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Entre os muitos privilégios que tenho em relação a viagens, um deles volta à tona todo dezembro: já ter celebrado viradas de ano em diferentes destinos.
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]]>Dia desses, recebemos um material bem legal da Organização Nacional do Turismo Japonês sobre como se comemora o feriado de Ano Novo no Japão. Essas celebrações duram quatro dias e são chamadas de oshougatsu. Vou compartilhar um pouco dessas tradições japonesas no texto, mas esse conteúdo me fez pensar em todas as festas de Ano Novo que já tivemos a chance de celebrar pelo mundo.
Entre os muitos privilégios que tenho em relação a viagens, um deles volta à tona todo dezembro: já ter celebrado viradas de ano em diferentes destinos. Aqui no Viajão, já passamos o réveillon no litoral paulista, em Buenos Aires, em Viña del Mar, na Disney, no trabalho na Capital Paulista, em Curitiba…
Cada lugar tem sua tradição. Então vou contar de duas viradas do ano que me chamaram a atenção: Buenos Aires e Disney.

A Disney não tem tradições. Ela tem o Traditions, que é o treinamento básico da cultura da companhia. E eu sou uma admiradora dele desde que fiz intercâmbio no Walt Disney World, na Flórida. Por isso, é um dos meus lugares queridos no mundo e onde passei um ano novo. E preciso dizer que, se a Disney é um lugar de sonhos, expectativa e realidade nem sempre se alinham.
Antes de mais nada, preciso dizer que foi uma virada do ano festiva! Só não foi como eu esperava. Minha expectativa era: passar o ano novo no Magic Kingdom, vendo fogos de artifício maravilhosos e festejando. Aí, ao começar meu intercâmbio nos parques, descobri que o MK não é o melhor lugar para adultos sem crianças (pelo menos, é o que me disseram meus colegas cast members). É um parque muito família, onde a festa termina pouco depois da meia noite. “Vá para o EPCOT, se puder”, foi o conselho que me deram.
Isso porque ele têm os pavilhões dos países e cada um celebra a chegada do novo ano com mini-celebrações que remetem à cultura que inspira aquele espaço. Parece legal, não? Acontece que os parques lotam muito nessa época do ano. Então mesmo funcionário não pode necessariamente entrar onde quiser. E como eu trabalhava no Animal Kingdom, onde não haveria festa da virada, eu voltei pra casa e celebrei jantando com meus vizinhos mesmo. Mas o EPCOT continua na minha lista de lugares onde quero celebrar um réveillon. E desde 2006, passo o dia 31 de dezembro acompanhando a linha internacional da data caminhando pelos fusos e imaginando viradas do ano pelo mundo.
Mais um ano novo em viagem no qual expectativa e realidade não se alinharam – mas foi tudo ótimo também! Estávamos viajando em seis pessoas, conhecemos mais uns quatro brasileiros no hostel. Em grupo grande, óbeio que enrolamos demais para decidir onde passar a virada. Já quase sem opção, um dos meus amigos descobriu um pub com uma festa e reservamos nossos lugares por cem dólares por pessoa (vale destacar que, em 2011, isso dava em torno de 200 reais).
Expectativa: um bar agitado. Realidade: uma mesa central para 20 pessoas e um menu completo de entrada, jantar, sobremesa, vinho e música ambiente.
Estávamos bem acompanhados: além de nós dez, tinha um sulafricano, três amigos *acho* que colombianos e um casal europeu (não faço ideia de onde). E assim, descobrimos que o costume argentino era de passar meia-noite em casa, com a família, e sair pra balada depois da uma da manhã. Então, aceitamos nosso pub privativo. À meia noite, todos os restaurantes da rua abriram as portas e as pessoas passaram a celebrar junto, na rua mesmo, com direito a banda e tudo mais. Foi bem divertido! O resultado dessa experiência é que, hoje em dia, cogito sempre passar o ano novo em um lugar e festejar em outro depois.

Como falamos acima, o oshougatsu dura quatro dias: de 31 de dezembro a 3 de janeiro. E é uma festa focada em renovação e prosperidade para o ano seguinte. Ainda não passamos nenhuma virada de ano por lá, mas Traditions tradições são algo que me atrai muito! Quem sabe, não vivo algumas dessas experiências pessoalmente algum dia?
Segundo a Organização Nacional do Turismo Japonês, o oshougatsu é mais tranquilo. Ao invés de fogos de artifícios, a virada de ano é marcada pelas 108 badaladas do ritual budista Joya no Kane. A última badalada acontece à meia noite. Já nos templos xintoístas, o ritual de Saitan-sai é realizado durante a madrugada, com orações.
No Japão, também é tradição assistir ao primeiro nascer do sol, chamado de hatsuhinode. A crença é que, durante o primeiro nascer do sol, as divindades do ano novo vem semear boas energias, sorte e felicidade.
E você, que costumes de Ano Novo mantém por aí?
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Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364
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]]>Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364 dias. To make romântico reflexivo hoje, néam? Mas vale, afinal 2014 vem batendo na porta, a corrida de São Silvestre vai agitar a galera e resolvi relembrar os ânus anos novos que já passei por esse mundão de meu Deus.
Desde 2007, pude curtir o réveillon em alguns lugares do mundo. Eu sempre tentava imaginar se seriam tão bons e animados quanto a festa brasileira. Resolvi fazer esse teste começando por Paris, há seis anos.
31/12/2007 – Paris, França
Nada de mais! Confesso que foi frustrante. Perto de 21h, saímos do hotel em direção à Torre Eiffel (tinha como “sonho” passar uma virada ali embaixo, esticadão no gramadão, olhando a torre e admirando os milhares de fogos que coloririam ela). Bom, era só no sonho mess risos.
Povo começou a se reunir e sentar no gramado. A cada hora cheia, aquelas luzes brancas que marcam o novo horário piscavam loucamente. Eu imaginava que tudo isso seria o prenúncio de uma féishta colorida e animada. Puro engano.
Se eu não tivesse ligado no relógio, nem teria percebido que deu meia-noite! O povo se abraçou, estourou champanhe e FOI EMBORA DALI! Escutei dois TRAQUES (bombinhas minúsculas) e não vi fogos de artifício!
Só não nos escondemos num canto, nos encolhemos em posição fetal e choramos deliberadamente porque não encontramos um canto, não lembrávamos como é uma posição fetal e não sabemos o que significa deliberadamente risos. Passar o réveillon em Paris foi sem graça. Valeu apenas pelo visu e por ser onde foi!
31/12/2008 – Christchurch, Nova Zelândia
Esse foi legal demais! Não pelo colorido dos fogos, até porque escutei pouquíssimos e mal vi. Mas foi bom porque passamos com um casal de amigos que estava morando na Nova Zelândia. Ficamos na casa deles mess, no Mt. Pleasant, um lugar paradisíaco, com vista pro oceano, no alto de um morro de Christchurch.
A Nova Zelândia é o país mais absurdamente belo que já visitei. Todas as paisagens são um abuso. Por isso, o réveillon foi em grande estilo.
Bebemos e comemos em casa, brindamos na sala e não fomos à praia na hora da virada. Mesmo assim, foi animado. Acho que aquele clichê de que “a festa somos nós quem fazemos” passou a ter bastante sentido pra mim nessa virada de ano do outro lado do mundo.
Sem contar que viramos o ano na Nova Zelândia 15h antes da galera no Brasil. Aqui ainda era 9h da manhã! Impressionante!
P.S.: em 2011, Christchurch foi praticamente destruída por um terremoto. Nossos amigos estavam lá na época, se salvaram sem um arranhão, estão bem, de volta ao Brasil, mas ficou a dor de saber que um lugar tão belo e de um povo tão gentil, virou ruína. Parece que a cidade já conseguiu se reerguer, ainda bem!
31/12/2009 – Cidade do Cabo, África do Sul
íamos passar a virada no Waterfront, famoso deck e local de bares e lojas de Cape Town. Mas pela muvuca prevista, inclusive pra voltar ao nosso hotel, que ficava na região da rota de vinhos (já falei dela aqui), resolvemos passar no hotel mesmo, que estava com uma programação especial.
Foi uma virada mais “intimista”. Jantamos no hotel, passamos a virada brindando na varanda do quarto, com vista pra uma paisagem linda, demos uma passada numa festa (de velhos) que tava rolando dentro do salão de festas e depois admiramos a lua mais cheiaça que já vimos na vida.
Fogos na Cidade do Cabo? Alguns poucos, que o próprio hotel soltou. No Waterfront deveria estar fervendo. Quem foi, me conta.
31/12/2010 – Atenas, Grécia
Fomos pra Praça Sintagma perto da meia-noite. É ali que o fervo acontece. É pra lá que vão todas as pessoas de Atenas na hora da virada. E foi sensacional!
Uma queima de fogos que durou uns dez minutos. A multidão brindando loucamente. Foi o mais parecido com o réveillon brasileiro que já passei fora. Bem animado.
A diferença? Quando deu 00h10min, praticamente todo mundo já deixava a praça e voltava pra casa/hotel. Conseguir um táxi foi um desafio e tanto pra começar o ano.
Um segredo: lá, durante a virada, fiz um pedido e ele se realizou em 2011 mess. Fica a dica: O réveillon de Atenas realiza pedidos, viu?
As viradas de 2011 e 2012 passei em São Paulo e em Balneário Camboriú (SC), respectivamente. Na primeira, choveu pra cacete e não vi fogos. Na segunda, aquele espetáculo digno de Copacabana.
Depois de tanto ver os novos anos chegando em outras terras, posso dizer que se você quiser ver fogos, muitos fogos, fique no Brasil. Mas, se for pra viver experiências bem diferentes, viaje sempre! Pode apostar que os anos novos chegarão com muitas histórias novas também.
Que venha 2014. Muitas viagens pra nós, viajões! E saúde, sucesso, dinheiro, amor e paz! Aproveite a virada, onde quer que seja. E feliz ano novo! 
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Conhece a Danza de las Tijeras, considerada Patrimônio Imaterial da Humanidade do Peru? Foi a dança que embalou o ano novo em Lima.
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“Não vai correr com a tesoura na mão!” – “Imagina se pega no olho?” – dizia minha vó, e foi a primeira coisa que pensei ao ver a Danza de las Tijeras num ano novo mais fora do padrão que passei, em Lima – Peru.
Se correr com tesoura na mão era proibido, imagina então dançar com ela!!! Acho que esses garotos não tinham vó pra avisar! Ainda bem, caso contrário não teriam inventado essa dança, hoje patrimônio cultural reconhecido pela Unesco. Na verdade, a dança típica de origem indígena, as roupas e a música são tão originais que você mal lembra que além de todas as manobras eles ainda seguravam a bendita tesoura, não fosse pelo barulho de sinos que elas fazem.
Antes de ser Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, boatos que a dança era usada por curandeiros e sacerdotes das civilizações pré-espânicas, chamados “hijos del diablo”. Mais tarde, os dançarinos tiveram que adotar uma postura mais “católica” para continuar com dança e costumes coloniais foram agregados.
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Além da dança das tesouras, que também poderia se chamar de cuduro em algumas partes e uma mistura de música celta com CTG em outras, muitas outras danças tipo peruana-gauchescas embalaram o jantar… Mas não se preocupem, teve música de ano novo século XXI também no final!
Era Ano Novo 2011-2012 e ao contrário dos costumes brasileiros, nada de praia, roupas brancas, oferendas e Ivete Sangalo. Pra quem não sabia o que esperar, passar a virada em Beira-Mar Larcomar, um belíssimo centro comercial, com vista aberta para os fogos de artifício e festas vizinhas, um jantar excelente e um show de danças típicas de camarote foi prá lá de surpreendente! Muy guay!!!
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Talvez esse seja um dos momentos mais tensos que passei numa viagem. E demorei anos pra contar aqui no Viajão
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]]>Talvez esse seja um dos momentos mais tensos que passei numa viagem. E demorei anos pra contar aqui no Viajão porque ainda estava me recuperando do susto (pena que é mentira).
Era dia primeiro de janeiro de 2008 (feliz ano novo velho mess). Eu estava no meio de um mochilão pela Europa. Tínhamos chegado em Bruxelas, na Bélgica. Passaríamos só o dia por lá mess e depois íamos pra Bruges (sensacional, por sinal, nada mal, cara de pau).
Pegamos um metrô em Bruxelas pra podermos chegar mais rápido aos pontos principais da cidade (quais mess? risos) na visita de médico. Eis que estávamos no vagão, embaixo da terra (ah, vá!), quando o metrô parou de repente.
Lembro que o nosso vagão estava bem cheio e estávamos em pé, segurando nas barras, e quase voamos pela janela com a parada brusca risos.
Antes tivéssemos voado. É que os próximos momentos foram de tensão pura. Muita tensão. Mas muita mess. cheguei a chorar sentado no chão, num cantinho Ficamos parados uns dez minutos, sem qualquer pessoa do metrô dar informações pelas caixas de som.
E nem adiantaria, sabe por quê? Porque eu não sei nada de matemática, sou um estúpido em francês, eu não sei nada de geografia, eu sou perito em anatomia e manjo um pouco de inglês (uma homenagem a Chorão, do Charlie Brown Jr. mess, que embalou nossa adolescência).
Voltando: um passageiro olhava pro outro com cara de medo. Eis que de repente começa a vir uma FUMAÇA do vagão de trás, invadindo o nosso. Ouvi algumas pessoas falarem francês um pouco mais alto. Não queria imaginar que elas poderiam estar gritando “FOGOOOOO!!!! VAMOS MORRERRRRR!!! CORRAM!!!”.
Fui até a cabine do maquinista (estávamos no primeiro vagão) e questionei em inglês o que acontecia. Ele não me respondeu nada mess. Me senti um espírito vagando a terra :'(
Aí os passageiros começaram a empurrar as portas, tentavam puxar as alavancas de emergência. Até fui ajudar, mesmo sem saber o porquê de tanto estresse. Enfim, conseguimos abrir duas portas do nosso vagão. Quando percebemos, vimos que já tinha muita gente caminhando pelos trilhos, passando pelo nosso vagão.
Nos juntamos a essas pessoas e fomos peregrinando, no escuro, com a luz dos Edsons celulares nos guiando. Até que vimos a luz. Ó luz! Era a morte? Era o túnel de luz que as pessoas que sofreram uma Experiência de Quase Morte observam? Não. Era apenas a próxima estação. Estávamos salvos, afinal.
P.S.: Passamos o restante da viagem sem saber o que tinha acontecido realmente. Ninguém nos explicava ali. Quando chegamos ao Brasil, no aeroporto, flagramos uma menina que tinha acabado de chegar de um intercâmbio na Bélgica, conversando com a mãe. E ela dizia: pois é, a tentativa de atentado em Bruxelas no dia primeiro foi horrível. Você viu na TV aqui, né mãe?
Aí perguntamos pra ela, ela confirmou. Pra comprovar, achei essa notícia de 31/12/07.
Acho que já justifica o pânico que o povo estava assim que o metrô parou e a fumaça saiu. E, realmente, fizemos parte desse povo como nunca antes na vida.
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Meu primeiro post de 2012 não poderia ser outro assunto que não fosse o Ano Novo! Então primeiramente Feliz Ano
O post Essa é a barca pra 2012. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Meu primeiro post de 2012 não poderia ser outro assunto que não fosse o Ano Novo! Então primeiramente Feliz Ano Novo pra você que nos acompanha aqui, sempre viajando com a gente e curtindo nossas dicas. Já falei mas vou repetir, em 2012 o Viajão vai ter muitas surpresas pra você, e como somos um blog de viagens, por que não uma surpresa viajônica, sim ou não?
Mas voltando ao assunto, meu ano novo foi sensacional. Confesso que nunca tinha ido pra Ilha do Mel, e com certeza é a melhor praia do Paraná, mas ano novo sempre é ano novo. Calor, praia e sol. Pena que esse ano o sol não apareceu muito por essas bandas.
Enfim, a Ilha do Mel é uma ilha no litoral norte do Paraná e boatos que tem até uma parte da ilha que pertence a São Paulo. Existe o limite de 5 mil pessoas na ilha ou então ela afunda risos. Não existe nada motorizado por lá, apenas as barcas que te levam. Resumindo, deve ser uma calmaria fora de época, porque final de ano aquele lugar ferve.
Vale muito a visita, conhecer o farol (que postarei em breve por aqui), o forte, a parte encantada da ilha, brasília onde tem os barzinhos, enfim, é tudo uma doidera.
Ah, também é uma opção pra você que não quer gastar muito, alguns preços: 25 reais a barca (ida e volta), 20 reais a diária do camping, 10 reais a garrafa de cerveja, então você já entendeu o que você tem que levar! Uma dica importante é levar aqueles carrinhos de feira, com rodinhas, isso é uma mão na roda (tudumts) pra carregar as malas, nada é muito perto por lá, mas também não é muito longe, e repelente também é um bom material pra se trabalhar na Ilha.
Só pra dar aquela aderência, um videozinho aí do meu ano novo, pra você que não curte ler textos. Aquele abraço galera, um bom ano pra todos nós e várias viagens!
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Olha! É o último #pulaSandy do ano!!! Penúltimo dia do ano!!! Hoje você pode virar pra Sandy pra 2011 e falar
O post Vamos Pular? apareceu primeiro em Viajão.
]]>Olha! É o último #pulaSandy do ano!!! Penúltimo dia do ano!!! Hoje você pode virar pra Sandy pra 2011 e falar bem alto: “perdeu, preibói”!
O ano acabou e, com ele, foi nosso amor pela musa dos pulos! Sandy, não te queremos mais por aqui, ok? Pode mandar foto saltando PELADA de bungee jump que não postaremos (sorte que é mentira risos).
Pra comemorar o sucesso dessa seção do Viajão, vamos mostrar hoje, também, alguns pulos memoráveis que passaram por aqui! Não é só a Globo que tem retrospectiva, viu?
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Mas vamos começar por aquela cena clássica de reveillon! Galera fazendo aquele fiasco, bêbada, na praia e PULANDO SETE ONDINHAS! Uhull, você verá várias dessas amanhã! Torcemos pra que sejam cenas belas como essa aí de cima risos.
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E vai que alguém casa bem no reveillon? Será? Só cuide pra não fazer um fiasco como o da foto na hora do pulo pro Viajão! risos
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Agora tem um pulo inédito, batido na casa da minha vó, em SC, na véspera de Natal! Eu e apenas uma pequena parte dos primos resolvemos homenagear o Vamos Pular?! Pena que nem todos acertaram o passo risos. Detalhe para o João, à direita, que estava sentado em sua cadeira invisível voadora!
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Chegou a retrospectiva! Elas foram escolhidas com base em… com base em nada! Foram algumas que eu lembrei que nos tiraram o fôlego quando recebemos por e-mail! Reveja os pulos e vê se serve como inspiração! Enjoy!
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E pra finalizar, toda a paz e a PROSPERIDADE que vivemos em 2011 no Viajão. Coqs e eu em uma REUNIÃO DE PAUTA, especial pro #pulaSandy risos.
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O ano acabou, mas o Vamos Pular não! Mande sua foto nas alturas pra souviajao@gmail.com e brilhe por aqui em 2012!
Aliás, FELIZ ANO NOVO, caro Viajão! Muitas viagens, saúde e continue com muito bom gosto na hora de escolher seu blog! Boa festa e cuide-se! 
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Quem é curitibano sabe que eventos socias não são muito fortes na capital paranaense. Curitiba está longe, muito longe em
O post Março is the new Janeiro. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Quem é curitibano sabe que eventos socias não são muito fortes na capital paranaense. Curitiba está longe, muito longe em ser referência de carnaval, ano novo e outras festas que não sei quais sejam.
Na última semana Curitiba presenciou um evento totalmente comandada por nossa grande amiga nos últimos anos, a internet. Mais de 5 mil pessoas confirmadas através do Facebook para o evento que seria o primeiro Ano Novo fora de época do Brasil.
Quando eu vi o convite criado por 3 jovens no Facebook (veja aqui), já me surpreendi pelo fato de 300 pessoas terem confirmado presença, aí então em 3 dias, haviam 5 mil pessoas confirmadas, foi tipo meu aniversário ano passado.
Não achei em nenhum lugar números exatos da quantidade de pessoas que realmente acharam que era dia 1 de janeiro, mas a parada bombou! Eu na minha humilde visão e algumas contas, creio que tinha bem mais de 5 mil pessoas para tal festa, e acredite, para os padrões curitibanos, isso é muita gente envolvida por algo novo, porém bem bolado.
Foi um belo evento, acredito que ninguém esperava tanta gente, mas foi pura diversão. A justificativa do ano novo era que o ano no Brasil começa depois do carnaval, e espero que continue nos próximos anos, talvez com uma ajuda da prefeitura pra rolar um controle maior de lixo e tal, mas não vou entrar nesse mérito.
Eu, como curto ideias viajadas, marquei presença no evento. Cada um levou seu espumante, suas uvas e o que dizer dos fogos? Diria que é uma nova Copacabana. A mensagem que fica é: Feliz ano novo denovo! Como diria o video do meu amigo Bruno Barros aqui, e outro video aqui. Aquele abraço, e agora comece a trabalhar, porque o ano já começou!
O post Março is the new Janeiro. apareceu primeiro em Viajão.
]]>O post Feliz ano velho, feliz ano novo! apareceu primeiro em Viajão.
]]>Feliz ano novo pra você que fala português!
Happy new year pra você que fala inglês!
Feliz año nuevo pra você que fala espanhol!
Glückliches neues jahr pra você que fala alemão!
Joyeux nouvel an pra você que fala francês!
Buon anno pra você que fala italiano!
Feliz ano novo, tudo de bom, muito axé em 2011, saúde, dinheiro, felicidades e coisas maneiras pra sua vida! pra você que fala demais!
(sou muito poliglota, mas o google tradutor me ajudou nessa.)
Nos vemos em 2011! Câmbio desligo.
O post Feliz ano velho, feliz ano novo! apareceu primeiro em Viajão.
]]>O post Colaborões apareceu primeiro em Viajão.
]]>A colaborona da vez é a Renate Krieger, jornalista e que mora na Europa há um bom tempo. Ela nos conta como é o “reveillon” na Turquia! Mega interessante, se liga e boa viagemmmm! 
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Que eu me lembre, nunca passei o Ano-Novo dormindo (Réveillon esquecido da infância não conta, né?), mas até poucos anos atrás as minhas passagens de ano nunca tinham sido lá muito inusitadas ou exóticas.
(Se bem que esse tipo de adjetivação também depende do lugar onde se está – para um europeu, pelo que sei, é o máximo imaginar passar o Ano-Novo na praia, por exemplo, e esse negócio de vestir branco o pessoal também não conhece muito lá no hemisfério Norte).
Bom, o Ano-Novo mais diferente que eu já passei foi o de 2006 para 2007, em Istambul, na Turquia, e a viagem que fiz pra lá já estava com gostinho amargo de despedida – fui com três dos meus melhores amigos. Na altura, morávamos em Paris, e em 2007 a vida já ia se encarregar de nos espalhar pelo mundo.
Ou seja: Pablo e Ana, um casal de argentinos, voltaria a Bariloche; Céline estava de malas prontas para morar no Marrocos durante um ano; e eu deixaria a minha amada Torre Eiffel para trás – e tudo o mais (baguettes, queijos, vinhos, doces e o meu lado “bon vivant” – para viver em Bonn, na Alemanha, e trabalhar na Deutsche Welle (onde, este ano, conheci o Xóia, tchanan!).
O plano era então passarmos, mesmo, o nosso último Réveillon num lugar inusitado. Foram só cinco dias, mas foi pra lá de bão.
Acho que o episódio mais diferente que vivemos foi na noite de Ano-Novo, mesmo. Primeiro, reservamos uma ceia de Réveillon no Metropolis Hostel, no qual ficamos hospedados, no bairro Sultanahmet, que é mais novinho e fica perto do centro histórico.
Só um adendo: o quarto era de 4 pessoas, banheiro compartilhado com o resto do hotel e nem sempre era uma alegria ir tomar banho no FRIO, mas aquele beliche tinha o MELHOR TRAVESSEIRO no qual já dormi, mesmo com os chamados para as preces às seis horas da manhã. Fiquei com vontade de roubar.
Enfim, a ceia consistia de dois pratos, um deles um guisado de carneiro servido numa jarra de barro, e o garçom vem na sua mesa com um facão estilo espada para cortar o gargalo da garrafa. Fantasticamente delicioso, com arroz. O outro era um guisado de frango com legumes, muito bom também, mas não teve a aparição estelar do carneiro.
Saímos rolando do hostel depois de perguntarmos ao garçom qual era a boa da noite. Dispensamos a sugestão dele, de ver odaliscas no restaurante. Não deixei de reparar na cara meio desconfiada do garçom quando dissemos que íamos à Praça Taksim, no centro da cidade. Ele falou para tomarmos cuidado, mas só depois entendi exatamente.
A festa na Praça Taksim é super animada, a cidade inteira vai pra lá, e é bonito ver famílias inteiras, mulheres com carrinhos de bebê. O momento do Ano-Novo foi lindo também, muitos fogos de artifício, gritaria e comemoração – por outro lado não rolou muita interação, a festa é meio cada um por si, mesmo.
A uma certa altura, porém, o pessoal começa a despirocar um pouco mais. Não esqueço de um moço completamente empolgado dançando no telhadinho de um ponto de ônibus, balançando ao ritmo frenético de uma música tecno (batida que tocou durante a noite inteira por lá, aliás).
O problema para as mulheres descobertas é que a galera vai passando a mão na retaguarda das
ocidentais. Aconteceu comigo, com Céline e com Ana. Ficamos meio revoltadas porque não era uma passada de mão qualquer, foi coisa de você dar pulos pra frente de susto. E depois perguntaram pro Pablo por quem ele estava acompanhado, querendo tirar um sarro. Ele, na maior tranquilidade: “das três, oras. É o meu harém”.
No final, resolvemos voltar ao hostel, que tem um barzinho no porão, e fumamos Narguilé. Devo ter escrito alguma coisa nas paredes já cheias do local, para que Istambul não nos esquecesse – assim como não esquecemos Istambul.
E, para quem quiser dicas para visitar a cidade, a primeira é negociar, negociar, negociar – nos mercados como o Grande Bazar ou o mercado egípcio, de temperos, ou até para arranjar um guia no palácio Topkapi (vale a pena visitar com guia porque é muito grande).
Se for comprar lembranças para o pessoal de casa, uma dica boa são as lâmpadas de vidro, muito lindas (negocie o preço porque o pessoal lá chuta alto para conseguir um preço justo). E não entre numa negociação se não tiver lá muita certeza, você pode perder uns 15 minutos do seu dia dizendo que não quer o produto – apesar de, em Istambul, pelo que me falaram, os vendedores serem menos agressivos que no Marrocos, por exemplo.
Para além do circuito turístico (Hagia Sofia, Mesquita Azul, Palácio Topkapi, Palácio Dolmabahce, mercado egípcio, Grande Bazar, cisterna na parte central da cidade), eu recomendo um passeio pelo Bósforo – de BALSA, não de barquinho turístico, sai MUITO mais barato. Além disso, basta olhar os horários, a balsa te leva também para o lado asiático de Istambul, a cidade em dois continentes. Olha lá o Mar Negro:
Nos dias que passei em Istambul, chorei por não ter podido visitar a parte europeia da cidade. Eu tive que voltar pra trabalhar em Paris, mas meus amigos ficaram, e disseram que rola um contraste bastante grande com a parte mais “oriental” de Istambul. Mas foram dias de muita comilança, falação de besteiras, chás de menta e deliciosos cafés turcos. Foi uma despedida digna que me deu vontade de voltar logo. De preferência, com os amigos de Paris, para um também digno “revival”.
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Valeu Frau Kriegerrrr! Altas experiências em Istambul, com direito a ASSÉDIO e travesseiros quase roubados! aHUahuAHUahuAHU Brigado por tirar um tempo das suas férias no Brasil pra ser uma colaborona por aqui.
E você, caro viajão, também pode contar uma experiência maluca em qualquer lugar deste mandão. Manda sua história pra souviajao@gmail.com e também seja um Colaborão! 
O post Colaborões apareceu primeiro em Viajão.
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