acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Aí o pessoal vêm pedir dicas de hostels e o que nós fazemos? Damos dicas de hostels clap clap. Menos
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]]>Aí o pessoal vêm pedir dicas de hostels e o que nós fazemos? Damos dicas de hostels clap clap. Menos a Amanda, porque ela desconhece a palavra hostel/albergue, com ela é só luxo risos.
Hoje a dica é diretamente da praia de Copacabana (pra que mais?). CopaFun Hostel é um albergue com um coração de mãe. Não, não é porque sempre cabe mais, na verdade cabe, dá pra dar um jeito, mas é pelo fato da dona do hostel, a Vânia, ser uma mãezona pros turistas.
Totalmente atenciosa com quem chega, ensina você pegar ônibus, metrô, dá dica de restaurante barato, enfim, fala com ela que você tá em casa.
O hostel é novo mas é super bem arrumado. Detalhe da laje que transformaram no centro de eventos, com uma mesa de sinuca que de manhã vira mesa de café da manhã, barzinho, cozinha, tudo que um bom hostel deve ter! Também tem os lockers, wi-fi e é super seguro.
Lá tem também vários passeios programados, os clássicos turísticos que vão pro Pão de Açúcar, Cristo, como também tem os tours pelas favelas e o mais top de todos, a noitada free em caipirinha, mas essa eu conto outra hora purrr.
Então tá dada a letra. CopaFun Hostel em Copacabana é um hostel top que não vai te dar problemas. E aproveite o Rio! Aquele abraço.
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Posso ter exagerado no título lá em cima. Mas é essa a sensação que me deu ao ficar hospedado no
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]]>Posso ter exagerado no título lá em cima. Mas é essa a sensação que me deu ao ficar hospedado no hostel mais diferente das galáxias.
Ao viajar, a gente sempre tenta achar uma hospedagem barata e boa pra ficar, néam? E se essa hospedagem tiver REQUINTES de crueldade de maneirices? A começar pelo nome: POD SHARE! (não é um compartilhamento de iPods, não, risos) Isso chamou minha atenção mess.
O Pod Share é um hostel que fica em Hollywood, muito bem localizado, numa transversal da Hollywood Boulevard, aquela rua onde tem as estrelas da calçada da fama e meu nome estampado e o teatro do Oscar. Então, fica no CORAÇÃO DAS ESTRELAS risos.
Chegamos nele de madrugada apenas. E você já se perde na entrada, porque o endereço no papel dá pra uma porta de um outro prédio risos. A guria que nos esperava na recepção certa, logo ao lado, foi nos chamar mess. Ela foi super atenciosa, mas tenho certeza que no ÂMAGO dela nos apelidou de “Analfabetsons da Silva”.
Meu amigo e eu entramos no hostel pela 1h da manhã. A recepcionista nos explicou como funcionava, só pediu pra que falássemos baixo. Aí fui entender o porquê.
O treco é TODO ABERTO! Tipo, o hostel é UM AMBIENTE SÓ. As camas ficam EXPOSTAS à recepção, só uma parede faz a divisão. Aí tem a cozinha, também meio junto, os computadores (todos da Apple) e o banheiro (calma, não é aberto risos). Mas é UM banheiro apenas.
A ideia do Pod Share é cada um dormir numa cama chamada de POD (ah, vá). Essa cama fica tipo num BURACO NA PAREDE.
Dentro do seu Pod, você tem uma TV de última geração, Netflix, TV a cabo, jogos, tomadas, lugar pra pendurar toalhas, roupas, controle remoto, cantinho pra deixar as malas… enfim, um UNIVERSO à disposição, só pra você, individual.
Até aí, tava achando tudo sensacional. Mas os problemas começam a aparecer: você não pode FECHAR seu Pod, então você dorme assim, AO RELENTO, com mais NOVE PODS ao seu lado e em cima. É como se fosse um quartão com 10 camas, mesmo sendo tudo meio individual.
De manhã, você quer dormir um pouco mais? Então vai se ferrar, seu vadio. Porque aquele seu vizinho de Pod vai acordar, mexer nas malas loucamente e vai até a cozinha fazer café e você ouvirá a maior barulheira.
O que mais me irritava era o barulho do povo chegando 5h da manhã da balada e bêbado. Tudo bem, estava num hostel, normalmente a gente divide quartos… mas nesse caso se as pessoas ENTRAM NO HOSTEL você já ouve, porque é tudo junto. Porta de entrada fica a cinco metros dos quartos. E você tá dormindo ali, exposto a quem entra e sai.
Lembro que tinha um imbecil um carinha (acho que chinês) que toda noite chegava tarde e não sabia a senha da porta (a gente ganha a senha quando faz checkin, pra poder entrar de buenas, só digitando o código do lado de fora).
Ele, então, super simpático e SOLÍCITO, ficava BATENDO NA PORTA E GRITANDO até o amigo dele, que estava dormindo no Pod em frente ao meu, ir abrir. Super legal pra quem queria descansar, néam?

E juro! Numa noite, eram umas 3h da manhã, eu tinha recém deitado, e escutei um cara meio forçando a porta (ah, durante a madruga não fica ninguém na recepção, é meio jogadáss). Aí pensei: vou fingir que to dormindo há umas doze horas, nem vou esboçar reação pra ir abrir, sei lá quem é.
De repente, o cara ENTRA NO HOSTEL (eu espiando mess, meio com os olhos fechados) e mata todos nós e VAI ATÉ O BANHEIRO, fecha a porta, usa, puxa a descarga (pelo menos isso) e VAI EMBORA DE BUENAS.
Só escuto o barulho do carro indo embora. Tipo, uma pessoa QUALQUER, que sabe a senha, vai usar o banheiro do seu hostel, enquanto você dorme, a metros de você, durante a madruga. Super normal mess risadas.
Resumindo: valeu a experiência, senão esse post nem existiria sorrisos. Mas não me hospedo lá de novo nem que me paguem. Aliás, a diária custou uns USD 50,00. Leve dinheiro trocado, porque o negócio é tão jogado, que a máquina de cartão não funca e os caras nunca têm troco risos.
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A viagem pros Estados Unidos tá chegânu! Confesso que ainda não elaborei um ROTEIRO do que visitar/fazer, mas isso construirei
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]]>A viagem pros Estados Unidos tá chegânu! Confesso que ainda não elaborei um ROTEIRO do que visitar/fazer, mas isso construirei nas próximas semanas.
Já fechamos todas as hospedagens por lá. Em Nova York, conforme falei no post passado, rolou meio que um estresse pra definir e escolher o local que terá o privilégio de nos hospedar nos hospedará. Hotéis estavam O OLHO DA FACE, muito caros pra época do ano. Por isso partimos pra segunda opção: os amados hostels.
Sempre pesquiso no Hostel World. E lá encontramos, entre os mais bem colocados do site, o Chelsea Hostel, bem localizado, perto do Empire State Building, da Broadway e do FERVO que rola em Manhattan. Pelo que percebi, muita coisa vai dar pra fazer a pé, pelas redondezas, e isso é uma das coisas que mais gosto em viagens: andar pelos bairros e “sentir” a cidade, como se fosse um cidadão de lá mess.
Viajar para Nova York, eu sei, requer um roteiro bem estruturado pra que você possa aproveitar bem as inúmeras atrações da cidade. E nesse momento vale priorizar algumas coisas. Ainda mais porque será minha primeira vez por lá e também porque Nova York estará totalmente no clima do Natal – por este motivo, já vale uma atenção especial.
Escolhido o hostel de NYC, partimos pra hospedagem em Las Vegas. Um amigo de um amigo da tia da vizinha da sogra do primo da Megan Fox pelada recomendou assim: po, dá pra ficar em hotéis com cassinos, no coração da cidade, a Strip – a área agitada de Vegas. Pensamos que seria um ROUBO a hospedagem nesses hotéis. Bem pelo contrário.
Achamos diárias em quartos duplos por 50 dólares. Tipo, 25 dólares POR PESSOA. Muito bom! E podendo curtir O FERVO risadas. E são hotéis com cassinos dentro, piscina, massagistas nuas, restaurantes, shoppings…
Já em Los Angeles, pegamos um hostel SURREAL. Ele se chama The Podshare! O conceito é genial, são várias cabinezinhas abertas e individuais. Em cada uma há uma cama, TV e etc. E você se isola do mundo tem uma certa privacidade, mesmo dividindo o ambiente com várias pessoas. Esse vai render um post no futuro aqui, prometo contar em detalhes como foi a experiência.
E saiu relativamente barato pelo custo/benefício: 50 dólares a diária.
Como faremos Los Angeles “dividida ao meio”, já que voltaremos para o Brasil por Los Angeles e Las Vegas estará entre nossa chegada em LA e nossa volta, pra última noite na Cidade dos Anjos (acho muito brega essa NOMENCLATURA) pegamos um hotel perto do aeroporto LAX.
Custou apenas 79,50 dólares a diária, num quarto duplo. Valeu a pena! Essa BARBADA eu encontrei pelo Booking.com, comprei por lá mess por um preço até menor do que o oferecido no site do hotel. Mas lembre-se: toda compra internacional que você fizer, cobrarão o IOF, o imposto de 6% correspondente ao valor de cada compra. É cruel, mas é cômodo.
No próximo capítulo do diário, contarei as ATIVIDADES CULTURAIS que já reservamos e compramos daqui do Brasil mess. Deixo apenas uma dica, aí na figura abaixo.
Um forte abrassssss e EUA, aí vamos nós!
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As férias estão chegando. E resolvi bolar um “mini diário” aqui no Viajão pra que você acompanhe, comigo, meus preparativos pra
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]]>As férias estão chegando. E resolvi bolar um “mini diário” aqui no Viajão pra que você acompanhe, comigo, meus preparativos pra viagem que farei em dezembro.
O destino escolhido foi os EUA. Já definimos o roteiro: chegaremos por NYC, passaremos oito dias lá e depois seguiremos pra Los Angeles.
É aí que mora o perigo. Teremos oito dias pra curtir Los Angeles e Las Vegas. Queríamos fazer San Francisco também, mas terá que ficar pra uma próxima. Pretendemos alugar um carro por lá pra fazer esse trajeto entre Vegas e LA.
Comprei as passagens no mês passado. Trechos: GRU – NYC – LA – GRU. Poderia ter comprado por um preço mais barato, mas deixamos pra muito “em cima da hora”, a viagem foi definida NO LAÇO. Comprei por conta própria, diretamente no site da American Airlines. As agências estavam cobrando uns 200 dólares a mais, em média, pra fazer o que fiz sozinho.
Normalmente compro por agências, mas dessa vez resolvi fazer sozinho e deu tudo certo. Vale a pesquisa e a economia – se forem conexões e trechos simples de comprar, como nesse caso.
Em Nova York as hospedagens são MUITO caras. Por isso, acabamos optando por um hostel. Mas atenção: o papo que me falaram é que existem lugares muito ruins em Nova York: estilo RATO passando nos quartos. Vale investigar um pouco sobre o lugar que você vai reservar antes de, definitivamente, fechar a reserva.
Mas você deve pensar: nossa, se em hoteis tem rato, imagine num hostel. Por isso, curto usar o Hostel World pra isso. Lá você pode separar por recomendação e notas dos usuários. Aí vale pegar um bem cotado na opinião do povo, ler os comentários e etc.
A primeira parte do diário eu encerro aqui. Logo posto mais, especificando atrações e etc. que escolhemos e já compramos pela internet. Hasta luego.
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A galera sempre me pergunta dos lugares aonde eu fico e tudo mais, quais hostels, se é bom, se é
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]]>A galera sempre me pergunta dos lugares aonde eu fico e tudo mais, quais hostels, se é bom, se é barato. Confesso que não coloco muito isso aqui no blog mas estamos pensando em colocar mais dessas dicas.
Outra que sempre me perguntam é da “loucuragem” do hostels. Bom, isso depende de hostel pra hostel. Já fiquei em hostel muito ruim e outros muito bons, uns mais estilo “zen”, outros mais estilo “american pie”. Por aí vai, você encontra de tudo. É interessante conhecer detalhes de outras culturas, vale a pena minha gente.
Então hoje eu vou falar do hostel que eu fiquei em Santiago no Chile, o Santigo Backpackers clap clap.
Lembrando que eu sempre procuro hostels pelo HostelWorld.com, considerado o site mais confiável para procura de hostels, com dicas, comentários de quem ficou e votação. Muito bom.
Enfim, no Santigo Backpackers é tudo nos trinks risos. Perto do Mercado Central e de metrôs, quartos bacanas, banheiros limpos e tudo mais.
E como quase todos os hostels as festinhas são essenciais, mas essa foi com uma vibe diferente. Era véspera do festival Lollapalooza, no qual eu fui lembram? Era festa do final do verão. Alemães. argentinos. norueguesas, o mundo e um churrasco (mais ou menos um churrasco). Aí é só festa! Uma boa recepção para um festival sensacional. Logo, Santiago Backpackers subiu na pontuação. E sem mais delongas, essa é minha dica de hoje. Aquele abrass e fique em hostel!
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