acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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]]>Então pode ter sido o cansaço, o efeito Paris, a saudade dos amados no Brasil, mas a verdade é, Milão não foi tudo aquilo não!
Quando estávamos na fase da pesquisa básica pra fazer um roteiro, achamos estranho que um amigo nosso não indicou muitos passeios, além da… Catedral Duomo, da… Piazza Duomo, e das Galerias Vittorio Emanuele II, que fica ali, grudadinha com a Duomo!
Mas chegando lá, foi mais ou menos isso mesmo, Duomo, Duomo, Duomo! Ainda bem que Duomo o bicho não come! Risos.
Um outro passeio legal (melhor do que ficar em casa pelo menos!) é o Castelo Sforzesco:
Fora isso, tinha o Teatro La Scala e a famosa pintura da Última Ceia, de Da Vinci, que pode ser vista no convento de Santa Maria delle Grazie a qualquer dia da semana, menos aquele que estávamos lá: segunda-feira!
Tudo bem, vão dizer que Milão não foi feito pra isso mesmo, foi feita pra Prada, Armani, Fendi, Versace… bom, eu diria que isso foi outra coisa bizarra, uma cidade toda “prosaica”, prédios antigos pouco imponentes, ruelas pequenas, mas não aquelas pequenas e charmosas… e derrepente: TCHAN! Uma Dolce & Gabbana… depois mais umas ruelinhas e TCHARAN uma Armani de 3 andares… algo assim que parecida não ORNAR!
No fim a gente acabou concordando que não ter lá muito o que fazer pode ser na verdade uma dádiva! Assim ensinam os italianos com seu Bel far niente, não é?

A Arte de não fazer nada até que foi bem aproveitada! Os dois dias se tornaram ENORMES e deu tempo de tirar aquela siesta final, comer um Gelato Italiano, uma bela pasta depois de sobreviver 2 semanas de promoções do Mc Donald’s e ainda descansar os pezinhos cansados na fonte!!!
Ma Che!
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Uma opção é a clássica Champs Elysées que começa no Arco do Triunfo e se estende até a Place de la Concorde, comecinho do Jadin des Tuileries. É o “símbolo do glamour”, mas a verdade é que tem pra todos os bolsos, e até pra bolso nenhum, caso você só queira olhar e “se sentir” num lugar ícone! De Louis Vuitton , Mont Blanc, Sephora, até as fast fashion H&M, Zara…
Porém, dessa vez vou sugerir um caminho pouco convencional, mas que se tornou o queridinho dessa última viagem. Repeti duas vezes e minha tia SÓ fez esse trajeto a viagem inteira!!!
Meu hotel era próximo ao Gare Saint-Lazare. Descendo em direção à Ópera, o primeiro atrativo que se encontra está na Boulevard Haussman: Galerias Printemps e Lafayette, enormes lojas de departamento, cada uma ocupa um quarteirãozão. Só as vitrines já são um espetáculo a parte, mas vale a pena entrar e conhecer, sempre com muito cuidado para não se perder por lá o dia todo!!!
Depois da maratona de compras qualquer um fica esfomeado! Chegando na Ópera tem o famoso Café de La Paix, e vários outros semelhantes. O melhor aqui é sentar nas mesinhas de frente pra rua e partilhar um hábito bem parisiense: tomar um cafezinho comentando tudo e todos que passam na sua frente. Caso você fume, este é o melhor lugar para se sentir glamouroso com sua nicotina!
Descendo pela Rue de la Paix vamos cair na Place Vendôme, onde está o Hotel Ritz e ao redor dela também as boutiques mais famosas. Lembrando sempre que, não podendo comprar, vale sempre alimentar os olhos de esperança *_*
Logo depois encontramos a Rue Faubourg Saint-Honoré,vale a pena andar um bom pedaço por essa rua e depois descer para a próxima, Rue de Rivoli. Em ambas, mais um desbunde de grifes e outras finéses fora da nossa realidade. Na Rivoli você pode andar em direção ao Louvre, ou na direção contrária, indo até a Place de la Concorde.
Essa é a praça do obelisco e, na minha opinião, o melhor lugar para você dar um 360o e ver como esta cidade é linda pra todos os lados! De um lado se enxerga a Torre Eiffel, do outro está o Louvre e, à sua frente uma enorme cúpula de ouro mostra o Invalides. Automaticamente você é atraído pra lá, não para se curvar na tumba de Napoleão, mas para passar pela ponte mais ostentosa de Paris, Alexandre lll. Vá pra lá nem que seja só para atravessar e voltar!
Au Revoir! No próximo mostro um lado menos glamuroso e mais “cultizinho” de Paris 
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