acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
Artur Dembiski, mais conhecido como Vini (sim, o famoso mexe a cadeira) é um escoteiro 24h por dia. Ele consegue
O post Colaborões. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Artur Dembiski, mais conhecido como Vini (sim, o famoso mexe a cadeira) é um escoteiro 24h por dia. Ele consegue montar barracas impossíveis, fazer fogo com gravetos e ainda sabe que seu carro não pega por causa da corrente do alternador que estourou. Hoje ele conta uma história sapequinha aqui no Viajão, tive até que censurar algumas fotos, mas pra o bem de todos coloquei algumas pra alegria da garotada. Valeu Vini!

Quando você vai vendo as coisas diferentes que eles fazem, mais organizados, regrado apesar de tão liberal é possivel perceber porque dizem que é primeiro mundo, não digo que seja melhor, poderia chama de mundo do juquinha, mas é diferente. As coisas estão mais estruturadas e dai sobra tempo que se dedicar a outras idéais do que se formar, ganhar dinheiro, comprar um casa, cuidar do cachorro, escrever para blog.
Por exemplo, vou escrever sobre um protesto que testemulhei acontecer, e vou escrever antes porque depois das fotos nada mais precisará ser dito já que ninguem vai prestar atenção mesmo.
Em 2011, o tema principal foi melhorar a segurança para os ciclistas. Objetivos: Obtenção de direitos reais para os ciclistas e demonstrar a vulnerabilidade dos ciclistas nas ruas da cidade, protesto contra a dependência mundial do petróleo, celebrar a liberdade do corpo, ruas mais seguras para os ciclistas, ciclo zonas nas cidades, vias separadas para bicicletas e a proibição da publicidade de automóveis. Eu acabei de escrever celebrar a liberdade do corpo, foi o que eu achei mais marcante. Nota: Contrariamente à opinião popular, não há nenhuma lei contra a nudez na Inglaterra e você não será preso simplesmente por estar nú em um protesto.
Nome do evento: oitavo London World Naked Bike Ride, no conforto de uma bicicleta, patins e rickshaws pedal. O ponto de encontro início e fim do passeio foi no canto sudeste da Hyde Park (perto de Wellington Arch e Hyde Park Corner). Depois fiquei sabendo que a rota é de mais ou menos 15 km e inclui passagem por Hyde Park, Piccadilly Circus, Trafalgar Square, Whitehall, Parlamento, London Eye, Royal Courts of Justice, Ludgate, Catedral de Saint Paul, Covent Garden, The Mall e Arch Wellington.
Felizmente o mau tempo adiou o passeio de sábado para domingo. Eu inocentemente voltando de onibus vindo de Oxford desço no Hyde Park para conhecer. Passo em uma loja com Zonda Pagani de 1 milhão e duzentos mil pounds (tinha um papel com as informações) e vou para o parque. Nessas hora as pessoas estavam se “preparando”, fazendo placas e pinturas corporais.
Concentração no parque, a galera chegava vestida, tirava a roupa, colocava na mochila, pintava o corpo, fim, pedalar.
Na hora da saída, tinha um carro de som, chamava as pessoas e formou um corredor cheio de homens e mulheres curiosos para prestigiar o evento. Todo mundo que estava a participar do passeio passou por ali, tinha todo tipo de gente.
Tinha muita gente em volta fotografando e filmando.
Tinha um pouco mais de homens do que mulheres, nessa foto tem 3 homens e 2 mulheres.
Tinha muuitos velhinhos e velhinhas, essas fotos são selecionadas para não ter conteudo ofensivo.
Não era todo mundo pelado pelado, muitas mulheres ficavam com pinturas mais fortes ou um pouco de roupa mais estratégica, tantas câmeras é muita exposição.
Note as pinturas nas costas, todo mundo tinha um frase, um pensamento escrito.
Apenas para constar, esse é o Hyde Park.
Tem como alugar bicicletas para participar e nossa como da vontade de ir na onda. Eu estava mochilando sozinho, mas se tem mais alguém para apavorar junto as chances de ir vão de 60 contra 40. Depois da partida fui conhecer o Hyde Park, achei duas brasileiras também vendo o inicio do passeio, dica: grite e proteste em inglês.
Se programe para participar: Próximo Mundial Bike Ride Naked in London:
Data: Sábado 09 de junho de 2012
Horário: 3:00 assembléia, para a partida 15:30
Localização: Hyde Park.
O post Colaborões. apareceu primeiro em Viajão.
]]>
Demorou, eu sei. Mas não esqueci do Passando a Bola, a aventura nos estádios de futebol pelo mundo. Já falamos
O post Passando a bola. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Demorou, eu sei. Mas não esqueci do Passando a Bola, a aventura nos estádios de futebol pelo mundo. Já falamos do Maracanã por aqui, palco da final da copa de 2014, já falei dos estádios do Manchester United e Manchester City também, e hoje eu vou continuar nessa onda inglesa, então fique esperto e olha a onda olha a onda clap clap.
O estádio hoje é o formoso Anfield. Casa dos REDS, o Liverpool. Volto a frisar, como eu já disse no post do Manchester United, os times europeus (principalmente os ingleses) têm essa cultura de idolatrar os seu jogadores. Aqui nós gostamos dos jogadores, mas por motivos contratuais e de patrocício não creio que você vai ver o atacante ou o volante do seu time estampado na frente do estádio.
Liverpool é daquele time meio do interior, no qual a paixão por tal é único. Não discuta sobre times em Liverpool, falo sério. Pra você conseguir assistir os REDS jogando, você precisa (primeiro) ter dinheiro, se tiver sorte você consegue comprar por 200 libras um barateza, e também ter meio que sorte pra conseguir um ingresso, já que os quase 50 mil lugares do estádio são ocupados por sócios e logo não sobra ingressos pros turistas.
Resumindo, vale conferir o clima do Liverpool, no Anfield. Passar na lojinha de souvenirs do time, que por sinal dão goleada (tudumts) nas lojinhas daqui, e compre um cachecol, ou uma camiseta e por que não uma caneca? Aquele abraço e até a próxima. Ah, lembrando que a próxima terá a participação de você, leitor do Viajão, já que recebemos algumas histórias de estádio pelo mundo. Se você tiver, é só mandar pro souviajao@gmail.com. Aquele voleio na gaveta, abrass.
O post Passando a bola. apareceu primeiro em Viajão.
]]>
Quinta-feira, véspera da sexta, no qual é o dia em que todos pulam. Então vou dar uma aquecedinha, porque aqui
O post Caminhando com as ovelhas. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Quinta-feira, véspera da sexta, no qual é o dia em que todos pulam. Então vou dar uma aquecedinha, porque aqui em Curitiba não anda nada aquecido.
Hoje vou falar das Seven Sisters. Fica a 1 hora de Brighton, no sul da Inglaterra (em posts futuros vou falar mais sobre essa cidadezinha de gaivotas). Pra quem não sabe, a Seven Sisters são um conjunto de penhascos de calcário. Existe um parque, que você pode passar o dia lá, o Contry Park.
De Brighton você pega o ônibus de linha, normal (12 ou 12A) e faz um passeio pela costa sul da Inglaterra. Com 3 libras você vê coisa muito legal, mas meu objetivo era ver as Sevens Sisters.
Aí você chega no parque e o que você vê? Uma longa caminhada. O que ja era esperado, aliás o que eu mais faço nas viagens é caminhar. Gosto de andar mesmo! E nem é pão durice, as vezes é bom conhecer o território.
Mas vale a pena andar pelos campos do parque. Chegando la no topo você já se depara com o bagulho loco (falando igual mano). Os penhascos quase brancos, e você a uma altura de uns 40 metros e o contraste do mar azul (não, ia ser amarelo Coqs). Sensacional! Pena que no dia que eu fui tava nublado.
Estava eu lá, sozinho e pirando nas irmãs (frase estranha). Dei aquele pulo clássico e dei uma descansada, afinal subir é um empenho. Mas mesmo assim vale a pena visitar as Seven Sisters caso você passe por Brighton, é bonito mesmo!
Aí você deve estar se perguntando, pô, por que você colocou esse título no post? Bom, a caminhada é longa até chegar ao topo, mas até lá você terá a presença das brothers ovelhas (e alguns búfalos também), mas nem se assuste, elas tão com você, dando aquela força e se duvidar dá até pra trocar um diálogo.
E pra finalizar, Béé! Aquele abraço e boa caminhada!
O post Caminhando com as ovelhas. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Lembra quando falamos sobre uma visita a Hogwarts, o casteloescola do Harry Potter? O negócio fica no interior da Inglaterra! Calma! Não dá pra estudar bruxaria, não risos. O lugar serviu apenas como parte do cenário pros filmes.
Então, clique aqui e curta mais uma vez essa visita. E manda um beijo na Hermione por mim, belêss? 
O post Uma noite no aeroporto II apareceu primeiro em Viajão.
]]>O Xóia já postou sua cara amassada por aqui quando passou uma noite no aeroporto de Frankfurt, e hoje contarei minha breve história no aeroporto Luton, na Inglaterra. História essa que se resume em passagens baratas com voos as 7h da manhã, no qual não existem ônibus funcionando para chegar ao aeroporto. Solução? Ir as 23h do dia anterior e dormir no aeroporto clap clap.
Existe um receio de fazer isso, afinal é óbvio que você não vai dormir bem, é óbvio que você vai ficar de olho nas malas (brasileiro desconfia de todos!) e é óbvio que não vai ter um colchão com cobertor e uma TV.
Mas é interessante ver que além do receio, existem muitas pessoas que estão no mesmo barco, ou melhor, no mesmo avião (tudumtss).
Devo citar também que foram as minhas primas que me inseriram nessa vida viajônica (criando palavras), e elas que me acompanharam na super noite de descanço, e que vocês verão bastante elas por aqui também!
Vejam o vídeo e observem também que o aeroporto não tem estrutura nenhuma pra um aconchego, então caro Viajão, só faça isso se valer muito a pena o preço da passagem com seu tempo de viagem e outras coisas. Aquele abrass!
O post Uma noite no aeroporto II apareceu primeiro em Viajão.
]]>O post Na marmita. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Na real o mercadinho é tipo uma galeria. Com uns barzinhos, com uma pizzaria e com um buffet central ali, na humildade mesmo, baratin e meio fast food, porfa. Servido na marmita mesmo, no meu caso, almocei lá, junto com a Thaline e a Léa (amigas turistas que encontrei fazendo lap dance no metrô).
Vou confessar que não curti muito a comida que pegamos. Um macarrão com almôndegas, que se você pegasse um prato de pimenta ia dar na mesma, mas há quem goste. E também já era meio tarde, umas 14:30 talvez. Pra almoço é tarde (afirmando mess).
Acho que gastei umas 7 libras/pounds/dinheirosinglês contando com alguns litros de água. Mas o mais interessante de tudo isso foi achar uma coxinha no meio dessa galeria (sempre leio GALERA). Tá certo que devemos concordar que a coxinha tá ali na depressão mesmo, sem expectativa de vida, mas não deixa de ser uma coxinha. (Fiquei com pena e não comi a coxinha.)
O post Na marmita. apareceu primeiro em Viajão.
]]>
Se você pensa em ir pra Inglaterra pra não conhecer só Londres, pegue um carro purfa. Vale muito a pena
O post Baby you can drive my car. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Se você pensa em ir pra Inglaterra pra não conhecer só Londres, pegue um carro purfa. Vale muito a pena e não é caro não, além de você se sentir livre para voar. Por um final de semana (pegando o carro na sexta e entregando na segunda) custou 80 libras, como estávamos em 2 duas pessoas, faça as contas, 40 pra cada (certo?).
Fiz a rota clássica de Londres pra Liverpool e depois uma aderência em Manchester, 4 horas de viagem de Londres até a terra dos Beatles.
Estradas tranquilas, só reta, até cansa e isso que eu nem fui dirigindo. Deixei a responsabilidade pro meu amigo Luiz Bandeira (Low), que ja tinha as manha de dirigir ao contrário, até mesmo o Xóia já postou por aqui essa experiência.
Lembrando que se você for pegar o carro pra dirigir em Londres, tem que ter cuidado. Lá são cobrados pedágios pra dirigir no centro e tal, mas se quiser ir, vá gafanhoto! Não esqueça também do GPS, esse você paga separado do carro, sem ele sua aventura vai ser ainda maior, mas não quero julgar você caro viajão. Boa viagem de carro! Abrass.
Quanto? 80 Libras (incluindo o GPS) Local? Avis Rent a Car Bom para? Dirigir sem limites.O post Baby you can drive my car. apareceu primeiro em Viajão.
]]>O post Dirigir ao contrário apareceu primeiro em Viajão.
]]>To falando de dirigir na mão inglesa. Em alguns países, se você quiser alugar um carro e ter uma das experiências mais animais da sua vida como viajão, precisa encarar um trânsito “inverso” pros nossos padrões. Já fiz isso em três viagens diferentes. E não é que aprovei?
Você senta do lado que seria o do “passageiro” no Brasil. Aí, tem um VOLANTE na tua frente. A bateção de cabeça começa quando você coloca o cinto. O instinto faz com que você tateie o AR do lado esquerdo. Mas o cinto está do lado direito. CINTO muito (tun tun tssss).
Depois de colocado, se seu carro for automático, agradeça aos céus, purfa! Mas se for manual, mais um probleminha (rápido) de adaptação. Pra trocar a marcha, terá que usar toda a habilidade da mão esquerda. (em pensar que os canhotos sofrem desse mal a vida inteira no Brasil, hein?)
Com o carro em movimento, você vai ver que nem é tão difícil assim. Basta imaginar que a faixa que divide as pistas precisa SEMPRE estar do seu lado, ou seja, do lado direito. Mas às vezes o cérebro dá um TILT e nos trai. Na Nova Zelândia, na minha primeira vez como motorista inglês, estava fazendo tudo certinho. Até, DO NADA, querer entrar errado num cruzamento. Ainda bem que me avisaram gritando na hora!
Vale a pena passar por essa experiência se tiver oportunidade. Só cuide do lado esquerdo do carro. Como nosso cérebro não está acostumado a dirigir nessa nova perspectiva, inconscientemente você começa a levar o carro pra esquerda. Cuidado mesmo! Pobres calotas…
O post Dirigir ao contrário apareceu primeiro em Viajão.
]]>