acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
Considerada a cidade mais sagrada do hinduísmo, Pushkar emana paz. Mas também ferve em novembro, quando sedia a maior feira de camelos do mundo!
O post Pushkar: um dia na calma e tranquila cidade da Índia apareceu primeiro em Viajão.
]]>Confesso que Pushkar não estava nos nossos planos iniciais quando resolvemos preparar a viagem pra Índia. Inclusive, nem tínhamos lido recomendações a respeito do lugar. A visita, em forma de bate e volta, foi sugerida lá mesmo, pelo nosso querido motorista Rahul. E que grata surpresa passar um dia na calma e tranquila cidade – um “senhor” contraste em meio à toda intensidade desse incrível país.

Enquanto estávamos no meio do nosso tour pelo chamado Triângulo Dourado (Delhi + Jaipur + Agra), Rahul nos disse:
— Querem aproveitar que estamos aqui em Jaipur para dar um pulinho numa cidade vizinha, chamada Pushkar?
Já estávamos do outro lado do mundo mesmo, não nos custaria nada rodar mais 150 quilômetros além do previsto para desbravar a calmaria da chamada “Cidade Sagrada do Hinduísmo”, que também fica no estado do Rajastão.
O melhor jeito de chegar lá é ir de carro, saindo de Jaipur, como fizemos. A viagem demora umas duas horas. Antes de mais nada vale lembrar que Pushkar não tem aeroporto, caso queira ir de avião. O mais próximo fica em Jaipur mesmo.
A cidade que “respira” hinduísmo é totalmente vegetariana – assim como Rishikesh.
Por isso, lembre-se que todos os restaurantes só servirão pratos sem qualquer tipo de carne. Mas, mesmo que você seja um carnívoro fervoroso, pode apostar que vai comer muito bem. A comida indiana é repleta de sabores e muuuuito deliciosa.

E atenção: você também não vai encontrar bebidas alcoólicas em Pushkar!
Muitos restaurantes e cafés gostosos ficam em volta do principal ponto de encontro da cidade, o…
Sim! O enorme lago central é sagrado para os hindus e está cercado por 52 ghats – que são aquelas escadarias que levam as pessoas até a água.

Muitos indianos costumam tomar banho no lago por acreditar que a água seja sagrada. É um bom lugar pra sentar, observar o movimento, assistir ao pôr do sol e sentir a paz que Pushkar é capaz de emanar.

Nos arredores do lago, existem várias vielas e ruas pequenas cheias de feirinhas e lojas. Vale comprar um sorvete depois do almoço e perambular pela área pra dar uma olhada nas lembrancinhas indianas. Tem tecidos, roupas, sapatos, joias…

Muitos artesãos expõem seus belos produtos por ali também. Lembre-se de sempre pechinchar, nunca pague o preço inicial – isso já é cultural na Índia.
Se você tiver a sorte de sentir a calma e tranquilidade de Pushkar no mês de novembro, como nós tivemos, vai dar de cara com a maior feira de camelos da Ásia (a Pushkar Camel Fair)! E é um mega evento, que reúne gente não só do Rajastão, mas de toda a Índia e até de países vizinhos. Todos estão interessados em vender e comprar os inusitados bichos! São milhões de visitantes!
A feira só dura cinco dias durante a lua cheia de novembro (que sorte tivemos, hein?) e dá pra chegar ao imenso terreno onde ela acontece caminhando. Saindo do lago sagrado, leva uns dez minutos.

Por lá, você verá centenas (ou milhares, talvez?) de camelos (duas corcovas), dromedários (apenas uma corcova) e até cavalos (nenhuma corcova RISOS). O curioso é que eles ficam lado a lado, debaixo de um sol brilhando forte e num terreno com MUITA poeira do deserto levantando. Parece cenário de filme.
Dica: passe protetor solar, tente usar boné ou chapéu e beba bastante água
E dá pra chegar perto, fotografar, passear entre os bichos. É uma experiência curiosa. Você também vai ver os donos “desfilando” com os animais – muitos usando adereços bem coloridos (mais chiques que eu kkk).

Mas, apesar de muitos camelos e dromedários em exposição, não percebemos uma compra ou um arremate durante nossa rápida visita. :/
Pushkar, por ser uma cidade tão sagrada, também tem importantes templos hindus – ao todo, são mais de 500! Mas, como nós fizemos apenas um bate e volta, chegando pela manhã e indo embora no fim da tarde, não conseguimos conhecer nenhum.
Se tiver mais tempo, mas precisar escolher apenas um, priorize o principal deles. O Brahma Temple fica perto do lago e é o único no mundo dedicado ao deus hindu criador Brahma.

A arquitetura é curiosa e impressionante. E as construções são bem coloridas!
1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
O post Pushkar: um dia na calma e tranquila cidade da Índia apareceu primeiro em Viajão.
]]>
Se eu pudesse eleger apenas uma coisa de qualidade na Nova Zelândia, não TITUBEARIA! Diria: é a água! Mas calma,
O post Água fluorescente apareceu primeiro em Viajão.
]]>Se eu pudesse eleger apenas uma coisa de qualidade na Nova Zelândia, não TITUBEARIA! Diria: é a água! Mas calma, não to falando da água de beber, não! É da água de molhar risos
Meu país preferido no mundo (até agora) é capaz de hipnotizar você por minutos quando te coloca face2face com algum lago/mar/rio. Chega a doer nos olhos a beleza gritante, brilhante e fluorescente da água! Acho que nem o azul do lápis de cor da Faber-Castell é tão azul, sério! Como você deve saber, as cores nas fotos geralmente deixam a desejar. Mas pessoalmente tudo é muito mais azul. E uma das paisagens que mais me surpreenderam nessa viagem foi a do Lake Tekapo (Lago Tekapo).
Fica na ilha sul, é imenso e azul demais! As praias também seguem a mesma TONALIDADE risos. Mas uma #denúncia: a água é gelada pra kct. Mesmo no verão, época em que estive por lá.
Gostaria apenas de dividir uma AGONIA que tive ao voltar pro Brasil. Vi a água do mar em Floripa, depois de uma semana seguida de chuva. Jurei que fazia uma visita à fábrica do Nescau naquele momento risos. Confesso que os olhos acostumam a ligar “água” com “azul fluorescente” enquanto você está na Nova Zelândia. Não me venham chamar de babaca, estúpido, canalha por menosprezar o Brasil nesse aspecto.
Sei que temos belas praias por aqui, de águas CINTILANTES. Mas não tenho culpa se a Nova Zelândia LAVOU MINHA ALMA com o tom mais belo dos azuis (sou poeta demais).
O post Água fluorescente apareceu primeiro em Viajão.
]]>