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A ilha é perfeita para quem quer relaxar e curtir uma praia que mais parece uma imensa piscina. Conheça este paraíso nas Filipinas!
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]]>Saber que as Filipinas têm mais de cinco mil ilhas é de cair o queixo, né? E entre tantos lugares de paisagens lindas, está um paraíso chamado Boracay.

A ilha no Sudeste Asiático tem uma vibe diferente se compararmos com destinos mais famosos, como El Nido e Coron. E é por ser assim, única, que você ficará encantando por ela. E eu vou te contar o que fazer em Boracay.
Pra chegar até Boracay, você primeiro precisa pegar um voo até Caticlan (MPH), que é o aeroporto mais próximo.
Dá pra voar até lá saindo de Manila (capital) ou de Cebu, por exemplo.
Empresas de baixo custo fazem esses voos. Cebu Pacific Air e Air Asia são boas opções. Use o Skyscanner pra pesquisar os preços.
Assim que desembarcar no aeroporto de Caticlan, você vai precisar pegar um barco que te deixa em Boracay.
Antes da porta de saída do pequeno aeroporto, encontre os quiosques que vendem o transporte até a ilha. É um combo: van + ferry.
A van te leva até o píer, que fica a uns cinco minutos do aeroporto. E do píer partem as embarcações até Boracay.
Primeiramente, é bom saber que o transporte até a ilha de Boracay é feito em barcos pequenos e simples, que levam umas 50 pessoas por vez.
Quem vai com bagagem pequena e de mão leva vantagem, porque atravessar as improvisadas passarelas tábuas de madeira, que ligam o píer às embarcações, é uma aventura!

O trajeto dura uns 15 minutos e não é confortável. Mas vai valer a pena!
Ao chegar à ilha, placas com regras já pipocarão na sua frente. Sim, o turismo em Boracay finalmente foi controlado e algumas proibições são aplicadas a quem quer desfrutar um pouco do paraíso.
Não é mais possível fumar e consumir bebidas alcoólicas na White Beach, a principal praia da ilha. Danças com fogo, esculturas de areia, instalações de luz elétrica e esportes aquáticos também estão proibidos à beira-mar.
Tudo isso está sendo feito agora porque a ilha precisou ficar completamente fechada pro turismo por seis meses em 2018 (entre os meses de abril e outubro).

A pausa aconteceu para que o ecossistema conseguisse se recuperar após anos de degradação provocada pelo turismo desordenado. Até construções em áreas irregulares foram demolidas durante este período.
A ilha é dividida em três estações. A mais famosa (e badalada!) é a número 2, onde está a famosa e movimentada White Beach.

Procurar por hotéis nesta região pode ser uma boa se você curte estar no meio do agito e com muitas opções de restaurantes, bares e lojas por perto.
A estação de número 1 é mais pacata e reúne opções de hospedagem mais “família”. Já a número 3 é uma área um pouco mais “nobre”, com resorts mais luxuosos.
Não estranhe se o quarto de seu hotel estiver com cheiro de mofo. Em novembro de 2019, nós andamos de acomodação em acomodação, por uma hora, para tentar encontrar alguma hospedagem sem o “aroma de fechado”. São reflexos de um lugar que ficou sem receber turistas por meio ano, né?
Chegamos a entrar em vários quartos nessa busca por um hotel bacana e que atendesse nossas expectativas. E percebemos que a maioria deles tem uma estrutura mais antiga, apenas com a recepção reformada pra dar uma “cara mais moderna”.

A cor da água nas Filipinas é surreal! Mas a White Beach, em Boracay, consegue ser ainda mais incrível. Quando você entra pra dar um mergulho, vai entender. Ela é completamente transparente.
Como a areia é bem branquinha, a água parece de uma piscina gigante, com ondas leves e salgada. Mesmo que vá bem pro fundo, ainda vai continuar vendo seus pés sem dificuldade alguma. Nunca vi algo parecido.
A maior parte da praia mais famosa da ilha fica na Estação 2. E todos os dias, perto do sol se pôr, a faixa de areia fica lotada de gente esperando o dia se despedir.

O visual é maravilhoso e o “evento” parece um réveillon todos os dias, com muita gente reunida pra se despedir de mais um dia.
Em primeiro lugar, é bom saber que a orla da Estação 2 está repleta de bares e restaurantes. O curioso é que a areia vai até a entrada dos estabelecimentos, não existe uma calçada separando os espaços.
Não deixe de comer os deliciosos muffins do tradicional limão filipino, o kalamansi, no Real Coffee & Tea Cafe, de beber bons drinks e comer petiscos no bar Epic Boracay e de saborear uma sobremesa incrível, como o famoso cheesecake de manga (e outras tortas maravilhosas) do Cafe del Sol.

Inclusive, todos ficam à beira-mar e a poucos minutos de caminhada um do outro.
Se quiser mais opções legais pra comer e comprar, basta entrar numa das ruazinhas transversais da Estação 2. Ali, fica o D’mall, uma área bastante movimentada, cheia de lojas e feirinhas, e também restaurantes. Tem de comida filipina à hamburgueria.
As crianças podem se divertir na mini roda gigante. Já pros adultos, um pub irlandês deve ser uma boa pedida.
A ilha é um lugar para relaxar, passear pelas lojas, aproveitar os bons restaurantes e curtir as belas praias, tomando sol na areia e vendo o tempo passar dentro do mar. Deixe os passeios para fazer snorkeling para outros destinos nas Filipinas, como El Nido e Coron.
Chegamos a contratar um barqueiro na areia para conhecer outras praias de Boracay e constatamos que a White Beach é imbatível. Ah! E a flutuação com snorkel, mar adentro, também deixou a desejar.

Enfim, é melhor aproveitar a estrutura da cidade mesmo, que está em constante reforma. Depois de viver anos de turismo descontrolado, Boracay está se transformando. E pra melhor!
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Saiba quais praias você precisa conhecer quando decidir cruzar o mundo e desembarcar em solo tailandês.
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]]>Sabe quando um lugar consegue ser espetacular? Quando ele mistura paz e caos. Quando acelera e, ao mesmo tempo, relaxa. Então, nada melhor do que relaxar explorando o lado paradisíaco deste país: o litoral! Sim, e você precisa saber quais são as melhores praias da Tailândia pra dar aquele tiro certeiro na hora que decidir cruzar o mundo até lá.

Certamente, saindo do Brasil, sua primeira parada na Tailândia será em Bangkok. Da capital, é possível escolher ir pra qualquer canto do país pagando pouco. As passagens aéreas são baratas.
Então, que tal começar pela região de Krabi, na costa sudoeste do país? A cidade não é litorânea, mas tem um importante aeroporto e fica colada numa parte bem badalada do litoral tailandês.
Primeiramente, é bom saber que uma praia imperdível é Ao Nang (e boa pra se hospedar!). Do aeroporto de Krabi, dá pra ir de van contratada na hora, tuk-tuk ou táxi.

A cidade praieira tem uma vida noturna agitada, muitos restaurantes, boa estrutura e fica perto de ilhas famosas – fáceis de conhecer num bate e volta. Por isso, Ao Nang está entre as melhores praias da Tailândia.
Antes de mais nada, caminhe pela orla, que não é tão grande, e ali mesmo contrate os passeios de barco (fale diretamente com os barqueiros que estarão aos montes na areia). Um dia navegando para fazer flutuação no incrível mar verde tailandês pode sair por apenas U$ 10. Negocie!
De Ao Nang, é possível pegar um barquinho e ir até Tonsai. A praia fica ao lado, a uns 15 minutos de barco, e tem paisagens deslumbrantes.

A orla de Tonsai é pequena – logo, tem um quê de “praia particular”. Ali, é possível alugar um caiaque (com um, dois ou até três lugares) e sair remando pelas belas águas. A praia também tem muita vegetação. E, por ela, ou pelo mar, é possível acessar a vizinha e sensacional…
Se você ainda não se sentiu dentro das conhecidas paisagens litorâneas tailandesas, pode apostar que Railay vai cumprir esse papel na hora. É amor à primeira vista. Afinal, esta grande península conta com aquelas famosas falésias calcárias bem altas que, em suma, são cartão-postal do país.

Dá pra curtir a praia dos dois lados da península. Existem vários bares e restaurantes do estilo “pé na areia”, que são ótimas pedidas quando se quer passar o dia entre o sol e a água salgada. Mas atenção, em vários pontos das areias de Railay são os macacos que mandam. Enfim, guarde bem seus pertences e sacolas com comida – eles são rápidos no “roubo” RISOS.
Mais ao sul de Railay, você encontra a pequena e belíssima Phra Nang. Esta, foi a praia de que mais gostei e que mais investi tempo na região.
Phra Nang é aconchegante, tem bons restaurantes, um visual de tirar o fôlego e águas calmas de temperatura agradável. Ah, também dá pra conhecer uma curiosa caverna chamada Penis Cave. É que lá dentro existem várias oferendas de madeira em formato fálico – na crença do povo, os objetos servem para proteger e dar fertilidade aos pescadores.
Da região de Ao Nang, que tal ir, logo depois, para a mais famosa e badalada praia tailandesa? Então, bora pra Phi Phi Island.
Pra fazer esse trajeto, basta contratar um speed boat em Ao Nang mesmo. Em no máximo duas horas o barco estará atracando no píer de Phi Phi. Recomendo que você escolha um hotel que não fique no alto do morro – senão, você terá que subir muitos degraus acima com malas/mochilas.
Então, hospedado em Phi Phi, você pode curtir a estrutura da ilha, que tem um delicioso mar, muitos bares, restaurantes, baladas e contratar passeios de um dia para explorar ilhas e praias que ficam ali perto.

Escolhemos um que saiu no começo da tarde e que durou até a noite: fizemos flutuações, passamos pela Praia dos Macacos e ficamos por três horas na famosa Maya Bay.
Desde junho de 2018, a famosa praia do filme do Leonardo Di Caprio está fechada para o turismo. A decisão do governo tailandês é pra tentar recuperar o ecossistema marinho – prejudicado pelo turismo maciço durante anos a fio.

Por isso, a reabertura só deve acontecer em 2021. Até lá, é possível observar Maya Bay de longe. Os barcos das agências turísticas precisam respeitar um limite de aproximação da praia.
As águas das praias de Koh Samui não são tão verdes quanto as das que descrevi acima. Mas a cidade é gostosa e tem uma infraestrutura bem legal. Eu deixei pra conhecer somente após desbravar as já citadas nesse post.

Mas, de Koh Samui, dá pra visitar uma das praias mais bonitas que já vi na vida. Só por isso, já vale a pena o rolê.
Antes de mais nada, pode chamar este lugar de paraíso. Fica a 1h30 de barco de Koh Samui ou a apenas 10 minutos de Koh Tao, outra ilha bem procurada pelos turistas.

Primeiramente, para entrar em Koh Nang Yuan, é cobrada uma taxa de 100 Baht (mais ou menos R$ 10,00) por pessoa. E não pode entrar na ilha com recipientes plásticos, como garrafas de água.
Além das águas cristalinas, Nang Yuan também tem um viewpoint de tirar o fôlego. Fica em cima de um morro e o acesso é por uma trilha. Não fizemos porque tínhamos horário restrito e preferimos apenas curtir o mar. Mas o visual do alto só realça a beleza que é essa ilha!

Pra curtir as melhores praias da Tailândia, com água cristalina e que parecem piscinas a céu aberto, recomendo, no mínimo, uma semana.
E evite o período de monções (chuvas muito fortes) nessas praias, que vai de maio a outubro. Ou seja, entre novembro e abril, você vai aproveitar como ninguém.

Só passar protetor solar e tomar muita água de coco. Boa praia!
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Meu primeiro post de 2012 não poderia ser outro assunto que não fosse o Ano Novo! Então primeiramente Feliz Ano
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]]>Meu primeiro post de 2012 não poderia ser outro assunto que não fosse o Ano Novo! Então primeiramente Feliz Ano Novo pra você que nos acompanha aqui, sempre viajando com a gente e curtindo nossas dicas. Já falei mas vou repetir, em 2012 o Viajão vai ter muitas surpresas pra você, e como somos um blog de viagens, por que não uma surpresa viajônica, sim ou não?
Mas voltando ao assunto, meu ano novo foi sensacional. Confesso que nunca tinha ido pra Ilha do Mel, e com certeza é a melhor praia do Paraná, mas ano novo sempre é ano novo. Calor, praia e sol. Pena que esse ano o sol não apareceu muito por essas bandas.
Enfim, a Ilha do Mel é uma ilha no litoral norte do Paraná e boatos que tem até uma parte da ilha que pertence a São Paulo. Existe o limite de 5 mil pessoas na ilha ou então ela afunda risos. Não existe nada motorizado por lá, apenas as barcas que te levam. Resumindo, deve ser uma calmaria fora de época, porque final de ano aquele lugar ferve.
Vale muito a visita, conhecer o farol (que postarei em breve por aqui), o forte, a parte encantada da ilha, brasília onde tem os barzinhos, enfim, é tudo uma doidera.
Ah, também é uma opção pra você que não quer gastar muito, alguns preços: 25 reais a barca (ida e volta), 20 reais a diária do camping, 10 reais a garrafa de cerveja, então você já entendeu o que você tem que levar! Uma dica importante é levar aqueles carrinhos de feira, com rodinhas, isso é uma mão na roda (tudumts) pra carregar as malas, nada é muito perto por lá, mas também não é muito longe, e repelente também é um bom material pra se trabalhar na Ilha.
Só pra dar aquela aderência, um videozinho aí do meu ano novo, pra você que não curte ler textos. Aquele abraço galera, um bom ano pra todos nós e várias viagens!
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Oggi il blog è molto italiano! Benvenuto, viajão ride.
Tudo bem, vou parar de usar meu italiano FLUENTE #cêjura. Na real, com ajuda do professor Google Tradutor risos.
Mas é que o colaborão de hoje mora na Itália e fala italiano. Calma, não se empolgue! Ele é brasileiro, vai contar a história em português mess e é sobre a Grécia!
O jornalista Rafael Belincanta fez praticamente um diário de viagem sobre as férias em Creta. História sobre belas paisagens, boas comidas, calor pra cacete e noites em claro! E, claro, todo mundo terminou peladão! Boa viagem, viajão!
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Creta para não-iniciados
Agosto, 2011. Ponto de chegada. Aeroporto de Heraklion, capital da ilha. De lá, ônibus até aos apartamentos Irilena, na cidade de Stalida. Viagem de aproximadamente 40 min por 4,70 euros.
Irina, uma das filhas, nos recebeu. Ao longo da estadia se demonstrou bastante solícita e fala muito bem o inglês. Quando chegamos ficamos preocupados. Explico. Na alta-temporada a demanda por carros é maior que a oferta. Não se assuste com isso e nem perca tempo reservando um carro. Nas cidades sempre há um rent por preços negociáveis.
A ilha tem uma malha rodoviária considerável, com estradas pitorescas e extremamente acentuadas. As auto-estradas são boas e há sinalização em inglês na maioria delas. Infelizmente, para rodar a ilha é preciso um carro, visto que os ônibus são poucos e limitam muito. Carro alugado, hora de decidir os roteiros.
A ilha é consideravelmente grande. Os lugares mais lindos (selvagens) estão distantes do centro-norte. Nossa primeira escolha foi Plaka. Praia linda, águas cristalinas e quentinhas. Ficamos bem em frente a ilha de Spinalonga. Boatos naquela semana davam conta de que Lady Gaga havia apenas comprado uma Villa em Plaka. Fraka ela!
Depois do almoço, ali mesmo, fomos até uma pseudo-ilha. Praia de areias brancas. Ao cruzar o costão, à direita, outra praia deserta e alguns adeptos do naturismo (eu). Caminhando à direita, se avistam umas ruínas e, ao fundo, uma caverna esculpida pela ação dos ventos. Nada estava nos mapas: desbrave (com cautela). Na volta, aperitivo na simpática Agios Nikolaos. Não lembro direito, mas não demorou muito para ir e voltar.
Dia seguinte: Vai. A publicidade é de ser a única praia da Europa com palmeiras naturais a Nordeste. Demoramos um pouco mais para chegar, atravessamos uma estrada cheia de precipícios bastante perigosa de onde se via a construção de uma nova rodovia cheia de pontes longas e viadutos que cruzavam profundos vales.
A praia, bem, é linda, porém o vento estava muito forte. Acabamos por nos divertir mais na praia ao lado direito do Costão. Areias de micro-pedras em que ser “enterrado na areia” é terapêutico.
Mochlos: come-se bem e de quebra um por-do-sol digno de cinema
Agora me lembrei que na volta paramos numa cidadezinha à beira mar, onde por consenso tivemos o melhor jantar das férias. Na auto-estrada 90, quando vir a placa Mochlos, não exite, desça e aproveite para comer peixe fresco num dos restaurantes à beira mar.
Pra quem não curte dormir com ar-condicionado (eu) a dica é: leve tudo contra mosquitos. Os bichos à noite são vorazes. Com o calor nordestino que faz em Creta no Verão, inevitável dormir com a janela aberta. Um ventilador pode ajudar a espantar os indesejáveis insetos.
A kombi da alegria vai partir: destino – Ilha de Chrissis. Cruzamos a ilha verso Sul. Uma embarcação e depois de 50 minutos: outro paraíso. A praia principal chama-se Golden Beach, mas como estávamos traumatizados depois de tanto vento em Vai, decidimos não ficar lá. Optamos por ficar nas cadeiras na praia onde os barcos atracam.
Piscina natural delicinha em Chrissi Island
Lá, as pedras são perigosas. Eu que o diga. Caí e me cortei, nada grave, mas serve o alerta. Ah, por favor, leve ou compre por 8 euros seu snorkel a todas as praias. A vida subáquatica é impressionante. A Ilha é isolada, não tem água doce. Na saída do barco eles vendem 1 litro por 1 euro, compre 2, 3 ou 4. Não esqueça, uma ilha não tem coleta de lixo, leve de volta tudo, inclusive as guimbas.
Bom, a ilha de Chrissis, à esquerda da praia do atracadouro revela agradáveis surpresas, tais como piscinas naturais e praias desertas, já que todos os turistas ao saírem do barco vão em fila indiana até Golden Beach. O passeio de barco é sensacional, aproveite a vista.
Se puder, viaje em cima, na proa. Inevitavelmente o capitão vai dar uma “buzinada” no meio do trajeto… De volta pra casa, após banho tomado, fomos comemorar o aniversário do Manu em Mochlos. Cidadezinha típica. Na praça, o restaurante onde jantamos nos fez passar mal de tantas delícias.
Café da manhã nos apês, yogurt grego com mel. Não deixe de comer. Energia antes de seguir para Matala, ao Sul. A praia hippie. A estrada é longa e sinuosa mas vale muito à pena. A história conta que a praia foi escolhida pelos hippies como refúgio. As antigas tumbas romanas serviam de casa e viva! Paz e amor.
Nada de cannabis: os hippies de hoje foram sinceros. Alguns plantam a danada, mas nada de comércio. Para degustá-la, faça amizade ou fique à noite para curtir umas bandas ao ar livre. Roooooooots. Não deixe de fazer um aperitivo depois da praia.
Vrishkásana ao por-do-sol em Matala
Como disse, Matala é ao Sul, porém, a Enseada se vira a Oeste, o que garante o espetáculo. Quando o sol se põe, não se esqueça de bater palmas e agradecer… Aproveite a noite para jantar nos restaurantes do canto esquerdo. A vista da praia com a iluminação que se projeta nas tumbas é sensacional.
7h da manhã já estavámos na estrada. Fizemos uma pequena mala já que esta noite não voltaríamos. Não tínhamos onde dormir, mas isso só mais tarde gerou tensão e foi preciso a intercessão de Zeus. Destino: Balos Bay. Desde quando planejamos a trip era onde queria ter ido. Extremo noroeste da ilha, estrada tranquila, até dormi no trajeto. A última cidade antes de Balos e Kissamos.
De lá pode-se pegar um barco que leva à Balos ou, como nós, siga de carro pela estrada de chão por 12 infindáveis quilômetros. O visual é fantástico, mas atenção às cabras na estrada! Paga-se 1 euro para entrar na Reserva. Mais adiante, fim da linha para quatro rodas. Há um bar que vende de tudo no estacionamento. Compre água.
Um quilômetro de trilha e antes da metade, o visual de mais um paraíso: Balos Bay. Pra descer todo o santo ajuda, mas pra subir a coisa muda. Mas não pense na volta: carpe diem! Balos Bay pra mim foi o melhor dessas férias.
Depois de uma água, destino Elafonisi, a praia das areias cor-de-rosa. Do Extremo Noroeste para o Extremo Sudoeste. Percebemos que essa parte da ilha é mais verde, enquanto o sol poente nos acompanhava pela estradinha entre montanhas e florestas e bosques de oliveiras. Começamos a parar para encontrar onde dormir e a única coisa que ouvimos era: lotado!
Knossos: chato pra caralho.Ok, foi o berço da civilização europeia.
Chegamos a Elafonisi já era noite. No mapa, a cidade aparece como cidade mesmo, mas não passa de uma vila com meia dúzia de albergues. Resumo, no meio da noite já cogitavámos dormir na praia até que, paramos para fazer a volta na garagem de uma casa. Ao ver os farois, o cidadão saiu para ver quem era: 7 elementos com cara de tacho perguntando sobre algum posto livre.
Como o cara só falava grego, chamou o filho que era CORRETOR DE IMÓVEIS. Resumo, salvos por Zeus, na calada da noite descolamos um hotel barato e ainda jantar e café da manhã por 30 euros cada. Tudo bem que o quarto era um inferno e não preguei os olhos.
Dormi na varanda, ao sabor dos ventos e com o som do mar-oceano e, de brinde, um espetáculo de estrelas-cadentes no céu de dez de agosto. Eu e um simpático roedor que também decidiu fugir do calor da toca aquela noite.
A trip vai chegando ao fim, último dia de praia. Elafonisi… praia deslumbrante, da moda, mas com uma ilha colada que se pode atingir a pé. Do lado de lá da ilha, mais praias selvagens e, na última delas, adeus sunga!
Viva o naturismo!
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Uhull! Tá todo mundo pelado aqui na redação do Viajão! Sorte que é mentira (a redação e o NU risos). Mas o roteiro de viagem foi ótimo!
E se você, viajão, também quiser ser um colaborão, mande sua história pro souviajao@gmail.com, como fez o Rafael. Pode ficar pelado também, a gente deixa… mas vai colocar tarja, ok? 
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Hoje o colaborão tá bonito! E não é só porque estamos falando das praias paradisíacas do Morro de São Paulo na Bahia, mas também porque quem conta a história é a encantadora Karin Mesquita!! (ela já foi Colaborona, lembram?) Com suas panturrilhas torneadas (que apesar de serem torneadas, não aguenta subir um morrinho risos) e suas histórias viajonas por aí. Valeu Dinda! E esperamos mais histórias suas por aqui mess! E você viajão que quer ser um Colaborão, mande sua história pra souviajao@gmail.com e sejE feliz!
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Morro de São Paulo é um daqueles lugares que depois que a gente vai, dá vontade de colocar num potinho e trazer pra casa. Ou ao menos, colocar em algum lugar seguro desse mundão para garantir que não vai ser engolida por turistas sem noção e pela globalização.
Morro é uma ilha de pescadores, daquelas onde praticamente não existem veículos com rodas, a não ser os abençoados carrinhos de mão (empurrados por pescadores) que te aguardam na entrada da ilha para carregar seus pertences até o seu destino em troca de alguns dinheirinhos. Graças! Porque nem mesmo as panturrilhas mais malhadas do mundo são capazes de suportar um sobe-e-desce sem fim com peso nas costas. Maaaas, prepare-se, porque você pode fugir do peso, mas das ladeiras, essas não tem como!
Taxi de Morro = Carrinho de mão de construção. Negocie a corrida!A ilha é separada por “praias”. São quatro ao total. “Meu hotel é na 2ª praia”. É assim que você se localiza por lá. E o mais legal, é que para chegar até a 3ª praia, por exemplo, não tem essa de pegar uma estradinha ou coisa do tipo. Você vai andando pela 2ª praia, passa por areia, pedras, morrinhos e improvisações e, pronto, chegou! Aliás, aquela clássica “beiramar”, “calçadão” ou etc. são coisas desconhecidas neste lugar!
O caminho delicioso da 2ª para a 3ª praia.A 2ª praia é onde fica a maioria dos hotéis, pousadas e albergues. É onde o pessoal passa o dia lagartiando, bebendo e comendo. A noite, nesta mesma praia, rola um “lual” – uma caixa de som ou umas pessoas mess – e muitas barraquinhas de caipirinhas, com muitas, mas muiitaaaas opções de frutas! Você encontra desde a tradicional caipirinha de limão até a caipirinha de seriguela (experimente!!). Outro programa bacana para a noite é ir para a “centrinho”. Você vai ficar 2 horas em dúvida em qual restaurante entrar, mas enquanto isso, curte os contrastes do ambiente, a feirinha de artesanato, as barraquinhas de frutas e doces no meio da rua, as pessoas…enfim!
Lual e sua infinidade de caipirinhas: aqui também vale negociar! (E ousar nas frutas, porfa!)Já a 3ª praia merece uma atenção especial. É quase deserta, com uma paisagem ainda mais maravilhosa, água quentinha e cristalina, peixinhos para todos os lados, uma calmaria só! Bom lugar pra relaxar, ler um livro, tirar um cochilo e babar embaixo da árvore, ou fazer qualquer bagunça com os amigos sem incomodar ninguém!
Água cristalina, paisagem maravilhosa.O que vale é que em Morro, qualquer dia de lagartixa na praia vira um programa sensacional. Ainda mais com os pastéis e caipirinhas servidos na beira da praia (#comilão). Mas existem outras coisas muito bacanas de fazer por lá. Vale dar uma volta pelo centrinho, mas também pelas ruelas fora dele. Os contrastes são incríveis! Você sai de uma rua que, apesar de não perder a sua cara de ilha, é cheia de restaurantes e lojas bacanas, e em 5 minutos, está passando por ruelas estreitas onde o antigo-Faustão entalaria, com mercearias que funcionam ao lado do salão de beleza que também vende remédio e peixe fresquinho. Uma coisa doida e muito peculiar! Vale também fazer o passeio de Boipeba (uma ilha vizinha) e vale subir até o Farol e fazer tirolesa (esse não deu tempo de ir!).
2ª praia: a mais movimentada de todas. Os contrastes e peculiaridades de Morro: Ruelas X CentroO pôr do sol é lindo em qualquer lugar do mundo, mas em morro….ah!!! Não tem palavras. Você tem duas opções. Mas, programe-se. Não vale se empolgar nos pastéis e caipirinhas e subir o morro as 17h55, porfa. A toca do Morcego é um lugar bem estruturado, cheio de decks e almofadões e bebidas e música e coisas boas para você sentar (ou dançar!) e deixar o espetáculo ainda mais espetacular (há!). Porém, você paga para entrar. Outra opção é subir um pouco mais o morro, levar uma canga, uma máquina fotográfica e brigar por um espacinho na pedra (quase sempre habitata pelos amigos-da-ervinha). A paisagem é maravilhosa também! Ta aí oh!
E assim é Morro: encantador! Porém, eu comecei a viagem de férias por lá e terminei em Salvador. O que não é uma ordem recomendável. Porque depois de Morro, poucas coisas na Bahia não perdem a graça. O que NÃO é o caso de Salvador. Mas esse é assunto para oooutrooo post. (se o Coqs deixar!).
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