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Arquivos EUA – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/eua/ construímos memórias Tue, 01 Dec 2020 15:14:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos EUA – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/eua/ 32 32 Empresas lançam pacotes de turismo para depois da pandemia – Viajão a Bordo #7 https://www.viajao.com.br/bkp/viajao-a-bordo-07/ https://www.viajao.com.br/bkp/viajao-a-bordo-07/#respond Fri, 17 Apr 2020 18:00:08 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12047 Celular sobre mapa.Nessa semana, falamos do impacto do novo coronavírus na indústria do turismo no Brasil e do adiamento de prazos para a retomada de serviços nos EUA.

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No boletim dessa semana, falamos do impacto do novo coronavírus na indústria do turismo no Brasil. Além disso, prazos para a retomada de serviços nos EUA foram adiados.

A pandemia do novo coronavírus já custou, até agora, R$ 3,9 bilhões às operadoras de turismo do Brasil, segundo a Braztoa, associação brasileira do setor. Adiamentos e cancelamentos de viagens são os responsáveis por esse alto valor, de acordo com a associação.

  • A Azul deve retomar operações em quatro cidades brasileiras a partir do dia 22/04. São elas: Boa Vista, Macapá, Santarém e Altamira. A companhia também acrescentou voos diretos entre cidades em que continuou operando durante a pandemia.
  • Já a Azul Viagens começou a oferecer pacotes de turismo sem data marcada. Os pacotes incluem as passagens aéreas, a hospedagem e o traslado e podem ser usados até abril de 2021. Destinos e datas disponíveis estão no site da empresa.

Em Santa Catarina, seis sites de hospedagem estão proibidos de oferecer reservas para Florianópolis por causa de restrições de deslocamento durante a pandemia do novo coronavírus.

As empresas ClickBus e Buser prometem oferecer bilhetes grátis para quando a pandemia acabar. Mas, para conseguir um dos bilhetes, o passageiro deve se cadastrar nos sites das empresas.

  • Quem quiser fazer doações para o projeto de doação de passagens da ClickBus ou tiver interesse nos bilhetes grátis deve acessar o site e se cadastrar para receber mais informações nas próximas semanas.

Internacional

O CEO da Copa Airlines acredita que a demanda por vôos na companhia panamenha possa levar até quatro anos para voltar ao que era antes da pandemia. A companhia não descarta cancelar alguma das rotas para o Brasil.

Nos Estados Unidos, a suspensão de serviços e passeios continua.

  • A Universal Studios decidiu manter fechados os parques temáticos e resorts na Flórida e na Califórnia até 31/05 por causa da pandemia do novo coronavírus.
  • Os navios da Disney também ficarão mais tempo parados nos portos. As viagens da companhia foram suspensas até o dia 17 de maio nos Estados Unidos e até junho na Europa.
  • As apresentações da Broadway continuarão suspensas até o dia 07/06. O estado de Nova York tem mais de 220 mil casos confirmados da Covid-19 e o governador prorrogou a suspensão de serviços não-essenciais até o dia 15/05.
  • E para aliviar a vontade de explorar a cidade de Nova York, a Câmara de Turismo reuniu uma série de tours virtuais por museus e teatros novaiorquinos.

As notícias completas estão no nosso podcast:

Ou clique aqui.

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Novos universos: Universal terá mais um parque em Orlando https://www.viajao.com.br/bkp/novo-parque-universal-orlando/ https://www.viajao.com.br/bkp/novo-parque-universal-orlando/#respond Thu, 01 Aug 2019 16:07:06 +0000 https://www.viajao.com.br/?p=11416 Se eu já estava com vontade de ir pra Orlando antes... A Universal acaba de anunciar a construção de um novo parque na Flórida: o Universal’s Epic Universe.

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Se eu já estava com vontade de ir pra Orlando antes… A Universal acaba de anunciar a construção de um novo parque na Flórida: o Universal’s Epic Universe. Quando for inaugurado, ele irá se juntar ao Universal Studios Florida e ao Islands of Adventures, que são os parques de diversões mais antigos, além do Volcano Bay, o parque aquático do complexo.

Universal Orlando Resorts ganhará novo parque. Foto: Divulgação

De acordo com o comunicado da Universal, o novo parque ficará em uma área de 3.000 km², que terá também hotéis, lojas e restaurantes. O Universal’s Epic Universe será separado do complexo que existe hoje. Mas a área da Universal na Flórida irá dobrar com a essa construção.

Novas atrações?

Para saber o que de fato terá no parque, vamos ter que esperar mais um pouco. Eu, que morro de saudades de brinquedos clássicos que fecharam, como Jaws, Disaster! e Twister, espero que os boatos de uma área inspirada nos monstros clássicos sejam verdade. Aquele canto roxo tem mesmo uma cara de Drácula… E estou torcendo pelo Mario Kart da vida real, como já está sendo construído na Universal Studios Japan.

De qualquer forma, o conceito artístico do parque está bem interessante!

Foto: Divulgação

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Uma volta na ilha de Oahu, no Havaí https://www.viajao.com.br/bkp/oahu-havai-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/oahu-havai-eua/#respond Fri, 28 Jun 2019 11:00:10 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11376 Quando meu vôo, que estava cinco horas atrasado, aterrissou às 23h, horário local, eu estava praticamente uma zumbi de sono. Por isso, não reparei na beleza do trajeto entre o aeroporto e meu hotel. Para compensar minha desatenção, passei o dia seguinte em um tour ao redor da ilha - e vou te contar o que dá pra ver pelo caminho!

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São sete horas de diferença de fuso entre São Paulo e a ilha de Oahu, no Havaí. Então quando meu vôo, que estava cinco horas atrasado, aterrissou às 23h, horário local, eu estava praticamente uma zumbi de sono. Por isso, não reparei na beleza do trajeto entre o aeroporto e meu hotel. Nem no perfumado colar de orquídeas que recebi na chegada. Muito menos no oceano Pacífico, que eu nunca tinha visto e que estava logo ali do lado. Para compensar minha desatenção-provocada-por-jetlag, passei o dia seguinte em um tour ao redor da ilha – e vou te contar o que dá pra ver pelo caminho!

Sobre Oahu

Das oito ilhas do Havaí, sete são habitadas. Mas, como uma delas é particular, dá para visitar só seis. E uma das mais conhecidas é Oahu. É onde fica a capital, Honolulu, com a famosa praia de Waikiki, e onde acontecem campeonatos de surfe (que eu comento daqui a pouco). Confesso que passei pela cidade a caminho de Pearl Harbor, mas não a explorei muito. Ainda assim, é importante destacar que Honolulu tem uma boa oferta de hotéis e restaurantes e vistas incríveis.

Nu’uanu Pali Lookout

Desse mirante, dá pra ter uma ideia do que faz as ilhas do Havaí serem tão admiradas. Olha essas montanhas! Olha esse oceano! Venta muito lá, mas vale cada segundo por essa vista.

Montanhas cobertas de vegetação verde, com uma estrada que corta o morro. Ao fundo, o oceano Pacífico.
A umidade faz chover bastante nas montanhas da ilha. E a vegetação agradece…

Pearl Harbor

Talvez um dos locais mais conhecidos do Havaí é a base militar de Pearl Harbor, atacada em 1941, e que levou os EUA a se envolverem na Segunda Guerra Mundial. O local onde o USS Arizona afundou foi transformado em memorial e é possível visitá-lo. Os ingressos tem hora marcada e quantidade limitada (reservas aqui, em inglês), pois incluem um trajeto em barco. Por causa de reformas, não é possível desembarcar no memorial no momento, mas ainda dá para conhecer a baía. E na mesma área, fica o USS Missouri, onde foi assinado o acordo de paz com o Japão.

O memorial está fechado para reparos e é considerado também um local de orações

Hanauma Bay

Mesmo do alto, é possível ver como a água é transparente por aqui. Por isso, Hanauma Bay é um excelente lugar para snorkeling. Custa US$ 7,50 para entrar na reserva e dá para alugar equipamento de snorkel lá.

Tem pessoas fazendo snorkeling nessa foto. Consegue encontrar?

Diamond Head

A cratera de Diamond Head é visível de várias partes da ilha. E apesar da trilha até o topo levar apenas duas horas, a caminhada até lá é bastante íngreme.

North Shore

Do lado oposto da ilha a Honolulu, fica uma região conhecida como North Shore – e que você já deve ter ouvido falar por causa das ondas gigantes! Foi por causa delas, aliás, que eu tive vontade de conhecer esse lugar. Em abril, elas estavam pequenas – apenas quatro metros de altura. Mas é o trecho de costa onde grandes patrocinadores de surfistas mantém casas para que os atletas possam estar por perto para treinar quando as condições estiverem boas. Aqui – e em toda a ilha – é importante ficar atento às orientações de segurança dos salva-vidas. Afinal, se existe uma competição que acontece quando as ondas atingem constantemente seis metros, você imagina como o mar pode ficar agitado.

North Shore é o ponto mais famoso do surfe no Havaí. E isso são ondas fora de temporada…

Byodo-In Temple

O Havaí fica praticamente no meio do caminho entre os EUA continental e o Japão. E para comemorar os 100 anos da imigração japonesa no estado, foi construído o Byodo-In Temple, uma réplica de um templo budista que existe no Japão. Todo construído sem pregos, ele fica em uma área conhecida como Valley of the Temples, que é um cemitério (sim, assim como em Buenos Aires, estou recomendando um passeio em um cemitério…)

Apesar de não ser um templo budista completo, é bastante charmoso!

Waimea Valley e Dole Plantation

Não só de praia vive o Havaí. Dois passeios muito comuns na ilha de Oahu são para Waimea Valley e para a Dole Plantation. Em Waimea, dá para fazer caminhadas em um parque com cachoeiras. Já o outro passeio é uma visita às plantações de abacaxi da empresa Dole. Aliás, tem muito abacaxi por Oahu. Nos pratos, como acompanhamento, como lanchinho, na água… E muito café. Ou seja: uma Rachel bem feliz.

O que saber para planejar a viagem

O clima no Havaí é praticamente constante ao longo do ano, e é considerado “tropical”. Tem diferenças dentro da ilha de Oahu, com locais com mais chuva e outros mais secos. E até por causa disso, tem vários períodos de alta temporada ao longo do ano. Um deles é o inverno do hemisfério norte (novembro a fevereiro), pois é quando tem ondas maiores e, consequentemente, competições disputadíssimas de surfe. Já a baixa temporada vai do meio de abril até junho e de setembro até novembro. Isso, sem contar feriados dos EUA e eventos especiais, tipo temporada das baleias.

Eu fiquei hospedada no Aulani, um resort da Disney em Ko Olina, a meia hora de carro de Honolulu. E um dos melhores jeitos de se deslocar pela ilha é com um carro alugado. Isso porque, de uma ponta a outra, são 40 minutos pela estrada principal.

Lá é território estadunidense, então precisa de visto para entrar lá. Mas provavelmente, você terá feito escala em outro lugar antes, já que o Havaí fica no meio do oceano Pacífico. A partir de Nova York, são cerca de dez horas de vôo. Já o trecho mais curto é a partir da California: 5,5 horas. (Para referência, do Havaí até o Japão, são menos de sete horas de vôo)

Última dica bem importante é que o Havaí tem um controle forte de entrada e saída de frutas e flores. Afinal, lá tem um ecossistema muito delicado e encantador, e nós não queremos de forma alguma perturbar esse equilíbrio, né?

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Road trip pela costa da Califórnia https://www.viajao.com.br/bkp/road-trip-california-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/road-trip-california-eua/#respond Thu, 31 Jan 2019 11:00:22 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10585 Os Estados Unidos às vezes parecem que foram feitos para uma road trip. Uma das mais famosas é a Pacific Coast Highway, ao longo da costa da Califórnia.

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Os Estados Unidos às vezes parecem que foram feitos para uma road trip. Embora seja um país gigante e bem mais fácil de cruzar de avião, ele é cheio de estradas interessantes. Uma das mais famosas é a US-101, que passa por toda a Califórnia ao longo da costa. Mais conhecida pelo nome que recebe no trecho entre Los Angeles e São Francisco (onde tem o nome bem mais charmoso de Pacific Coast Highway), a rodovia compartilha parte da rota da California State Route 1. E há muito o que conhecer nessa viagem de carro ao longo da costa oeste dos EUA.

Entre L.A. e São Francisco

Antes de começar a viagem entre essas cidades, há duas escolhas a serem feitas: a rodovia e a direção. A Pacific Coast Highway (que aparece como PCH nas placas) é um trajeto de 711 km que leva umas dez horas sem paradas. Também dá pra ir de uma cidade à outra pela rodovia I-5, que é paralela à PCH e o trajeto de 614 km demora umas seis horas. Quem quiser visitar Yosemite (e eu ainda não fui, então fica o convite…), vai ter que ir por dentro do estado mesmo. Mas os pontos de parada bonitos e interessantes que fazem do trajeto uma road trip de respeito estão ao longo da costa.

A Golden Coast dos EUA é uma viagem cheia de vistas encantadoras

Outra decisão é em qual cidade começar a viagem. A pista em direção a Los Angeles é a “de fora”, ou seja, do lado dos mirantes e recuos da estrada. Mas é possível fazer retornos para quem estiver subindo em direção a São Francisco. Por isso, o ponto de início depende mais da logística da viagem como um todo do que o que tem pelo caminho. No meu caso, comecei em Los Angeles, então os pontos de interesse estão em ordem de “subida”.

Santa Barbara

A menos de duas horas de Los Angeles, fica a charmosa Santa Barbara. Cheia de lojas e restaurantes, a cidade tem origem espanhola e os prédios seguem esse estilo. Nós paramos para almoçar no Ca’Dario, dica de um residente de lugar com porções bem servidas, e circulamos pelas ruazinhas antes de voltar para a estrada. Se você quiser passar uma noite aqui, um amigo indicou o hostel The Wayfarer e ousou dizer que era “o melhor hostel que ele já ficou na vida”. Só por isso que indiquei aqui.

Santa Barbara fica perto de Los Angeles, na Califórnia
A cidade de Santa Barbara tem origem espanhola

Ao lado da espanhola Santa Barbara, fica a dinamarquesa Solvang, com restaurantes e festivais típicos. Se quiser saber mais sobre essa cidade, o site oficial deles é uma graça.

San Luís Obispo

O centro de SLO lembra aquelas cidades pequenas norte-americanas que aparecem nos filmes, sabe? De ruas amplas e calçadas arborizadas, mas com muita cara urbana e lojas gigantes. A capela da missão de San Luis Obispo de Tolosa é um dos pontos turísticos, bem como um beco de chicletes. Isso mesmo. Chicletes presos na parede. Mas eu só fui até a capela! Aproveite para degustar vinhos californianos ou só tomar um sorvete caseiro, como nós fizemos.

Do lado de San Luís Obispo, fica a praia de Morro Bay. Você pode só curtir a vista do mar ou ir até Morro Bay State Park para um piquenique. Aqui é bom ter sempre um casaco à mão. Além de já ser mais frio que em Los Angeles, a brisa gelada do Pacífico é constante no entorno da Morro Rock.

Passarela leva até Morro Rock, ponto turístico de Morro Bay
O moletom foi essencial na caminhada até Morro Rock, à beira do mar

Hearst Castle

O próximo ponto turístico que você vai encontrar é o Hearst Castle. A mansão do magnata da comunicação William Randolph Hearst é aberta a visitação e é quase como conhecer um palácio. Os tours são guiados e tem alguns trajetos disponíveis, sendo que todos incluem tempo para conhecer os jardins e piscinas. Os ingressos custam $25 dólares (mais taxas e impostos que são cobrados na hora do pagamento – jan/2019) e é bom reservar antes.

Hearst Castle, na Califórnia
O tour Grand Rooms mostra os destaques da mansão

Nossa estratégia foi pegar ingresso para um horário cedo e passar a noite anterior em uma cidade próxima. Cambria fica um pouco antes e é levemente maior que San Simeon. Mas como essa última era mais barata e mais perto do Hearst Castle, escolhemos um hotel ali. O que foi bom, porque tinha fogueira para se esquentar na noite fria e lunetas para ver os animais marinhos, como focas e baleias, que aparecem por lá em certas épocas.

Uma das piscinas do Hearst Castle, na Califórnia
Alguém afim de um pulinho nessa piscina?

Big Sur

Depois de San Simeon, a principal atração – e talvez a única que todos os viajantes param para ver – é Big Sur. São cerca de 140 km de costa com penhascos e pontos. Há parques pelo caminho, onde é possível fazer trilhas em meio à natureza. O trecho é cheio de mirantes, sendo que um dos mais instagramáveis é o que fica logo depois (ou antes, dependendo do sentido) da Bixby Bridge.

Bixby Bridge durante viagem de carro em Big Sur, na Califórnia
Mesmo de longe, a Bixby Bridge encanta quem passa por Big Sur

Uma parte da rodovia ficou fechada por quase um ano e meio depois de um deslizamento de lama. Para a felicidade dos residentes e dos turistas, foi reaberto em julho de 2018. Nesse trecho, há vários mirantes, aliás, para observar animais marinhos, com destaque para o leão-marinho. Em geral, há passarelas para observação.

Leões-marinhos na costa da Califórnia
Leões-marinhos da Califórnia descansando na praia (e gritando também…)

Carmel-by-the-Sea

Última parada antes de chegar a São Francisco, a cidade de Carmel-by-the-Sea fica na Península de Monterey. O local é famoso pelas galerias de arte e pelas lojas e restaurantes “refinados”. Mas a principal atração turística é a 17-Mile-Drive, uma rota por dentro de uma condomínio que tem mirantes e acessos a praias famosas, como a Pebble Beach. Você paga para acessar essa via ($10,25 dólares por carro, em dinheiro – jan/2019), mas tem descontos para quem estiver hospedado ou fizer compras lá. Na entrada, você recebe um mapa com os principais pontos de interesse. Embora sejam sinalizados, a gente se perdeu na rota e achou que estava fazendo um caminho quando estava em outro. Mas a visita foi interessante e a área é bem bonita.

Praia na 17-Mile Drive em Carmel-by-the-Sea, na Califórnia
O vento gelado não afasta as pessoas da praia, ponto turístico da 17-Mile Drive em Carmel

Passamos a noite em um hotel de Monterrey, mas não visitamos muito da cidade, pois chegamos à noite (e eu estava muito, muito gripada). Mas o Monterey Bay Aquarium, principal atração da cidade, parece encantador.

Ah, a Califórnia…

Eu sou bastante parcial, porque adoro a Califórnia e poderia ficar meses só viajando por esse estado. Ao todo, foram três dias viajando ao longo da Pacific Coast Highway. No mês de setembro, a região estava confortável de dia, mas bem fria à noite. O oceano Pacífico é muito gelado, então eu nem cogitei entrar no mar. Mas há várias praias ao longo da rodovia que atraem surfistas. A rodovia, aliás, continua até a divisa com Oregon e, com outro nome, até quase a fronteira com o Canadá. Mas isso é plano para outra road trip

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O lindo Festival de Cerejeiras de Washington, DC https://www.viajao.com.br/bkp/festival-cerejeiras-washington-dc-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/festival-cerejeiras-washington-dc-eua/#comments Sat, 12 Jan 2019 11:00:49 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10993 Memorial ao Thomas Jefferson, em Washington D.C., à beira do Tidal BasinExistem muitos motivos para visitar Washington, DC, nos Estados Unidos. A cidade é agradável e cheia de história. Mas uma das atrações mais encantadoras da cidade só pode ser vista uma vez por ano: o National Cherry Blossom Festival, ou Festival Nacional das Cerejeiras.

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Existem muitos motivos para visitar Washington, DC, nos Estados Unidos. A cidade é agradável e cheia de história, os museus do Smithsonian são incríveis e são grátis, sem contar os monumentos e construções que vemos tanto em noticiários e filmes (tipo uma tal casa que é toda de uma cor só…). Mas uma das atrações mais encantadoras da cidade só pode ser vista uma vez por ano: o National Cherry Blossom Festival, ou Festival Nacional das Cerejeiras.

Memorial ao Thomas Jefferson, em Washington D.C., à beira da Tidal Basin
Dá para aproveitar natureza e museu ao mesmo tempo, aliás…

A história

Em 1912, o prefeito de Tokio presenteou a cidade de Washington, DC com três mil pés de cerejeiras. Essas árvores, então, foram plantadas principalmente ao redor da Tidal Basin, que é uma espécie de lagoa formada junto ao rio Potomac. Por ali, também ficam os memoriais ao Thomas Jefferson, ao Franklin D. Roosevelt e ao Martin Luther King. Todo ano, é realizado um festival para comemorar a amizade com o Japão e a chegada da primavera. Hoje em dia, o National Park Service, que cuida dos parques federais dos Estados Unidos, estima em cerca de 3.800 cerejeiras no East e no West Potomac Park, além do entorno da Tidal Basin. São várias espécies diferentes, sendo que a mais comum por ali é a Yoshino, que tem flores brancas.

Galho de flores brancas de cerejeira

Agora imagine 3.800 árvores todas floridas por duas semanas…

Como não é possível determinar com muita antecedência quando as cerejeiras vão florescer, o Cherry Blossom Festival dura quatro fins-de-semana entre março e abril. As flores precisam de um pouco de calor para abrir e época da florada (bloom) começa oficialmente quando 20% das árvores da espécie Yoshino estão floridas. E quando chega a 70%, é considerado o pico da época das cerejeiras. Existe até um diário de observação na página oficial do festival e uma câmera de monitoramento (ambos em inglês).

Cerejeiras ao redor do Tidal Basin, em Washington D.C.

Programando-se

São realizados vários eventos para entreter ainda mais as mais de um milhão de pessoas que visitam a capital dos EUA para o festival. Muitos shows e performances artísticas grátis acontecem nos parques e em toda a cidade, sem contar alguns eventos pagos. Só que muitos turistas, inclusive americanos, visitam Washington, DC durante o período do festival. Por isso, os preços e lotação dos hotéis são de alta temporada no fim de março e começo de abril. É bom se programar com antecedência se você quiser a cidade durante o festival (ou fugir dele). 

Cerejeiras ao lado de calçada no Tidal Basin, uma lagoa em Washington DC
Ainda bem que tinha sombra!

Existem voos diretos para Washington D.C. saindo de São Paulo, mas os mais comuns são com escala. Também dá para pegar um trem de umas 3 horinhas a partir de Nova York. A oferta de hotéis é boa e dá para chegar tranquilamente de metrô até a área onde ficam as cerejeiras. Leve casaco (o inverno por ali é rigoroso e acaba em março). E tenha sempre protetor solar (porque quando o sol aparece, ele vem com força).

Cerejeiras por todos os lados

Os parques e o entorno da Tidal Basin são bastante caminháveis e cheios de gente, então dá para se deslocar por ali a pé sem problemas. Comece no ponto mais próximo ao Washington Memorial e ao National Mall. Que, aliás, é onde está a estação de metrô mais próxima, a Smithsonian Metro. Caminhe ao redor da lagoa, entrando e saindo dos memoriais e da sombra. Recomendo programar uma pausa no Jefferson Memorial, que tem trechos da Declaração da Independência dos EUA escritos nas paredes. 

Tidal Basin, lagoa em Washington, com o memorial a Thomas Jefferson ao fundo
Pausa para observar o Jefferson Memorial antes de terminar a volta ao redor da Tidal Basin…

No Japão, eles chamam essa época de florada das cerejeiras (sakuras) de hanami, que significa ‘olhar as flores’. É uma época de celebração ao ar livre. Então aproveite para sentar à beira d’água e se inspirar nos japoneses que presentearam Washington D.C. – e todos que visitam a cidade.

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Como visitar os estúdios de Hollywood https://www.viajao.com.br/bkp/visita-guiada-estudios-hollywood/ https://www.viajao.com.br/bkp/visita-guiada-estudios-hollywood/#respond Tue, 13 Nov 2018 10:00:26 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10609 A maioria dos turistas vai para Los Angeles pensando nos filmes de Hollywood. O bom é que há estúdios que fazem visitas guiadas pelos sets de filmagens.

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Los Angeles é uma cidade cheia de locais interessantes para visitar. Mas a maioria das pessoas vai para lá pensando nos filmes de Hollywood. Mesmo que você não goste de blockbusters de super-herói, nem nada do tipo, não dá para negar quão atraentes são as produções de cinema e televisão dos EUA. E em L.A., dá para conhecer melhor como são feitas as gravações que tanto nos encantam. Alguns estúdios oferecem visitas guiadas pelos cenários externos e sound stages (que são aqueles hangares que aparecem em toda foto de Hollywood). Então escolha seu figurino e bora conhecer os sets de filmagem!

Warner Bros. Studio Tour

Algumas das séries mais famosas, como Friends, The Big Bang Theory, E.R., foram filmadas aqui. Filmes, então, nem dá para listar, de tantos cenários que você reconhece pelo caminho. O complexo de estúdios da Warner Bros. fica em Burbank, atrás das colinas de Hollywood. O Studio Tour é feito em carrinhos de umas quinze pessoas e você pode escolher fazer em inglês, em espanhol, em francês e, por que não, em mandarim também. Para garantir o horário (e o idioma!) que você quiser, é recomendável reservar antes o ingresso. A boa notícia é que a compra antecipada costuma dar desconto.

Caixa d'água dos estúdios Warner Bros.
A famosa caixa d’água da Warner Bros. pode ser vista de várias ruas de Burbank

Por duas horas, o guia te leva pelas ruas do complexo e explica como os diferentes sets são preparados para as gravações. O Xóia contou bem da experiência quando ele foi. O que mudou de lá para cá foi a criação do Stage 48. É como um museu interativo sobre a história da Warner Bros., como são feitos os efeitos especiais, entre outros destaques, que você fica livre para explorar depois da visita aos estúdios.

Parte do Studio Tour da Warner Bros. na Califórnia
Sonho: tomar um café no seu seriado favorito

Além do tour comum, existe também o Deluxe Tour, que dura cinco horas, é feito em grupos menores e visita mais locais, como o acervo de figurinos (por um preço bem maior). Também oferecem o Classics Made Here Tour, que é para quem gosta dos filmes da década de 1970.

Sony Pictures Studios

Aqui foram gravados desde filmes clássicos como O Mágico de Oz, até sucessos recentes como Homens de Preto e Homem-Aranha. O destaque do tour da Sony é mostrar um estúdio de gravação de áudio para filmes. O tour dura aproximadamente duas horas, mas oferece também a versão VIP Lunch, um pouco mais longa e com refeição inclusa. Atualmente, só é possível fazer o passeio durante a semana e são poucos horários disponíveis por dia.

Universal Studios Hollywood

Embora o complexo da Universal Pictures seja gigante e muito movimentado (é cheio de escritórios, várias entradas possíveis, um monte de gravações acontecendo), não é possível visitar apenas os estúdios. O Studio Tour é uma das atrações do Universal Studios Hollywood – que é um parque de diversões. Ou seja, depois de passar pelo cinema 4D do Shrek e cruzar com um Minion pelo caminho, você pode ir para a montanha-russa do Jurassic Park ou virar à direita para o passeio no estúdio.

Universal Studios Hollywood é parque de diversões e passeio nos estúdios
O tour da Universal Studios Hollywood é uma das atrações do parque de diversões

O passeio completo dura cerca de uma hora e é um misto de tour (sim, dá para ver equipes de gravação às vezes) com brinquedo. O bom disso é “viver” um efeito especial. O ruim é que é tem que pegar filas (longas) e você não pode descer do carrinho. Isso no ingresso comum. Com o ingresso VIP, além de ter filas mais curtas para o brinquedo, o tour no estúdio é com hora marcada e roteiro especial. Como esse ingresso custa três vezes mais, eu fiz a visita comum. Para quem gosta de parque de diversões, é um passeio dois-em-um. Mas em relação ao funcionamento dos estúdios, é menos detalhado do que os outros tours.

Tour dos estúdios mistura atração de parque e história do cinema
Mas dá para dar oi pro Norman…

Paramount Studios

Dos grandes estúdios, esse é o único que realmente fica em Hollywood. É menor que os da Warner Bros. e da Universal e menos conhecido. Mas é também um dos mais antigos (está lá há 100 anos!) e é bastante utilizado pelas produções. O tour leva cerca de duas horas e também oferece a versão VIP, com acesso aos acervos de objetos de cena e oficinas de produção de cenários.

Confesso que não conheço ninguém que tenha feito o tour da Paramount. Ou seja: como eu adoro uma novidade, já está na minha lista para quando voltar para Los Angeles.

The Walt Disney Studios

Muito, mas muito infelizmente, não dá para visitar os estúdios da Disney na Califórnia. O único jeito que eu descobri que é possível conhecer os escritórios do tio Walt é como parte de uma excursão da Adventures by Disney, a empresa de viagens da companhia.

Se você quiser pelo menos ver o lado de fora, com todos os detalhes minuciosos e encantadores que são marca registrada da empresa, os estúdios ficam em Burbank, bem perto dos da Warner Bros.

Gravações de shows

Outro jeito de conhecer como é feita a produção de um estúdio de Hollywood é participando da audiência. Sim, isso é possível! E de graça. Os ingressos são distribuídos por sites oficiais, como TV Tickets, OCA e 1iota, com alguma antecedência. Quem gosta de programas de auditório pode checar no site oficial como fazer parte da plateia. Cada show tem um procedimento (que vai desde fila física, até show aberto no meio da rua). É importante ler bem as condições de participação, ok? Os estúdios, aliás, são bem rígidos quanto à entrada com celular (não pode de jeito nenhum) e quais documentos são aceitos.

Também vale checar se há algum evento na data que você pretende estar em Los Angeles. Em outubro, vários estúdios oferecem tours especiais de Halloween, com passeios noturnos ou com destaque para filmes de terror. Também há avisos na rua quando for ter gravação em local público. Então se você vir uma plaquinha de filmagem no poste, aproveite! O set de filmagem veio até você.

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My querido diary https://www.viajao.com.br/bkp/planejando-viagem-eua/ https://www.viajao.com.br/bkp/planejando-viagem-eua/#respond Wed, 07 Nov 2012 09:00:24 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8136 As férias estão chegando. E resolvi bolar um “mini diário” aqui no Viajão pra que você acompanhe, comigo, meus preparativos pra

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As férias estão chegando. E resolvi bolar um “mini diário” aqui no Viajão pra que você acompanhe, comigo, meus preparativos pra viagem que farei em dezembro.

O destino escolhido foi os EUA. Já definimos o roteiro: chegaremos por NYC, passaremos oito dias lá e depois seguiremos pra Los Angeles.

É aí que mora o perigo. Teremos oito dias pra curtir Los Angeles e Las Vegas. Queríamos fazer San Francisco também, mas terá que ficar pra uma próxima. Pretendemos alugar um carro por lá pra fazer esse trajeto entre Vegas e LA.

Comprei as passagens no mês passado. Trechos: GRU – NYC – LA – GRU. Poderia ter comprado por um preço mais barato, mas deixamos pra muito “em cima da hora”, a viagem foi definida NO LAÇO. Comprei por conta própria, diretamente no site da American Airlines. As agências estavam cobrando uns 200 dólares a mais, em média, pra fazer o que fiz sozinho.

Normalmente compro por agências, mas dessa vez resolvi fazer sozinho e deu tudo certo. Vale a pesquisa e a economia –  se forem conexões e trechos simples de comprar, como nesse caso.

Em Nova York as hospedagens são MUITO caras. Por isso, acabamos optando por um hostel. Mas atenção: o papo que me falaram é que existem lugares muito ruins em Nova York: estilo RATO passando nos quartos. Vale investigar um pouco sobre o lugar que você vai reservar antes de, definitivamente, fechar a reserva.

Mas você deve pensar: nossa, se em hoteis tem rato, imagine num hostel. Por isso, curto usar o Hostel World pra isso. Lá você pode separar por recomendação e notas dos usuários. Aí vale pegar um bem cotado na opinião do povo, ler os comentários e etc.

A primeira parte do diário eu encerro aqui. Logo posto mais, especificando atrações e etc. que escolhemos e já compramos pela internet. Hasta luego.

 

 

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Colaborões https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-22/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-22/#respond Tue, 28 Jun 2011 10:00:27 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=3095 Mais um dia pra lermos uma bela colaborada! Histórias que você vive nas suas viagens e nos conta aqui no

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Mais um dia pra lermos uma bela colaborada! Histórias que você vive nas suas viagens e nos conta aqui no blog, viajão! Hoje vamos pros EUA clap clap!

Nossa colaborona jornalista Camila Spolti viveu sua primeira experiência internacional logo em Orlando! Adivinha?

Disney, Disney e mais Disney! Claro, a adrenalina também foi na mala e foi usada demais por lá! Bora ler essa história de MAGIA? risos

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Férias Mágicas

Depois de pensar, repensar e contar todas as moedas do cofrinho, meu marido Cleiton e eu resolvemos passar nossas férias na Flórida. A princípio minha prima também iria, mas ela não conseguiu o visto, mesmo tendo emprego fixo, estar estudando e tantas outras ligações com o Brasil.

Então já fica aí a primeira dica. Antes de comprar a passagem ou fechar qualquer pacote, esteja com o visto na mão. Ficamos abalados, mas não podíamos perder esta oportunidade e seguimos em frente. Agora só o Cleiton e eu com um novo roteiro.

Foi a nossa primeira viagem internacional e eu estava morrendo de medo de não conseguirmos nos comunicar, já que ele não fala inglês e eu estou no 2º semestre do curso.

Porém, ao pisar no aeroporto de Orlando, percebi que seria tudo tranquilo. A maioria das pessoas que pedíamos qualquer tipo de informação falava espanhol, fazia mímicas, dava um jeito de nos ajudar. O GPS também foi fundamental. Levamos um aparelho de um colega de Florianópolis, então as instruções eram todas em português, o que facilitou muito a nossa vida.

Ficamos seis dias em Orlando, dias sensacionais que jamais vamos esquecer. Amamos tudo. Desde o planejamento da cidade até os parques temáticos. Quanta saudade! Como tínhamos pouco tempo, conhecemos os quatro parques da Disney (Magic Kingdon, Animal Kingdon, Epcot e Hollywood Studios) e também Universal e Sea World.

Não temos como dizer qual o preferido, mas o Sea World é um dos mais encantadores. Ver os animais marinhos tão de perto foi sensacional. E o show das baleias então. Emoção total! Ficamos sentados bem ali na frente, bem pertinho dos animais.

Pra isso entramos na fila quase duas horas antes do espetáculo, mas valeu a pena. O Sea World também tem duas montanhas-russas super radicais (Kraken e Manta). O Cleiton filmou tudinho, já eu não largava a trava de segurança de tanto medo. Adrenalina a mil!

Outro parque que gostamos muito foi o Universal Studios. A parte do Harry Potter, por ser a mais nova, era a mais lotada, mas nós enfrentamos a fila gingantesca e no final valeu muito a pena. O castelo uma perfeição, parece que você está no filme. O simulador então, sem comentários. Voar na vassoura como o Harry Potter é incrível.

Havíamos programado passar apenas um dia no parque da Universal (Island Adventure e Studios), mas deixamos as compras de lado e voltamos no outro dia para aproveitar tudo. Um dos brinquedos que mais gostamos foi a montanha-russa “Hollywood Rip Ride Rockit”. A subida dela simplesmente é um ângulo de 90ºC. Os simuladores também são de deixar qualquer um de boca aberta, muita perfeição.

É claro que não posso deixar de citar a emoção de encontrar as princesas e os outros personagens da Disney no Magic Kingdon. Foi sublime!

Aproveitamos muito, muito mesmo. Quando o cansaço batia, logo pensávamos: “quando vamos voltar pra cá novamente? Bora bater perna”. Nos últimos dias mesmo eu não conseguia nem mais abaixar de tanta dor na coluna.

Dor essa que depois que chegamos em Miami Beach passou. Se em Orlando a gente não parava, em Miami passamos dois dias só relaxando. O hotel que ficamos tinha uma piscina enorme de frente para o mar e passávamos horas ali só curtindo. O mar de Miami Beach mesmo, sem palavras. Água transparente, verde e quente.

O Cleiton não aguentava mais me ouvir dizendo. “Cara, esse mar é muito lindo”. À noite fomos na Ocean Drive, uma avenida cheia de barzinhos,todos com músicas bem latinas. O local que escolhemos tinha apresentação de Pole Dance nesse dia, super divertido.

Gostamos tanto da Ocean Drive que voltamos no outro dia pra almoçar, só que em outro restaurante . Pedimos caipirinha e acredita que tinha? Era um pouco mais forte da que costumamos tomar aqui e a quantidade nem se fala. Veio num copo gigantesco, acho que tinha um litro de cachaça ali dentro. Não tomamos nem a metade e o efeito foi tiro e queda. Voltei para o Brasil dormindo como um anjinho.

Bom, são muitos os detalhes e não dá pra contar tudo aqui, mas resumindo, valeu cada centavo e consideramos essa como a melhor viagem da nossa vida.

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Valeu, Camis! Belo relato, também quero ir pra Flórida, hein?

E você, viajão, conte sua história aqui também. Seja um colaborão enviando seu relato para souviajao@gmail.com! Queremos ler! E aproveite pra nos seguir no twitter e curtir nossa página no Facebook!


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Colaborões https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes/#comments Tue, 07 Dec 2010 11:30:14 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=378 Hoje a gente estreia a seção Colaborões, que pretende contar com a sua participação, senhor viajão. E a primeira viajona/colaborona,

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Hoje a gente estreia a seção Colaborões, que pretende contar com a sua participação, senhor viajão. E a primeira viajona/colaborona, que vai relatar uma experiência muito massa de viagem, é a Sá Olivetti, do popzíssimo blog Coisas de Diva.
 
Ela foi para os EUA e aproveitou pra conhecer a nova atração da Disney: Harry Potter! Boa viagem! 😉

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Quem é que não gosta de contar suas aventuras viajonas, hum? Pois quando o Xóia me convidou para comparecer por aqui, fiquei felizona.

No último mês de outubro tive a oportunidade de passar as férias nos Estados Unidos e fiquei em Tampa por um mês. A cidade é do lado de Orlando, então aproveitei para conferir a última novidade dos parques temáticos: o Wizarding World of Harry Potter na Island of Adventure da Universal.

Parque temático geralmente é um lugar cheio de gente, mas esse pedacinho de Hogwarts na Flórida é o lugar mais lotado da face da terra. Assim como eu, todo mundo resolveu conferir o lançamento de perto.

Serião, até a noite, com o parque quase fechando, ainda se via uma multidão por lá. Mas arrastão de “Trouxas” à parte, o Wizarding World deixa qualquer fã de Harry Potter com um sorrisão no rosto.

Está lá uma versão reduzida da vila de Hogsmeade com todos os telhados cobertos de “neve” e as lojas que vemos nas telonas, entre elas: Honeydukes, onde você pode comprar balinhas de todos os sabores por quase US$12; Ollivanders, onde pode encontrar a varinha mágica do seu bruxo preferido por US$29,95 e também a Zonko’s com jogos de mágica e brinquedos para aplicar PEGADINHAS em seus amigos.

Não diga que não avisei: as lojas são geniais, mas são pequenas e estão sempre lotadas de fãs de Harry. Não esqueça a paciência (e os dólares) em casa.

Na vila também existem carrinhos, onde dá para entrar numa enorme fila para provar a cerveja amanteigada ou o suco de abóbora. Nos arredores ainda tem a casa do Hagrid e também o carro azul onde um dia Harry e Rony foram macetados pelo Salgueiro Lutador.

Duas das atrações são montanhas-russas, uma para amadores como eu – Flight of the Hippogriff – e outra para pessoas com colhões – Dragon Challenge. Boatos que essa última já existia no parque e foi apenas redecorada. Espertinhos!

Mas a atração mais legal mesmo (e pela qual fiquei 50 minutos na fila) é a Forbidden Journey, que fica dentro do castelo de Hogwarts. A fila começa dentro da estufa, depois entra no castelo e passa pela sala de Dumbledore, também pela sala de Defesa Contra Artes das Trevas e pela sala comunal de Grifinória.

Preciso falar que o cenário é muito bem feito? Lá dentro os personagens aparecem e conversam com os Trouxas, seja por meio de projeções ou nos quadros pendurados nas paredes.

Sim, eles se mexem como no filme. O lado ruim é que as pessoas na fila conversam e falam alto, então às vezes quase não dá para escutar a história que está sendo contada. Mas achar cada detalhe dos filmes e dos livros por lá é uma sensação espetacular para quem acompanha a história de Harry.

Tudo isso acaba em um simulador que nos coloca para voar junto com o bruxo por cima do castelo, na floresta proibida e também para o meio de um jogo de quadribol. O brinquedo deixa as pernas livres e nos prende pelo ombro e tronco, então a sensação é muito real!

O simulador passa por telas de projeções (aquelas redondas) e também por cenários com dragões soltando fumaça e aranhas guspindo na nossa cara. Achei tão legal, que fui mais uma vez.

Como sou bundona para ir nas montanhas, achei esse o brinquedo mais sensacional entre todos da Universal e Disney.

O destaque mesmo é a tecnologia que usaram para mostrar os personagens e também o simulador em si, que chacoalha de uma maneira muito real. Para quem já visitou o parque, dizem que esse brinquedo é uma versão melhorada e tecnológica da atração do Homem Aranha.

As pessoas brincam que na Universal ninguém acredita em Mickey Mouse… mas com certeza acreditam em Harry Potter!

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Valeu, Sá. E putz, deu ainda mais vontade de ir pra Disney depois dessa, hein?

 E você também pode ser um Colaborão, caro viajão! Para isso, mande uma história legal/bizarra/engraçada/curiosa de uma viagem que você fez, em qualquer lugar do mundo, e conte pra todos aqui como fez a Sá!

Envie a história (com fotos de preferência) para souviajao@gmail.com e viaje com a gente 😉

   

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