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Depois de meses fechado por causa da pandemia, o Parque Nacional da Chapada Diamantina reabriu parcialmente. Leia mais no Viajão a Bordo dessa semana.
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O Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia, reabriu parcialmente para visitação no último sábado (21/11), depois de ficar fechado por causa da pandemia de Covid-19. Por enquanto, as cachoeiras que podem ser visitadas são: Sossego, Ribeirão do Meio, Capivari, Mixila e Palmital. Os visitantes também poderão fazer a trilha Pai Inácio-Barro Branco. Entre as medidas adotadas na reabertura estão o uso obrigatório de máscara e o limite de 10 pessoas por grupo, incluindo o guia. Além disso, é preciso agendar a visita pela internet, para controlar a quantidade de pessoas em cada atrativo.
Depois de quase oito meses, a Copa Airlines retomou a rota entre Brasília e a Cidade do Panamá. Em novembro, a companhia voltou ao Aeroporto Internacional de Brasília com voos semanais e, a partir de dezembro, pretende ter três decolagens por semana. A Copa Airlines opera em Brasília há dez anos e estava desde 23 de março sem decolagens neste aeroporto.
Sabe aquele cartão de imigração que a gente preenche quando chega em vários países? A República Dominicana mudou a forma de preenchimento e, a partir do dia 29 de novembro, esse formulário será digital. Depois de que o viajante responde às perguntas, o sistema gera um QR Code que pode ser validado pela companhia aérea e pelas autoridades.
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela cerimônia do Oscar, segue com a preparação do Academy Museum of Motion Pictures, um museu em Los Angeles dedicado ao cinema. E nessa semana, eles divulgaram nas suas redes sociais imagens da instalação de um item bastante interessante: o tubarão do filme Tubarão (Jaws, no original). A réplica do modelo usado no filme ganhou um espaço interessante, acima das escadarias do futuro museu.
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A maioria dos turistas vai para Los Angeles pensando nos filmes de Hollywood. O bom é que há estúdios que fazem visitas guiadas pelos sets de filmagens.
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]]>Los Angeles é uma cidade cheia de locais interessantes para visitar. Mas a maioria das pessoas vai para lá pensando nos filmes de Hollywood. Mesmo que você não goste de blockbusters de super-herói, nem nada do tipo, não dá para negar quão atraentes são as produções de cinema e televisão dos EUA. E em L.A., dá para conhecer melhor como são feitas as gravações que tanto nos encantam. Alguns estúdios oferecem visitas guiadas pelos cenários externos e sound stages (que são aqueles hangares que aparecem em toda foto de Hollywood). Então escolha seu figurino e bora conhecer os sets de filmagem!
Algumas das séries mais famosas, como Friends, The Big Bang Theory, E.R., foram filmadas aqui. Filmes, então, nem dá para listar, de tantos cenários que você reconhece pelo caminho. O complexo de estúdios da Warner Bros. fica em Burbank, atrás das colinas de Hollywood. O Studio Tour é feito em carrinhos de umas quinze pessoas e você pode escolher fazer em inglês, em espanhol, em francês e, por que não, em mandarim também. Para garantir o horário (e o idioma!) que você quiser, é recomendável reservar antes o ingresso. A boa notícia é que a compra antecipada costuma dar desconto.

Por duas horas, o guia te leva pelas ruas do complexo e explica como os diferentes sets são preparados para as gravações. O Xóia contou bem da experiência quando ele foi. O que mudou de lá para cá foi a criação do Stage 48. É como um museu interativo sobre a história da Warner Bros., como são feitos os efeitos especiais, entre outros destaques, que você fica livre para explorar depois da visita aos estúdios.

Além do tour comum, existe também o Deluxe Tour, que dura cinco horas, é feito em grupos menores e visita mais locais, como o acervo de figurinos (por um preço bem maior). Também oferecem o Classics Made Here Tour, que é para quem gosta dos filmes da década de 1970.
Aqui foram gravados desde filmes clássicos como O Mágico de Oz, até sucessos recentes como Homens de Preto e Homem-Aranha. O destaque do tour da Sony é mostrar um estúdio de gravação de áudio para filmes. O tour dura aproximadamente duas horas, mas oferece também a versão VIP Lunch, um pouco mais longa e com refeição inclusa. Atualmente, só é possível fazer o passeio durante a semana e são poucos horários disponíveis por dia.
Embora o complexo da Universal Pictures seja gigante e muito movimentado (é cheio de escritórios, várias entradas possíveis, um monte de gravações acontecendo), não é possível visitar apenas os estúdios. O Studio Tour é uma das atrações do Universal Studios Hollywood – que é um parque de diversões. Ou seja, depois de passar pelo cinema 4D do Shrek e cruzar com um Minion pelo caminho, você pode ir para a montanha-russa do Jurassic Park ou virar à direita para o passeio no estúdio.

O passeio completo dura cerca de uma hora e é um misto de tour (sim, dá para ver equipes de gravação às vezes) com brinquedo. O bom disso é “viver” um efeito especial. O ruim é que é tem que pegar filas (longas) e você não pode descer do carrinho. Isso no ingresso comum. Com o ingresso VIP, além de ter filas mais curtas para o brinquedo, o tour no estúdio é com hora marcada e roteiro especial. Como esse ingresso custa três vezes mais, eu fiz a visita comum. Para quem gosta de parque de diversões, é um passeio dois-em-um. Mas em relação ao funcionamento dos estúdios, é menos detalhado do que os outros tours.

Dos grandes estúdios, esse é o único que realmente fica em Hollywood. É menor que os da Warner Bros. e da Universal e menos conhecido. Mas é também um dos mais antigos (está lá há 100 anos!) e é bastante utilizado pelas produções. O tour leva cerca de duas horas e também oferece a versão VIP, com acesso aos acervos de objetos de cena e oficinas de produção de cenários.
Confesso que não conheço ninguém que tenha feito o tour da Paramount. Ou seja: como eu adoro uma novidade, já está na minha lista para quando voltar para Los Angeles.
Muito, mas muito infelizmente, não dá para visitar os estúdios da Disney na Califórnia. O único jeito que eu descobri que é possível conhecer os escritórios do tio Walt é como parte de uma excursão da Adventures by Disney, a empresa de viagens da companhia.
Se você quiser pelo menos ver o lado de fora, com todos os detalhes minuciosos e encantadores que são marca registrada da empresa, os estúdios ficam em Burbank, bem perto dos da Warner Bros.
Outro jeito de conhecer como é feita a produção de um estúdio de Hollywood é participando da audiência. Sim, isso é possível! E de graça. Os ingressos são distribuídos por sites oficiais, como TV Tickets, OCA e 1iota, com alguma antecedência. Quem gosta de programas de auditório pode checar no site oficial como fazer parte da plateia. Cada show tem um procedimento (que vai desde fila física, até show aberto no meio da rua). É importante ler bem as condições de participação, ok? Os estúdios, aliás, são bem rígidos quanto à entrada com celular (não pode de jeito nenhum) e quais documentos são aceitos.
Também vale checar se há algum evento na data que você pretende estar em Los Angeles. Em outubro, vários estúdios oferecem tours especiais de Halloween, com passeios noturnos ou com destaque para filmes de terror. Também há avisos na rua quando for ter gravação em local público. Então se você vir uma plaquinha de filmagem no poste, aproveite! O set de filmagem veio até você.
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Como é a aventura de cruzar, de carro, o deserto de Mojave, entre Los Angeles e Las Vegas.
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]]>Você está em Hollywood e decide alugar um carro pra rodar os 425 quilômetros até Las Vegas. Cena de filme? Não. Proposta maluca da Megan Fox pra você? Não. Fuga da polícia depois de invadir pelado um estúdio de filme? Também não.
Isso é só uma ideia banal genial que você pode ter pra curtir ainda mais a TRANSIÇÃO entre a California e Nevada. E te confesso: é essa transição entre os dois estados da costa oeste dos EUA que vai fazer você perder o fôlego com algumas das paisagens mais absurdas de sua vida.
Alugamos um carro em Hollywood, dentro de um hotel qualquer, atrás do Dolby Theatre (onde acontece a festa do Oscar). E alugamos NO DIA DA VIAGEM, apenas duas horas antes. Claro, ficamos um pouco apreensivos quando começamos a procurar nos sites das locadoras um dia antes. Tava tudo esgotado mess.
Já in loco, no dia, conseguimos um carro. Foi um Malibu, automático, completo, com porta-malas gigante. Aí você me pergunta: po, você estavam só em dois e alugaram praticamente um ÔNIBUS? “Éramos o que tínhamos”, já debocharia minha amiga Marta. Logicamente que essa irresponsável atitude de alugar em cima da hora nos custou bem mais caro. Pagamos USD 750,00 por quatro dias com quilometragem ilimitada.
Mas valeu cada centavo. Saímos de Los Angeles por volta do meio-dia e só fomos chegar a Las Vegas às 20h. A viagem, normalmente, dura quatro horinhas. Mas demoramos oito porque paramos pra almoçar e porque pegamos um engarrafamento gigantesco na saída de Los Angeles. Era o início das festas de reveillon, pagamos o preço!
O engarrafamento se torna fichinha quando você entra na (interstate) I-15 Freeway. Ela não acaba nunca, mas você estará no meio do deserto. Essa rodovia cruza o deserto de Mojave e é aí que começam as belas paisagens.
Pra qualquer um dos lados que você olhe, verá infinitas montanhas e aquele solo arenoso bem característico, praticamente laranja. Vegetação que vem direto dos livros de geografia mess. Ah, e pela primeira vez na vida eu vi uma BOLA DE FENO ROLANDO pela estrada risos. Fiz até um video pra comprovar esse momento.
Dirigir entre Los Angeles e Las Vegas é fácil. Lógico, pegue um GPS e tudo fica ainda mais tranquilo. Essas viagens de carro por outros países eu altamente recomendo. Faz você sentir um pouco mais do país, te deixa livre pra parar onde quiser pra fazer fotos ou pra simplesmente curtir a paisagem de pertinho.
E teve uma situação sensacional que vivi dirigindo, que não vou esquecer tão cedo. À frente eu tinha a lua, bem grande, no céu. E pelo retrovisor eu via o sol se pondo. O céu estava numa cor absurda, meio azul, meio laranja. Surreal!
Quando você está a uns 50 quilômetros de Las Vegas, o trânsito começa a ficar um pouco mais lento de novo. Chegamos e já estava escuro.
Adivinha? Dava pra ver a uns dez quilômetros de distância uma feixe de luz gigantesco cortando o céu. É a famosa luz que sai da pirâmide do hotel Luxor.
E você ainda acha que os USD 750,00 pagos pra vivenciar tudo isso foram muito?
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Posso ter exagerado no título lá em cima. Mas é essa a sensação que me deu ao ficar hospedado no
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]]>Posso ter exagerado no título lá em cima. Mas é essa a sensação que me deu ao ficar hospedado no hostel mais diferente das galáxias.
Ao viajar, a gente sempre tenta achar uma hospedagem barata e boa pra ficar, néam? E se essa hospedagem tiver REQUINTES de crueldade de maneirices? A começar pelo nome: POD SHARE! (não é um compartilhamento de iPods, não, risos) Isso chamou minha atenção mess.
O Pod Share é um hostel que fica em Hollywood, muito bem localizado, numa transversal da Hollywood Boulevard, aquela rua onde tem as estrelas da calçada da fama e meu nome estampado e o teatro do Oscar. Então, fica no CORAÇÃO DAS ESTRELAS risos.
Chegamos nele de madrugada apenas. E você já se perde na entrada, porque o endereço no papel dá pra uma porta de um outro prédio risos. A guria que nos esperava na recepção certa, logo ao lado, foi nos chamar mess. Ela foi super atenciosa, mas tenho certeza que no ÂMAGO dela nos apelidou de “Analfabetsons da Silva”.
Meu amigo e eu entramos no hostel pela 1h da manhã. A recepcionista nos explicou como funcionava, só pediu pra que falássemos baixo. Aí fui entender o porquê.
O treco é TODO ABERTO! Tipo, o hostel é UM AMBIENTE SÓ. As camas ficam EXPOSTAS à recepção, só uma parede faz a divisão. Aí tem a cozinha, também meio junto, os computadores (todos da Apple) e o banheiro (calma, não é aberto risos). Mas é UM banheiro apenas.
A ideia do Pod Share é cada um dormir numa cama chamada de POD (ah, vá). Essa cama fica tipo num BURACO NA PAREDE.
Dentro do seu Pod, você tem uma TV de última geração, Netflix, TV a cabo, jogos, tomadas, lugar pra pendurar toalhas, roupas, controle remoto, cantinho pra deixar as malas… enfim, um UNIVERSO à disposição, só pra você, individual.
Até aí, tava achando tudo sensacional. Mas os problemas começam a aparecer: você não pode FECHAR seu Pod, então você dorme assim, AO RELENTO, com mais NOVE PODS ao seu lado e em cima. É como se fosse um quartão com 10 camas, mesmo sendo tudo meio individual.
De manhã, você quer dormir um pouco mais? Então vai se ferrar, seu vadio. Porque aquele seu vizinho de Pod vai acordar, mexer nas malas loucamente e vai até a cozinha fazer café e você ouvirá a maior barulheira.
O que mais me irritava era o barulho do povo chegando 5h da manhã da balada e bêbado. Tudo bem, estava num hostel, normalmente a gente divide quartos… mas nesse caso se as pessoas ENTRAM NO HOSTEL você já ouve, porque é tudo junto. Porta de entrada fica a cinco metros dos quartos. E você tá dormindo ali, exposto a quem entra e sai.
Lembro que tinha um imbecil um carinha (acho que chinês) que toda noite chegava tarde e não sabia a senha da porta (a gente ganha a senha quando faz checkin, pra poder entrar de buenas, só digitando o código do lado de fora).
Ele, então, super simpático e SOLÍCITO, ficava BATENDO NA PORTA E GRITANDO até o amigo dele, que estava dormindo no Pod em frente ao meu, ir abrir. Super legal pra quem queria descansar, néam?

E juro! Numa noite, eram umas 3h da manhã, eu tinha recém deitado, e escutei um cara meio forçando a porta (ah, durante a madruga não fica ninguém na recepção, é meio jogadáss). Aí pensei: vou fingir que to dormindo há umas doze horas, nem vou esboçar reação pra ir abrir, sei lá quem é.
De repente, o cara ENTRA NO HOSTEL (eu espiando mess, meio com os olhos fechados) e mata todos nós e VAI ATÉ O BANHEIRO, fecha a porta, usa, puxa a descarga (pelo menos isso) e VAI EMBORA DE BUENAS.
Só escuto o barulho do carro indo embora. Tipo, uma pessoa QUALQUER, que sabe a senha, vai usar o banheiro do seu hostel, enquanto você dorme, a metros de você, durante a madruga. Super normal mess risadas.
Resumindo: valeu a experiência, senão esse post nem existiria sorrisos. Mas não me hospedo lá de novo nem que me paguem. Aliás, a diária custou uns USD 50,00. Leve dinheiro trocado, porque o negócio é tão jogado, que a máquina de cartão não funca e os caras nunca têm troco risos.
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Quando você vai a Los Angeles, você espera encontrar alguma estrela de Hollywood, certo? Pois é, mas e se eu
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]]>Quando você vai a Los Angeles, você espera encontrar alguma estrela de Hollywood, certo? Pois é, mas e se eu te falar que não é tão fácil assim esbarrar com atores e atrizes de carne e osso na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê?
Mas não precisa chorar só porque não vai ver a Megan Fox ou o Brad Pitt na sua frente. É possível você visitar o local de TRABALHO deles e de muitos outros famosos, que a gente tá acostumado a ver em filmes e em séries por aqui. Que tal fazer uma visita aos estúdios da Warner Bros. em Los Angeles?
Na real, a Warner fica na região de Los Angeles, numa cidadezinha chamada Burbank. Mas é muito fácil chegar até lá quando você vai a Hollywood. A primeira coisa a se fazer é entrar nesse site aqui pra já fazer a reserva, antes de viajar, do tour que você deseja fazer lá nos estúdios.
Existem dois tipos de tour: o Deluxe Tour, um passeio de cinco horas e que custa USD 250,00 por pessoa, com algumas regalias, como segurar uma estatueta real do Oscar nas mãos, ou o Vip Tour, que foi o que eu fiz, que custa USD 49,00 por pessoa e dura pouquinho mais de duas horas.
Vou falar sobre o Vip Tour, logicamente. O passeio é feito em grupos de dez pessoas, no máximo, e comandado por um guia, que dirige o carrinho de golf onde a tropa vai! E espero que você tenha a sorte que eu tive com o guia. O nosso era o Bob, uma figuraça, que animava nosso grupo e até refazia ali, na nossa frente, algumas cenas clássicas do cinema que foram rodadas nos pontos que passávamos.
Cena que o homem-aranha beija a Mary Jane de cabeça pra baixo risadas
O Vip Tour começa com um filminho, num mini-cinema, explicando um pouco sobre a Warner e os sucessos do cinema e da TV que são/foram rodados ali e zZZZzZzz. Depois, o grupo vai para o carrinho de golf e o guia vai dirigindo e levando o povo pra dentro da Warner. É genial! Você vai passando pelas locações de várias séries e filmes, várias cidades cenográficas seguem montadas ali, e são reaproveitadas em várias produções.
O Bob até estimulou que encenássemos uma parte do filme Menina de Ouro bem na frente da casa que os personagens usaram. Eu fiquei com o papel do treinador, feito pelo Clint Eastwood, e uma inglesa com o papel da Hillary Swank. Lógico que me saí melhor que o Clint risos.
Aí você vai descobrindo que a floresta do Jurassic Park fica ali mess e se treme de medo acha sensa! Por mais que o Jurassic não seja um filme da Warner, outros estúdios costumam alugar o espaço pra rodar algumas cenas.
Fotos são permitidas em quase todo o passeio. Na parte dos carros usados nos filmes do Batman na década de 90, fotografe à vontade. Nesse galpão também fica o carro do Harry Potter e a Câmara Secreta, que foi “espancado” pelo Salgueiro Lutador.
Ah, e em outra área o grupo pode ficar quinze minutos (pouquíssimo tempo) vendo figurinos e objetos de cena de vários filmes e séries. Tem um andar só com Harry Potter. Animal!
Um dos ápices do passeio é a visita ao cenário do Central Perk, o famoso bar do Friends! Tudo foi remontado num local especial, com todos os objetos originais usados no seriado – só o violão da Phoebe não é o verdadeiro. O original foi dado de presente pra Lisa Kudrow, a intérprete da personagem.
No Central Perk você pode até sentar pra tomar um café e bater uma foto do momento. Vai ver como tudo é menor do que aparece na TV mess.
O passeio pelas ruazinhas cenográficas e pelos galpões que servem de estúdio voa! São mais de 30 estúdios gigantes. Até flagramos os caras desmontando o cenário do “Se beber não case 3”, mas o guia não deixou que batêssemos foto.
Acabamos entrando em dois sets e ficamos um tempão em cada um. Primeiro, fomos ao estúdio do The Mentalist, série que não acompanho, mas que fiquei curioso. Só o nosso grupo lá dentro, andando pelos cenários, vendo os detalhes mínimos de cada sala, computador, cozinha, sofá, quarto. Muito massa! Só que não podíamos fotografar nada!
Cada episódio de The Mentalist demora até dez dias pra ser gravado. Num dia de trabalho de 14 horas, a média é de que apenas cinco minutos sejam aproveitados na edição final! Trabalheira pura.
Depois, fomos ao estúdio do The Big Bang Theory. Também não pudemos fotografar. O legal é que nesse estúdio tem plateia! As risadas que você ouve quando vê o seriado são reais. Os caras gravam tudo na frente de uma plateia de 200 pessoas.
E qualquer pessoa pode assistir e participar de graça. Basta entrar nesse site e tentar fazer a reserva pro dia que vai estar por lá. Mas já aviso que os lugares pra Big Bang e Two and a half men, como são muito populares, esgotam em minutos. Seja rápido e programe-se.
Quando estive lá, eles estavam em recesso de Natal, então nem rolou assistir. Mas ainda quero voltar pra curtir essa experiência. Parece sensa.
Quando o passeio acaba, você ainda recebe uma surpresa do seu guia. Não vou contar, é surpresa risos. E aí é só passar na loja de souvenirs e comprar alguma coisa. Confesso que me decepcionei. A loja é fraca e tem pouca coisa. Mas dá pra comer o sapo de chocolate do Harry Potter. Aí sim, hein?
Aliás, não vimos nenhum ator e nenhuma atriz. Mas fomos ao local de trabalho deles. Quer mais intimidade que isso? Hãn?
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]]>O post Seus caras de cera! apareceu primeiro em Viajão.
]]>Desde que vi aquele filme em que a Paris Hilton morre pelada as pessoas são transformadas em bonecos de cera (Casa de Cera), sempre imagino esses Museus meio SINISTROS. Até porque não deve ser fácil derreter um monte de CÍRIO PASCAL pra recriar uma galera famosa RISOS.
Mas o Madame Tussauds está entre as atrações mais divertidas de uma viagem. Existe em várias cidades e eu sempre ignorei todos. Só iria no de Londres. E foi o que fiz. Dia chuvoso (em Londres, sério?) e bora pro Museu de Cera.
Por lá, dei de cara com a Paris Hilton pelada ficamos umas três horas. Não vimos o tempo passar mess. Você parece estar numa festa de Hollywood (mal trajado e vendo artistas que acabaram de bater de frente com uma SCANIA). Porque, cara, tem uns tão mal feitos que purfa!
Tu encontras a Beyoncé com cara de Gretchen ou o Ayrton Senna com cara de Barrichello.
Mas alguns são realmente parecidos. Cheguei até a pedir um autógrafo, mas os achei antipáticos. Tavam nem aí pra mim. E dá pra assediar um povo também, tipo a Britney, que ficou ENCANTADA com a FUNGADA NO CANGOTE!
Também entendi o que tanto mexia com o JFK, né Marilyn?
Coloquei ordem na Casa Branca.
E aproveitei as VENTOSAS nos pés e nas mãos pra curtir um RELAXAMENTO com o Homem-Aranha.
Escrever sobre o Madame Tussauds é infinito. Tem mil histórias, mil estátuas e mil situações vividas lá dentro. Mas só há UMA Paris Hilton pelada lá dentro RISOS.
Se você tiver fotos avacalhando também nesta festa Hollywoodiana de cera, em qualquer parte do mundo, manda pra gente no souviajao@gmail.com que a gente coloca aqui. É a sua chance de enforcar o Hitler, por exemplo 
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