acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
Era uma vez no oriente… Parece até tema de CD do melhor grupo musical do Brasil conhecido como É o
O post Mc Pode isso? apareceu primeiro em Viajão.
]]>Era uma vez no oriente… Parece até tema de CD do melhor grupo musical do Brasil conhecido como É o Tchan, só que não.
Curtiu meu lado oriental? risos
Tudo aconteceu quando fui para o lado oriental desse planeta, enquanto estive em Istambul. Logo após CRUZAR A FRONTEIRA, passeamos por umas lojinhas e resolvemos almoçar loucamente. Havia um Mc Donald’s logo ali. E me parecia peculiar. Era bem diferente de qualquer outro do lado ocidental da cidade.
Entramos, sentamos e choramos e começamos a olhar o PAINEL que descreviam os lanches. Aí você vai me crucificar: mas pô, esse post deveria ser no sábado, é um Comilão. Não, caro viajão. É um RAIVÃO! Calma que vou explicar o porquê.
Como já escrevi aqui, achei Istambul sensacional, com um povo hospitaleiro demais. Mas nesse Mc a situação foi diferente. Por lá existem vários lanches diferentes e com nomes estranhos.
Tinha Mc Kebab, Mc Turco com uns temperos diferentes, vegetariano com cebolas, e por aí vai!
Até aí tudo bem. Só que tirando os clássicos e escritos em inglês, como proceder quando você lê algo do estilo so?an domuz ile insan eti ve kan?? Ah, claro, basta perguntar pro atendente, néam? E em inglês! Eis o pobrema. Os caras não faziam questão NENHUMA de explicar algo. Tavam cagânu pra gente.
Eu tava com uma gripe fenomenal e paciência zero. Comecei a me irritar, porque queria experimentar algo diferente. Mas os queridos funcionários não se esforçavam pra falar inglês. Podem me julgar, mas achei estranho o cara trampar no Mc Donald’s, numa cidade que recebe turistas do mundo todo, e sequer se esforçar pra ajudar um pobre ocidental.
Fizemos os pedidos e vimos lanches que jamais imaginaríamos ser produzidos pelo amigo Ronald risos. Meus pais e minha irmã receberam os deles. E eu? Fiquei esperando o meu.

Eu via todos comendo freneticamente seus sanduíches, enquanto o meu se transformava na maior lenda do IMPÉRIO INCA (???). Fui lá questionar e o cara esbravejou algo em turco. Ok, me desculpe se vou a um fast food e questiono a demora de QUINZE MINUTOS de preparo do meu lanche.
Enquanto isso, curti o tempo pra reparar no povo da LANCHONETE. Havia meninas de BURCA fazendo um contraste interessante.
Depois dos 15 minutos, eis que recebi o lanche. Já prevendo que deveriam ter cuspido e passado no saco jogado no chão, resolvi experimentar a batata-frita primeiro. Estava salgadíssima. Fui lá trocar, e mais uma vez fui metralhado com bordões vindos de uma novela da Glória Perez. Procurei as câmeras escondidas. Só podia se tratar de uma pegadinha, né?
Mas lá no fim, acabou dando tudo certo. Comi com raiva, meu lanche nem era tão bom e eu queria sair correndo daquele lugar. Mc Pode tanta ignorância? Jurei nunca mais pisar lá risos. Aliás, ir ao lado oriental de Istambul e comer mais uma vez no (pior) Mc Donald’s (do mundo)? Não, obrigado. Prefiro ouvir o meu CD do É o Tchan. Fui!
Arigatô risos
O post Mc Pode isso? apareceu primeiro em Viajão.
]]>O Chelsea Market fica no bairro Chelsea Meatpacking – como o nome sugere era um bairro de açougues, mas agora é mais uma região hype em Nova York. Não sei se ele entra bem na categoria “Mercado Municiopal”, mas se for é o mercado municipal mais legal que eu já entrei!!!
Como o tema aqui é comida, e estamos no umbigo do mundo, imagine todas as cozinhas possíveis: americana, italiana, francesa, carne bovina, frutos do mar…
Tem tipo restaurante, tipo mercearia, tipo bakery, tipo bistrô, tipo fast-food, tipo slow-food e tipo mercado municipal mesmo, com queijos, geléias, compotas, massas e temperos importados…
Ahh… E cupcakes que não podem faltar!!!
]]>Hoje vamos pra África do Sul, comer bem… MUITO BEM! Aliás, a comilança em geral por lá não é fraca, não. Pra começar os trabaios nesse restaurante, de frente pro mar em Port Elizabeth, eles te servem uma CUMBUCA com água e fatias de limão.
Opa, caipirinha OH WAIT! Não vá beber, é apenas pra HIGIENE da mão após comer camarão #rimaémeuforte
Pedi um sucuzinho (homenagem à Sandy risos). E, sério, foi o melhor que já tomei em MILÊNIOS. O sabor? LICHIA! Nunca tinha experimentado esse sabor (ok, crucifiquem-me). Simplesmente curti demais. (é o branco da foto)
Aí, vem o sofrimento. Como entrada, fatias de pão (de qualidade) e molhinhos. Tipo alho, pimenta, queijo, tudo com muito azeite de oliva.
E como prato principal, adivinhe? Frutos do mar. Peixe (não lembro qual, ok, crucifiquem-me) e camarões. Os camarões eram gigantes. Tudo acompanhado de salada, fritas, molhos especiais.
Confesso que passei mal. Sabe aqueles camarões que parecem FRANGO, de tão carnudos? Era só tirar a casca, limpar a gordura das mãos naquela caipirinha água com limão e CARCAR pra dentro. E o sabor dele era inexplicável. Um tempero característico. Só sei que comi até a PANÇA doer.
Sem contar o peixe, saboroso e no ponto. Uma das melhores refeições feitas em viagens por mim. Valeu muito! Não saiu caro e deu pra relaxar curtindo um dia de sol agradável.
Ah, tá esperando a sobremesa? Na boa, não tinha mais espaço. Comilão que é comilão também sabe a hora de parar 