acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal. A exposição chamada Lunch Hour vai até 17/02, em Nova York.
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]]>Hoje é dia de contar história! A história de como os americanos aprenderam a comer tão mal… Maldade falar assim em Nova York, logo a megalópole mais bem servida de restaurantes de todas as cozinhas mundiais e opções gastronômicas sem fim… Mas foi justamente lá que encontrei uma exposição que conta direitinho sobre os hábitos alimentares duvidosos dos americanos, a exposição chamada Lunch Hour ainda está rolando por lá, até 17 de Fevereiro, na Biblioteca Pública. Uma fast-food passada pela linha do tempo e tudo vai fazer sentido agora:
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Era uma vez no oriente… Parece até tema de CD do melhor grupo musical do Brasil conhecido como É o
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]]>Era uma vez no oriente… Parece até tema de CD do melhor grupo musical do Brasil conhecido como É o Tchan, só que não.
Curtiu meu lado oriental? risos
Tudo aconteceu quando fui para o lado oriental desse planeta, enquanto estive em Istambul. Logo após CRUZAR A FRONTEIRA, passeamos por umas lojinhas e resolvemos almoçar loucamente. Havia um Mc Donald’s logo ali. E me parecia peculiar. Era bem diferente de qualquer outro do lado ocidental da cidade.
Entramos, sentamos e choramos e começamos a olhar o PAINEL que descreviam os lanches. Aí você vai me crucificar: mas pô, esse post deveria ser no sábado, é um Comilão. Não, caro viajão. É um RAIVÃO! Calma que vou explicar o porquê.
Como já escrevi aqui, achei Istambul sensacional, com um povo hospitaleiro demais. Mas nesse Mc a situação foi diferente. Por lá existem vários lanches diferentes e com nomes estranhos.
Tinha Mc Kebab, Mc Turco com uns temperos diferentes, vegetariano com cebolas, e por aí vai!
Até aí tudo bem. Só que tirando os clássicos e escritos em inglês, como proceder quando você lê algo do estilo so?an domuz ile insan eti ve kan?? Ah, claro, basta perguntar pro atendente, néam? E em inglês! Eis o pobrema. Os caras não faziam questão NENHUMA de explicar algo. Tavam cagânu pra gente.
Eu tava com uma gripe fenomenal e paciência zero. Comecei a me irritar, porque queria experimentar algo diferente. Mas os queridos funcionários não se esforçavam pra falar inglês. Podem me julgar, mas achei estranho o cara trampar no Mc Donald’s, numa cidade que recebe turistas do mundo todo, e sequer se esforçar pra ajudar um pobre ocidental.
Fizemos os pedidos e vimos lanches que jamais imaginaríamos ser produzidos pelo amigo Ronald risos. Meus pais e minha irmã receberam os deles. E eu? Fiquei esperando o meu.

Eu via todos comendo freneticamente seus sanduíches, enquanto o meu se transformava na maior lenda do IMPÉRIO INCA (???). Fui lá questionar e o cara esbravejou algo em turco. Ok, me desculpe se vou a um fast food e questiono a demora de QUINZE MINUTOS de preparo do meu lanche.
Enquanto isso, curti o tempo pra reparar no povo da LANCHONETE. Havia meninas de BURCA fazendo um contraste interessante.
Depois dos 15 minutos, eis que recebi o lanche. Já prevendo que deveriam ter cuspido e passado no saco jogado no chão, resolvi experimentar a batata-frita primeiro. Estava salgadíssima. Fui lá trocar, e mais uma vez fui metralhado com bordões vindos de uma novela da Glória Perez. Procurei as câmeras escondidas. Só podia se tratar de uma pegadinha, né?
Mas lá no fim, acabou dando tudo certo. Comi com raiva, meu lanche nem era tão bom e eu queria sair correndo daquele lugar. Mc Pode tanta ignorância? Jurei nunca mais pisar lá risos. Aliás, ir ao lado oriental de Istambul e comer mais uma vez no (pior) Mc Donald’s (do mundo)? Não, obrigado. Prefiro ouvir o meu CD do É o Tchan. Fui!
Arigatô risos
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]]>Esse lanche chama-se Picasso (vai colocar a boca no Picasso risos). Tem também o Van Gogh, com um pedaço de orelha picanha defumada, queijo, alface e outra coisa que eu não lembro. Ah, tem com rosbife também e inúmeros outros que, só de ler, são de SALIVAR.
Ao chegar nesse lugar (não posso chamar de PADARIA, porque são 480 funcionários, 24h por dia, movimentando uma INDÚSTRIA de fabricar gostosuras) você vai para o lado da lanchonete e verá um balcão grande e um luminoso com dezenas de opções de sandubas.
Me garantiram que a qualidade se mantém em todos (comi apenas o de salmão). O legal é que além do pão tradicional francês, você pode trocar. Por apenas R$1,50 a mais, coloque pão de forma, baguete, ciabata ou outro de sua preferência. Só não vale ser pão duro (tun tun tssss).
Mas a Galeria dos Pães tem um defeito. Ou melhor, dois. As mesas são pequenaças, redondinhas. Os preços não são tãããão bons. Mas também não tão caros.
Só que os pontos positivos ganham de lavada. Além da qualidade da comida, o atendimento é ótimo e tudo fica pronto muito rápido. Mais que no Mc Donald’s risos. Meu sanduíche demorou menos de dois minutos. E o suco de laranja, APENAS TRINTA SEGUNDOS!
Já tenho fome de novo. Acho que vou ME lançar um desafio: ir lá e comer todos os lanches desse “placar luminoso”. Ah! O sal de frutas deixo para que vocês recomendem depois risos.
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