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Arquivos frança – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/franca-2/ construímos memórias Sat, 28 Nov 2020 23:59:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos frança – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/franca-2/ 32 32 Filmes para viajar pelo mundo sem sair de casa https://www.viajao.com.br/bkp/filmes-para-conhecer-o-mundo-de-casa/ https://www.viajao.com.br/bkp/filmes-para-conhecer-o-mundo-de-casa/#respond Sat, 25 Jul 2020 14:50:53 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=12002 Letreiro de Hollywood nas colinas de Los Angeles.A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?

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Nessa época de mundo em mudança, com várias restrições de viagem, estamos todos com a missão de ficar em casa sempre que possível. Mas isso não significa que a gente precise parar de fazer planos de viagem – e de se encantar com esse mundo incrível em que vivemos.

A Marina já nos trouxe 25 livros pra viajar sem sair do sofá. Mas depois da nossa conversa lá no podcast Viajão, sobre o que assistir durante esse período de isolamento social, pensei em outros filmes que costumam me transportar para outros lugares com facilidade. E, claro, são inspiração para viagens futuras. Bora dar uma volta ao mundo com o cinema?

Europa

Bélgica

Na Mira do Chefe é um filme meio noir, de humor sarcástico e mais pesado, que muitas pessoas conhecem pelo nome em inglês: In Bruges. E, como o nome diz, se passa em Bruges, na Bélgica. Um assassino de aluguel comete um erro e o chefe manda ele se esconder por um tempo na cidadezinha belga. E aí, você (ao lado do Colin Farrell) acaba fazendo turismo pelo filme. Tem na NOW.

França

A protagonista de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é uma garçonete em um café de Montmartre (o que, por si só, já te transporta para Paris). É um filme de personagens excêntricos e de uma garota querendo trazer alegria para o mundo. Garanto que você vai se divertir com a história do duende! Esse filme está no Prime Video, que faz parte da assinatura do Amazon Prime (ao usar esse link, você sabe mais sobre o serviço e ajuda o Viajão! \o/)

Ainda sobre Paris, tem um dos filmes da trilogia do diretor Richard Linklater (que mencionei no podcast, mas como é minha favorita, eu repito aqui). Os filmes  têm o Ethan Hawke e a Julie Delpy basicamente passeando e conversando por cenários europeus: Viena em Antes do Amanhecer, Paris em Antes do Por-do-Sol (que é o que mais gosto, por isso, coloquei em França) e o Peloponeso, na Grécia, em Antes da Meia-Noite. Se você gosta de romances sutis, vai adorar.

Alemanha

Tudo bem que, em Adeus, Lenin, o foco é uma Berlim do passado. Mas a capital alemã é uma cidade em reconstrução, então cenários do presente do passado se misturam muito. Eu adoro esse filme. Você chora, ri, se encanta com o que fazemos pelas pessoas que amamos. Fica a dica! Tem na NOW.

Asia

Tailândia

Saudades constantes de Bangkok…

A gente comentou sobre o que acho que é um dos filmes-baseados-em-livros mais mencionado quando se fala em viagem, que é Comer Rezar Amar. Mas acho que não dá para deixar outro filme-baseado-em-livro de fora da lista: A Praia. Esse drama, que tem um Leonardo diCaprio novinho, foi filmado em Maya Bay, na Tailândia. É um retrato agressivo e não muito fiel do país, mas levou muitos viajantes ao local. Tantos, aliás, que a baía está fechada para visitação, para que a natureza se recupere.

Singapura

Como eu trouxe vários filmes pesados aqui, achei melhor incluir uma comédia romântica: Podres de Ricos. Eu ri muito com esse recorte endinheirado de Singapura. E como a nossa protagonista nunca esteve por lá, tem muitas descobertas quase de turista. Por exemplo, com as comidas de rua. No Brasil, tem na HBO.

Índia

Exótico Hotel Marigold tem alguns dos meus atores favoritos: Dev Patel, Judi Dench… Tem também cenários lindos e os encantos e desencantos que todo turista tem quando conhece um lugar novo, com o qual sonhou muito. Tem no TelecinePlay.

América do Norte

Estados Unidos

Letreiro de Hollywood nas colinas de Los Angeles.

Minha primeira indicação é um filme meio pesado, já vou avisando: O Abutre. É sobre um cinegrafista amador sem escrúpulos registrando crimes por Los Angeles e mostra muitos lugares reais na cidade. De acordo com o diretor, eles foram adaptando o roteiro aos lugares onde gostariam e poderiam filmar. Tem pra alugar no YouTube. Agora, se você preferir uma visão mais romântica da cidade, sempre tem La La Land. E entre os clássicos que se passam em Hollywood, meu favorito é Crepúsculo dos Deuses.

Aliás, não dá para errar com Billy Wilder, o diretor de Crepúsculo dos Deuses. Se quiser ver uma Nova York antiga, assista outro clássico favorito meu: Se Meu Apartamento Falasse.

Colinas cobertas de vegetação no Havaí, com o mar ao fundo.
Oahu não aparece no filme, mas eu amo essa paisagem!

E temos o belíssimo Havaí. Eu adoraria estar lá nesse momento. Os Descendentes é um filme que é meio drama, meio comédia, que se passa em Big Island e em Kauai, com sol, praia e camisas estampadas. E tem o George Clooney, o que é sempre um ponto positivo. Ele é baseado em um livro. Mas eu recomendo fortemente as lindas imagens do filme.

Para uma versão um pouco mais fantasiosa do Havaí (por causa dos alienígenas, e não por causa dos sons e cenários), tem Lilo e Stitch. Que eu amo. E é muito Havaí para mim, por causa do surf, da hula, e até mesmo, por causa do show turístico de dança polinésia. Ah, e claro, por causa do Elvis Prestley.

México

Dia de Los Muertos no México. Como não amar? Viva – A Vida é uma Festa é uma animação que me faz chorar toda vez emociona muito. É a história de um garoto mexicano apaixonado por música preso junto com os antepassados em um outro plano.

América do Sul

Argentina

Quem mais se diverte vendo lugares que visitou nas telas do cinema? (Ou da tv…)

Apesar do nome, o filme Um Conto Chinês se passa em Buenos Aires. E é com um dos meus atores favoritos – o Ricardo Darín. Ele faz um cara meio mau humorado que encontra um chinês perdido na cidade, que não fala nada de espanhol e não consegue voltar pra casa. Tem no TelecinePlay.

Falamos no podcast também de Medianeiras, uma comédia romântica argentina que me ajudou a descobrir onde ficava essa pracinha acima. Foi onde me “abriguei” quando andei até me perder por Buenos Aires. E adorei quando ela apareceu no filme.

Brasil

Dos muitos filmes brasileiros que poderia citar aqui, resolvi mencionar O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, dirigido pelo Cao Hamburguer. É uma viagem no tempo (se passa na década de 1970) com um garoto que é deixado na casa do avô enquanto os pais “saem de férias”. O cenário é o Bom Retiro, em São Paulo (embora não tenha sido filmado todo nesse lugar), um bairro de imigrantes. Dá pra alugar no YouTube ou na NOW.

África

 Quênia

Você já viu O Jardineiro Fiel? Esse drama dirigido por Fernando Meirelles se passa no Quênia e estrela o Ralph Fiennes como um diplomata aguardando notícias sobre a esposa, sequestrada. É um filme muito delicado sobre um assunto muito série. O que mais me marcou à época que assisti foi justamente como é um filme focado em uma pessoa, e não em um conflito. Tem no Globoplay.

Oceania

Polinésia

Incluí mais uma animação aqui, pois é um dos meus gêneros favoritos. E Moana tem bastante da cultura polinésia, por mais que seja em uma ilha fictícia. Da dança ao estilo das canoas, à lenda de Maui, sempre que vejo esse filme, retomo meu sonho de visitar o maior número de ilhas do Pacífico que eu puder. Tem na Amazon Prime Video.

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Roteiro de viagem: Sudeste Asiático e Europa https://www.viajao.com.br/bkp/roteiro-sudeste-asiatico-europa/ https://www.viajao.com.br/bkp/roteiro-sudeste-asiatico-europa/#comments Thu, 19 Dec 2019 12:00:39 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11624 Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.

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Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.

Quando a gente tira 30 dias seguidos de férias, a tendência é preencher todos eles com…  viagem. E para aproveitar ao máximo a oportunidade, nem sempre os roteiros são os mais práticos para aquele país. Até porque depende muito do seu interesse pessoal. O que você quer conhecer?

Dessa vez, a gente queria visitar as Filipinas e passar alguns dias na Tailândia. E como o voo fazia conexão na Europa tanto na ida, quanto na volta, pensamos: “por que não fazer uma parada por lá também?”

Suíça

Dia 1 – Chegamos em Zurique pela manhã. Apesar de termos poucas horas na cidade, deu tempo de ir de trem conhecer o centro, onde almoçamos. E de volta ao aeroporto para embarcar para Bangkok.

Tailândia

Dia 2 – Chegamos a Bangkok pela manhã e já embarcamos para Phuket, no sul da Tailândia. Ficamos no The Lantern Resort Patong, em Patong Beach, onde há vários bares e restaurantes. Depois que apreciamos um delicioso jantar de pad thais e fried rices, fizemos a primeira (de muitas) massagem tailandesa nos pés.

Phi Phi Islands

Dia 3 – Pela manhã, pegamos a balsa que liga Phuket a Phi Phi. O hotel em que ficamos, Chaokoh Phi Phi Resort, é na rua ao longo da costa. Foi um dia para explorar a ilha e programar o passeio do dia seguinte.

Passeios de long tail boat são os mais comuns em Phi Phi.

Dia 4 – Fechamos um passeio privativo de barco para os cinco para os principais pontos ao redor de Phi Phi. A saída foi às 08h, para tentar escapar dos grandes grupos de turistas que fazem o trajeto todos os dias em barcos compartilhados. O nosso passeio no tradicional long tail boat começou por Maya Bay e seguiu por Pileh Lagoon, Bamboo Island, além de paradas em lagoas pelo caminho. Então voltamos para a ilha a tempo de almoçar e aproveitar a piscina do hotel. 

Dia 5 – No nosso segundo dia inteiro em Phi Phi, resolvemos explorar outras partes da ilha. Seguimos por uma trilha que passa por várias baías até chegar a Long Beach.
Depois, subimos até um mirante (são três na ilha, mas o mais conhecido é o Viewpoint 1) pelo caminho mais longo, que sai da trilha de Long Beach. À noite, teve massagem nos pés (necessária depois da trilha) e um excelente pad thai de 60 baht (cerca de 2 dólares em novembro/2019) para relaxar da caminhada.

Dia 6 – Saímos de balsa até Phuket e, de lá, pegamos um táxi até o aeroporto para voar para…

Malásia

Dia 6 – …Kuala Lumpur! A capital malaia fica a uma hora e meia de voo de Phuket e tem diferentes atrações para quem visita a cidade. Ficamos hospedados no Travelodge Bukit Bintang, em um dos bairros centrais. Sem dúvida, uma boa opção, já que foi possível caminhar por vários dos pontos turísticos. Considerando que chegamos no fim da tarde, fomos conhecer alguns dos muito shoppings da cidade. E aí, tivemos a impressionante primeira imagem das Petronas Twin Towers.

https://www.instagram.com/p/B42du6EJ2LB/?utm_source=ig_web_copy_link

Dia 7 – Fomos de Grab (o “Uber” do Sudeste Asiático e um dos aplicativos indispensáveis para quem viaja para essa região) até as Batu Caves.
Resolvemos voltar de trem para a região do KLCC (o que implica um trem urbano e um metrô) e compramos ingresso para visitar as Petronas Twin Towers no fim da tarde. Aproveitamos a tarde de chuva para almoçar e fazer compras até voltar para nosso passeio no alto das torres.
Mas a melhor vista foi do skybar do outro lado do parque: petiscos e drinks com as Petronas Twin Towers bem ao lado!

A estátua de mais de 42 metros representando Murugan te recepciona nas Batu Caves.

Dia 8 – Hora embarcar para um voo de três horas e meia para…

Filipinas

Dia 8 – …Manila! Chegamos às Filipinas, finalmente. Dormimos em um quarto privado de hostel em Makati e jantamos em um excelente restaurante vegetariano. Mas a ideia na capital filipina era mesmo esperar o voo do dia seguinte.

El Nido

Dia 9 – Pegamos um dos poucos voos diretos de Manila para El Nido, onde uma van do hotel nos esperava para levar até o resort. Ficamos hospedados longe de El Nido Town, o que restringiu alguns passeios pela cidade, mas nos ofereceu uma praia praticamente deserta. Já que estávamos longe de tudo, aproveitamos a piscina e jantamos no hotel mesmo.

Dia 10 – Contratamos o passeio oferecido pelo hotel para ilhas ao leste da ilha, fora da rota mais turística. Passamos por Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island, com almoço incluso em (mais uma) praia só para nosso grupo. Em seguida, voltamos para o hotel para curtir a piscina mais uma vez.

Dia 11 – Nesse dia, contratamos um barco privado para passar pelos principais pontos turísticos de El Nido. Big Lagoon, Small Lagoon, Hidden Beach, Secret Beach, entre outros pontos de snorkeling, ficam em ilhas ao redor de El Nido. Almoçamos no barco durante o passeio. Na volta, aproveitamos para passear e jantar em El Nido Town antes de retornar para nosso resort no norte da ilha.


A Small Lagoon, em El Nido, é deslumbrante de todos os pontos de vista.

Dia 12 – Tiramos esse dia para fazer algo que raramente fazemos em uma viagem de férias: nada. Portanto, curtimos a praia, a piscina, o bar, os livros no Kindle, as playlists e podcasts… Foi um verdadeiro dia para desacelerar.

Dia 13 – Viajar é se planejar e estar pronto para mudanças. Nossa balsa para Coron foi cancelada por causa do mar agitado. Então, depois de uma manhã de remarcações de balsas e hoteis, passamos mais uma tarde em El Nido Town. Pegamos um tuktuk (que chamam de trycicle nas Filipinas) para visitar Vanilla Beach. Repetimos a janta no Happiness Bar e fomos dormir torcendo para a Guarda Costeira liberar a balsa no dia seguinte.

Coron

Dia 14 – Finalmente tudo certo com a nossa partida para Coron! A balsa entre as cidades leva cerca de quatro horas de bastante balanço. Do pier de Coron, pegamos um tuktuk até o hotel e, depois, saímos para caminhar pela avenida principal em busca de um jantar. A cidade estava às escuras, com muitos lugares iluminados por velas ou à base de gerador.

Dia 15 – Fizemos nosso primeiro passeio de barco pelos arredores de Coron, com destino aos principais pontos turísticos. Primeiro, o guia nos levou até o mercado central para comprar os itens para o almoço, que seria preparado pela equipe do barco. Depois, continuamos o passeio de cerca de cinco horas por Twin Lagoons, Kayangan Lake, Barracuda Lake, Smith Beach e Siete Pecados. 

Dia 16 – Mais um dia de passeio privativo de barco em Coron, dessa vez, para praias mais afastadas. Dessa vez, fomos até Waling-Waling, Ditaytayan e Malcapuya Island, com almoço no barco e uma parada em Shipwreck Cove na volta. Para encerrar, curtimos a noite na piscina do hotel para nos preparar para os voos do dia seguinte.

Olha a cor dessa água! E a praia toda para nós em Waling Waling…

Boracay

Dia 17 – Fomos de avião de Coron a Boracay (com escala em Cebu e uma transferência de jetty da ilha onde fica o aeroporto para a praia de Boracay). Assim que nos alojamos no hotel, saímos em uma caminhada ao longo da costa, que é uma sequência de restaurantes e lojinhas.

Dia 18 – Boracay é uma ilha para aproveitar a praia e caminhar bastante. Nesse primeiro dia cheio na ilha, caminhamos pela Station 2, o trecho central da White Beach. E, então, descobrimos a clareza do mar e a beleza do pôr-do-sol nessa praia.

Dia 19 – Decidimos experimentar um passeio de barco para fazer snorkeling na região. Só que a maré não permitiu que fossemos até praias do outro lado da ilha. Então, voltamos para a White Beach para almoçar e curtimos uma tarde nas águas cristalinas de Boracay. Sem contar mais um pôr-do-sol deslumbrante…

Dia 20 – Tiramos o dia para curtir a White Beach mais uma vez. Almoçamos no D Mall, um complexo de lojas e restaurantes cheio de pratos típicos – ou com ingredientes típicos, como o Cheesecake de Manga do Café del Sol, que fez sucesso com nosso grupo.

Dia 21 – Maratona de: tuktuk, jetty, tuktuk, voo até Manila, ônibus do Terminal 4 para o Terminal 1, e mais um voo até…

Tailândia

Dia 21 – …Bangkok! A cidade que tanto amamos na Tailândia. Como chegamos no fim da tarde no hotel, fomos logo jantar. E, para nossa sorte, descobrimos um pad thai de barraca de rua delicioso e bem perto. Com certeza, um excelente começo de estadia na cidade.

Dia 22 – Já que chegamos a Bangkok no fim de semana, começamos o sábado no Chatuchak, um dos muitos mercados de rua de Bangkok. Dava para passar o dia, mas a cidade é cheia de atrativos, então seguimos para a Jim Thompson House, que é um museu com um restaurante bem gostoso. Logo depois, fomos ao complexo de shopping centers Siam Paragon, Siam Discovery e Siam Center, que fica ali pertinho. Para o jantar, tentamos a fila da Jai Fay, uma chef de comida de rua com uma estrela Michelin, mas a espera nos desanimou. Então fomos a pé para a Khao San Road, curtir a animação dessa rua de bares e restaurantes.  

Dia 23 – Para aproveitar os passeios que só são possíveis de fim de semana em Bangkok, fomos até um mercado flutuante. Escolhemos o Khlong Lat Mayong por ser mais perto do centro e menos turístico. Comemos de tudo – e mais um pouco! Daí, voltamos para o Iconsiam, um novo shopping center que é o segundo maior da Tailândia. E, claro, teve mais massagem nesse dia.

Como não se deslumbrar com o Wat Arum?

Dia 24 – O Wat Arum é chamado de “Templo do Amanhecer” e foi por lá que começamos nosso dia. Depois de atravessar o rio, almoçamos e fomos ao Wat Pho, o templo onde fica o famoso Buda Reclinado. Nosso jantar nesse dia foi no Tealicious Bangkok – delicioso e pertinho do nosso hotel. Valeu a ida!

Dia 25 – A triste hora de ir embora da Tailândia. É sempre uma sensação de “até a próxima!”. Mas ainda não era o fim da viagem…

Alemanha

Dia 25 – Não conta muito como uma parada da viagem, pois foi até mais rápida do que a conexão em Zurique. Mas descemos no Aeroporto de Frankfurt e fomos de trem até a estação central (Frankfurt Hauptbanhhof) para jantar e esperar nosso trem da madrugada. 

Luxemburgo

Dia 26 – Na verdade, precisamos de um trem + um ônibus + um trem, até chegarmos a Luxemburgo. A cidade é uma graça e, no fim de ano, tem diferentes mercados de Natal para aproveitar. Demos uma volta no centro, caminhamos pelo Chemin de la Corniche (uma rota para apreciar a paisagem da cidade) e fomos até o Pfaffenthal Lift (o elevador panorâmico que liga a cidade alta à parte baixa). Depois, fomos ao Weihnachtsmarkt para jantar, com um Mühl Wein (vinho quente – ou quentão, dependendo de onde você mora no Brasil) para esquentar o corpo no frio de 2ºC.

Nada como uma cidade fofa em época de Mercados de Natal…

Dia 27 – Como falei, é importante se preparar para imprevistos! Era para nosso trem para Paris sair pela manhã, mas ele foi cancelado por causa de uma greve geral. Nossa solução foi comprar uma passagem de ônibus para sair à tarde e levar o triplo do tempo. Então aproveitamos a manhã para caminhar mais um pouco por Luxemburgo.

França

Dia 27 – Chegamos a Paris à noite e enfrentamos um longo trajeto de Uber até nosso hotel, por causa das manifestações na cidade. Mas deu para aproveitar um saboroso jantar no Pink Mamma antes de voltar para o hotel.

Dia 28 – Sem metrô (ainda por causa da greve), fomos a pé para o Museu do Louvre para visitar a exposição especial do Leonardo da Vinci – e, depois, ver um pouquinho do gigante museu. Conseguimos ir de metrô até a Champs Elysée e o Arc du Triomphe. De lá, seguimos para o Marais e passamos a noite nesse bairro, caminhando e comendo (porque o que não falta em Paris é restaurantes para provar).

Dia 29 – Fomos até o Trocadéro para aquela bela vista da Torre Eiffel, por onde caminhamos em seguida. Seguimos para o entorno da Notre Dame (trajeto que dá para fazer de patinete elétrico, se você quiser!) e almoçamos na Île Saint-Louis, uma região cheia de restaurantes e barzinhos gostosos. E aí, era hora de embarcar de volta para o Brasil – e começar a pensar no roteiro da próxima viagem!

Toda a nossa viagem está salva lá nos Instagram do @blogviajao! Aproveite para dar uma olhada (e seguir a gente, caso ainda não esteja fazendo isso!).

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21 hotéis pra conhecer antes de morrer https://www.viajao.com.br/bkp/21-hoteis-pra-conhecer-antes-de-morrer/ https://www.viajao.com.br/bkp/21-hoteis-pra-conhecer-antes-de-morrer/#respond Tue, 18 Feb 2014 10:00:55 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10252 hotel na TanzâniaViagem lembra o que, minha gente? Clima de azaração e confusão Muita curtição e hospedagem bacana, não é mess? Tudo

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Viagem lembra o que, minha gente? Clima de azaração e confusão Muita curtição e hospedagem bacana, não é mess?

Tudo bem, a gente bem preza por viagens baratas muitas vezes, dormindo em hostels e tal, mas não custa sonhar de vez em sempre quando, néam? Que tal babarmos com 21 hotéis sensacionais espalhados pelo mundo que você precisa conhecer antes de morrer?

E se hospedar, obviamente. Não faça como eu, naquele hotel seis estrelas da África do Sul… Vamos juntar moedinhas e tirar o escorpião do bolso risos

A lista é livremente inspirada e traduzida daqui. E as fotos copiadas do site!

1. Äscher Cliff, na Suíça

hotel na suíca

De chorar se imaginar abrindo a janela de cara pra um dos penhascos mais bonitos que você verá na vida. Talvez seja melhor deixar esse por último, vai que você se desequilibra e não dá tempo de se hospedar nos outros 20 risadas

2. Hotel Kakslauttanen, na Finlândia

hotel na Finlândia

quarto de hotel na Finlândia

To fazendo as reservas AGORA! Quem nunca quis ter um iglu exclusivo e, ainda por cima, chique pra barai? :'(

3. Ladera Resort, na Santa Lúcia – Caribe

hotel em Santa Lúcia, Caribe

To na dúvida: caio nessa piscina ou pulo dali mesmo no mar? Ai ai…

4. The Manta Resort, em Zanzibar, na costa da Tanzânia

hotel na Tanzânia

hotel na tanzânia

É uma ofensa! Uma ofensa a quem gosta tanto de água!

5. Rayavadee Krabi, na Tailândia

hotel na tailândia

Achei rústico demais, me sentiria na Lagoa Azul risos

6. Shangri La, em Paris

hotel em paris com vista pra torre eiffel

Nada mal?

7. Hotel Ristorante Grotta Palazzese Polignano a Mare, na Itália

hotel e restaurante na itália

Achei parecido com o “roots” da Tailândia, mas não nego se você quiser me dar uma diária de presente.

8. Conrad Maldives, na Ilha Rangali, nas Maldivas

hotel na ilha rangali, nas maldivas

Ainda preciso dormir num aquário desses, sério.

9. Panchoran Retreat, em Bali, na Indonésia

hotel em bali

Tarzan checked in risadas

10. Hotel Ubud Hanging Gardens, na Indonésia

hotel na indonésia

Sério que dorme ali mess e se “cair da cama”, se afoga?

11. Attrap Reves Hotel, na França

hotel na frança

Lembra daquelas lembrancinhas (globos) que você chacoalha e simula neve dentro?

12. Katikies Hotel-Oia, na Grécia

hotel na grécia

Bem branquin.

13. Hotel Le Sirenuse, na Costa Amalfitana, na Itália

hotel na costa amalfitana

Uma cervejinha nesse visu cai bem, néam?

14. Ice Hotel em Jukkasjärvi, na Suécia

hotel de gelo na suécia

Há boatos que nos quartos as TVs só exibem a trilogia “Entrando numa fria” risos

15. The Cambrian Hotel, em Adelboden, na Suíça

hotel na suíça

Na cara dos alpes!

16. Dedon Island Resort, nas Filipinas

resort na ilha dedon

Alguém mais ia viver nesse balanço?

17. Home Stead Resort, em Utah, nos EUA

home stead resort em utah, estados unidos

Que calmaria sensa nessa cratera!

18. Villa Escudero, nas Filipinas

Hotel Villa Escudero nas Filipinas

Vamos dar uMOLHADA no que tem pro almoço? cacacacaca

19. Hotel-Restaurante Öschinensee, na Suíça

hotel na suíça

E você vai lembrar de comer com uma paisagem dessas?

20. Astarte Suits Hotel, na Grécia

Água, água, água. Só querem que a gente durma na água.

21. Montana Magica Lodge, no Chile

hotel chile

Se quiser saber como é dormir numa árvore de Natal, boa sorte!

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Sendo turista https://www.viajao.com.br/bkp/sendo-turista-2/ https://www.viajao.com.br/bkp/sendo-turista-2/#comments Mon, 22 Aug 2011 10:00:46 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=4051 Como o Coqs começou com a PALHAÇADA na segunda-feira passada, eu dou continuidade. Porque se isso não é um circo,

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Como o Coqs começou com a PALHAÇADA na segunda-feira passada, eu dou continuidade. Porque se isso não é um circo, tá quase lá risos

Todo mundo aqui é turista. E um bom turista é, também, um bom viajão! A gente paga uns micos valiosos nas viagens. E se não bastasse o mico em si, a gente ainda FOTOGRAFA. Tudo pra poder rir depois kkk rsrs.

Lambendo a Eiffel

Homem-aranhando no Egito Louvre

O meu nariz é menor, juro

Pior que eu gosto de me sentir turista. E as pessoas, curiosaças, param ao lado pra ver o que a gente tá aprontando pra uma foto. Isso é o mais legal. Ou não.

Corno é seu pai risos

Louvando

Ah! Fotos em perspectiva também curto pra caramba fazer! Se deixar, faço a cada esquina!

Pausa pra relaxar

Ressaca das bravas risos

Por isso, depois dessa leve QUEIMACÊRA, proponho um desafio! Quero ver suas fotos “turistando” também, caro viajão!

Manda pra gente no souviajao@gmail.com. Prometemos não mostrar pra ninguém, só vamos colocar aqui no Sendo turista, ok? 😉

Ah, aproveite pra nos seguir no twitter e nos curtir no Face. Boa semana!

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Colaborões https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-18/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-18/#respond Tue, 24 May 2011 10:00:24 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=2625 O Viajão não podia deixar por menos. CONVOCAMOS um amigo que esteve na edição do ano passado pra contar qualé a desse tapete vermelho.

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O Festival de Cannes 2011 acabou no último domingo, e entre mortos e feridos, galãs e apologias nazi-polêmicas, o que ficou foi aquela vontadinha de estar lá! Pelo menos pra  nós, k-kind of cinéfilos…
O Viajão não podia deixar por menos, CONVOCAMOS um amigo que esteve na edição do ano passado com um curta seu inscrito pra contar qualé a desse tapete vermelho…

 Isaac Benavides é um chileno muito do artista, que vive por aqui entre os brazucas há 4 anos, e anda por esse mundãovelhosemfrontera, principalmente a América Latina, pra depois mostrar ao mundo las colores de nuestra tierra!
Desses talentos de dar inveja (e olha que eu ainda mal o conheço), além do curta inscrito em Cannes,  já embarcou vários projetos de curtas, longas, documentários… Vale a pena conferir… a história é cinematográfica!!!

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CANNES: Um périplo cinematográfico.

Curitiba, maio 2010. Um pouco de calor, um pouco de frio, mas essa inconstância climática, própria desta cidade tão estranha para um estrangeiro como eu; chileno acostumado a essas chuvas que duram meses e que se aproximam a uma espécie de dilúvio regional e, acompanhado de um frio que penetra até os ossos, normal em cidades que colidam com a imponente “Cordillera de los Andes”, não apaga os ânimos e as ansiedades própria de toda grande viagem, mas quando essa viagem é para o maior e mais importante festival de cinema do mundo…CANNES.

Mas para chegar ao nosso destino tivemos que enfrentar uma viagem mais longa do previsto, o que para mim, claustrofóbico convencido e impaciente por natureza, foi um verdadeiro martírio. Mas toda viagem acompanhada de amigos faz do tédio um repentino alivio, normal entre escalas, conexões e horas de avião; esse artefato de transporte um pouco mais hermético que um microondas que te faz lembrar, pelo menos a mim, quão leve e frágil é o homem quando enfrentado aos recursos tecnológicos, e as fugas que a física nos proporciona para fazer de nossa vida, um pouco mais fácil. Mas todos esses “contras” são aplacados, como surpresa natalina, pelas lojas que habitam os aeroportos, que nos convencem de que o capitalismo não é tão ruim como alguns pensam. Onze horas aproximadamente desde Rio de Janeiro até o aeroporto de Barajas em Madrid, e umas duas horas e meia entre Madrid e Marselha na França, nosso primeiro e mais inseguro destino. Mas não podemos obviar as horas de espera nesse aeroporto que parece cidade, e que se não fosse estragada pela “amabilidade” da policia internacional espanhola, seria perfeita.

Marselha nos proporcionou o momento aventureiro e tal vez nosso momento religioso, não só confiando no poder daquele Ser Supremo que acreditamos alguns, senão nas intermináveis artimanhas da nossa VISA (aquela bendita invenção) que era colocada a prova uma vez mais. Chegamos a Marselha quase por sorte. Extraviaram nossas malas (Na verdade, as malas do meu colega), pegamos o último ônibus até a cidade (depois só seria um taxi que cobrava o mesmo que eu pagava em um ano de faculdade), pegar o último METRO, para chegar finalmente ao VIEUX PORT, que me lembrou que todo esforço valia a pena. –“Isaac, chegamos à França!”– Foi o que escutei umas 20 vezes enquanto saímos da estação. Mas como toda viagem perfeita sempre é estragado pela desorganização e o “tudo para ultima hora”, natural de todo latino, “lembramos” que tínhamos que achar URGENTEMENTE um hotel, pois tínhamos esquecido de reservar um quarto para nossa primeira noite (SIM, fomos idiotas mas fomos felizes).

Depois de vagar umas duas horas buscando hotel (enquanto eu carregava uma mala, da qual usei só a metade da roupa) chegamos no BELLEVILLE, um hotel que nos proporcionou, primeiro a sensação de ter experimentado um milagre e depois, a fascinante vista (tal vez uma das melhores) do “Velho Porto” da cidade.

De manhã, bem de manhã, caminhamos por Marselha (a segunda maior e mais antiga cidade Francesa) aproveitando as poucas horas que tínhamos antes de empreender a viagem em trem até Cannes, nosso destino principal. Conhecer a “Basilique Notre-Dame-de-la-Garde”, caminhar e comer no “Vieux Port” são “obrigações-obrigatórias”, sem importar a redundância.

Mais ou menos três horas e meia são de Marselha até Cannes, mas pareceu bem mais. Foi impressionante se enfrentar ao mediterrâneo e escutar a doce voz de aquela francesa de olhos verdes que sentou na minha frente: “Chegamos a Cannes”…eu acho que foi isso o que ela quis dizer. Me senti pela primeira vez num filme de Rhomer – o amor e sol francês invadiu os meus olhos e os meus pensamentos.

Deixem respirar um pouco… Pronto. Cannes. Que cidade linda. Que glamour. Que luxo. Que mulheres bonitas. Uma cidade que respira, vive e come cinema (literalmente), o paraíso de todo cinéfilo, o éden de todo realizador cinematográfico. Durante a viagem terminei o livro do diretor Raoul Ruiz (Poética do cinema) e entendi o que ele diz quando escrevia: “No cinema tudo é possível”, e sim, tudo é possível!

Passou já um ano desde essa viagem e me surpreendo. Leio o jornal: Lars Von Trier agora é Nazi além de bipolar, os favoritos sempre são os mesmos, Malick o “introvertido” ganha o mais importante prêmio….e para mim, Cannes foi uma surpresa, desde a seleção do meu curta, uma espécie de experimento forçado ultra independente, chegar lá e conhecer uma serie de realizadores, entre eles Paulo Branco, uns dos mais importantes produtores de cinema do mundo, assistir a uma exibição privada (convidado por Paulo Branco) do ultimo filme do meu realizador favorito e máximo referente, Raoul Ruiz, fez dessa viagem tal vez uma das melhores viagem da minha vida, e que espero que se repita com o tempo.

Para mim que o mais próximo ao glamour é uma foto de Scarlett Johansson que guardo num velho livro (e que agora deixa de ser segredo para passar ao domínio publico) para de um dia para outro caminhar entre festas, reuniões, estréias de filmes e tapetes vermelhos, foi uma experiência quase surreal. Anedotas são muitas, e o interessante é que a memória é acompanhada com o passo do tempo, com esse “ir e vir” entre a realidade e a ficção, um pouco como o cinema mesmo.

Mas fora do festival, o que fazer numa cidade como Cannes? Se você decidir visitar a cidade, prepare o cartão de crédito, a melhor roupa e o cartão de crédito (já falei isso?), pois essa cidade do sul da França é uma das mais caras do país (senão da Europa), mas se você tiver paciência e se aproximar ao mercado da cidade, poderá achar lugares bem baratos, ainda que um Mc Donald´s sempre é salvador. Caminhe pela beira do mar, muito mais se está acompanhado. A praia é muito boa e bastante concorrida, mas vale a pena, ao final, é uma das praias mais chiques do país. Cannes também tem vários pontos turísticos, miradores, restaurantes, lojas, e perto da cidade tem vilas que valem a pena conhecer.

Finalmente, se você decidir viajar no mês Maio, não se esqueça de ir até o Palácio do Festival, levar uma câmera fotográfica com uma lente ZOOM, um vestido de gala o um “smooking” e um bom óculo de sol, quem sabe no meio da rua você se encontra com seu artista favorito.

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Valeu Isaac! Pra quem quiser mais detalhes (sim, tem mais!!!) dessa história, vale a pena conferir a viagem toda documentada pelo Isaac e o amigo: aqui e aqui.

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Todos cai. https://www.viajao.com.br/bkp/todos-cai/ https://www.viajao.com.br/bkp/todos-cai/#respond Wed, 06 Apr 2011 12:53:09 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1834 O dia era 4 de março de 1993 (to chutando a data, certê). Eu no meu auge de criança, dando

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O dia era 4 de março de 1993 (to chutando a data, certê). Eu no meu auge de criança, dando vários flips e mortais (tem mortal no skate?) de skate, eis que caio e perco alguns dentes (de leite). Lembro-me como se fosse hoje, risos. Desde então nunca mais fui o mesmo em relação a prancha sobre rodas, na água, na areia e na vida.

Porém o destino é lindo, e me colcou frente a frente novamente com meu medo, mas de maneira sutil. Hoje a história é: Coqs e suas primas se humilhando na neve.

Chamonix é sensacional. A cidadezinha é quase na Suíça, mas é na França mess, 1 hora e meia de ônibus de Genebra. Tem todo aquele glamour de Alpes Suíços, Mont Blanc, ski e o frio. Frio é pouco, é muito frio, -20 graus na humildade, ainda bem que em cada esquina tem aqueles tambores com fogo pra se aquecer.

Mas hoje vou focar no snowboard e ski. Chamonix é tipo um vale, montanha pra tudo que é lado, logo, existem milhões de pistas de skis. Maneríssimo, tirando o fato que nunca tinha andado nem de ski nem de snowboard. (e como vocês vão perceber, minhas primas também não.)

Fomos na pista mais infantil de todas, né, pra ver nossa habilidade diante da neve. As coisas por lá não são muito baratas, já que é uma cidade glamour. A pista é a Les Planards, 20 euros e você pode passar o dia lá, fazendo arte. Os funcionários são gente fina, te ajudam na neve, tem aulas (no qual a gente não foi), e até tiram fotos com você. E como era uma pista infantil, tinham crianças que no caso deixavam a gente no chinelo, mas não quero falar sobre isso.

Bom, a dica que eu deixo pra você que vai se aventurar na neve pela primeira vez, além de alugar os equipamentos (só pra dar um adendo, foi 27 euros a locação do snowboard) alugue as roupas apropriadas! Ficamos um pouco molhados depois de tudo isso, mas enfim, faz parte.

Como vocês viram, o medo de 1993 ainda me persegue, mas mandei bem não? Só queria deixar outro adendo, eu não caí nenhuma vez, só não sabia parar. (mentindo)

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Colaborões. https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-6/ https://www.viajao.com.br/bkp/colaboroes-6/#comments Tue, 22 Feb 2011 13:47:38 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1480 Hoje o Colaborões tem a presença do redator publicitário Bruno Leite, colecionador de cachecóis e de cantadas dignas de prêmios

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Hoje o Colaborões tem a presença do redator publicitário Bruno Leite, colecionador de cachecóis e de cantadas dignas de prêmios (mentira), que conta sua envolvente história em Paris. Uma história peculiar e uma lição de vida. Emocionante.

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Coxinha de Paris

27 de janeiro de 2006. Esta era para ser a data do meu primeiro encontro com Paris. Estávamos em 4 pessoas: eu, meu irmão, um amigo do meu irmão e minha mãe. Prontos para entrar no trem que saía de Bordeaux e nos levaria à cidade luz, embarcamos. Porém, minutos depois, o meu irmão percebeu que estava sem a sua carteirinha de estudante. E assim não poderia embarcar com o bilhete que havia comprado. Descemos e já não éramos mais 4, e sim 3. O amigo do meu irmão não nos viu descer e acabou se aventurando em um fim de semana sozinho em Paris.

Eu, meu irmão e minha mãe tivemos que ir apenas no sábado, dia 28. Ao sentarmos no trem, eu e mamãe começamos a nos indignar. Uma senhora que sentou na nossa frente com um cachorro olhava para a gente e balançava a cabeça de um lado para o outro em tom de reprovação. Xenofobia, falava minha mãe. E a véia continuava a nos reprovar. Por 3 horas seguidas. Foi então que percebemos que a querida e simpática idosa apenas tinha um tique.

Chegamos em Paris e, como turistas típicos, fomos direto à Torre Eiffel. Em seguida, bateu a fome. Fomos a uma panificadora e fizemos um lanche. Minha mãe pediu um sanduíche, meu irmão preferiu um croissant e eu fui de coxinha.

Chegou o sanduíche, lindo e quentinho. Chegou o croissant lindo e quentinho. Aquelas fumacinhas dos lanches alheios numa temperatura de zero grau só me davam ainda mais vontade de devorar minha coxinha. E ela veio. Mas sem fumacinha. Quando a senti em minha mão, estava gelada. Eu ia reclamar, mas a fome mandava eu dar uma mordida antes. Foi então que descobri que a coxinha de Paris nada mais era que um doce de coco.

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