracterizando a proposta de observar um local frequentado por tailandeses que vão às compras de barco.

Damnoem Saduak

O mais famoso dos mercados flutuantes em Bangkok é também o mais cheio. A maioria das agências turísticas na cidade oferece essa opção. O local fica a 100 quilômetros da capital, o que dá quase duas horas só pra ir! É bem afastado.

Nunca quis visitá-lo, mas quem já foi relata que tem mais turista circulando pelo lugar do que morador. Ah, e que chega a ser insuportavelmente lotado.

Amphawa

Este foi recomendado a mim por um tailandês na primeira vez que estive em Bangkok, em 2015. Muitos anos se passaram e agora a opção que parecia excelente está ficando muito lotada de turistas também. Ficou famoso!

Vale saber que o Amphawa também fica afastado do centro de Bangkok, a umas duas horas. Então, o ideal é tentar sair cedo pra curti-lo ainda sem muita gente.

Khlom Lat Mayom

Depois de muito pesquisar, escolhemos visitar este mercado flutuante em Bangkok. Queríamos ter a experiência de um mercado local, com poucos turistas e mais frequentado por tailandeses. E conseguimos bem isso!

O Khlom fica a 15km do centro de Bangkok: é perto!

O Khlom Lat Mayom (também escrito “Khlong”) fica em Taling Chan, na capital mesmo, a no máximo uns 30 minutos de carro do centro. Mas, antes de mais nada, saiba que ele só abre aos sábados, domingos e feriados tailandeses, entre 7h e 17h.

Como chegar ao Khlom 

Fomos de Grab, o aplicativo de motoristas no Sudeste Asiático (tipo o Uber no Brasil). Como estávamos em cinco pessoas, selecionamos uma van quando chamamos a corrida.

Existem vários motoristas com este tipo de veículo cadastrado no app e isso torna as viagens em grupo muito práticas!

Pagamos 450 bahts no total pra ir até lá, o que deu uns 15 dólares na cotação de dezembro de 2019.

Como é o mercado

Ao chegar, encontramos uma grande feira coberta que fica às margens de um córrego. São dezenas e mais dezenas de barracas, que vendem comida feita na hora, lembrancinhas, roupas, itens para casa, frutas, verduras…

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Dá pra ficar horas passeando pelos corredores e até provando muitas delícias tailandesas oferecidas pelos simpáticos vendedores.

Contratando um barco

Dá pra contratar um barco exclusivo pro seu grupo, mas atenção para os preços! Logo que chegamos, a motorista da nossa van resolveu nos “ajudar” a contratar um barco privado e nos falou que o passeio de uma hora custaria 1.000 bahts por pessoa. Convertendo, isso daria mais de 30 dólares! Estranhamos porque esses passeios não costumam ser assim tão caros na Tailândia e recusamos!

Demos dez passos e o preço por pessoa de um barco não privado era de 100 bahts, o equivalente a 3,30 dólares! Dez vezes menos pelo mesmo tempo, só que junto de outras pessoas.

O passeio pelo mercado flutuante

O barco em si já é um charme e consegue levar umas quinze pessoas ao mesmo tempo. O curioso é que os bancos onde sentamos são bem baixos, parece até que a água dos córregos vai invadir a embarcação a qualquer momento :O

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Durante a hora de passeio, navegamos por córregos que passam por vizinhanças pacatas com muitas casinhas tailandesas e conseguimos apreciar um pouco a rotina dos moradores do bairro. No trajeto, não vimos comerciantes vendendo mercadorias dentro de barcos. 

As paradas

Nosso passeio teve três paradas estratégicas. Duas foram em mercados parecidos com o primeiro, de onde embarcamos. Eles são em terra firme, então temos que descer do barco e temos um tempo combinado com o barqueiro pra explorar as dezenas de barraquinhas de produtos e comida.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Num dos mercados chegamos a comer um pad thai gostoso preparado por uma senhora dentro de um barco, no córrego. Custou 40 bahts, o equivalente a 1,30 dólar.

E ao lado deste mesmo mercado, tem até um templo budista.

Alguns minutos depois, seguimos para a última parada: um orquidário. A visita acabou sendo rápida. Apenas caminhamos pelas plantações de orquídea e já entramos no barco novamente para voltar ao ponto inicial.

Explorando a culinária tailandesa

Assim que voltamos ao Khlom Lat Mayom, resolvemos aproveitar pra almoçar (várias vezes hahaha) nas dezenas de barraquinhas de comida espalhadas.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Comemos chicken satay (espetinhos de frango), porco, arroz, salada, guioza, abacaxi, pele de frango frita e o tradicional roast duck (pato assado), que os tailandeses comem, também, no café da manhã!

E acabamos virando atração enquanto comíamos. Como éramos praticamente os únicos turistas no meio de centenas de locais que aproveitavam o domingo pra almoçar ali, fomos alvo de muitos olhares curiosos.

Inclusive, uma simpática senhora nos ofereceu guardanapos – o que facilitou a missão de devorar o delicioso pato com molho doce.

A experiência

Curtimos bastante poder explorar a culinária tailandesa “não turística” num lugar (quase) apenas frequentado por locais. Mas confesso que esperava outra coisa de um mercado flutuante.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok
Um dos únicos comerciantes de barco que flagramos durante o passeio

Imaginei navegar com o barco e ver vários comerciantes em outros barcos vendendo seus produtos, na água mesmo. Pelo menos no Khlom, neste dia, não vimos muito disso.

Nossa experiência foi mais “mercado” do que “flutuante”! E isso até que foi bom, porque não é sempre que a gente almoça quatro vezes no mesmo dia e sai deliciado de todas elas, né?

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Conhecendo a encantadora El Nido https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-el-nido/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-el-nido/#respond Wed, 11 Dec 2019 10:00:05 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11587 Saber onde se hospedar e quais passeios fazer vai te ajudar a aproveitar ainda mais esse paraíso filipino.

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Esta é apenas uma das sete mil ilhas que pertencem às Filipinas. Mas saiba que El Nido é gigante e escolher exatamente o que fazer por lá antes de ir ajuda a economizar tempo. Afinal, existem vários lugares imperdíveis pra conhecer e desbravar a famosa e encantadora El Nido.

Little Maosonon Island, El Nido
Little Maosonon Island

Como chegar

De avião

Apenas uma companhia aérea, a Air Swift, voa diretamente para o aeroporto de El Nido. Os voos não são tão baratos para os padrões do Sudeste Asiático (em média US$ 100) e os aviões são pequenos.

A maioria deles parte de Manila, a capital das Filipinas (também saem de Cebu e Boracay). A viagem é tranquila e assim que o pouso vai se aproximando, vale a pena dar uma espiada pela janela do avião.

El Nido, Palawan

O visual é incrível e a cor água do mar perto do aeroporto já dá uma noção daquilo que você verá nos próximos dias.

De barco

El Nido tem um píer bem no centrinho. Dali, partem e chegam os ferries que ligam esta ilha à outra bem conhecida, Coron.

Dá pra aproveitar e conhecer os dois lugares fazendo essa viagem de mais ou menos quatro horas, pelo mar. As passagens custam em média 1.800 pesos filipinos (uns US$ 36 em dezembro/2019).

De van

Se você estiver em Puerto Princesa, outra cidade bastante procurada pelos turistas que vão ao país, dá pra chegar a El Nido por terra.

Mas prepare-se para viajar numa van, por até sete horas. Pode sair mais barato, só que o tempo de deslocamento será maior também.

Onde se hospedar

A escolha da hospedagem dependerá do estilo de viajão que você é.

El Nido Town

Gosta de ficar perto de restaurantes, lojas e bares diversos, com mais movimento e várias opções do que fazer todo dia e toda hora? Então, escolha um hotel em El Nido Town.

El Nido Town Beach
Praia de El Nido Town

A região fica na parte oeste da ilha, próxima do aeroporto e onde está o píer da cidade. Nos arredores, tem várias praias, como Vanilla Beach e Corong Beach.

Dá pra ver que o centrinho ainda está em desenvolvimento para receber um número de turistas que não para de crescer. Mas a infraestrutura ainda não é tão completa quanto em outras cidades de praia do Sudeste Asiático, como Phiphi, na Tailândia.

Outros pontos da ilha

Nos hospedamos no nordeste de El Nido, pertinho de Bulang Beach. A área é praticamente deserta e bem longe de lojinhas e restaurantes.

  • Vantagens
    O clima é de paz e dá pra descansar bastante. E o nosso hotel, Qi Palawan, ainda oferecia passeios incríveis e exclusivos para ilhas ao leste de El Nido, fora dos roteiros turísticos tradicionais.
  • Desvantagens
    Comprar um simples chocolate ou comer algo que não estava no cardápio do restaurante do hotel se tornava uma aventura. Era preciso alugar uma moto e percorrer uns 30 quilômetros (quase uma hora de deslocamento) para chegar ao centrinho e fazer compras.

A saída para os passeios tradicionais também deixou a logística mais complicada, já que os barcos partiam da praia de El Nido Town e, pra chegar até lá, tínhamos que alugar uma van e “viajar” por quase uma hora antes da aventura pelo mar começar.

Os passeios

Os tradicionais estão divididos em quatro tours diferentes, de A até D. Cada um engloba diferentes atrações. Por isso, vale pesquisar bem antes e, então, escolher o “pacote” que mais enche os olhos.

Existem também os passeios privados. Neste caso, você contrata um barqueiro e viaja apenas com seu grupo durante todo o dia.

Nós encontramos o Ronald, um simpático filipino, oferecendo os passeios na praia de El Nido Town. Optamos por um barco privado e escolhemos determinados destinos para conhecermos em um só dia.

El Nido, nas Filipinas

Em cinco pessoas, o tour custou 12.500 pesos filipinos no total, o que deu uns 250 dólares (em novembro de 2019). Nesse valor, já estavam incluídas as taxas governamentais de algumas ilhas, água e almoço preparado pelos barqueiros.

Conhecemos Hidden Beach, Helicopter Island, Secret Beach, Big Lagoon e Small Lagoon. Nosso passeio começou às nove horas da manhã e terminou pouco depois das cinco da tarde.

Caiaque na Small Lagoon, em El Nido
Alugamos um caiaque na Small Lagoon

Lembrando que o barco tradicional pode ser um pouco desconfortável para muitas horas de passeio.

Contato do Ronald, se quiser reservar o passeio: +63 961 291 3164 – dá pra mandar WhatsApp em inglês que ele responde rápido!

Leste de El Nido

No nosso hotel, contratamos um passeio oferecido para três ilhas pouco exploradas pelos turistas. Realmente nos impressionamos! Praticamente, só o nosso grupo estava nos lugares no dia.

Snorkeling em El Nido

Conhecemos e fizemos snorkeling nas águas transparentes de Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island.

Viajamos de speed boat entre elas e o conforto é um pouco maior. Pagamos 2.200 pesos filipinos por pessoa (US$ 44 em novembro de 2019). Neste preço, já estavam incluídos almoço, bebidas (refrigerante, suco, água e cerveja!) e as taxas governamentais.

Speed boat em El Nido

Dica de onde comer

O restaurante do nosso hotel Qi Palawan era ótimo, com várias opções.

Mas no centrinho de El Nido, descobrimos um lugar muito bom e que você vai adorar saborear.

O restaurante Happiness Beach Bar fica a uma quadra do mar e tem um astral muito bom. Um dos atendentes, na porta, nos ofereceu falafels e o sabor desse “brinde” já nos fisgou de imediato.

Happiness Beach Bar, El Nido

No cardápio, há várias opções vegetarianas. Pedimos sanduíches de falafel, brusqueta de falafel e também um dos pratos mais saborosos da vida.

Ele é servido numa panelinha, tem molho de tomate, queijo feta, húmus, ovo e um tempero delicioso, acompanhado de pão pita e uma conserva de legumes! Não tem erro, só de escrever sobre, já deu vontade de comer de novo.

Vai lá e depois me conta o que achou!

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3 mercados de rua para conhecer em Bangkok https://www.viajao.com.br/bkp/mercados-de-rua-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/mercados-de-rua-em-bangkok/#respond Sun, 10 Nov 2019 03:22:10 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11541 Quando a gente fala em Ásia, uma das primeiras coisas que vem à mente é mercado de rua, certo? Certo!

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Quando a gente fala em Ásia, uma das primeiras coisas que vem à mente é mercado de rua, certo? Certo! E em Bangkok eles são muitos! Nessa minha mais recente visita, em 2019, eu visitei três deles – veja abaixo o que achei de cada um.

Mercados de rua em Bangkok

Asiatique – The Riverfront

Ele é grande (não imenso! Depois de visitar o Chatuchak, mudei meus parâmetros haha) e mistura lojinhas de artesanato, produtos locais, bares, restaurantes (tailandeses e internacionais) e serviços. Tem também um parte de diversões que fica junto, ao lado, e conta com atrações como roda gigante e carrossel. 

Ele é super bonito, novo e moderno – foi aberto em 2012, então é bem recente. Como o próprio nome indica, ele fica na beira do rio Chao Phraya, o que faz dele um lugar bem agradável para ficar nos fins de tarde, jantar, ver o por do sol. 

Ele é super turístico, mas é uma boa opção. Os valores dos pratos, em geral, são mais altos mas nada absurdo. Dá para achar pad thai, por exemplo, por 200 bahts (mais ou menos us US$ 6 – em novembro de 2019).

Horário de funcionamento: diariamente entre 17h e meia-noite.

Onde fica: 2194 Charoenkrung Road, Wat Phraya Krai, Bang Kho Laem, Bangkok 10120, Thailand.

Como chegar: a forma mais fácil é ir até a estação de BTS (o skytrain) Saphan Taksin e de lá pegar o barco-shuttle que é gratuito. Sai até às 23h.

Chatuchak Market

Um dos mais tradicionais da cidade – e eu ainda não conhecia! Como só funciona nos finais de semana, fui até lá num sábado pela manhã. Peguei o BTS até a estação Mo Chit, que fica bem próxima à entrada do mercado, munida de paciência e preparada para o calor. Isso porque eu sabia que o local era imenso, mas olha, não esperava tanto haha. Mesmo estando cheio, esperava também que fosse muuuito mais abarrotado.

No fim das contas, acabou sendo um dos lugares que mais gostei de conhecer em Bangkok! Passei horas por lá e super voltaria – obviamente não consegui ver tudo. O mercado é dividido em muitas seções. Tem aquelas que parecem um Aliexpress ao vivo, com muitas coisas falsificadas e souvenirs todos iguais, mas tem outras que são mutíssimo mais interessantes. Há corredores com muitas pequenas marcas locais, roupas, arte, lembrancinhas legais e, óbvio, comida.

As seções que mais gostei foram a 2 e a 3 (que têm muitas marcas locais!) e a reservada à arte. Comprei uma camisa por pouco mais de US$ 8 e um mapa antigo da região da Tailândia por US$ 4. Saí feliz e suando muito (mas isso já era de se esperar haha).

Horário de funcionamento: abre às sextas, sábados e domingos. Às sextas, das 6h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 18h.

Onde fica: Kamphaeng Phet Road, Lat Yao, Chatuchak, Bangcoc 10900

Como chegar: a estação de BTS mais próxima é a Mo Chit, na linha verde. 

Artbox Thailand

Dos três desse post, esse é o menor. É bem pequeno mesmo, o que pode ser bom e ruim – bom porque nem sempre a gente tem paciência ou tempo para passar muitas horas em um mercado no calor escaldante de Bangkok. Se você estiver por perto e quiser comer algo, por exemplo, pode ser uma boa opção. E ruim porque, bom, não parece muito com os mercadões clássicos, tá mais para uma feirinha mesmo.

Por lá, dá para encontrar barraquinhas de artesanato e roupas, além de comida. Tem opções asiáticas e, mais especificamente, tailandesas, mas tem também sanduíches e outras coisas ocidentais. 

Ah, pelo que vi, essa feira é itinerante – por enquanto (novembro de 2019) ela está instalada em um jardim, o Chuvit Garden, mas de tempos em tempos isso muda. É bom consultar antes ir. Ah, o horário de abertura indica 16h, mas cheguei nesse horário e tudo estava meio morto ainda, várias barracas começando a ir. Eu deixaria para ir mais pro fim da tarde.

Horário de funcionamento: todos os dias das 16h à meia-noite (mas recomendo chegar um pouco depois das 16h).

Onde fica: Por enquanto, em Chuvit Garden. Sukhumvit 10 Alley, Chuvitgarden, Khlong Toei, Bangkok 10110.

Como chegar: a estação de BTS mais próxima é a Nana, na linha verde.

Ah, e se você está planejando uma viagem para a Tailândia, aproveita para dar uma olhadinha nesse post aqui.

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As melhores praias da Tailândia https://www.viajao.com.br/bkp/as-melhores-praias-da-tailandia/ https://www.viajao.com.br/bkp/as-melhores-praias-da-tailandia/#comments Wed, 07 Aug 2019 10:08:26 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11409 Saiba quais praias você precisa conhecer quando decidir cruzar o mundo e desembarcar em solo tailandês.

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Sabe quando um lugar consegue ser espetacular? Quando ele mistura paz e caos. Quando acelera e, ao mesmo tempo, relaxa. Então, nada melhor do que relaxar explorando o lado paradisíaco deste país: o litoral! Sim, e você precisa saber quais são as melhores praias da Tailândia pra dar aquele tiro certeiro na hora que decidir cruzar o mundo até lá.

Maré baixa em Railay Beach, na Tailândia

Decidindo as praias

Certamente, saindo do Brasil, sua primeira parada na Tailândia será em Bangkok. Da capital, é possível escolher ir pra qualquer canto do país pagando pouco. As passagens aéreas são baratas.

Então, que tal começar pela região de Krabi, na costa sudoeste do país? A cidade não é litorânea, mas tem um importante aeroporto e fica colada numa parte bem badalada do litoral tailandês.

Ao Nang e seus arredores

Primeiramente, é bom saber que uma praia imperdível é Ao Nang (e boa pra se hospedar!). Do aeroporto de Krabi, dá pra ir de van contratada na hora, tuk-tuk ou táxi.

Praia de Ao Nang, na Tailândia

A cidade praieira tem uma vida noturna agitada, muitos restaurantes, boa estrutura e fica perto de ilhas famosas – fáceis de conhecer num bate e volta. Por isso, Ao Nang está entre as melhores praias da Tailândia.

Antes de mais nada, caminhe pela orla, que não é tão grande, e ali mesmo contrate os passeios de barco (fale diretamente com os barqueiros que estarão aos montes na areia). Um dia navegando para fazer flutuação no incrível mar verde tailandês pode sair por apenas U$ 10. Negocie!

Tonsai Beach

De Ao Nang, é possível pegar um barquinho e ir até Tonsai. A praia fica ao lado, a uns 15 minutos de barco, e tem paisagens deslumbrantes.

Caiaque em Tonsai Beach, na Tailândia

A orla de Tonsai é pequena – logo, tem um quê de “praia particular”. Ali, é possível alugar um caiaque (com um, dois ou até três lugares) e sair remando pelas belas águas. A praia também tem muita vegetação. E, por ela, ou pelo mar, é possível acessar a vizinha e sensacional…

Railay Beach

Se você ainda não se sentiu dentro das conhecidas paisagens litorâneas tailandesas, pode apostar que Railay vai cumprir esse papel na hora. É amor à primeira vista. Afinal, esta grande península conta com aquelas famosas falésias calcárias bem altas que, em suma, são cartão-postal do país.

Pôr do Sol em Railay Beach, na Tailândia

Dá pra curtir a praia dos dois lados da península. Existem vários bares e restaurantes do estilo “pé na areia”, que são ótimas pedidas quando se quer passar o dia entre o sol e a água salgada. Mas atenção, em vários pontos das areias de Railay são os macacos que mandam. Enfim, guarde bem seus pertences e sacolas com comida – eles são rápidos no “roubo” RISOS.

Phra Nang Beach

Mais ao sul de Railay, você encontra a pequena e belíssima Phra Nang. Esta, foi a praia de que mais gostei e que mais investi tempo na região.

Phra Nang é aconchegante, tem bons restaurantes, um visual de tirar o fôlego e águas calmas de temperatura agradável. Ah, também dá pra conhecer uma curiosa caverna chamada Penis Cave. É que lá dentro existem várias oferendas de madeira em formato fálico – na crença do povo, os objetos servem para proteger e dar fertilidade aos pescadores.

Phi Phi Island

Da região de Ao Nang, que tal ir, logo depois, para a mais famosa e badalada praia tailandesa? Então, bora pra Phi Phi Island.

Pra fazer esse trajeto, basta contratar um speed boat em Ao Nang mesmo. Em no máximo duas horas o barco estará atracando no píer de Phi Phi. Recomendo que você escolha um hotel que não fique no alto do morro – senão, você terá que subir muitos degraus acima com malas/mochilas.

Então, hospedado em Phi Phi, você pode curtir a estrutura da ilha, que tem um delicioso mar, muitos bares, restaurantes, baladas e contratar passeios de um dia para explorar ilhas e praias que ficam ali perto.

Selfie com macaco na Praia dos Macacos, na Tailândia

Escolhemos um que saiu no começo da tarde e que durou até a noite: fizemos flutuações, passamos pela Praia dos Macacos e ficamos por três horas na famosa Maya Bay.

Maya Bay – A Praia

Desde junho de 2018, a famosa praia do filme do Leonardo Di Caprio está fechada para o turismo. A decisão do governo tailandês é pra tentar recuperar o ecossistema marinho – prejudicado pelo turismo maciço durante anos a fio.

Selfie em Maya Bay, na Tailândia
Visita feita em novembro de 2015

Por isso, a reabertura só deve acontecer em 2021. Até lá, é possível observar Maya Bay de longe. Os barcos das agências turísticas precisam respeitar um limite de aproximação da praia.

Koh Samui

As águas das praias de Koh Samui não são tão verdes quanto as das que descrevi acima. Mas a cidade é gostosa e tem uma infraestrutura bem legal. Eu deixei pra conhecer somente após desbravar as já citadas nesse post.

Praia em Koh Samui, na Tailândia

Mas, de Koh Samui, dá pra visitar uma das praias mais bonitas que já vi na vida. Só por isso, já vale a pena o rolê.

Koh Nang Yuan

Antes de mais nada, pode chamar este lugar de paraíso. Fica a 1h30 de barco de Koh Samui ou a apenas 10 minutos de Koh Tao, outra ilha bem procurada pelos turistas.

Praia em Koh Nang Yuan, na Tailândia

Primeiramente, para entrar em Koh Nang Yuan, é cobrada uma taxa de 100 Baht (mais ou menos R$ 10,00) por pessoa. E não pode entrar na ilha com recipientes plásticos, como garrafas de água.

Além das águas cristalinas, Nang Yuan também tem um viewpoint de tirar o fôlego. Fica em cima de um morro e o acesso é por uma trilha. Não fizemos porque tínhamos horário restrito e preferimos apenas curtir o mar. Mas o visual do alto só realça a beleza que é essa ilha!

Águas cristalinas de Koh Nang Yuan, na Tailândia

Quanto tempo ficar?

Pra curtir as melhores praias da Tailândia, com água cristalina e que parecem piscinas a céu aberto, recomendo, no mínimo, uma semana.

E evite o período de monções (chuvas muito fortes) nessas praias, que vai de maio a outubro. Ou seja, entre novembro e abril, você vai aproveitar como ninguém.

Selfie dentro do mar na Tailândia

Só passar protetor solar e tomar muita água de coco. Boa praia!

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Uma noite em Halong Bay https://www.viajao.com.br/bkp/uma-noite-em-halong-bay/ https://www.viajao.com.br/bkp/uma-noite-em-halong-bay/#respond Sat, 20 Oct 2018 10:00:28 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10532 Quem vai ao Vietnã, raramente deixa de fora o programa de passar uma noite em Halong Bay. O mais legal

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Quem vai ao Vietnã, raramente deixa de fora o programa de passar uma noite em Halong Bay. O mais legal disso tudo é que você dorme num barco que tem uma bela infraestrutura. Inclusive, é do tipo “mini-cruzeiro”. Vale a experiência, mas tem alguns poréns. É bom se preparar.

Onde reservar o passeio?

Você pode usar o site oficial dos cruzeiros em Halong Bay para fazer a reserva. São várias empresas, com diferentes tipos de barcos de cruzeiro.

Foto: halong-bay-tours.com

Ou, se preferir decidir mais em cima da hora, nas ruas de Hanói mesmo são várias agências de viagem que agendam o serviço. Nós fechamos o nosso passeio de uma noite assim mesmo. A vantagem: dá pra pesquisar bem os preços, saindo de uma agência e entrando em outra, e pechinchar bastante.

As empresas e os tipos de barcos

Logicamente, quanto mais luxo você terá no barco, mais caro será o preço. E você pode optar por cruzeiros com público mais jovem e com festas programadas ou por aqueles mais voltados à família.

Os preços para passar uma noite em Halong Bay, por pessoa, partem de uns USD 70. Vale você ficar bem atento à companhia que vai contratar. Dê um Google antes e observe o que as pessoas comentam sobre a infraestrutura do barco (é importante, afinal, sua segurança está em jogo!) e sobre as atividades que estão programadas no “pacote”.

Visual do convés do barco

Algumas das empresas bem avaliadas atualmente são:

  1. Swan Cruises – a partir de USD 140 por pessoa
  2. Flamingo Cruises – a partir de USD 130 por pessoa
  3. Aclass Cruises – a partir de USD 125 por pessoa
  4. V’Spirit Cruises – a partir de USD 125 por pessoa

Meus amigos e eu escolhemos a Swan Cruises e, na época, em 2015, pagamos em torno de USD 300 o pernoite numa cabine para três pessoas.

Como chegar a Halong Bay?

Vou usar como base o cruzeiro que nós fizemos de uma noite em Halong Bay. (Na real, eles vendem como “dois dias e uma noite”).

Nós saímos de Hanói num dia pela manhã, por volta das 8h, e fomos com um grupo, de van, até Halong Bay. Aliás, este serviço de transporte terrestre Hanói – Halong Bay – Hanói já estava incluído no pacote. O trajeto é longo: são quatro horas para ir e outras quatro para voltar à capital vietnamita.

Este tempo é de carro. São 175km de distância

As paisagens pelo caminho compensam. O motorista da van não era lá muito prudente no volante, dirigia rápido, invadia a pista contrária em locais perigosos para ultrapassagens, mas deu tudo certo.

Paramos uma vez na ida para comer e esticar as pernas. Chegamos a Halong Bay por volta do meio-dia. 

Quais são as atividades no cruzeiro?

Primeiro, descemos da van num “porto”, onde param várias vans de diferentes companhias. O local fica cheio de turistas ansiosos para começar a aventura. Minutos depois, chegam os guias dos grupos e vão encaminhando cada turma para os seus respectivos barcos.

Foto: halongbaytours.com

Entramos no nosso barco e tivemos uns 15 minutos para deixar as mochilas na cabine e voltar para o primeiro encontro no salão de jantar. Foi aí que percebemos um dos problemas desse tipo de passeio: tudo é mecânico, tem hora marcada e precisa seguir um roteiro. Bem ruim pra quem tinha acabado de enfrentar quatro horas de viagem, concorda? 

Nosso grupo tinha uns 15 turistas de diferentes partes do mundo. Todos estávamos sentados às mesas do salão de jantar do barco quando nosso guia começou a informar as regras e o que viveríamos naquelas 24h. Detalhe: o guia era efusivo e cheio de piadinhas. Pra um grupo que queria curtir o visual e relaxar, esses 20 minutos de “apresentação” foram uma tortura.

Então, começaram as atividades:

Caiaque

Divididos em duplas (ou até sozinhos), ganhamos caiaques e duas horas para desbravar Halong Bay. Que delícia de passeio! O visual era espetacular, tínhamos apenas que respeitar um limite – não podíamos passar dele por segurança.

Um pouco mais distante, víamos os barcos de outras empresas ancorados com outros turistas fazendo exatamente o mesmo. Constatamos: não há nada de original, mas vamos curtir a vibe.

Mergulho

Mais perto do anoitecer, tivemos que voltar com os caiaques para o barco. E, aí, quem queria, ganhou um tempinho livre para nadar e mergulhar ao redor do pequeno navio. Outras pessoas preferiram ir pras cabines tomar banho.

Só que a diversão acabou rápido. Não gostei quando o guia praticamente obrigou a mim e a mais umas cinco pessoas do nosso grupo a sair da água e a ir tomar banho. Parecia minha mãe ali falando “filho, sai da água e vem almoçar”. :/

Refeições

As refeições no barco são atrações interessantes. As comidas oferecidas foram ótimas! Nosso pacote de dois dias e uma noite deu direito a lanches, jantar, café da manhã e almoço.

Foto: halongbaytours.com

Tempo livre

O tão esperado “tempo sem nada pra fazer” veio à noite, após o jantar. Pudemos ficar curtindo o convés do barco, olhando o céu, curtindo o belo visual, relaxando e batendo papo.

Tai Chi Chuan

Pela manhã, quando o sol está nascendo, é oferecida uma aula de Tai Chi Chuan no convés. Confesso que não quis acordar pra participar, estava ferrado no sono. 😛

“Aula de culinária”

No dia seguinte de manhã, o grupo todo teve uma aulinha de como preparar “rolinho primavera”. Eles disponibilizam todos os ingredientes e você vai montando, seguindo as ordens do chef. Foi divertido e apetitoso.

Visita à caverna

Foto: halong-bay-tours.com

Pela manhã, também fizemos uma longa caminhada (com uma subida pela montanha) para conhecer a caverna Thien Cung. Ela tem 10 mil m2 de área e é espetacular!

Volta a Hanói

Após a visita, pegamos nossas coisas no barco, deixamos as cabines e voltamos para o “porto”. Ali, nosso grupo entrou na van e encarou mais quatro horas de estrada até Hanói.

Eu recomendo o passeio pelas belezas naturais e pela experiência de passar a noite no barco. Mas vá sabendo que é no estilo “excursão”, que os horários são todos programadinhos e que você terá de fazer o que o guia já tem planejado.

E se você tiver menos tempo ainda e quiser conhecer Halong Bay mesmo assim, existe um passeio que é apenas bate e volta até lá, sem o pernoite. Pode te fazer economizar tempo, dinheiro e, quem sabe, paciência pra passeios muito programados, né?

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O que fazer em Bagan https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-bagan/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-bagan/#respond Wed, 03 Oct 2018 10:00:27 +0000 https://www.viajao.com.br/?p=10430 Esta joia do Mianmar tem mais de três mil templos para você desbravar e fará você voltar no tempo. Mas

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Esta joia do Mianmar tem mais de três mil templos para você desbravar e fará você voltar no tempo. Mas então, o que fazer em Bagan? Primeiro, o mais importante: chegar a esta linda cidade, partindo de Yangon, por exemplo, é fácil! O voo dura 1h20min e custa aproximadamente R$ 400.

Pôr do sol do alto de um templo em Bagan

Quando você desembarcar no aeroporto de Nyaung-u (NYU), o mais perto de Bagan, passará pela imigração e, em seguida, precisará pagar uma taxa! Isso porque a cidade é uma zona arqueológica com os milhares de templos espalhados numa área de 26 km².

A taxa custa USD 25 para cinco dias de permanência na cidade. É importante manter o papel SEMPRE com você, os guardas podem pedir pra vê-lo a qualquer momento dentro de Bagan.

Tirando os imensos e lindíssimos templos, a cidade não tem grandes construções. Tudo é muito simples. E é aí que está o charme de Bagan.

Você pode programar três dias para relaxar e mergulhar nas belezas naturais que verá pela frente.

      1. Alugue uma moto elétrica (e-bike)

Você não precisa ter carteira de habilitação para motocicletas no Brasil para se aventurar nas motos elétricas em Bagan. Elas são movidas à bateria, não atingem altas velocidades e é um bom jeito de ir de um templo a outro, rapidinho, e ainda curtir a exuberante natureza no meio do caminho.

Andando de e-bike por Bagan

Um dia de aluguel custa USD 5.

      2. Ande de bicicleta

Desbravar as estradinhas de terra entre os templos também pode ser uma aventura e tanto pedalando. Você se exercita, para a bike onde quiser para entrar nos templos e faz tudo no seu tempo. 

Um dia de aluguel custa uns USD 2, mas veja se seu hotel não oferece uma bike de graça! Muitos fazem isso!

     3. Veja o sol nascer e se pôr do alto de um templo

Só é possível subir no topo de alguns templos para admirar a paisagem e, consequentemente, o começo e/ou o fim do dia. Escolha o Bulethi ou o Shwe-san-daw Pagoda. E prepare a câmera pro espetáculo!

Vista do Bulethi Temple, em Bagan

      4. Voe de balão

Apenas três empresas (Baloons Over Bagan, Oriental Ballooning e Golden Eagle) realizam os tão famosos voos de balão em Bagan. Lembre-se que o passeio precisa ser reservado com antecedência (costuma esgotar rápido) e pode ser cancelado no dia por causa das condições meteorológicas (neste caso, as empresas devolvem o dinheiro).

Os balões só voam no nascer do sol

O problema é que voar de balão sobre Bagan, por 45 minutos, custa a “bagatela” de USD 320 / 350. Se você tiver condições, faça! Já guarde o dinheiro para isso.

      5. Conheça os templos por dentro

A maioria dos templos tem centenas e centenas de anos. E dá pra entrar em muitos, dos gigantes e luxuosos aos menores e mais simples! Dentro, é fácil se surpreender com esculturas, estátuas, imagens, pinturas nas paredes. Mas lembre-se sempre de tirar o calçado. Entre descalço!

Pintura na parede de um templo

Alguns dos principais templos: Ananda (século 11), Shwezigon Pagoda (século 11), Sulamani (século 12), Gubyaukgyi (século 12),  Htilominlo (século 13).

Estátua de Buda dentro de um templo

Aproveite para relaxar e fazer parte de Bagan. Esqueça o relógio. A cidade que faz você voltar no tempo, não quer te apressar. Pode ter certeza disso.

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Quanto custa viajar pelo Sudeste Asiático https://www.viajao.com.br/bkp/quanto-custa-viajar-pelo-sudeste-asiatico/ https://www.viajao.com.br/bkp/quanto-custa-viajar-pelo-sudeste-asiatico/#comments Mon, 11 Jan 2016 10:00:55 +0000 https://www.viajao.com.br/?p=10413 Se você me perguntar “quanto custa viajar pelo Sudeste asiático?”, te respondo na lata: não custa muito! Aí, você pode

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Se você me perguntar “quanto custa viajar pelo Sudeste asiático?”, te respondo na lata: não custa muito! Aí, você pode até me dizer: “mas como assim? É lá do outro lado do mundo, deve ser muito caro!”. Não, amigo viajão, não é! Acaba sendo uma viagem mais barata do que ir pros Estados Unidos ou pra Europa, por exemplo, e eu te explico.

Pôr do sol em Maya Bay, Tailândia

Sua primeira grande missão é fazer um bom PLANEJAMENTO!

Por onde começo?

Ao começar a esboçar uma viagem pra Tailândia, Indonésia, Vietnã, Camboja, Singapura… enfim, pr’aquela região do mundo, fique de olho nas passagens aéreas. E defina uma capital como seu ponto de partida (e quem sabe de volta também, como fizemos). Já dei dicas de como comprar passagens aéreas baratas aqui, lembra?

Viajei em novembro, comprei as passagens em junho. Acho que é uma antecedência ideal. Você tem tempo de pesquisar (comecei a pesquisa em janeiro) e já vai ter noção dos preços mais baixos e mais altos das passagens que você quer. 

Companhia low cost Air Asia

Pagamos o equivalente a R$ 2900 as passagens de ida e volta saindo de São Paulo e chegando em Bangcoc. Voamos Etihad. (atualização: a Etihad encerrou suas atividades no Brasil em 2017, por isso não há mais voos entre São Paulo e Abu Dhabi, o que é bem ruim!).

Então, definimos nosso roteiro sabendo que teríamos 28 dias de intervalo entre as duas passagens risos. Era hora de rechear esse meio com os lugares que queríamos visitar por lá.

Decidimos que, além da Tailândia, queríamos ir ao Camboja, Vietnã, Indonésia e Singapura. Pra isso, começamos a pesquisar passagens aéreas internas, já que é o meio mais rápido e prático pra se deslocar lá dentro. (Muita gente opta por ônibus, mas alguns trajetos levam até nove horas [!] e as estradas não são geralmente tão boas).

O quanto custa viajar pelo Sudeste asiático estará diretamente relacionado ao valor que você vai gastar se deslocando de um país pro outro.

Nós procuramos logo as companhias low cost que atuam no Sudeste asiático.

Como é voar low cost na Ásia?

Voar low cost não foi uma preocupação pra nós porque só levaríamos bagagem de mão pra essa longa viagem! Por isso, atenção: se você levar malas mais pesadas, que precisa despachar (normalmente de graça) quando sair do Brasil, vai ter pagar para despachá-las nos voos internos low cost. Fique atento às regras das companhias!

Meninos posam para a câmera em Siem Reap, Camboja

Recomendo as seguintes low cost de lá: Tiger Airways (permitem até 10kg de bagagem de mão) e a melhor de todas, a Air Asia (aceitam até 7kg na bagagem de mão). E não recomendo a Jet Star Pacific (eles cancelaram um dos voos que pegaríamos e não deram auxílio nenhum pra ressarcir o valor da passagem. Foi na base do “se vira aí”. Horrível).

Compramos essas passagens dos trechos internos pelos sites das companhias, usando cartão de crédito internacional, e tudo ok. Deu tudo certo. Inclusive, lá na hora do embarque, nunca quiseram pesar nossas bagagens de mão! Não tivemos estresse nenhum com isso, ou aquela tensão básica de “será que vou ter que despachar? Será que vou ter que vestir mil casacos pra diminuir o peso da mala?”.

Nos oito trechos internos, no total, gastamos mais ou menos mil reais (tudo bem que o dólar estava abaixo de R$ 3,00 na época). Lembre-se: OITO VOOS por mil reais. Pesquise preços pelo SkyScanner.

Pôr do sol em Gili Air, Indonésia

E os hotéis?

Tirando Singapura, lugar mais caro dos que visitamos, os hotéis são geralmente bem baratos! E não to falando de espeluncas! Ficamos em hotel 4 estrelas onde a diária saiu 36 dólares pra TRÊS pessoas (12 dólares pra cada um!). Tem hotel por 5 dólares, e por aí vai. Sempre uso o booking.com pra reservar, funciona muito bem e é pratico! (E não é publi, viu? Gosto mesmo e recomendo).

E a comida?

Chega a ser absurdamente barato comer no Sudeste asiático. Me falavam, mas eu não acreditava muito até comprovar. Você vai pagar no máximo 5, 6 dólares num prato delicioso e “caro” pros padrões deles. Pra você ter ideia, no Camboja a cerveja “tipo chopp” saía USD 0,50. Sim, cinquenta centavos de dólar! Sucos, normalmente, custam 2 dólares. Na Tailândia, um delicioso e tradicional Pad Thai, num dos melhores restaurantes, também é uma pechincha! Custa uns 3 dólares!

E os passeios?

Também não costumam ser caros. Aqueles que te levam pra mergulhar, curtir as praias, custam em média 10 dólares. O mais importante: tudo isso depende do que tá incluído e o tempo dos passeios. Mas não dói no bolso, não!

Passeio de caiaque em Halong Bay, Vietnã

Quantos dólares devo levar?

Te digo que dá pra calcular uma média de 55 dólares por dia de viagem no Sudeste asiático, isso “vivendo bem, confortavelmente”, pagando hotel, alimentação, cervejas, passeios e até algumas lembrancinhas e chocolates! 

Reparou que as duas últimas dicas foram uma indireta? To esperando, viu? Boa viagem! 😉 

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