acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Em novembro de 2020, o Viajão completa dez anos de idade! Sim, estamos há uma década dividindo por aqui nossas histórias, experiências e roteiros - conheça um pouco da nossa história.
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]]>Você acredita que hoje faz exatamente dez anos do nosso primeiro post aqui?! Isso significa que o Viajão, entre pausas e viagens, está há DEZ ANOS no ar (e nos trilhos, nas estradas, nas ruas também) contando histórias de viagens e dando dicas pra facilitar a sua vida nas aventuras da vida.
A primeira história foi sobre o surfe no rio em Munique, na Alemanha.
Mas quem diria que, bem no ano em que completamos uma década de existência, ficaríamos mais parados no mesmo lugar do que fazendo aquilo de que mais gostamos? Em ano de pandemia, o jeito foi apenas relembrar memórias construídas em viagens antigas e esboçar futuras expedições pelo mundo.

Enquanto morava na Alemanha, o Xóia decidiu que queria contar num blog os casos que vivia nas viagens pelo mundo. Chamou o Coqs, que topou na hora fazer parte dessa aventura virtual. Em duas semanas, o Viajão estava no ar, com posts sem muitas dicas e roteiros de viagens, mas com curiosidades sobre lugares e situações.

Anos depois, o Viajão sentia a necessidade de uma visão mais apurada e delicada pras histórias que começaram a ganhar cada vez mais leitores. Por isso, a viajona Amanda Malucelli chegou pra fazer parte disso tudo! Ela trouxe muitas dicas e contou aqui diversos momentos incríveis e engraçados que passou desbravando o mundo.

Em 2017, após um “período sabático”, os viajões resolveram voltar com os posts e começaram a escrever, além de histórias curiosas, também dicas e roteiros em posts bem completos. Nessa “segunda temporada” do blog, chegaram Marina Fabri e Rachel Ancelevicz. Assim, o Viajão se tornou o quarteto que está aí até hoje, junto do Xóia e do Coqs.
O Viajão começou a se tornar cada vez mais “ão”. Virou referência de viagens no Instagram, ganhou milhares de seguidores e curtidas no TikTok e começou a se aventurar nas ondas dos podcasts. Aliás, a primeira temporada de episódios estreou em março e dá pra maratonar tudinho acessando as principais plataformas.

Além de episódios com histórias e dicas de viagens, lançamos também o semanal Viajão a Bordo. Nele, trouxemos boletins de notícias e informações importantes do mundo do turismo durante o período mais crítico da pandemia.

O que os próximos dez anos nos reservam? Ainda não sabemos. Mas já adiantamos que daqui a pouquíssimo tempo teremos um novo site. E ele inclui novidades bem legais pra facilitar a sua vida na hora de planejar sua aventura.

Ah, e você também vai poder baixar nossos e-books exclusivos com informações completas e dicas preciosas sobre os destinos que mais amamos (e que sabemos que você também vai amar!).

O Viajão é 10! O tempo parece adorar voar, né? A gente também! E se você estiver sempre conosco, em cada nova memória construída, pode apostar que sempre teremos uma boa viagem!

Muito obrigado pela parceria até aqui, viajões! Que continuemos juntos, pra compartilharmos mais e mais histórias.
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]]>Não é diferente em Munique, na Alemanha. A cidade sediou os jogos de 1972 (e teve aquele massacre, lembra? Inclusive, virou filme – e foi o único filme que DORMI NO CINEMA risos). O Parque Olímpico (Olympia Park) ainda tá lá, bonitão e enxuto, pra você dar uma voltinha #cejura.
O local fica ao lado do museu da BMW. Fomos em pleno outono, mas parecia verão, juro. Dia de sol fenomenal, um parque muito belo e muitos gansos felizes e navegantes.
Só não entendi o porquê de ter uma CALÇADA DA FAMA (?)! Bandas deixaram suas patas marcas em blocos de cimento à beira do lago.
Aí depois de vermos isso, subimos na torre pra ver tudo lá de cima #cejura. Como bons brasileiros, fomos entrando rapidamente no elevador e LEVAMOS UM ESPORRO do guardinha pra esperar nossa vez.
– ESPEREM! NÃO TÃO VENDO A PLAQUINHA ALI EM CIMA??!?!
Molhados de xixi (com a mijada), subimos PIANINHOS na próxima turma. Lá em cima, uma vista privilegiada da cidade e do parque olímpico. Um tesão! Visita recomendada pra quem passará pouco tempo na city, tipo nós risos.
Aliás, lá em cima tem tipo um museu! E nesse museu flagrei um SMURF, tipo troféu em comemoração a um festival de Pop/Rock em 1986 que rolou por ali! Nessa VIBE do filme, deu pra matar as saudades deles também.
Pena que esse tava meio CARA DE PAU e nada tinha a ver com olimpíada risos.
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Antes de começar a ler, purfa, veja o video, é rapidin: P.S.: Desculpaí por não ter mais vídeos da FERVEÇÃO.
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]]>Antes de começar a ler, purfa, veja o video, é rapidin:
P.S.: Desculpaí por não ter mais vídeos da FERVEÇÃO. Mas você acha que dá pra lembrar de filmar após um trator chamado OKTOBERFEST esmagar a sua cabeça? :$
Cada caneco desses tem um litro. Você pede na mesa e as mulherzinhas, com trajes sugestivos, trazem os canecos pra você. Elas EMPILHAM vários. Tipo, OITO de uma vez. Absurdo!
Você paga na hora. A cerveja é bem salgada, custa €8,90 cada caneco de 1 litro. Mas é boa demáááás.
Cada pavilhão, uma cervejaria diferente. Tem banda em todos a partir do meio-dia. Mas o povo gosta de ficar sentado. Os pavilhões ficam insuportavelmente cheios a partir das 13h. O povo almoça e bebe. Bebe muito. (só o povo?)
Nada daquele esquema de Oktoberfest de Blumenau, sabe? Pegação e dançar na PISTA não são explícitos. Não mesmo! Ali até dançam, mas em cima dos bancos quando as bandas entoam “Ein Prooooosit”. (uma coisa mais malaca, mess)
Meus amigos e eu aproveitamos tudo como verdadeiros alemães. Bebemos das 11h às 17h (calma, cada caneco desse demora pra secar e pega que é uma beleza). Você não vê a hora passar, se integra com todo mundo e acaba sendo o melhor amigo dos alemães em dois segundos uma vêis. Deu pra arranhar bastante o pouco que sabíamos do idioma.
Ah, e a Oktober é em setembro na Alemanha! Perguntei lá pros “oktobermaníacos” o porquê. A resposta? “Em outubro começa a esfriar, e a festa tem cara de clima mais quente”. Consegui eliminar uma dúvida. E foi com a ajuda dos meus melhores amigos alemães de dois segundos. Não falei?
P.S.2: Esse post terá uma parte 2 um dia. O pós-Oktober. Bom, se eu lembrar das coisas pra relatar, néam? 
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Eu achei que fosse exagero. Sério, já tinham comentado comigo que rolava um surfe no RIO em Munique, na Alemanha.
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]]>Eu achei que fosse exagero. Sério, já tinham comentado comigo que rolava um surfe no RIO em Munique, na Alemanha. Sim, no RIO. E bem do lado do Englischer Garten (“Jardim Inglês”, em português, uma vez). Tipo, a rua está ali, movimentadíssima, a apenas alguns passos da galera surfando. São dois cenários completamente diferentes em um só! Um bônus pra nós que queremos desbravar esta bela city alemã. Veja com seus próprios olhos no vídeo aí.
Confesso que tentei entender se toda essa correnteza aí do Rio Isar era de verdade mess, ou se os caras tinham colocado TURBINAS pra impulsionar os “prancheiros” e impressionar os “bisbilhoteiros”.

O mais massa é que pros surfistas é o ambiente dos sonhos (surfistas de plantão, podem me desmentir caso não seja verdade… mas duvido que não seja the dream of all!).

É como se fosse uma onda infinita, não precisa cair e esperar minutos, nadar, cansar, quase se afogar, pra pegar outra. Basta esperar o parceiro surfar e cair. Sim, eles fazem tipo uma fila nas margens. E são a atração daquele momento pra galera que passa por ali. (dá até vontade de tentar surfar, mas imaginou o frio dentro dessa água em pleno mês de setembro, com uma leve BRISA batendo? Fora de cogitação pra um mero viajão mochileiro)
Dezenas de curiosos ficam sobre a ponte, debruçados, ou nas margens, muito de cara, só olhando. Durante vááários minutos. Foi o meu caso. Afinal, não é todo dia que a gente vê o povo surfando no rio. A não ser que esse rio seja o Rio de Janeiro, néam? (tun tun tsss)
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