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Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.
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]]>Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.
Quando a gente tira 30 dias seguidos de férias, a tendência é preencher todos eles com… viagem. E para aproveitar ao máximo a oportunidade, nem sempre os roteiros são os mais práticos para aquele país. Até porque depende muito do seu interesse pessoal. O que você quer conhecer?
Dessa vez, a gente queria visitar as Filipinas e passar alguns dias na Tailândia. E como o voo fazia conexão na Europa tanto na ida, quanto na volta, pensamos: “por que não fazer uma parada por lá também?”
Dia 1 – Chegamos em Zurique pela manhã. Apesar de termos poucas horas na cidade, deu tempo de ir de trem conhecer o centro, onde almoçamos. E de volta ao aeroporto para embarcar para Bangkok.
Dia 2 – Chegamos a Bangkok pela manhã e já embarcamos para Phuket, no sul da Tailândia. Ficamos no The Lantern Resort Patong, em Patong Beach, onde há vários bares e restaurantes. Depois que apreciamos um delicioso jantar de pad thais e fried rices, fizemos a primeira (de muitas) massagem tailandesa nos pés.
Dia 3 – Pela manhã, pegamos a balsa que liga Phuket a Phi Phi. O hotel em que ficamos, Chaokoh Phi Phi Resort, é na rua ao longo da costa. Foi um dia para explorar a ilha e programar o passeio do dia seguinte.

Dia 4 – Fechamos um passeio privativo de barco para os cinco para os principais pontos ao redor de Phi Phi. A saída foi às 08h, para tentar escapar dos grandes grupos de turistas que fazem o trajeto todos os dias em barcos compartilhados. O nosso passeio no tradicional long tail boat começou por Maya Bay e seguiu por Pileh Lagoon, Bamboo Island, além de paradas em lagoas pelo caminho. Então voltamos para a ilha a tempo de almoçar e aproveitar a piscina do hotel.
Dia 5 – No nosso segundo dia inteiro em Phi Phi, resolvemos explorar outras partes da ilha. Seguimos por uma trilha que passa por várias baías até chegar a Long Beach.
Depois, subimos até um mirante (são três na ilha, mas o mais conhecido é o Viewpoint 1) pelo caminho mais longo, que sai da trilha de Long Beach. À noite, teve massagem nos pés (necessária depois da trilha) e um excelente pad thai de 60 baht (cerca de 2 dólares em novembro/2019) para relaxar da caminhada.
Dia 6 – Saímos de balsa até Phuket e, de lá, pegamos um táxi até o aeroporto para voar para…
Dia 6 – …Kuala Lumpur! A capital malaia fica a uma hora e meia de voo de Phuket e tem diferentes atrações para quem visita a cidade. Ficamos hospedados no Travelodge Bukit Bintang, em um dos bairros centrais. Sem dúvida, uma boa opção, já que foi possível caminhar por vários dos pontos turísticos. Considerando que chegamos no fim da tarde, fomos conhecer alguns dos muito shoppings da cidade. E aí, tivemos a impressionante primeira imagem das Petronas Twin Towers.
Dia 7 – Fomos de Grab (o “Uber” do Sudeste Asiático e um dos aplicativos indispensáveis para quem viaja para essa região) até as Batu Caves.
Resolvemos voltar de trem para a região do KLCC (o que implica um trem urbano e um metrô) e compramos ingresso para visitar as Petronas Twin Towers no fim da tarde. Aproveitamos a tarde de chuva para almoçar e fazer compras até voltar para nosso passeio no alto das torres.
Mas a melhor vista foi do skybar do outro lado do parque: petiscos e drinks com as Petronas Twin Towers bem ao lado!

Dia 8 – Hora embarcar para um voo de três horas e meia para…
Dia 8 – …Manila! Chegamos às Filipinas, finalmente. Dormimos em um quarto privado de hostel em Makati e jantamos em um excelente restaurante vegetariano. Mas a ideia na capital filipina era mesmo esperar o voo do dia seguinte.
Dia 9 – Pegamos um dos poucos voos diretos de Manila para El Nido, onde uma van do hotel nos esperava para levar até o resort. Ficamos hospedados longe de El Nido Town, o que restringiu alguns passeios pela cidade, mas nos ofereceu uma praia praticamente deserta. Já que estávamos longe de tudo, aproveitamos a piscina e jantamos no hotel mesmo.
Dia 10 – Contratamos o passeio oferecido pelo hotel para ilhas ao leste da ilha, fora da rota mais turística. Passamos por Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island, com almoço incluso em (mais uma) praia só para nosso grupo. Em seguida, voltamos para o hotel para curtir a piscina mais uma vez.
Dia 11 – Nesse dia, contratamos um barco privado para passar pelos principais pontos turísticos de El Nido. Big Lagoon, Small Lagoon, Hidden Beach, Secret Beach, entre outros pontos de snorkeling, ficam em ilhas ao redor de El Nido. Almoçamos no barco durante o passeio. Na volta, aproveitamos para passear e jantar em El Nido Town antes de retornar para nosso resort no norte da ilha.

Dia 12 – Tiramos esse dia para fazer algo que raramente fazemos em uma viagem de férias: nada. Portanto, curtimos a praia, a piscina, o bar, os livros no Kindle, as playlists e podcasts… Foi um verdadeiro dia para desacelerar.
Dia 13 – Viajar é se planejar e estar pronto para mudanças. Nossa balsa para Coron foi cancelada por causa do mar agitado. Então, depois de uma manhã de remarcações de balsas e hoteis, passamos mais uma tarde em El Nido Town. Pegamos um tuktuk (que chamam de trycicle nas Filipinas) para visitar Vanilla Beach. Repetimos a janta no Happiness Bar e fomos dormir torcendo para a Guarda Costeira liberar a balsa no dia seguinte.
Dia 14 – Finalmente tudo certo com a nossa partida para Coron! A balsa entre as cidades leva cerca de quatro horas de bastante balanço. Do pier de Coron, pegamos um tuktuk até o hotel e, depois, saímos para caminhar pela avenida principal em busca de um jantar. A cidade estava às escuras, com muitos lugares iluminados por velas ou à base de gerador.
Dia 15 – Fizemos nosso primeiro passeio de barco pelos arredores de Coron, com destino aos principais pontos turísticos. Primeiro, o guia nos levou até o mercado central para comprar os itens para o almoço, que seria preparado pela equipe do barco. Depois, continuamos o passeio de cerca de cinco horas por Twin Lagoons, Kayangan Lake, Barracuda Lake, Smith Beach e Siete Pecados.
Dia 16 – Mais um dia de passeio privativo de barco em Coron, dessa vez, para praias mais afastadas. Dessa vez, fomos até Waling-Waling, Ditaytayan e Malcapuya Island, com almoço no barco e uma parada em Shipwreck Cove na volta. Para encerrar, curtimos a noite na piscina do hotel para nos preparar para os voos do dia seguinte.

Dia 17 – Fomos de avião de Coron a Boracay (com escala em Cebu e uma transferência de jetty da ilha onde fica o aeroporto para a praia de Boracay). Assim que nos alojamos no hotel, saímos em uma caminhada ao longo da costa, que é uma sequência de restaurantes e lojinhas.
Dia 18 – Boracay é uma ilha para aproveitar a praia e caminhar bastante. Nesse primeiro dia cheio na ilha, caminhamos pela Station 2, o trecho central da White Beach. E, então, descobrimos a clareza do mar e a beleza do pôr-do-sol nessa praia.
Dia 19 – Decidimos experimentar um passeio de barco para fazer snorkeling na região. Só que a maré não permitiu que fossemos até praias do outro lado da ilha. Então, voltamos para a White Beach para almoçar e curtimos uma tarde nas águas cristalinas de Boracay. Sem contar mais um pôr-do-sol deslumbrante…
Dia 20 – Tiramos o dia para curtir a White Beach mais uma vez. Almoçamos no D Mall, um complexo de lojas e restaurantes cheio de pratos típicos – ou com ingredientes típicos, como o Cheesecake de Manga do Café del Sol, que fez sucesso com nosso grupo.
Dia 21 – Maratona de: tuktuk, jetty, tuktuk, voo até Manila, ônibus do Terminal 4 para o Terminal 1, e mais um voo até…
Dia 21 – …Bangkok! A cidade que tanto amamos na Tailândia. Como chegamos no fim da tarde no hotel, fomos logo jantar. E, para nossa sorte, descobrimos um pad thai de barraca de rua delicioso e bem perto. Com certeza, um excelente começo de estadia na cidade.
Dia 22 – Já que chegamos a Bangkok no fim de semana, começamos o sábado no Chatuchak, um dos muitos mercados de rua de Bangkok. Dava para passar o dia, mas a cidade é cheia de atrativos, então seguimos para a Jim Thompson House, que é um museu com um restaurante bem gostoso. Logo depois, fomos ao complexo de shopping centers Siam Paragon, Siam Discovery e Siam Center, que fica ali pertinho. Para o jantar, tentamos a fila da Jai Fay, uma chef de comida de rua com uma estrela Michelin, mas a espera nos desanimou. Então fomos a pé para a Khao San Road, curtir a animação dessa rua de bares e restaurantes.
Dia 23 – Para aproveitar os passeios que só são possíveis de fim de semana em Bangkok, fomos até um mercado flutuante. Escolhemos o Khlong Lat Mayong por ser mais perto do centro e menos turístico. Comemos de tudo – e mais um pouco! Daí, voltamos para o Iconsiam, um novo shopping center que é o segundo maior da Tailândia. E, claro, teve mais massagem nesse dia.

Dia 24 – O Wat Arum é chamado de “Templo do Amanhecer” e foi por lá que começamos nosso dia. Depois de atravessar o rio, almoçamos e fomos ao Wat Pho, o templo onde fica o famoso Buda Reclinado. Nosso jantar nesse dia foi no Tealicious Bangkok – delicioso e pertinho do nosso hotel. Valeu a ida!
Dia 25 – A triste hora de ir embora da Tailândia. É sempre uma sensação de “até a próxima!”. Mas ainda não era o fim da viagem…
Dia 25 – Não conta muito como uma parada da viagem, pois foi até mais rápida do que a conexão em Zurique. Mas descemos no Aeroporto de Frankfurt e fomos de trem até a estação central (Frankfurt Hauptbanhhof) para jantar e esperar nosso trem da madrugada.
Dia 26 – Na verdade, precisamos de um trem + um ônibus + um trem, até chegarmos a Luxemburgo. A cidade é uma graça e, no fim de ano, tem diferentes mercados de Natal para aproveitar. Demos uma volta no centro, caminhamos pelo Chemin de la Corniche (uma rota para apreciar a paisagem da cidade) e fomos até o Pfaffenthal Lift (o elevador panorâmico que liga a cidade alta à parte baixa). Depois, fomos ao Weihnachtsmarkt para jantar, com um Mühl Wein (vinho quente – ou quentão, dependendo de onde você mora no Brasil) para esquentar o corpo no frio de 2ºC.

Dia 27 – Como falei, é importante se preparar para imprevistos! Era para nosso trem para Paris sair pela manhã, mas ele foi cancelado por causa de uma greve geral. Nossa solução foi comprar uma passagem de ônibus para sair à tarde e levar o triplo do tempo. Então aproveitamos a manhã para caminhar mais um pouco por Luxemburgo.
Dia 27 – Chegamos a Paris à noite e enfrentamos um longo trajeto de Uber até nosso hotel, por causa das manifestações na cidade. Mas deu para aproveitar um saboroso jantar no Pink Mamma antes de voltar para o hotel.
Dia 28 – Sem metrô (ainda por causa da greve), fomos a pé para o Museu do Louvre para visitar a exposição especial do Leonardo da Vinci – e, depois, ver um pouquinho do gigante museu. Conseguimos ir de metrô até a Champs Elysée e o Arc du Triomphe. De lá, seguimos para o Marais e passamos a noite nesse bairro, caminhando e comendo (porque o que não falta em Paris é restaurantes para provar).

Dia 29 – Fomos até o Trocadéro para aquela bela vista da Torre Eiffel, por onde caminhamos em seguida. Seguimos para o entorno da Notre Dame (trajeto que dá para fazer de patinete elétrico, se você quiser!) e almoçamos na Île Saint-Louis, uma região cheia de restaurantes e barzinhos gostosos. E aí, era hora de embarcar de volta para o Brasil – e começar a pensar no roteiro da próxima viagem!
Toda a nossa viagem está salva lá nos Instagram do @blogviajao! Aproveite para dar uma olhada (e seguir a gente, caso ainda não esteja fazendo isso!).
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A capital da Malásia é uma interessante surpresa. Em Kuala Lumpur, ficam as Petronas Twin Towers e as Batu Caves. E a cidade ainda tem várias outras atrações!
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]]>A capital da Malásia é uma interessante surpresa. Não estava preparada para a quantidade de shopping centers e prédios na área central. Esses arranha-céus, aliás, formam algumas das imagens mais famosas de Kuala Lumpur. É lá que ficam as Petronas Twin Towers, o conjunto de prédios de 88 andares que já foi o mais alto do mundo. Esse é um dos passeios mais procurados pelos turistas. E a cidade ainda tem várias outras atrações!

Kuala Lumpur tem uma rede de trens, metrô e monotrilho que passa pelos principais pontos turísticos. Para usar, basta comprar um token na bilheteria ou em uma das máquinas. Você encosta na catraca para entrar e tem que guardar até o fim da viagem, pois é preciso depositar na catraca na saída.

Além dos táxis comuns (com taxímetro), você pode chamar um carro pelo aplicativo Grab. Na Malásia, foi possível escolher entre pagamento em cartão ou em dinheiro para o motorista. Em três pessoas, o aplicativo funcionou muito bem e os preços valiam a pena. Para as Batu Caves, por exemplo, a corrida no Grab ficou 19 ringgit. Já para voltar de transporte público, cada um pagou 5 ringgit – e teve que esperar a hora do trem. A corrida de/para o aeroporto ficou em 65 ringgit, mais os pedágios na estrada, que são por conta do passageiro (com 7,80 de pedágio deu um total de 72,80 ringgit). Vale lembrar que precisa estar conectado à internet para chamar um Grab.
Esse conjunto de cavernas tem mais de 400 milhões de anos. E dentro de uma das cavernas, há um templo de cerca de cem anos. São 257 degraus até a entrada das cavernas – ou seja, prepare os joelhos (os meus reclamaram menos do que eu esperava, mas cansa bastante!). E fique atento aos macacos que habitam as escadarias em busca de comida.

Fica aberta todos os dias, das 6h às 21h. Não pagamos para entrar na caverna principal. Já na Ramayana Cave, logo ao lado, a entrada custou 5 ringgit. E considere fazer uma doação caso receba alguma bênção nos templos. As mulheres precisam cobrir os joelhos. Se você não tiver levado um lenço, pode alugar na entrada (custa 5 ringgit e te devolvem 2 ringgit na saída).

As Batu Caves ficam a cerca de 13 km do centro da cidade, e dá para chegar de táxi ou Grab, e também de trem. O KTM Komuter em direção a Batu Caves sai da estação KL Sentral.
Como eu já falei delas, vou completar as dicas. Petrona Towers, ou Petrona Twin Towers, são dois prédios incrivelmente altos, com 452 metros. Na visita, você para por dez minutos (tempo contado, aliás) na ponte que liga as duas torres no 41º andar. Depois, segue para uma área de observação no 86º andar (e para a lojinha no 83º), também com tempo contado.

Fica aberto para visitação de terça a domingo, das 09h às 21h, e a bilheteria abre das 08h30 às 20h30. Mas o ingresso tem hora marcada! Então fique atento à disponibilidade. Você pode ter que voltar em outro horário ou outro dia. Para adultos, o ingresso custa 80 ringgit (mais ou menos 20 dólares – novembro/2019).
O problema de visitar as Petronas Towers é que elas não aparecem nas fotos. Então uma dica é procurar mirantes e rooftop bars para curtir a paisagem – com as torres em vista.
A Menara KL é uma torre de telecomunicações de 421 metros. O prédio é menor que as Petronas Towers, mas o mirante fica em um andar mais alto.
Nós fomos no hotel Traders, onde fica o Skybar, no 33º andar, com uma vista incrível para as Petronas Towers. Os preços são mais caros que em outros restaurantes, mas a vista compensa.
Kuala Lumpur entrou na minha lista de cidades com o maior número de lojas em uma só região. Entre Bukit Bintang e KLCC, é sair de um shopping e entrar em outro. E todos, cheios de marcas caras e internacionais.
A comida em Kuala Lumpur lembrou bastante pratos chineses. E, para a nossa felicidade, ficamos hospedados na rua de uma grande feira de comidas: a Jalan Alor. Funciona todos os dias da semana, sempre a partir do fim da tarde.

Agora, se você estiver em Kuala Lumpur em uma quarta-feira, aproveite para conhecer o Taman Connaught. Esse mercado de rua de dois quilômetros de extensão tem mais de 700 barracas de comida asiática. Para achar no mapa, fica em Jalan Cerdas, um pouco afastado do centro. Abre quartas, às 17h. Infelizmente, não deu para conhecer nessa viagem, mas está na lista da próxima!
Na pesquisa por onde ficar hospedado em Kuala Lumpur, chegamos a algumas regiões da cidade: KLCC, Dataran Merdeka, Chinatown e Bukit Bintang.
Bukit Bintang é cheia de shopping centers e restaurantes, e é perto de pontos de interesse na cidade. Já KLCC é a área das Petronas Twin Towers. A maioria dos hotéis por aqui é de luxo, mas com certeza, devem ter as melhores vistas das torres.
A região de Dataran Merdeka, o centro antigo da cidade, onde há muitos casarões da época da colonização britânica. Para hosteis, a região com mais opções é Chinatown mesmo.
Optamos pelo Travelodge Bukit Bintang pelo conjunto localização + preço. A região é muito boa mesmo. Foi bem fácil se deslocar pela área e encontrar onde comer e o que fazer. Existe uma passarela ligando Bukit Bintang ao KLCC, o que facilitou os deslocamentos a pé.
Os voos para Kuala Lumpur saindo do Brasil, em geral, tem uma escala (a cidade onde para depende da companhia áerea. Pode ser Dubai, Catar, Istambul…). Também é bem tranquilo encontrar voos entre KL e capitais da região, como Bangkok e Manila.
O KLIA, aeroporto internacional de Kuala Lumpur, é bem afastado da cidade. São cerca de 45 minutos até lá. Então não deixe para sair do hotel em cima da hora!
A moeda local é o ringgit, que vale mais ou menos 25 centavos de dólar. Em novembro/2019, dava praticamente 1 para 1 com o Real. E isso ajudou bastante na hora das compras!
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Ficamos um tempo de greve (a exemplo de algumas Universidades Federais), mas a greve era mesmo pra revindicar um mascote
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]]>Ficamos um tempo de greve (a exemplo de algumas Universidades Federais), mas a greve era mesmo pra revindicar um mascote mais generoso para o #VamosPular do que a Sandy, que nunca pulou pra gente! #PulaSandy
Felizmente eis que surge um #muso bastante carismático pra salvar a semana. Calma Sandy, não vamos destituí-la do cargo por mais um meme semanal, mas vai que cola pra você ficar com aquela dorzinha de cotovelo???
Se até Nissim Ourfali andou pulando aqui, ali, em Baleia e de caiaque, porque é que você não pula também? #PulaSandy
Quem também pulou foi… TOP 5:
5. Fabinho, primo da Anna, parceirassa do Blog Finestrino. O lugar é irado , é 10, ou pelo menos parece com esse nome – Taman Negara, Teluk Bahang, Tanjung Bungah, Penang, Malásia. Mas como Fabinho estava mais caindo do que pulando (ou seria um salto ornamental?) = Nota 5.
Falando em salto ornamental, alguns exemplos para homenagear os atletas olímpicos das Olimpíadas Londres 2012, não dava pra deixar passar em branco!
4. Atletas Olímpicos. Alguns foram mesmo nota 1.000, é irado, é 10.
Mas pelas caretas de outros, deve ter sido um esforço e tanto! Média: 8.
Fazer o que né? Ninguém é bom em tudo… Teve até quem tentou, tentou e deu uns pulos meio falhos aqui, mas justiça seja feita… A viajona Aline Faria, tentou, tentou de novo e não é que desta vez saiu um pulo bonitão?
3. Aline Faria – em Hierápolis, na Turquia. Nota 9 pelo pulo e pela disciplina e persistência de atleta!
2. Marianne e Igor – os pombinhos deram uns pulos pela Bélgica e mandaram um alô direto do Parc du Cinquantenaire, em Bruxelas! Nota 9,5! (Só não é 10 porque não foi coreografado nem sincronizado).
E pra fechar… tchan, tchan, tchan, thcan… Rufem os tambores, marchem os soldadinhos ingleses, salvem a Rainha, chamem as Spice Girls…. um pulo digno de olimpíadas, mas é ouro pro Brasil!!!
1. Edenilso Gavlak em Machu Pichu. Pulo radical e com risco envolvido. Nota 9,9! (Porque só se fosse na Baleia era irado e 10!)
E pra fechar… agora sim… um pulo coletivo que tá batendo record de atraso da nossa parte! 5 meses depois, foto pulando com alguns participantes da nossa palestrinha na Aldeia. Pulos coletivos são sempre sensação! Essa aí já é “Hors Concours”!
Até porque, foto pulando em grupo é HARD! Meu amigo do CEMSQ também concorda… Mas antes que você ache que não consegue, que isso não é pra você, dá uma checada no nosso Tutorial Vamos Pular, só não deixe de tentar, É IRADO, É 10! Depois é só mandar pro souviajao@gmail.com 
Valeu gente! #VamosPular o máximo possível porque hoje é sexta-feira!!!!!
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