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Arquivos Colaborões – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/colaboroes/ construímos memórias Tue, 01 Dec 2020 12:41:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Colaborões – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/category/colaboroes/ 32 32 Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/rio-quente-resorts/ https://www.viajao.com.br/bkp/rio-quente-resorts/#comments Thu, 16 Jan 2014 13:17:02 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10136 Hoje a Colaborona é radical! Sereia tropical, ama a Disney, conectada, fica bem de cabelo curto e comprido, e sim,

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Hoje a Colaborona é radical! Sereia tropical, ama a Disney, conectada, fica bem de cabelo curto e comprido, e sim, é minha chefe clap clap. Carla del Valle contando hoje suas férias em família no Rio Quente Resorts (fina). Apenas sensacional. E pra você que quer compartilhar sua história por aqui, é só mandar para o souviajao@gmail.com que a gente curte! Valeuu Carla!

gif animado da carla

Rio Quente Resorts – vem brincar com a gente!

Eu AMO resorts. Eu amo hotéis, também. Na verdade, amo qualquer lugar em que preparem minha comida, faxinem minha morada e me permitam fazer nada durante uns dias. O Rio Quente Resorts brilha muito na minha lista dos lugares mais amoráveis que conheço para passar esses dias de far niente. Tem sol, tem água quente, tem drinks e tem altas aventuras a serem exploradas. Vem comigo, Pederneiras:

QQ É ISSO?

É um complexo de hospedagem e diversão que fica em Goiás, a umas duas horas de Goiânia. Dá pra chegar quase lá de avião (há um aeroporto a 20km dali), mas você também pode ir de carro (amo!) ou de ônibus (minha opção, já que adoro um DVD do André Rieu em loop e me divirto com as pedras do bingo caindo tudo nas freadas). Partindo de Curitiba em slow motion, a viagem durou 18 horas.

QUEM VAI:

Vai todo mundo e isso é muito louco. Ao mesmo tempo em que uns ônibus despencam o pessoal da ~melhor idade~ na recepção, também chegam excursões de formatura do ensino fundamental e do médio, que se misturam às famílias com pelo menos duas crianças pequenas. Dependendo do seu perfil, você vai encontrar todas ou nenhuma dessas pessoas durante os dias – o lugar é gigantesco e tem atrações pra entreter todo mundo. Isso inclui um “Toldão Sertanejo”, hidroginástica com sensualização na piscina, sauna, etc. Falarei mais sobre esse tema adiante.

Sexy sem ser vulgar, ~bar molhado~ ao fundo.

COMER, BEBER, VIVER:

Come-se muito bem. De manhã, o café tem aquela coisarada tradicional de pães (melhor pão de queijo que já provei na vida), bolos, frutas, frios e, para os mais fortes, ovos, salsicha, linguiça. E sempre tinha uma atração mais exótica: omelete, tapioca, mingau de aveia (?!).  No almoço, a comida é meio caseira delícia (tendo como referência minha casa): arroz, feijão, carnes, massas, legumes, alguma coisa típica de Goiás, legumes, etc. Quem brilha muito é o buffet de sobremesas: teve dias em que me servi duas, três vezes. Três quilos depois, estou meio arrependida, mas na hora foi sensacional.

café da manhã na pousada do rio quente com pães e bolos

Dois pratinhos de sobremesa e duas frutas, rumo aos três dígitos na balança.

Café da manhã e almoço estão incluídos no valor das diárias. Para o jantar, o resort mantém o restaurante do almoço aberto (a comida é bem parecida com a da manhã), e oferece também outras opções empoints variados em sua própria estrutura: pizzaria, Bar Brahma, café (que serve sopas, panquecas e outros lanches). Dá pra gastar bastante grana, mas não dá pra passar fome. Comi de tudo, achei a sopa a opção mais vantajosa sob o ponto de vista de grana e da balança. 

ATRAÇÕES:

Com ou sem emoção, todo mundo se diverte. Tem muita, muita coisa mesmo pra fazer. Desde ficar de molho nas piscinas comuns (cujo fundo é de saibro e é possível ver a água quente brotando do chão, uma loucura!), que ficam mais próximas do hotel ou curtir uma praia de água doce com ondas e areia até se aventurar ou relaxar em outros picos: rolê de bike, spa, parque das aves, academia, tirolesa, mergulho, tobogãs, boias, caiaque, duchas, sauna, brinquedos infantis, etc. Cansei só de lembrar.

carla no caiaque

Uma pequena mão brotou das minhas costas durante o passeio de caiaque. O RIO É QUENTE e cheios de peixes bem grandões! 

Enquanto pessoa destemida pero no mucho, recomendo todos os tobogãs (my inner child não resiste :~), o caiaque e a tirolesa. Nesta última, performei a contento e adorei o susto inicial. Confira minha performance:

TIP: Aprendi empiricamente vestindo um maiô frente única que é melhor realizar essa atividade usando um top, camiseta ou qualquer peça de roupa que mantenha seus balagandãs superiores protegidos do sorriso maroto do rapazinho que te aguarda no final da descida. #ficaadica

carla descendo de toboágua na bóia

Vulgar sem ser sexy descendo o tobogã.

Minha filha Ana, gatinha destemida, aventurou-se no XPirado, a mais recente e mais radical atração do Hot Park: um tobogã de 32m de altura que pode fazer seu corpo alcançar até 40 km/h na descida. Neste vídeo, temos o relato de uma frequentadora que conta que “é bom, mas bate muito a bunda”. Vai do seu conceito de bom, né? Minha filha disse que, nas duas vezes em que desceu o escorregador, sentiu incremento de seus movimentos peristálticos intestinais. Um brinquedo, muitas funções.

TOU GORDA, NÃO DEPILEI, ETC, ETC:

Senso crítico não é lá produto na prateleira de promoção pelos supermercados do interior desse Braseel. Meninas, mulheres, senhoras, vovós: vi de tudo no que diz respeito a condição física e indumentária, desde gente fina e elegante até fio dental que precisaria ser removido com pinça cirúrgica do respectivo popozão XL. Sensacional, gente solta e à vontade. Vou dizer o quê? Digo que vc deve ser como eu: liga omodo Luka, comporte-se e vista-se sendo quem vc é que tudo estará bem. Aproveite a sua viagem e pare de cuidar da vida alheia BJOOOOO.

Desculpa: comprei uma caixa estanque pro meu ipônei e ahazzei nos autorretratos subaquáticos.

ESTADO CIVIL:

O Rio Quente Resorts com certeza pode abrigar desde as senhôras com seus filhos (eu, obg) e os adôles em plena efervescência hormonal até os jovens adultos à procura e as vovós viúvas que só querem saber de dançar com os tios da recreação no Toldão Sertanejo. Minha impressão é que seus desejos podem ser atendidos independentemente de suas intenções. Não é exatamente o lugar pra onde eu iria no caso de estar em busca de um paparico, mas acredito que paparicos nascem de onde menos se espera. Concluindo: não garanto, mas pode ser.

VAI?

Me leve junto, pfv. Eu voltaria mis vezes. No caso de abrir mão da minha companhia, pode falar comigo para mais informações. Ou então procure direto quem fala sério sobre o assunto: www.rioquenteresorts.com.br ou https://www.facebook.com/rioquenteresorts

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Colaborões https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-26/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-26/#respond Thu, 28 Nov 2013 10:00:14 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10002 Eeeeeeee! Parabéns!!! Três anos de Viajão hoje, quantas experiências e micos já contados aqui, néam? Quem quiser, pode nos presentear

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Eeeeeeee! Parabéns!!! Três anos de Viajão hoje, quantas experiências e micos já contados aqui, néam?

Quem quiser, pode nos presentear com muitas viagens, aí presentearemos vocês com mais histórias risos. Mas chega de LADAINHA! Afinal, hoje é dia de Colaborões.

Verão quase cheganu, você aí enfurnado no escritório e o calor comendo solto lá fora, néam? Que tal dar um pulinho em Punta Cana? Nosso colaborão de hoje é o publicitário e ~empresário Diego Firmino (aquele do Carrossel risadas miU).

O Diego nos dá varias dicas para aproveitar Punta Cana, aquele pedaço de paraíso, logo ali no Caribe. Ahhhh, Punta não é só pra casais, não, viu? Lá tem feiticeiros de unhas grandes e há boatos que o Van Damme vive indo lá pra combater o mal e descansar risos. Duvida?

Haiti é o inferno. Uma guerra civil está acabando com o país. Mas, o exército brasileiro está lá juntamente com a missão de paz da ONU. E, por causa disso, acabei indo parar em Punta Cana.

Parece estranho, mas é a pura verdade e eu vou contar para vocês em forma de romance prevendo um prêmio como melhor artigo de viagem já escrito.

Amor, vamos ver o Paulo durante as férias dele? – minha mulher me questionou enquanto eu lia alguma coisa no celular.

Só se for em Punta Cana. – Respondi de imediato.

Neste ponto, é importante eu dizer que meu cunhado é membro das forças de paz da ONU e está em missão no Haiti. E, caso você não saiba, Haiti e República Dominicana ficam no mesmo pedaço de terra. De um lado extrema pobreza, guerra e destruição. Do outro lado da fronteira, o paraíso em forma de praia, música caribenha e vendedores ambulantes.

Adivinha, é pra lá mesmo que a gente vai.

Me ferrei legal, não estava preparado para viajar assim, DO NADA.

Mar azul do Caribe

Uma das primeiras decisões que tomamos foi não ter um pacote com uma agência. Compramos com a CVC apenas as aéreas e a hospedagem. Nada contra, apenas não queríamos estar presos a um roteiro pré-determinado e, quando você chega lá, você descobre que essa é uma ótima escolha.

Punta Cana é daqueles lugares que te enchem os olhos. Não é só o mar e o céu, eles sabem como receber as pessoas, te fazer ficar a vontade todos dançando nus em volta da fogueira. O hotel, pelo menos o que eu fiquei, impressiona pela arquitetura com espaços gigantescos e pé-direitos altíssimos.

arquitetura do hotel

A cada esquina que você vira, uma nova escultura ou estátua te recebe, os jardins são nababescos (só não disse babilônicos porque senão eles seriam suspensos, o que não é o caso: tundundisss), no fim das contas, não é só a praia que prende sua atenção.

As dicas:

Os vôos para Punta Cana, fazem escalas, então, compre as conexões com pelo menos três horas de diferença. Pegamos as conexões na Colômbia com uma hora de diferença e, em todas elas foi uma correria danada para comprar pó, sem contar que você corre o risco de perder a conexão e vai acabar tendo problemas.

O aeroporto de Bogotá é gigantesco, bonito e cheio de coisas legais pra fazer, então, mesmo que você espere uma ou duas horas, você terá muito o que fazer.

Antes que alguém pergunte, a temporada lá vai de novembro a março, fomos no início de outubro o que foi uma das coisas mais acertadas que fizemos. O hotel está vazio, a praia também e o calor é o mesmo (sempre na casa dos 30). Você consegue aproveitar melhor a piscina e tudo que o complexo hoteleiro tem pra oferecer.

piscina do hotel

Pelo que fiquei sabendo, na temporada você não consegue uma cadeira perto da praia caso não chegue antes das oito e meia da madrugada.

Existem diversos hotéis em Punta Cana porém, alguns deles ficam na faixa de praia com mar calmo e água transparente, ficamos hospedados no Meliã Club, é um hotel mais antigo mas, você só vai notar isso nos móveis que aparentam ter uma certa idade.

móveis no hotel

Consulte a sua operadora sobre a praia, lá também tem praia agitada e, se você quer ficar molhando o saco o dia todo na água, é importante escolher o hotel certo.

Para terem uma ideia do tamanho do bagulho, você se desloca de um lugar ao outro em um trenzinho que passa de 15 em 15 minutos nas paradas espalhadas pelo complexo.

Existem diversos passeios a serem feitos e os caras são chatoooossssss, te abordam de cinco em cinco minutos, fique esperto e, caso não queira fazer o passeio ou já tenha fechado com algum vendedor, dispense os chatos com rapidez ou eles vão ficar falando com você eternamente (zzzzzzzzz).mar azul

Outra dica: As faixas de areia que ficam em frente aos hotéis são monitoradas por seguranças. Caso você saia dela, será abordado a cada dois metros por vendedores ambulantes, feiticeiros de unhas grandes e pretas (SÉRIO), etc… Um dia tentei dar uma caminhada pela praia, andamos uns 150 metros e tivemos que voltar, bizarro.

A internet no quarto é paga ($10/dia), o acesso é livre nos lobbys, o uso de cofre, que eu recomendo, custa $2/dia.

Os pacotes para Punta Cana são no formato “tudo incluso” e, se você não quiser, não precisa nem sair do hotel. Perto do Meliã, fica um dos shoppings da cidade, não é um paraíso de compras e os preços não são nada convidativos. Neste mesmo shopping fica um Hard Rock Café, aproveite.

bebidas alcoólicas no hotel

Na verdade, com o pacote, você não gasta quase nada lá, não é preciso levar rios de dinheiro, se você não for do tipo que gasta com presentes ou em cassinos, um casal passa uma semana super bem com uns mil Obamas, rindo e sobrando. Ah, é bom saber que é preciso levar dinheiro trocado, no desembarque você vai pagar uma taxa de 10 Obamas por pessoa.

E não se assuste, o aeroporto parece saído de um filme do Van Damme no Camboja. Os taxis são mais ou menos tabelados, dentro do próprio aeroporto tem um quiosque de taxis “oficiais”, o trajeto até os hotéis varia de 30 a 50 doletas.

Punta Cana é um destino familiar, apesar da bebida liberada, você não verá, pelo menos eu não vi, ninguém bebasso ou coisas do tipo. E se você é solteiro e tá a fim de pegação, lá não é o seu lugar. As noites no hotel são animadas com um cassino e também com música, shows e animadores.

Praticamente todos os hospedes se dirigem para os lobbys do hotel na parte da noite então, fica aquela coisa misturada com gente de todo lugar, falando em línguas das mais diversas (russo lá é mato, SKAVUSKA). Falando em línguas, lá se fala o “portunhol” e o inglês também, então fique tranquilo, você não passará apertos.

paisagem

Falei que tem muito russo lá? Então, tem brasileiro lá também. Você tá lá, super de boa, tentando conversar em inglês com alguém e, de repente, o cara solta um: PUTA Q PARÉEEEUUU. Exatamente, tem muito brasileiro lá. Pode relaxar, você estará em casa.

E assim como brasileiros em quantidade, você também encontra mosquitos, leve bastante repelente, nas áreas comuns a mosquitada pega feio.

P.s: O lugar inteiro cheira a filmes do Van Damme da década de 90 inclusive aquela musiquinha caribenha que toca ao fundo de qualquer lugar, até onde não tem aparelhagem de som #medo.

ator Van Damme sentado

to bem de boa, relax em Punta kkk 

Boas dicas, Diego! Só fiquei com medo dos ~feiticeiros de unhas grandes. E você, viajão, também pode contar sua história de viagem pra gente! Seja um Colaborão, escreva pro: souviajao@gmail.com. Hasta luego!

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/casamento-na-turquia/ https://www.viajao.com.br/bkp/casamento-na-turquia/#respond Tue, 29 Oct 2013 15:47:44 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9958 O Colaborões de hoje está inusitado! E pra ser mais exato, hoje é dia de uma Colaborona! Daniele Lieuthier é

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O Colaborões de hoje está inusitado! E pra ser mais exato, hoje é dia de uma Colaborona! Daniele Lieuthier é daquelas garotas que não param em lugar nenhum. Até onde eu sei, já morou na França, na Turquia, Argentina e agora ela tá dando um rolezinho pelo mundo, desvendando os mistérios do chá com o seu super projeto Caminhos do Chá! Sensacional! E hoje ela conta sobre um casamento no interior da Turquia numa cidade que eu não vou ousar a escrever aqui. Valeu Dani!! E vamos ficar de olho nesses chás aí!

Desde que eu cheguei na Turquia, estava morrendo de vontade de ir a um casamento turco. Mas nenhum amigo dos meus amigos de Istambul se casou durante esses dois meses em que eu estou aqui. Semana passada, me mudei para Çifteköpru, pra trabalhar em uma plantação de chá. Mas, além de aprender sobre chá, que é o objetivo da minha viagem pelo mundo (www.caminhodocha.com), estou descobrindo muito mais sobre a cultura da Turquia.

Nesse sábado, tive o privilégio de finalmente ir a um casamento. Não só turco, mas hemshin. Uma semana atrás, eu não tinha a menor ideia do que era isso. Parece nome de uma raça do Senhor dos Anéis: os hobbits, os elfos e os hemshins. Na verdade, os hemshins são um grupo étnico espalhados por diversos países do Oriente Médio e Ásia, como Turquia, Cazaquistão, Rússia e outros. Çifteköpru é um vilarejo hemshin. E aqui eles falam hemshin. Logo pensei: “Droga, meus dois meses de estudo de turco não serviram pra nada.”. Aí descobri que eles também falam turco. Ufa!

E como é um casamento hemshin? Bom, a cerimônia eu perdi. Estava com o Yasar (o dono da fazenda) tomando uma cerveja Tuborg em um deck que dá para o Mar Negro. Tudo isso na cidade de Hopa, a maior da região. Entramos no salão e meus olhos brilhavam como os de uma criança com um sorvete de cinco bolas na mão. Era uma roda de pessoas dançando. Cem pessoas, ocupando o salão inteiro. De mãos dadas, mexendo os braços pra cima e pra baixo. Os passos coordenados, todos iguais. E a roda girava. A música é contagiante.

noiva dançando

Só fiquei mais feliz quando as amigas hemshin do Yasar me chamaram pra ir dançar com elas na roda. Tanta energia. Tanta gente dançando sincronizada. Só conseguia pensar que, naquele momento, eu não queria estar em nenhum outro lugar do mundo, mas ali, vivendo aquela experiência única na minha vida.

Não conseguia seguir os passos. Primeiro, porque sou descoordenada. Segundo, porque o ritmo da música é 5/4. Ou seja, ao invés de contar 1,2,3,4,5,6,7 e 8, no ritmo hemshin, se conta: 1,2,3,4 e 5, e 1,2,3,4 e 5. Não faz o menor sentido. Só aprendi os passos depois da terceira música. Chuta pra frente com o pé esquerdo, com o pé direito, esquerdo, direito. Nesse mesmo chute, põe o pé direito pro lado direito. Dá dois passos pra trás, pé esquerdo e pé direito. E começa de volta. A roda toda gira junto, sincronizada. É lindo.

Aí também tem o animador da festa. Ele coloca uns tunch-tunchs no meio. E a galera começa a pular e a chutar forte. Pisaram no meu pé várias vezes, porque eu não sabia dançar. Chutam forte e dançam com as mãos dadas. Mãos pra cima, soquinhos pra frente. As mãos balançam pra baixo e voltam pra cima. Bom é que eu não precisava pensar nas mãos.  As vizinhas que estavam me dando a mão mexiam os meus braços por mim.

A roda se desfaz, todos sentam. O animador da festa grita palavras em hemshin. Outra roda se forma. Dessa vez, só homens. Pergunto pro Yasar por que só tem homens. E ele me diz que o animador chamou só os caminhoneiros. Aí, eu perguntei pro Yasar “Por quê? Eles não podem dançar com as outras pessoas?”. Eu já estava achando que era o maior preconceito. Mas, não, é só porque tem vários caminhoneiros na região. Mais tarde, o animador também chamou só os velhinhos, só as meninas etc etc.

Depois de toda essa dança, os noivos vão para o fundo do salão. O mestre de cerimônias pendura uma faixa no pescoço de cada um. Os convidados se levantam e formam uma fila. “Ne yapiyorlar?” (O que eles estão fazendo?), perguntei pra menina hemshin que estava do meu lado. Ela me puxou pelo braço e fomos lá ver.

noiva com dinheiro e ouro

Na fila, as pessoas seguravam notas de 100 e 50 liras. Chegamos até a noiva e aquela faixa que colocaram no pescoço dela agora estava cheia de notas grampeadas. Nos braços da noiva, pulseiras de ouro. Pulseiras bem grandes de ouro. Pensa em quantas máquinas de lavar, geladeiras, sofás e artigos de cama, mesa e banho pra mobiliar a sua casa dá pra comprar com tanto “oro”.

noiva com a faixa

fila para pendurar notas

Depois da entrega de ouro e dinheiro, as luzes se apagam. Os noivos e família se juntam no fundo do salão. Eu, bem idiota, estava bem na frente deles, tirando fotos. Me puxaram para o lado. Era o bolo chegando. Não era realmente bolo. Cada andar era uma lata decorada e coberta por chantilly. Só o primeiro andar era bolo mesmo. Boa estratégia. Alguém entrega uma facona para os noivos. Eles seguram a faca juntos e cortam o bolo de mentira, passando a faca pelo chantilly de todos os andares. Entregam garfinhos para os noivos e eles comem chantilly juntos. É quase uma versão hemshin de noivos tomando champagne com os braços entrelaçados.

noivos com o bolo

Levam o bolo embora e os noivos saem do salão. Eles foram pra casa. Mais uma hora de festa e, depois, os convidados vão para a casa dos noivos. Sabe-se lá o que os noivos foram fazer em casa enquanto os convidados não chegam. haha

Perguntei para o Yasar se lá ia ter bebida. Ele falou que sim, bem animado. Ali, a gente só tava tomando Coca e água. Fiquei feliz também. Mas aí ele virou pra mim e disse: “Álcool só para os homens. As mulheres não bebem.”. E eu, espantada e triste, disse: “Por quê????”. E ele me explicou que aqui as mulheres não bebem em público. Só em casa ou entre amigos. Fué fué fué!

Pra minha sorte, o Yasar e os amigos dele desistiram de ir para a casa dos noivos. Passamos no posto, compramos cerveja e fomos pra casa. Oba, em casa eu posso beber!

Daniele Lieuthier. Publicitária, chef de pâtisserie e aspirante a especialista em chás. Atualmente, Dani Lieuthier está viajando o mundo para pesquisar sobre essa bebida. No total, são 10 países, em 3 continentes. Na volta, vai abrir uma casa de chás com quitutes, chazinhos e muito amor. www.caminhodocha.com

Valeu Dani, queremos ver você dançando mais vezes, risos! E pra você que quer contar sua história aqui no Viajão, é só mandar sua história pro souviajao@gmail.com que vamos dar risada (ou não). Valeuu! 

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-5/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-5/#comments Tue, 08 Oct 2013 11:00:27 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9872 Colaborão tá gourmet hoje, ou melhor, tá mangiare felice! É isso aí pessoal, deleitem-se com uma culinária italiana nada óbvia e super refrescante.

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Colaborão tá gourmet hoje, ou melhor, tá mangiare felice!

A colaborona Lola Lombardi tem esse espírito de irreverência, cabeça fresca e sorriso fácil que faz você achar que já é amiga dela de cara, imagine então depois de duas colaboradas no viajão! A Lola já vez um post “rezar” na Índia, agora vem aí um post “comer” na Itália… Lola, não deixe de nos convidar para sua lua de mel na Indonésia porfa…

É isso aí pessoal, deleitem-se com uma culinária italiana nada óbvia e super refrescante nesse restaurante MARA…

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Polignano a Mare e MINT Cucina Fresca

A Terra Nostra, minha antiga conhecida, foi o meu destino. Só que dessa vez quis fazer algo diferente e me aventurar pelo sul. Aí o espírito mochileiro fala mais alto e a gente escolhe o destino por onde tem conhecidos locais pra nos mostrar a vida cotidiana e oferecer um canto. A vítima da vez foi a Liu, irmã do Ralf, amigo das antigas. E conhecendo a família Sorgi sabia que nos quesitos mesa, música e companhia eu não me decepcionaria!

A Liu mora em Polignano a Mare, uma cidade de praia na Puglia, a 30 minutos da capital Bari, que tem se tornado muito conhecida entre os europeus ultimamente, principalmente os franceses, que lotam as praias de lá.  Ela e seu compagno Fabrizio comandam o MINT – Cucina Fresca, um lugar fantástico, que precisei escrever sobre.

 

O MINT já te conquista à primeira vista, um lugar confortável e com uma decoração estilo familiar e moderna que reflete o bom gosto e alto astral do casal proprietário. A Liu e o Fabrizio prezam muito pelos alimentos frescos e saudáveis, e também pelos produtos locais, o que faz com que eles ganhem o coração dos puglieses, que como todo bom italiano gosta de ter suas especialidades locais valorizadas.

O cardápio tem opções de pratos completos, fugindo um pouco do ‘primo’ e ‘secondo’ clássico dos italianos. Os menus do dia são sempre ofertados de acordo com o que a cozinha tem de mais fresco, de mais MINT! Entre o que provei por lá recomendo tudo! Um Veggie Burger feito com mix de grãos, pasta biológica de espinafre com salmão e amêndoas, o já famoso na região Cheescake, super leve com calda de frutas vermelhas e o espresso final, claro (hum, saudades!). Sem contar o que não deu tempo de provar, mas está na minha lista pra quando eu voltar… as saladas super bem elaboradas, o brownie e os vinhos.

Além disso, o MINT, diferente da maioria dos restaurantes italianos, abrem em ‘orario continuato’, ou seja, não fecham durante a tarde para a ‘pausa’ que deixam os turistas super perdidos. Ah, e também tem Wi-Fi e uma plaquinha dizendo pra gente usar #mintcucinafresca ao postar fotos no instagram, vale a pena conferir as fotos.

Enfim, é um lugar que faz valer a pena sair da rota tradicional dos viajantes na Itália pra comer bem, se sentir bem acolhido e bater um papo com a Liu e o Fabrizio. Benvenuti in Puglia!

http://www.mintcucinafresca.com/

https://www.facebook.com/mintcucinafresca

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Valeu Lola, mais um motivo pra Itália estar na minha lista de próximos destinos!!!

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-4/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-4/#comments Wed, 10 Jul 2013 11:00:38 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9387 Nessa edição do Colaborões, vamos acompanhar uma visita pela Holanda! De Amsterdã a cidades do interior, bora se encantar com esse país!

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Olá Galera, faz tempo que não apareço por aqui né? Precisando viajar mess… Mas enquanto esse dia não vem, felizmente temos brothers que nunca nos deixam na mão! Palmas pra Aline, clap, clap, clap!
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Olá, Viajões

Meu nome é Aline, faz tempo que estou me ensaiando para escrever pra vocês e também ser um colaborão. Há uns dois anos a Amanda me contou sobre o blog, desde então prometi para mim mesma que um dia escreveria, e cá estou, antes tarde do que nunca né?!

Em 2011 fiz um mini mochilão pelo Reino Unido e de quebra dei um pulinho na Europa, e de todos os lugares que passei o País que mais me encantou foi a Holanda, então vou tentar falar rapidamente de tudo que vi por lá. Espero que gostem 😉

 

Quando decidi visitar Amsterdam estava em Londres, e as passagens de trem estavam muito caras. Como não queria deixar a bagagem para trás avião não era uma opção, uma vez que voos low cost só permitem bagagem de mão; então decidi ir de ônibus, mesmo sendo uma viagem bem mais lenta. Por fim essa escolha fez uma grande diferença na viagem, pois pelo caminho passei por diversas paisagens que me deixaram mais curiosa sobre a Holanda como um todo, então quando cheguei em Amsterdam já estava com uma ideia fixa de procurar a melhor forma de conhecer também o interior do país.

Mas vamos começar por Amsterdam. A cidade é incrível, cheguei durante a primavera e tudo estava colorido, com tulipas em todos os cantos. O povo é muito educado e estão super acostumados com turistas perdidos, são muito prestativos em ajudar e tirar dúvidas, além de muito simpáticos, não só dão a informação que você precisa, mas também perguntam o que você está achando do país, de onde você veio e etc.

Entre os lugares que merecem atenção, eu diria para não deixar de fora a Casa da Anne Frank, a sensação de visitar o esconderijo depois de ter lido seu diário é indescritível, creio que seja impossível sair de lá sem lágrimas nos olhos.

O Museu do Van Gogh é imperdível para fãs de arte, designers e publicitários. Tem um andar só com publicidade da época, cartazes e panfletos criados por diversos artistas, além de 200 obras do próprio Van Gogh. O Rijicks Museum é essencial para quem quer conhecer um pouco mais da história da Holanda. O passeio de barco pelos canais da cidade também é imperdível.

Mas Amsterdam não era suficiente, então comprei um pacote turístico para conhecer o interior, normalmente prefiro desvendar os lugares sozinha, mas como tinha pouco tempo achei que um desses pacotes poderia ser uma boa opção.

Começamos o passeio pelo norte, visitando De Haal, um vilarejo de produção de leite de cabra e queijos, um lugar cheio de moinhos de vento, tranquilo e muito bonito.

No almoço fomos a um povoado de pescadores, onde comi o melhor fish and fries da minha vida, e na sequência visitamos uma fabriqueta daqueles calçados de madeira típicos da Holanda.

Passamos ainda por Delft, uma cidade universitária, e também famosa pela produção de cerâmicas pintadas de azul; por Roterdã e o Palácio da Paz, que é patrimônio mundial. E no fim da tarde visitamos Madurodam, a Holanda em miniatura.

A Holanda vai muito além de Red Light District e Coffe Shops, tem um povo muito cativante, inteligente e livre de preconceitos, além de ser um ambiente que inspira arte e criatividade, vale a pena a visita. Por fim reforço que o país é bastante rural, tem paisagens incríveis, portanto chegar lá de ônibus ou trem pode tornar a viagem bem mais interessante.

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Valeu Aline! Até o próximo colaborão!
😉

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World Sweet Home https://www.viajao.com.br/bkp/world-sweet-home/ https://www.viajao.com.br/bkp/world-sweet-home/#respond Thu, 27 Jun 2013 13:46:11 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9308 Taí um trabalho melhor do que ser blogueiro do Viajão: ser fotógrafo viajante pelo mundo, que volta e faz exposição!

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Taí um trabalho melhor do que ser blogueiro do Viajão: ser fotógrafo viajante pelo mundo, que volta e faz exposição! Gente assim a gente apóia, acredita e divulga de boca cheia! o/

Os viajões Brian Baldrati e Patricia Schussel Gomes lançam AMANHÃ a exposição “O Idioma do Olhar”, no HUB Curitiba a partir das 18h, resultado das viagens da dupla por 35 países.  

Por incrível que pareça eles nunca viajaram juntos, mas seus olhares se encontraram quando perceberam essas paixões em comum, uma identidade parecida e – arrisco dizer – uma percepção e sensibilidade apuradas para o olhar do outro, tocante! O trabalho deles pode ser acompanhado na página  World Sweet Home e, não sei vocês, mas só por essas fotos eu já tô com um pézinho lá na exposição! Inscrições aqui.

  

World Sweet Home por seus autores

Nós não sabemos dizer exatamente em que momento nos intitulamos “mochileiros” ou “fotógrafos” – achamos, inclusive, que essa é uma questão muito subjetiva e não se define por meros instrumentos e técnicas.

A realidade é que, além da fotografia, nós somos apaixonados pelo mundo, por pessoas e pelas mais diversas culturas. Idiomas à parte, que outra forma de comunicação é melhor do que o olhar?!

Eternizar as experiências vividas enquanto batemos perna por aí é muito mais do que triviais retratos de viajantes; para nós, é a linguagem que encontramos para mostrar um pouco do mundo através dos nossos olhos, sempre tão fascinados. O que podemos afirmar é que, nosso olhar fotográfico se desenvolveu muito durante os diversos mochilões que fizemos, passando por mais de 35 países registrando um pouco da essência de cada lugar.

Essa paixão por viagens e fotografia sempre existiu, mas se intensificou para ambos nos últimos 2 anos morando fora do Brasil, entre Índia e Alemanha. Em meio de várias viagens, começamos a trocar muitas dicas de comunicação, fotografia e lugares exóticos. Consequentemente, acabamos traçando um estilo fotográfico similar, apesar de todas nossas viagens terem sido separadas, e foi daí que surgiu a ideia da parceria.

É claro que, no momento em que retornamos ao Brasil, a pressão de amigos, familiares e até diversos estranhos acabou impulsionando – e muito – o desenvolvimento da nossa mostra fotográfica.

A página World Sweet Home, foi criada com uma proposta de compartilhar um pouco da história por trás de cada um de nossos registros e algumas das curiosidades culturais que mais nos marcaram. A exposição também será divulgada através da página e, quem se identificar, pode nos acompanhar por lá:www.facebook.com/WorldSweetHome

BORA Lá Viajões!

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/mochilao-patagonia-argentina-ate-ushuaia/ https://www.viajao.com.br/bkp/mochilao-patagonia-argentina-ate-ushuaia/#comments Wed, 10 Apr 2013 16:33:07 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=9021 Fefo, Fefe, Fernandinho ou apenas Fernando de Souza. Leitor do Viajão desde sempre e meu bróder, hoje ele vem na

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Fefo, Fefe, Fernandinho ou apenas Fernando de Souza. Leitor do Viajão desde sempre e meu bróder, hoje ele vem na humildade contar nos mínimos detalhes a viagem alucinante que é ir para o Fim do Mundo, ou melhor dizendo, Ushuaia na Argentina. Sensacional Fefe! Valeu pelas dicas! E pra você que quer ser um Colaborão aqui no Viajão, só mandar sua história pro souviajao@gmail.com. Aquele abraço!

 

Rumo ao fim do mundo. Explorando a beleza da Patagônia.

Há diversos lugares por aí que se denominam “o fim do mundo”, mas na minha opinião, Ushuaia deveria ser o único. Não só pelo fato de ser a última cidade antes da Antártida, mas pela beleza natural indescritível e não encontrada em qualquer lugar.

Bom, a mochilão pela Patagônia, começa na tradicional Buenos Aires, que dispensa comentários. Onde eu e mais dois amigos começamos nossa aventura para Terra do Fogo. (B.A. não será citada por mim, pois é digna de um post só para ela, o quê provavelmente já tenha por aqui). A primeira parada é em Puerto Madryn, uma cidade litorânea, que encanta pela paisagem e pelo apelo cultural. Aliás, na maioria das cidades da Argentina, a cultura é muito apoiada e incentivada em praças e até pelas ruas das cidades. Assim, não é difícil encontrar shows e artistas de rua fazendo seu trabalho e reunindo milhares de pessoas em volta. A melhor parte dessa cidade é que fica perto da Península Valdés, um lugar muito bem recomendado por mim pela forte variedade de espécies de animais marinhos e aves de migração. Para quem gosta de fotografia é um lugar obrigatório. Vale a pena fazer um dos passeios de van que duram o dia todo. Parando em pontos em que se encontram animais como: lobos marinhos, leões marinhos, focas, pinguins, elefantes marinhos e até baleias. Em novembro as baleias orcas vem até a praia para caçar as focas e demais animais que dão bobeira. Infelizmente não consegui pegar a época que elas aparecem.


Vista de Puerto Madryn e os shows no meio da praça.

Fauna Marinha de Puerto Pirámides – Península Valdés.

 

A segunda cidade do roteiro desse mochilão é a então esperada Ushuaia. (Sim, não conseguimos conter a ansiedade e partimos direto para o objetivo principal da viagem: chegar ao fim do mundo. Claro, que depois subimos o mapa passando por outras cidades importantes.

A chegada ao fim do mundo, foi difícil, como já era de se esperar. Durante o trajeto a estrada passa pela fronteira com o Chile, o famoso Estreito de magalhães. Essa fronteira foi um pouco complicada pela quantidade de gente que iria atravessar, demoramos 5 horas na fila. Logo depois, a travessia do Estreito que liga o Continente com a Terra do Fogo, é feita por um ferry boat que merece destaque pelos Golfinhos que seguem o barco até o outro lado e dão um show para os turistas.


Placas do Estreito de Magalhães e o Ferry Boat.
 

Golfinhos durante a travessia.

 

A cidade em si, é bonita e elegante. Uma cidade que tem um porto importante, comidas típicas, passeios para todos os gostos, lugares lindos e vento, muito vento. Aliás, a Patagônia em si tem ventos muito fortes. Então, para quem não gosta de frio, como eu, o jeito é se agasalhar muito. E claro, tomar um bom vinho argentino acompanhado de uma tábua de frios. Vista da cidade:

Um ponto engraçado da cidade é que anoitece por volta das 23h30 e amanhece as 4h. Então, a maioria dos Hostel tem cortina Blackout para todos conseguirem dormir. Fizemos um passeio de barco para conhecer o Farol e um pouco da fauna da cidade. Destaque para os passeios para a Antártida, que duram em média duas semanas. Infelizmente por motivos de tempo e dinheiro, eu não pude fazer. Em conversa no Hostel, com um Israelense que tinha rodado o mundo, as palavras dele foram as seguintes: “Lugar mais incrível que estive em todo o planeta.” Aqui algumas fotos, do meu passeio de barco, nas redondezas da cidade:

Outro passeio que recomendo é a trilha do Parque Nacional da Terra do Fogo. Pra quem gosta de caminhar, a trilha tem cerca de 15 km. Cansativa e difícil, mas os visuais e os animais compensam o cansaço.


Caracara Plancus e cavalos selvagens.

 

Recomendo esse Hostel em Ushuaia. Além, de muito bom, tem várias dicas do que fazer por lá no site deles.

Subindo o mapa. Começando a retornar do fim do mundo, parada recomendada é El Calafate. Cidade que fica próximo ao Perito Moreno, um dos glacias mais famosos do mundo e o segundo objetivo da nossa viagem. Um fato curioso é a quantidade de pequenos Icebergs que estão derretendo e ficam próximos ao Perito Moreno. É possível fazer Trekking pelo Glacial, porém devido ao mau tempo no dia, não consegui fazer.


Pedaço de um iceberg próximo ao Perito Moreno.
 

Perito Moreno.
 

Outra cidade que merece a visita é El Chaltén. Lá consegui fazer um passeio de Trekking pelo Glacial Viedma, para compensar o que não fiz no Perito Moreno. A cidade é linda e bastante turística. Há muitas trilhas e lugares bonitos para visitar. Recomendo aqui alguns dias a mais para quem gosta de aventura. As trilhas são inúmeras, assim como os passeios. Destaque, também, para a famosa Montanha Fitz Roy e pelos ventos de 70km/h que presenciei. Infelizmente, não consegui visitar de perto a montanha pelo curto tempo que tinha para retornar ao Brasil.


Trekking pelo Glacial Viedma.

A viagem ainda passa por El Bolsón, uma cidade pequena, porém com bastante eventos culturais no centro da cidade. Recomendo a visita ao Parque Nacional do Lago Pueblos. Um lugar muito bonito e que tem alguma trilhas para fazer. Por fim, passamos por Bariloche, outra tradicional cidade para quem vai para a Argentina. Porém como estava fora da época de neve, acredito que não sou a melhor pessoa para falar dos melhores locais de visita, mas recomendo uma visita as diversas lojas de chocolates. Em especial a “Chocolates Del Turista”.

Bom, espero que posso ter dado boas recomendações para quem procura um mochilão com lugares diferentes das tradicionais viagens para Europa. O que vi mochilando pela Patagônia foi algo mágico.

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/filmes-feitos-em-nova-york/ https://www.viajao.com.br/bkp/filmes-feitos-em-nova-york/#respond Wed, 13 Mar 2013 12:44:29 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8881 Boatos que o cara sempre anda de mochila. Um viajante do mundo, um viajão por que não, ele é criador

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Boatos que o cara sempre anda de mochila. Um viajante do mundo, um viajão por que não, ele é criador do blog Eu vou de mochila onde conta várias histórias como essa de hoje, além de ser fã de Rocky, Rambo e Braddock.

Estive com ele no aclamado BlogTurFoz e aprontamos altas confusões na cidade das Cataratas. No Colaborões de hoje ele mostra os filmes em Nova York. Com vocês: Jonathan Pádua clap clap. E você que quiser mandar sua história pro Colaborões, é só enviar pro souviajao@gmail.com. Valeu Jonathan!!

Nova York é a capital do mundo, é a big apple, cidade mais conhecida e blá blá blá, além de tudo isso a cidade é muito utilizada como locações de filmes e é bastante comum você reconhece-la quando vai em uma sessão de cinema.

Por isso, hoje vou mostrar pra vocês um roteiro de cinema pela cidade, passando por vários lugares que você já deve ter visto nas telonas e agora poderá ver ao vivo.

Começamos pelo super-herói que defende a cidade, o Aranha-Humana Homem-Aranha tem várias locações por Nova York:

– Flatiron Building: O 1º arranha-céu de Nova York, localizado entre as ruas Fifth Avenue, Broadway e 23rd Street. No filme do Homem-aranha ele é a sede do jornal The Daily Bugle, onde Peter Parker trabalha como fotógrafo free-lancer.

– Bondinho da Ilha de Roosevelt: Lá no 1º filme da série, quando o Duende Verde rompe um cabo de aço que segura um bondinho. É exatamente esse bondinho que vai pra Ilha de Roosevelt, você pega ele na esquina entre a 2nd Avenue com a 60th Street e você pode usar o Metrocard.

Esqueceram de mim 2, quem não assistiu esse filme na Tela Quente ou Sessão da Tarde?

– Central Park: Com uma área de mais de 3,4 quilômetros quadrados, o Central Park dispensa apresentações. Construído a mais de 150 anos é um lugar que você não conseguirá conhecer em apenas um dia.

– FAO Schwarz: Também aparece no filme Quero Ser Grande com Tom Hanks, é o paraíso das crianças e adultos, seu item mais famoso é o Big Piano. Fica no número 767 da 5th Avenue.

Mais um filme da Marvel, dessa vez 4 heróis que formam o Quarteto Fantástico. Lembram do primeiro filme, na cena da ponte onde o Quarteto salva a galera? Essa ponte é a famosa:

– Ponte do Brooklyn: Uma das pontes que ligam a Ilha de Manhattan ao Distrito do Brooklyn. Usada por moradores para se exercitar ou mesmo para ir e voltar do trabalho. Está sempre bastante cheia, tem uma arquitetura muito bonita e nos dá uma visão incrível do skyline de Nova York.

Um filme bem divertido e ótimo pra assistir em casal é o Hitch – Conselheiro Amoroso, que é todo ambientado em Nova York. Entre todos os lugares que aparecem no vídeo, tenho dois destaques:

– Charging Bull: O famoso touro de bronze onde todo mundo tira foto em uma posição meio obscena está localizado no centro financeiro de Manhattan, no Bowling Green bem no comecinho da Broadway Avenue.

– Ellis Island: Localizada no Rio Hudson, próxima a Liberty Island (onde fica a Estátua da Liberdade) foi durante muito tempo a porta de entrada para os imigrantes vindo da Europa. Hoje a ilha abriga um museu dedicado ao imigrante. Pode-se chegar nela utilizando o mesmo ferry boat que leva a Estátua da Liberdade

Pra finalizar, um clássico da 7ª arte… quem não se lembra da cena onde King Kong escala o que é hoje o edifício mais alto de Nova York? Eu pretendia escalar o prédio também mas achei mais fácil ir de elevador.

– Empire State Building: Com seus 102 andares, localizado entre a 5ª Avenida e a 34th Street, o Empire State é um grande símbolo de Nova York. Uma curiosidade é que sua iluminação muda conforme feriados e datas especiais.

Ahh você esqueceu de mencionar o filme Sex and the City! Não, eu não esqueci, eu apenas acho que esse é um filme de mulherzinha risos.

Na verdade a lista de filmes que usam Nova York como cenário é imensa, se tem algum que você goste e que não esteja na lista, deixe a dica aqui nos comentários.

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/visita-concha-y-toro-chil/ https://www.viajao.com.br/bkp/visita-concha-y-toro-chil/#respond Thu, 28 Feb 2013 12:54:22 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8793 Pra você que ligou a TV agora, sim, o Colaborões ainda existe risos. O Colaborão de hoje já apareceu muito

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Pra você que ligou a TV agora, sim, o Colaborões ainda existe risos. O Colaborão de hoje já apareceu muito por aqui. Esteve na cachoeira do Panelão, no Rio e já rolou muitos pulos dele por aqui. Hoje ele conta a visita dele na vinícola Concha Y Toro no Chile (aquele que eu não consegui entrar)  junto com sua namorada Ludmilla. Com vocês, o menino da cidade do lado, Sandro Claudino clap clap. Valeu pelas dicas Sandrão! E você que quer contar sua história aqui no blog, é só mandar para souviajao@gmail.com que nós postamos aqui. Aquele abraço!

Fala ai Viajões! Depois de ter utilizado várias dicas loucas maneiras aqui do blog, inclusive a da Centolla, resolvi escrever este post em agradecimento ao meu brother Coqs. Bom, eu  não vou ficar enrolando muito e vou direto ao assunto.

No começo deste ano, eu e minha namorada fizemos uma viagem rápida de 5 dias ao CHILE e dentre vários lugares que visitamos um deles foi uma vinícola famozinha risos. Tivemos a ideia de irmos até a CONCHA Y TORO, considerada uma das maiores empresas de vinho no mundo e a maior das Américas. Pense, os caras patrocinam o Manchester, que foda massa né!

 

Ao chegar no Aeroporto de Santiago fomos abordados por algumas pessoas que tentavam nos vender pacotes de turismo. Como nunca tínhamos ido pra lá, resolvemos dar uma olhada porque tinha o tour pra Concha também. Concluímos que eles queriam nos meter a FACA na costela, nisso resolvemos ir na raça mesmo, não só pra Concha, mas pros outros lugares também.

 

A visita a Concha deve ser previamente agendada pelo site, nós marcamos na noite do dia anterior e só conseguimos o tour em espanhol, mas tem em inglês também. No site além de escolher o horário e o idioma, da pra escolher três tipos de Tour: O Tradicional ($ 8.600), o tour Marques de casa concha ($ 18.000) e o Experiência Don Melchor (realizado uma vez por semana e custa $ 67.000).

Nós optamos pela segundo tour, por que além dos dois vinhos servidos no tour tradicional, há mais 4 degustações. Vale muito a pena porque de acompanhamento vem vários queijos dos deuses.

Pra chegar até a Vinícola é bem simples. É só pegar a Linha AZUL do metrô de Santiago e ir até a ultima estação: Plaza de Puente Alto. A viagem dura uns 50 minutos e da pra aproveitar a vista porque parte da viagem é feita a céu aberto. Sente do lado esquerdo pra vislumbrar uma agradável visão da cordilheira e de inúmeras plantações de Uva.

Chegando nesta estação conseguir um táxi foi bem fácil. Pagamos aproximadamente 1400 pesos chilenos entre a estação e a entrada da vinícola.

Nossa visita estava marcada para as 11:00 e começou exatamente neste horário. Mas foi bem tranquilo porque a guia era brasileira e como a maioria das pessoas que estavam lá eram brasileiros ela falou em português também.

Depois de ter mostrado o lugar, algumas plantações e de termos feito a primeira degustação, a guia nos levou até o famoso Casillero del Diablo, onde reza a lenda o próprio Satanás cuida para que os melhores vinhos não sejam roubados.

Após isso é feita a segunda degustação e o tour normal acaba. É meio rápido na verdade, por isso compensa pegar o tour Marques de casa e concha. Como optamos pelo segundo tour, fomos encaminhados até uma salinha em que a Sommelier estava esperando. Chegando lá e… wow, altos vinhos loucos e altos queijos risos. Era quase meio dia e a gente tava morrendo de fome e já tinha tomado duas taças de vinho cada, estávamos começando a ficar no grau. Enquanto algumas pessoas faziam perguntas e iam anotando o que a Sommelier falava, eu e minha namorada só estávamos preocupados em apreciar o momento e encher a cara e comer aqueles queijinhos.

Depois da aula de vinhos ficamos por lá mais algum tempo, fomos até a loja que eles tem na propriedade e verificamos que era tudo caro. Inclusive os chaveirinhos risos. Há também um restaurante bem grande do lado da loja que é uma boa dica também, mas não almoçamos lá.

Pra voltar foi bem fácil, na frente da vincula tinha alguns táxis esperando. Pagamos uns 1400 pesos de Concha até a estação do metrô que tinhamos descido. Uma dica boa é não comprar os vinhos na Concha mas sim comprar nos mercados do centro. Você encontra os mesmos vinhos por um preço mais barato.

Bom para? encher a cara.
Dica: vá na hora do almoço.

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/cidadezinha-gams-suica/ https://www.viajao.com.br/bkp/cidadezinha-gams-suica/#respond Tue, 13 Nov 2012 11:41:31 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8228 Cambio deltas! Faz tempo que não aparecemos por aqui com o Colaborões não é mesmo? Mas sim, ele existe ainda,

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Cambio deltas! Faz tempo que não aparecemos por aqui com o Colaborões não é mesmo? Mas sim, ele existe ainda, você leitor que quer colaborar com nosso humilde blog por favor, mande sua história de viagem (repito, de viagem!) que nós postamos aqui sem mais delongas. Hoje o Colaborões traz mais uma garota pra entrar no time das gatas que colaboram por aqui. Geiza Miquelão clap clap. A garota que vem da Califórnia (no Paraná risos) nos traz as dicas de Gams n’ Roses, a cidadezinha na Suíça que agora pertence a ela. Valeu Geiza! E se você quer colaborar também, basta mandar sua história pro souviajao@gmail.com!! Valeuu!

Lago de Buchs
 

Quando o Coqs disse que queria um post, não pensei duas vezes. No momento vivo um amor pela Switzerland | Schweiz | Suisse | Svizzera. Minha estadia por aqui já tem um tempo considerável e tenho vivido como alguém que mora aqui, exceto pelo trabalho, já que por aqui como na maioria das cidades da Europa, só se trabalha legalmente sendo europeu. Ou seja, não trabalho.
Estou fixa em Gams, uma cidadezinha linda, charmosa e com vista para os Alpes de onde quer que se esteja. Essa cidade é no Cantão (região) de Sankt Gallen, parte alemã da Suíça. Daqui é um pulo para Konstantz (Alemanha- cidade do famoso lago), Zurich, Munich, Feldkirch (Áustria), e para o Principado de Liechtenstein, que é pequeno, um “paraíso”, e você consegue conhecer inteiro em um dia, de carro.

Aqui tudo é lindo e extremamente organizado! Os queijos, os chocolates (claro), são maravilhosos e as pessoas são muito acolhedoras. Em qualquer lugar que você esteja alguém vai dizer oi “grüezi” ou tchau: “tschau”, se pronuncia como nosso tchau mesmo. Acredito que ambas as palavras sejam do alemão suíço, que não é uma língua escrita, mas só falada. Não importa se vocês nunca se viram, todo mundo te dá oi e te recebe com um sorriso na cara, quando não puxam assunto, como hoje, que fui a uma feirinha de rua e estava tirando fotos de 2 guris que estavam comprando seus bodesinhos (esses são animais de estimação comuns por aqui) e uma moradora riu e falou algo como “tirando foto dos bodes?hahahaha” e aí eu disse que era turista e ela achou graça, assim como o vendedor de heisse maroni (parece uma castanha, assada em um latão. Heisse=quente) e é muito comum aqui. Para minha sorte o vendedor era italiano e conseguimos conversar por alguns minutos! Pois aqui a maioria dos moradores não fala inglês e nenhum dos outros idiomas oficiais da Suíça.

Buchs, cidade vizinha a Gams, é um pouco maior e tem mais opções de lojas e mercados e tem inclusive trens que partem para vários lugares da Europa, inclusive St. Gallen, uma das principais cidades Suíças, que tem até um patrimônio da humanidade, uma biblioteca linda: Collegiate Library St.Gallen. Além disso, tem o centro histórico onde carros não tem vez! A cidade ainda oferece um passeio com o Voralpen-Express, que passa por St. Gallen e faz o trecho Lago Constança-Lucerna em 2h45min, com uma vista desconcertante do Toggenburg, o Lago Zurique e a região pantanosa do monte Rothenturm.

A Basiléia ou Basel, também é encantadora e por ser uma cidade universitária é bem movimentada e tem bastante o que fazer. E para fechar, Zurich é o máximo! Tem os bondes, o lago incrível, que sob o cair da neve fica mágico. Lá também tem uma região com bares “undergrounds”, a Langstrasse. Eu conheci um, o La Catrina, que toca rock e tem uma decoração de caveiras mexicanas e cositas de Frida Callo. Esse bar é barato para Zurich, já que não cobra entrada e a erdinger custa 8 francos.

E uma dica: se vier para Suíça traga um pouco de francos, porque apesar de todo lugar aceitar euro, a conversão nunca é vantajosa =). Outra coisa: nada de comercio funciona no domingo! Ainda tenho muito da Suíça para conhecer, como a capital Berna, mas por esse pouco que vi, já estou appassionata <3.

 

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