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Um lugar para relaxar no meio da intensa Índia. Que tal meditar, comer bem, fazer rafting e até nadar num Ganges limpo? Rishikesh vai te surpreender!
O post Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga apareceu primeiro em Viajão.
]]>Quando você planeja uma viagem à Índia, já espera mergulhar numa experiência de muitos contrastes com o Brasil, né? E se essas diferenças também aparecerem dentro do próprio país?

Pois Rishikesh, a capital mundial do ioga, é um pedaço de paz no meio da intensa Índia. E ainda mais: Rishikesh vai muito além do ioga e reúne muitas opções do que fazer.
Em primeiro lugar, saiba que se você estiver em Délhi, a maneira mais prática de se chegar a Rishikesh é de carro mesmo. Você pode contratar um motorista.
Indico o Rahul – é só contatá-lo em inglês pelo Instagram @driveindia.ok ou pelo WhatsApp +91 98188 10373.
De carro, o trajeto dura umas cinco horas e são 225 quilômetros de estrada.
Dá pra ir de avião também até o aeroporto da cidade (a sigla dele é DED). Companhias como IndiGo e Spice Jet têm voos diretos, que duram uma hora. Pesquise os preços para as suas datas pelo SkyScanner.
Além disso, também é possível chegar de trem. As viagens duram mais de quatro horas. Dá para ver os detalhes no Virail, mas já aviso que muitos trens indianos têm infraestrutura simples e são lotados. Fique atento à categoria da passagem na hora da compra.
Entre setembro e novembro, ou entre março e abril, quando não está tão quente!

Vale lembrar que, em março, acontece o Festival Internacional de Ioga de Rishikesh, então a cidade fica um pouco mais cheia que o normal.
Num roteiro de 12 dias pela Índia, separe uns três para desbravar essa encantadora cidade.
Antes de mais nada, saiba que por ser a capital mundial do ioga, Rishikesh tem vários ashrams. Eles são lugares que ficam com as portas abertas para receber pessoas que têm interesse num estilo de vida saudável e de evolução espiritual.
Ou seja, em Rishikesh você pode se hospedar num ashram, local que traz momentos pra meditar, praticar ioga, ficar em silêncio e também fazer trabalho voluntário. Todos têm um guru espiritual responsável e contam com uma média de três refeições (vegetarianas) por dia.
Se você for mais tradicional, pode optar por um hotel ou um albergue. O bairro Tapovan é bom pra se hospedar, fica perto de vários restaurantes e, dali, é possível explorar bem a cidade a pé.

Nós nos hospedamos no Dewa Retreat.
A saber: um límpido e gelado rio Ganges corta a cidade ao meio. Sim, você leu certo! Por isso, a cor dele é extremamente bonita! Um verde claro, visto de longe.

Assim, então bora fazer…
Várias empresas promovem a aventura com toda a segurança possível. Nós escolhemos a Red Chilli Adventure, que tem raftings que duram 2h30min, 3h30min ou 5h. Quanto mais tempo, maior o trecho do rio percorrido com o bote.

Os valores partem de U$ 15 e incluem transporte até o rio e equipamentos, como colete salva-vidas e roupa térmica. Vista! Você vai precisar porque a água é bem gelada.

Esta ponte pênsil é o cartão-postal de Rishikesh e passa sobre o rio Ganges. Foi construída em 1986 e tem 229 metros de comprimento.
Apesar de ser um ponto turístico concorrido da cidade, a ponte de ferro Ram Jhula é muito utilizada pelos moradores (que só podem transitar a pé, de moto e de bicicleta), principalmente na hora do rush.

Dessa forma, fique atento pra não ser atropelado!
Se você está na capital mundial do ioga, que tal fazer uma aula? Várias escolas desta filosofia de vida estão espalhadas pela cidade: muitas funcionam dentro dos hotéis!
Vale lembrar que praticar ioga na Índia ganhou ainda mais projeção após o livro Comer, Rezar, Amar, de Elizabeth Gilbert (compre aqui pelo código do Viajão®) – que depois virou filme com Julia Roberts. A parte “Rezar”, do título, se passa em terras indianas, onde a autora viveu, por um período, em um ashram.

Pra marcar na pele todo o clima indiano, que tal fazer uma tatuagem de henna, conhecida como mehndi ou mehandi na Índia? Tradicionalmente, os desenhos são feitos na pele em rituais ou festas de casamento.
Mas em Rishikesh você encontra muitos locais para fazer os desenhos na pele. A Marina fez numa das mãos dentro da casa de uma mulher indiana, em cima da cama dela. O desenho foi surpresa e ficou sensacional, né?
Como dá pra ver nessa foto do Instagram, já estávamos em Varanasi, dias depois, e a tatuagem resistia. Ela demora mais ou menos uma semana pra sair totalmente da pele. Por isso, escolha bem o local antes de fazer.
Em 1968, no auge do sucesso, os Beatles decidiram “sumir” da mídia e viajaram para Rishikesh. Com o propósito de aprender meditação transcendental, ficaram hospedados num ashram às margens do rio Ganges por sete semanas e compuseram 40 músicas!
Grande parte delas está no White Album – o Álbum Branco (dá pra comprar o raro CD aqui).
Hoje, o ashram está desativado, mas é possível conhecer o que sobrou dele. Turistas estrangeiros pagam U$ 10.
Todos os dias, quando o sol se põe, acontece a cerimônia Aarti em três pontos do rio Ganges: Parmarth Niketan Ashram, Triveni Ghat e área do Ram Jhula Parking Ghat.
Aarti é um ritual bem antigo, em que os hindus realizam oferendas a vários deuses, como Shiva, Ganesha e Vishnu. Eles utilizam o rio sagrado, chamado de “mãe Ganges”, onde depositam flores, incensos e velas.

A cerimônia tem música, dança e dura 45 minutos. Um momento de paz e beleza para compreender um pouco mais da religião que movimenta o país.
Antes de mais nada, saiba que Rishikesh é uma cidade completamente vegetariana. Você não vai encontrar qualquer tipo de carne por lá.
E isso não fará falta, caso você seja carnívoro. É que por estar na Índia, pode apostar que você vai comer muito bem! Os sabores e temperos dos pratos são sempre espetaculares.

Vá ao Ganga Beach Cafe, restaurante delicioso que fica ao lado da ponte Ram Jhula, numa entradinha escondida. A vista é linda e os funcionários são uma simpatia. Prove o chá de gengibre, limão e mel. E, pra comer, experimente o mushroom masala: um curry de cogumelos repleto de especiarias, acompanhado de muitos naans (os pãezinhos indianos).
Outro restaurante/café bem gostoso é o Pure Soul Cafe & Organic Kitchen. Fica em frente ao hotel Dewa Retreat e conta com um ambiente agradabilíssimo.

Por falar em delícias, outra excelente opção é o Free Spirit Cafe. Os pratos são um abraço na alma, de tão saborosos.
Tente viver as experiências nesse oásis indiano perto de ir embora do país. Como Rishikesh é uma cidade mais tranquila, que transpira meditação e paz, deixá-la como último destino na Índia vai te ajudar a entender melhor toda a intensidade que você tiver vivido antes por lá.
Por isso, saiba que visitar a Índia é uma experiência incrível, que transforma e que cabe no orçamento, sim. Enfim, basta se planejar e se abrir pro novo. Você vai querer voltar!
1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
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]]>Sim, estou falando do The Cavern Club, o bar onde os Beatles faziam seus stand-ups shows. O Xóia já falou por aqui do The Cavern, porém como eu sou muito mais jornalista que ele (risos) eu tenho vídeos e iBagens! hohoho.
A pira é ir pra Liverpool e curtir as baladinhas da Matthew Avenue. Todas meio padrão, porém bem badalado. É interessante porque você encontra vários turistas, e também ingleses de outras cidades que vão fazer sua despedida de solteiro por lá, acreditem. Encontrei um grupo de mulheres vestidas de abelhas e enfermeiras dentro da balada, junto com a noiva zoada, o tal chá de calcinha inglês, no qual a noiva não participa do mico sozinha, leva todas as amigas pra tal.
Ok, além das várias casas noturnas com o som apavorando a rua, se você for pra Liverpool, não pode deixar de visitar o The Cavern Club, que como o nome já diz, é uma caverna mess. Você desce e desce até chegar ao santuário dos Beatles.
Sinceramente não é grande coisa o lugar físico, mas pra quem é fã de Beatles e de mais bandas inglesas, vai pirar. Eu curti deveras, chão molhado, suor no teto, filas pra pedir cervejas e o som de alta qualidade, um clássico bar rock n’ roll.
Então não deixe de conversar com John Lenon e troque uma idéia, vai que ele tem umas consumas liberadas pro bar. (podre essa anedota, mas vai, considera aí). Let it be e aquele abraço.
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]]>Pra acabar com esse desânimo, que tal uma musiquinha? Que tal BEATLES? Vamos relembrar o post que mostra a saga pra bater uma foto na famosa faixa de segurança em Abbey Road, em Londres.
É só clicar aqui, e te garanto que all you need is love.
Ah, e aproveita o finzinho de feriadão pra seguir a gente no twitter, e pra curtir nossa página no Facebook, beleza? 
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]]>Segunda-feira combina com Beatles? Se não combinar, a gente DEIXA ESTAR, força um pouco a barra e CARCA a combinação risos.
Confesso que nunca fui fããããã desse quarteto que enlouqueceu o povo nos anos 60 e ainda enlouquece umas pessoinhas por aí. Mas não dá pra negar que os caras foram (e são) referência pra uma galera, né? E em cima disso, resolvemos não deixar escapar a cidade de Liverpool da viagem de carro que fizemos cruzando a Inglaterra. (o Coqs também viajou assim, até foi pra Liverpool, mas sem CNH risos)
Liverpool é du caraio! Cidade que já encanta assim que você coloca os pés no chão. Tem um astral massa, é bonita demais e transpira Beatles por todas as partes. Caso alguém não saiba, foi exatamente nesse cantinho inglês que a banda começou os trabalhos até fazer meninas desmaiarem pelo planeta risos.
E purfa! Ir a Liverpool exige uma baladinha no The Cavern Club! Foi exatamente neste pub que os Beatles começaram a carreira. Onde tocaram pela primeira vez juntos!
O pub é massa. Feito de pedras, num PORÃO (daí o nome CAVERN, néam?) e meio claustrofóbico. Tá bom, ele é EXATAMENTE igual ao de 1961, quando lançou os Beatles naquele palco. Mas depois de umas confusões, precisaram reconstruí-lo. E deixaram igualzinho ao original, inclusive usando TIJOLOS do original.
Lá dentro tem uma área só dos Beatles, com lojinha e tal.
E tem muita cerva, estilo irlandês total, um povo animado (vai gente mais velha, afinal, eles eram jovens quando os Beatles fizeram sucesso, né?), cervejas variadaças e bandas e cantores tocando muita música do quarteto. Ah! E as paredes de pedra são INTEIRAS rabiscadas. Galera assina os nomes. Por isso, leve uma canetinha pra deixar sua marca que nem a Chiara aí embaixo kkk.
O massa é que o Paul McCartney apareceu de surpresa uma vez por lá, no fim dos anos 90, e deu uma PALHINHA no palco pra galera que tava no pub. Isso virou DVD, que fica rolando pelas TVs espalhadas.
Mas se o povo não tem a mesma sorte todas as noites, a gente ajuda. Só que um pouquinho mais desafinados, néam?
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]]>Tipo, a rua não tem nada de mais, mesmo! Purfa, é apenas uma rua no bairro St. John’s Wood, local em que pessoas transitam tranquilamente como se nada tivesse acontecido e onde moradores vivem uma vida pacata. Quer dizer, QUASE pacata. Porque o que tem de turistas xaropes querendo bater uma foto igual à da capa do disco, não é brincadeira, viu?
Claro que meus amigos e eu nos incluímos nessa parcela de TURISTAS XAROPES. Mas viu aí no video como a rua é movimentada? Na boa, a gente demorou pra conseguir bater uma foto clássica e, que no fim das contas, não ficou aquilo tudo não.
Primeiro pedimos pra uma guria bater uma de nós quatro. Mas ela foi muito perdida, bateu de um ângulo que só existe na cabeça dela e não teve o feeling! Concorda? 
Aí, disputamos espaço com os carros, com outros turistas e conseguimos, apenas com TRÊS aparecendo, que a foto saísse. Mas se liga que o fotógrafo também precisa ficar no meio da rua. Detalhe: FORA DA FAIXA. Só que os carros que por ali passam já tão bem acostumados, né? Então seeeempre param. Merecem um prêmio pela paciência.
De quebra ainda dá pra ver o estúdio onde os Beatles gravaram algumas músicas. Fica ali ao lado da faixa. Pelo jeito, uma das capas de discos mais famosas do mundo, surgiu da mais pura preguiça:
– Bora fazer a capa do disco?, questionou John Lennon.
– Tô muito a fim, não. Vam’ fazer ali fora rapidin, sugeriu Paul McCartney
– Demorô!!, entoaram, ao mesmo tempo, os animados Ringo Starr e George Harrison.
CLICK
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