acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Quem é daqui de Curitiba já deve conhecer a tradicional feirinha da Praça Osório (Quem ainda não conhece em breve
]]>Quem é daqui de Curitiba já deve conhecer a tradicional feirinha da Praça Osório (Quem ainda não conhece em breve a gente mostra)!
Depois da feira da Páscoa vem a Feira de Inverno, depois vem a da Primavera e depois a de Natal. Mas uma coisa que elas tem em comum é a sempre presente iguaria polonesa o Pierog!!! Pierogi? Ou em bom sotaque paranaEnnsE, o “PiróguE”. Ideal para um almoço rápido no centrão, bem melhor que coxinha, traz uma sensação de casa de vó para os dias chuvosos de inverno, ou seja, quase todos os dias por aqui…
Não sabe o que é? Quer saber um pouco mais da história? Então vamos sacudir a poeira e lembrar desta “Delícia Polonesa”– direto do túnel do tempo e direto do berço dos colonos – A Polônia!
De dar água na boca até no Faustão versão magra.
]]>Por indicação de amigos, resolvemos experimentar se o cardápio famoso e recomendado é tudo isso mesmo. Ao chegar, o lugar parece uma ESPELUNCA na Vila Mariana. Mas sempre tá cheio. E repleto de sabores de caipirinha.
Tem desde limão até TANGERINA COM PIMENTA MALAGUETA. Uma infinidade de sabores. E as caipirinhas são fenomenais mesmo.
Ah, sem falar da coxinha. São pequenas, mas sequinhas, recheadas, crocantes, sensacionais e… RONC! Estômago roncando risos.
Também, sábado combina com tudo isso. Bora encher a pança então! Se liga no video e delicie-se com cada segundo SABOROSO. 
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Hoje o Colaborões tem a presença do redator publicitário Bruno Leite, colecionador de cachecóis e de cantadas dignas de prêmios (mentira), que conta sua envolvente história em Paris. Uma história peculiar e uma lição de vida. Emocionante.
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Coxinha de Paris
27 de janeiro de 2006. Esta era para ser a data do meu primeiro encontro com Paris. Estávamos em 4 pessoas: eu, meu irmão, um amigo do meu irmão e minha mãe. Prontos para entrar no trem que saía de Bordeaux e nos levaria à cidade luz, embarcamos. Porém, minutos depois, o meu irmão percebeu que estava sem a sua carteirinha de estudante. E assim não poderia embarcar com o bilhete que havia comprado. Descemos e já não éramos mais 4, e sim 3. O amigo do meu irmão não nos viu descer e acabou se aventurando em um fim de semana sozinho em Paris.
Eu, meu irmão e minha mãe tivemos que ir apenas no sábado, dia 28. Ao sentarmos no trem, eu e mamãe começamos a nos indignar. Uma senhora que sentou na nossa frente com um cachorro olhava para a gente e balançava a cabeça de um lado para o outro em tom de reprovação. Xenofobia, falava minha mãe. E a véia continuava a nos reprovar. Por 3 horas seguidas. Foi então que percebemos que a querida e simpática idosa apenas tinha um tique.
Chegamos em Paris e, como turistas típicos, fomos direto à Torre Eiffel. Em seguida, bateu a fome. Fomos a uma panificadora e fizemos um lanche. Minha mãe pediu um sanduíche, meu irmão preferiu um croissant e eu fui de coxinha.
Chegou o sanduíche, lindo e quentinho. Chegou o croissant lindo e quentinho. Aquelas fumacinhas dos lanches alheios numa temperatura de zero grau só me davam ainda mais vontade de devorar minha coxinha. E ela veio. Mas sem fumacinha. Quando a senti em minha mão, estava gelada. Eu ia reclamar, mas a fome mandava eu dar uma mordida antes. Foi então que descobri que a coxinha de Paris nada mais era que um doce de coco.
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