acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Tenha em mente os custos com passagens aéreas, visto, passeios, alimentação e hospedagem.
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]]>Já te respondo de imediato: não existe um valor exato pra se investir numa viagem à Índia. Mas a ideia por aqui é te mostrar que um pouco de planejamento e aquela economia suave todo mês podem te ajudar a chegar até o Taj Mahal (e aos curries, aos naans, aos lassis…
).
O quanto custa viajar pra Índia depende muito de como é o seu “estilo viajão“. As dicas a seguir são para quem quer fazer uma viagem sem excessos, mas com um pouco de conforto.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.
1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Eu já dei aqui algumas dicas pra comprar passagens aéreas mais baratas. Mas em primeiro lugar, você deve ter paciência e pesquisar com antecedência.
Minha viagem pra Índia só foi em novembro, mas sabe quando comecei a pesquisar passagens e valores pra lá? Se você pensou “meses antes”, acertou! Meu monitoramento começou em JANEIRO e foi todo feito usando o Skyscanner – e o melhor é que você pode colocar um alerta pra ele te avisar quando o valor das passagens caem.
Chegando perto de maio (seis meses antes da viagem, o que acho um prazo ideal), já percebi que era hora de comprá-las. Optamos por um voo que saísse de Guarulhos (SP) e fizesse apenas uma parada (em Dubai) antes de seguir a Delhi.
Com esses voos em classe econômica Brasil – Índia, dependendo da época que você desejar ir, deve investir entre R$ 3.500,00 e R$ 5.000,00. Talvez esta seja a parte mais “pesada” dos gastos de uma viagem à Índia.
Logo depois de comprar a ida e a volta (e, consequentemente, definir o dia que você sai do Brasil e o dia que você retorna), você precisa “preencher” os dias com a programação que vai rolar por lá. Ainda mais porque você vai querer aproveitar ao máximo seu tempo na terra dos curries.

Para um roteiro básico de uma primeira ida à Índia, eu recomendaria:
Para ficar cinco dias com o motorista, nós pagamos mais ou menos R$ 860,00 para três pessoas, o que incluía pedágios, taxas, hospedagens dele e outros custos. Se você fizer um roteiro maior, de mais dias com ele, certamente esse valor aumenta. Por isso, negocie tudo! Os indianos adoram a “brincadeira” e o seu bolso também.

Mas vale lembrar que a Índia é imensa. Talvez, suas opções de cidades sejam diferentes e mais distantes de Delhi. Então, a melhor opção seria pegar voos para cruzar o país (os trens são bem mais baratos, mas também demoram bastante).
Por exemplo: ir de avião de Delhi até Mumbai (no oeste da Índia) custa a partir de R$ 150,00 e o voo direto dura 2h15min. Ou, voar por 2h40 de Delhi até Bangalore, mais ao sul do país, sai a partir de R$ 200,00. Lembrando que são voos apenas de ida.
Você pode solicitar o visto para a Índia numa das embaixadas da Índia no Brasil. Por outro lado, também consegue emiti-lo online (o que é mais prático).
Para o visto online, que foi o que eu tirei, separe uns R$ 350,00.
A princípio, eu imaginava as hospedagens na Índia mais baratas do que são. Mas isso não significa que sejam caras. Estão bem longe dos preços dos Estados Unidos ou da Europa, por exemplo.
Primeiro, recomendo que você pesquise as acomodações no Booking.com. Por lá, você consegue ler as avaliações de outros hóspedes e isso ajuda a não cair em furada.
Num país como a Índia, vale levar muito em conta a localização e o conforto do local antes de reservar sua hospedagem.
Em Delhi, por exemplo, você vai encontrar diárias para dois adultos no centro (em Connaught Place) entre R$ 200,00 e R$ 1.000,00. Tudo vai depender do número de estrelas do hotel e da época que você estará na cidade.
Nas outras cidades que citei na sugestão de roteiro, lá em cima, os valores das hospedagens costumam ser um pouco mais baixos que em Delhi.

A comida indiana é uma explosão de sabores e temperos. Como é bom você evitar comer nas barraquinhas de rua, sempre fique de olho em restaurantes que pareçam bons. Você pode pesquisá-los direto no celular usando os apps TripAdvisor e Foursquare.
E, já te adianto, que a comida na Índia é bem barata. Um bom prato, como um Palak Paneer (molho espesso de espinafre com pedaços de queijo) sai por, no máximo, R$ 12,00 e pode servir até DUAS pessoas! 
Pra acompanhar, que tal alguns naans (os deliciosos pãezinhos indianos?). Eles custam entre R$ 4,00 e R$ 6,00 e também podem ser compartilhados.

As bebidas também costumam custar entre R$ 4,00 e R$ 6,00 – preço de uma garrafa de 600ml de cerveja, por exemplo.
Os preços que falei ali em cima são em restaurantes legais, não luxuosos, mas bem gostosos e recomendados nos aplicativos que turistas usam. Mas você pode separar algumas refeições para conhecer restaurantes mais requintados.
Muitos destes acabam ficando dentro de hotéis cinco estrelas. Vale separar uns R$ 50,00, R$ 70,00 para um jantar mais “rebuscado” por lá. Pode apostar que isso será bem menos do que o que você pagaria num equivalente no Brasil.
Os passeios não costumam ser muito caros. Antes de mais nada, sei que você pensou no Taj Mahal. O ingresso é considerado “salgado” para os padrões da Índia, custa R$ 80,00 – valor reajustado neste mês.

Outro passeio “caro”por lá é o rafting no Ganges, em Rishikesh. Custa entre R$ 50,00 e R$ 110,00, dependendo de quantos quilômetros de aventura você fará. Os passeios durante entre 2h30min e 5h e valem muito a pena!

Os outros passeios, provavelmente, serão mais baratos do que esses dois que comentei. Aliás, inclua também os deslocamentos de tuk-tuk nas cidades. É bom você sempre negociar! Mas, dependendo da distância, eles podem custar entre R$ 5,00 e R$ 20,00.
Na Índia, Uber também é uma boa pedida. Funcionou super bem e, numa corrida de 16km, à noite, pagamos uns R$ 20,00 – e em dinheiro, direto pro motorista.
Não comprei praticamente nada material na viagem que fiz à Índia. Mas lembre-se que tudo você pode negociar com o vendedor – ele vai querer que você faça isso, inclusive. Pode dizer que você quer pagar sempre metade do primeiro valor informado. Dá pra garantir uma boa economia.

E sobre as coisas do dia a dia em mercadinhos, como água e chocolate: custam a partir de R$ 2,00. Nada que quebre seu orçamento.
Enfim, como falei no começo, seus gastos vão depender do seu estilo como viajão. Seguindo todas essas dicas acima, separe uns R$ 310,00 por pessoa, por dia, para gastar na Índia (na atual cotação, isso dá USD 78).
Nesse valor, estão incluídos TODOS os custos, EXCETO o visto (solicitado antes) e as passagens aéreas (que você provavelmente comprará com antecedência no cartão de crédito, ainda no Brasil, podendo até parcelar
).

Viu como dá pra economizar e realizar o sonho de conhecer esse país fantástico? A Índia te espera e nem vai cobrar muito por isso, não.
Como montar seu roteiro pelo país (em breve)
O que saber antes de ir à Índia: água, motorista, comida
Roteiro completo em Nova Delhi
Jaipur: a cidade rosa dos marajás
Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
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Pra quem curte gastar, tenho certeza que é praticamente um PONTO TURÍSTICO numa viagem aos Estados Unidos. Fazer compras nos
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]]>Pra quem curte gastar, tenho certeza que é praticamente um PONTO TURÍSTICO numa viagem aos Estados Unidos. Fazer compras nos outlets de Nova York, quem nunca? risos
Tudo bem que sempre me indicavam o famoso Woodbury, com várias lojas e marcas legais com preços sensacionais (sou muito criador de slogans).
Mas resolvi ser do contra ouvir a opinião de quem vai muito pra lá fazer compras e experimentar outro outlet por lá, chamado Jersey Gardens.
Diferentemente do Woodbury, o Jersey Gardens é um ambiente fechado para fazer compras. Aqui no Brasil, eu ACHO que chamam de SHOPPING. É que fui alfabetizado em inglês, me desculpem risos.
Esse shopping é uma boa opção pra quando está chovendo (foi o caso do dia em que fomos fazer compras). Tem várias lojas e marcas legais, com preços bem convidativos.
Ambos os outlets (falei bonito) ficam em Nova Jersey, estado bem colado em Nova York! Se você estiver em Manhattan, é muito fácil de chegar até esses shoppings. Dá pra alugar um carro e ir até lá, demora no máximo trinta minutos. A vantagem é que você terá o porta-malas todo pra você guardar sua infinidade de compras.
Outra boa opção é ir de ônibus. Fiz isso e foi MUITO fácil e barato. Pra pegar o ônibus e ir até o shopping Jersey Gardens, fomos até a Port Authority – terminal que fica bem em frente ao New York Times, na 8a Avenida. Lá você vai comprar um bilhete que custa uns USD 6,00, no máximo. E vai procurar pelo ônibus 111 ou 115.
Pode perguntar pra qualquer funcionário. Pode até falar: “quero ir ao Jersey Gardens”, já que esses ônibus são “famosos” por lá e levam os compradores compulsivos exclusivamente pra esse shopping.
Pegamos uma fila pra embarcar e, dependendo do dia, o ônibus sai de 15 em 15 minutos, meia em meia hora… e por aí vai. Lembrando que os lugares sentados lotam e o motorista continua mandando a galera entrar. Sim, tem gente que vai EM PÉ. Foi o nosso caso risos.
A viagem demorou vinte minutos. Fomos bem cedo e 10h30 da manhã de um domingo já estávamos dentro do shopping, que por sinal estava vazio.
Pronto, aí é só se divertir. São lojas de roupas, calçados, brinquedos, eletrônicos, perfumes, de muitas marcas que aqui no Brasil custam o olho da face e lá saem por um preço bem em conta. Confesso que esperava preços até menores, mas comprei bastante mess. Dá pra renovar o guarda-roupa.
Ah, talvez seja uma boa também você comprar uma mala nesse shopping e encher com as compras. As malas são baratas e os brasileiros adoram fazer isso por lá e ficar passeando puxando as malas de rodinhas risos.
Pra ajudar a carregar as inúmeras sacolas, você pode alugar um carrinho, tipo aqueles de aeroporto. Custa USD 6,00, vale a pena. Se você devolver no lugar certo, ainda recebe USD 1,00 de volta.
Lembro que o shopping foi enchendo de gente assim que passou da hora do almoço. Por isso vale a pena ir bem cedo, você terá algumas horinhas de sossego antes de virar um caos de gente andando pra lá e pra cá e esbarrando em você com sacolas.
Uma dica: se você estiver indo a Nova York com o espírito de fazer muitas compras, leve a mala aqui do Brasil VAZIA! Pode acreditar. Leve umas três MUDAS de roupa, no MÁXIMO! E use seu primeiro dia em New York pra fazer essas compras no Jersey Gardens ou no Woodbury. Não irá se arrepender e já poderá usar as roupas novas no restante da viagem. Otimiza espaço.
Lembrando que pra voltar de ônibus, após as compras, você terá que se espremer. Dezenas de pessoas voltarão na mesma situação que você dentro do busão, mas terá valido a pena!
Fila pra pegar o ônibus de volta pra Nova York
Boas compras, viajão! Só não vá estourar o limite do cartão. Te garanto que isso é bem possível por lá 
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Atenção: post atualizado às 16h30min. O novo maior shopping da Europa foi inaugurado ontem, em Londres. Este texto sobre o
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]]>Atenção: post atualizado às 16h30min. O novo maior shopping da Europa foi inaugurado ontem, em Londres. Este texto sobre o shopping de Istambul foi escrito antes disso. Mas isso não prejudicará sua leitura, ok? Agora existem dois gigantes por lá pra você conhecer! 
Para os homens, existe uma equação interessante. E nem precisa ser crânio em matemática pra entender:
mulheres nuas + cerveja + futebol + churrasco = paraíso.
Para as mulheres, a CONTA é outra: milhões de lojas + compras + sacolas + shopping = paraíso.
To certo, s ou n?
Imagine, então, se esse shopping for o MAIOR DA EUROPA e o SEGUNDO MAIOR do mundo? E é possível visitá-lo, caras viajonas! Fica em Istambul, na Turquia.
O shopping se chama Cevahir e tem SEIS ANDARES! Você consegue chegar até ele de metrô. E quase na chegada tem tipo um BONDE que passa por uma SUBIDAÇA (tudo coberto). É exclusivo mesmo pra levar a galera pro shopping, já que ele fica meio no alto de um MORRO.


Vale por conhecer o lugar, ver a gigante praça de alimentação e descansar um pouco. Mas, claro, se você for guria, não desperdiçará tempo com isso. Vai percorrer o equivalente a uma meia maratona de tanto que andará por aqueles corredores gigantescos risos.
A prova: meu pai e eu resolvemos parar num café e ficar conversando por umas duas horas. Tudo pra esperar minha mãe e minha irmã, que faziam compras. Gurias, né? Mesmo assim, confesso que o tempo passou rápido.
Por isso, gurias e piás, se estiverem na Turquia, vão a este shopping. É curioso, gigante, intimida e ainda tem umas promoções. Não vou dizer que não comprei nada. Comprei sim! Mas mais fiquei sentado, apenas curtindo a imen$idão de lojas com os olhos, de longe. E valeu a pena!
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Sempre falo que assunto “compras” é meio de gurias. E é verdade, mulher gosta de entrar em lojinhas, ver cada
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]]>Sempre falo que assunto “compras” é meio de gurias. E é verdade, mulher gosta de entrar em lojinhas, ver cada prateleira, dançar no balcão, comprar e comprar. A mulher desse blog já provou que faz parte desse grupo, postou ontem sobre outlets na Argentina e se você procurar vai achar mais compras da Amanda.
Então, só pra fazer a alegria da mulherada, hoje vou falar sobre compras! Irra! Confesso que não sou o maior comprador do mundo, mas já postei algumas coisas por aqui, como o outlet em Lisboa e só.
Mas hoje vou pra um ambiente totalmente louco. Nada de marcas, ou melhor, nada de marcas originais, nada de menininhas de blog procurando o look perfeito (risos), nada de super megastores, nada de pessoas, porque eu to falando da clássica rua 25 de março em São Paulo.
Fui na humildade, ver o que o povo anda comprando. Estamos em setembro e a rua já está meio que aquecendo pro natal. É coisa de louco, muitas e muitas pessoas lotando as lojinhas e camelôs, tudo com o preço lá em baixo.
Pra quem já foi ali pro vizinho Paraguai (Cidade del Leste), vê muita semelhança, pessoas te abordando com um made in china, ruas sujas e pessoas com sacolas gigantes, só faltou a ponte e as pessoas contrabandeando cigarros.
Poxa Coqs, que legal, e aí? Aí que eu provei que você pode comprar presentes pra sua família com apenas 10 reais! Afinal, a rua mais popular de São Paulo não podia me deixar na mão, e eu fui em busca de presentes legais! Confira aí e aquele abraço no seu bolso.
Ps1.: A banda da minha irmã mais velha está lançando o single Bullets, da banda Subburbia. Confira aqui e aqui.
Ps2.: Na verdade minha irmã mais nova já tem quase 19 anos, logo ela está saindo da adolescência, não entrando, mas prefiro manter a ideia que ela é ainda adolescente. Hahaha.
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]]>O post Tour de compras BsAs apareceu primeiro em Viajão.
]]>É que as vezes os olhinhos brilham mais forte quando se ouvem outras duas palavras muito perigosas: REBAJAS e OUTLET.
E assim foi, nesse último feriado em Buenos Aires, quando a guia ofereceu vááários passeios turísticos – pagos – e um tour de compras – inteiramente grátis!!! Com direito a transfer de ida e volta para outlets, fábricas de couro e etc. Tudo que a mulherada esperava da viagem… pois como disse um amigo meu… “Viajar com 6 mulheres, não importa o destino, você ira conhecer 90% das lojas da cidade, e 10% do que a cidade tem a lhe oferecer!”
Até aí tudo bem… 9 horas da manhã entramos felizes na van e – depois de passar em 549 mil hotéis para buscar outros 549 mil passageiros, brasileiros, lógico, e (quase) tão consumistas quanto meu grupo – nem a pau – estávamos prontos para não perder tempo e raspar o estoque.
Loja após loja começamos a perceber que o caminho era longo demais e os preços não compensavam, além de não estarem muito em vantagem com que a gente vê por aqui, estavam iguais aos preços que encontramos nas lojas do centro de Buenos Aires, como a Calle Florida, por exemplo. E se você já foi pros EUA então, aqueles preços estavam ridículos!!!
Um moletom simples da GAP, por exemplo, que já encontrei por US$10 nos outlets de Nova Yorque, custavam a quantia irrisória de $389 pesos!!!! Algo como R$170!!!
Desistíamos da loja nos primeiros 10 minutos e ficávamos mais 20 esperando o resto da “caravana” pra seguir pra outra loja que obviamente não iria interessar muito. Já sentíamos um “Loser” bem grande sendo tatuado na testa, lenta e dolorosamente naquela van saculejante, quando veio o cúmulo:
A próxima loja estava demorando pra chegar… de repente vimos a cidade se afastando, o lindo subúrbio de Buenos Aires aparecendo, e um pouco depois uma estrada… WTF??? Um pedágio… “legal, tão levando a gente pra Colombo e não avisaram!”
Um outlet da Nike, preços quase iguais ao do Brasil, mas o comentário sempre era “Isso aqui nos EUA…” ou ainda “No Brasil podemos parcelar em 10x”.
Nessas horas já passava da 1h da tarde e queríamos nos jogar da van! A paquita argentina guia turística nos levava de loja em loja e recebia sua comissão… afinal, se a gente não pagava nada, adivinha quem bancava a brincadeira?? Dããã…

Finalmente, após a sensação de meio dia perdido numa terra de dias contados e cartões de crédito frenéticos, ela nos deixou numa rua – BEM PERTO DO NOSSO HOTEL!!! – onde tinham mais algumas marcas… mas adivinha se os preços agradaram??? E pior, avisou que aquele era o ponto final! Todo mundo na rua!!!
Deixamos a paquita pra trás e fomos de táxi (história pra outro dia!) ao que mais interessava, as MELHORES RUAS DE OUTLET de Buenos Aires, entre a Calle Gurruchaga (mais ou menos no número 5.000 da Av. Córdoba) e Calle Agüirre.
Aí sim, onde estávamos esperando a van chegar e não chegou, estão as melhores lojas, a preços interessantes: Puma, Lacoste, Brooksfield, Ray-Ban, Swatch, Michael Kors, Calvin Klein, etc. Não é assim uma Nova Yorque…. mas deu pra fazer a festa legal!!!
Outras dicas legais são lojas locais como a Prüne (artigos de couro), essa é famosa, mas encontramos uma ainda mais incrível – para madames afim de couros, peles etc. (o GreenPeace que não nos ouça ;)) – pertinho da feirinha da Recoleta chamada Maybe. Nessa tem até um espaço para os maridos e namorados entediados, com sofás, espreguiçadeiras e CARRINHO DE WISKI!
Na mesma feirinha é possível encontrar as famosas alpargatas argentinas a um precinho ótimo e de todas as cores!
Para valorizar os produtos locais, outra loja interessante é a Cardon – Cosas Nuestras (Shopping Abasto), produtos legitimamente argentinos, desde bolsas em couro, celas de montaria, cuia de chimarrão, botas, alpargatas e roupas em lã, com direito a tax free!
Não deixe também de visitar as famosas Galerías Pacífico, mas essa vale a pena pelo visual, não pelos preços!
Ficou faltando ainda conhecer o novo shopping – DOT Baires – e todos os outros…. Mas, depois de tanta compra, precisávamos deixar os shoppings de lado e fazer um pouco de turismo, né??
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]]>O post Anthropologie NY apareceu primeiro em Viajão.
]]>Cheia de atrativos para os olhos femininos, penduricalhos e cacarecos no melhor sentido, a Anthropologie é uma das lojas mais incríveis que conheci, de um jeito que pessoas como eu ficam piradas!! E por algum motivo ela escolheu Curitiba para estrear no Brasil… mas incrível como aqui eu não consigo dar a mínima pra ela!
E foi assim que eu fui conhecer a loja Anthropologie em Nova Yorque, com aquela sede ao pote de quem não tem Burger King na própria cidade!
Um dos endereços da loja em NY é o Mercado do Chelsea (outro lugar incrível que merece um post exclusivo), além dessa tem outras no Soho, 5a Avenida e no Rockfeller Center. Fora inumeras lojas em todo os Estados Unidos, Londres (dicas aqui) e Edimburgo, até onde eu sei. Quem tiver fotos de outras Antrophologies pelo mundo pode compartilhar com a garota do viajão!
A loja é do grupo da Urban Outfitters, mas tem um estilo mais “fru-fru” com muitas estampas, florais, além de coisas pra casa e acessórios em geral.
Aliás, ela consegue misturar como nenhuma outra utensílios de cozinha, xícaras da vovó, papéis de parede, por que não MAÇANETAS de porta, com livrinhos how-to-do, saquinhos de chá, perfumes, velas e vestidos estampados e românticos.
E olha só se a nossa musa @SandyLeah #PulaSandy já não andou desfilando um modelo da loja por aí… Mas isso foi em seus tempos áureos de inocência em que ela combinava com modelitos românticos e não era vista por aí segurando copos de cerveja e dando entrevistas pra revistas masculinas… hahah
Voltando ao que interessa, os preços não são assim tão populares, mas se você se deixar levar pelo encanto da loja, lá no fundão do sub-solo tem a palavrinha mágica: SALE!
E mesmo que já tenha esgotado sua cota consumista em grandes outlets e lojas de departamento, esta vale a pena só para olhar, sentar e curtir o ambiente, é um cenário pronto pra qualquer mente imaginativa!!!
Comparada com a brasileira, esta é bem mais ampla, harmoniosa e “artisticamente” elaborada do que aquela pequena confusão visual que se encontra no Shopping Palladium.
E este foi o meu post mulherzinha para balancear a série de estádios de futebol

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40! 35! 27! 20! 18! 15! 10! Tá, cincão fechou!!! É barganha! Vem aqui! Você vai querer! Corre! Compra! Não
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]]>40! 35! 27! 20! 18! 15! 10! Tá, cincão fechou!!! É barganha! Vem aqui! Você vai querer! Corre! Compra! Não perde! É da melhor qualidade!
Estranhou essa parte ali de cima? Não estranhe, porque são apenas algumas coisas que você vai ouvir quando for ao Grand Bazaar (Grande Bazar) em Istambul. Cara, é simplesmente um lugar COBERTO com umas 4 mil LOJAS!
Mulheres, podem desmaiar agora. Mas voltem depois pra continuar lendo, ok?
Então, tire pelo menos uma tarde e uma noite inteiras pra conhecer um POUCO do que é o Grand Bazaar. Ali você já vai ver de cara a simpatia dos turcos. A galera é MUITO gente boa (e não é só porque querem vender, não).
Eles batem-papo, interagem o tempo todo, e CURTEM DEMAIS os brasileiros. Tanto é que a maioria ARRANHA COISAS EM PORTUGUÊS pra que você compre.
No quesito compras, o lugar tem de tudo. De joias (verdadeiras e réplicas) até CHÁS! Sim, algo bem comum na Turquia, o TCHAI. E no Grand Bazaar a galera vai servindo pra você, de graça mess.
Quando passear pelos corredores, saiba que você será chamado o tempo todo pelos vendedores, que ficam em frente às lojinhas. É nessa hora que tem que surgir seu PODER DE PECHINCHA.
Se você se interessar por algo, incorpore a FERNANDA MONTENEGRO/TONY RAMOS e mande bala.
E lembre-se: NUNCA diga “sim” de primeira. Recomendação que recebemos no hotel e funcionou demais! O cara vai te falar um preço quando você perguntar o valor de qualquer coisa. Faça cara de quem chupou limão e esfregou a língua na brita.
Aí ele vai perguntar o porquê de sua cara. Você diz que tá caro BAGARAI. Aí ele vai perguntar quanto você quer pagar. E aí você avacalha.
Se ele não aceitar, VIRE AS COSTAS E VÁ EMBORA. Como se nunca tivesse a fim de comprar aquilo. Tenha certeza: ele correrá atrás de você e negociará de novo.
Compramos altas coisas agindo assim e, em algumas, pagamos até 80% a menos do primeiro valor colocado (mas calma, nem tudo é baratíssimo!). Por isso, aproveite e ATUE! Meryl Streep/Jack Nicholson ficarão orgulhosos de você, seu TURCO!
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]]>O post Colaborões apareceu primeiro em Viajão.
]]>E hoje, quem toma as rédeas do blog é a colaborona da vez Marina Fabri (a Pinky kkk), também do Coisas de Diva. E ela vai falar sobre um assunto que as mulheres curtem pra cacete. Ainda mais às vésperas do Nataaaaal.
Adivinha o que é? Rá. É só ler aí embaixo. Seguuuura. 
———
Me pediram para falar sobre compras em viagens por aqui – algo que realmente gosto muito (alguém não gosta?) – mas a verdade é a seguinte: fazer compras no inverno é um inferno (he!). No início desse ano, passei um mês na Europa estudando – passei por Barcelona, Bruxelas, Amsterdã e Paris, onde fiquei mais tempo.
É por isso que minhas dicas são mais para quem está no hemisfério norte agora, no inverno. Em resumo, funciona assim: você se enche de roupas para sobreviver à neve, aí entra nas lojas (muito) aquecidas e cinco minutos depois, OPA, to passando mal. Mas às vezes vale a pena.
Ah, hoje falo mais sobre roupas e cosméticos de maneira mais geral, mas depois posso preparar mais sobre outras coisas, tipo mercados de rua e eletrônicos 
Roupas
Existe H&M e Zara em praticamente toda a esquina de qualquer cidade na Europa, o que é ótimo. Se estiver por lá nesse período, espere até dia 6 de janeiro para comprar, que é quando começam as liquidações. As promoções na Zara são mais ou menos como as das lojas daqui – os produtos começam com um preço x e vão caindo ao passar do tempo, então se você amou muito uma coisa meio diferente, compre logo.
Mas se seu objetivo é comprar aquelas coisas mais básicas, tipo casaquinho de lã, espere para comprar mais para o fim do mês. O estoque deles é praticamente infinito e eles vão ficando mais baratos, eu comprei vários por tipo 6 euros. Ah, ainda no caso da Zara, se for passar por Portugal ou pela Espanha, compre lá, porque as coisas também são mais baratas. Outras lojas tipo Benneton e Gap também fazem promoções nesse período mas os preços são um pouco mais altos. Em compensação, têm roupas de melhor qualidade que a H&M, por exemplo.
Isso sem falar nas “lojas de departamento” (não sei se esse é um nome adequado), que vendem desde roupas até maquiagem e tudo mais que você quiser. Em Paris, a mais famosa é a Galleries Laffayette, que vende coisas de grife e tenho a impressão de que é infinita. Em outros lugares, tipo Espanha, tem a El Corte Inglês, que é bem legal.
Ah, prepare uma dose extra de paciência para experimentar roupas nessas lojas, já que, dependendo do lugar tem FILA para entrar no provador. Se for provar só casacos, por exemplo, largue suas coisas e experimente no meio da loja (ninguém te conhece mesmo).
Cosméticos
Isso é mais tranquilo – se você procura coisas de marcas como La Roche Posay, Ávene e Vichy, que são francesas (e, no Brasil, caras), vai ser muito tranquilo encontrar nas farmácias (a mais barata e completa é a que fica na esquina das ruas Bonaparte e du Four, em Saint Germain des Prés, Paris – mas os corredores dela são muito estreitos para tanta gente, já vá preparado). Para perfumes, maquiagens e demais cacarecos, não tem dúvida, o destino é a Sephora. A da Champs Elysées, em Paris, cheio que seja uma das maiores e mais completas.
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Valeu pelo post, Pinky! Só não me faça passar por mais lojas esta semana, hein? Ontem foi SOFRIDO nessas de departamento. Simplesmente lotado de gente. Tinha fila até pra ANDAR DE ESCADA ROLANTE risos.
E você, caro viajão! Faça como a Pinky e conte alguma experiência sua em viagens. Seja um colaborão. Mande um mail pra souviajao@gmail.com Tam’esperando. Purfa. 
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