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Entre os muitos privilégios que tenho em relação a viagens, um deles volta à tona todo dezembro: já ter celebrado viradas de ano em diferentes destinos.
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]]>Dia desses, recebemos um material bem legal da Organização Nacional do Turismo Japonês sobre como se comemora o feriado de Ano Novo no Japão. Essas celebrações duram quatro dias e são chamadas de oshougatsu. Vou compartilhar um pouco dessas tradições japonesas no texto, mas esse conteúdo me fez pensar em todas as festas de Ano Novo que já tivemos a chance de celebrar pelo mundo.
Entre os muitos privilégios que tenho em relação a viagens, um deles volta à tona todo dezembro: já ter celebrado viradas de ano em diferentes destinos. Aqui no Viajão, já passamos o réveillon no litoral paulista, em Buenos Aires, em Viña del Mar, na Disney, no trabalho na Capital Paulista, em Curitiba…
Cada lugar tem sua tradição. Então vou contar de duas viradas do ano que me chamaram a atenção: Buenos Aires e Disney.

A Disney não tem tradições. Ela tem o Traditions, que é o treinamento básico da cultura da companhia. E eu sou uma admiradora dele desde que fiz intercâmbio no Walt Disney World, na Flórida. Por isso, é um dos meus lugares queridos no mundo e onde passei um ano novo. E preciso dizer que, se a Disney é um lugar de sonhos, expectativa e realidade nem sempre se alinham.
Antes de mais nada, preciso dizer que foi uma virada do ano festiva! Só não foi como eu esperava. Minha expectativa era: passar o ano novo no Magic Kingdom, vendo fogos de artifício maravilhosos e festejando. Aí, ao começar meu intercâmbio nos parques, descobri que o MK não é o melhor lugar para adultos sem crianças (pelo menos, é o que me disseram meus colegas cast members). É um parque muito família, onde a festa termina pouco depois da meia noite. “Vá para o EPCOT, se puder”, foi o conselho que me deram.
Isso porque ele têm os pavilhões dos países e cada um celebra a chegada do novo ano com mini-celebrações que remetem à cultura que inspira aquele espaço. Parece legal, não? Acontece que os parques lotam muito nessa época do ano. Então mesmo funcionário não pode necessariamente entrar onde quiser. E como eu trabalhava no Animal Kingdom, onde não haveria festa da virada, eu voltei pra casa e celebrei jantando com meus vizinhos mesmo. Mas o EPCOT continua na minha lista de lugares onde quero celebrar um réveillon. E desde 2006, passo o dia 31 de dezembro acompanhando a linha internacional da data caminhando pelos fusos e imaginando viradas do ano pelo mundo.
Mais um ano novo em viagem no qual expectativa e realidade não se alinharam – mas foi tudo ótimo também! Estávamos viajando em seis pessoas, conhecemos mais uns quatro brasileiros no hostel. Em grupo grande, óbeio que enrolamos demais para decidir onde passar a virada. Já quase sem opção, um dos meus amigos descobriu um pub com uma festa e reservamos nossos lugares por cem dólares por pessoa (vale destacar que, em 2011, isso dava em torno de 200 reais).
Expectativa: um bar agitado. Realidade: uma mesa central para 20 pessoas e um menu completo de entrada, jantar, sobremesa, vinho e música ambiente.
Estávamos bem acompanhados: além de nós dez, tinha um sulafricano, três amigos *acho* que colombianos e um casal europeu (não faço ideia de onde). E assim, descobrimos que o costume argentino era de passar meia-noite em casa, com a família, e sair pra balada depois da uma da manhã. Então, aceitamos nosso pub privativo. À meia noite, todos os restaurantes da rua abriram as portas e as pessoas passaram a celebrar junto, na rua mesmo, com direito a banda e tudo mais. Foi bem divertido! O resultado dessa experiência é que, hoje em dia, cogito sempre passar o ano novo em um lugar e festejar em outro depois.

Como falamos acima, o oshougatsu dura quatro dias: de 31 de dezembro a 3 de janeiro. E é uma festa focada em renovação e prosperidade para o ano seguinte. Ainda não passamos nenhuma virada de ano por lá, mas Traditions tradições são algo que me atrai muito! Quem sabe, não vivo algumas dessas experiências pessoalmente algum dia?
Segundo a Organização Nacional do Turismo Japonês, o oshougatsu é mais tranquilo. Ao invés de fogos de artifícios, a virada de ano é marcada pelas 108 badaladas do ritual budista Joya no Kane. A última badalada acontece à meia noite. Já nos templos xintoístas, o ritual de Saitan-sai é realizado durante a madrugada, com orações.
No Japão, também é tradição assistir ao primeiro nascer do sol, chamado de hatsuhinode. A crença é que, durante o primeiro nascer do sol, as divindades do ano novo vem semear boas energias, sorte e felicidade.
E você, que costumes de Ano Novo mantém por aí?
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A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?
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]]>Nessa época de mundo em mudança, com várias restrições de viagem, estamos todos com a missão de ficar em casa sempre que possível. Mas isso não significa que a gente precise parar de fazer planos de viagem – e de se encantar com esse mundo incrível em que vivemos.
A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, sobre o que assistir durante esse período de isolamento social, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. E, claro, são inspiração para viagens futuras. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?
Na Mira do Chefe é um filme meio noir, de humor sarcástico e mais pesado, que muitas pessoas conhecem pelo nome em inglês: In Bruges. E, como o nome diz, se passa em Bruges, na Bélgica. Um assassino de aluguel comete um erro e o chefe manda ele se esconder por um tempo na cidadezinha belga. E aí, você (ao lado do Colin Farrell) acaba fazendo turismo pelo filme. Tem na NOW.
A protagonista de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é uma garçonete em um café de Montmartre (o que, por si só, já te transporta para Paris). É um filme de personagens excêntricos e de uma garota querendo trazer alegria para o mundo. Garanto que você vai se divertir com a história do duende! Esse filme está no Prime Video, que faz parte da assinatura do Amazon Prime (ao usar esse link, você sabe mais sobre o serviço e ajuda o Viajão! \o/)

Ainda sobre Paris, tem um dos filmes da trilogia do diretor Richard Linklater (que mencionei no podcast, mas como é minha favorita, eu repito aqui). Os filmes têm o Ethan Hawke e a Julie Delpy basicamente passeando e conversando por cenários europeus: Viena em Antes do Amanhecer, Paris em Antes do Por-do-Sol (que é o que mais gosto, por isso, coloquei em França) e o Peloponeso, na Grécia, em Antes da Meia-Noite. Se você gosta de romances sutis, vai adorar.
Tudo bem que, em Adeus, Lenin, o foco é uma Berlim do passado. Mas a capital alemã é uma cidade em reconstrução, então cenários do presente do passado se misturam muito. Eu adoro esse filme. Você chora, ri, se encanta com o que fazemos pelas pessoas que amamos. Fica a dica! Tem na NOW.

A gente comentou sobre o que acho que é um dos filmes-baseados-em-livros mais mencionado quando se fala em viagem, que é Comer Rezar Amar. Mas acho que não dá para deixar outro filme-baseado-em-livro de fora da lista: A Praia. Esse drama, que tem um Leonardo diCaprio novinho, foi filmado em Maya Bay, na Tailândia. É um retrato agressivo e não muito fiel do país, mas levou muitos viajantes ao local. Tantos, aliás, que a baía está fechada para visitação, para que a natureza se recupere.
Como eu trouxe vários filmes pesados aqui, achei melhor incluir uma comédia romântica: Podres de Ricos. Eu ri muito com esse recorte endinheirado de Singapura. E como a nossa protagonista nunca esteve por lá, tem muitas descobertas quase de turista. Por exemplo, com as comidas de rua. No Brasil, tem na HBO.
O Exótico Hotel Marigold tem alguns dos meus atores favoritos: Dev Patel, Judi Dench… Tem também cenários lindos e os encantos e desencantos que todo turista tem quando conhece um lugar novo, com o qual sonhou muito. Tem no TelecinePlay.

Minha primeira indicação é um filme meio pesado, já vou avisando: O Abutre. É sobre um cinegrafista amador sem escrúpulos registrando crimes por Los Angeles e mostra muitos lugares reais na cidade. De acordo com o diretor, eles foram adaptando o roteiro aos lugares onde gostariam e poderiam filmar. Tem pra alugar no YouTube. Agora, se você preferir uma visão mais romântica da cidade, sempre tem La La Land. E entre os clássicos que se passam em Hollywood, meu favorito é Crepúsculo dos Deuses.
Aliás, não dá para errar com Billy Wilder, o diretor de Crepúsculo dos Deuses. Se quiser ver uma Nova York antiga, assista outro clássico favorito meu: Se Meu Apartamento Falasse.

E temos o belíssimo Havaí. Eu adoraria estar lá nesse momento. Os Descendentes é um filme que é meio drama, meio comédia, que se passa em Big Island e em Kauai, com sol, praia e camisas estampadas. E tem o George Clooney, o que é sempre um ponto positivo. Ele é baseado em um livro. Mas eu recomendo fortemente as lindas imagens do filme.
Para uma versão um pouco mais fantasiosa do Havaí (por causa dos alienígenas, e não por causa dos sons e cenários), tem Lilo e Stitch. Que eu amo. E é muito Havaí para mim, por causa do surf, da hula, e até mesmo, por causa do show turístico de dança polinésia. Ah, e claro, por causa do Elvis Prestley.
Dia de Los Muertos no México. Como não amar? Viva – A Vida é uma Festa é uma animação que me faz chorar toda vez emociona muito. É a história de um garoto mexicano apaixonado por música preso junto com os antepassados em um outro plano.

Apesar do nome, o filme Um Conto Chinês se passa em Buenos Aires. E é com um dos meus atores favoritos – o Ricardo Darín. Ele faz um cara meio mau humorado que encontra um chinês perdido na cidade, que não fala nada de espanhol e não consegue voltar pra casa. Tem no TelecinePlay.
Falamos no podcast também de Medianeiras, uma comédia romântica argentina que me ajudou a descobrir onde ficava essa pracinha acima. Foi onde me “abriguei” quando andei até me perder por Buenos Aires. E adorei quando ela apareceu no filme.
Dos muitos filmes brasileiros que poderia citar aqui, resolvi mencionar O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, dirigido pelo Cao Hamburguer. É uma viagem no tempo (se passa na década de 1970) com um garoto que é deixado na casa do avô enquanto os pais “saem de férias”. O cenário é o Bom Retiro, em São Paulo (embora não tenha sido filmado todo nesse lugar), um bairro de imigrantes. Dá pra alugar no YouTube ou na NOW.
Você já viu O Jardineiro Fiel? Esse drama dirigido por Fernando Meirelles se passa no Quênia e estrela o Ralph Fiennes como um diplomata aguardando notícias sobre a esposa, sequestrada. É um filme muito delicado sobre um assunto muito série. O que mais me marcou à época que assisti foi justamente como é um filme focado em uma pessoa, e não em um conflito. Tem no Globoplay.
Incluí mais uma animação aqui, pois é um dos meus gêneros favoritos. E Moana tem bastante da cultura polinésia, por mais que seja em uma ilha fictícia. Da dança ao estilo das canoas, à lenda de Maui, sempre que vejo esse filme, retomo meu sonho de visitar o maior número de ilhas do Pacífico que eu puder. Tem na Amazon Prime Video.
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A Argentina proibiu todas as vendas de passagens aéreas comerciais até o dia 1º de setembro. Veja essa e outras notícias do turismo dessa semana.
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Mais um feriado que estamos todos em casa – certo? Inclusive, as 20 concessionárias que administram estradas no estado de São Paulo pedem para que os motoristas não viajem nesse 1º de Maio. No último feriado de Páscoa, em abril, as concessionárias registraram queda de 66% no movimento, na comparação com o ano anterior.
Nos destaques dessa semana do Viajão a Bordo, uma pesquisa da empresa Preferred Hotels and Resorts indicou que mais da metade dos entrevistados pretende reservar uma viagem ainda este ano.
A Argentina proibiu todas as vendas de passagens aéreas comerciais até o dia 1º de setembro. Vale lembrar que as fronteiras argentinas já estão fechadas desde março.
A companhia marítima italiana Costa Cruzeiros anunciou novas regras pra remarcações e cancelamentos de pacotes. Quem tem embarque programado até o dia 30/novembro deste ano vai poder remarcar ou cancelar a viagem até 48 horas antes da viagem, sem pagar multa.
E autoridades estudam como reabrir os parques da Disney em Orlando. Algumas das recomendações sugeridas são: distanciamento social nas filas dos brinquedos, uso de máscaras pra todos os funcionários e trabalhar com apenas metade da capacidade diária de público.
A partir da próxima semana, passageiros da companhia aérea JetBlue terão que usar máscaras durante os voos, inclusive durante o check-in, no embarque e no desembarque.
E na série de passeios virtuais, que tal acompanhar a migração dos alces pelas florestas da Suécia? A transmissão vai até segunda-feira, dia 4/5.
As notícias completas estão no nosso podcast:
Ou clique aqui.
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Com o dólar turismo perto dos R$ 5,00, chega a hora de reprogramar a viagem internacional. Por que não curtir alguns destinos mais próximos?
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]]>O dólar turismo passou a barreira dos R$ 4,00 faz tempo. Custando quase R$ 5,00 nas casas de câmbio, fica mais difícil programar uma viagem internacional para os Estados Unidos ou para a Europa, por exemplo. Então, para onde viajar com o dólar caro?
O Viajão® separou alguns destinos inesquecíveis pra você gastar menos e poder aproveitar os vários feriadões que virão pela frente neste 2020.
Em primeiro lugar, se você mora no Brasil, pode aproveitar pra conhecer regiões que ficam perto de sua cidade. Se usar apenas carro ou ônibus, melhor ainda, né?
Bora então desbravar a maior cidade do país? São Paulo tem uma infinidade de atrações. Dá pra comer muito bem, curtir belos parques e exposições culturais e passear a pé pela Avenida Paulista. O bom é que muita coisa não custa nada!

Curte natureza? Então separe uns 4 dias pra desbravar as incríveis atrações de Bonito, em Mato Grosso do Sul.
Por lá, tem a Gruta do Lago Azul – o nome já dá uma noção do que é! E é incrivelmente azul. Passeio que dá pra fazer numa manhã, por exemplo.
Combine para logo após, encarar a flutuação no Rio Sucuri. Tem opção com almoço incluído. E o snorkeling é impressionante no rio mais cristalino do Brasil.
Perto da Gruta do Lago Azul, fica o Abismo Anhumas. Um passeio caro, que exige um leve treinamento no dia anterior, mas que será inesquecível. Imagine-se descendo de rapel por uma fenda, a 72 metros de altura! E, lá embaixo, estar um oásis escondido no meio da Terra? Só vendo pra crer.

Já pensou em pegar uma praia no Paraná? Por lá fica a famosa e charmosa Ilha do Mel. Se você for de avião, chegue pelo aeroporto de São José dos Pinhais (CWB) e vá de carro ou ônibus até Paranaguá.
Nesse post, tem um guia completo pra você aproveitar bem o tempo nesse paraíso.
Este é um daqueles destinos internacionais que podem sair mais em conta do que se imagina. Principalmente se a ideia for passar um feriadão em Buenos Aires e viver 8 experiências bacanas por lá! O melhor é pagar tudo em pesos, em vez de dólares, né? 
Primeiro, lembre-se que as passagens aéreas ficam mais caras em feriados. Então, programe-se pra comprá-las com antecedência.

Bora passar frio? Estique sua viagem em mais alguns dias e vá fazer uma caminhada nas geleiras de Perito Moreno.
Outro destino para viajar com o dólar caro é o Chile. Apesar dos protestos violentos que ainda estão acontecendo por lá, principalmente em Santiago, o país tem muitos outros belos lugares que você pode desbravar e pagar em pesos.
Primeiro, planeje bem a viagem e já fique atento aos gastos com comida e hospedagem.

Inclusive, um passeio que pode ser bem legal é a visita a uma vinícola. Custa pouco menos de R$ 150,00 por pessoa e é bem interessante.
Enfim, é claro que essas são só algumas ideias e sugestões de lugares para onde viajar com o dólar caro desse jeito! Aproveite o calendário, programe-se e bora desbravar mais o Brasil e a América do Sul!
Antes de mais nada, quando planejar uma viagem pra fora do Brasil, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
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Eu não sei bem explicar o motivo, mas eu adoro Buenos Aires. A principal dica sobre a cidade é: visite os pontos turísticos mais famosos. Mas como nós gostamos de construir memórias, eis algumas experiências para se viver na capital argentina.
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]]>Eu não sei bem explicar o motivo, mas eu adoro Buenos Aires. Talvez seja porque foi o primeiro destino para onde viajei sozinha. Talvez porque a cidade é charmosa mesmo. Só sei que vale a visita (ou, pelo menos, a escala no caminho para a Patagônia). A principal dica sobre a cidade é: visite os pontos turísticos mais famosos. Mas como nós gostamos de construir memórias, eis algumas experiências para se viver na capital argentina:

Talvez não precise tomar o café. Mas como fica no antigo palco do teatro que hoje é uma das livrarias mais lindas que já vi, vale a visita. A livraria é a El Ateneo Grand Splendid, da Avenida Santa Fé, e fica a um quilômetro, mais ou menos, do Cemitério da Recoleta.

A visita ao Cemitério da Recoleta não só é uma experiência divertidíssima por causa das excursões de turistas de navios, mas é também uma ida a um museu (macabro) a céu aberto. Juro que parece um parque. Mais de 90 esculturas são consideradas monumentos históricos. O melhor é que, na pracinha em frente ao cemitério, tem feirinha de artesanato. E do outro lado da pracinha, tem barzinhos bons e várias opções de comida.
Brincadeiras à parte, a área central desse shopping center é bem bonita. E se você for no fim do ano, tem uma árvore de Natal bastante charmosa (há alguns anos, costuma ser temática de Carolina Herrera). Além disso, é sempre bom saber onde tem uma praça de alimentação (e um banheiro limpinho) na Calle Florida, que é uma atração turística, porém é um calçadão de centro.
Você provavelmente vai fazer isso no parque no entorno da Floralis Genérica. Mas o que eu mais gosto em Buenos Aires é que praticamente toda rua é uma alameda, com árvores quase de ponta a ponta. Então sempre gosto de aproveitar para tomar um sorvete numa praça, ou pegar um suco e comer debaixo das árvores. E como tem muita praça pelo caminho, são muitas opções para pausas. Gosto muito da Plaza General San Martin. E me perdendo caminhando pela cidade na minha primeira visita, descobri a praça abaixo (que, aliás, aparece no filme Medianeiras!).

Ok. Essa dica é meio ruim. Mas foi o que aconteceu todas as vezes que estive em Buenos Aires. Como é uma cidade com várias regiões planas, tipo entre a Recoleta e Palermo, ou entre a Recoleta e o Centro, pensei: “pra que metrô? Vou andando”. Uns 10 quilômetros de sapatilhas depois, eu decidi nunca mais viajar sem um tênis. Nesses bairros, é bastante tranquilo andar a pé, então dá para encontrar um café, ou uma unidade do Havana, ou uma sorveteria. Caminhe em Puerto Madero de um lado ao outro (os restaurantes de lá são mais caros!), caminhe em San Telmo de um lado ao outro (desviando das barraquinhas), caminhe muito!

Eu só peguei táxi na rua em Buenos Aires uma vez, no desespero, porque era 1º de janeiro e eu precisava chegar logo ao aeroporto. O problema é que a fama negativa deles nunca vai embora. E como viajar sozinha tem suas particularidades, eu optei pelo transfer do Tienda León. Comprei na hora, no balcão do aeroporto, e aí já reservei a volta também, para um horário cedo. Ele vai até um “terminal” da companhia e depois você troca para um táxi (incluso) até seu hostel. Ou você pode pedir para o seu hotel reservar um táxi para você.
Sério. O doce de leite deles é muito gostoso e provavelmente vai ter no seu café da manhã, para comer junto com uma medialuna, que é um croissant sem recheio e bem macio. Tostadas, em geral, são um misto frio (fica a dica) bem quebra-galho para a hora da fome. Ao invés de um pão de queijo, a empanada é um lanche rápido que vale por uma refeição. Vale estudar também o “almoço executivo” que é oferecido em vários restaurantes. Prato principal, sobremesa e uma taça de vinho por um valor fixo. Por que não?
Ah, o Caminito… como não amar as cores e os sons? Cuidado com batedores de carteira, porque é muito cheio. Tem restaurantes gostosos por ali também. Eu honestamente adorei visitar o La Bombonera. O passeio de museu + visita ao estádio custa uns 42 reais e você chega bem pertinho do gramado. Esse é um daqueles pontos de Buenos Aires onde é super ok caminhar pelo Caminito e super ok pegar a rua até a Bombonera, e super ok ir embora da Bombonera até o metrô. Mas não é muito bom de perambular. Então pergunte no hostel qual ônibus pegar para se perder menos. Eu peguei ônibus e metrô de boa por Buenos Aires, aliás.

Quanto ao dinheiro, o peso argentino está bem desvalorizado, e, assim como no Chile, compensa levar reais e trocar lá. Pode ser no aeroporto mesmo, no Banco La Nación, que a conversão costuma valer a pena. Achei mais difícil encontrar casas de câmbio boas e abertas em outras regiões da cidade.
Como eu já fui quatro vezes (!), confesso que a maior parte das coisas bem turísticas eu fiz há alguns anos. No começo de 2018, eu só comi doce de leite e bebi vinho. E em 2017, fui caminhar pelo Puerto Madero e fazer comprinhas na Calle Florida. Mas eu amo Buenos Aires. Voltaria mais e mais vezes, se pudesse. Quem vem comigo?
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A Patagônia é uma região cheia de encantos. E o Parque Nacional Los Glaciares, no sul da Argentina, é um dos destinos mais procurados. Como se a paisagem das geleiras já não fosse deslumbrante, ainda é possível caminhar no Perito Moreno.
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]]>A Patagônia é uma região cheia de encantos. E o Parque Nacional Los Glaciares, no sul da Argentina, é um dos destinos mais procurados. Como se a paisagem das geleiras já não fosse deslumbrante, ainda é possível caminhar no Perito Moreno – e esquecer que a gente saiu da Era do Gelo por algumas horas. Na minha primeira aventura no gelo, eu fiz o mini trekking – e é um passeio que eu repetiria fácil!

O acesso ao Perito Moreno é pelo Parque Nacional Los Glaciares, que fica a cerca de 80 km da cidade de El Calafate. Dá para ir até o parque de ônibus, táxi ou “por meio próprios” (tem alguns bolsões de estacionamento). Mas se você reservar algum dos passeios, pode adicionar o transfer. Aí, te buscam no hotel e te levam de volta depois do tour. O parque fica aberto o ano inteiro e os horários estão no site oficial, mas as datas do trekking variam. O mini trekking não acontece nos meses de inverno (junho-julho). Já o Big Ice só tem saídas entre setembro e abril. Várias empresas de turismo fazem passeios até o parque e oferecem a reserva do trekking, que é realizado pela concessionária Hielo y Aventura (eu reservei direto com eles).
A van me buscou no hostel bem cedo. Depois de passar em outros hotéis, seguiu pela paisagem da Patagônia até chegar ao Los Glaciares. A entrada no parque custa $ 600 pesos argentinos, independente de como você chegue até lá – e não está incluída no valor do trekking. Um guarda do parque entra no ônibus seja da excursão, seja da rodoviária, para recolher a tarifa (tem que ser em dinheiro!) e entregar o ingresso. E também uma sacolinha de lixo, porque não tem lixeiras pelas trilhas. A ideia é que todo o lixo gerado lá seja levado de volta para a cidade, para ser jogado no lugar correto.

A primeira parada é no acesso às passarelas de observação. São pouco mais de 2 km de passarelas, mas nesse momento, só dá tempo de ir ao mirante central – e já dá para se impressionar com a geleira. O Perito Moreno tem 5 km de largura no ponto que dá para ver da passarela. São 50 metros de altura fora da água e mais 120 metros para baixo do nível do lago Argentino. Até o pico, na Cordilheira dos Andes, são 30 km de extensão.

Depois dessa parada, o grupo segue para um pier e entra em um barco. A travessia pelo Brazo Rico do lago dura uns 20 minutos. Daí você chega a uma base de apoio onde deixa as mochilas e faz uma pausa para lanchar. Vale lembrar que tem que levar a própria comida ou comprar na lanchonete antes de ir para o barco (mas cuidado com os horários de funcionamento…). E então, começa a aventura.

Antes da caminhada, o guia dá orientações gerais e conta um pouco do Perito Moreno. Então a equipe do passeio amarra grampos no seu tênis e te orienta sobre como caminhar no gelo. É mais fácil do que parece! Os grampos não são tão pesados assim e dão muita estabilidade na caminhada.
O mini trekking dura uma hora e meia, com algumas paradas no trajeto para observar formações interessantes de gelo. Por exemplo, sabia que tem água corrente no meio da geleira? Os grupos são pequenos e espaçados – e o passeio passa rápido demais! Não cansa tanto, nem é tão frio quanto eu pensava. Quando termina, você pensa: “devia ter feito a caminhada longa!” O Big Ice dura o dobro do tempo e vai até outros pontos da geleira. Mas deve ser cansativa para pessoas (como eu) que não tem hábito de fazer trilha de montanha.

Depois da caminhada, você fica um tempo na base esperando o horário do seu barco para voltar para o porto Baja de Las Sombras, de onde sai o ônibus de volta para El Calafate. A trilha sonora durante todo o passeio são os blocos de gelo que se separam da geleira e caem com estrondos no lago! E se você tiver sorte, essa é a vista também.

El Calafate fica a cerca de 3h30 de avião de Buenos Aires e os vôos são frequentes. A cidade tem uma boa rede de restaurantes, hotéis e pontos turísticos – embora os passeios envolvendo as geleiras sejam a grande atração. Só que não é um passeio barato. A caminhada custa em torno de $ 3.600 pesos argentinos, o que dá uns R$ 370 (sem contar a entrada no parque). Também tem restrição de idade: de 10 a 65 anos. Mas é uma experiência incrível, se você conseguir encaixar no orçamento. E apesar do vôo longo (três horas até Buenos Aires e mais 3h30 até El Calafate), é um excelente destino para um feriado prolongado ou férias mais curtas. Depois de fazer um cruzeiro pela região e a caminhada na geleira, a Patagônia se tornou um dos meus destinos favoritos.

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Quando estava em Foz do Iguaçu participei de uma noite na Argentina passando por um bar de gelo. Mas tive
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]]>Quando estava em Foz do Iguaçu participei de uma noite na Argentina passando por um bar de gelo. Mas tive o maior problema na aduana porque o fiscal invocou que eu tinha trocado minha foto da identidade. Segundo ele, eu tinha colado outra foto por cima da original e ficaria detida na fronteira.
Mais ou menos uns 40 minutos depois ele viu que minha identidade era original e me liberou. Mas fica aqui o alerta, caro colega, só apresente sua identidade na aduana argentina se ela estiver em perfeitas condições, sem arranhados, descolados ou foto desatualizada. Também reze para não pegar um rapazinho mal humorado e grosseiro como fiscal, porque olha, precisa de paciência pra ser acusado de falsificação de documento.
Mas passado o infortúnio, fomos para o Bar de Gelo. Funciona assim, você paga R$40 reais de entrada, veste uns casacões pesados e entra no bar. Lá dentro a temperatura é de -5 graus e pode tomar uns drinks em copos de gelo e no estilo open bar.
A decoração é toda polar, com esculturas de gelo, música alta e efeitos de luzes. Como a friaca é tensa, o tempo dentro do bar é limitado de 30 minutos. Depois disso todo mundo sai e outro grupo vive a experiência gelada.
Se não me engano, são umas 8 opções de drinks. Eu provei um de chocolate e um de morango e como ainda não tinha jantado, já serviu para dar uma alegria extra na personalidade.
Mas fico aqui pensando de vale a pena pagar os R$40 para ficar 30 minutos lá dentro. A experiência é interessante, mas não acho que aquele tipo de passeio que faria caso fosse para a argentina novamente. Mas talvez eu só tenha ficado meio desanimada com a experiência ruim na aduana, vai saber né!
Você já visitou um bar de gelo? Conta pra gente aqui nos comentários!
O Viajão agradece a Sabrina Olivetti, que além de ser nossa viajona do peito risos, ela também é uma blogueira sensacional do também sensacional Coisas de Diva, junto com as outras divas Marina Fabri e Thaís Marques, que todos os dias estão lá, testando um delineador novo (ok, elas não testam apenas delineadores). Sabrina nos representou muito bem em Foz do Iguaçu quando fomos convidados pela Loumar Turismo pra conhecer o Quintal das Maravilhas, que é um pacote sensacional pra quem mora em Curitiba. É um final de semana na cidade pra você aproveitar mesmo, com saídas na sexta-feira a noite e volta na segunda cedinho (ninguém vai perceber que você ficou fora, nem seu chefe). O pacote inclui hospedagem em Foz do Iguaçu, transfer e passagem aérea. Pra você que nunca tem férias, essa é a chance! Confira também as fotos dessa Diva no nosso Instagram com #SáViajona! Mais uma vez obrigado Sabrina!! Abraços da grande corporação Viajão.
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Olha, lembro que a minha primeira (e única) viagem a Foz do Iguaçu foi aos cinco anos de idade. Tenho
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]]>Olha, lembro que a minha primeira (e única) viagem a Foz do Iguaçu foi aos cinco anos de idade. Tenho várias fotos por lá, juro que um dia posto por aqui.
E lembro de bastante coisa mess, lembro que as cataras molhavam risos. Mas sério, ficávamos naquela plataforma make furada e vinha MUITA água, parecendo chuva mess, em alguns momentos. Lembro que ali perto, tinha uma FLORESTA e uns SAGUIS passeando malandramente.
Logicamente que, pra uma criança de cinco anos, tudo era muito fantástico. Confesso que preciso voltar pra tentar ver melhor o Pica-Pau descendo as Cataratas de olhos.
Pois eis que ainda não chegou minha vez de voltar a Foz do Iguaçu e curtir as maravilhas de lá (Cidade del Este está entre elas risadas). Maaaaaaasssss, como o Viajão é muito legal, bacana e modesto, temos CORRESPONDENTES, agora. É uma versão 2.0 dos Colaborões!
Nossa correspondente escolhida pra esse findi foi a Sá Olivetti, do famosaço Coisas de Diva. Ela foi enviada pra uma missão: misturar limão, gelo e cachaça às Cataratas e beber a maior caipirinha do mundo. Só que não risos.
Sá Olivetti vai passar um fim de semana na cidade e, depois, terá a missão de nos contar como foi a experiência aqui no Viajão mess. Enquanto ela passeia por lá, divamente, ela também vai atualizar nossas contas do Twitter e do Instagram. #SáViajona
Como a Sá foi parar lá, com vários passeios já pagos? Tudo isso foi um oferecimento da Loumar Turismo pra alguns blogs bacanudos. Nos sentimos honrados de terem lembrado da gente, viu? Valeu, povo!
Dá uma olhada na agenda que a Sá (e os outros blogueiros) vão ter que cumprir, com muito suor, por lá:

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Fefo, Fefe, Fernandinho ou apenas Fernando de Souza. Leitor do Viajão desde sempre e meu bróder, hoje ele vem na
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]]>Fefo, Fefe, Fernandinho ou apenas Fernando de Souza. Leitor do Viajão desde sempre e meu bróder, hoje ele vem na humildade contar nos mínimos detalhes a viagem alucinante que é ir para o Fim do Mundo, ou melhor dizendo, Ushuaia na Argentina. Sensacional Fefe! Valeu pelas dicas! E pra você que quer ser um Colaborão aqui no Viajão, só mandar sua história pro souviajao@gmail.com. Aquele abraço!
Há diversos lugares por aí que se denominam “o fim do mundo”, mas na minha opinião, Ushuaia deveria ser o único. Não só pelo fato de ser a última cidade antes da Antártida, mas pela beleza natural indescritível e não encontrada em qualquer lugar.
Bom, a mochilão pela Patagônia, começa na tradicional Buenos Aires, que dispensa comentários. Onde eu e mais dois amigos começamos nossa aventura para Terra do Fogo. (B.A. não será citada por mim, pois é digna de um post só para ela, o quê provavelmente já tenha por aqui). A primeira parada é em Puerto Madryn, uma cidade litorânea, que encanta pela paisagem e pelo apelo cultural. Aliás, na maioria das cidades da Argentina, a cultura é muito apoiada e incentivada em praças e até pelas ruas das cidades. Assim, não é difícil encontrar shows e artistas de rua fazendo seu trabalho e reunindo milhares de pessoas em volta. A melhor parte dessa cidade é que fica perto da Península Valdés, um lugar muito bem recomendado por mim pela forte variedade de espécies de animais marinhos e aves de migração. Para quem gosta de fotografia é um lugar obrigatório. Vale a pena fazer um dos passeios de van que duram o dia todo. Parando em pontos em que se encontram animais como: lobos marinhos, leões marinhos, focas, pinguins, elefantes marinhos e até baleias. Em novembro as baleias orcas vem até a praia para caçar as focas e demais animais que dão bobeira. Infelizmente não consegui pegar a época que elas aparecem.


A segunda cidade do roteiro desse mochilão é a então esperada Ushuaia. (Sim, não conseguimos conter a ansiedade e partimos direto para o objetivo principal da viagem: chegar ao fim do mundo. Claro, que depois subimos o mapa passando por outras cidades importantes.
A chegada ao fim do mundo, foi difícil, como já era de se esperar. Durante o trajeto a estrada passa pela fronteira com o Chile, o famoso Estreito de magalhães. Essa fronteira foi um pouco complicada pela quantidade de gente que iria atravessar, demoramos 5 horas na fila. Logo depois, a travessia do Estreito que liga o Continente com a Terra do Fogo, é feita por um ferry boat que merece destaque pelos Golfinhos que seguem o barco até o outro lado e dão um show para os turistas.


A cidade em si, é bonita e elegante. Uma cidade que tem um porto importante, comidas típicas, passeios para todos os gostos, lugares lindos e vento, muito vento. Aliás, a Patagônia em si tem ventos muito fortes. Então, para quem não gosta de frio, como eu, o jeito é se agasalhar muito. E claro, tomar um bom vinho argentino acompanhado de uma tábua de frios. Vista da cidade:
Um ponto engraçado da cidade é que anoitece por volta das 23h30 e amanhece as 4h. Então, a maioria dos Hostel tem cortina Blackout para todos conseguirem dormir. Fizemos um passeio de barco para conhecer o Farol e um pouco da fauna da cidade. Destaque para os passeios para a Antártida, que duram em média duas semanas. Infelizmente por motivos de tempo e dinheiro, eu não pude fazer. Em conversa no Hostel, com um Israelense que tinha rodado o mundo, as palavras dele foram as seguintes: “Lugar mais incrível que estive em todo o planeta.” Aqui algumas fotos, do meu passeio de barco, nas redondezas da cidade:
Outro passeio que recomendo é a trilha do Parque Nacional da Terra do Fogo. Pra quem gosta de caminhar, a trilha tem cerca de 15 km. Cansativa e difícil, mas os visuais e os animais compensam o cansaço.

Recomendo esse Hostel em Ushuaia. Além, de muito bom, tem várias dicas do que fazer por lá no site deles.
Subindo o mapa. Começando a retornar do fim do mundo, parada recomendada é El Calafate. Cidade que fica próximo ao Perito Moreno, um dos glacias mais famosos do mundo e o segundo objetivo da nossa viagem. Um fato curioso é a quantidade de pequenos Icebergs que estão derretendo e ficam próximos ao Perito Moreno. É possível fazer Trekking pelo Glacial, porém devido ao mau tempo no dia, não consegui fazer.


Outra cidade que merece a visita é El Chaltén. Lá consegui fazer um passeio de Trekking pelo Glacial Viedma, para compensar o que não fiz no Perito Moreno. A cidade é linda e bastante turística. Há muitas trilhas e lugares bonitos para visitar. Recomendo aqui alguns dias a mais para quem gosta de aventura. As trilhas são inúmeras, assim como os passeios. Destaque, também, para a famosa Montanha Fitz Roy e pelos ventos de 70km/h que presenciei. Infelizmente, não consegui visitar de perto a montanha pelo curto tempo que tinha para retornar ao Brasil.

A viagem ainda passa por El Bolsón, uma cidade pequena, porém com bastante eventos culturais no centro da cidade. Recomendo a visita ao Parque Nacional do Lago Pueblos. Um lugar muito bonito e que tem alguma trilhas para fazer. Por fim, passamos por Bariloche, outra tradicional cidade para quem vai para a Argentina. Porém como estava fora da época de neve, acredito que não sou a melhor pessoa para falar dos melhores locais de visita, mas recomendo uma visita as diversas lojas de chocolates. Em especial a “Chocolates Del Turista”.
Bom, espero que posso ter dado boas recomendações para quem procura um mochilão com lugares diferentes das tradicionais viagens para Europa. O que vi mochilando pela Patagônia foi algo mágico.
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Vamos partir do princípio que nós viajões somos fãs de boa música, ou seja, ROCK! Lembro lá no começo do
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]]>Vamos partir do princípio que nós viajões somos fãs de boa música, ou seja, ROCK!
Lembro lá no começo do blog, quando teve show do U2 em São Paulo e o Xóia fez um post falando das dificuldades de comprar ingressos e tudo mais (veja aqui), ou então quando a Amanda marcou presença no SWU ano passado. Aí ficamos naquela dúvida de até quando shows de rock tem a ver com nosso blog. Bom, pode não ter nada a ver, mas o blog é nosso risos! Fazemos o que queremos com ele (momento revolts).
Mas a verdade é que nós curtimos demais viajar, e muito melhor viajar pra ver um show da sua banda preferida. Por isso hoje nós vamos mostrar a turnê na América do Sul do FOO FIGHTERS!!! Porque nós viajões somos fãs S2 S2.
Pra quem não sabe, em 1994, após a morte de Kurt Cobain (vocalista do Nirvana), Dave Ghrol (baterista do Nirvana) resolveu montar uma banda no qual ele seria o vocalista, e em 1995 nasce o FOO FIGHTERS, e é isso (resumindo a história).
Enfim, depois de mais de 10 anos eles voltaram para a América do Sul!! Na turnê que envolvia Santiago, Buenos Aires e São Paulo. E vamos mostrar um pouquinho dos 3 lugares onde rolaram esses shows, porque nós viajões estamos em todos os lugares clap clap.
Eu fui diretamente para Santiago. Lá o esquema foi tudo MUITO organizado. O evento Lollapalooza montou uma estrutura animal do Paque O’Higgins, fácil acesso, fácil localização e muitos, muitos palcos de shows.
Contando com um sol de 40 graus na cuca, as bandas foram sensacionais, e tudo no horário. Muita água e muita gente, arrisco em dizer que a proporção de não chilenos no festival estava quase de igual pra igual com os chilenos que ali estavam. Semana santa na Europa, europeus no show, e foi isso, noruegueses, alemães, galera de marte, ingleses, galeses e também (claro) muitos brasileiros.
Não posso esquecer de falar das inúmeras ações de grandes marcas no evento. Desde de brand experience da Adidas por exemplo, até Elvis casando casais apaixonados (não perca isso no vídeo). Tudo para a diversão.
Depois de Santiago, Foo Fighters foi direto pra Buenos Aires, para o Quilmes Festival. E melhor ainda, 2 dias seguidos de show! Sensacional sim ou não? O nosso correspondete Raphael Beto mandou diretamente as informações do lado hermano. Segundo dia de show contou com muita lama e um pequeno tornado (na verdade foi uma tempestade) que acabou com as luzes do palco. Solução? Show de rock em alto estilo com as luzes do estádio, afinal, quem liga para as luzes? ahahaha
E por fim, Dave Ghrol e cia pousaram em São Paulo. Última vez que estiveram no Brasil foi no Rock in Rio em 2001, então você pode imaginar se ia estar vazio ou não o Jockey Club em Sampa. E nossa garota viajona marcou presença no também Lollapalooza Brasil. Amanda, que não sabe fazer vídeos para o Viajão risos, mostrou como se curte um festival.
Especialmente hoje não iremos utilizar nossa boa e velha música dos nossos vídeos, mas ok, temos um motivo especial. Queria agradecer nosso correspondente em Buenos Aires, Raphael Beto e a Karina Floriani que apareceu por lá também e ao Bruno Trindade e Andressa por me acompanharem no Chile, valeu. E queria agradecer ao Deus do Rock por ter criado o Rock \o>. Então assistam como foram os shows e se inscreva no nosso canal do Youtube pra ficar ligado nos nossos vídeos! Aquele abraço!
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