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Depois de meses fechado por causa da pandemia, o Parque Nacional da Chapada Diamantina reabriu parcialmente. Leia mais no Viajão a Bordo dessa semana.
O post Parque Nacional da Chapada Diamantina reabre para visitação – Viajão a Bordo #21 apareceu primeiro em Viajão.
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O Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia, reabriu parcialmente para visitação no último sábado (21/11), depois de ficar fechado por causa da pandemia de Covid-19. Por enquanto, as cachoeiras que podem ser visitadas são: Sossego, Ribeirão do Meio, Capivari, Mixila e Palmital. Os visitantes também poderão fazer a trilha Pai Inácio-Barro Branco. Entre as medidas adotadas na reabertura estão o uso obrigatório de máscara e o limite de 10 pessoas por grupo, incluindo o guia. Além disso, é preciso agendar a visita pela internet, para controlar a quantidade de pessoas em cada atrativo.
Depois de quase oito meses, a Copa Airlines retomou a rota entre Brasília e a Cidade do Panamá. Em novembro, a companhia voltou ao Aeroporto Internacional de Brasília com voos semanais e, a partir de dezembro, pretende ter três decolagens por semana. A Copa Airlines opera em Brasília há dez anos e estava desde 23 de março sem decolagens neste aeroporto.
Sabe aquele cartão de imigração que a gente preenche quando chega em vários países? A República Dominicana mudou a forma de preenchimento e, a partir do dia 29 de novembro, esse formulário será digital. Depois de que o viajante responde às perguntas, o sistema gera um QR Code que pode ser validado pela companhia aérea e pelas autoridades.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela cerimônia do Oscar, segue com a preparação do Academy Museum of Motion Pictures, um museu em Los Angeles dedicado ao cinema. E nessa semana, eles divulgaram nas suas redes sociais imagens da instalação de um item bastante interessante: o tubarão do filme Tubarão (Jaws, no original). A réplica do modelo usado no filme ganhou um espaço interessante, acima das escadarias do futuro museu.
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Já estão acostumados a usar máscara quando saem de casa? Em São Paulo, o uso é obrigatório e quem for flagrado sem pode ser multado. Com ou sem máscara, a entrada de turistas na cidade mineira de Tiradentes está restrita, por causa da pandemia do novo coronavírus. Já o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses estão se preparando para voltar a receber visitantes. Veja essas e outras notícias no Viajão a Bordo dessa semana.
O post Cidade mineira de Tiradentes fecha para turistas por causa da pandemia – Viajão a Bordo #18 apareceu primeiro em Viajão.
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Começaram a valer no dia 2 de julho as multas pra quem não usar máscara em todo o estado de São Paulo. Quem for flagrado sem a máscara em espaços de uso comum vai ter que pagar R$ 524.
A cidade histórica de Tiradentes, em Minas Gerais, está totalmente fechada para os turistas. A prefeitura tomou essa decisão pra conter o avanço do novo coronavírus por lá.
A Qatar Airways informou que tanto os passageiros quanto a tripulação precisarão usar um escudo de proteção facial, ou face shield, durante o voo. Quem estiver na classe econômica será obrigado a usar o novo equipamento de segurança todo o tempo, exceto no horário das refeições. Já para quem estiver na executiva ou primeira classe, o uso é opcional por conta da distância maior entre os assentos.
A Boeing divulgou essa semana medidas para tornar suas aeronaves mais seguras e evitar a proliferação de vírus. Entre as novidades ainda em desenvolvimento estão os banheiros equipados com luz ultravioleta, para eliminar germes nas superfícies.
A União Europeia confirmou essa semana que os turistas brasileiros estão proibidos de desembarcar na Europa porque o Brasil ainda não controlou a pandemia.
Depois de três meses fechadas para visitação, as pirâmides do Egito foram reabertas ao turismo esta semana. Esse foi o primeiro grande ponto turístico reaberto no país.
Taiwan está oferecendo voos falsos pra quem quiser matar a saudade de viajar. Quem tiver interesse, irá cumprir todo o trâmite de embarque em um avião – que não sairá do chão.
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Muitos países estão voltando, lentamente, a receber turistas após meses de prejuízo por conta do novo coronavírus. Mas o Camboja radicalizou e passou a fazer uma série de exigências para quem deseja visitá-lo a partir de agora.
O post As novas regras para visitar o Camboja apareceu primeiro em Viajão.
]]>Um “novo normal” já está afetando o nosso dia a dia e também o mundo das viagens. Por conta da pandemia de Covid-19, novos protocolos de segurança estão sendo implantados em aeroportos pelo mundo e, logicamente, nos voos. Mas o governo do Camboja, incrível país no Sudeste Asiático, radicalizou e colocou novas regras para turistas interessados em visitá-lo.

A ideia é evitar uma segunda onda de infecções por lá. O problema é que as exigências podem espantar os viajões – em vez de atrair novos turistas.
Sabemos que fazer um seguro de saúde é essencial pra evitar contratempos no exterior e gastos (altos, muitas vezes) com despesas médicas. A partir de agora, será obrigatório apresentar na entrada do Camboja um seguro de viagem que cubra gastos de saúde de, no mínimo, US$ 50 mil reais.
Inclusive, você pode orçar e fechar o seu com o nosso parceiro Seguros Promo. Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/
Uma dica: veja se o seu cartão de crédito não oferece seguro viagem grátis, caso você compre as passagens utilizando ele. Na maioria dos casos, o seguro será de US$ 50 mil, o exigido pelo governo cambojano.
Ao entrar no Camboja, cada turista será obrigado a pagar um depósito de US$ 3 mil! Isso pode ser feito em dinheiro ou no cartão de crédito. Na atual cotação do dólar, isso ultrapassa os R$ 15 mil. Por isso, fique atento ao limite do seu cartão para evitar surpresas.
O governo diz que o dinheiro é para cobrir eventuais despesas médicas que o viajante possa ter (sim, isso é ALÉM do seguro médico).
Agora um alerta (mórbido) importante: nesses US$ 3 mil já estão incluídos os custos para cremação do corpo do turista (US$ 1,5 mil), caso ele morra em solo cambojano de Covid-19! #saizica
Se o turista se mantiver saudável até o fim da estadia no Camboja, o dinheiro do depósito é devolvido na saída do país.

Assim que chegarem ao Camboja, primeiramente os turistas são obrigados a fazer o teste de Covid-19. E cada um paga o seu: o total fica por US$ 165!
Esse dinheiro é descontado daquele depósito que você pagou ao desembarcar.
Ótima notícia! Você está praticamente liberado para curtir o país se comprometendo a tomar todos os cuidados de saúde necessários.
Mas torça para que TODOS OS PASSAGEIROS que vieram com você no mesmo voo também testem negativo. Sabe por quê?
Não precisa ser você. Se alguém do seu voo testar positivo, TODO MUNDO vai pra quarentena de 14 dias. Isso mesmo. Vai ter que ficar trancado num hotel disponibilizado pelo governo, sem conhecer nada, por duas semanas, só por precaução.
Os gastos nessa “brincadeira” são de US$ 84 por dia, o que dá US$ 1.176 no total.
Mas não acabou por aí. Um novo teste terá de ser feito e lá se vão mais US$ 100 pra isso.
Agora, se precisar ficar hospitalizado, o passageiro contaminado vai gastar uns US$ 225 por dia no hospital! Rezando pra ficar livre do vírus o mais rápido possível.
Em 2019, o país recebeu 6.610.592 turistas estrangeiros – um aumento de 6,6% comparando com 2018, segundo o Ministro do Turismo cambojano, Thong Khon. Uma época em que nem se imaginava uma pandemia.

Muita gente tem curiosidade em conhecer o sensacional Angkor Wat, em Siem Reap, por exemplo. Mas, com essas novas (e rígidas) regras, o Camboja talvez precise se preparar para uma queda drástica nas receitas com turismo.
E se esse novo normal vier sem muitos turistas circulando por lá, quem sabe o governo volte atrás e afrouxe algumas medidas pros viajantes. Vamos aguardar.
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A Azul e a Latam fecharam um acordo para compartilhar voos no Brasil durante a pandemia. Saiba outras notícias do setor no Viajão a Bordo dessa semana.
O post Azul e a Latam vão compartilhar voos no Brasil durante a pandemia – Viajão a Bordo #16 apareceu primeiro em Viajão.
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Amanhã, começa o inverno – e a gente se aproxima da metade do ano. Para muita gente, 2020 tem sido um ano difícil – incluindo pra quem trabalha no setor de turismo. Vamos a notícias do setor dessa semana?
A Azul e a Latam fecharam um acordo para compartilhar voos no Brasil durante a pandemia. A princípio, o acordo vai valer para 50 rotas em que apenas uma das empresas atua.
A Latam encerrou as operações na Argentina depois de 15 anos.
As companhias aéreas estão perdendo o equivalente a mais de um bilhão de reais por dia por conta da pandemia. O levantamento foi feito pela Associação Internacional das Empresas Aéreas.
A Emirates anunciou que vai voltar a oferecer voos regulares em mais dez cidades a partir deste sábado, dia 20.
O aeroporto de Salvador vai operar novos voos a partir do dia 1º de julho. Serão onze novas decolagens, todas da empresa Gol. Atualmente, por causa da pandemia, só oito voos saem da capital baiana por dia.
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Nessa semana, falamos do impacto do novo coronavírus na indústria do turismo no Brasil e do adiamento de prazos para a retomada de serviços nos EUA.
O post Empresas lançam pacotes de turismo para depois da pandemia – Viajão a Bordo #7 apareceu primeiro em Viajão.
]]>No boletim dessa semana, falamos do impacto do novo coronavírus na indústria do turismo no Brasil. Além disso, prazos para a retomada de serviços nos EUA foram adiados.

A pandemia do novo coronavírus já custou, até agora, R$ 3,9 bilhões às operadoras de turismo do Brasil, segundo a Braztoa, associação brasileira do setor. Adiamentos e cancelamentos de viagens são os responsáveis por esse alto valor, de acordo com a associação.
Em Santa Catarina, seis sites de hospedagem estão proibidos de oferecer reservas para Florianópolis por causa de restrições de deslocamento durante a pandemia do novo coronavírus.
As empresas ClickBus e Buser prometem oferecer bilhetes grátis para quando a pandemia acabar. Mas, para conseguir um dos bilhetes, o passageiro deve se cadastrar nos sites das empresas.
O CEO da Copa Airlines acredita que a demanda por vôos na companhia panamenha possa levar até quatro anos para voltar ao que era antes da pandemia. A companhia não descarta cancelar alguma das rotas para o Brasil.
Nos Estados Unidos, a suspensão de serviços e passeios continua.
As notícias completas estão no nosso podcast:
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Que Sexta-Feira Santa mais diferente essa, não? Nessa semana, trazemos notícias sobre o feriado de Páscoa, restrições de viagens por causa do novo coronavírus e passeios virtuais.
O post Concessionárias pedem para paulistas não viajarem no feriado – Viajão a Bordo #6 apareceu primeiro em Viajão.
]]>Que Sexta-Feira Santa mais diferente essa, não?

Em São Paulo, as 20 concessionárias que operam rodovias no estado estão pedindo para que os motoristas não viajem nesse feriado. O acesso ao litoral paulista também está bloqueado pra quem não é morador.
Na última quarta-feira, dia 8/março, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória que permite que as empresas que vendem pacotes de viagens, hospedagens e ingressos para eventos orientem o cliente a remarcar os passeios ou a converter o valor em créditos.
O centro da manutenção da Latam, que fica em São Carlos, no interior paulista, está produzindo máscaras reutilizáveis para o combate à transmissão do novo coronavírus. A Latam também desenvolveu uma máscara de acrílico pro uso em hospitais, que está em aprovação.
Mais de 11.700 brasileiros que estavam em outros países quando começaram as restrições de viagem já retornaram ao Brasil, segundo o Ministério de Relações Exteriores. A estimativa é que pelo menos cinco mil brasileiros ainda estejam retidos no exterior por causa do cancelamento de voos em todo o mundo.
A demanda internacional de passageiros caiu 10,1% em fevereiro em relação ao mesmo período de 2019, segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo.
Nessa Páscoas, algumas das missas realizadas na Igreja do Santo Sepulcro, em Israel, serão transmitidas pela internet pelo Christian Media Center.
E o Museu da Torre de David, em Jerusalém, disponibilizou na internet o vídeo The Holy City Experience, um documentário gravado em 360 graus que passa por pontos sagrados para o judaísmo, para o cristianismo e para o islamismo. O acesso ao vídeo será grátis entre os dias 9 e 24 de abril – ou seja, do primeiro dia de Pessach, a páscoa judaica, até o primeiro dia do Ramadã, passando também pela Páscoa Cristã.
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Em meio à pandemia do novo coronavírus, companhias aéreas e aeroportos alteraram as operações por causa da diminuição de rotas e de passageiros.
O post Rotina no Aeroporto de Guarulhos muda durante pandemia – Viajão a Bordo #5 apareceu primeiro em Viajão.
]]>Em meio à pandemia do novo coronavírus, companhias aéreas e aeroportos alteraram as operações por causa da diminuição de rotas e de passageiros.

A pandemia do novo coronavírus está deixando as companhias aéreas do mundo todo com prejuízos bilionários. A Associação Internacional de Transporte Aéreo analisou que as empresas devem registrar perda líquida de US$ 39 bilhões entre abril e junho.
Todas as operações do Terminal 1 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, estão suspensas temporariamente. A paralisação é para se adequar à diminuição dos voos das companhias aéreas e por causa da interrupção das atividades da Azul no aeroporto durante a pandemia.
O grupo Latam Airlines anunciou que vai suspender parte das rotas internacionais até o dia 30/04. A companhia garantiu que mantém voos entre Santiago e São Paulo, Miami e Los Angeles; e de São Paulo para Miami e Nova York.
A pandemia de Covid-19 antecipou a aposentadoria dos tradicionais modelos Boeing 747 usados pela KLM. No lugar, a companhia vai colocar Boeings 777-200 e 300, que são mais modernos e gastam menos combustível.
Na Tailândia, cerca de 2 mil elefantes esperam ajuda financeira de emergência para os donos. Muitos dos animais vivem em santuários no norte do país, perto de Chiang Mai. Como não a visitação turística acabou durante a pandemia, os donos dos animais dizem que está faltando dinheiro até para a comida dos elefantes.
Nós, do Viajão, torcemos pra que isso se resolva logo. Estivemos em um desses santuários em 2017 e a experiência é incrível.
A remota Ilha de Páscoa, que pertence ao Chile, está isolada por causa do novo coronavírus. Todos os acessos estão fechados depois que dois casos de Covid-19 foram confirmados por lá.
O AirBNB anunciou a criação de dois fundos para ajudar anfitriões a cobrirem custos de cancelamento.
O centro de turismo alemão lançou uma campanha virtual chamada “Descubra a Alemanha de casa”.
A programação digital inclui apresentações da Ópera Estatal de Berlim, visita à distância ao Pergamonmuseum e ao Museu Beethoven.
O órgão de turismo de Orlando, nos Estados Unidos, disponibilizou um tour virtual pela cidade. É possível até experimentar alguns dos passeios.
As notícias completas estão no nosso podcast:
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O post Rotina no Aeroporto de Guarulhos muda durante pandemia – Viajão a Bordo #5 apareceu primeiro em Viajão.
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Alterações na malha aérea no Brasil e em todo o mundo continuam por causa da pandemia do novo coronavírus. O boletim dessa semana também tours virtuais.
O post Companhias aéreas mudam rotas durante a pandemia – Viajão a Bordo #4 apareceu primeiro em Viajão.
]]>O Viajão a Bordo dessa semana – direto das nossas casas – está no ar. Como vai a quarentena aí na sua cidade?

Desde 24/03, o estado de São Paulo está em quarentena por causa do novo coronavírus. O governo paulista determinou o fechamento do comércio nos 645 municípios do estado por 15 dias.
Alterações na malha aérea no Brasil e em todo o mundo continuam por causa da pandemia do novo coronavírus.
A organização do “É tudo verdade – Festival Internacional de Documentários” criou um festival digital.
E se você está procurando alternativas às viagens nesse período de isolamento social, já pensou em fazer algum tour virtual? No site Arts and Culture, do Google, é possível visitar diversos museus e pontos culturais.
Outro museu com tour virtual é a Pinacoteca de São Paulo.
As notícias completas estão no nosso podcast:
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O post Companhias aéreas mudam rotas durante a pandemia – Viajão a Bordo #4 apareceu primeiro em Viajão.
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Os planos de viagens futuras precisaram ser revistos por causa do avanço do coronavírus. É tempo de ficarmos isolados! Veja as dicas de uma psicoterapeuta evolutiva para enfrentarmos melhor esse período dentro de casa.
O post Como lidar com o isolamento social durante a quarentena apareceu primeiro em Viajão.
]]>Sabe aquela viagem que você planejou pras férias do meio do ano? Ou aquelas passagens que você comprou pra viajar num fim de semana e agora vai ter que correr atrás pra cancelar ou adiar? Pois é, com a propagação da Covid-19 no Brasil, nossos planos precisaram mudar à força e estamos tendo que aprender a lidar com o isolamento social durante a quarentena.
Mas, então, o que podemos fazer pra passar por essa fase de uma forma mais tranquila e deixar a mente sã, sem entrar em paranoia?

A parapsicóloga e psicoterapeuta evolutiva, Maynara Klug, é a entrevistada da semana do Podcast Viajão® e deu várias dicas para enfrentarmos o isolamento social enquanto o coronavírus circula lá fora.
Maynara reforça que precisamos evitar procurar informações sobre a doença o tempo inteiro. Isso pode causar ansiedade. Por isso, estipular horários específicos, com limite de tempo, pra se informar, é importante para entendermos o que estamos vivendo.
“O mais importante é que a gente tenha um equilíbrio entre o pânico e a alienação. (…) O pânico me deixa doente mais rápido e a alienação pode fazer com que eu seja pego de surpresa”, reitera a parapsicóloga.
Fazer cursos on-line, pesquisar e colocar em prática receitas gostosas, brincar com os filhos, tudo isso pode ajudar a aliviar a cabeça e a esquecer um pouco o período difícil.
De segunda a sexta, de preferência, vale criar uma rotina de atividades para exercer dentro de casa. Faça uma tabela e coloque, com horários e tudo, o que tiver de fazer, dia após dia.
Acorde sempre no mesmo horário, tome banho, café da manhã, exercite-se por meia hora, trabalhe, almoce, faça uma faxina… tudo com horários e tempo determinados. Isso ajuda a amenizar a ansiedade.
Se você está liberado para trabalhar de casa durante este período, manter a rotina é ainda mais essencial! Acorde no horário que acordaria normalmente, coloque uma roupa para trabalhar (não fique de pijama, apesar de ser tentador!) e escolha um ambiente confortável e sem interferências para desenvolver suas tarefas.
Parar para o almoço, no horário habitual do trabalho, também ajuda a manter a rotina. E não exceda a jornada costumeira, se possível.
Aquelas viagens ou planos que programamos pra este ano devem ser mantidos na medida do possível, segundo Maynara. “Se essa viagem não foi cancelada, agora é o momento de você ampliar o teu planejamento disso”. Aproveitar essa fase de “pausa forçada” para mergulhar ainda mais a fundo na elaboração do roteiro pode ser uma alternativa.
Há tempo para descobrir novos lugares, restaurantes, museus e deixar sua futura viagem ainda mais completa.
Para Maynara, é essencial que o ser humano continue sonhando e viajando na sua própria mente.
É tempo de aproveitar para dar aquela “geral” nas lembranças das viagens que já foram feitas.

Estas são atividades que distraem e ajudam a focar em algo que nunca temos tempo para fazer e distraem a cabeça.
Escolher um canto confortável da casa, abrir um bom livro e ficar por um bom tempo mergulhado em outra história também é uma boa forma de lidar com o isolamento social durante a quarentena. Se você estiver sem inspiração para escolher sua próxima aventura literária, dá uma olhada nesse post aqui.
São 25 livros – com histórias que se passam em muitos países diferentes – para viajarmos sem sair do sofá. Vale separar uma hora por dia, pelo menos, pra leitura.
Será que ainda terei emprego quando tudo isso passar? E minhas contas futuras, conseguirei pagar?

Maynara avisa que a incerteza é uma realidade em tudo na nossa vida e pede atenção para esse tipo de pensamento, vivendo um dia de cada vez. “Pode ser que num primeiro momento você esteja desesperançado, você ache que vai ficar (…) sem trabalho, mas isso não é uma certeza. [A única certeza agora] é que fui dispensado do trabalhado até segunda ordem então vamos ver o que eu consigo fazer de produtivo nesse tempo”, aconselha.
Uma alternativa interessante é aproveitar o tempo para entender as próprias contas e tentar colocá-las em ordem, cortando gastos e se preparando pros meses que virão.
“A gente sempre cria o pior cenário na nossa cabeça, e na maioria das vezes o pior cenário não acontece”, aconselha a psicoterapeuta.
Quer ouvir estas e muito mais dicas da Maynara de como lidar com o isolamento social na quarentena? Este bate-papo (reconfortante!) com os viajões está disponível no nosso Podcast – e é de graça!
Basta clicar aqui para ouvi-lo ou assiná-lo na plataforma de sua preferência.

Cuide-se, viajão! Siga nossas dicas e fique em casa, protegendo a si mesmo e aos outros. E lave as mãos, sempre! \o/
O post Como lidar com o isolamento social durante a quarentena apareceu primeiro em Viajão.
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Em tempos de coronavírus fica difícil pensar em planejar novas viagens... Enquanto isso, para ajudar todos que já estão sentindo falta de novos cenários, selecionei 25 livros para viajar sem sair de casa. São livros muito queridos por mim e que me ajudaram a entender melhor o mundo.
O post 25 livros para viajar sem sair do sofá apareceu primeiro em Viajão.
]]>Estamos vivendo tempos delicados… E se no momento ainda não dá para planejar viagens, dá para aproveitar essa época de isolamento social recomendado para ler e pesquisar, certo? Por isso, escolhi 25 livros para viajar sem nem precisar sair de casa. São histórias muito queridas por mim, que me ajudaram a entender melhor o mundo – nem que seja um pouquinho. Espero que seja útil para vocês também.
Ah, muitos deles eu li no Kindle – um dos acessórios indispensáveis para viajantes que gostam de ler. Afinal, é muito leve e compacto. Dá para levar uma biblioteca na mala sem ultrapassar os limites de bagagem. O meu é o Paperwhite normal, mas tem também a versão à prova d’água. A capinha que uso pra protegê-lo é essa aqui.

Sobre coronavírus:

No Rio de Janeiro dos anos 1940, Guida Gusmão desaparece de casa. Os pais ficam preocupados. A irmã Eurídice, arrasada, precisa seguir sua vida. Mesmo que de formas bem diferentes, as duas acabam tendo que tomar decisões pressionadas pela sociedade da época. E nenhuma delas parece muito feliz com as escolhas. Em uma sociedade (ainda mais) machista, as duas levam a vida como podem.
O texto é irresistível, bem humorado apesar de tudo. E acho muito difícil que as mulheres não se identifiquem com a história. Tenho também um sentimento de nostalgia pelo Rio do século passado que nunca vou conhecer.
Obs.: esse livro ganhou uma versão em filme recentemente. Com o título de A Vida Invisível, a história tem pouco a ver com a do livro. Honestamente, detestei (haha).

Coloquei Peru só porque é lá que a história começa (e porque Vargas Llosa é peruano). Mas a gente viaja também por Paris, Londres, Tóquio e Madrid neste livro. A obra é sobre a história de amor pouco usual entre Ricardito e Lily – ele se apaixona por ela ainda na infância e os dois vão se reencontrar e se desencontrar pelo mundo. É tipo um jogo de gato e rato misturado com War (haha).
Mas mais do que uma história de amor, esse livro é também um retrato das mudanças pelas quais o mundo passou no século passado. O texto é sensacional, impossível parar de ler. Não é a toa que Vargas Llosa levou o Nobel de literatura, né?

Essa é uma história real de uma menina nascida nas montanhas de Idaho, em uma família que acreditava que o fim do mundo estava prestes a chegar a qualquer momento. Os pais (em especial o pai) não acreditava nas instituições como colégios, faculdades, hospitais e estocava todo tipo de alimento.
Mas o fanatismo vai escalonando de forma absurda ao longo da infância e adolescência de Tara, o que fazia a vida dela e dos irmãos ser posta em risco constantemente. Aos 17 anos, Tara escolhe tentar um novo tipo de vida e pisa pela primeira vez em uma sala de aula. Im-pres-si-o-nan-te! Só leiam!

Joyce Carol Oates é uma das melhores escritoras do nosso tempo – é cotada faz tempo para o Nobel. Nesse livro, ela transforma as Cataratas do Niágara em um personagem fascinante. Em 1950, um homem atravessa os portões que dão entrada às Cataratas, sobe na grade e se joga. Na véspera, ele havia se casado com Ariah, que só foi entender o que acontecera depois de encontrar o bilhete do marido no espelho do banheiro. A partir daí, o livro vai narrar a história dela ao longo das décadas. As Cataratas seguem presente durante toda a saga, como uma força da natureza impossível de ignorar.

Nascida em Barbados no século XVII, Tituba foi uma mulher real. Ela foi escravizada e enviada para os Estados Unidos – como entendia de ervas e plantas, foi considerada bruxa e perigosa. Participou do famoso julgamento das Bruxas de Salém, nos Estados Unidos. E volta à vida com esse livro que mistura ficção e registros históricos. A história e o texto são maravilhosos! E esse livro levou o Academy Prize 2018, uma espécie de prêmio Nobel paralelo.

Essa indicação é 4 em 1, porque a saga tem quatro títulos: A Amiga Genial, História do Novo Sobrenome, História de Quem Foge e de Quem Fica e, por fim, História da Menina Perdida. Em Nápoles, na Itália, duas meninas formam uma amizade que vai durar a vida toda. Lila, esperta, destemida e ambiciosa. Lena, inteligente, disciplinada e leal. Entre idas e vindas, as duas vão acompanhar as transformações do país a partir da década de 1950. Porém a saga já começa com um mistério nas primeiras páginas do primeiro livro: Lila sumiu e ninguém sabe onde foi parar.
Obs.: A primeira temporada da série – inspirada no primeiro dos livros – já está disponível na HBO e é maravilhosa.

Um dos autores franceses mais polêmicos mostra um futuro próximo em que o vencedor do segundo turno das eleições na frança é um homem muçulmano. Mohammed Ben Abbed é considerado um político conciliador, que tem como objetivo algumas mudanças sociais. De outro lado, François, um acadêmico solitário, aprende a lidar com as mudanças na sociedade.
Obs.: Esse livro foi escrito pouco antes dos atentados na França em 2015 – e lançado bem no olho do furacão. O livro gerou bastante burburinho porque, em certos aspectos, Houllebecq pareceu prever o futuro.

Jorge Hofmeester tinha, aparentemente, uma vida perfeita. Casa em bairro nobre de Amsterdã, esposa, duas filhas – uma delas é Tirza, sua favorita. Até que, sem razão lógica, tudo parece começar a ruir – seu casamento, a filha Ibi que é pega em situação constrangedora com o vizinho, Tirza que parte para uma viagem pela África… Apesar dele tentar manter o autocontrole, a tensão vai crescendo até culminar num dos finais mais surpreendentes que li nos últimos tempos (e, sim, dá um pau em muito thriller que todo mundo cultura por aí, viu?).

Orham Pamuk é um dos meus escritores favoritos. E em Neve, ele conta a história de Ka, um poeta turco exilado na Alemanha que volta para sua cidade natal na Turquia para investigar uma onda de suicídios entre jovens muçulmanas. Durante a visita, uma nevasca vai bloquear todo o vilarejo – onde um casal vai liderar um golpe militar. Impressionante como Pamuk consegue, com seu texto, nos transportar para uma vila isolada no meio do inverno turco. Ele também foi vencedor do Nobel de literatura.

Nascida no Irã do final dos anos 1960, Marjane tinha 10 anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico para frequentar a escola. E Persépolis é a história em quadrinhos que ela escreveu para contar sua vida e um pouco da história do Irã, que foi jogado num regime xiita conservador e opressor. É uma das histórias em quadrinhos mais famosas do mundo e tem um motivo: é maravilhosa.

Irônico, divertido e engraçado. Acho que são as palavras que melhor descrevem esse livro. Já nas primeiras páginas, o Diabo desembarca em plena Moscou dos 1930, durante o regime comunista. Com um estilo muito original, Bulgakov narra as confusões e a loucura que Satanás e seus seguidores vão causando na vida cotidiana na cidade.

Um dos temas pelos quais mais me interesso é a história do genocídio Tutsi em Ruanda, então não poderia deixar de incluir alguns livros sobre assunto. Aqui, Scholastique, que é Tutsi, narra a vida em uma escola para meninas no alto das montanhas, perto da nascente do Nilo. Lá, existe um sistema de cotas étnicas que limita a 10% o número de alunas da etnia Tutsi. Por meio do olhar das meninas, podemos acompanhar o início da escada de violência que dizimou milhões de pessoas nos anos 1990.

A história começa no Burundi, em 1992, onde nasceu Gabriel – filho de pai francês e mãe ruandesa. Esse é um relato autobiográfico do genocídio em Ruanda visto pelos olhos de uma criança. A família mora em um bairro nobre no Burundi, mas não demora muito para que os efeitos da onda de violência cheguem até eles – os funcionários do pai começam a faltar, os amigos não podem mais se reunir para brincar… Até que a mãe resolve voltar ao país de origem para tentar salvar a família. Maravilhoso.
Bom, Chimamanda é uma das minhas autoras favoritas e eu gosto de tudo que ela escreve. Mas Meio Sol Amarelo, seu livro mais duro, tem um lugar especial no meu coração. Tendo como pano de fundo a guerra que tentou dividir a Nigéria em duas nações na década de 1960, o livro conta a história de duas irmãs, Olanna e Kainene. É um relato maravilhoso sobre como viver em meio a meio a guerra – ou melhor, sobreviver.

Um dos meus livros favoritos da vida, já perdi as contas de quantas vezes indiquei e assim vou seguir fazendo. O Caminho de Casa é um livro muito importante e merece ser lido. Escrita portam autora de origem ganesa (ela se mudou ainda criança para os Estados Unidos), a história acompanha a vida de duas irmãs e seus descentes ao longo dos anos. Uma delas fica em Gana. A outra é escravizada e levada para os Estados Unidos. Os capítulos se intercalam para contar sobre os caminhos que cada uma das linhas da família seguiu até os dias de hoje.

Para quem quer entender um pouco sobre a complexa sociedade indiana e seu regime de castas, esse livro é uma forma de começar. Mukta, uma menina que pertence a uma casta de mulheres que são obrigadas a servir aos homens (inclusive sexualmente) é resgatada por um ativista que a leva para viver em sua casa em Mumbai. Lá ela conhece a irmã, Tara, com quem aos poucos se conecta. Anos depois, Mukta é sequestrada – já adulta, a irmã tenta encontrá-la. Tem como pano de fundo os ataques terroristas de 2008 em Mumbai.

Enquanto a história aqui em cima se passa em Mumbai, essa se passa em Querala, bem ao sul da Índia. Tal qual o Brasil, a Índia é um país de dimensões continentais – e por isso o cenário é completamente diferente. Aqui, dois irmãos gêmeos, Rahel e Estha, crescem em meio aos potes de compota e pimenta da fábrica da avó. Aos poucos, os dois vão descobrindo o mundo – suas belezas e crueldades. Enquanto isso, a mãe também enfrenta as dificuldades de um país dividido em castas. O ritmo da história é mais lento e o texto é super poético, muito bonito.
O Camboja é um dos países que mais me emocionaram – e até hoje um dos que mais amei conhecer. Nesse relato autobiográfico, a autora narra como foi o regime do Khmer Vermelho, liderado por Pol Pot, a partir de abril de 1974. Ela, que era filha de um funcionário do governo, é transformada em uma criança-soldado, enquanto vê seus irmãos serem levados para campos de trabalhos forçados. Muito interessante para entender as cicatrizes desse regime que o país carrega até hoje.
Obs.: O filme baseado nesse livro está na Netflix. A direção é da Angelina Jolie, que se apaixonou pelo país ao gravar Tomb Raider – tanto que seu filho Maddox é de origem cambojana.
Outro relato autobiográfico, dessa vez sobre a fuga de uma menina norte-coreana do país. Yeonmi Park conta um pouco da sua vida no país mais fechado no mundo – a rotina de se alimentar com plantas selvagens e insetos, a rotina de ver vizinhos e conhecidos sumindo de repente. Aos 13 anos, ela e a mãe resolvem fugir passando pela China, Mongólia e, por fim, Coreia do Sul.

Se fosse um filme, A Vegetariana certamente seria um filme de terror. Ao acordar de um sonho, Yonghye passa a se recusar a cozinhar, comer e servir qualquer tipo de carne. E o que parecia ser uma decisão simples acaba transformando a vida dela em um inferno. A Vegetariana é, para ser um pouco simplista, uma alegoria sobre como a sociedade tenta controlar a vida das mulheres. É um livro um pouco perturbador, mas muito interessante.

O chinês Mo Yan, vencedor do Nobel de literatura em 2012, tem um texto singelo, tão bonito. Nesse livro, ele, que nasceu em uma região rural de Shandong, ilustra de forma muito simples os contrastes da China contemporânea. Fácil e rápido de ler.
Lançado no Japão na década de 1980, foi Caçando Carneiros que fez Haruki Murakami ficar mundialmente famoso – até hoje segue como um dos mais cotados ao Nobel. E essa obra dá uma boa ideia do que a escrita dele – cheia de sutilezas, mistérios, fatos inexplicáveis e pequenos detalhes que é preciso captar no ar. O protagonista da história trabalha em uma agência de publicidade e leva uma vida tranquila, até que recebe uma carta misteriosa que o leva em uma viagem pelo Japão em busca de um único carneiro.
E se você tiver outras sugestões de livros que nos ajudam a entender melhor a cultura de um país, deixa aqui nos comentários!
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