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Arquivos Tailândia – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/asia/tailandia/ construímos memórias Fri, 27 Nov 2020 12:53:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Tailândia – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/asia/tailandia/ 32 32 Bo.lan em Bangkok: como é jantar em um dos melhores restaurantes do mundo https://www.viajao.com.br/bkp/bo-lan-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/bo-lan-em-bangkok/#respond Fri, 31 Jul 2020 12:00:13 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12486 Já pensou em comer em um dos melhores restaurantes do mundo? Se você tem curiosidade, aproveite para ler meu relato sobre o Bo.lan, hoje considerado o 19o melhor da Ásia. O restaurante típico tailandês tem também uma estrela Michelin e foi tema de um episódio da série documental de gastronomia Chef's Table, da Netflix.

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Eu adoro gastronomia! Um dos meus programas favoritos em qualquer lugar do mundo é comer e conhecer os sabores locais. E já tendo ido para a Tailândia quatro vezes, tinha uma coisa que eu queria muito fazer: comer num restaurante estrelado. Mais especificamente, no Gaggan, em Bangkok – que foi considerado o melhor restaurante da Ásia (e o quarto melhor do mundo!). Só que além de ser muito caro (acabava sempre deixando pra uma próxima visita haha), ele fechou no ano passado. 

Mas acabei conseguindo realizar esse sonho conhecendo o Bo.lan, que também fica em Bangkok. Hoje ele é o 19o melhor da Ásia. A chef que comanda a casa, Duangporn Songvisava, foi também eleita a melhor chef mulher da Ásia em 2013. O restaurante tem uma estrela Michelin. E foi também o tema de um dos episódios de Chef’s Table, série documental da Netflix sobre gastronomia. Eu recomendo a série inteira, mas se você quiser ver só esse episódio, é o terceiro da 5a temporada.

Junto com a chef tailandesa (conhecida simplesmente como Bo), quem também assina os pratos é seu marido, o australiano Dylan Jones (ou Lan). 

Agora que contextualizei o lugar, vamos para a experiência!

Bo.lan em Bangkok

Essa é uma experiência gastronômica completamente diferente do que a gente costuma viver quando visita a Tailândia. Normalmente, a primeira coisa em que a gente pensa é na comida de rua, certo? 

A experiência começa com esse drink, que é tipo um shot – vem até com borrifador, para borrifar na boca antes de beber o drink. 

Pois bem, o Bo.lan é, na verdade, um restaurante que serve pratos tradicionais tailandeses com inspiração tanto na comida de rua quanto na gastronomia mais refinada e comum nos palácios. Tudo é orgânico e vem de fornecedores locais.

Funciona como um menu degustação. Ou seja, os pratos variam de acordo com a estação e escolha dos chefs. Você paga um valor fechado pelo menu completo, não tem escolha a la carte. Mas, claro, você pode alertar o restaurante caso tenha alguma restrição alimentar na hora da reserva.

Algumas das entradas – as da esquerda são petiscos servidos enquanto sua mesa fica pronta. As da direita já fazem parte do menu – foram essas que quase me fizeram lacrimejar haha. 

E o menu tem várias etapas, sendo três ou quatro entradas, mais cinco pratos principais. Nos principais, em geral são servidos uma salada, um curry, uma sopa e outras preparações típicas, com o omelete tailandês, por exemplo. A diferença para os menus degustações ocidentais é que nesse caso todos os pratos principais são servidos juntos, para dividir, pois essa é maneira tradicional deles. Depois, mais uma ou duas sobremesas.

Pratos principais são servidos para partilhar na mesa, do modo tailandês.

E no final das contas, vale a pena? 

Tudo estava muito gostoso no dia que fomos – e os pratos (especialmente principais) são muito fartos. E também muuuito apimentados haha. Tinha passado 13 dias na Índia antes disso e não cheguei nem perto de lacrimejar com a picância. Mas com as entradas do Bo.lan… Confesso que foi quase.

Pra mim, valeu, sim! Mas se vale pra você também, aí depende… Você gosta muito de gastronomia – e da experiência gastronômica como um todo, de sentar num restaurante e aguardar a sequência de pratos? Você tem essa grana para gastar e não vai deixar de fazer coisas que considera importantes por isso (quando fomos, a conta deu cerca de US$ 100 para cada, na época, em torno de R$ 400 – hoje, cerca de R$ 515)? Quer conhecer um restaurante estrelado em Bangkok? Se a sua resposta para essas perguntas for sim, vai numa boa porque você vai curtir! Se for não, deixe para lá (ou pra uma próxima visita).

Para terminar, no Bo.lan você não vai encontrar tailandeses comendo. É um restaurante mais caro, que oferece comida típica para um público majoritariamente internacional. Portanto, por mais que eu tenha adorado ter conseguido ir, essa é uma experiência complementar à que você vai ter experimentando a comida de rua. Para conhecer também algo diferente e saber como é um restaurante asiático mais refinado (e, óbvio, um dos melhores do mundo). Mas não trocaria pelo pad thai sentada em uma esquina qualquer de Bangkok.

Lembre-se!

Ah, e se você está planejando uma viagem para a Tailândia, aproveite para dar uma olhada nos outros posts sobre o assunto por aqui. Já demos dicas que vão desde como sair do aeroporto e chegar no centro de Bangkok, já falamos sobre as praias e sobre a experiência com elefantes em Chiang Mai. E antes de embarcar, não esquece do seguro viagem, né? 

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Chegando em Bangkok: como ir do aeroporto para a cidade https://www.viajao.com.br/bkp/chegando-em-bangkok-como-ir-do-aeroporto-para-a-cidade/ https://www.viajao.com.br/bkp/chegando-em-bangkok-como-ir-do-aeroporto-para-a-cidade/#respond Sat, 23 May 2020 11:00:28 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12151 Comprou a passagem para Bangkok e ainda não sabe qual a melhor opção para ir do aeroporto até seu hotel? Confira aqui todas as possibilidades saindo tanto do Suvarnabhumi, o principal da cidade, como do Don Mueang, onde chegam muitos voos low cost

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Está com a passagem comprada para Bangkok e quer saber como ir do aeroporto para a cidade? Pois bem, esse post vai te ajudar! Antes da gente chegar no principal, recomendo sempre comprar chip de celular com internet assim que desembarcar. Existem várias opções para turistas logo na área de desembarque. O 4g funciona maravilhosamente na Tailândia e isso vai te ajudar bastante a não se perder na cidade, afinal você terá acesso ao Google Maps sempre que precisar. Veja aqui outras coisas essenciais que é bom saber antes de chegar.

Bangkok é mesmo linda <3.

Agora passando para o assunto propriamente dito, que é como ir do aeroporto para a cidade, é importante saber que Bangkok tem dois aeroportos principais. O Suvarnabhumi International Airport e o Don Mueang International Airport. O primeiro é o maior e principal – se você está saindo do Brasil em direção à Tailândia, é bem provável que desembarque por lá. Já o Don Muang é onde chegam muitos dos voos de companhias low cost. O que significa que se você for visitar outros países na região e retornar à Tailândia, também deve passar por ali. 

Confira na sua passagem qual é o aeroporto para evitar problemas, certo? Para cada um deles, há uma série de opções, confira a seguir.

Veja também quais são as melhores praias da Tailândia e como foi nossa experiência com elefantes em Chiang Mai.

Saindo do Suvarnabhumi International Airport (BKK Airport)

Esse é o principal aeroporto da cidade, o maior e com melhor estrutura. Ele fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Bangkok. Além das opções que vou dar abaixo, no próprio aeroporto você encontra também guichês de aluguel de carro. Não cogite essa opção, por favor haha. A menos que você já tenha um profundo conhecimento da cidade e do trânsito de Bangkok. 

Taxi

Os carros na Tailândia são muito coloridos, muitos dos táxis são verdes e amarelos.

Os pontos de taxi do Suvarnabhumi ficam no térreo, próximos às saídas 3, 4, 7 e 8. Há um guichê de taxi ali nas proximidades, você pega uma espécie de senha e espera ser chamado. O valor é calculado por taxímetro, como no Brasil. 

Mas preste atenção: em Bangkok há uma série de vias expressas e a circulação de veículos por elas é paga. Os pedágios urbanos, que em geral custam em torno de 50 baths (um pouco menos de US$ 2) são cobrados a parte do preço da corrida. Normalmente os condutores perguntam aos passageiros se eles preferem a via expressa antes de entrar em uma – fique atento porque a maioria deles não fala inglês e pode tentar te explicar com gestos e mímicas.

Eu, pessoalmente, sempre prefiro as vias expressas. Bangkok é uma cidade imensa, com muito trânsito. Por tanto, acho que vale a pena. 

Grab

Não tente usar Uber – não funciona na maioria dos países asiáticos. Já aproveite e faça download do Grab antes de chegar lá e adicione suas informações de pagamento (caso prefira pagar com cartão de crédito, claro). Esse é o app de transporte usado na Tailândia, ele funciona exatamente como os que temos aqui. Permite pagamento via cartão de crédito ou dinheiro. 

Ele tem uma série de vantagens, como saber o preço final aproximado da corrida, por exemplo. Digo aproximado porque também precisamos pagar os valores do pedágio urbano por circular nas vias expressas à parte. Exatamente como no taxi. O aplicativo sempre vai te enviar um alerta falando sobre isso (toll fare). 

Outra vantagem do Grab é que você pode pedir outros tipos de veículos além dos carros, como vans, por exemplo. Na nossa última passagem pela cidade, estávamos em cinco pessoas e o valor da van para nos deslocarmos ficava mais baixo do que pedir dois carros. 

BTS (Metrô de superfície)

O Suvarnabhumi tem uma linha de metrô de superfície que sai diretamente do piso B1 do aeroporto e vai até a estação Phaya Thai. Essa estação é grande e bem central, fica próxima aos grandes shoppings da cidade. De lá, você pode fazer baldeação pro metrô, o BTS. Várias linhas saem dali.

Estação Phaya Thai, no centro de Bangkok.

O Airport Link + BTS é uma opção muito prática e barata, mas não é a ideal para todos. Os trens são novos, modernos, seguros e têm ar condicionado. Mas se você estiver com muita bagagem, pode ser difícil embarcar. Em horários de pico, ficam bastante cheios. Além disso, confira antes no Google Maps se o seu hotel está próximo a uma estação de BTS e veja o trajeto de como chegar lá. 

Para mim, pessoalmente, se eu estiver longe de uma estação e precisar ficar trocando de transporte com malas (airport link + BTS + ônibus ou Grab), eu já acho que não vale muito a pena. Lembre-se de que Bangkok é uma cidade enorme, todo esse rolê vai te custar tempo em que você podia estar curtindo a cidade.

O BTS é moderno e super confortável, maaaas também pode estar lotado. Pense no tamanho da sua mala. 

Outro porém: descer em Phaya Thai e tentar pegar um Grab ali também é complicado. Pense numa região com muitas avenidas e trânsito intenso. É mais difícil encontrar o motorista do que parece. Lembre-se de que o alfabeto é diferente do nosso e a maioria dos motoristas não fala inglês. Já tentamos fazer isso e não deu boa haha.

Quando vale a pena ir de metrô?

Mas se você estiver sozinho, com pouca bagagem e perto do BTS, aí sim é super tranquilo. Foi o que fiz da última vez que em que estive na cidade, pois cheguei sozinha. Gastei 45 baths no Airport Link que vai do aeroporto até Phaya Thai. E de lá fiz baldeação até a estação Thong Lor, que ficava ao lado do meu hotel, por mais 45 baths. Gastei cerca de US$ 3, evitei o trânsito da cidade e fiz o trajeto todo em uma hora. 

Resumindo: vai chegar sozinho? Tem pouca bagagem? Quer economizar (tempo e dinheiro)? Seu hotel fica próximo a uma estação? Vá de metrô. Se não, prefira um Grab. 

Dica extra

As máquinas para compra do ticket são simples de operar, você só precisa escolher sua estação e pagar. Há opções com moedas (esse caso) ou cartão de crédito.

Você pode comprar os tickets do BTS nos guichês (com atendentes) ou nas máquinas. Você precisa informar qual sua estação final porque o preço da passagem depende disso.

A ficha é a passagem do Airport Link, enquanto o cartão é a passagem do BTS. Cuidado para não perder!

Depois que tiver pago, você recebe um cartão ou ficha. Você vai encostar esse cartão ou ficha na catraca para que sua entrada seja liberada e vai depositá-lo depois ao sair no seu destino. Ou seja, guarde esse cartão ou ficha em um lugar de fácil acesso e não perca.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.

Ônibus

O aeroporto tem também uma série de pontos de onde saem ônibus locais de Bangkok. Para chegar até essa área, você precisa pegar um shuttle de dentro do aeroporto, na área de transportes. O Suvarnabhumi é bem sinalizado, então é fácil encontrar. Porém, como em qualquer lugar do mundo, você precisa saber para onde vai e qual ônibus te leva até lá. Confira isso tudo no Google Maps antes de se aventurar, certo?

Os tailandeses são sempre muito gentis, então pode ficar tranquilo que em geral os cobradores te avisam do seu ponto se você pedir.

Se o hotel está no caminho de algum dos ônibus que param no aeroporto, ótimo. Essa é a opção mais barata, custa a partir de 35 baths (pouco mais de US$ 1). Recomendo para quem quer economizar e já tem alguma familiaridade com o transporte coletivo da Tailândia – eu mesma nunca fiz esse trajeto, apesar de já ter circulado muito de ônibus dentro de Bangkok.  

Saindo do Don Mueang International Airport (DMK Airport)

Sim, tem mesmo esse aviso em português no controle de saúde do Don Mueang. 

Esse aeroporto, que fica a 25 quilômetros do centro, costumava ser o principal da cidade até a construção do Suvarnabhumi. Ele até ficou fechado por um tempo, em 2006, e foi reaberto no ano seguinte. Como a cidade ganhou um aeroporto mais moderno, esse acabou ficando um pouco defasado – não há metrô perto. Há planos de que uma linha seja construída até 2025, porém. Por enquanto, as opções mais práticas são taxi e Grab, que funcionam da mesma forma que descrevi aqui em cima.

Grab

Honestamente, eu prefiro sempre o Grab. Em primeiro lugar porque é mais fácil ter ideia do quanto a corrida vai custar e é também mais fácil se comunicar. Muitos motoristas, como comentei, não falam inglês. E pelo aplicativo você inclui o seu endereço diretamente. Além disso, esse aeroporto pode ficar bem movimentado – há uma fila para o taxi, que pode demorar um bom tempo (experiência própria). Esse aeroporto é mais próximo do centro, então o valor da corrida também é mais baixo.

Ônibus

Também há alguns ônibus que param ao lado do aeroporto, como o A1, que para na estação de BTS Mo Chit. Essa estação também é bem movimentada, bem central. De lá dá para fazer baldeação ou tentar um Grab. O ônibus custa 30 baths (cerca de US$ 1), mais o valor do BTS, entre 40 e 60 baths (US$ 1 e pouco a US$ 2).

Se locomover na cidade é tranquilo, aí você pode andar até de tuktuk.

Para terminar, caso esteja pesquisando passagens e encontre opções para a rota que você busca saindo (ou chegando) nos dois aeroportos, opte sempre pelo Suvarnabhumi. Ele tem mais estrutura e mais opções – é mais prático mesmo sendo mais distante. Não se esqueça também de contratar um seguro viagem. Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®.

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Como é um mercado flutuante em Bangkok https://www.viajao.com.br/bkp/visitando-um-mercado-flutuante-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/visitando-um-mercado-flutuante-em-bangkok/#respond Tue, 17 Dec 2019 10:00:01 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11648 Se estiver em Bangkok num fim de semana, tente visitar um mercado flutuante. De barco, é possível experimentar muitas delícias tailandesas.

O post Como é um mercado flutuante em Bangkok apareceu primeiro em Viajão.

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Se você estiver planejando uma viagem pra Tailândia, certamente já leu ou ouviu sobre os mercados flutuantes. Eles só abrem aos fins de semana. A experiência vale, principalmente, se você já chegar visitando um mercado flutuante bem tradicional em Bangkok, que é mais frequentado por moradores do que por turistas.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Qual escolher

Em primeiro lugar, saiba que os mais famosos têm grandes chances de estarem lotados de turistas como nós! E isso acaba descaracterizando a proposta de observar um local frequentado por tailandeses que vão às compras de barco.

Damnoem Saduak

O mais famoso dos mercados flutuantes em Bangkok é também o mais cheio. A maioria das agências turísticas na cidade oferece essa opção. O local fica a 100 quilômetros da capital, o que dá quase duas horas só pra ir! É bem afastado.

Nunca quis visitá-lo, mas quem já foi relata que tem mais turista circulando pelo lugar do que morador. Ah, e que chega a ser insuportavelmente lotado.

Amphawa

Este foi recomendado a mim por um tailandês na primeira vez que estive em Bangkok, em 2015. Muitos anos se passaram e agora a opção que parecia excelente está ficando muito lotada de turistas também. Ficou famoso!

Vale saber que o Amphawa também fica afastado do centro de Bangkok, a umas duas horas. Então, o ideal é tentar sair cedo pra curti-lo ainda sem muita gente.

Khlom Lat Mayom

Depois de muito pesquisar, escolhemos visitar este mercado flutuante em Bangkok. Queríamos ter a experiência de um mercado local, com poucos turistas e mais frequentado por tailandeses. E conseguimos bem isso!

O Khlom fica a 15km do centro de Bangkok: é perto!

O Khlom Lat Mayom (também escrito “Khlong”) fica em Taling Chan, na capital mesmo, a no máximo uns 30 minutos de carro do centro. Mas, antes de mais nada, saiba que ele só abre aos sábados, domingos e feriados tailandeses, entre 7h e 17h.

Como chegar ao Khlom 

Fomos de Grab, o aplicativo de motoristas no Sudeste Asiático (tipo o Uber no Brasil). Como estávamos em cinco pessoas, selecionamos uma van quando chamamos a corrida.

Existem vários motoristas com este tipo de veículo cadastrado no app e isso torna as viagens em grupo muito práticas!

Pagamos 450 bahts no total pra ir até lá, o que deu uns 15 dólares na cotação de dezembro de 2019.

Como é o mercado

Ao chegar, encontramos uma grande feira coberta que fica às margens de um córrego. São dezenas e mais dezenas de barracas, que vendem comida feita na hora, lembrancinhas, roupas, itens para casa, frutas, verduras…

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Dá pra ficar horas passeando pelos corredores e até provando muitas delícias tailandesas oferecidas pelos simpáticos vendedores.

Contratando um barco

Dá pra contratar um barco exclusivo pro seu grupo, mas atenção para os preços! Logo que chegamos, a motorista da nossa van resolveu nos “ajudar” a contratar um barco privado e nos falou que o passeio de uma hora custaria 1.000 bahts por pessoa. Convertendo, isso daria mais de 30 dólares! Estranhamos porque esses passeios não costumam ser assim tão caros na Tailândia e recusamos!

Demos dez passos e o preço por pessoa de um barco não privado era de 100 bahts, o equivalente a 3,30 dólares! Dez vezes menos pelo mesmo tempo, só que junto de outras pessoas.

O passeio pelo mercado flutuante

O barco em si já é um charme e consegue levar umas quinze pessoas ao mesmo tempo. O curioso é que os bancos onde sentamos são bem baixos, parece até que a água dos córregos vai invadir a embarcação a qualquer momento :O

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Durante a hora de passeio, navegamos por córregos que passam por vizinhanças pacatas com muitas casinhas tailandesas e conseguimos apreciar um pouco a rotina dos moradores do bairro. No trajeto, não vimos comerciantes vendendo mercadorias dentro de barcos. 

As paradas

Nosso passeio teve três paradas estratégicas. Duas foram em mercados parecidos com o primeiro, de onde embarcamos. Eles são em terra firme, então temos que descer do barco e temos um tempo combinado com o barqueiro pra explorar as dezenas de barraquinhas de produtos e comida.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Num dos mercados chegamos a comer um pad thai gostoso preparado por uma senhora dentro de um barco, no córrego. Custou 40 bahts, o equivalente a 1,30 dólar.

E ao lado deste mesmo mercado, tem até um templo budista.

Alguns minutos depois, seguimos para a última parada: um orquidário. A visita acabou sendo rápida. Apenas caminhamos pelas plantações de orquídea e já entramos no barco novamente para voltar ao ponto inicial.

Explorando a culinária tailandesa

Assim que voltamos ao Khlom Lat Mayom, resolvemos aproveitar pra almoçar (várias vezes hahaha) nas dezenas de barraquinhas de comida espalhadas.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Comemos chicken satay (espetinhos de frango), porco, arroz, salada, guioza, abacaxi, pele de frango frita e o tradicional roast duck (pato assado), que os tailandeses comem, também, no café da manhã!

E acabamos virando atração enquanto comíamos. Como éramos praticamente os únicos turistas no meio de centenas de locais que aproveitavam o domingo pra almoçar ali, fomos alvo de muitos olhares curiosos.

Inclusive, uma simpática senhora nos ofereceu guardanapos – o que facilitou a missão de devorar o delicioso pato com molho doce.

A experiência

Curtimos bastante poder explorar a culinária tailandesa “não turística” num lugar (quase) apenas frequentado por locais. Mas confesso que esperava outra coisa de um mercado flutuante.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok
Um dos únicos comerciantes de barco que flagramos durante o passeio

Imaginei navegar com o barco e ver vários comerciantes em outros barcos vendendo seus produtos, na água mesmo. Pelo menos no Khlom, neste dia, não vimos muito disso.

Nossa experiência foi mais “mercado” do que “flutuante”! E isso até que foi bom, porque não é sempre que a gente almoça quatro vezes no mesmo dia e sai deliciado de todas elas, né?

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Desbravando Phi Phi Islands: o que saber antes de ir https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-phi-phi-islands/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-phi-phi-islands/#comments Wed, 13 Nov 2019 16:39:56 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11551 Reserve uns três dias para explorar as famosas ilhas tailandesas. Águas cristalinas, mergulhos incríveis e boa comida ditam o ritmo deste paraíso.

O post Desbravando Phi Phi Islands: o que saber antes de ir apareceu primeiro em Viajão.

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Enquanto você só vê fotos, vai achar que elas estão carregadas de filtros que realçam as cores. Mas basta chegar às famosas Phi Phi Islands, no sul da Tailândia, pra perceber que a beleza natural passou por ali e resolveu estacionar e ficar morando neste canto do planeta.

As paisagens são espetaculares, a água é cristalina e com tons de verde fluorescente e o astral é um constante abraço na alma. Com tantos predicados, fica fácil decidir o que fazer em Phi Phi Islands quando você estiver por lá.

Como chegar até lá

Primeiramente, é preciso saber que Phi Phi (fala-se “Pípi” com som de P mesmo) não tem aeroporto. As melhores maneiras de se chegar até lá é pegando um voo até Phuket ou Krabi, cidades próximas e com infraestruturas interessantes.

Diariamente, vários voos e companhias ligam Bangkok, por exemplo, até esses lugares.

Depois, basta ir até o píer de Phuket (também pronunciado com som de P) ou de Ao Nang (a cidade litorânea vizinha de Krabi) e pegar um ferry até Phi Phi. As empresas têm horários variados de embarcações todos os dias. Vale ficar de olho para casá-los com a chegada do seu voo.

A viagem de ferry das cidades até a ilha duram entre 1h30 e 2h. Os tíquetes custam entre THB 300 e THB 400 cada trecho (entre US$ 10 e US$ 13 em novembro de 2019).

Onde se hospedar

Você chegará a Phi Phi descendo no Tonsai píer. Como a parte principal da ilha é relativamente grande, vale escolher um hotel que esteja mais próximo ao píer.

Lembre-se que você chegará com malas (ou mochilas) e carregá-las por muito tempo pode ser frustrante.

Nós já nos hospedamos no PP Nicebeach Hotel Hip, que fica à beira-mar, saindo do píer, para o lado esquerdo. E também no Chaokoh Phi Phi, que está a uns 5 minutos de caminhada à direita do píer. Ambos hotéis com ótimas estruturas e próximos do que fazer por lá.

Uma dica de ouro

Muitos hotéis em Phi Phi ficam na montanha. Preste atenção na hora de reservar se este será seu caso. Claro que a vista será sensacional, mas pode ser um transtorno subir e descer muitos degraus com malas e mochilas e sempre que precisar buscar algo no quarto.

Os passeios

Não faltam opções de passeios legais e inesquecíveis pra fazer em Phi Phi. Muitos deles estão a alguns minutos de barco, em praias paradisíacas próximas.

o que fazer em phi phi islands

Pela ilha principal, você vai encontrar dezenas de agências de turismo. Dá pra reservar tours já fechados, com horários e visitas programados, junto de outros turistas.

Se preferir, contrate um barqueiro e faça o seu próprio passeio, conhecendo o que quiser e por quanto tempo tiver vontade. Os barcos privativos podem ser negociados diretamente à beira-mar e por quantas horas você quiser, com limite de seis horas.

o que fazer em phi phi islands

Em cinco pessoas, pagamos THB 3.500 no total por seis horas (o que dá uns US$ 116) com água e equipamentos de flutuação incluídos (máscaras, snorkels e coletes salva-vidas).

O que conhecer nos passeios

Koh Phi Phi Leh é uma ilha que fica ao sul de onde você estará hospedado, a uns 20 minutos de barco. Por ali, estão a famosa Maya Bay, a incrível Pileh Lagoon, a divertida Monkey Beach, a misteriosa Viking Cave…

o que fazer em phi phi islands

São as principais atrações de Phi Phi e estão incluídos na maioria dos passeios que as agências oferecem.

Vale lembrar que dezenas de grupos partem de Phi Phi com o mesmo objetivo todos os dias. Por isso, tente pegar o contrafluxo e conhecer esses lugares quando não estiverem muito cheios.

Uma dica é contratar o passeio privado e tentar sair cedo, pelas 8 da manhã, e pegar parte dos lugares ainda com poucos turistas.

Maya Bay

A famosa praia do filme do Leonardo Di Caprio está fechada para os turistas desde fevereiro de 2018. Foi quando o governo tailandês resolveu limitar o acesso porque a exploração turísticas estava afetando a vida marinha, principalmente os corais.

A reabertura só deve acontecer a partir de 2021. Mas isso é apenas uma previsão. Hoje, só é possível ir com o barco até o limite de 300 metros da costa. Existe uma demarcação na água. Ali, dá pra fazer snorkel (flutuação) e ver a praia bem de longe, sem o glamour de se estar na areia, como era antes da interdição.

o que fazer em phi phi islands

Pileh Lagoon

A lagoa de água salgada enche de barcos e turistas que querem mergulhar observando os peixes coloridos.

o que fazer em phi phi islands

A cor da água é impressionante! E a temperatura também, nada fria.

O local vai render fotos incríveis e fazer você entender por que tanta gente procura Phi Phi para passar as férias.

Monkey Beach

Este ponto é mais divertido do que imperdível. A principal atração da pequena praia são os vários macacos que vivem ali.

Eles chegam perto, roubam sua comida, bolsa (cuidado) e reviram tudo! Claro que eles também posam pra fotos.

O problema é que a praia fica cheia de lixo. As embalagens que eles reviram estão espalhadas por toda a parte.

Bamboo Island

Mais ao norte de Phi Phi, a uns 40 minutos de barco, está Bamboo Island. Se procurar apenas um passeio para fazer, escolha este.

o que fazer em phi phi islands

A cor e a transparência da água são impressionantes. A areia é branca! E é um ótimo lugar pra se fazer flutuação e observar os peixes.

Por ali, há uma estrutura com banheiros, bar, mas lembre-se que uma taxa de THB 400 (mais ou menos US$ 13) é cobrada por pessoa para entrar na ilha.

Long Beach

De volta de barco às ilhas Phi Phi, além de conhecer os vários restaurantes, mercados, feirinhas e baladas espalhados, dá pra desbravar as praias próximas.

Uma delas é Long Beach. Ela fica a uns 40 minutos de caminhada do Tonsai Píer. No trajeto, tem resorts, mata, muitos degraus e um visual de tirar o fôlego.

Em primeiro lugar, leve água e protetor solar. Chegando em Long Beach, procure um restaurante pé na areia, aproveite a sombra e intercale com mergulhos na água morninha e translúcida!

View Point de Phi Phi

Primeiro saiba que a melhor maneira de chegar até o topo da montanha da ilha, a 186 metros de altura, é indo pela escadaria que fica perto da área mais central, perto do Tonsai Píer.

São muitos degraus e é cansativo. Leve água, repelente e vá preparado para uns 20 minutos de subida bem íngrime.

Outra opção, bem mais difícil e longa, é ir pelo outro lado, perto de Long Beach. Nós demoramos pouco mais de uma hora pra chegar até o View Point 2. O acesso é no meio do mato, em ruas de terra, pelo meio de casas, e parece que nunca termina. Basta seguir as placas que uma hora chega.

Quase na chegada, você precisa pagar THB 30 (US$ 1) para acessar o local.

A vista é um espetáculo e o lugar enche de gente no pôr do sol.


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3 mercados de rua para conhecer em Bangkok https://www.viajao.com.br/bkp/mercados-de-rua-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/mercados-de-rua-em-bangkok/#respond Sun, 10 Nov 2019 03:22:10 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11541 Quando a gente fala em Ásia, uma das primeiras coisas que vem à mente é mercado de rua, certo? Certo!

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Quando a gente fala em Ásia, uma das primeiras coisas que vem à mente é mercado de rua, certo? Certo! E em Bangkok eles são muitos! Nessa minha mais recente visita, em 2019, eu visitei três deles – veja abaixo o que achei de cada um.

Mercados de rua em Bangkok

Asiatique – The Riverfront

Ele é grande (não imenso! Depois de visitar o Chatuchak, mudei meus parâmetros haha) e mistura lojinhas de artesanato, produtos locais, bares, restaurantes (tailandeses e internacionais) e serviços. Tem também um parte de diversões que fica junto, ao lado, e conta com atrações como roda gigante e carrossel. 

Ele é super bonito, novo e moderno – foi aberto em 2012, então é bem recente. Como o próprio nome indica, ele fica na beira do rio Chao Phraya, o que faz dele um lugar bem agradável para ficar nos fins de tarde, jantar, ver o por do sol. 

Ele é super turístico, mas é uma boa opção. Os valores dos pratos, em geral, são mais altos mas nada absurdo. Dá para achar pad thai, por exemplo, por 200 bahts (mais ou menos us US$ 6 – em novembro de 2019).

Horário de funcionamento: diariamente entre 17h e meia-noite.

Onde fica: 2194 Charoenkrung Road, Wat Phraya Krai, Bang Kho Laem, Bangkok 10120, Thailand.

Como chegar: a forma mais fácil é ir até a estação de BTS (o skytrain) Saphan Taksin e de lá pegar o barco-shuttle que é gratuito. Sai até às 23h.

Chatuchak Market

Um dos mais tradicionais da cidade – e eu ainda não conhecia! Como só funciona nos finais de semana, fui até lá num sábado pela manhã. Peguei o BTS até a estação Mo Chit, que fica bem próxima à entrada do mercado, munida de paciência e preparada para o calor. Isso porque eu sabia que o local era imenso, mas olha, não esperava tanto haha. Mesmo estando cheio, esperava também que fosse muuuito mais abarrotado.

No fim das contas, acabou sendo um dos lugares que mais gostei de conhecer em Bangkok! Passei horas por lá e super voltaria – obviamente não consegui ver tudo. O mercado é dividido em muitas seções. Tem aquelas que parecem um Aliexpress ao vivo, com muitas coisas falsificadas e souvenirs todos iguais, mas tem outras que são mutíssimo mais interessantes. Há corredores com muitas pequenas marcas locais, roupas, arte, lembrancinhas legais e, óbvio, comida.

As seções que mais gostei foram a 2 e a 3 (que têm muitas marcas locais!) e a reservada à arte. Comprei uma camisa por pouco mais de US$ 8 e um mapa antigo da região da Tailândia por US$ 4. Saí feliz e suando muito (mas isso já era de se esperar haha).

Horário de funcionamento: abre às sextas, sábados e domingos. Às sextas, das 6h às 18h. Sábados e domingos, das 9h às 18h.

Onde fica: Kamphaeng Phet Road, Lat Yao, Chatuchak, Bangcoc 10900

Como chegar: a estação de BTS mais próxima é a Mo Chit, na linha verde. 

Artbox Thailand

Dos três desse post, esse é o menor. É bem pequeno mesmo, o que pode ser bom e ruim – bom porque nem sempre a gente tem paciência ou tempo para passar muitas horas em um mercado no calor escaldante de Bangkok. Se você estiver por perto e quiser comer algo, por exemplo, pode ser uma boa opção. E ruim porque, bom, não parece muito com os mercadões clássicos, tá mais para uma feirinha mesmo.

Por lá, dá para encontrar barraquinhas de artesanato e roupas, além de comida. Tem opções asiáticas e, mais especificamente, tailandesas, mas tem também sanduíches e outras coisas ocidentais. 

Ah, pelo que vi, essa feira é itinerante – por enquanto (novembro de 2019) ela está instalada em um jardim, o Chuvit Garden, mas de tempos em tempos isso muda. É bom consultar antes ir. Ah, o horário de abertura indica 16h, mas cheguei nesse horário e tudo estava meio morto ainda, várias barracas começando a ir. Eu deixaria para ir mais pro fim da tarde.

Horário de funcionamento: todos os dias das 16h à meia-noite (mas recomendo chegar um pouco depois das 16h).

Onde fica: Por enquanto, em Chuvit Garden. Sukhumvit 10 Alley, Chuvitgarden, Khlong Toei, Bangkok 10110.

Como chegar: a estação de BTS mais próxima é a Nana, na linha verde.

Ah, e se você está planejando uma viagem para a Tailândia, aproveita para dar uma olhadinha nesse post aqui.

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O que saber antes de ir à Tailândia https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-saber-antes-de-ir-a-tailandia/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-saber-antes-de-ir-a-tailandia/#comments Thu, 07 Nov 2019 10:00:57 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11522 O país do sorriso não exige visto para brasileiros, mas é preciso tomar a vacina da febre amarela antes de ir. Esteja preparado quando for cruzar o mundo!

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Esta vai ser a quarta vez que piso na terra da felicidade. O país, que é cheio de praias paradisíacas, comida maravilhosa, belos templos e aventuras inesquecíveis, vai te receber de braços abertos logo na sua primeira vez por lá! Mesmo assim, é bom você ficar atento ao que se deve saber antes de ir à Tailândia, né?

O país não exige visto

A Tailândia não exige visto para brasileiros que visitam o país por até 90 dias, seja a turismo ou a negócios.

Vista do rio Chao Phraya, em Bangkok

Lembre-se que o seu passaporte deve ter pelo menos seis meses de validade a partir do dia que você desembarcar por lá. Então, é só pesquisar as passagens e bora pro Sudeste Asiático!

Faz muito calor

Em primeiro lugar, prepare uma mala com roupas leves. De preferência de mão!

O calor é muito forte! Clima quente e úmido! Em Bangkok, por exemplo, o mês mais quente é abril (com temperaturas entre 27° e 35°).

Caminhada no Wat Arun

Evite viajar para lá durante o período das monções (das fortes chuvas) que vai de abril a outubro.

É uma maratona até chegar lá

Não há voo direto do Brasil para a Tailândia. Sim, seu destino está lá do outro lado do mundo, por isso, pelo menos uma conexão você terá de fazer.

A média de tempo gasto com deslocamento entre São Paulo e Bangkok, por exemplo, é de umas 24 horas. Normalmente, os voos podem fazer conexões na Europa ou nos Emirados Árabes.

Você trocará de avião e pode até tentar descolar um stopover num desses destinos intermediários e, de quebra, conhecer uma nova cidade e relaxar um pouco do longo voo. Que tal?

Por isso, não deixe pra comprar as passagens em cima da hora – elas normalmente são caras! Pesquise com antecedência e fique bem atento ao tempo total (contando todos os voos até chegar lá).

Vacina da febre amarela

Tome a vacina! Porque se você é brasileiro, logo ao desembarcar na Tailândia (em Bangkok, por exemplo) e antes de passar pela imigração, será obrigado a preencher um formulário e entregar no Controle de Saúde (Health Control) do aeroporto.

Guichê do Health Control, no aeroporto de Bangkok
Frase escrita em português no aeroporto em Bangkok: ela deve ser respondida aos funcionários

Junto desse formulário, você deverá apresentar seu certificado de vacinação contra a febre amarela. Agora, a vacina é vitalícia e o certificado internacional pode ser emitido online mesmo, pelo site da Anvisa. Chega ao seu e-mail em alguns dias! (o meu chegou em 24 horas).

Dica: imprima o certificado ainda no Brasil e leve o papel com você, anexado ao seu passaporte, para não perdê-lo.

A moeda tailandesa é o baht

Na atual cotação (novembro de 2019), 1 dólar equivale a cerca de 30 bahts. 

Passeios, alimentação, transporte e até hospedagem costumam ser muito baratos na Tailândia – mesmo quando convertemos pro real.

Uma dica: troque alguma quantia já no aeroporto, nos Exchange que ficam após a passagem pela imigração. A cotação não será muito mais alta do que nas casas de câmbio no centro da cidade.

Compre um chip de celular

Depois de trocar dinheiro, compre um chip de celular com internet no aeroporto mesmo. Você pode escolher por período (sete dias… um mês) e a internet 4G é ilimitada e rápida! Vale a pena pra estar sempre conectado e ficar de olho nos apps que te ajudam a se locomover pela cidade.

Como é o transporte

Bangkok é abastecida por muitas linhas de metrô, de monotrilho, de ônibus… As passagens são baratas, principalmente nos ônibus. Então, use o Google Maps pra descobrir qual é a melhor linha até onde você quer ir.

Agora, se prezar por conforto, lembre-se que motoristas por aplicativo na Tailândia usam o Grab.

App Grab - carros de aplicativo na Tailândia

É parecido com o Uber e funciona muito bem, por um preço justo! É importante saber disso antes de ir à Tailândia para não perder tempo tentando chamar um Uber (já aconteceu comigo!).

Vá além de Bangkok

Se decidir conhecer as famosas praias tailandesas, uma sugestão é pegar um voo na capital e desembarcar em Krabi 1h25min depois. Rápido e barato também!

Ao norte do país, fica a segunda maior cidade: Chiang Mai. Além dos 300 templos espalhados, é possível passar um dia inteiro convivendo com elefantes!

Por isso, pesquise bem sobre o Santuário e descarte qualquer passeio ou atividade que ofereça aquele “clássico”e triste passeio nas costas do elefante. O animal sofre e você não quer compactuar com isso, né?

Use a abuse das massagens

Você vai encontrar uma casa de massagem em cada esquina! Elas podem ser simples ou verdadeiros spas. Mas uma coisa é certa: não importa o estilo, será a melhor massagem da sua vida.

Aproveite, custam pouco e te revigoram pra encarar mais um dia de caminhadas e descobertas por esse país de povo tão incrível! 

Agora que você leu o que precisa saber antes de ir à Tailândia, pode ter certeza de que irá se apaixonar!

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As melhores praias da Tailândia https://www.viajao.com.br/bkp/as-melhores-praias-da-tailandia/ https://www.viajao.com.br/bkp/as-melhores-praias-da-tailandia/#comments Wed, 07 Aug 2019 10:08:26 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11409 Saiba quais praias você precisa conhecer quando decidir cruzar o mundo e desembarcar em solo tailandês.

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Sabe quando um lugar consegue ser espetacular? Quando ele mistura paz e caos. Quando acelera e, ao mesmo tempo, relaxa. Então, nada melhor do que relaxar explorando o lado paradisíaco deste país: o litoral! Sim, e você precisa saber quais são as melhores praias da Tailândia pra dar aquele tiro certeiro na hora que decidir cruzar o mundo até lá.

Maré baixa em Railay Beach, na Tailândia

Decidindo as praias

Certamente, saindo do Brasil, sua primeira parada na Tailândia será em Bangkok. Da capital, é possível escolher ir pra qualquer canto do país pagando pouco. As passagens aéreas são baratas.

Então, que tal começar pela região de Krabi, na costa sudoeste do país? A cidade não é litorânea, mas tem um importante aeroporto e fica colada numa parte bem badalada do litoral tailandês.

Ao Nang e seus arredores

Primeiramente, é bom saber que uma praia imperdível é Ao Nang (e boa pra se hospedar!). Do aeroporto de Krabi, dá pra ir de van contratada na hora, tuk-tuk ou táxi.

Praia de Ao Nang, na Tailândia

A cidade praieira tem uma vida noturna agitada, muitos restaurantes, boa estrutura e fica perto de ilhas famosas – fáceis de conhecer num bate e volta. Por isso, Ao Nang está entre as melhores praias da Tailândia.

Antes de mais nada, caminhe pela orla, que não é tão grande, e ali mesmo contrate os passeios de barco (fale diretamente com os barqueiros que estarão aos montes na areia). Um dia navegando para fazer flutuação no incrível mar verde tailandês pode sair por apenas U$ 10. Negocie!

Tonsai Beach

De Ao Nang, é possível pegar um barquinho e ir até Tonsai. A praia fica ao lado, a uns 15 minutos de barco, e tem paisagens deslumbrantes.

Caiaque em Tonsai Beach, na Tailândia

A orla de Tonsai é pequena – logo, tem um quê de “praia particular”. Ali, é possível alugar um caiaque (com um, dois ou até três lugares) e sair remando pelas belas águas. A praia também tem muita vegetação. E, por ela, ou pelo mar, é possível acessar a vizinha e sensacional…

Railay Beach

Se você ainda não se sentiu dentro das conhecidas paisagens litorâneas tailandesas, pode apostar que Railay vai cumprir esse papel na hora. É amor à primeira vista. Afinal, esta grande península conta com aquelas famosas falésias calcárias bem altas que, em suma, são cartão-postal do país.

Pôr do Sol em Railay Beach, na Tailândia

Dá pra curtir a praia dos dois lados da península. Existem vários bares e restaurantes do estilo “pé na areia”, que são ótimas pedidas quando se quer passar o dia entre o sol e a água salgada. Mas atenção, em vários pontos das areias de Railay são os macacos que mandam. Enfim, guarde bem seus pertences e sacolas com comida – eles são rápidos no “roubo” RISOS.

Phra Nang Beach

Mais ao sul de Railay, você encontra a pequena e belíssima Phra Nang. Esta, foi a praia de que mais gostei e que mais investi tempo na região.

Phra Nang é aconchegante, tem bons restaurantes, um visual de tirar o fôlego e águas calmas de temperatura agradável. Ah, também dá pra conhecer uma curiosa caverna chamada Penis Cave. É que lá dentro existem várias oferendas de madeira em formato fálico – na crença do povo, os objetos servem para proteger e dar fertilidade aos pescadores.

Phi Phi Island

Da região de Ao Nang, que tal ir, logo depois, para a mais famosa e badalada praia tailandesa? Então, bora pra Phi Phi Island.

Pra fazer esse trajeto, basta contratar um speed boat em Ao Nang mesmo. Em no máximo duas horas o barco estará atracando no píer de Phi Phi. Recomendo que você escolha um hotel que não fique no alto do morro – senão, você terá que subir muitos degraus acima com malas/mochilas.

Então, hospedado em Phi Phi, você pode curtir a estrutura da ilha, que tem um delicioso mar, muitos bares, restaurantes, baladas e contratar passeios de um dia para explorar ilhas e praias que ficam ali perto.

Selfie com macaco na Praia dos Macacos, na Tailândia

Escolhemos um que saiu no começo da tarde e que durou até a noite: fizemos flutuações, passamos pela Praia dos Macacos e ficamos por três horas na famosa Maya Bay.

Maya Bay – A Praia

Desde junho de 2018, a famosa praia do filme do Leonardo Di Caprio está fechada para o turismo. A decisão do governo tailandês é pra tentar recuperar o ecossistema marinho – prejudicado pelo turismo maciço durante anos a fio.

Selfie em Maya Bay, na Tailândia
Visita feita em novembro de 2015

Por isso, a reabertura só deve acontecer em 2021. Até lá, é possível observar Maya Bay de longe. Os barcos das agências turísticas precisam respeitar um limite de aproximação da praia.

Koh Samui

As águas das praias de Koh Samui não são tão verdes quanto as das que descrevi acima. Mas a cidade é gostosa e tem uma infraestrutura bem legal. Eu deixei pra conhecer somente após desbravar as já citadas nesse post.

Praia em Koh Samui, na Tailândia

Mas, de Koh Samui, dá pra visitar uma das praias mais bonitas que já vi na vida. Só por isso, já vale a pena o rolê.

Koh Nang Yuan

Antes de mais nada, pode chamar este lugar de paraíso. Fica a 1h30 de barco de Koh Samui ou a apenas 10 minutos de Koh Tao, outra ilha bem procurada pelos turistas.

Praia em Koh Nang Yuan, na Tailândia

Primeiramente, para entrar em Koh Nang Yuan, é cobrada uma taxa de 100 Baht (mais ou menos R$ 10,00) por pessoa. E não pode entrar na ilha com recipientes plásticos, como garrafas de água.

Além das águas cristalinas, Nang Yuan também tem um viewpoint de tirar o fôlego. Fica em cima de um morro e o acesso é por uma trilha. Não fizemos porque tínhamos horário restrito e preferimos apenas curtir o mar. Mas o visual do alto só realça a beleza que é essa ilha!

Águas cristalinas de Koh Nang Yuan, na Tailândia

Quanto tempo ficar?

Pra curtir as melhores praias da Tailândia, com água cristalina e que parecem piscinas a céu aberto, recomendo, no mínimo, uma semana.

E evite o período de monções (chuvas muito fortes) nessas praias, que vai de maio a outubro. Ou seja, entre novembro e abril, você vai aproveitar como ninguém.

Selfie dentro do mar na Tailândia

Só passar protetor solar e tomar muita água de coco. Boa praia!

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Cartoon Network Water Park na Tailândia https://www.viajao.com.br/bkp/cartoon-network-water-park-na-tailandia/ https://www.viajao.com.br/bkp/cartoon-network-water-park-na-tailandia/#respond Sat, 27 Apr 2019 03:27:13 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11182 O Cartoon Network Amazone Water Park é ideal pra quem vai para a Tailândia com crianças. E pra quem não vai, também. Visite o parque aquático que está entre os 10 melhores da Ásia.

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Ora ora, se não é mais um viajão escrevendo sobre a Tailândia nesse humilde blog. É isso mesmo, vocês já notaram que Tailândia faz parte dos nossos corações e que uma hora ou outra sempre voltamos nesse assunto.

O fato da gente falar muito desse país é justificável. É lindo. É sensacional e vale a pena. Vai que qualquer hora dessas o Viajão não faz uma expedição pra lá, hein?

Mas hoje vai ser um post diferente do que vocês costumam ver por aqui. Hoje vai ser viajão família, já que eu sou o PAI DE FAMÍLIA desse blog. E com família tem que ter diversão. Tem que ter parque. Tem que ter Parque Aquático Cartoon Network na Tailândia clap clap.

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Cartoon Network Amazone: o parque

A Cartoon Network Amazone está entre os 10 melhores parques aquáticos da Ásia. Fica mais ou menos a duas horas de Bangkok, na cidade de Pattaya. E agora começa nossa história de como fizemos para chegar lá.

Antes de tudo pesquisamos em blogs – e no próprio site – de como faríamos para chegar no parque e muita gente recomendou ir de Uber (isso mesmo). Na verdade já estávamos decididos que iríamos de carro pelo custo benefício e não entramos a fundo na pesquisa sobre ônibus.

Então, acordamos cedinho numa sexta-feira e chamamos um Uber. Eis que entramos no carro o cérebro do motorista dá um bug: “Pra onde vocês vão? Pattaya? Não não, nenhum Uber vai levar vocês.”. WHAAAT? Foi-se o plano. Tentamos mais alguns e todos cancelavam a corrida quando viam o destino, afinal são 160km de percurso sem ter a garantia de uma corrida de volta.

Nessa já tinha se passado uns 30 minutos e no nosso roteiro estava planejado ir naquele dia ao parque, porém ainda tínhamos o dia seguinte de “sobra” pra caso desse errado. Então decidimos pegar um táxi como uma última tentativa de chegar a Pattaya.

Mr. Wanchai

As horas que sucedem a esse evento são totalmente sensacionais. Achamos ele, o salvador, Mr. Wanchai. Um taxista parado na rua, na hora certa, no dia certo com a família certa por perto.

  • “Cartoon Network Water Park, Pattaya?”
  • “Pattaya? Yes. Pattaya.”

Essa foi nossa comunicação inicial, já que Mr. Wanchai não falava inglês. Vai seguindo.

“Mr. Wanchai, precisamos ir para o Parque aquático em Pattaya. Você conhece?”. Mr Wanchai, querendo ser o mais solícito possível falou que conhecia Pattaya (detalhe que em nenhum momento ele citou o parque) e falou que nos levava por 1.500 dinheiros. Algo em torno de 150 reais para nós 3, ida e volta. FECHADO! Vamos para Pattaya.

Um táxi clássico, decorado a moda anos 90 de táxis. Ventilador no painel, alguns detalhes em couro marrom e franjas de cortinas nas janelas. Uma viagem de mais ou menos duas horas, qual é o assunto com um taxista tailandês que não fala inglês? Bom, nenhum praticamente.

Mas Mr. Wanchai em algum momento da viagem começou a ficar preocupado com a nossa volta. Ele queria se certificar que voltaríamos com ele. Então o assunto foi: “One hour, two hours, three hours. One day.” E ele deve ter falado essa frase mais ou menos umas 30 vezes. Acalmamos ele falando que voltaríamos com ele e que sairíamos mais ou menos às 20h do parque.

Em algum momento chegamos em Pattaya (sério, que bom neam?), mas não chegamos ao parque. Mr. Wanchai para o carro em uma praia QUALQUER. “Here, Pattaya”. Legal, Mr. Wanchai, mas temos que ir ao parque Cartoon Network Water Park. Ele: “Water” (apontando para o mar). Bom, falamos que não era ali nosso destino e colocamos no nosso celular o local do parque, não estávamos longe.

Mas Mr. Wanchai não se daria por vencido pela tecnologia do GPS. Lembram que eu falei do estilo do táxi? Ele pega seu celular (não, não era um smartphone) e telefona para algum amigo que supostamente falaria inglês. Conversa vai e conversa vem, eu falo com o amigo dele. Não, ele não conhecia o parque mas perguntou pra outra pessoa que talvez conhecesse e passou as coordenadas.

Ele acatou e enfim, com a ajuda do GPS de qualquer forma, chegamos ao Cartoon Network Amazone com mais algumas perguntas se iríamos sair do parque às 20h. Trocamos contatos e pronto, estávamos no parque.

Observe que pegamos um táxi em um ponto de táxi (parece óbvio, mas achamos que seria mais seguro) e com essa autenticação (desculpe a foto, gente) que para nós confere que é um taxista credenciado.

Chegando em Pattaya

Enfim, piscinas e toboáguas! Já chegamos com os Ursos sem Curso risadas. Realmente o parque é grandioso. Piscina com onda grande, onda pequena, onda que dá pra surfar. Brinquedos temáticos, piscinas para todas as idades. Se vale a pena? Vale muito, por mim tinha ficado mais por lá.

Se você é do estilo aventureiro, já comece do brinquedo do Ben10. Porque nós começamos por ele e depois ficamos sabendo que era um dos mais “pesados”, Ana Clara quase não quis ir em mais nenhum depois desse TRAUMA.

Nas sextas, tem o sunset. Assim que começa a escurecer, começa um showzinho com DJs, ao pôr do sol e piscinas. Durante o dia, existem alguns personagens da Cartoon pelo parque, quiosques, bares, loja oficial e praça de alimentação. O esquema legal que eles fazem é a pulseira de entrada. Você coloca créditos nela e vai usando durante o dia.

O Day Pass custa mais ou menos 120 reais adulto e 100 reais criança até 12 anos. Existe outras promos e mais infos no site deles (inclusive o serviço de transporte do próprio parque) que se for pesquisar, vai dar elas por elas.

De resto, o parque é F&*%$. O único parque aquático temático da Cartoon Network do mundo. Vale muito se você estiver com crianças na Tailândia. Mas vale também se você não estiver. É sensacional para adultos também. Afinal a Hora da Aventura acontece lá.

E pra finalizar, 20h Mr. Wanchai nos liga. “Hi. Mr. Wanchai out.” Ele foi pontual. E nos levou até nosso hotel em Bangkok. Vai que vai. Aquele abraço e até a próxima.

Resumão

Entrada Adultos: +/- 120 reais

Entrada crianças: +/- 100 reais

Ida + Volta de táxi: +/- 150 reais

Contato Mr. Wanchai (agora ele sabe chegar ao Parque): (084) 9390-295

Saia de Bangkok o mais cedo possível.

Bom para um dia.

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Um dia com os elefantes na Tailândia https://www.viajao.com.br/bkp/um-dia-com-os-elefantes-na-tailandia/ https://www.viajao.com.br/bkp/um-dia-com-os-elefantes-na-tailandia/#comments Tue, 12 Feb 2019 10:00:55 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10536 A experiência mais completa está no norte do país, nos arredores de Chiang Mai. Vale escolher santuários que recuperam elefantes de maus-tratos.

O post Um dia com os elefantes na Tailândia apareceu primeiro em Viajão.

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Ir à Tailândia e não passar um dia com os elefantes é tipo não ir à Tailândia, né? Se já pensou em fazer isso, é bom você saber que essa experiência, de fato, será mais completa se feita no norte do país, mais precisamente na simpática cidade de Chiang Mai.

Contato com elefante no Santuário de Elefantes em Chiang Mai

Só que antes de planejar seu inesquecível dia ao lado dos “bichinhos”, preste atenção em alguns detalhes que são muito importantes:

– Desconfie de lugares que deixam montar em elefantes

Enquanto pode parecer irresistível ter aquela foto em cima de um elefante, com ele andando, saiba que ele deve ter sofrido pra ter chegado a este ponto. É que pro animal permitir que você suba e ande nas costas deles, houve algum tipo de abuso. E, sim, por parte do HOMEM mesmo.

Eles são “treinados” de forma torturante, ainda bebês. São afastados das mães, apanham dos treinadores e, além disso, têm água e comida reguladas por um tempo. Tudo pra que eles comecem a confundir o próprio instinto e aceitem que carregar uma pessoa no lombo seja normal.

Claro que as agressões não param na infância do elefante. Eles continuam sendo torturados quando adultos também pra que se mantenham obedientes.

Ah! Sem contar a “cadeirinha” que muitos têm presa nas costas, pra levar os turistas. Essa cadeirinha, obviamente, não é natural e pode machucá-los bastante. Enfim, evite esse tipo de prática. Nós, do Viajão, não apoiamos esse tipo de experiência!

– Pesquise bastante sobre o lugar que oferece a experiência 

Passar um dia com elefantes na Tailândia exige bastante pesquisa para escolher o local da atividade. Vale ler opiniões de outros turistas e ler sobre a história do lugar. 

Um ponto importante é se perguntar, acima de tudo: como os elefantes foram parar ali e por que a minha experiência ao lado deles pode ser positiva PRA ELES?

O mais comum é encontrar Santuários de Elefantes que resgatam bichos que foram maltratados (lembra das torturas e dos que carregam turistas nas costas?) e recuperam eles em meio à natureza mesmo.

Onde procurar a experiência?

Se estiver curtindo um dia em Bangkok, você pode pegar um voo que dura 1h30 e parar na segunda maior cidade da Tailândia, Chiang Mai. Nos arredores dela, ficam os Santuários mais tradicionais do país.

Dá pra ver que nem só de templos (300 no total!) e de Festival da Lanterna no mês de novembro vive o belo município.

Depois de muito pesquisarmos, chegamos a dois Santuários: 

  • Patara Elephant Farm (alguns turistas relataram, mais tarde, que montaram e andaram de elefante. Não compactuamos com a prática, portanto, não recomendamos mais).
  • Elephant Nature Park
  • Lanna Kingdom (descobrimos este recentemente. Se alguém já foi, avise como é a experiência)

Em primeiro lugar, os dois últimos cumprem todos os requisitos nos quais acreditamos sobre respeitar os animais. Lembrando que a experiência de passar um dia com os elefantes na Tailândia tem que ser boa pra nós e, principalmente, pra eles.

Depois, lemos relatos e vimos fotos de outras pessoas que escolheram esses lugares. E gostamos bastante.

Vale lembrar que esse tipo de passeio é bastante concorrido. Por isso, reserve com antecedência. Nós demoramos e perdemos aquele que queríamos primeiro.

A nossa experiência

Em primeiro lugar, resolvemos reservar o passeio no Elephant Nature Park clicando nesse link. Contratamos a visita curta, de meio-dia. Ela dura, no total, umas seis, sete horas. E custa mais ou menos R$ 250,00 (tem várias outras opções com variados preços no site)

A van do Santuário vai te buscar no hotel que você estiver, entre 8h30 e 9h da manhã. O parque fica um pouco afastado da cidade. Por isso, a “viagem” até lá demora quase uma hora. 

Assim que chegamos ao Elephant Nature Park, recebemos instruções dos guias sobre os animais e separamos a comida que daríamos a eles na sequência como por exemplo banana, bambu, cana-de-açúcar…

Ao mesmo tempo, descobrimos que ali era apenas uma das “comunidades” mantidas pela reserva, com tailandeses responsáveis por manter os animais saudáveis e continuar a recuperação deles.

E imediatamente descobrimos que a experiência seria bem privada: éramos um grupo de apenas seis pessoas cuidando de três elefantes.

O encontro com os elefantes

Fomos carregando os cestos de comida até encontrarmos os três animais – todos resgatados de maus-tratos. Em seguida, começamos a alimentá-los e chegamos perto pela primeira vez.

Eles são MUITO DÓCEIS e é difícil não se apaixonar. Por isso, tire um tempo e olhe fundo nos olhos dos elefantes, eles parecem “falar” pelo olhar, é impressionante!

Depois de algum tempo, fomos passear com eles. Obviamente, CAMINHANDO ao lado dos bichões. Que experiência sensacional, eles costumam seguir o caminho certinho ao seu lado. Se bem que cada tentativa de desvio do trajeto e de recolocá-los “na linha” rende boas risadas. 😀 

Mais tarde, demos um descanso pros elefantes e fomos almoçar. O almoço é feito pela própria família que vive nessa comunidade mantida pelo Santuário. Uma delícia, e tá incluído no valor do passeio.

Então, chegou a segunda parte da experiência: dar banho de lama nos elefantes. Isso foi divertido e tenso, porque eles ficavam deitados na lama enquanto passávamos o barro no corpo deles e fazíamos massagem. O problema é que tinha um que queria se levantar. Aí, era aquela correria momentânea.

Logo depois, partimos pra parte mais molhada do dia: dar banho nos elefantes dentro do rio!

Apenas uma palavra: DIVERSÃO! Até agora não sei quem se molhou mais. Rolou até guerra de água RISOS.

A volta para Chiang Mai

As horas passaram tão rápido que havia chegado a hora de voltar pro hotel. Cheios de saudade, nos despedimos dos nossos mais novos amigos. 🙁

Em seguida, embarcamos na van e partimos pra Chiang Mai, molhados e cheios de histórias pra contar. Nesse meio tempo, no trajeto de uma hora da volta, fiquei pensando se o que tínhamos acabado de viver era real.

Tive a certeza que a experiência foi inesquecível pra nós e pros elefantes também. É que dei aquela última olhada fundo nos olhos deles. Juro ter visto agradecimento ali dentro, em algum lugar.

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O assustador chão de vidro em Bangkok https://www.viajao.com.br/bkp/o-assustador-chao-de-vidro-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-assustador-chao-de-vidro-em-bangkok/#comments Fri, 14 Dec 2018 10:00:52 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10810 Quer ter uma vista espetacular de Bangkok, como se estivesse flutuando? É só ter coragem de caminhar pelo assustador chão de vidro do prédio King Power MahaNakhon.

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Edifício King Power MahaNakhon, em Bangkok, visto do alto
Ele ocupa uma das laterais do prédio.
Foto: MahaNakhon Building

Quer ter uma vista espetacular de Bangkok sem precisar estar num helicóptero, avião ou em algo parecido que te faça voar usando motores? Então, que tal você mesmo “ser o motor” e ter essa sensação a mais de 310m de altura? É só ter coragem de caminhar pelo assustador chão de vidro do prédio King Power MahaNakhon, na capital da Tailândia.

O prédio é bem novo e já tinha me chamado atenção em 2017, quando estive em Bangkok pela segunda vez. A arquitetura é incrível, parece que alguns pixels estão se encaixando na estrutura. Meio Lego, algo assim.

O King Power MahaNakhon visto de baixo

O piso de vidro é recente

A atração de vidro foi inaugurada há pouco tempo, em novembro. Pelas longas filas que se formam por lá, dá pra dizer que este já é um dos passeios mais concorridos da capital tailandesa. Tudo bem, ainda não ganha das visitas ao Buda Deitado e ao Grand Palace, mas no quesito “adrenalina”, sai na frente.

Tudo isso por causa de um piso especial que colocaram numa das partes do 78° andar. Chão. Transparente. D-E V-I-D-R-O.

Isso não é propriamente uma novidade pelo mundo. Existe em cidades como Chicago, nos EUA, e na torre de Auckland, na Nova Zelândia (ambos em menor escala). Caminhar sobre um chão de vidro, a mais de 300m de altura, podendo olhar pra baixo (se conseguir!) em segurança, não tem como não ser divertido, em qualquer lugar do mundo!

Como chegar ao topo

Primeiramente é bom saber que este é o mais alto ponto de observação de Bangkok. Em seguida, lembre-se que a atração fica aberta das 10 da manhã até a meia-noite. O último grupo sobe às 23h. Nós fomos pelas 16h, o que acho um bom horário porque a subida não estará tão concorrida e ainda dá pra pegar o pôr do sol (aí, sim, lota).

Depois de pegar o elevador, dá pra usar essa escada circular pra chegar ao topo

O tíquete de entrada pra chegar ao topo custa pouco mais de THB 765 (uns R$ 80,00) – valor promocional até 31 de janeiro de 2019. Depois desta data, vai passar pra THB 1.050.

Logo após comprar o bilhete, você entra num elevador “balada”, cheio de luzes, e sobe 74 andares em 50 segundos!

Enquanto se recupera dessa primeira viagem e boceja pra tirar a pressão dos ouvidos, você vai se deparar com a bela vista de Bangkok observada dos janelões desse andar (que ainda não é o mais alto!).

Em seguida, você sobe os quatro andares restantes até o topo (usando a escada circular é mais rápido!) e chega ao rooftop no 78° andar! Ali, tem um bar (o ingresso dá direito a um refrigerante e a 10% de desconto numa bebida alcoólica) e o tão esperado chão de vidro.

As regras da atração

A estrutura transparente atravessa um dos lados do edifício, é grande e composta por umas seis placas imensas e grossas de vidro bem resistente.

Essa área é isolada por uma fita e, pra acessá-la, você precisa guardar o que tiver nos bolsos dentro de uma bolsinha acolchoada que eles vão te dar e ainda colocar uma proteção especial de pano por cima dos calçados. Ah, e não pode levar o celular pra área do chão de vidro!

Entregue o telefone pra um amigo registrar, do lado de fora, seus momentos de pânico de aventura sobre o glass floor. Certamente, seus primeiros passos serão bem lentos. Eu pisei pensando em não temer aquilo, mas ao olhar pra baixo, dei uma leve travada e senti o coração disparar. Logo depois, relaxei e curti a vibe. 😀 

Começando a flutuar

Dessa forma, mais relaxado, sentei ali mesmo, junto com meu amigo Anizelli. A Marina, nossa outra amiga que estava junto e tem medo de altura, preferiu não ir. No entanto, ela ficou atrás da faixa de proteção, em solo firme, tirando fotos nossas e fazendo vídeos. A disputa por um bom espaço nesta área é intensa.

Pra pisar no vidro, tem que usar essa proteção de pano antiderrapante nos pés

Já que Anizelli e eu estávamos “flutuando” sobre Bangkok, resolvemos aumentar essa sensação e deitamos no vidro, olhando pra baixo. Que espetáculo! Principalmente quando você elimina os reflexos, tampando as laterais dos olhos. Frio na barriga é mato!

Assim que o tempo vai passando e vai chegando perto do pôr do sol, a fila aumenta! Nessa hora, os funcionários começam a controlar os minutos que as pessoas ficam sobre o vidro. Nós conseguimos curtir por uns 40 minutos (muito mais que o permitido). Depois, fomos convidados a voltar pro fim da fila (que estava imensa), mas não quisemos.

Deitado no chão de vidro de Bangkok
Dá pra deitar e rolar no chão de vidro

A vista do topo!

Já estávamos bem satisfeitos com a experiência maluca. Em seguida, subimos mais alguns degraus do rooftop e nos juntamos à galera que se aglomerava no lugar chamado “The Peak” – um grande terraço – pra ver o sol ir embora. A vista de 360° de Bangkok estava ainda mais espetacular!

Por do sol em Bangkok visto do The Peak, no MahaNakhon Building

Visto que a capital tailandesa tem dezenas e mais dezenas de prédios com skyviews magníficos, o MahaNakhon acaba saindo na frente.

Você não só enxerga a cidade toda lá de cima, mas também se sente parte dela! E o melhor: num modo “flutuante”.

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