Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131

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Arquivos comida rápida – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/comida-rapida/ construímos memórias Sat, 28 Nov 2020 21:20:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos comida rápida – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/comida-rapida/ 32 32 A arte de mal comer americana https://www.viajao.com.br/bkp/fast-food-comer-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/fast-food-comer-eua/#respond Sat, 26 Jan 2013 10:00:01 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8619 Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal. A exposição chamada Lunch Hour vai até 17/02, em Nova York.

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Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal… Maldade falar assim em Nova York, logo a megalópole mais bem servida de restaurantes de todas as cozinhas mundiais e opções gastronômicas sem fim… Mas foi justamente lá que encontrei uma exposição que conta direitinho sobre os hábitos alimentares duvidosos dos americanos, a exposição chamada Lunch Hour ainda está rolando por lá, até 17 de Fevereiro, na Biblioteca Pública. Uma fast-food passada pela linha do tempo e tudo vai fazer sentido agora:

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Americano que é americano come ovos e bacon de café da manhã e um lanchinho básico no almoço, né mess?? É muito comum ver pessoas nas praças com seus sandubas ou ainda andando, pegando o metrô ou os táxis… Esse hábito, que hoje define o estilo de vida americano, foi estabelecido e fortaleciado ao longo do tempo, comandado pela lógica do “Time is money” e por isso mesmo chamado de “Quick-Lunch”.
Final do século XIX: No ritmo da sociedade moderna e industrial, a vida em Nova York era ditada por três palavrinhas que meus amigos do futurismo podem ajudar a lembrar: tempo, velocidade e eficiência. Assim, as refeições originalmente baseadas na vida rural das famílias inglês, antes chamadas “jantar no meio do dia” a essa altura já eram conhecidas como “lunch”. O mais importante na hora do lunch break – veja bem, era só um break – não era o que comer, mas o quão rápido fazê-lo… tudo controlado pelos primeiros “cartão-ponto” da história!
Nesse tempo os salões eram ocupados pelos patrões, executivos e burgueses; trabalhadores da classe média gradualmente mudaram a geografia da cidade ao se mudar para mais perto do trabalho e almoçavam em casa, enquanto os operários ficavam com suas marmitas do lado de fora mess…
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Os primeiros salões separavam também os ambientes entre homens e mulheres… negros e brancos… fumantes e… fumantes!
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Já perceberam que minoria que é minoria sempre teve tratamento especial nos EUA, neam??
1912: The Automat: A evolução chegou!
                                                                                                                            
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Uma das maravilhas da américa são as máquinas automáticas, especialmente as de café, que te fazem aguentar o tranco na firrrma.
Mas não era só pra café não… Imagine você uma máquina automática de comidas!!! OK, nos “bastidores” a “tecnologia” se resumia a um bando de moças abastecendo as gavetinhas do lado de lá do balcão…
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Anos 30-50:
A modernidade definitivamente chegou para todos… !!!
Nessa época já existiam “Automat restaurants” por toda a cidade, assim como cafeterias. Todos já estavam dependentes deles e até quem não tinha um tostão furado se lambuzava com o katchup grátis e água quente – olha que dava uma bela sopa hein!
O próximo passo foi o famoso “self-service”, outra grande inovação dos tempos modernos que nos ensinou a comer “em linha de produção” e nos acompanha ate hoje!
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As casas iam cada vez mais para os subúrbios, New Jersey e afins, o que obrigava os trabalhadores a comer pelo centro mess. Nessa época também se popularizavam opções icônicas da cidade, como os Frankfurters, ou cachorros-quente de rua, além dos sanduíches e tudo que se pode pedir “pra viagem”.
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Mas na época da grande depressão, o governo aconselhava a população a “conter os gastos domésticos” e voltou a incentivar que as refeições fossem feitas em casa…  Além de populares publicações de receitas econômicas, os jornais ensinavam como obter menus completos a refeiçoes por 10 centavos de dólar…
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Deve ter sido este hábito o responsável pela imagem da clássica cozinha americana mais tarde nos anos 50. “Moderna” e equipada com os melhores apetrechos do american-way-of-life, a cozinha trazia novíssimos eletrodomésticos e populares livrinhos de receita, super amigos das donas de casa perfeitas, que esperavam os maridos no fim do dia, cheirosas e penteadas, não sem a pequena facilidade dos enlatados.  No Brasil uma faceta semelhante pode ser chamada de “cursinho Walita” de boas esposas.
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Pois é,  mas não demorou muito pra pressa e o business falarem mais alto, apareceram as máquinas automatizadas de verdade, influências de todos os cantos e gostos do planeta que estão aí até hoje. De China Town a Little Italy, um pouquinho da India, muitos Kebab’s e Barbecues… Fast-foods se espalharam mais que pastéis chineses e hoje são um modelo de negócio altamente replicável…E foi assim que eles (e nós) aprenderam a comer cada vez mais rápido, mais mecanicamente e com menos ritual e gratidão ao alimento, com menos preocupação com a comida em si… Mas sempre com pressa, muita pressa… gordura, colesteroal e as crianças – que no século XIX nem recebiam lanche nas escolas – são hoje as mais obesas do mundo!
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Na contramão, aparecem movimentos como a cadeia Whole Foods, mercados, feiras e restaurantes de orgânicos, mas isso fica pra outro post… porque hoje já esgotei minhas calorias…

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