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Arquivos Istambul – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/istambul/ construímos memórias Mon, 05 Nov 2012 23:43:23 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Istambul – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/istambul/ 32 32 A Ásia é logo ali! https://www.viajao.com.br/bkp/istambul-europa-asia/ https://www.viajao.com.br/bkp/istambul-europa-asia/#respond Tue, 06 Nov 2012 09:00:27 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8100 Não podemos negar uma coisa: Istambul tá muito na moda aqui no Brasil! Todo dia, no horário nobre, a cidade

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Não podemos negar uma coisa: Istambul tá muito na moda aqui no Brasil! Todo dia, no horário nobre, a cidade aparece na TV. E vai ficar ainda mais pop até a metade do ano que vem. Por isso, agradeçam (ou não) à Glória Perez, autora da novela das nove, “Salve Jorge”. Parte da história se passa  na belíssima cidade turca.

Já mostramos “turcamente” no Viajão as pechinchas do Grand Bazaar, a visita às mesquitas sensacionais, o segundo maior shooping da Europa e uma visita indigesta ao Mc Donald’s do lado asiático da cidade.

E é bem esse esquema europeu/asiático que você poderá vivenciar se fizer uma viagem pra Istambul. É uma situação diferente/divertida. Sair da Europa e ir pra Ásia num piscar de olhos como em nenhuma outra cidade do mundo. É a única que fica em dois continentes.

Essa mistura (Ásia+Europa) dá o tom da cidade, o tempo todo. E pra fazer essa travessia e conhecer o lado asiático é simples demais (ou o contrário, vai que você chega pela Ásia risos).

Lembro que pegamos um bonde pra irmos até as docas, onde ficam os barcos que saem do lado europeu para cruzar o Estreito de Bósforo. O problema: eu estava com uma gripe infernal bem nesse dia, corpo todo dolorido, o que afetou um pouco minha lembrança exata dos fatos.

Lembro que ventava muito ali perto das docas (jura?) e que isso era um tremendo incômodo pra mim. O vento parecia carregar mini navalhas flutuantes que rasgavam vorazmente cada centímetro de minha pele, ass.: Erico Veríssimo.

Compramos o ticket para a travessia do ferry boat ali mess. Era barato, mas não me perguntem o valor :/ a gripe apagou da minha memória. Entramos no barco. São amplos e com bancos de MADEIRA espalhados pra você sentar.

A travessia demora uns 20 minutos, se não estou enganado. A água do Bósforo, azulíssima, estava um pouco REVOLTA no dia que fui. Mas nada que comprometesse o passeio mais do que a gripe chata.

Chegando no lado asiático, você já percebe diferenças, como arquitetura sutilmente diferente, mais mulheres com o rosto coberto com lenços, ruas um pouco menos movimentadas. Aí aproveite passeando, curtindo, entrando em lojas e comendo.

Gripe embeleza risos

Depois, é só fazer o caminho de volta exatamente da mesma forma que fez o de ida.

Já do lado europeu de novo, ainda flagrei um tiozão pescando no Bósforo debruçado no parapeito.

Europa e Ásia nunca estiveram tão perto! Pacotão 2 em 1, ainda quero repetir. Mas sem gripe da próxima vez. 😉

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Mc Pode isso? https://www.viajao.com.br/bkp/mc-pode-isso/ https://www.viajao.com.br/bkp/mc-pode-isso/#respond Mon, 23 Apr 2012 10:00:53 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=7072 Era uma vez no oriente… Parece até tema de CD do melhor grupo musical do Brasil conhecido como É o

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Era uma vez no oriente… Parece até tema de CD do melhor grupo musical do Brasil conhecido como É o Tchan, só que não.

Curtiu meu lado oriental? risos

Tudo aconteceu quando fui para o lado oriental desse planeta, enquanto estive em Istambul. Logo após CRUZAR A FRONTEIRA, passeamos por umas lojinhas e resolvemos almoçar loucamente. Havia um Mc Donald’s logo ali. E me parecia peculiar. Era bem diferente de qualquer outro do lado ocidental da cidade.

Entramos, sentamos e choramos e começamos a olhar o PAINEL que descreviam os lanches. Aí você vai me crucificar: mas pô, esse post deveria ser no sábado, é um Comilão. Não, caro viajão. É um RAIVÃO! Calma que vou explicar o porquê.

Como já escrevi aqui, achei Istambul sensacional, com um povo hospitaleiro demais. Mas nesse Mc a situação foi diferente. Por lá existem vários lanches diferentes e com nomes estranhos.

Tinha Mc Kebab, Mc Turco com uns temperos diferentes, vegetariano com cebolas, e por aí vai!

Até aí tudo bem. Só que tirando os clássicos e escritos em inglês, como proceder quando você lê algo do estilo so?an domuz ile insan eti ve kan?? Ah, claro, basta perguntar pro atendente, néam? E em inglês! Eis o pobrema. Os caras não faziam questão NENHUMA de explicar algo. Tavam cagânu pra gente.

Eu tava com uma gripe fenomenal e paciência zero. Comecei a me irritar, porque queria experimentar algo diferente. Mas os queridos funcionários não se esforçavam pra falar inglês. Podem me julgar, mas achei estranho o cara trampar no Mc Donald’s, numa cidade que recebe turistas do mundo todo, e sequer se esforçar pra ajudar um pobre ocidental.

Fizemos os pedidos e vimos lanches que jamais imaginaríamos ser produzidos pelo amigo Ronald risos. Meus pais e minha irmã receberam os deles. E eu? Fiquei esperando o meu.

Eu via todos comendo freneticamente seus sanduíches, enquanto o meu se transformava na maior lenda do IMPÉRIO INCA (???). Fui lá questionar e o cara esbravejou algo em turco. Ok, me desculpe se vou a um fast food e questiono a demora de QUINZE MINUTOS de preparo do meu lanche.

Enquanto isso, curti o tempo pra reparar no povo da LANCHONETE. Havia meninas de BURCA fazendo um contraste interessante.

Depois dos 15 minutos, eis que recebi o lanche. Já prevendo que deveriam ter cuspido e passado no saco jogado no chão, resolvi experimentar a batata-frita primeiro. Estava salgadíssima. Fui lá trocar, e mais uma vez fui metralhado com bordões vindos de uma novela da Glória Perez. Procurei as câmeras escondidas. Só podia se tratar de uma pegadinha, né?

Mas lá no fim, acabou dando tudo certo. Comi com raiva, meu lanche nem era tão bom e eu queria sair correndo daquele lugar. Mc Pode tanta ignorância? Jurei nunca mais pisar lá risos. Aliás, ir ao lado oriental de Istambul e comer mais uma vez no (pior) Mc Donald’s (do mundo)? Não, obrigado. Prefiro ouvir o meu CD do É o Tchan. Fui!

Arigatô risos

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Mesquita sem mosquito https://www.viajao.com.br/bkp/3407/ https://www.viajao.com.br/bkp/3407/#comments Wed, 13 Jul 2011 10:00:30 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=3407 PÉIN! PÉIN! PÉIN! Dua Saattir! Dua Saattir! Sim, é isso que ouvimos em Istambul, na Turquia, em alguns horários do

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PÉIN! PÉIN! PÉIN! Dua Saattir! Dua Saattir!

Sim, é isso que ouvimos em Istambul, na Turquia, em alguns horários do dia. Isso tudo sai por um sistema de som próximo do lugar onde ficam as mesquitas! E querem dizer que é “hora da oração”.

Aí, meu, você pode chorar à vontade. Não vai entrar nas mesquitas nesse horário. Elas são fechadas pro povo rezar. Por isso, TURISTAS FORA! Mas calma, não é o dia todo assim, prometo.

As mesquitas estão ali pra você visitá-las também. E te digo que é uma experiência absurda!!! A única regra: tire os sapatos antes de entrar em qualquer uma. O aviso já está na porta.

Lá dentro é aqueeeeele cheiro de chulé e cachorro molhado, principalmente se estiver chovendo (como no caso dos dias que estávamos por lá). Mas nada que faça você morrer. E, se morrer sufocado, já está numa mesquita mess. Um belo lugar pro ÓBITO, não? risos Ah! Por falar nisso, algumas têm túmulos de sultões e familiares deles.

Logicamente a mais aguardada e concorrida (isso significa muuuuuita fila pra entrar) é a Basílica de Santa Sofia (Ayasofya). A maior de todas, mais bela e mais impressionante. Uma estrutura gigante. Nesta, você paga pra entrar (não lembro o valor, mas não é um absurdo) e baba com a ARQUITETURA e os detalhes.

Nem precisa dizer aqui que, como os locais são de oração, respeito e CONDUTA lá dentro são essenciais!

Ah, além da Santa Sofia, tem também a Otávio Mesquita Azul, famosaça. E elas ficam FRENTE A FRENTE. Basta atravessar a rua.

E tem uma praça muito massa por ali. Dá pra sentar, ficar “viajando” um pouco observando as estruturas monumentais. Ore. Viaje. Fale turco. Istambul pede isso de você.

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Quer pagar quanto? https://www.viajao.com.br/bkp/quer-pagar-quanto/ https://www.viajao.com.br/bkp/quer-pagar-quanto/#comments Wed, 23 Feb 2011 10:00:55 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1466 40! 35! 27! 20! 18! 15! 10! Tá, cincão fechou!!! É barganha! Vem aqui! Você vai querer! Corre! Compra! Não

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40! 35! 27! 20! 18! 15! 10! Tá, cincão fechou!!! É barganha! Vem aqui! Você vai querer! Corre! Compra! Não perde! É da melhor qualidade!

Estranhou essa parte ali de cima? Não estranhe, porque são apenas algumas coisas que você vai ouvir quando for ao Grand Bazaar (Grande Bazar) em Istambul. Cara, é simplesmente um lugar COBERTO com umas 4 mil LOJAS!

Mulheres, podem desmaiar agora. Mas voltem depois pra continuar lendo, ok?

Então, tire pelo menos uma tarde e uma noite inteiras pra conhecer um POUCO do que é o Grand Bazaar. Ali você já vai ver de cara a simpatia dos turcos. A galera é MUITO gente boa (e não é só porque querem vender, não).

Eles batem-papo, interagem o tempo todo, e CURTEM DEMAIS os brasileiros. Tanto é que a maioria ARRANHA COISAS EM PORTUGUÊS pra que você compre.

No quesito compras, o lugar tem de tudo. De joias (verdadeiras e réplicas) até CHÁS! Sim, algo bem comum na Turquia, o TCHAI. E no Grand Bazaar a galera vai servindo pra você, de graça mess.

Quando passear pelos corredores, saiba que você será chamado o tempo todo pelos vendedores, que ficam em frente às lojinhas. É nessa hora que tem que surgir seu PODER DE PECHINCHA.

Se você se interessar por algo, incorpore a FERNANDA MONTENEGRO/TONY RAMOS e mande bala.

E lembre-se: NUNCA diga “sim” de primeira. Recomendação que recebemos no hotel e funcionou demais! O cara vai te falar um preço quando você perguntar o valor de qualquer coisa. Faça cara de quem chupou limão e esfregou a língua na brita.

Aí ele vai perguntar o porquê de sua cara. Você diz que tá caro BAGARAI. Aí ele vai perguntar quanto você quer pagar. E aí você avacalha.

Se ele não aceitar, VIRE AS COSTAS E VÁ EMBORA. Como se nunca tivesse a fim de comprar aquilo. Tenha certeza: ele correrá atrás de você e negociará de novo.

Compramos altas coisas agindo assim e, em algumas, pagamos até 80% a menos do primeiro valor colocado (mas calma, nem tudo é baratíssimo!). Por isso, aproveite e ATUE! Meryl Streep/Jack Nicholson ficarão orgulhosos de você, seu TURCO!

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Colaborões https://www.viajao.com.br/bkp/936/ https://www.viajao.com.br/bkp/936/#respond Tue, 28 Dec 2010 10:00:52 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=936 O Colaborões de hoje está em clima de Ano Novo, já que semana passada demos uma prévia do Natal, néam?

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O Colaborões de hoje está em clima de Ano Novo, já que semana passada demos uma prévia do Natal, néam? Uhull, 2011 tá chegando! Você aproveitou bem este ano?

A colaborona da vez é a Renate Krieger, jornalista e que mora na Europa há um bom tempo. Ela nos conta como é o “reveillon” na Turquia! Mega interessante, se liga e boa viagemmmm! 😉

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Que eu me lembre, nunca passei o Ano-Novo dormindo (Réveillon esquecido da infância não conta, né?), mas até poucos anos atrás as minhas passagens de ano nunca tinham sido lá muito inusitadas ou exóticas.

(Se bem que esse tipo de adjetivação também depende do lugar onde se está – para um europeu, pelo que sei, é o máximo imaginar passar o Ano-Novo na praia, por exemplo, e esse negócio de vestir branco o pessoal também não conhece muito lá no hemisfério Norte).

Bom, o Ano-Novo mais diferente que eu já passei foi o de 2006 para 2007, em Istambul, na Turquia, e a viagem que fiz pra lá já estava com gostinho amargo de despedida – fui com três dos meus melhores amigos. Na altura, morávamos em Paris, e em 2007 a vida já ia se encarregar de nos espalhar pelo mundo.

Ou seja: Pablo e Ana, um casal de argentinos, voltaria a Bariloche; Céline estava de malas prontas para morar no Marrocos durante um ano; e eu deixaria a minha amada Torre Eiffel para trás – e tudo o mais (baguettes, queijos, vinhos, doces e o meu lado “bon vivant” – para viver em Bonn, na Alemanha, e trabalhar na Deutsche Welle (onde, este ano, conheci o Xóia, tchanan!).

O plano era então passarmos, mesmo, o nosso último Réveillon num lugar inusitado. Foram só cinco dias, mas foi pra lá de bão.

Acho que o episódio mais diferente que vivemos foi na noite de Ano-Novo, mesmo. Primeiro, reservamos uma ceia de Réveillon no Metropolis Hostel, no qual ficamos hospedados, no bairro Sultanahmet, que é mais novinho e fica perto do centro histórico.

Só um adendo: o quarto era de 4 pessoas, banheiro compartilhado com o resto do hotel e nem sempre era uma alegria ir tomar banho no FRIO, mas aquele beliche tinha o MELHOR TRAVESSEIRO no qual já dormi, mesmo com os chamados para as preces às seis horas da manhã. Fiquei com vontade de roubar.

Enfim, a ceia consistia de dois pratos, um deles um guisado de carneiro servido numa jarra de barro, e o garçom vem na sua mesa com um facão estilo espada para cortar o gargalo da garrafa. Fantasticamente delicioso, com arroz. O outro era um guisado de frango com legumes, muito bom também, mas não teve a aparição estelar do carneiro.

Saímos rolando do hostel depois de perguntarmos ao garçom qual era a boa da noite. Dispensamos a sugestão dele, de ver odaliscas no restaurante. Não deixei de reparar na cara meio desconfiada do garçom quando dissemos que íamos à Praça Taksim, no centro da cidade. Ele falou para tomarmos cuidado, mas só depois entendi exatamente.

A festa na Praça Taksim é super animada, a cidade inteira vai pra lá, e é bonito ver famílias inteiras, mulheres com carrinhos de bebê. O momento do Ano-Novo foi lindo também, muitos fogos de artifício, gritaria e comemoração – por outro lado não rolou muita interação, a festa é meio cada um por si, mesmo.

A uma certa altura, porém, o pessoal começa a despirocar um pouco mais. Não esqueço de um moço completamente empolgado dançando no telhadinho de um ponto de ônibus, balançando ao ritmo frenético de uma música tecno (batida que tocou durante a noite inteira por lá, aliás).

O problema para as mulheres descobertas é que a galera vai passando a mão na retaguarda das

ocidentais. Aconteceu comigo, com Céline e com Ana. Ficamos meio revoltadas porque não era uma passada de mão qualquer, foi coisa de você dar pulos pra frente de susto. E depois perguntaram pro Pablo por quem ele estava acompanhado, querendo tirar um sarro. Ele, na maior tranquilidade: “das três, oras. É o meu harém”.

No final, resolvemos voltar ao hostel, que tem um barzinho no porão, e fumamos Narguilé. Devo ter escrito alguma coisa nas paredes já cheias do local, para que Istambul não nos esquecesse – assim como não esquecemos Istambul.

E, para quem quiser dicas para visitar a cidade, a primeira é negociar, negociar, negociar – nos mercados como o Grande Bazar ou o mercado egípcio, de temperos, ou até para arranjar um guia no palácio Topkapi (vale a pena visitar com guia porque é muito grande).

Se for comprar lembranças para o pessoal de casa, uma dica boa são as lâmpadas de vidro, muito lindas (negocie o preço porque o pessoal lá chuta alto para conseguir um preço justo). E não entre numa negociação se não tiver lá muita certeza, você pode perder uns 15 minutos do seu dia dizendo que não quer o produto – apesar de, em Istambul, pelo que me falaram, os vendedores serem menos agressivos que no Marrocos, por exemplo.

Para além do circuito turístico (Hagia Sofia, Mesquita Azul, Palácio Topkapi, Palácio Dolmabahce, mercado egípcio, Grande Bazar, cisterna na parte central da cidade), eu recomendo um passeio pelo Bósforo – de BALSA, não de barquinho turístico, sai MUITO mais barato. Além disso, basta olhar os horários, a balsa te leva também para o lado asiático de Istambul, a cidade em dois continentes. Olha lá o Mar Negro:

Nos dias que passei em Istambul, chorei por não ter podido visitar a parte europeia da cidade. Eu tive que voltar pra trabalhar em Paris, mas meus amigos ficaram, e disseram que rola um contraste bastante grande com a parte mais “oriental” de Istambul. Mas foram dias de muita comilança, falação de besteiras, chás de menta e deliciosos cafés turcos. Foi uma despedida digna que me deu vontade de voltar logo. De preferência, com os amigos de Paris, para um também digno “revival”.

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Valeu Frau Kriegerrrr! Altas experiências em Istambul, com direito a ASSÉDIO e travesseiros quase roubados! aHUahuAHUahuAHU Brigado por tirar um tempo das suas férias no Brasil pra ser uma colaborona por aqui.

E você, caro viajão, também pode contar uma experiência maluca em qualquer lugar deste mandão. Manda sua história pra souviajao@gmail.com e também seja um Colaborão! 😉


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