acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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O metrô é um jeito prático de se deslocar pela cidade durante uma viagem. Mas e se ele mesmo fosse a atração? Em Estocolmo, na Suécia, é exatamente isso que acontece.
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]]>O metrô é um jeito prático de se deslocar pela cidade durante uma viagem. Mas e se ele mesmo fosse a atração? Em Estocolmo, na Suécia, é exatamente isso que acontece. Praticamente a “maior galeria de arte do mundo”, o Metrô de Estocolmo tem dezenas de estações com mosaicos, pinturas, instalações, esculturas, uma mais encantadora do que a outra. Por isso, se estiver planejando uma visita à cidade, coloque estas – e outras – paradas na lista.
A T-Centralen é a estação central de Estocolmo, que dá acesso ao trem e às três linhas de metrô. Ela existe desde 1957 e foi a primeira a receber arte nas paredes. Depois de muitas voltas, descobri onde estavam essas pinturas azuis bonitas: no acesso para a linha azul.

Em um dos sentidos da linha azul fica a Kungsträdgården. É uma das estações mais fotografadas da cidade, segundo o site oficial do Visit Stockholm. É certamente uma estação impressionante…

Já no outro sentido, dá para conhecer a Rådhuset, a estação da Prefeitura. Aqui dá para ter bastante a sensação de estar dentro da terra. Porque tem isso também. Não só as estações têm lindas pinturas e esculturas, elas também têm paredes de rocha. E o resultado é incrível.

Na linha vermelha, há uma sequência de estações que são destaque nesse passeio inusitado. Uma delas é a estação Stadion, a primeira nesse estilo de “caverna”. O arco-íris e as paredes azuis conseguem deixar o espaço bastante leve. E numa tarde de domingo, as estações ficaram vazias entre as chegadas e partidas dos trens.

A uma estação de distância, fica a Tekniska Högskolan, que é inspirada em descobertas científicas e nos elementos naturais.

Ainda no tema “ciência”, a estação ao lado é a Universitetet. Os mosaicos em azulejos portugueses (sim, na Suécia) falam sobre a natureza. Além disso, alguns também são inspirados nos direitos humanos.

Eu até andei pela linha verde, mas como foi mesmo para ir de um lado para outro, esqueci de tirar foto. Mas como eu não quero deixar a lista sem nenhuma dica dessa linha, uma das estações mais famosas (que eu vou ter que voltar para conhecer) é a Hötorget. Ela foi construída em 1952, antes da instalação de arte no Metrô e mantiveram o estilo clássico por lá, com alguns adicionais artísticos.
A SL, que é quem opera o transporte público em Estocolmo, oferece tours gratuitos sobre a arte no metrô. E só precisa ter um bilhete válido para participar do passeio de uma hora que sai da T-Centralen. O problema é que só tem tour em inglês entre junho e agosto, durante o verão. A menos que você fale sueco. Aí pode fazer o tour qualquer época do ano. Como eu fui no inverno e não sei falar sueco nem para perguntar em qual estação eu estava, fiquei sem conhecer essa atração. Mas achei a ideia incrível!
A rede de metrô de Estocolmo tem 100 estações e mais de 90 tem obras de arte nas paredes ou pelo caminho dos passageiros. Ou seja: tem muita coisa para conhecer. Existem passes de 75 minutos (que são basicamente para um trajeto e raramente valem a pena para turistas), de 24 horas, de 72 horas. Além disso, existe um cartão reutilizável válido para períodos mais longos.

O passe de 24 horas custa $125 Coroas Suecas (uns $14 dólares) e o de 72 horas custa $250 SEK Coroas Suecas (uns $28 dólares). Esses travelcards tem que ser comprados antes são ativados na primeira vez que você passa na catraca para entrar na estação. E daí eles valem o tanto de horas que você comprou, em qualquer transporte público da cidade. Os passes só estão a venda nas estações e não dá para comprar a bordo de trens e ônibus. Ah! E toda vez que você entrar no metrô, no ônibus, no trem, etc., tem que passar o cartão no leitor. Tem fiscais que checam se você validou o bilhete e a multa é pesada: $1.500 Coroas Suecas. São $165 dólares que é melhor guardar para usar num belo restaurante de almôndegas suecas, concorda?
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Talvez esse seja um dos momentos mais tensos que passei numa viagem. E demorei anos pra contar aqui no Viajão
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]]>Talvez esse seja um dos momentos mais tensos que passei numa viagem. E demorei anos pra contar aqui no Viajão porque ainda estava me recuperando do susto (pena que é mentira).
Era dia primeiro de janeiro de 2008 (feliz ano novo velho mess). Eu estava no meio de um mochilão pela Europa. Tínhamos chegado em Bruxelas, na Bélgica. Passaríamos só o dia por lá mess e depois íamos pra Bruges (sensacional, por sinal, nada mal, cara de pau).
Pegamos um metrô em Bruxelas pra podermos chegar mais rápido aos pontos principais da cidade (quais mess? risos) na visita de médico. Eis que estávamos no vagão, embaixo da terra (ah, vá!), quando o metrô parou de repente.
Lembro que o nosso vagão estava bem cheio e estávamos em pé, segurando nas barras, e quase voamos pela janela com a parada brusca risos.
Antes tivéssemos voado. É que os próximos momentos foram de tensão pura. Muita tensão. Mas muita mess. cheguei a chorar sentado no chão, num cantinho Ficamos parados uns dez minutos, sem qualquer pessoa do metrô dar informações pelas caixas de som.
E nem adiantaria, sabe por quê? Porque eu não sei nada de matemática, sou um estúpido em francês, eu não sei nada de geografia, eu sou perito em anatomia e manjo um pouco de inglês (uma homenagem a Chorão, do Charlie Brown Jr. mess, que embalou nossa adolescência).
Voltando: um passageiro olhava pro outro com cara de medo. Eis que de repente começa a vir uma FUMAÇA do vagão de trás, invadindo o nosso. Ouvi algumas pessoas falarem francês um pouco mais alto. Não queria imaginar que elas poderiam estar gritando “FOGOOOOO!!!! VAMOS MORRERRRRR!!! CORRAM!!!”.
Fui até a cabine do maquinista (estávamos no primeiro vagão) e questionei em inglês o que acontecia. Ele não me respondeu nada mess. Me senti um espírito vagando a terra :'(
Aí os passageiros começaram a empurrar as portas, tentavam puxar as alavancas de emergência. Até fui ajudar, mesmo sem saber o porquê de tanto estresse. Enfim, conseguimos abrir duas portas do nosso vagão. Quando percebemos, vimos que já tinha muita gente caminhando pelos trilhos, passando pelo nosso vagão.
Nos juntamos a essas pessoas e fomos peregrinando, no escuro, com a luz dos Edsons celulares nos guiando. Até que vimos a luz. Ó luz! Era a morte? Era o túnel de luz que as pessoas que sofreram uma Experiência de Quase Morte observam? Não. Era apenas a próxima estação. Estávamos salvos, afinal.
P.S.: Passamos o restante da viagem sem saber o que tinha acontecido realmente. Ninguém nos explicava ali. Quando chegamos ao Brasil, no aeroporto, flagramos uma menina que tinha acabado de chegar de um intercâmbio na Bélgica, conversando com a mãe. E ela dizia: pois é, a tentativa de atentado em Bruxelas no dia primeiro foi horrível. Você viu na TV aqui, né mãe?
Aí perguntamos pra ela, ela confirmou. Pra comprovar, achei essa notícia de 31/12/07.
Acho que já justifica o pânico que o povo estava assim que o metrô parou e a fumaça saiu. E, realmente, fizemos parte desse povo como nunca antes na vida.
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]]>Por isso, a cúpula viajona, após muita discussão, chegou a conclusão de que vocês estão preparados para passar pra fase 2! Resolvemos dar um voto de confiança e instruí-los a avançar um pouquinho mais. Caros viajões, este é o Tutorial Vamos Pular 2.0!!! clap clap clap.
Pra passar de fase agora tem que aprender a pular em ambientes digamos não tão estáveis. Portanto, a nova dica de ouro é: SINTA O TERRENO! Saiba onde está pisando e qual o grau de violência do barco, trem, canoa ou areia movediça. E lembrem-se, nós não incentivamos o pulo em veículos onde VOCÊ é o contutor! plissss
Fora isso, acho que o vídeo já diz tudo. E quem vai nos ajudar hoje como (cobaia) colaborona é a minha irmã Thaís (@t_amatneeks) que já deu uns pulos por aqui outras vezes, mas agora vocês sabem o nome dela! Voilá!
Quero ver o pessoal mandando suas fotos pulando, na terra, no mar ou no ar mesmo, para o souviajao@gmail.com e não se esqueçam, AMANHÃ é dia de #PulaSandy!!!
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]]>Mas não se sinta surpreso se, em uma dessas viagens entre cidades/bairros/países, você encontrar coisas bizarras dentro do seu LATÃO de alta velocidade.
Na Alemanha, por exemplo, além de animais (cachorros principalmente) a galera também leva a bike pra passear de metrô, purfa! E, pra isso, é preciso comprar um bilhete separado pra MAGRELA. Nem lembro o valor, mas that’s real!
Ah, e em alguns desses meios de transporte, também pode ficar claro o mau gosto da galera, sabia? Por exemplo, em Berlin tem uma linha com um metrô que DÓI OZÓIO.
O estofado é tipo aquele da casa da sua vó, sabe, mas que você tem vergonha de dar um toque porque, tipo, é da casa da sua vó.
Apesar da breguice, do cheiro de cachorro, da bike atrapalhando a passagem e infinitas outras coisas, não abro mão de usar o transporte coletivo nessas viagens. Só assim pra gente TRILHAR novos caminhos (tun tun tssss)
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