acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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A Oktoberfest de Blumenau começa amanhã! É a maior festa das Américas, e todo esse drama. Inspirado nisso, lembrei que
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]]>A Oktoberfest de Blumenau começa amanhã! É a maior festa das Américas, e todo esse drama. Inspirado nisso, lembrei que já faz quase DEZ MESES que prometi esse post. Não lembra? Pois dá uma olhada na primeira parte, que está aqui!
Pois tive a possibilidade de acompanhar a Oktoberfest de Munique, na Alemanha, em 2010! E, olha, curti demais! Bebedeiras mil, cerveja de qualidade, dezenas de cervejarias e muita gente festando muito!
Lembro que já tínhamos bebido alguns (muitos) litros de cerveja (cada canecaço tem UM LITRO!). Aí saímos da festa no fim da tarde pra voltar pro hostel. O bom é que o local onde acontece a Oktober por lá fica ao lado de estação de metrô. Então dá pra se locomover muito fácil.
Levamos as malas pro quarto (tínhamos apenas feito check in pela manhã) já meio highs risos. E resolvemos VOLTAR pra Oktober pra ver como é durante a noite.
O movimento tinha aumentado demais! E por lá é muito fácil fazer amizade com os alemães, arranhando o alemão. E como é uma festa bem de família, diferente da de SC risos, eles convidam a galera pra dividir mesa e até fazer QUEDA DE BRAÇO!
Ficamos mais uma hora e decidimos ir até a Allianz Arena, o estádio do Bayern de Munique. Lá se foram mais alguns minutos de metrô. Só lembro que eu tava num banco daqueles grudados na parede, virados pro corredor. E ia CAINDO de sono pros lados #fiasco.
Ao chegar ao estádio, tinha uma multidão na direção contrária. Era o encerramento de um jogo há poucos minutos. Fomos caminhando contra a maré até chegarmos próximos.
Já tava escuro, batemos mil fotos. Eu só conseguia tirar a maioria deitado no chão mesmo. Depois de um dia inteiro de Oktoberfest e de quedas de braço, o corpo cansa, viu?
Não entramos no estádio. Apenas vimos a imensidão de fora e imaginamos o frenesi que tomou conta do local na Copa de 2006. Confesso que, pra mim, a Allianz Arena está diretamente ligada à Oktoberfest!
Ainda espero voltar ao estádio para poder vê-lo menos “desfocado” algum dia 
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]]>Não é diferente em Munique, na Alemanha. A cidade sediou os jogos de 1972 (e teve aquele massacre, lembra? Inclusive, virou filme – e foi o único filme que DORMI NO CINEMA risos). O Parque Olímpico (Olympia Park) ainda tá lá, bonitão e enxuto, pra você dar uma voltinha #cejura.
O local fica ao lado do museu da BMW. Fomos em pleno outono, mas parecia verão, juro. Dia de sol fenomenal, um parque muito belo e muitos gansos felizes e navegantes.
Só não entendi o porquê de ter uma CALÇADA DA FAMA (?)! Bandas deixaram suas patas marcas em blocos de cimento à beira do lago.
Aí depois de vermos isso, subimos na torre pra ver tudo lá de cima #cejura. Como bons brasileiros, fomos entrando rapidamente no elevador e LEVAMOS UM ESPORRO do guardinha pra esperar nossa vez.
– ESPEREM! NÃO TÃO VENDO A PLAQUINHA ALI EM CIMA??!?!
Molhados de xixi (com a mijada), subimos PIANINHOS na próxima turma. Lá em cima, uma vista privilegiada da cidade e do parque olímpico. Um tesão! Visita recomendada pra quem passará pouco tempo na city, tipo nós risos.
Aliás, lá em cima tem tipo um museu! E nesse museu flagrei um SMURF, tipo troféu em comemoração a um festival de Pop/Rock em 1986 que rolou por ali! Nessa VIBE do filme, deu pra matar as saudades deles também.
Pena que esse tava meio CARA DE PAU e nada tinha a ver com olimpíada risos.
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Então por que eu to aqui, escrevendo esse post? Pra fazer você babar, oras. Aquilo lá é simplesmente fenomenal! Vale cada minuto da visita e tem todos os modelos possíveis e imagináveis, junto com a história de evolução da marca.
O fato de não valer a pena é porque a gente se sente meio IMPOTENTE, se é que me entende. E tudo isso fica numa estrutura de fazer cair o queixo.
Fomos num dia pós Oktoberfest. Curar a ressaca DIRIGINDO? Não, não dirigimos. Mas entramos em alguns modelos, batemos aquelas fotos que qualquer um bate, pra jurar que o carro é seu mesmo e coisa e tal.
Aí teve até umas apresentações duns motoqueiros. Fizeram performances na ESCADA GIGANTESCA do museu. É tipo um lugar abertão, com PÉ-DIREITO alto (arquitetos, aplaudam) e o povo fica debruçado no corrimão – que se transforma em camarote. De aplaudir buzinando (tun tun tssss).
Ah, pra finalizar a visita, vale ir até a parte bem de baixo. Tem um treco com umas bolas que ficam lado a lado penduradas por fios. E elas vão se erguendo, formando o desenho de um CARRO, como se estivesse em movimento. Du carai!
P.S.: Se alguém estiver a fim de me presentear com uma BMW, não me importo, beless? Escreve pro souviajao@gmail.com que eu prometo estudar a melhor proposta 
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Antes de começar a ler, purfa, veja o video, é rapidin: P.S.: Desculpaí por não ter mais vídeos da FERVEÇÃO.
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]]>Antes de começar a ler, purfa, veja o video, é rapidin:
P.S.: Desculpaí por não ter mais vídeos da FERVEÇÃO. Mas você acha que dá pra lembrar de filmar após um trator chamado OKTOBERFEST esmagar a sua cabeça? :$
Cada caneco desses tem um litro. Você pede na mesa e as mulherzinhas, com trajes sugestivos, trazem os canecos pra você. Elas EMPILHAM vários. Tipo, OITO de uma vez. Absurdo!
Você paga na hora. A cerveja é bem salgada, custa €8,90 cada caneco de 1 litro. Mas é boa demáááás.
Cada pavilhão, uma cervejaria diferente. Tem banda em todos a partir do meio-dia. Mas o povo gosta de ficar sentado. Os pavilhões ficam insuportavelmente cheios a partir das 13h. O povo almoça e bebe. Bebe muito. (só o povo?)
Nada daquele esquema de Oktoberfest de Blumenau, sabe? Pegação e dançar na PISTA não são explícitos. Não mesmo! Ali até dançam, mas em cima dos bancos quando as bandas entoam “Ein Prooooosit”. (uma coisa mais malaca, mess)
Meus amigos e eu aproveitamos tudo como verdadeiros alemães. Bebemos das 11h às 17h (calma, cada caneco desse demora pra secar e pega que é uma beleza). Você não vê a hora passar, se integra com todo mundo e acaba sendo o melhor amigo dos alemães em dois segundos uma vêis. Deu pra arranhar bastante o pouco que sabíamos do idioma.
Ah, e a Oktober é em setembro na Alemanha! Perguntei lá pros “oktobermaníacos” o porquê. A resposta? “Em outubro começa a esfriar, e a festa tem cara de clima mais quente”. Consegui eliminar uma dúvida. E foi com a ajuda dos meus melhores amigos alemães de dois segundos. Não falei?
P.S.2: Esse post terá uma parte 2 um dia. O pós-Oktober. Bom, se eu lembrar das coisas pra relatar, néam? 
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Eu achei que fosse exagero. Sério, já tinham comentado comigo que rolava um surfe no RIO em Munique, na Alemanha.
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]]>Eu achei que fosse exagero. Sério, já tinham comentado comigo que rolava um surfe no RIO em Munique, na Alemanha. Sim, no RIO. E bem do lado do Englischer Garten (“Jardim Inglês”, em português, uma vez). Tipo, a rua está ali, movimentadíssima, a apenas alguns passos da galera surfando. São dois cenários completamente diferentes em um só! Um bônus pra nós que queremos desbravar esta bela city alemã. Veja com seus próprios olhos no vídeo aí.
Confesso que tentei entender se toda essa correnteza aí do Rio Isar era de verdade mess, ou se os caras tinham colocado TURBINAS pra impulsionar os “prancheiros” e impressionar os “bisbilhoteiros”.

O mais massa é que pros surfistas é o ambiente dos sonhos (surfistas de plantão, podem me desmentir caso não seja verdade… mas duvido que não seja the dream of all!).

É como se fosse uma onda infinita, não precisa cair e esperar minutos, nadar, cansar, quase se afogar, pra pegar outra. Basta esperar o parceiro surfar e cair. Sim, eles fazem tipo uma fila nas margens. E são a atração daquele momento pra galera que passa por ali. (dá até vontade de tentar surfar, mas imaginou o frio dentro dessa água em pleno mês de setembro, com uma leve BRISA batendo? Fora de cogitação pra um mero viajão mochileiro)
Dezenas de curiosos ficam sobre a ponte, debruçados, ou nas margens, muito de cara, só olhando. Durante vááários minutos. Foi o meu caso. Afinal, não é todo dia que a gente vê o povo surfando no rio. A não ser que esse rio seja o Rio de Janeiro, néam? (tun tun tsss)
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