acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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O Amor é colorido, s ou n? As flores são românticas, s ou n? E as cores, são alegres? Então
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]]>O Amor é colorido, s ou n? As flores são românticas, s ou n? E as cores, são alegres? Então imagine um parque chamado Del Amor no bairro chamado Miraflores. Impossível começar o ano melhor!
Jardins bem decorados e meu pai não parava de treinar seu espanhol “Mira —> Flores!! Mira —> Flores” (tum-dum-tss!)
Um casal com formas bem peruanas coroa o centro do parque e um banco circunda com referência óbvia aos bancos de Gaudí no Parc Güell – Barcelona. A diferença é que este peruano, que devia ser meio fã do Gaudí, era também muito fã de poesias, autores e poetas que deixou como citação nos mosaicos. a maioria, até onde eu vi, de língua espanhola. Todas falando sobre amor, obviamente. Pra ficar perfeito tem ainda a vista pro Pacífico verdinho lááá embaixo, já que o parque fica em cima das falésias!
É o que eu sempre digo (ou direi), se não puder ir pra Barcelona, vá pro Peru! Ares de Espanha com colores bem latinas (e un poquito catalanas)!
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]]>Então, pais e filhos (meio Legião Urbana) juntem-se pra reler um post sobre o mais forte amor! A tradição dos cadeados presos nas cercas na Alemanha! Se liga, eu não falei PULAR A CERCA!
Tenha um ótimo domingo (vendo Faustão) em família, ao lado do seu pai. Um feliz dia dos pais pro meu e pro seu pai! E siga conosco, seu viajão, porque a semana tá só começando.
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Domingo, dia dos namorados, alegria pra uns, tristezas pra outros, é a vida. Creio que aqui não tenha nenhum viajão
]]>Domingo, dia dos namorados, alegria pra uns, tristezas pra outros, é a vida. Creio que aqui não tenha nenhum viajão que namora, (eu acho), mas ok, somos difíceis mess.
Vou aproveitar então o dia de hoje pra falar um pouco de amor, afinal viajões também amam. Mas falarei de um amor diferente.
Seria muito clichê eu falar sobre “amo viajar”, isso quase todos amam, e não teria muitos argumentos para isso.
Vou mudar um pouco o foco. Vamos falar das pessoas que te amam.
Esses dias vi um post muito legal no blog Finestrino que era sobre voltar pra casa. Sentir saudades da sua cama, da sua privada, do seu cachorro (que estava dormindo na sua cama).
Quando viajamos, abrimos mão basicamente das coisas que amamos.
Acho que família é a maior prova de amor que temos. Saber que sua mãe não está dormindo porque você está num país no qual está prestes a entrar numa rebelião nacional, ou seu pai preocupado se tem dinheiro para comprar lembrancinhas para as irmãs e as irmãs querendo que você volte logo. Sem contar as tias, tios e primos, que em algum momento pensaram aonde você estava e o que estava fazendo.
Cada um tem sua história, e cada um sabe das pessoas que te amam.
Mas não quero ser dramático também. Viajar faz bem. Até o Mauricio de Sousa já disse por aqui que viajar é entender que a vida está em conhecer as coisas. Mudar a mente, mudar conceitos, e por que não mudar amores?
Abrir mão das coisas, não quer dizer deixar de amar, ao menos que você abra mão de amar alguém, mas não entendo muito disso.
Hoje, dia dos namorados, dia do amor, fico feliz em dizer que eu tenho pessoas que me amam, e que a cada viagem que eu faço, essas pessoas estarão me esperando na volta, estarão pensando em mim, assim como eu penso nelas da mesma forma, a cada lugar que eu conheço, ou a cada noite que eu não saberei aonde vou estar. Você pode viajar sozinho, mas com certeza nunca estará sozinho, e é isso que pelo menos a mim me faz crer no amor.
Então caros viajões, que namoram ou não. Viajem! Conte que amores conheceu, viva agora e não o que você já viveu. Ame coisas novas, mas não esqueça nunca dos amores que sempre estão com você. E feliz dia dos namorados, clap clap. (Post patrocinado pelo O Boticario).
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]]>Em várias cidades é possível ver uma situação como esta: uma “multidão” de cadeados dos mais variados tipos praticamente tomando conta de cercas. Cada um representa um casal (alguns carregam até o nome de mais alguém, o que me faz crer que seja filho ou filha, néam?). Dá pra descobrir até que a filha da Xuxa casou e não avisou ninguém. (tun tun tssss)
Na cidade alemã de Colônia, na ponte Hohenzollern, bem perto da gigantesca catedral, é possível passar por eles e apreciar vários cadeados. Praticamente todos carregam o nome do casal. E tem até lugar já especializado em vender e gravar os nomes nos cadeados. Povo sabe como ganhar dinheiro, hein?
Existem de vários tipos. Tem até cadeados de BICICLETA colocados ali. E sabe o que é o mais legal nessa brincadeira de “amor eterno”? Ao cadear e prender seu amor na cerca (meio contraditório porque lembra “pular a cerca”, mas belê) você deve jogar a chave no rio! Sim, só consigo imaginar a quantidade de chaves que estão no fundo do Reno.
Inclusive a Deutsche Welle (a “voz” da Alemanha para o exterior) fez esta reportagem completa em português sobre o assunto. É possível descobrir que tudo começou na Itália. Ixi, então será que Romeu e Julieta também selaram o amor dessa forma? Se sim, melhor sair correndo pra procurar a chave no rio e abrir o cadeado. Ah, não me venha dizer que aquele final é o que você quer pra você e seu parceiro(a)…
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