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A capital do Nepal é caótica, barulhenta e poluída. Mas também tem muita paz e comida boa! Descubra o que fazer e onde ficar na incrível Kathmandu.
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]]>Sempre imaginei a capital do Nepal gelada e preparada pra receber os turistas, com uma infraestrutura de respeito. Acho que o fato de Kathmandu atrair tanta gente que quer escalar (ou tentar) o Monte Evereste me deu essa impressão.

Mas o fato é que a cidade é caótica, suja, de ar bem poluído. Resumindo: ela te tira da zona de conforto. Só que, ao mesmo, pode ser bem apaixonante. É que existe muito o que se fazer em Kathmandu.
O ponto mais turístico e comercial de Kathmandu é o caótico bairro Thamel. São vários restaurantes e lojas espalhados por ali, em ruas de terra levantando poeira e com muita gente e motos passando pra lá e pra cá.

Logicamente, a oferta de hotéis também é alta pelo bairro. Nós nos hospedamos (reservamos pelo Booking.com) no Aryatara Kathmandu Hotel: tem café da manhã incluído e fica numa parte um pouco menos barulhenta do lugar. Mas é bom saber que o hotel tem uns quatro andares e não há elevador.
Ficar no Thamel te permite passear a pé pelas redondezas e até curtir o Garden of Dreams – um parque que é um verdadeiro oásis no meio do caos, com muito verde e até um valioso silêncio.
Vai ser difícil você conseguir se virar com transporte público na capital do Nepal. Por isso, uma dica valiosa é contratar um motorista pra ficar à sua disposição durante o período que você estiver na cidade.

Se preferir, use táxi também. Basta negociar o valor antes da corrida. Tanto o carro privado, quanto o táxi, você pode pedir na recepção do seu hotel.
Vale a pena pelo conforto, evita estresses já que o trânsito é muito caótico e você pode até dar um pulo em outras cidades do Nepal, como Pokhara e Lumbini.
O Monte Nagarkot fica a quase 40 quilômetros ao leste de Kathmandu e, de lá, dá pra se ter uma das mais belas vistas de nascer do sol na região com a famosa cadeia de montanhas dos Himalaias ao fundo! Pra chegar até lá, recomendo que você acerte a ida com um taxista (ou motorista) já no dia anterior.
Descubra a hora que o sol nascerá e saia do hotel uma hora antes, por garantia. Vale o sacrifício.
Se preferir, as agências espalhadas pelo Thamel oferecem esse passeio específico de quatro horas, com motorista, que pega e deixa o turista no hotel nos horários determinados.

Pra chegar ao topo do Monte Nagarkot, você pode ir com o carro mesmo ou a pé – se preferir uma aventura logo cedo. Existe uma trilha pra quem estiver mais disposto. Mas já aviso que a montanha está 2070 metros acima do nível do mar! 
Lá em cima, tem uma torre de observação pra te deixar num lugar mais privilegiado ainda!
Mas lembre-se: é Nepal, é montanha, é frio! Leve um casaco e algumas comidinhas. Será sucesso garantido!
A famosa Praça Darbar é o coração da parte antiga de Kathmandu e uma das principais atrações turísticas da cidade.

Até o início do século XX, era ali que ficava o Palácio Real. Hoje, o local é um complexo com vários palácios, templos hindus, ruas e becos.

Boa parte das construções foi destruída pelo terremoto que atingiu o Nepal em 2015. Ainda tem muita coisa sendo reformada e reerguida. Por isso, pra compreender melhor a cultura e a história da Patan Durbar Square, vale contratar um guia turístico ali, na hora.

Vários vão aparecer na sua frente oferecendo o serviço. Então, é só barganhar e fechar o serviço! ;P
Dá pra começar sua peregrinação nos templos pelo dos Macacos, que fica no alto de uma colina.
Os animais dominam quase toda a estrutura do que é um dos símbolos mais famosos e sagrados do país. Várias construções fazem parte do Swayambhunath, incluindo a bela estupa central, dourada.

E do alto do Templo dos Macacos se tem uma bela vista de Kathmandu.
Já o Templo Pashupatinath é um dos santuários dedicados ao deus hindu Shiva mais reverenciados do mundo. E é um dos mais importantes para o povo nepalês.
Ali, há também a tradicional cremação de corpos do hinduísmo. Quem segue a religião acredita que, desta forma, a alma atinge o Nirvana. O mesmo tipo de cerimônia também é feito em Varanasi, na Índia, às margens do Rio Ganges.
O maior templo budista do Nepal também não deve ser ignorado numa visita a Kathmandu. Primeiramente, a Boudhanath Stupa impressiona pelo tamanho – a torre tem 36 metros de altura.

A estupa fica no centro de uma imensa praça, rodeada por casas (que parecem cenográficas) onde moram famílias tibetanas e onde funcionam lojinhas de souvenir. Quando caminhar ao redor da imensa torre, ande sempre no sentido horário, conforme orienta a tradição budista tibetana.
A comida nepalesa é uma explosão de sabores, assim como a da grande maioria dos países asiáticos. E tem muita influência das culinárias indiana, tibetana e chinesa
O prato mais famoso é o Dal – uma sopa de lentilha e arroz cozido, acompanhada de vegetais. Mas tem também curries variados, dumplings (massinhas cozidas com recheio) e até espetinhos de carne, tipo kebab.
Um restaurante que recomendo é o do Oasis Kathmandu Hotel. Atendimento excelente e pratos deliciosos. Vale a pena.
Elas colorem a cidade toda e também estão penduradas nos locais sagrados. São as famosas bandeirinhas de oração do budismo tibetano. Cada cor simboliza uma energia:

Quando penduradas, acredita-se que o vento ajuda a espalhar as boas energias que estão nas orações escritas nas bandeirinhas. A tradição recomenda que você seja presenteado e pendure em um local com boa circulação de ar.
Eu trouxe várias para presentear os amigos e a família. Boas energias, trazidas de um lugar repleto de oração e fé, sempre caem bem. Mesmo que Kathmandu tenha também um pouco de caos pra equilibrar.
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Tenha em mente os custos com passagens aéreas, visto, passeios, alimentação e hospedagem.
O post Quanto custa viajar para a Índia apareceu primeiro em Viajão.
]]>Já te respondo de imediato: não existe um valor exato pra se investir numa viagem à Índia. Mas a ideia por aqui é te mostrar que um pouco de planejamento e aquela economia suave todo mês podem te ajudar a chegar até o Taj Mahal (e aos curries, aos naans, aos lassis…
).
O quanto custa viajar pra Índia depende muito de como é o seu “estilo viajão“. As dicas a seguir são para quem quer fazer uma viagem sem excessos, mas com um pouco de conforto.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.
1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Eu já dei aqui algumas dicas pra comprar passagens aéreas mais baratas. Mas em primeiro lugar, você deve ter paciência e pesquisar com antecedência.
Minha viagem pra Índia só foi em novembro, mas sabe quando comecei a pesquisar passagens e valores pra lá? Se você pensou “meses antes”, acertou! Meu monitoramento começou em JANEIRO e foi todo feito usando o Skyscanner – e o melhor é que você pode colocar um alerta pra ele te avisar quando o valor das passagens caem.
Chegando perto de maio (seis meses antes da viagem, o que acho um prazo ideal), já percebi que era hora de comprá-las. Optamos por um voo que saísse de Guarulhos (SP) e fizesse apenas uma parada (em Dubai) antes de seguir a Delhi.
Com esses voos em classe econômica Brasil – Índia, dependendo da época que você desejar ir, deve investir entre R$ 3.500,00 e R$ 5.000,00. Talvez esta seja a parte mais “pesada” dos gastos de uma viagem à Índia.
Logo depois de comprar a ida e a volta (e, consequentemente, definir o dia que você sai do Brasil e o dia que você retorna), você precisa “preencher” os dias com a programação que vai rolar por lá. Ainda mais porque você vai querer aproveitar ao máximo seu tempo na terra dos curries.

Para um roteiro básico de uma primeira ida à Índia, eu recomendaria:
Para ficar cinco dias com o motorista, nós pagamos mais ou menos R$ 860,00 para três pessoas, o que incluía pedágios, taxas, hospedagens dele e outros custos. Se você fizer um roteiro maior, de mais dias com ele, certamente esse valor aumenta. Por isso, negocie tudo! Os indianos adoram a “brincadeira” e o seu bolso também.

Mas vale lembrar que a Índia é imensa. Talvez, suas opções de cidades sejam diferentes e mais distantes de Delhi. Então, a melhor opção seria pegar voos para cruzar o país (os trens são bem mais baratos, mas também demoram bastante).
Por exemplo: ir de avião de Delhi até Mumbai (no oeste da Índia) custa a partir de R$ 150,00 e o voo direto dura 2h15min. Ou, voar por 2h40 de Delhi até Bangalore, mais ao sul do país, sai a partir de R$ 200,00. Lembrando que são voos apenas de ida.
Você pode solicitar o visto para a Índia numa das embaixadas da Índia no Brasil. Por outro lado, também consegue emiti-lo online (o que é mais prático).
Para o visto online, que foi o que eu tirei, separe uns R$ 350,00.
A princípio, eu imaginava as hospedagens na Índia mais baratas do que são. Mas isso não significa que sejam caras. Estão bem longe dos preços dos Estados Unidos ou da Europa, por exemplo.
Primeiro, recomendo que você pesquise as acomodações no Booking.com. Por lá, você consegue ler as avaliações de outros hóspedes e isso ajuda a não cair em furada.
Num país como a Índia, vale levar muito em conta a localização e o conforto do local antes de reservar sua hospedagem.
Em Delhi, por exemplo, você vai encontrar diárias para dois adultos no centro (em Connaught Place) entre R$ 200,00 e R$ 1.000,00. Tudo vai depender do número de estrelas do hotel e da época que você estará na cidade.
Nas outras cidades que citei na sugestão de roteiro, lá em cima, os valores das hospedagens costumam ser um pouco mais baixos que em Delhi.

A comida indiana é uma explosão de sabores e temperos. Como é bom você evitar comer nas barraquinhas de rua, sempre fique de olho em restaurantes que pareçam bons. Você pode pesquisá-los direto no celular usando os apps TripAdvisor e Foursquare.
E, já te adianto, que a comida na Índia é bem barata. Um bom prato, como um Palak Paneer (molho espesso de espinafre com pedaços de queijo) sai por, no máximo, R$ 12,00 e pode servir até DUAS pessoas! 
Pra acompanhar, que tal alguns naans (os deliciosos pãezinhos indianos?). Eles custam entre R$ 4,00 e R$ 6,00 e também podem ser compartilhados.

As bebidas também costumam custar entre R$ 4,00 e R$ 6,00 – preço de uma garrafa de 600ml de cerveja, por exemplo.
Os preços que falei ali em cima são em restaurantes legais, não luxuosos, mas bem gostosos e recomendados nos aplicativos que turistas usam. Mas você pode separar algumas refeições para conhecer restaurantes mais requintados.
Muitos destes acabam ficando dentro de hotéis cinco estrelas. Vale separar uns R$ 50,00, R$ 70,00 para um jantar mais “rebuscado” por lá. Pode apostar que isso será bem menos do que o que você pagaria num equivalente no Brasil.
Os passeios não costumam ser muito caros. Antes de mais nada, sei que você pensou no Taj Mahal. O ingresso é considerado “salgado” para os padrões da Índia, custa R$ 80,00 – valor reajustado neste mês.

Outro passeio “caro”por lá é o rafting no Ganges, em Rishikesh. Custa entre R$ 50,00 e R$ 110,00, dependendo de quantos quilômetros de aventura você fará. Os passeios durante entre 2h30min e 5h e valem muito a pena!

Os outros passeios, provavelmente, serão mais baratos do que esses dois que comentei. Aliás, inclua também os deslocamentos de tuk-tuk nas cidades. É bom você sempre negociar! Mas, dependendo da distância, eles podem custar entre R$ 5,00 e R$ 20,00.
Na Índia, Uber também é uma boa pedida. Funcionou super bem e, numa corrida de 16km, à noite, pagamos uns R$ 20,00 – e em dinheiro, direto pro motorista.
Não comprei praticamente nada material na viagem que fiz à Índia. Mas lembre-se que tudo você pode negociar com o vendedor – ele vai querer que você faça isso, inclusive. Pode dizer que você quer pagar sempre metade do primeiro valor informado. Dá pra garantir uma boa economia.

E sobre as coisas do dia a dia em mercadinhos, como água e chocolate: custam a partir de R$ 2,00. Nada que quebre seu orçamento.
Enfim, como falei no começo, seus gastos vão depender do seu estilo como viajão. Seguindo todas essas dicas acima, separe uns R$ 310,00 por pessoa, por dia, para gastar na Índia (na atual cotação, isso dá USD 78).
Nesse valor, estão incluídos TODOS os custos, EXCETO o visto (solicitado antes) e as passagens aéreas (que você provavelmente comprará com antecedência no cartão de crédito, ainda no Brasil, podendo até parcelar
).

Viu como dá pra economizar e realizar o sonho de conhecer esse país fantástico? A Índia te espera e nem vai cobrar muito por isso, não.
Como montar seu roteiro pelo país (em breve)
O que saber antes de ir à Índia: água, motorista, comida
Roteiro completo em Nova Delhi
Jaipur: a cidade rosa dos marajás
Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
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O que vestir? A comida tem muita pimenta? Pode tomar água da torneira? Aqui, vamos tirar todas as suas dúvidas sobre a Índia!
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]]>Se você tem vontade de visitar a Índia e já comentou isso com alguém, certamente ouviu e viu reações bem diferentes: “nossa! Índia?! Tem certeza?!”, “Que demais, deve ser sensacional!”, “Boa viagem, mas cuida com a água, com a comida, leve remédios”…

1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Pode até ser se você não estiver preparado. Mas, pensando em tudo isso, resolvi elencar algumas coisas bem importantes que você precisa saber antes de ir pra Índia, ainda mais porque se trata de um país tão diferente do nosso. São tópicos que devem te ajudar desde a preparação das malas até o desembarque por lá.
Pode apostar que este lugar espetacular não é esse bicho de sete cabeças todo, não.
A Índia exige visto para brasileiros que querem visitá-la. Você pode tirar o visto diretamente numa embaixada da Índia no Brasil ou pela internet, o que é muito prático. O e-visa só vai te exigir um tempinho na hora de preencher o formulário.
Antes de mais nada é importante saber que o seu passaporte tem que ter validade de pelo menos seis meses, contando o dia que você pretende sair do Brasil. Enfim, já fique de olho nisso antes de organizar a viagem.
Pra solicitar o e-visa, pela internet, você deve acessar esse site e fazer o pedido no mínimo quatro dias antes de chegar na Índia e, no máximo, 120 dias antes da viagem.
Logo depois de preencher todo o formulário no site (incluindo os dados do seu passaporte), você também precisa anexar uma foto do seu rosto, com fundo branco e o formato exato exigido. Pode tirar a foto com seu celular mesmo, só precisa ser clara e de boa qualidade.

Dessa forma, a resposta vem por e-mail e costuma chegar em 24h! Mas atenção, porque você receberá apenas uma autorização. O visto, de fato, será emitido na imigração indiana. Por isso, leve essa autorização IMPRESSA e entregue pro agente imigratório quando chegar lá.
Já de antemão, imagino que sua chegada na Índia deva ser por Délhi, certo? E que, de lá, você deve querer fazer o Triângulo Dourado – como é chamada a rota entre Délhi, Jaipur e Agra (cidade do Taj Mahal <3 ).
As estradas que conectam essas cidades são ótimas rodovias expressas, com várias pistas, asfalto (concreto) impecável, sem buracos! Mas a mão na Índia é a inglesa (não estamos tão acostumados a dirigir assim, certo?). Por isso, contratar um motorista pra fazer essa rota é uma boa pedida pra não se estressar e fazer as coisas com mais tranquilidade.

A meses de viajar, contatamos o Rahul, que havia sido indicado por um amigo. O cara é sensacional, honesto, justo e ainda dá uma de guia quando precisa. Rahul fala muito bem o inglês, recomendo se você quiser um motorista e, também, um indiano divertido pra te contar histórias e fazer você se sentir parte da Índia.
Desde já, anote o telefone dele: +91 98188 10373. Pode mandar WhatsApp (em inglês) ou entrar em contato com o Rahul pelo Instagram: @driveindia.ok. Fale que nós, brasileiros que viajamos com ele em novembro de 2018, o indicamos a você. Ou pode dizer que é a galera do @blogviajao 
Pagamos pro Rahul 15.300 rúpias pra fazer o Triângulo Dourado em três pessoas, o que deu uns USD 215 no total! Juntamente com esse valor já estavam incluídos os pedágios, estacionamentos, taxas extras e as hospedagens dele. Por isso, questione tudo isso antes de bater o martelo com o motorista.
Ele ficou conosco por cinco dias inteiros, nos pegava no hotel, nos esperava nos lugares e nos sugeriu visitar também outra cidade, Pushkar, que recomendo muito! Fica perto de Jaipur, fizemos um bate-volta. Pra essa ida extra, ele nos cobrou mais 3.500 rúpias no total (USD 50). Valeu muito, reserve um dia pra essa cidade também.
Logo depois que passar pela imigração e sair da área pra pegar as bagagens despachadas, procure por um lugar pra trocar dinheiro e faça isso. Quer dizer, troque uma parte do dinheiro. Sabe por quê?
É que achar Exchange nas ruas das cidades indianas é uma tarefa difícil e que vai te exigir paciência! Sofremos com isso logo em Délhi assim que chegamos. Era um domingo, fim de tarde e estava tudo, praticamente, fechado.
Não deixe de fazer isso se quiser ter um celular conectado durante sua jornada na Índia. Já contrate, de antemão, no aeroporto, mesmo pagando um pouco mais caro.
Se deixar pra comprar um chip com internet na rua, vai sofrer um pouco. Inclusive, eles exigem um cadastro imenso e ainda pedem pra que você tenha um contato indiano por perto pra validar… Enfim, é bem burocrático. E a ativação pode demorar umas duas horas ainda por cima!
Ah, além disso, nem se iluda muito em pegar Wi-Fi de restaurantes e outros lugares (incluindo aeroporto). Na maioria desses locais, você terá de fornecer um número indiano pra receber um código e, então, poder se conectar à internet. Por duas vezes, acabei pedindo pra algum indiano que estava perto de mim a gentileza de receber o código no seu próprio celular.
Por isso, se quiser evitar aborrecimentos, já saia do aeroporto com sua internet bombando no celular!
Vale lembrar que, na Índia, você terá direito a “gigas” de internet por DIA. Por exemplo, se você contratar um chip pra ter internet 4G por 15 dias, saiba que estarão disponíveis 2Gb de internet por dia. Se estourar, para de funcionar e renova no dia seguinte, com mais 2Gb e assim por diante.
Os indianos têm por esporte negociar! Então, não é exagero dizer pra você negociar TUDO! Do tuk-tuk que vai pegar na rua até o preço de algo que você queira comprar. Nunca o primeiro valor que te passarem será o oficial.

Logo após negar o primeiro valor, eles vão perguntar o quanto você quer pagar. Pode jogar uns 50% menos que o sucesso é garantido. Apesar da brincadeira ser até divertida no começo, depois cansa. Só que é do jogo se você quiser economizar algumas rúpias.
Como montar seu roteiro pelo país (em breve)
Quanto custa viajar pela Índia?
Roteiro completo em Nova Delhi
Jaipur: a cidade rosa dos marajás
Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
Antes de ir pra lá, ouvi de muita gente pra ter cuidado com a água (tanto a da torneira quanto a mineral!). Por mais que me disseram pra só escovar os dentes com água mineral, nunca com a da torneira, acabei desistindo disso já no segundo dia. Estava num hotel, a água da torneira não cheirava mal, parecia bem limpa e deu tudo certo! Não passei mal por causa disso!
O que você precisa saber é que você não pode BEBER água da torneira. Agora, escovar os dentes ou enxaguar a boca, não tem muito problema, desde que no hotel, por exemplo. Vai do seu bom senso.
Sobre água mineral: sempre veja se a tampa está lacrada na hora de comprar. Aquele segundo lacre, de plástico, por cima da tampa, vimos mais em Rishikesh. Mas só o lacre normal, de plástico duro, já garante. E compre água em restaurantes ou mercadinhos – é mais garantido.
Falei de mercadinhos, né? Eles são “inhos” mesmo. No Triângulo Dourado, você não vai encontrar supermercados ou aqueles do tipo Seven Eleven.
Normalmente, nas ruas, têm lojinhas que vendem algumas coisas: tipo chocolate, água. Ou farmácias, que são do estilo “bancada” – o vendedor fica dentro e o cliente escolhe os produtos da calçada.
Na Índia, pra comprar bebida alcoólica, você precisa ir às “Wine Shops”. São lojas específicas, que só vendem bebidas alcoólicas. Muitas vezes, encontrá-las exige paciência e muita caminhada.
Essas lojas vendem vinhos, cervejas, whiskies… E em várias cidades (pra não dizer todas), tipo Varanasi, você não pode beber na rua! Quando comprar a bebida na loja, terá que transportá-la embrulhada.
A maioria dos restaurantes também não vende bebida alcoólica. São os “family restaurants”. Em restaurantes de hotéis, encontramos cerveja. Pergunte antes, pra evitar frustração, se estiver com aquela vontade.
O ar nas cidades do Triângulo Dourado (Délhi, Jaipur e Agra) costuma ser muito poluído. Mas é MUITO MESMO, de arder olhos, nariz, garganta e ser difícil de respirar.

Você conseguirá ver a poluição flutuando na sua frente. É tipo um pó denso, voando pra lá e pra cá o tempo todo. Leve soro fisiológico pra inalar, use aquelas máscaras na rua e assoe bastante o nariz.
Cheguei a ficar “gripado” e com a garganta ardendo já nos dois primeiros dias em Délhi.
Tente evitar as comidas de rua pra não passar mal. Aconselho você a sempre comer em restaurantes.
Pesquise sobre os restaurantes que estão perto de você. Use aplicativos como TripAdvisor e FourSquare. Lá dá pra ler comentários de quem já visitou os lugares.

E prepare-se pra uma explosão de sabores! A comida indiana é realmente deliciosa! Destaque pro Palak Paneer (queijo com molho de espinafre), Paneer Dosa (casca crocante recheada com queijo e cebola), todos os Naans (pãezinhos indianos de vários tipos) e a infinidade de curries <3
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Sim. Mas como eu sempre adorei pimenta e costumo comer comida bastante apimentada no Brasil, te juro que esperava que ela fosse muito mais “quente” na Índia. No meu caso, não achei insuportável, não. Talvez tenham pegado leve, mesmo quando pedíamos apimentado. 
Sei que muita gente pode achar forte demais a pimenta por lá. Por isso, se você não tolera muito, peça sem pimenta (“no spicy”) pro garçom. Ele vai entender. Porém, tem um detalhe: mesmo pedindo sem pimenta, pode ser que a comida venha um pouco “quente”. Mesmo assim, será uma delícia, pode apostar.
É bem difícil encontrar um indiano de bermuda ou uma indiana com roupa curta. Se você for homem, até pode usar bermuda, mas prefira as mais compridas, na altura do joelho.
Se for mulher, evite saias curtas, shorts e opte por calças. Será mais adequado e chamará menos atenção, mesmo no calor.
Aliás, escolha meias escuras e sapatos fechados (tênis, de preferência) pra bater perna. Tem muita lama e muita poeira nas ruas, será mais prático assim. E se precisar tirá-los pra visitar algum templo, pode guardar em lugares específicos, que costumam ficar na entrada desses lugares.
Não será difícil um indiano pedir pra tirar uma foto com você. Eles te abordam na rua mesmo, muitas vezes de forma tímida, apenas pra registrar uma selfie.

Temos aparência diferente pra eles, e isso chama atenção. Eles ficam curiosos com cor de cabelo, olho, formato do rosto. A “brincadeira” é divertida e, também, uma forma de você conseguir um contato mais próximo com alguém de lá. A propósito, aproveite pra também pedir uma foto com eles. Você vai se encantar com a simpatia do povo indiano. Que saudades da “competição de selfies” kkk
Difícil chegar à Índia sem aquela quantidade gigante de recomendações de todo mundo (acabei de te dar várias aqui RISOS). Por isso, tente filtrar ao máximo tudo o que ouviu e leu e prepare-se pra viver a SUA viagem e o seu momento.

Tenho certeza que você vai se encantar com as comidas, os lugares, o povo, as cores, os cheiros… Um país de realidade tão diferente da nossa acaba encantando de alguma forma. Descubra-se por lá! Vale a pena e você já estará pensando quando vai querer voltar. Boa viagem! Namaste!
Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
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Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal. A exposição chamada Lunch Hour vai até 17/02, em Nova York.
O post A arte de mal comer americana apareceu primeiro em Viajão.
]]>Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal… Maldade falar assim em Nova York, logo a megalópole mais bem servida de restaurantes de todas as cozinhas mundiais e opções gastronômicas sem fim… Mas foi justamente lá que encontrei uma exposição que conta direitinho sobre os hábitos alimentares duvidosos dos americanos, a exposição chamada Lunch Hour ainda está rolando por lá, até 17 de Fevereiro, na Biblioteca Pública. Uma fast-food passada pela linha do tempo e tudo vai fazer sentido agora:
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O post A arte de mal comer americana apareceu primeiro em Viajão.
]]>Tem também o novo filme do Planeta dos Macacos (A Origem):
Então, nessa VIBE, por isso vamos relembrar hoje um post sobre uma galerinha abusada, que se mete em muitas confusões! Não, não estamos falando sobre o filme da Sessão da Tarde de amanhã risos. E sim sobre algo engraçado e, por que não?, assustador que vivi na África do Sul.
Leia aqui sobre a macacada abusada que pode invadir seu carro e se APODERAR dele. Só não vão dirigir risos. Mas tudo isso só acontece se você der bobeira, lógico. E muita calma, afinal, eles só querem comida mess.
Uma boa semana, viajão! Não desgrude aqui do blog! Aproveite a domingueira pra participar mandando suas fotos pulando pra souviajao@gmail.com e pra seguir a gente no twitter senão vamos xingar muito.
Abrass!
]]>O post Colaborões apareceu primeiro em Viajão.
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Buenas, já é terça, dia de Colaborões, e hoje peço licença pra que eu mesmo possa dar uma COLABORADA por aqui risos. Na real, esse post veio em boa hora, inspirado por uma sugestão nos comentários (você pode fazer o mesmo, viajão!).
A ideia foi dada pela Débora Prado, há um mês! Ela escreveu o seguinte:
“Xoia..vcs poderiam fazer posts falando de comidas que servem no avião! Eta coisa ruimmmm! Mas é engraçado de ver fotos dessas tranqueiras que eles nos dão pra comer, principamente pra quem viaja de economica!
Beijos”
———
Confesso que já falamos sobre isso aqui. Mas é um assunto que rende mess, então sempre vale a pena quando a alma não é pequena. Tudo bem que poderia ser um post pro Comilão, mas acho que se encaixa bem no Colaborões às terças.
Curto muito bater foto de comida. Pode ser em terra, ou lá no ar! E às vezes a comida é tão terrível, que nem o visual ajuda. Parecem até de PAPEL e ISOPOR, com molho de JILÓ.
Mas claro, estamos falando sobre os “banquetes” servidos nos voos internacionais. E nos nacionais? Alguns dão vergonha! Que tal o saquinho com OITO amendoins servido na Gol? Ou do sanduíche mirradinho da TAM?
Só que vou contrapor isso. Tenho raiva de quem reclama desses lanches dos voos domésticos! Po, tem vezes que são apenas 45 minutos de voo, não é necessário que sirvam um banquete, né? Ou você precisa comer de 45 em 45 minutos, senão MORRE?
Na grega Aegean tinha até salmão!
Não bastasse o gosto ruim de algumas comidas, têm horas que os comissários tratam os passageiros tão mal, que dá raiva! Flagrei uma aeromoça num voo TAP, Lisboa – Brasília, que só faltou humilhar, cuspir e dar uma IPPON num passageiro que pediu uma água a mais.
E você, caro viajão? Também sente “nojinho” (ass.: Pôneis Malditos) das comidas servidas nos aviões? E o que acha do tratamento dos comissários?
———
Ah, e terça que vem o Colaborões volta ao normal. Mande sua história de viagem pra souviajao@gmail.com e mostre pra todo mundo os micos detalhes da sua viagem inesquecível! Um forte abrass!
O post Colaborões apareceu primeiro em Viajão.
]]>O post A Babel do visual apareceu primeiro em Viajão.
]]>Cara, a sensação que dá quando você vai ao The Boardwalk, em Port Elizabeth, é essa mess. Uma mistura de NACIONALIDADES, me senti na TORRE DE BABEL dos pontos turísticos. O lugar é absurdamente belo.
Um COMPLEXO com vários restaurantes, lojas, cassinos pra gastar alguns milhões que levamos na carteira e tudo mais que faz um viajão ser um pouco mais feliz numa viagem!
Quando fomos, o céu tava animal! Azulaço (sabor brigadeiro, juro), sol quebrando tudo e aquela VIBE pra dar uma bela caminhada pelos decks sobre um belo lago. Chegamos a ir duas vezes, uma à noite (um vento absurdo) e de dia (boatos que o sol só brilha durante o dia, mas não sei mess).
À noite entrei no Cassino acompanhado de um responsável e passeei um pouco. Vi uns viciados jogando loucamente. Preferi não jogar, minha emoção se resumia à outra coisa: tentar tirar uma foto num local que PROÍBE fotos.
Saquei a câmera, dei uma de John Armless (o nosso amigo João Sem Braço) e CLICK. Cara, certeza que os seguranças têm DETECTOR de imbecis que tentam bater foto. Fiz o mais escondido possível e ainda levei um PITO do segurança. Nem sei de onde ele surgiu, talvez de um BUEIRO na minha frente.
Mas vale a pena. O lugar é excelente pra torrar uma grana (e não to falando só do Cassino). Comida ótima, visual massa e você ainda pode sair de lá ricaço se tiver sorte. Eu não tive. Aliás, minha maior riqueza foi ter sido ESCURRAÇADO por um segurança risos.
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]]>Não tenho descendência polonesa, mas na minha família o pierog é algo feito há muito tempo. Desde pequeno lembro de comer na minha vó materna. É como se fosse um pequeno pastel cozido, recheado com ricota e tempero verde. Servido quente. Aí pra acompanhar, você joga nata por cima.
Simplesmente um dos meus pratos preferidos. Por isso, ao chegar em Varsóvia, falei pros meus amigos que precisava encontrar um restaurante que servisse o pierog. Era necessário experimentar o original.
Não foi surpresa nenhuma ver que ao perguntar logo no primeiro restaurante a resposta foi positiva:
– SIM, NÓS TEMOS PIEROG!
Na real, minha surpresa foi perceber que existem vários tipos diferentes, com recheios diferentes. Além do tradicional feito por minha família, o de ricota, tinha os com recheio de cogumelos e carne bovina!
Olha, matei a vontade. Comemos muito! Meus amigos não conheciam e curtiram demais também. Fica aí a recomendação: pisou na Polônia, coma pierog. Se não, vou fazer aquela famosa relação entre “ir a Roma” e “ver o Papa”, sabe? E pode apostar que o desafio polonês é bem mais fácil de ser cumprido.
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