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Arquivos barco – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/barco/ construímos memórias Sun, 22 Nov 2020 17:02:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos barco – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/barco/ 32 32 Como é um mercado flutuante em Bangkok https://www.viajao.com.br/bkp/visitando-um-mercado-flutuante-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/visitando-um-mercado-flutuante-em-bangkok/#respond Tue, 17 Dec 2019 10:00:01 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11648 Se estiver em Bangkok num fim de semana, tente visitar um mercado flutuante. De barco, é possível experimentar muitas delícias tailandesas.

O post Como é um mercado flutuante em Bangkok apareceu primeiro em Viajão.

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Se você estiver planejando uma viagem pra Tailândia, certamente já leu ou ouviu sobre os mercados flutuantes. Eles só abrem aos fins de semana. A experiência vale, principalmente, se você já chegar visitando um mercado flutuante bem tradicional em Bangkok, que é mais frequentado por moradores do que por turistas.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Qual escolher

Em primeiro lugar, saiba que os mais famosos têm grandes chances de estarem lotados de turistas como nós! E isso acaba descaracterizando a proposta de observar um local frequentado por tailandeses que vão às compras de barco.

Damnoem Saduak

O mais famoso dos mercados flutuantes em Bangkok é também o mais cheio. A maioria das agências turísticas na cidade oferece essa opção. O local fica a 100 quilômetros da capital, o que dá quase duas horas só pra ir! É bem afastado.

Nunca quis visitá-lo, mas quem já foi relata que tem mais turista circulando pelo lugar do que morador. Ah, e que chega a ser insuportavelmente lotado.

Amphawa

Este foi recomendado a mim por um tailandês na primeira vez que estive em Bangkok, em 2015. Muitos anos se passaram e agora a opção que parecia excelente está ficando muito lotada de turistas também. Ficou famoso!

Vale saber que o Amphawa também fica afastado do centro de Bangkok, a umas duas horas. Então, o ideal é tentar sair cedo pra curti-lo ainda sem muita gente.

Khlom Lat Mayom

Depois de muito pesquisar, escolhemos visitar este mercado flutuante em Bangkok. Queríamos ter a experiência de um mercado local, com poucos turistas e mais frequentado por tailandeses. E conseguimos bem isso!

O Khlom fica a 15km do centro de Bangkok: é perto!

O Khlom Lat Mayom (também escrito “Khlong”) fica em Taling Chan, na capital mesmo, a no máximo uns 30 minutos de carro do centro. Mas, antes de mais nada, saiba que ele só abre aos sábados, domingos e feriados tailandeses, entre 7h e 17h.

Como chegar ao Khlom 

Fomos de Grab, o aplicativo de motoristas no Sudeste Asiático (tipo o Uber no Brasil). Como estávamos em cinco pessoas, selecionamos uma van quando chamamos a corrida.

Existem vários motoristas com este tipo de veículo cadastrado no app e isso torna as viagens em grupo muito práticas!

Pagamos 450 bahts no total pra ir até lá, o que deu uns 15 dólares na cotação de dezembro de 2019.

Como é o mercado

Ao chegar, encontramos uma grande feira coberta que fica às margens de um córrego. São dezenas e mais dezenas de barracas, que vendem comida feita na hora, lembrancinhas, roupas, itens para casa, frutas, verduras…

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Dá pra ficar horas passeando pelos corredores e até provando muitas delícias tailandesas oferecidas pelos simpáticos vendedores.

Contratando um barco

Dá pra contratar um barco exclusivo pro seu grupo, mas atenção para os preços! Logo que chegamos, a motorista da nossa van resolveu nos “ajudar” a contratar um barco privado e nos falou que o passeio de uma hora custaria 1.000 bahts por pessoa. Convertendo, isso daria mais de 30 dólares! Estranhamos porque esses passeios não costumam ser assim tão caros na Tailândia e recusamos!

Demos dez passos e o preço por pessoa de um barco não privado era de 100 bahts, o equivalente a 3,30 dólares! Dez vezes menos pelo mesmo tempo, só que junto de outras pessoas.

O passeio pelo mercado flutuante

O barco em si já é um charme e consegue levar umas quinze pessoas ao mesmo tempo. O curioso é que os bancos onde sentamos são bem baixos, parece até que a água dos córregos vai invadir a embarcação a qualquer momento :O

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Durante a hora de passeio, navegamos por córregos que passam por vizinhanças pacatas com muitas casinhas tailandesas e conseguimos apreciar um pouco a rotina dos moradores do bairro. No trajeto, não vimos comerciantes vendendo mercadorias dentro de barcos. 

As paradas

Nosso passeio teve três paradas estratégicas. Duas foram em mercados parecidos com o primeiro, de onde embarcamos. Eles são em terra firme, então temos que descer do barco e temos um tempo combinado com o barqueiro pra explorar as dezenas de barraquinhas de produtos e comida.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Num dos mercados chegamos a comer um pad thai gostoso preparado por uma senhora dentro de um barco, no córrego. Custou 40 bahts, o equivalente a 1,30 dólar.

E ao lado deste mesmo mercado, tem até um templo budista.

Alguns minutos depois, seguimos para a última parada: um orquidário. A visita acabou sendo rápida. Apenas caminhamos pelas plantações de orquídea e já entramos no barco novamente para voltar ao ponto inicial.

Explorando a culinária tailandesa

Assim que voltamos ao Khlom Lat Mayom, resolvemos aproveitar pra almoçar (várias vezes hahaha) nas dezenas de barraquinhas de comida espalhadas.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok

Comemos chicken satay (espetinhos de frango), porco, arroz, salada, guioza, abacaxi, pele de frango frita e o tradicional roast duck (pato assado), que os tailandeses comem, também, no café da manhã!

E acabamos virando atração enquanto comíamos. Como éramos praticamente os únicos turistas no meio de centenas de locais que aproveitavam o domingo pra almoçar ali, fomos alvo de muitos olhares curiosos.

Inclusive, uma simpática senhora nos ofereceu guardanapos – o que facilitou a missão de devorar o delicioso pato com molho doce.

A experiência

Curtimos bastante poder explorar a culinária tailandesa “não turística” num lugar (quase) apenas frequentado por locais. Mas confesso que esperava outra coisa de um mercado flutuante.

Mercado flutuante Khlom Lat Mayom, em Bangkok
Um dos únicos comerciantes de barco que flagramos durante o passeio

Imaginei navegar com o barco e ver vários comerciantes em outros barcos vendendo seus produtos, na água mesmo. Pelo menos no Khlom, neste dia, não vimos muito disso.

Nossa experiência foi mais “mercado” do que “flutuante”! E isso até que foi bom, porque não é sempre que a gente almoça quatro vezes no mesmo dia e sai deliciado de todas elas, né?

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Conhecendo a encantadora El Nido https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-el-nido/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-que-fazer-em-el-nido/#respond Wed, 11 Dec 2019 10:00:05 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11587 Saber onde se hospedar e quais passeios fazer vai te ajudar a aproveitar ainda mais esse paraíso filipino.

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Esta é apenas uma das sete mil ilhas que pertencem às Filipinas. Mas saiba que El Nido é gigante e escolher exatamente o que fazer por lá antes de ir ajuda a economizar tempo. Afinal, existem vários lugares imperdíveis pra conhecer e desbravar a famosa e encantadora El Nido.

Little Maosonon Island, El Nido
Little Maosonon Island

Como chegar

De avião

Apenas uma companhia aérea, a Air Swift, voa diretamente para o aeroporto de El Nido. Os voos não são tão baratos para os padrões do Sudeste Asiático (em média US$ 100) e os aviões são pequenos.

A maioria deles parte de Manila, a capital das Filipinas (também saem de Cebu e Boracay). A viagem é tranquila e assim que o pouso vai se aproximando, vale a pena dar uma espiada pela janela do avião.

El Nido, Palawan

O visual é incrível e a cor água do mar perto do aeroporto já dá uma noção daquilo que você verá nos próximos dias.

De barco

El Nido tem um píer bem no centrinho. Dali, partem e chegam os ferries que ligam esta ilha à outra bem conhecida, Coron.

Dá pra aproveitar e conhecer os dois lugares fazendo essa viagem de mais ou menos quatro horas, pelo mar. As passagens custam em média 1.800 pesos filipinos (uns US$ 36 em dezembro/2019).

De van

Se você estiver em Puerto Princesa, outra cidade bastante procurada pelos turistas que vão ao país, dá pra chegar a El Nido por terra.

Mas prepare-se para viajar numa van, por até sete horas. Pode sair mais barato, só que o tempo de deslocamento será maior também.

Onde se hospedar

A escolha da hospedagem dependerá do estilo de viajão que você é.

El Nido Town

Gosta de ficar perto de restaurantes, lojas e bares diversos, com mais movimento e várias opções do que fazer todo dia e toda hora? Então, escolha um hotel em El Nido Town.

El Nido Town Beach
Praia de El Nido Town

A região fica na parte oeste da ilha, próxima do aeroporto e onde está o píer da cidade. Nos arredores, tem várias praias, como Vanilla Beach e Corong Beach.

Dá pra ver que o centrinho ainda está em desenvolvimento para receber um número de turistas que não para de crescer. Mas a infraestrutura ainda não é tão completa quanto em outras cidades de praia do Sudeste Asiático, como Phiphi, na Tailândia.

Outros pontos da ilha

Nos hospedamos no nordeste de El Nido, pertinho de Bulang Beach. A área é praticamente deserta e bem longe de lojinhas e restaurantes.

  • Vantagens
    O clima é de paz e dá pra descansar bastante. E o nosso hotel, Qi Palawan, ainda oferecia passeios incríveis e exclusivos para ilhas ao leste de El Nido, fora dos roteiros turísticos tradicionais.
  • Desvantagens
    Comprar um simples chocolate ou comer algo que não estava no cardápio do restaurante do hotel se tornava uma aventura. Era preciso alugar uma moto e percorrer uns 30 quilômetros (quase uma hora de deslocamento) para chegar ao centrinho e fazer compras.

A saída para os passeios tradicionais também deixou a logística mais complicada, já que os barcos partiam da praia de El Nido Town e, pra chegar até lá, tínhamos que alugar uma van e “viajar” por quase uma hora antes da aventura pelo mar começar.

Os passeios

Os tradicionais estão divididos em quatro tours diferentes, de A até D. Cada um engloba diferentes atrações. Por isso, vale pesquisar bem antes e, então, escolher o “pacote” que mais enche os olhos.

Existem também os passeios privados. Neste caso, você contrata um barqueiro e viaja apenas com seu grupo durante todo o dia.

Nós encontramos o Ronald, um simpático filipino, oferecendo os passeios na praia de El Nido Town. Optamos por um barco privado e escolhemos determinados destinos para conhecermos em um só dia.

El Nido, nas Filipinas

Em cinco pessoas, o tour custou 12.500 pesos filipinos no total, o que deu uns 250 dólares (em novembro de 2019). Nesse valor, já estavam incluídas as taxas governamentais de algumas ilhas, água e almoço preparado pelos barqueiros.

Conhecemos Hidden Beach, Helicopter Island, Secret Beach, Big Lagoon e Small Lagoon. Nosso passeio começou às nove horas da manhã e terminou pouco depois das cinco da tarde.

Caiaque na Small Lagoon, em El Nido
Alugamos um caiaque na Small Lagoon

Lembrando que o barco tradicional pode ser um pouco desconfortável para muitas horas de passeio.

Contato do Ronald, se quiser reservar o passeio: +63 961 291 3164 – dá pra mandar WhatsApp em inglês que ele responde rápido!

Leste de El Nido

No nosso hotel, contratamos um passeio oferecido para três ilhas pouco exploradas pelos turistas. Realmente nos impressionamos! Praticamente, só o nosso grupo estava nos lugares no dia.

Snorkeling em El Nido

Conhecemos e fizemos snorkeling nas águas transparentes de Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island.

Viajamos de speed boat entre elas e o conforto é um pouco maior. Pagamos 2.200 pesos filipinos por pessoa (US$ 44 em novembro de 2019). Neste preço, já estavam incluídos almoço, bebidas (refrigerante, suco, água e cerveja!) e as taxas governamentais.

Speed boat em El Nido

Dica de onde comer

O restaurante do nosso hotel Qi Palawan era ótimo, com várias opções.

Mas no centrinho de El Nido, descobrimos um lugar muito bom e que você vai adorar saborear.

O restaurante Happiness Beach Bar fica a uma quadra do mar e tem um astral muito bom. Um dos atendentes, na porta, nos ofereceu falafels e o sabor desse “brinde” já nos fisgou de imediato.

Happiness Beach Bar, El Nido

No cardápio, há várias opções vegetarianas. Pedimos sanduíches de falafel, brusqueta de falafel e também um dos pratos mais saborosos da vida.

Ele é servido numa panelinha, tem molho de tomate, queijo feta, húmus, ovo e um tempero delicioso, acompanhado de pão pita e uma conserva de legumes! Não tem erro, só de escrever sobre, já deu vontade de comer de novo.

Vai lá e depois me conta o que achou!

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Uma noite em Halong Bay https://www.viajao.com.br/bkp/uma-noite-em-halong-bay/ https://www.viajao.com.br/bkp/uma-noite-em-halong-bay/#respond Sat, 20 Oct 2018 10:00:28 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10532 Quem vai ao Vietnã, raramente deixa de fora o programa de passar uma noite em Halong Bay. O mais legal

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Quem vai ao Vietnã, raramente deixa de fora o programa de passar uma noite em Halong Bay. O mais legal disso tudo é que você dorme num barco que tem uma bela infraestrutura. Inclusive, é do tipo “mini-cruzeiro”. Vale a experiência, mas tem alguns poréns. É bom se preparar.

Onde reservar o passeio?

Você pode usar o site oficial dos cruzeiros em Halong Bay para fazer a reserva. São várias empresas, com diferentes tipos de barcos de cruzeiro.

Foto: halong-bay-tours.com

Ou, se preferir decidir mais em cima da hora, nas ruas de Hanói mesmo são várias agências de viagem que agendam o serviço. Nós fechamos o nosso passeio de uma noite assim mesmo. A vantagem: dá pra pesquisar bem os preços, saindo de uma agência e entrando em outra, e pechinchar bastante.

As empresas e os tipos de barcos

Logicamente, quanto mais luxo você terá no barco, mais caro será o preço. E você pode optar por cruzeiros com público mais jovem e com festas programadas ou por aqueles mais voltados à família.

Os preços para passar uma noite em Halong Bay, por pessoa, partem de uns USD 70. Vale você ficar bem atento à companhia que vai contratar. Dê um Google antes e observe o que as pessoas comentam sobre a infraestrutura do barco (é importante, afinal, sua segurança está em jogo!) e sobre as atividades que estão programadas no “pacote”.

Visual do convés do barco

Algumas das empresas bem avaliadas atualmente são:

  1. Swan Cruises – a partir de USD 140 por pessoa
  2. Flamingo Cruises – a partir de USD 130 por pessoa
  3. Aclass Cruises – a partir de USD 125 por pessoa
  4. V’Spirit Cruises – a partir de USD 125 por pessoa

Meus amigos e eu escolhemos a Swan Cruises e, na época, em 2015, pagamos em torno de USD 300 o pernoite numa cabine para três pessoas.

Como chegar a Halong Bay?

Vou usar como base o cruzeiro que nós fizemos de uma noite em Halong Bay. (Na real, eles vendem como “dois dias e uma noite”).

Nós saímos de Hanói num dia pela manhã, por volta das 8h, e fomos com um grupo, de van, até Halong Bay. Aliás, este serviço de transporte terrestre Hanói – Halong Bay – Hanói já estava incluído no pacote. O trajeto é longo: são quatro horas para ir e outras quatro para voltar à capital vietnamita.

Este tempo é de carro. São 175km de distância

As paisagens pelo caminho compensam. O motorista da van não era lá muito prudente no volante, dirigia rápido, invadia a pista contrária em locais perigosos para ultrapassagens, mas deu tudo certo.

Paramos uma vez na ida para comer e esticar as pernas. Chegamos a Halong Bay por volta do meio-dia. 

Quais são as atividades no cruzeiro?

Primeiro, descemos da van num “porto”, onde param várias vans de diferentes companhias. O local fica cheio de turistas ansiosos para começar a aventura. Minutos depois, chegam os guias dos grupos e vão encaminhando cada turma para os seus respectivos barcos.

Foto: halongbaytours.com

Entramos no nosso barco e tivemos uns 15 minutos para deixar as mochilas na cabine e voltar para o primeiro encontro no salão de jantar. Foi aí que percebemos um dos problemas desse tipo de passeio: tudo é mecânico, tem hora marcada e precisa seguir um roteiro. Bem ruim pra quem tinha acabado de enfrentar quatro horas de viagem, concorda? 

Nosso grupo tinha uns 15 turistas de diferentes partes do mundo. Todos estávamos sentados às mesas do salão de jantar do barco quando nosso guia começou a informar as regras e o que viveríamos naquelas 24h. Detalhe: o guia era efusivo e cheio de piadinhas. Pra um grupo que queria curtir o visual e relaxar, esses 20 minutos de “apresentação” foram uma tortura.

Então, começaram as atividades:

Caiaque

Divididos em duplas (ou até sozinhos), ganhamos caiaques e duas horas para desbravar Halong Bay. Que delícia de passeio! O visual era espetacular, tínhamos apenas que respeitar um limite – não podíamos passar dele por segurança.

Um pouco mais distante, víamos os barcos de outras empresas ancorados com outros turistas fazendo exatamente o mesmo. Constatamos: não há nada de original, mas vamos curtir a vibe.

Mergulho

Mais perto do anoitecer, tivemos que voltar com os caiaques para o barco. E, aí, quem queria, ganhou um tempinho livre para nadar e mergulhar ao redor do pequeno navio. Outras pessoas preferiram ir pras cabines tomar banho.

Só que a diversão acabou rápido. Não gostei quando o guia praticamente obrigou a mim e a mais umas cinco pessoas do nosso grupo a sair da água e a ir tomar banho. Parecia minha mãe ali falando “filho, sai da água e vem almoçar”. :/

Refeições

As refeições no barco são atrações interessantes. As comidas oferecidas foram ótimas! Nosso pacote de dois dias e uma noite deu direito a lanches, jantar, café da manhã e almoço.

Foto: halongbaytours.com

Tempo livre

O tão esperado “tempo sem nada pra fazer” veio à noite, após o jantar. Pudemos ficar curtindo o convés do barco, olhando o céu, curtindo o belo visual, relaxando e batendo papo.

Tai Chi Chuan

Pela manhã, quando o sol está nascendo, é oferecida uma aula de Tai Chi Chuan no convés. Confesso que não quis acordar pra participar, estava ferrado no sono. 😛

“Aula de culinária”

No dia seguinte de manhã, o grupo todo teve uma aulinha de como preparar “rolinho primavera”. Eles disponibilizam todos os ingredientes e você vai montando, seguindo as ordens do chef. Foi divertido e apetitoso.

Visita à caverna

Foto: halong-bay-tours.com

Pela manhã, também fizemos uma longa caminhada (com uma subida pela montanha) para conhecer a caverna Thien Cung. Ela tem 10 mil m2 de área e é espetacular!

Volta a Hanói

Após a visita, pegamos nossas coisas no barco, deixamos as cabines e voltamos para o “porto”. Ali, nosso grupo entrou na van e encarou mais quatro horas de estrada até Hanói.

Eu recomendo o passeio pelas belezas naturais e pela experiência de passar a noite no barco. Mas vá sabendo que é no estilo “excursão”, que os horários são todos programadinhos e que você terá de fazer o que o guia já tem planejado.

E se você tiver menos tempo ainda e quiser conhecer Halong Bay mesmo assim, existe um passeio que é apenas bate e volta até lá, sem o pernoite. Pode te fazer economizar tempo, dinheiro e, quem sabe, paciência pra passeios muito programados, né?

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A Ásia é logo ali! https://www.viajao.com.br/bkp/istambul-europa-asia/ https://www.viajao.com.br/bkp/istambul-europa-asia/#respond Tue, 06 Nov 2012 09:00:27 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8100 Não podemos negar uma coisa: Istambul tá muito na moda aqui no Brasil! Todo dia, no horário nobre, a cidade

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Não podemos negar uma coisa: Istambul tá muito na moda aqui no Brasil! Todo dia, no horário nobre, a cidade aparece na TV. E vai ficar ainda mais pop até a metade do ano que vem. Por isso, agradeçam (ou não) à Glória Perez, autora da novela das nove, “Salve Jorge”. Parte da história se passa  na belíssima cidade turca.

Já mostramos “turcamente” no Viajão as pechinchas do Grand Bazaar, a visita às mesquitas sensacionais, o segundo maior shooping da Europa e uma visita indigesta ao Mc Donald’s do lado asiático da cidade.

E é bem esse esquema europeu/asiático que você poderá vivenciar se fizer uma viagem pra Istambul. É uma situação diferente/divertida. Sair da Europa e ir pra Ásia num piscar de olhos como em nenhuma outra cidade do mundo. É a única que fica em dois continentes.

Essa mistura (Ásia+Europa) dá o tom da cidade, o tempo todo. E pra fazer essa travessia e conhecer o lado asiático é simples demais (ou o contrário, vai que você chega pela Ásia risos).

Lembro que pegamos um bonde pra irmos até as docas, onde ficam os barcos que saem do lado europeu para cruzar o Estreito de Bósforo. O problema: eu estava com uma gripe infernal bem nesse dia, corpo todo dolorido, o que afetou um pouco minha lembrança exata dos fatos.

Lembro que ventava muito ali perto das docas (jura?) e que isso era um tremendo incômodo pra mim. O vento parecia carregar mini navalhas flutuantes que rasgavam vorazmente cada centímetro de minha pele, ass.: Erico Veríssimo.

Compramos o ticket para a travessia do ferry boat ali mess. Era barato, mas não me perguntem o valor :/ a gripe apagou da minha memória. Entramos no barco. São amplos e com bancos de MADEIRA espalhados pra você sentar.

A travessia demora uns 20 minutos, se não estou enganado. A água do Bósforo, azulíssima, estava um pouco REVOLTA no dia que fui. Mas nada que comprometesse o passeio mais do que a gripe chata.

Chegando no lado asiático, você já percebe diferenças, como arquitetura sutilmente diferente, mais mulheres com o rosto coberto com lenços, ruas um pouco menos movimentadas. Aí aproveite passeando, curtindo, entrando em lojas e comendo.

Gripe embeleza risos

Depois, é só fazer o caminho de volta exatamente da mesma forma que fez o de ida.

Já do lado europeu de novo, ainda flagrei um tiozão pescando no Bósforo debruçado no parapeito.

Europa e Ásia nunca estiveram tão perto! Pacotão 2 em 1, ainda quero repetir. Mas sem gripe da próxima vez. 😉

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