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Arquivos colaborões – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/colaboroes-2/ construímos memórias Tue, 01 Dec 2020 15:14:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos colaborões – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/colaboroes-2/ 32 32 Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-8/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-8/#comments Tue, 15 Mar 2011 10:04:21 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1616 Ela é publicitária, curte um bom samba e de costume sempre cai (do verbo cair, levar pacote) nas baladas. A

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Ela é publicitária, curte um bom samba e de costume sempre cai (do verbo cair, levar pacote) nas baladas. A garota que passou 11 meses na Disney, ex-cast member, de fato ela deve saber histórias que nem o Mickey ou a Minnie imaginam ser possíveis na Terra Encantada (boatos que ela ja viu dois príncipes se beijando por trás das cortinas). Com vocês, Karin Mesquita hoje aqui no Viajão.



Hidden Mickeys.

Falar da Disney pra quem morou lá por quase 1 ano é fácil, fácil. E se deixar, eu escrevo um livro sobre o mundo mágico das orelhinhas. Mas como isso levaria muito tempo e o Coqs não deixa, vou me limitar a falar sobre os Hidden Mickeys, pelo menos por enquanto.

Hidden Mickeys são aquelas “silhuetas” de orelinhas do Mickey  (ºoº) que você encontra (ou não!) em todos – eu disse TODOS – os cantos do complexo, dos parques aos hotéis, restaurantes e lojas, dos mais óbvios aos mais camuflados. Pra quem conhece a Disney, sabe que não existe lugar nenhum sem muuuitoos detalhes. Os caras pensam em tudo mesmo. E na minha opinião, os Hidden Mickeys são o maior exemplo do quão “freak” – ou detalhistas – o tio Waldisney e sua trupe são.
Os óbvios:

Os menos óbvios:

E os Hidden Mickeys não param por aí. Se você é tão freak quanto esse pessoal, sabe o nome de todos os filmes da Disney decor e salteado, por ordem alfabética, ordem de preferência ou ordem de fofurice, talvez possa nos ajudar a contar mais algumas orelhinhas espalhadas nas telinhas. E se vc acha a Disney um saco, os filmes pentelhos e toda essa história de magia uma bobagem, atenção, você ainda pode se divertir muito (ou não!) com eles. O chefinho tio Disney pensou nas silhuetas até mesmo nos filmes, acredite! E a busca por eles se torna quase um esporte. (!!)

Eu sei que toda essa loucura é muito mais pro pessoal que curtem meeesmo a Disney. Porque né, quando você for visitar a Disney pela primeira vez, a última coisa que você terá tempo é de ficar caçando Hidden Mickeys por lá. Porém, essa pode se tornar uma brincadeira divertida durante aquelas filas intermináveis com um bando de excursões pentelhas de brasileiros tagarelas bacanas pra você interagir! E se você quiser uma mãozinha pra essa diversão, o livro “Hidden Mickeys” pode ser uma boa pedida. Ele dá dicas de como procurar, onde estão, etc.etc.etc. E acredite, CHOVE gente na Disney – na maioria americana – que vão pros parques com seus livros e perdem o dia só desvendando esses mistérios!

Coisa de doido ou não, o fato é que a busca pelas orelhinhas obscuras e contagiosas pode ser divertida. Mas atenção, quando você começar a encontrar Hidden Mickeys FORA da Disney, algo de muito estranho está acontecendo com você e você pode levar pito do segurança do Museu em NY:

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-6/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-6/#comments Tue, 22 Feb 2011 13:47:38 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1480 Hoje o Colaborões tem a presença do redator publicitário Bruno Leite, colecionador de cachecóis e de cantadas dignas de prêmios

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Hoje o Colaborões tem a presença do redator publicitário Bruno Leite, colecionador de cachecóis e de cantadas dignas de prêmios (mentira), que conta sua envolvente história em Paris. Uma história peculiar e uma lição de vida. Emocionante.

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Coxinha de Paris

27 de janeiro de 2006. Esta era para ser a data do meu primeiro encontro com Paris. Estávamos em 4 pessoas: eu, meu irmão, um amigo do meu irmão e minha mãe. Prontos para entrar no trem que saía de Bordeaux e nos levaria à cidade luz, embarcamos. Porém, minutos depois, o meu irmão percebeu que estava sem a sua carteirinha de estudante. E assim não poderia embarcar com o bilhete que havia comprado. Descemos e já não éramos mais 4, e sim 3. O amigo do meu irmão não nos viu descer e acabou se aventurando em um fim de semana sozinho em Paris.

Eu, meu irmão e minha mãe tivemos que ir apenas no sábado, dia 28. Ao sentarmos no trem, eu e mamãe começamos a nos indignar. Uma senhora que sentou na nossa frente com um cachorro olhava para a gente e balançava a cabeça de um lado para o outro em tom de reprovação. Xenofobia, falava minha mãe. E a véia continuava a nos reprovar. Por 3 horas seguidas. Foi então que percebemos que a querida e simpática idosa apenas tinha um tique.

Chegamos em Paris e, como turistas típicos, fomos direto à Torre Eiffel. Em seguida, bateu a fome. Fomos a uma panificadora e fizemos um lanche. Minha mãe pediu um sanduíche, meu irmão preferiu um croissant e eu fui de coxinha.

Chegou o sanduíche, lindo e quentinho. Chegou o croissant lindo e quentinho. Aquelas fumacinhas dos lanches alheios numa temperatura de zero grau só me davam ainda mais vontade de devorar minha coxinha. E ela veio. Mas sem fumacinha. Quando a senti em minha mão, estava gelada. Eu ia reclamar, mas a fome mandava eu dar uma mordida antes. Foi então que descobri que a coxinha de Paris nada mais era que um doce de coco.

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Colaborões https://www.viajao.com.br/bkp/936/ https://www.viajao.com.br/bkp/936/#respond Tue, 28 Dec 2010 10:00:52 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=936 O Colaborões de hoje está em clima de Ano Novo, já que semana passada demos uma prévia do Natal, néam?

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O Colaborões de hoje está em clima de Ano Novo, já que semana passada demos uma prévia do Natal, néam? Uhull, 2011 tá chegando! Você aproveitou bem este ano?

A colaborona da vez é a Renate Krieger, jornalista e que mora na Europa há um bom tempo. Ela nos conta como é o “reveillon” na Turquia! Mega interessante, se liga e boa viagemmmm! 😉

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Que eu me lembre, nunca passei o Ano-Novo dormindo (Réveillon esquecido da infância não conta, né?), mas até poucos anos atrás as minhas passagens de ano nunca tinham sido lá muito inusitadas ou exóticas.

(Se bem que esse tipo de adjetivação também depende do lugar onde se está – para um europeu, pelo que sei, é o máximo imaginar passar o Ano-Novo na praia, por exemplo, e esse negócio de vestir branco o pessoal também não conhece muito lá no hemisfério Norte).

Bom, o Ano-Novo mais diferente que eu já passei foi o de 2006 para 2007, em Istambul, na Turquia, e a viagem que fiz pra lá já estava com gostinho amargo de despedida – fui com três dos meus melhores amigos. Na altura, morávamos em Paris, e em 2007 a vida já ia se encarregar de nos espalhar pelo mundo.

Ou seja: Pablo e Ana, um casal de argentinos, voltaria a Bariloche; Céline estava de malas prontas para morar no Marrocos durante um ano; e eu deixaria a minha amada Torre Eiffel para trás – e tudo o mais (baguettes, queijos, vinhos, doces e o meu lado “bon vivant” – para viver em Bonn, na Alemanha, e trabalhar na Deutsche Welle (onde, este ano, conheci o Xóia, tchanan!).

O plano era então passarmos, mesmo, o nosso último Réveillon num lugar inusitado. Foram só cinco dias, mas foi pra lá de bão.

Acho que o episódio mais diferente que vivemos foi na noite de Ano-Novo, mesmo. Primeiro, reservamos uma ceia de Réveillon no Metropolis Hostel, no qual ficamos hospedados, no bairro Sultanahmet, que é mais novinho e fica perto do centro histórico.

Só um adendo: o quarto era de 4 pessoas, banheiro compartilhado com o resto do hotel e nem sempre era uma alegria ir tomar banho no FRIO, mas aquele beliche tinha o MELHOR TRAVESSEIRO no qual já dormi, mesmo com os chamados para as preces às seis horas da manhã. Fiquei com vontade de roubar.

Enfim, a ceia consistia de dois pratos, um deles um guisado de carneiro servido numa jarra de barro, e o garçom vem na sua mesa com um facão estilo espada para cortar o gargalo da garrafa. Fantasticamente delicioso, com arroz. O outro era um guisado de frango com legumes, muito bom também, mas não teve a aparição estelar do carneiro.

Saímos rolando do hostel depois de perguntarmos ao garçom qual era a boa da noite. Dispensamos a sugestão dele, de ver odaliscas no restaurante. Não deixei de reparar na cara meio desconfiada do garçom quando dissemos que íamos à Praça Taksim, no centro da cidade. Ele falou para tomarmos cuidado, mas só depois entendi exatamente.

A festa na Praça Taksim é super animada, a cidade inteira vai pra lá, e é bonito ver famílias inteiras, mulheres com carrinhos de bebê. O momento do Ano-Novo foi lindo também, muitos fogos de artifício, gritaria e comemoração – por outro lado não rolou muita interação, a festa é meio cada um por si, mesmo.

A uma certa altura, porém, o pessoal começa a despirocar um pouco mais. Não esqueço de um moço completamente empolgado dançando no telhadinho de um ponto de ônibus, balançando ao ritmo frenético de uma música tecno (batida que tocou durante a noite inteira por lá, aliás).

O problema para as mulheres descobertas é que a galera vai passando a mão na retaguarda das

ocidentais. Aconteceu comigo, com Céline e com Ana. Ficamos meio revoltadas porque não era uma passada de mão qualquer, foi coisa de você dar pulos pra frente de susto. E depois perguntaram pro Pablo por quem ele estava acompanhado, querendo tirar um sarro. Ele, na maior tranquilidade: “das três, oras. É o meu harém”.

No final, resolvemos voltar ao hostel, que tem um barzinho no porão, e fumamos Narguilé. Devo ter escrito alguma coisa nas paredes já cheias do local, para que Istambul não nos esquecesse – assim como não esquecemos Istambul.

E, para quem quiser dicas para visitar a cidade, a primeira é negociar, negociar, negociar – nos mercados como o Grande Bazar ou o mercado egípcio, de temperos, ou até para arranjar um guia no palácio Topkapi (vale a pena visitar com guia porque é muito grande).

Se for comprar lembranças para o pessoal de casa, uma dica boa são as lâmpadas de vidro, muito lindas (negocie o preço porque o pessoal lá chuta alto para conseguir um preço justo). E não entre numa negociação se não tiver lá muita certeza, você pode perder uns 15 minutos do seu dia dizendo que não quer o produto – apesar de, em Istambul, pelo que me falaram, os vendedores serem menos agressivos que no Marrocos, por exemplo.

Para além do circuito turístico (Hagia Sofia, Mesquita Azul, Palácio Topkapi, Palácio Dolmabahce, mercado egípcio, Grande Bazar, cisterna na parte central da cidade), eu recomendo um passeio pelo Bósforo – de BALSA, não de barquinho turístico, sai MUITO mais barato. Além disso, basta olhar os horários, a balsa te leva também para o lado asiático de Istambul, a cidade em dois continentes. Olha lá o Mar Negro:

Nos dias que passei em Istambul, chorei por não ter podido visitar a parte europeia da cidade. Eu tive que voltar pra trabalhar em Paris, mas meus amigos ficaram, e disseram que rola um contraste bastante grande com a parte mais “oriental” de Istambul. Mas foram dias de muita comilança, falação de besteiras, chás de menta e deliciosos cafés turcos. Foi uma despedida digna que me deu vontade de voltar logo. De preferência, com os amigos de Paris, para um também digno “revival”.

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Valeu Frau Kriegerrrr! Altas experiências em Istambul, com direito a ASSÉDIO e travesseiros quase roubados! aHUahuAHUahuAHU Brigado por tirar um tempo das suas férias no Brasil pra ser uma colaborona por aqui.

E você, caro viajão, também pode contar uma experiência maluca em qualquer lugar deste mandão. Manda sua história pra souviajao@gmail.com e também seja um Colaborão! 😉


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Colaborões https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes/#comments Tue, 07 Dec 2010 11:30:14 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=378 Hoje a gente estreia a seção Colaborões, que pretende contar com a sua participação, senhor viajão. E a primeira viajona/colaborona,

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Hoje a gente estreia a seção Colaborões, que pretende contar com a sua participação, senhor viajão. E a primeira viajona/colaborona, que vai relatar uma experiência muito massa de viagem, é a Sá Olivetti, do popzíssimo blog Coisas de Diva.
 
Ela foi para os EUA e aproveitou pra conhecer a nova atração da Disney: Harry Potter! Boa viagem! 😉

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Quem é que não gosta de contar suas aventuras viajonas, hum? Pois quando o Xóia me convidou para comparecer por aqui, fiquei felizona.

No último mês de outubro tive a oportunidade de passar as férias nos Estados Unidos e fiquei em Tampa por um mês. A cidade é do lado de Orlando, então aproveitei para conferir a última novidade dos parques temáticos: o Wizarding World of Harry Potter na Island of Adventure da Universal.

Parque temático geralmente é um lugar cheio de gente, mas esse pedacinho de Hogwarts na Flórida é o lugar mais lotado da face da terra. Assim como eu, todo mundo resolveu conferir o lançamento de perto.

Serião, até a noite, com o parque quase fechando, ainda se via uma multidão por lá. Mas arrastão de “Trouxas” à parte, o Wizarding World deixa qualquer fã de Harry Potter com um sorrisão no rosto.

Está lá uma versão reduzida da vila de Hogsmeade com todos os telhados cobertos de “neve” e as lojas que vemos nas telonas, entre elas: Honeydukes, onde você pode comprar balinhas de todos os sabores por quase US$12; Ollivanders, onde pode encontrar a varinha mágica do seu bruxo preferido por US$29,95 e também a Zonko’s com jogos de mágica e brinquedos para aplicar PEGADINHAS em seus amigos.

Não diga que não avisei: as lojas são geniais, mas são pequenas e estão sempre lotadas de fãs de Harry. Não esqueça a paciência (e os dólares) em casa.

Na vila também existem carrinhos, onde dá para entrar numa enorme fila para provar a cerveja amanteigada ou o suco de abóbora. Nos arredores ainda tem a casa do Hagrid e também o carro azul onde um dia Harry e Rony foram macetados pelo Salgueiro Lutador.

Duas das atrações são montanhas-russas, uma para amadores como eu – Flight of the Hippogriff – e outra para pessoas com colhões – Dragon Challenge. Boatos que essa última já existia no parque e foi apenas redecorada. Espertinhos!

Mas a atração mais legal mesmo (e pela qual fiquei 50 minutos na fila) é a Forbidden Journey, que fica dentro do castelo de Hogwarts. A fila começa dentro da estufa, depois entra no castelo e passa pela sala de Dumbledore, também pela sala de Defesa Contra Artes das Trevas e pela sala comunal de Grifinória.

Preciso falar que o cenário é muito bem feito? Lá dentro os personagens aparecem e conversam com os Trouxas, seja por meio de projeções ou nos quadros pendurados nas paredes.

Sim, eles se mexem como no filme. O lado ruim é que as pessoas na fila conversam e falam alto, então às vezes quase não dá para escutar a história que está sendo contada. Mas achar cada detalhe dos filmes e dos livros por lá é uma sensação espetacular para quem acompanha a história de Harry.

Tudo isso acaba em um simulador que nos coloca para voar junto com o bruxo por cima do castelo, na floresta proibida e também para o meio de um jogo de quadribol. O brinquedo deixa as pernas livres e nos prende pelo ombro e tronco, então a sensação é muito real!

O simulador passa por telas de projeções (aquelas redondas) e também por cenários com dragões soltando fumaça e aranhas guspindo na nossa cara. Achei tão legal, que fui mais uma vez.

Como sou bundona para ir nas montanhas, achei esse o brinquedo mais sensacional entre todos da Universal e Disney.

O destaque mesmo é a tecnologia que usaram para mostrar os personagens e também o simulador em si, que chacoalha de uma maneira muito real. Para quem já visitou o parque, dizem que esse brinquedo é uma versão melhorada e tecnológica da atração do Homem Aranha.

As pessoas brincam que na Universal ninguém acredita em Mickey Mouse… mas com certeza acreditam em Harry Potter!

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Valeu, Sá. E putz, deu ainda mais vontade de ir pra Disney depois dessa, hein?

 E você também pode ser um Colaborão, caro viajão! Para isso, mande uma história legal/bizarra/engraçada/curiosa de uma viagem que você fez, em qualquer lugar do mundo, e conte pra todos aqui como fez a Sá!

Envie a história (com fotos de preferência) para souviajao@gmail.com e viaje com a gente 😉

   

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