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Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364
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]]>Chegou o último dia do ano e bate aquela vontade de refletir sobre tudo o que vivemos nesses últimos 364 dias. To make romântico reflexivo hoje, néam? Mas vale, afinal 2014 vem batendo na porta, a corrida de São Silvestre vai agitar a galera e resolvi relembrar os ânus anos novos que já passei por esse mundão de meu Deus.
Desde 2007, pude curtir o réveillon em alguns lugares do mundo. Eu sempre tentava imaginar se seriam tão bons e animados quanto a festa brasileira. Resolvi fazer esse teste começando por Paris, há seis anos.
31/12/2007 – Paris, França
Nada de mais! Confesso que foi frustrante. Perto de 21h, saímos do hotel em direção à Torre Eiffel (tinha como “sonho” passar uma virada ali embaixo, esticadão no gramadão, olhando a torre e admirando os milhares de fogos que coloririam ela). Bom, era só no sonho mess risos.
Povo começou a se reunir e sentar no gramado. A cada hora cheia, aquelas luzes brancas que marcam o novo horário piscavam loucamente. Eu imaginava que tudo isso seria o prenúncio de uma féishta colorida e animada. Puro engano.
Se eu não tivesse ligado no relógio, nem teria percebido que deu meia-noite! O povo se abraçou, estourou champanhe e FOI EMBORA DALI! Escutei dois TRAQUES (bombinhas minúsculas) e não vi fogos de artifício!
Só não nos escondemos num canto, nos encolhemos em posição fetal e choramos deliberadamente porque não encontramos um canto, não lembrávamos como é uma posição fetal e não sabemos o que significa deliberadamente risos. Passar o réveillon em Paris foi sem graça. Valeu apenas pelo visu e por ser onde foi!
31/12/2008 – Christchurch, Nova Zelândia
Esse foi legal demais! Não pelo colorido dos fogos, até porque escutei pouquíssimos e mal vi. Mas foi bom porque passamos com um casal de amigos que estava morando na Nova Zelândia. Ficamos na casa deles mess, no Mt. Pleasant, um lugar paradisíaco, com vista pro oceano, no alto de um morro de Christchurch.
A Nova Zelândia é o país mais absurdamente belo que já visitei. Todas as paisagens são um abuso. Por isso, o réveillon foi em grande estilo.
Bebemos e comemos em casa, brindamos na sala e não fomos à praia na hora da virada. Mesmo assim, foi animado. Acho que aquele clichê de que “a festa somos nós quem fazemos” passou a ter bastante sentido pra mim nessa virada de ano do outro lado do mundo.
Sem contar que viramos o ano na Nova Zelândia 15h antes da galera no Brasil. Aqui ainda era 9h da manhã! Impressionante!
P.S.: em 2011, Christchurch foi praticamente destruída por um terremoto. Nossos amigos estavam lá na época, se salvaram sem um arranhão, estão bem, de volta ao Brasil, mas ficou a dor de saber que um lugar tão belo e de um povo tão gentil, virou ruína. Parece que a cidade já conseguiu se reerguer, ainda bem!
31/12/2009 – Cidade do Cabo, África do Sul
íamos passar a virada no Waterfront, famoso deck e local de bares e lojas de Cape Town. Mas pela muvuca prevista, inclusive pra voltar ao nosso hotel, que ficava na região da rota de vinhos (já falei dela aqui), resolvemos passar no hotel mesmo, que estava com uma programação especial.
Foi uma virada mais “intimista”. Jantamos no hotel, passamos a virada brindando na varanda do quarto, com vista pra uma paisagem linda, demos uma passada numa festa (de velhos) que tava rolando dentro do salão de festas e depois admiramos a lua mais cheiaça que já vimos na vida.
Fogos na Cidade do Cabo? Alguns poucos, que o próprio hotel soltou. No Waterfront deveria estar fervendo. Quem foi, me conta.
31/12/2010 – Atenas, Grécia
Fomos pra Praça Sintagma perto da meia-noite. É ali que o fervo acontece. É pra lá que vão todas as pessoas de Atenas na hora da virada. E foi sensacional!
Uma queima de fogos que durou uns dez minutos. A multidão brindando loucamente. Foi o mais parecido com o réveillon brasileiro que já passei fora. Bem animado.
A diferença? Quando deu 00h10min, praticamente todo mundo já deixava a praça e voltava pra casa/hotel. Conseguir um táxi foi um desafio e tanto pra começar o ano.
Um segredo: lá, durante a virada, fiz um pedido e ele se realizou em 2011 mess. Fica a dica: O réveillon de Atenas realiza pedidos, viu?
As viradas de 2011 e 2012 passei em São Paulo e em Balneário Camboriú (SC), respectivamente. Na primeira, choveu pra cacete e não vi fogos. Na segunda, aquele espetáculo digno de Copacabana.
Depois de tanto ver os novos anos chegando em outras terras, posso dizer que se você quiser ver fogos, muitos fogos, fique no Brasil. Mas, se for pra viver experiências bem diferentes, viaje sempre! Pode apostar que os anos novos chegarão com muitas histórias novas também.
Que venha 2014. Muitas viagens pra nós, viajões! E saúde, sucesso, dinheiro, amor e paz! Aproveite a virada, onde quer que seja. E feliz ano novo! 
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]]>Beleza, vai com sua família, todos felizes, ansiosos por ver de perto peças pré-históricas! E o lugar é grande, cheio de ALAS, coleções e companhia limitada.
A maior parte das peças fica atrás de vidros, logicamente. Até pra evitar que os brasileiros curiosos fiquem querendo tocar. Aquela coisa de ver pra crer, sabe? Acho isso um absurdo risos
Tem algumas coleções que estão ali, a alguns centímetros de você, mas com aquela plaquinha de DON’T TOUCH. Parece que se você tocar, vai DESINTEGRAR o objeto com seus dedos nojentos, porcos e CHEIOS DE PARTÍCULAS NOCIVAS À HISTÓRIA!
Confesso que sou meio viajão mesmo (e não é trocadalho com o nome do blog). Por mais que eu esteja deslumbrado de estar num lugar desses, a empolgação acaba em 5, 4, 3… e eu esqueço onde estou.
Aí sabe o que fiz? Enquanto meu pai tava de um lado, minha irmã do outro, minha mãe olhava algo mais perto de mim (eu já tava entediado). Fui chamá-la pra ver um negócio, APOIADO SOBRE UMA BANCADA.
Ela veio, falei com ela, e continuava DESCANSANDO (não tinha onde sentar, aí ficava escorado, sabe?). Nisso vem uma mulher loucamente veloz, me olha com cara de ODETE ROITTMAN e apenas balbucia UMA palavra: “please”. Com o rabo de olho, ela aponta pra BANCADA que servia como meu apoio.
Ups! Percebi que a bancada, na real, era uma TÁBUA DE MADEIRA RUPESTRE, de 2000 a.C., com uns desenhos de pré-escola pré-história risos.
Não sabia onde enfiar a cara. Tirei os braços rapidamente, pedi desculpas e gargalhei quando a mulher saiu. Ri muito! Não por ter desrespeitado algo tão antigo, mas por ter sido tão viajão.
Aliás, é isso que move esse blog, né? Ok, mesmo assim, podem me crucificar. 
P.S.: Não consegui bater foto da TÁBUA RUPESTRE. Faltaram forças após a viajada.
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]]>Tudo tem limite, e estou seriemente em passar esse cargo pra outra pessoa. Falarei com os meus conselheiros sobre isso e semana que vem teremos novidades. Sei que o momento do twitter é outro, mas ajudem aí, vai que ela faz isso pra esquecer suas declarações devassadoras. #pulaSandy, pode ser prazeroso. (com slogan agora)
Então vamos pra o que interessa minha gente bonita (se você é feio pare de ler esse blog agora). Os pulos sensacionais de sexta-feira!
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Começamos em São Bento do Sul, com as irmãs Mesquita pulando na cama elástica clap clap. Dificuldade zero para pulo em camas elásticas. Karin Mesquita e Mariane Mesquita (que ja foram colaboronas aqui e aqui) e suas respectivas alegrias. Dificuldade 2 para mortal em cama elástica da Mari (quase nível 3).
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Nosso segundo pulo do dia vem direto da Capadócia na Turquia e Atenas na Grécia. Renata Aquino mandou pra gente e apareceu por aqui. Atentem para o pulo formato rã! Isso é para poucos clap clap.
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Terceiro pulo devasso vem de Gramado no Rio Grande do Sul. Um pulo estilo TeleTubies (Lala, Paul..lembram?) do Fábio Aquino (irmão da srta aí de cima), Sophia, Luiza Coral, e José. Um clássico na vida de qualquer um, parabéns!
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E pra continuar no ritmo de Morretes, palco do Comilão da semana passada, nada como um pulo na cidade. Dorfo, Carol, eu, Fernando e Anna, pulando felizes perto do rio. Momentos antes da aventura de descer o rio de bóia, clap clap.
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E pra encerrar os saltos loucos de hoje, revelo aqui uma foto no qual eu não estou numa posição favorável. Meio de Sandys (risos). Mas ok, faz parte do tradicional BOLINHO. Na foto, Fernando, eu, Carioca, Guilherme Dom, Guilherme Topa e Rafael Pavelegini (falecido na foto).
E você viajão. Qual a sua foto de pulo que você quer mandar pra gente? Mande para souviajao@gmail.com! E ajude a convencer essa devassa a pular aqui mandando o #pulaSandy no Twitter. Agora nada mais é tão complicado para essa menininha.
Aquele pulo geral pra galera. Abrass.
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]]>Não curti muito a capital grega como cidade, conforme já falei aqui. Mas a Acrópole, principal atração, vale muito a pena. A estrutura fica 150 metros acima do nível do mar. E, nessa CIDADE ALTA, está o famoso Partenon, entre outras construções.
A paisagem no COMPLEXO é tão bela, que vale a pena o esforço da caminhada em solo íngrime antes. Ah, e tudo é feito de mármore (não toque risos) e foi construído entre 460 e 430 a.C. (nem Dercy Gonçalves tava viva risos).
Quando eu fui, o dia estava AMEAÇANDO chuva, mas chegamos lá de boa. Cheio de gente (por isso vale ir cedo, como fizemos), é aquele empurra-empurra. Entre no “parque da Acrópole” e já comece a se surpreender. Primeiro que a vista de Atenas lá de cima é sensacional.
Depois, você passa por um caminho de construções antigaças #cejura. E, de repente, avista nosso amigo Partenon. Cara, é grande demais! E não é que o velhinho tá bem conservado? risos. Mesmo depois de pegar fogo, ver batalhas e mais batalhas de um local privilegiado, o lugar enche os olhos.
Claro que, quando São Pedro me viu por ali, chorou de emoção. E começou a chover. Mas acha que isso tirou o charme da visita? Não!
Mas existem dois problemas gigas: é difícil tirar uma foto boa VOCÊ COM O PARTENON. Muita gente passando. Juro que ainda vou fechar a Acrópole pra mim risos
Segundo: eles estavam “reformando” a construção. Belo presente de grego. Então fica aquela lembrança da estrutura com GUINDASTES risos
Deram um “toque especial” s ou n?
Ah! Algo que chama atenção também são os cachorros que moram ali na Cidade Alta. Sério, são dezenas! Eles chegam a BRIGAR entre eles pra ver quem atrai mais atenção dos turistas. E a maior parte fica estática, como se estivesse cuidando dos monumentos. #miedos
Vai que é algum imperador/guardião grego, das antigas, fantasiado de cachorro? E a gente achando que eles são meros cachorrinhos indefesos… pffff.
Ah! Aproveite o ENSEJO e siga-nos no twitter: @blogviajao 
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]]>Achei a capital grega MUITO FALCATRUA. Cidade feia, prédios caindo aos pedaços, trânsito caótico, pichações e gente mal encarada. Caminhei bastante por ruas centrais, consideradas principais, e esta impressão só foi aumentando. Confesso que me assustei. Não parece Europa. Uma cidade meio ÂNUS.
Claro, não estou falando da parte das ILHAS GREGAS (até porque nem fui, inverno e tal), mas Atenas foi uma das grandes decepções dos últimos tempos. Tirando a comida típica do país, excelente, (com muito carneiro e molho de iogurte) e os pontos turísticos, não recomendaria a viagem até lá.
O que vale a pena é você estar no meio da IMUNDÍCIE, com ruas sujas e, de repente, encontrar a Porta de Adriano assim, no meio da rua, como se fosse algo qualquer. Esses monumentos são impressionantes, assim como a Acrópole, o Museu Nacional e companhia. Assuntos para futuros posts, néam?
Se quiser ver muros pichados e prédios caindo aos pedaços, não precisa ir tão longe. Sei lá, compra uma passagem pra Sampa, ou Rio, ou Floripa. Mais barato e ainda você sabe que vai encontrar um lado bem bom dessas cidades pra curtir. Sem receber um belo presente de grego quando chegar.
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