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Arquivos Itália – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/italia/ construímos memórias Fri, 27 Nov 2020 12:49:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Itália – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/italia/ 32 32 25 livros para viajar sem sair do sofá https://www.viajao.com.br/bkp/livros-para-viajar-sem-sair-do-sofa/ https://www.viajao.com.br/bkp/livros-para-viajar-sem-sair-do-sofa/#comments Sat, 21 Mar 2020 10:00:12 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11952 Em tempos de coronavírus fica difícil pensar em planejar novas viagens... Enquanto isso, para ajudar todos que já estão sentindo falta de novos cenários, selecionei 25 livros para viajar sem sair de casa. São livros muito queridos por mim e que me ajudaram a entender melhor o mundo.

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Estamos vivendo tempos delicados… E se no momento ainda não dá para planejar viagens, dá para aproveitar essa época de isolamento social recomendado para ler e pesquisar, certo? Por isso, escolhi 25 livros para viajar sem nem precisar sair de casa. São histórias muito queridas por mim, que me ajudaram a entender melhor o mundo – nem que seja um pouquinho. Espero que seja útil para vocês também.

Ah, muitos deles eu li no Kindle – um dos acessórios indispensáveis para viajantes que gostam de ler. Afinal, é muito leve e compacto. Dá para levar uma biblioteca na mala sem ultrapassar os limites de bagagem. O meu é o Paperwhite normal, mas tem também a versão à prova d’água. A capinha que uso pra protegê-lo é essa aqui.

Sobre coronavírus:

Restrições de viagem: o que mudou por conta do coronavírus

Como adiar ou cancelar viagens por causa do coronavírus

Brasil: A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, Martha Batalha

No Rio de Janeiro dos anos 1940, Guida Gusmão desaparece de casa. Os pais ficam preocupados. A irmã Eurídice, arrasada, precisa seguir sua vida. Mesmo que de formas bem diferentes, as duas acabam tendo que tomar decisões pressionadas pela sociedade da época. E nenhuma delas parece muito feliz com as escolhas. Em uma sociedade (ainda mais) machista, as duas levam a vida como podem.

O texto é irresistível, bem humorado apesar de tudo. E acho muito difícil que as mulheres não se identifiquem com a história. Tenho também um sentimento de nostalgia pelo Rio do século passado que nunca vou conhecer.

Obs.: esse livro ganhou uma versão em filme recentemente. Com o título de A Vida Invisível, a história tem pouco a ver com a do livro. Honestamente, detestei (haha).

Peru: Travessuras da Menina Má, Mário Vargas Llosa

Coloquei Peru só porque é lá que a história começa (e porque Vargas Llosa é peruano). Mas a gente viaja também por Paris, Londres, Tóquio e Madrid neste livro. A obra é sobre a história de amor pouco usual entre Ricardito e Lily – ele se apaixona por ela ainda na infância e os dois vão se reencontrar e se desencontrar pelo mundo. É tipo um jogo de gato e rato misturado com War (haha).

Mas mais do que uma história de amor, esse livro é também um retrato das mudanças pelas quais o mundo passou no século passado. O texto é sensacional, impossível parar de ler. Não é a toa que Vargas Llosa levou o Nobel de literatura, né?

Estados Unidos: A Menina da Montanha, Tara Westover

Essa é uma história real de uma menina nascida nas montanhas de Idaho, em uma família que acreditava que o fim do mundo estava prestes a chegar a qualquer momento. Os pais (em especial o pai) não acreditava nas instituições como colégios, faculdades, hospitais e estocava todo tipo de alimento. 

Mas o fanatismo vai escalonando de forma absurda ao longo da infância e adolescência de Tara, o que fazia a vida dela e dos irmãos ser posta em risco constantemente. Aos 17 anos, Tara escolhe tentar um novo tipo de vida e pisa pela primeira vez em uma sala de aula. Im-pres-si-o-nan-te! Só leiam!

Estados Unidos: As Cataratas, Joyce Carol Oates

Joyce Carol Oates é uma das melhores escritoras do nosso tempo – é cotada faz tempo para o Nobel. Nesse livro, ela transforma as Cataratas do Niágara em um personagem fascinante. Em 1950, um homem atravessa os portões que dão entrada às Cataratas, sobe na grade e se joga. Na véspera, ele havia se casado com Ariah, que só foi entender o que acontecera depois de encontrar o bilhete do marido no espelho do banheiro. A partir daí, o livro vai narrar a história dela ao longo das décadas. As Cataratas seguem presente durante toda a saga, como uma força da natureza impossível de ignorar.

Barbados: Eu, Tituba, Bruxa Negra de Salém, Maryse Condé

Nascida em Barbados no século XVII, Tituba foi uma mulher real. Ela foi escravizada e enviada para os Estados Unidos – como entendia de ervas e plantas, foi considerada bruxa e perigosa. Participou do famoso julgamento das Bruxas de Salém, nos Estados Unidos. E volta à vida com esse livro que mistura ficção e registros históricos. A história e o texto são maravilhosos! E esse livro levou o Academy Prize 2018, uma espécie de prêmio Nobel paralelo.  

Itália: Saga Napolitana, Elena Ferrante

Essa indicação é 4 em 1, porque a saga tem quatro títulos: A Amiga Genial, História do Novo Sobrenome, História de Quem Foge e de Quem Fica e, por fim, História da Menina Perdida. Em Nápoles, na Itália, duas meninas formam uma amizade que vai durar a vida toda. Lila, esperta, destemida e ambiciosa. Lena, inteligente, disciplinada e leal. Entre idas e vindas, as duas vão acompanhar as transformações do país a partir da década de 1950. Porém a saga já começa com um mistério nas primeiras páginas do primeiro livro: Lila sumiu e ninguém sabe onde foi parar. 

Obs.: A primeira temporada da série – inspirada no primeiro dos livros – já está disponível na HBO e é maravilhosa. 

França: Submissão, Michel Houllebecq

Um dos autores franceses mais polêmicos mostra um futuro próximo em que o vencedor do segundo turno das eleições na frança é um homem muçulmano. Mohammed Ben Abbed é considerado um político conciliador, que tem como objetivo algumas mudanças sociais. De outro lado, François, um acadêmico solitário, aprende a lidar com as mudanças na sociedade. 

Obs.: Esse livro foi escrito pouco antes dos atentados na França em 2015 – e lançado bem no olho do furacão. O livro gerou bastante burburinho porque, em certos aspectos, Houllebecq pareceu prever o futuro.

Holanda: Tirza, Arnon Grunberg

Jorge Hofmeester tinha, aparentemente, uma vida perfeita. Casa em bairro nobre de Amsterdã, esposa, duas filhas – uma delas é Tirza, sua favorita. Até que, sem razão lógica, tudo parece começar a ruir – seu casamento, a filha Ibi que é pega em situação constrangedora com o vizinho, Tirza que parte para uma viagem pela África… Apesar dele tentar manter o autocontrole, a tensão vai crescendo até culminar num dos finais mais surpreendentes que li nos últimos tempos (e, sim, dá um pau em muito thriller que todo mundo cultura por aí, viu?). 

Turquia: Neve, Orham Pamuk

Orham Pamuk é um dos meus escritores favoritos. E em Neve, ele conta a história de Ka, um poeta turco exilado na Alemanha que volta para sua cidade natal na Turquia para investigar uma onda de suicídios entre jovens muçulmanas. Durante a visita, uma nevasca vai bloquear todo o vilarejo – onde um casal vai liderar um golpe militar. Impressionante como Pamuk consegue, com seu texto, nos transportar para uma vila isolada no meio do inverno turco. Ele também foi vencedor do Nobel de literatura. 

Irã: Persépolis, Marjane Satrapi

Nascida no Irã do final dos anos 1960, Marjane tinha 10 anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico para frequentar a escola. E Persépolis é a história em quadrinhos que ela escreveu para contar sua vida e um pouco da história do Irã, que foi jogado num regime xiita conservador e opressor. É uma das histórias em quadrinhos mais famosas do mundo e tem um motivo: é maravilhosa. 

Rússia: O Mestre e a Margarida, Mikhail Bulgakov

Irônico, divertido e engraçado. Acho que são as palavras que melhor descrevem esse livro. Já nas primeiras páginas, o Diabo desembarca em plena Moscou dos 1930, durante o regime comunista. Com um estilo muito original, Bulgakov narra as confusões e a loucura que Satanás e seus seguidores vão causando na vida cotidiana na cidade. 

Ruanda: Nossa Senhora do Nilo, Scholastique Mukasonga

Um dos temas pelos quais mais me interesso é a história do genocídio Tutsi em Ruanda, então não poderia deixar de incluir alguns livros sobre assunto. Aqui, Scholastique, que é Tutsi, narra a vida em uma escola para meninas no alto das montanhas, perto da nascente do Nilo. Lá, existe um sistema de cotas étnicas que limita a 10% o número de alunas da etnia Tutsi. Por meio do olhar das meninas, podemos acompanhar o início da escada de violência que dizimou milhões de pessoas nos anos 1990. 

Ruanda: Meu Pequeno País, Gael Faye 

A história começa no Burundi, em 1992, onde nasceu Gabriel – filho de pai francês e mãe ruandesa. Esse é um relato autobiográfico do genocídio em Ruanda visto pelos olhos de uma criança. A família mora em um bairro nobre no Burundi, mas não demora muito para que os efeitos da onda de violência cheguem até eles – os funcionários do pai começam a faltar, os amigos não podem mais se reunir para brincar… Até que a mãe resolve voltar ao país de origem para tentar salvar a família. Maravilhoso. 

Nigéria: Meio Sol Amarelo, Chimamanda Ngozi Adichie

Bom, Chimamanda é uma das minhas autoras favoritas e eu gosto de tudo que ela escreve. Mas Meio Sol Amarelo, seu livro mais duro, tem um lugar especial no meu coração. Tendo como pano de fundo a guerra que tentou dividir a Nigéria em duas nações na década de 1960, o livro conta a história de duas irmãs, Olanna e Kainene. É um relato maravilhoso sobre como viver em meio a meio a guerra – ou melhor, sobreviver. 

Gana: O Caminho de Casa, Yaa Gyasi

Um dos meus livros favoritos da vida, já perdi as contas de quantas vezes indiquei e assim vou seguir fazendo. O Caminho de Casa é um livro muito importante e merece ser lido. Escrita portam autora de origem ganesa (ela se mudou ainda criança para os Estados Unidos), a história acompanha a vida de duas irmãs e seus descentes ao longo dos anos. Uma delas fica em Gana. A outra é escravizada e levada para os Estados Unidos. Os capítulos se intercalam para contar sobre os caminhos que cada uma das linhas da família seguiu até os dias de hoje. 

Índia: Todas as Cores do Céu, Amita Trasi 

Para quem quer entender um pouco sobre a complexa sociedade indiana e seu regime de castas, esse livro é uma forma de começar. Mukta, uma menina que pertence a uma casta de mulheres que são obrigadas a servir aos homens (inclusive sexualmente) é resgatada por um ativista que a leva para viver em sua casa em Mumbai. Lá ela conhece a irmã, Tara, com quem aos poucos se conecta. Anos depois, Mukta é sequestrada – já adulta, a irmã tenta encontrá-la. Tem como pano de fundo os ataques terroristas de 2008 em Mumbai. 

Índia: O Deus das Pequenas Coisas, Arundhati Roy

Enquanto a história aqui em cima se passa em Mumbai, essa se passa em Querala, bem ao sul da Índia. Tal qual o Brasil, a Índia é um país de dimensões continentais – e por isso o cenário é completamente diferente. Aqui, dois irmãos gêmeos, Rahel e Estha, crescem em meio aos potes de compota e pimenta da fábrica da avó. Aos poucos, os dois vão descobrindo o mundo – suas belezas e crueldades. Enquanto isso, a mãe também enfrenta as dificuldades de um país dividido em castas. O ritmo da história é mais lento e o texto é super poético, muito bonito. 

Camboja: Primeiro Eles Mataram Meu Pai, Loung Ung

O Camboja é um dos países que mais me emocionaram – e até hoje um dos que mais amei conhecer. Nesse relato autobiográfico, a autora narra como foi o regime do Khmer Vermelho, liderado por Pol Pot, a partir de abril de 1974. Ela, que era filha de um funcionário do governo, é transformada em uma criança-soldado, enquanto vê seus irmãos serem levados para campos de trabalhos forçados. Muito interessante para entender as cicatrizes desse regime que o país carrega até hoje. 

Obs.: O filme baseado nesse livro está na Netflix. A direção é da Angelina Jolie, que se apaixonou pelo país ao gravar Tomb Raider – tanto que seu filho Maddox é de origem cambojana. 

Coreia do Norte: Para Poder Viver, Yeonmi Park

Outro relato autobiográfico, dessa vez sobre a fuga de uma menina norte-coreana do país. Yeonmi Park conta um pouco da sua vida no país mais fechado no mundo – a rotina de se alimentar com plantas selvagens e insetos, a rotina de ver vizinhos e conhecidos sumindo de repente. Aos 13 anos, ela e a mãe resolvem fugir passando pela China, Mongólia e, por fim, Coreia do Sul. 

Coreia do Sul: A Vegetariana, Han Kang

Se fosse um filme, A Vegetariana certamente seria um filme de terror. Ao acordar de um sonho, Yonghye passa a se recusar a cozinhar, comer e servir qualquer tipo de carne. E o que parecia ser uma decisão simples acaba transformando a vida dela em um inferno. A Vegetariana é, para ser um pouco simplista, uma alegoria sobre como a sociedade tenta controlar a vida das mulheres. É um livro um pouco perturbador, mas muito interessante. 

China: Mudança, Mo Yan

O chinês Mo Yan, vencedor do Nobel de literatura em 2012, tem um texto singelo, tão bonito. Nesse livro, ele, que nasceu em uma região rural de Shandong, ilustra de forma muito simples os contrastes da China contemporânea. Fácil e rápido de ler. 

Japão: Caçando Carneiros, Haruki Murakami

Lançado no Japão na década de 1980, foi Caçando Carneiros que fez Haruki Murakami ficar mundialmente famoso – até hoje segue como um dos mais cotados ao Nobel. E essa obra dá uma boa ideia do que a escrita dele – cheia de sutilezas, mistérios, fatos inexplicáveis e pequenos detalhes que é preciso captar no ar. O protagonista da história trabalha em uma agência de publicidade e leva uma vida tranquila, até que recebe uma carta misteriosa que o leva em uma viagem pelo Japão em busca de um único carneiro.

E se você tiver outras sugestões de livros que nos ajudam a entender melhor a cultura de um país, deixa aqui nos comentários!

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A encarada https://www.viajao.com.br/bkp/a-encarada/ https://www.viajao.com.br/bkp/a-encarada/#comments Mon, 04 Jul 2011 10:00:03 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=3250 Tem uma coisa que adoro fazer em viagens: ficar observando as pessoas do local. Quem são? O que fazem? Pra

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Tem uma coisa que adoro fazer em viagens: ficar observando as pessoas do local. Quem são? O que fazem? Pra onde estão indo? Estão felizes? Tristes?

Com essa infinidade de perguntas, observando a multidão, me torno um tremendo viajão… viajo horas nesse passatempo. E, há umas duas viagens, comecei a OUSAR. Comecei a ser um “stalker” de anônimos risos. Bato fotos das EXPRESSÕES de algumas pessoas nas ruas. O mais legal é quando não percebem a foto.

Essa loira italiana eu flagrei em Roma. Além de chamar a atenção pela beleza, ela tocava acordeon muito bem! E tinha um olhar meio triste, me intriguei. Talvez a grana que os TRANSEUNTES estavam dando não fosse muito alta.

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Esse artesão flagrei em Port Elizabeth, na África do Sul. Chamou a atenção a velocidade com que ele esculpe animais em madeira! Essa foto eu pedi permissão pra bater. Foi gentil, mas deixou com uma condição: que eu mostrasse a foto pra ele após batê-la.

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A muitos metros de distância e com um zoom super potente, flagrei essa loirinha fazendo gracinhas pros amigos na piscina do hotel! Me lembrou a “Marília Gabi-Herpes” do Pânico na TV risos.

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Essa foto eu curto muito. Também na piscina, os mais velhos ensinam a criancinha a brincar. Foi uma diversão só.

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E você, caro viajão? Também curte dar uma viajada assim e observar as pessoas? Conta pra gente aí 😉

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Vamos Pular? https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-7/ https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-7/#comments Fri, 27 May 2011 10:00:42 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=2660 Mais uma sexta-feira e a galera vai ao delírio com #pulaSandy!!! Sexta passada já pulamos aaaaaaalto com a sua ajuda,

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Mais uma sexta-feira e a galera vai ao delírio com #pulaSandy!!! Sexta passada já pulamos aaaaaaalto com a sua ajuda, mas não o suficiente pra chegar aos ouvidos da devassa mais amada do Brasil! Mas agora… “Prepare-se, você fará uma viagem incrível…”

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E pra começar a brincadeira de hoje: Lis Cavalcante – em Valência, Espanha – Cidade das Artes e da Ciências, do arquiteto Santiago Calatrava. Nota 10 na categoria ninja!

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Já o casal Ally e Perez de Floripa – SC nos deu a HONRA e pulou no pré-casamento, na Ressacada, estádio do Avaí! Isso que é comprometimento com a causa #pulaSandy!!!

E eles não pararam de pular nem na lua-de-mel!!! Calma, nada a ver com o Canguru Perneta, as fotos são de família e podem até ser conferidas no blog do casal.

Esta aqui é uma das fotos da lua-de-mel em Roma – Dificuldade 8 na categoria salto com obstáculo.

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Da esquerda para direita: Carol Ramalho (@krolramalho) / Laiana Pereira (@laianaps) / Arides Junior (@aridesjunior) – Porto Seguro, BA. 10 na categoria Jesus na Galiléia (andando sobre as águas – tum-dum-tsss).

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Tem também a Marina Santos, Lino Filho (@linim) e Naiana Santos (@naianasantos) em Chicago, EUA. Superdesenvoltos, inclusive na categoria levitando…

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E pra finalizar… Dá uma olhada na desenvoltura desse rapaz:

Luiz César (meu pai) na estrada de Itajaí – SC, no tempo em que sabia até “bater palmas” com os pézinhos.

E aqui vai um alerta importante: pule enquanto você é JOVEM! Porque depois de um tempo…

(Arraial do Cabo – RJ, no dia em que acabou com a viagem de família).

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E enquanto a @SandyLeah não pula pra gente, estamos adorando a participação de todos! Continuem enviando suas fotos pro souviajao@gmail.com, e não deixe de dar aquela aderência na campanha #pulaSandy no twitter… rumo aos TT´s galera!

Caro viajão, dê um pulinho no nosso twitter e siga-nos 😉 @blogviajao

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Pisando no saco. https://www.viajao.com.br/bkp/pisando-no-saco/ https://www.viajao.com.br/bkp/pisando-no-saco/#comments Mon, 28 Feb 2011 10:06:08 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1533 Depois de gastar meu dinheiro no FreePort em Lisboa, resolvi acabar com o resto dele na Galeria Vittorio Emanuelle em

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Depois de gastar meu dinheiro no FreePort em Lisboa, resolvi acabar com o resto dele na Galeria Vittorio Emanuelle em Milão. Só lembrancinhas, já que meu dinheiro estava escasso. Desde canetas de 3 mil euros (isso mesmo!) até bolsas de muitosnúmeros euros. Clássico.

Certamente se você for pra Milão você vai passar por la. Mesmo que seja pra você perceber que você é pobre mess (risos). Prada, Louis Vuitton e outras marcas susses estão na Galeria. Festival de modeletes desfilando com sacolas das lojas (aposto que eram só sacolas, sem nada dentro) e muitas pessoas apenas vendo vitrines, o que foi o meu caso.

O engraçado que existe a lenda do saco do touro. Se você pisar no saco do touro e der 3 voltas te garante um futuro de fortunas e tal. PO! Quem vai la comprar nas lojas precisa disso? Na humildade, ignorei o fato de eu ser muito rico e pisei no saco do touro e estou no aguardo desse futuro. Abrass.

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Milão sabor chocolate. https://www.viajao.com.br/bkp/1426/ https://www.viajao.com.br/bkp/1426/#comments Sat, 19 Feb 2011 13:02:43 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1426 Difícil escolher, confesso. O Chocolat de Milão é de altíssimo nível, fica perto da estação Cadorna, fácil de achar. Rumores

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Difícil escolher, confesso. O Chocolat de Milão é de altíssimo nível, fica perto da estação Cadorna, fácil de achar. Rumores até que em dias de verão rola filas pra fora do recinto, mas tudo bem, não curto tomar sorvete no verão mess.


Sorvetes a rolê, vários sabores clássicos e não clássicos, e tem o chocolate quente também, pitéo mesmo, ou seja, tudo o que você precisa pra sua sobrevivência está ali.

Tenha paciência uma VEIZ, já que provavelmente você terá que esperar pra achar uma mesa livre, ou então aprecie de pé mesmo, pra crescer. (lenda das mães e tias, nunca cresci a mais por ficar de pé.)

Eu até fiz uma sessão de fotos pra ser o garoto propaganda do lugar, virei fã mesmo, mas não sei se vão usar em alguma campanha, enfim, só quis ajudar.

E a última dica que vos deixo, a combinação do sorvete de chocolate com framboesa é loucura mesmo. Sensações de sabores. Logo, não deixe de ir no Chocolat Milano. Abraço.

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Mamma mia https://www.viajao.com.br/bkp/mamma-mia/ https://www.viajao.com.br/bkp/mamma-mia/#comments Sun, 16 Jan 2011 10:00:11 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=1216 Como fins de semana combinam com uma boa pizza, vamos atiçar as lombrigas aí nessas panças? Claro, amanhã é o

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Como fins de semana combinam com uma boa pizza, vamos atiçar as lombrigas aí nessas panças? Claro, amanhã é o dia mundial do início das dietas, então hoje você pode engordar com os olhos aqui. Porque vou falar sobre as originais, que comi em Roma messsss.

Purfa, as pizzas comidas na Itália parecem as mais saborosas do mundo (tun tun tssss) e SÃO! As que comi tinham:

1) Massa fina e crocante

2) Sabores espetaculares

3) Oito pedaços (RISOS)

Pois é, lá (como hábito em diversos países europeus) a pizza é INTEIRA SUA. Quando você pede uma, eles encaram como porção individual. Por isso, não faça uma desfeita giga. Coma TUDO. Se não aguenta, melhor comer um miojo em casa e nem ir ao restaurante passar vergonha.

Sabe aquela de strogonoff ali do rodízio da esquina da sua casa? Ou aquela que junta rúcula, ovo, salmão, frango, presunto, mostarda e feijoada (chamada de RECEITA DA CASA) na sua pizzaria preferida aí na sua cidade? Então… NA ITÁLIA VOCÊ NÃO VAI ENCONTRAR! Pizza pra eles é algo tradicionalíssimo e SIMPLES.

Sim. A marguerita, uma das básicas das básicas, só tem massa, queijo e molho de tomate. É por essa que você tem que começar. Nada de MANJERICÃO, como a marguerita brasileira tem. Nada de muita mistura. (lógico, também existem umas mais elaboradas, com uns 4, 5 ingredientes, mas nada muuuuito exótico)

Mas olha, é bom eu parar por aqui porque já to morrendo de fome. E só de rever essas fotos das benditas, mordi um pedaço da tela do computador. Melhor eu ir. Deixo com você a missão de resistir e de responder à enquete abaixo.

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