acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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]]>Como bons brasileiros que somos, por mais que a pontualidade nos seja uma virtude, às vezes dá um imprevisto dos bravos quando o assunto é horário. E sabe onde? No banheiro No aeroporto!
E é aquele corre-corre absurdo pra não perder o voo e ver ir pelo ralo do tempo alguns milhares de reais investidos (no caso dos internacionais). Comigo aconteceram duas histórias de quase ter que engolir o coração novamente.
Uma vez, em Amsterdã, aguardava para pegar um voo cedão para voltar ao Brasil. Tava marcado pras 6h50min da matina. Resumo: dormimos no aeroporto, pra que eu pudesse pegar um reembolso (refund) do notebook que havia comprado por lá. A sala do reembolso abriria às 6h, por isso achei susse a MANOBRA.
Mas a mulher que abria o lugar chegou atrasada em 10 minutos. Até me atender e dizer que não era ali e, sim, após o raio-x o local que eu deveria entregar o formulário, já passava das 6h20min. O check-in já estava feito, mas o desespero começou. Eu furei a fila louca do raio-x dizendo que estava atrasado (e estava). A multidão me deixou passar, puta da face.
Eram 6h30min quando eu iria pra sala do refund e ouço minha irmã gritar: VOLTA, A PLACA AQUI DIZ QUE ATÉ O NOSSO PORTÃO SÃO 14 MINUTOS CAMINHANDO!
Calculei mentalmente e pensei: ferrou! Começamos a correr desesperadamente e o portão não chegava nunca. Corríamos naquelas esteiras, quase morrendo, ouvindo nossos nomes sendo chamados no sistema de som.
Conseguimos chegar em FRANGALHOS no portão de embarque onde duas funcionárias da companhia aérea nos esperavam com ar de reprovação. Embarcamos e atrasamos o voo de todo um avião! Mesmo assim: ufa!
A outra história foi em Munique. Da cidade alemã, iríamos de avião pra Londres. O voo seria às 18h. Resolvemos pegar um trem do centro até o aeroporto com uma hora e meia de antecedência. Pensamos que seria susse, afinal, eram apenas 13 paradas até lá.
Pelo menos a paisagem compensava risos
Meu, o trem andava mais devagar que o Barrichello! Começamos a ficar desesperados. Soprávamos o trem pra ver se ia mais rápido (pena que é mentira). Chegamos no aeroporto MEIA HORA antes da decolagem.
Até acharmos o portão de embarque, perdemos mais preciosos minutos. E quando tentamos despachar as malas… ouvimos um grito vindo das trevas: NÃO HÁ MAIS TEMPO PRA ISSOOOOO!
Rabos entre as pernas, voamos com bagagem e tudo pro raio-x, imigração e etc. Entramos no avião no momento que o avião da British Airways decolaria. Pontualidade britânica ruiu na nossa frente, por nossa causa. Malditos brasileiros. Mais uma vez, o avião saiu atrasado.
Por isso, repito aqui: quem nunca? Você já deve ter vivido algo assim, viajão! Conta pra gente nos comentários. Já perdeu o voo? Já passou um deusnozacuda?
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Se este quadro não tivesse que chamar Colaborões eu juro que colocava nele o título “Tal mãe, tal filha”. Assim como a primeira vez que eu colaborei aqui, hoje a minha mãe vem pra contar um infortúnio de viagem, regado a muita amnésia e déficit de atenção. É isso que vocês vão conferir logo mais. Mas primeiro, uma apresentação formal da mulher que mais viaja no Brasil, a agente de viagens mais experiente que você pode encontrar por aí, a responsável pelo meu espírito viajão: Dona Cinthia! Clap, clap, clap!!!
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Em abril deste ano, durante uma última viagem pra Disney, Orlando, Miami e um cruzeiro pelo Caribe no Maior Navio do Mundo (esta é uma história a parte), lá estávamos nós! Eu e meu marido fomos antes dos outros passageiros, todos felizes, enfim sós, sem filhas, sem mais ninguém, os dois pombinhos sozinhos para… aquilo que o casal mais gosta de fazer… compras!!!
Em Orlando o primeiro dia foi repleto de compras!!! Na véspera de ir para Miami pegar o navio fomos no parque da Universal Studios e no Islands of Adventure, que abriga o castelo do Harry Potter. Dois parques num dia só, muito cansativo!
Depois deste dia cheio, chegamos no hotel, tomar banho e… shopping!!! À noite fomos num restaurante que queríamos conhecer há tempos, o Olive Gardens. Na saída, perguntei pra uma atendente até que horas o Walmart mais próximo ficava aberto e ela me disse que O WALMART NÃO FECHAVA!
Não restou dúvidas, foi das 11 e meia da noite as 3 da manhã… comprando! Chegamos no hotel e, depois deste dia exaustivo, fomos até as 5 da manhã arrumando as malas!
Mesmo sem dormir direito, no dia seguinte partimos pra Miami com o carro alugado para receber o resto do pessoal. O César, testanto o piloto automático, levou uma multa no caminho, US$ 256 pela velocidade de 88 milhas quando o máximo permitido era 70.
Absorvemos o prejuízo, melhor esquecer. Chegamos no Hotel Hilton, fomos para o aeroporto pra receber o resto do grupo e depois jantamos no Bayside – tudo isso com o sono acumulado e canseira triplicada.
Quando finalmente chegamos no hotel, tirei o dinheiro e coloquei numa gaveta, junto com outros guias dos parques, sem nem dar muita importância ao fato do hotel não ter um cofre. Eu só queria era dormir! O dia seguinte embarcaríamos para o Caribe!!!

Deixei apenas uma muda de roupa de fora. Dormi exausta. No dia seguinte acordamos e fomos direto para o porto.
Na hora de pegar o dinheiro para dar gorjeta ao carregador de malas… gelei, congelei, tremi, fiquei sem ação, não lembrava nem o número de telefone do motorista. E a cena se reproduziu na minha mente colocando cerca de mil dólares na gaveta!
Pagamos mais US$150 paro o transporte nos buscar e voltar até o hotel. Chegando lá as camareiras tinham acabado de passar por nosso quarto. Obviamente elas disseram que não tinham visto nada. O gerente não estava e íamos perder nosso navio.
Tivemos que ir, jurando que na volta faríamos justiça, ou pelo menos prestaríamos queixa.
Graças a Deus a viagem do navio foi toda excelente! Mais uma vez não tinha outra opção se não esquecer o prejuízo e aproveitar! Em outra ocasião vou escrever exclusivamente para apresentar o Allure of the Seas, no momento considerado o Maior Navio do Mundo.
Mas voltando para a cilada, ou para o hotel, chamamos o gerente, a polícia. E a única coisa que o policial disse foi “Se este hotel fez isso com vocês, porque voltaram pra ele??”. Só voltamos para denunciar e porque já estava pago.
Espero que a minha história seja útil pra mostrar o que acontece quando uma pessoa, já distraída, fica quando está muito cansada e faz as coisas sem prestar atenção. Com certeza foi um deslize grande. Mas também para chamar atenção para este famoso Hotel Hilton, 4 estrelas, e sem cofre!!!! Além de tudo não deram a menor importância para nossa denúncia!
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Valeu mãe! Te amo! E mais uma vez obrigada por essa herança ma-ra-vi-lho-sa de esquecer tudo menos o que está grudado no pescoço!
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Pra começar, acompanhe o micão que a viajona Dayse Freitas (paraense e que hoje faz mestrado na Alemanha) pagou em São Paulo. 
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