acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Explore praias paradisíacas e lugares incríveis repletos de história num roteiro que passa por Cuba, Belize, Guatemala e Panamá.
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]]>A América Central está bem perto da gente e, muitas vezes, fica de fora dos nossos planos de férias, né? Por isso, depois de te contar o que fazer no México em 10 dias, resolvi fazer este post pra detalhar a continuação do nosso roteiro daquela viagem. Então, prepare-se pra ir além das terras mexicanas e visitar outros lugares incríveis na América Central em 20 dias.

A América Central é composta por 20 países: Antígua e Barbuda, Belize, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Bahamas, Barbados, Dominica, Granada, Haiti, Jamaica, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, República Dominicana, São Vicente e Granadinas e, por fim, Trinidad e Tobago.
Dá pra ver que tem muuuito o se que conhecer por ali, né? Mas, o roteiro que fiz de 20 dias pela América Central, teve apenas estes quatro:
E é neles que vamos focar a partir de agora.
A Cidade do Panamá é um grande hub na região. Ou seja, concentra vários voos e conexões pra outros países. Saindo do Brasil (São Paulo, por exemplo), tem voo direto pra lá.
Inicie seu roteiro ficando dois dias na surpreendente capital panamenha.
O principal ponto turístico do país é incrível se você conseguir vê-lo, efetivamente, em funcionamento, com a passagem de um navio. Dá pra se informar na recepção sobre o horário exato disso.

Nós fizemos isso. Chegamos, conhecemos o museu que há ali, observamos a estrutura do canal e fomos embora, “matar um tempo”. Só voltamos umas três horas depois, no horário em que um navio estaria se aproximando, pra ver a engenhosa manobra. Deu certo!
O Canal do Panamá é um canal (ah, vá!) artificial de 82 quilômetros de extensão, inaugurado em 1914. Ele liga os oceanos Atlântico e Pacífico. É como se fosse um elevador feito de água que encurta bastante a rota dos navios, facilitando o comércio marítimo internacional.
No Canal do Panamá, você vai gastar meio período do seu dia – ainda mais se quiser ver a manobra de algum navio. Então, aproveite outro período pra conhecer a parte antiga da capital do país.
O Panamá Viejo é um sítio arqueológico que fica nos arredores do da Cidade do Panamá. O lugar é grande e tem várias construções preservadas da antiga cidade, habitada principalmente no século XVI. Prepare-se pra caminhar bastante.
A Cidade do Panamá é linda, bem estruturada e com grandes áreas verdes. E um dos lugares imperdíveis é o centro histórico. Aproveite pra caminhar bastante e conhecer as vielas e construções antigas do local também conhecido como San Felipe ou Casco Antiguo.
Passe por Iglesia San Jose, Muralhas, Plaza de la Independencia, Plaza Bolivar (rodeada por cafés e restaurantes), Plaza Francia, Paseo de las Veraneras (onde tem um túnel de flores e, dali, é possível observar a parte moderna da capital ao longe).

O centro histórico é um bom lugar pra almoçar ou jantar, ainda mais se o tempo colaborar e você puder fazer isso ao ar livre.
Não quero reduzir a capital panamenha ao consumismo desenfreado, mas acho que não é exagero te dizer que as compras são o principal atrativo da cidade. E sabe por quê? Os preços são convidativos (principalmente pra eletrônicos!) e existem três mega shoppings pra você desbravar!
O Albrook Mall é o maior, com 400 estabelecimentos – entre lojas e restaurantes – espalhados em 100 mil m2! Pois é, você vai andar bastante.
Já o Multiplaza Pacific Mall é moderno e beeem mais “chique”, porque concentra lojas de grife, como Louis Vuitton, Hermés e Montblanc. Ah, é bom saber que no terraço do shopping ficam bares e restaurantes badalados pra curtir aquele reaggaeton depois das compras RISOS.
Se preferir algo mais tradicional, opte pelo Multicentro. Este shopping é mais antigo e fica no centro da cidade.
A moeda oficial é a balboa, mas os estabelecimentos usam o dólar americano. E atenção para o imposto de 7% cobrado sobre cada produto.
E, antes de mais nada, vale lembrar que logo na chegada (ou saída), no aeroporto de Tocumen mesmo, tem duas redes de free shops: Attenza e La Riviera, livre de impostos.
Dica extra: tenho amigos que passaram uns dias no litoral panamenho e recomendaram investir um tempo pra descobrir as belíssimas praias do país. Se seu roteiro permitir e se você gostar da ideia, por que não?
Do Panamá, você pode pegar um voo direto para Havana – a capital cubana. O voo dura 2h40.
Em Cuba, sugiro que você invista sete dias do seu roteiro: três em Havana e quatro em Varadero, a famosa cidade litorânea.

A cidade é incrível, mas tem várias limitações para os turistas. A primeira é a hospedagem. Os hotéis em Havana costumam ser caros e, a maioria, tem estrutura bem antiga.
Mas, você pode optar por ficar em casa de família (casa particular) – foi o que eu fiz quando estive lá. É mais barato. E saiba que isso não significa que você vai CONVIVER com a família, dividindo a casa com eles. No meu caso, a família em questão nos deu um apartamento simples e pequeno com quarto, mini cozinha e banheiro pra ficar.
Dá pra pesquisar acomodações desse tipo no Booking.
Outra limitação é a internet. É difícil achar wifi nos lugares e rede ilimitada com boa velocidade. Por isso, já vá preparado pra “desconectar” em Havana. Em últimos casos, é possível comprar cartões, vendidos por ambulantes pelas ruas da cidade, com senha de acesso pra usar a rede sem fio da capital por um prazo de uma hora.
Comece a desbravar Havana passeando por El Malecón, a incrível avenida à beira-mar. Ali, você vai entender aquele famoso “clichê” que provavelmente já ouviu, de uma cidade parada no tempo. As construções antigas brotam de um lado, enquanto do outro está o belíssimo mar azul do Golfo do México.
A parte mais antiga e movimentada de Havana concentra muitas das principais atrações turísticas da cidade. Se quiser caminhar, uma boa opção é ir de El Malecón até o centro histórico a pé.

Aproveite pra conhecer Plaza de la Catedral, Plaza de Armas, Plaza Vieja, Mercado Artesanal, Museo del Run (museu do rum!), Calle Obispo… aliás, essa rua é onde a vida turística de Havana ferve! Por ali, só passam pedestres, que podem desbravar uma infinidade de lojas e lanchonetes.
E atenção! Uma das paradas obrigatórias é na La Bodeguita del Medio, o bar mais famoso de Cuba! Prove o mojito que o escritor Ernest Hemingway costumava beber ali. Até Fidel Castro era frequentador do lugar. E prepare-se pra enfrentar muita fila. Mas anda rápido.

Se você curte daiquirís, precisa conhecer El Floridita, outro bar que foi bastante frequentado por Hemingway e que atrai centenas de turistas diariamente.
Conheça a imensa Fortaleza de San Carlos de la Cabaña, que fica do outro lado da baía de Havana. Invista pelo menos meio dia nesse passeio e aproveite pra ir até o Castillo de los Tres Santos Reyes Magnos del Morro, onde do alto se tem uma vista incrível da capital cubana!

A parte do centro que fica mais próxima de Havana Vieja reúne atrações igualmente imperdíveis. Tem o Capitólio, a loja da Real Fabrica de Tabacos Partagás (lugar seguro pra comprar charutos e programar um tour pela fábrica), Parque Central, e os conhecidos Museo de la Revolución e Museo Nacional de Bellas Artes.
Fiquei hospedado neste bairro. Ele é mais tranquilo e tem avenidas bem largas. Ali, fica a conhecida Plaza de la Revolución, a Universidade de La Habana, o Hotel Nacional, o Memorial a Jose Martí, o imenso cemitério Necrópolis Critóbal Colón entre outras atrações.
Uma forma mais prática e confortável (e rápida também) de conhecer tudo isso é pegar o Hop on Hop off Bus – o ônibus que para nos principais pontos turísticos, onde você embarca e desembarca quantas vezes quiser, durante um dia, pagando um valor fixo.

Pra ir até o badalado destino do litoral cubano, pegue um ônibus. A viagem de Havana até lá tem 150 quilômetros e demora umas três horas. Pode ser feita pela empresa Viazul e tem quatro horários de saída diários.
Em Varadero, escolha um resort à beira-mar (melhor se for all inclusive – com comidas e bebidas incluídas) e aproveite pra descansar! Desfrute da estrutura, dos restaurantes e contrate passeios para mergulhar e conhecer as redondezas. Você verá “outra” Cuba: mais moderna.

Quando fui, me hospedei no Meliá.
Para ir até a Guatemala, você pode pegar um voo de Havana com conexão na Cidade do México.
A capital da Guatemala costuma ser apenas um ponto de passagem pelo país. Eu não cheguei a visitá-la quando fui para lá. Mas, numa próxima oportunidade, investiria pelo menos um dia para conhecer os Museus de Arte Moderna Carlos Mérida e de Arqueologia e também o Paseo Cayalá – área moderna, limpa e segura com muitos hotéis, restaurantes e lojas.
Quando estive na Guatemala fui direto para a cidade de…
Dá pra ficar uns três dias, no mínimo, nessa cidade deliciosa e com ares de interior. O que move a parte antiga da cidade de Flores é uma ilha em volta de um lago imenso, o Petén Itzá. Ali, dá pra remar com caiaque, stand up paddle, curtir o pôr do sol na mureta, aproveitar os restaurantes com vista deslumbrante… enfim, é um ótimo lugar pra relaxar e ver o tempo passar.

Hospede-se às margens do lago (ficamos no hotel Villa del Lago) para estar onde a “cidade acontece”. Aproveite para contratar um barqueiro para te levar até o Jorge’s Rope Swing – uma casa com redes de descanso, jogos de tabuleiro, trampolim e até uma corda para você se aventurar e saltar no lago.
Vale passar uma tarde de diversão na casa que o tal Jorge aluga para os turistas curtirem a natureza local.
E, além de ter uma vibe excelente, Flores também é ponto de parada para quem vai à Guatemala querendo conhecer…
De Flores, dá pra contratar tours e ir de van ou ônibus bem cedo até o principal destino turístico da Guatemala. Tikal é o famoso parque nacional, conhecido por preservar as incríveis construções e ruínas da antiga cidade maia de mesmo nome. Tudo fica no meio das florestas tropicais do norte do país.
Quando fomos, chegamos ainda na madrugada. Estava escuro. Vimos o sol nascer do alto de uma das pirâmides, ouvindo os sons dos bichos no meio da selva. Uma experiência assustadora bem diferente.
Passamos o dia explorando as icônicas ruínas maias na mata, construídas entre os anos 200 e 850 d.C. e, depois, abandonadas pela civilização. Dar de cara com as pirâmides, no meio da floresta, vai te surpreender, pode apostar!

Você estará de volta a Flores no fim da tarde.
De Flores, você pode pegar um ônibus e ir até Belize, país que fica ao norte da Guatemala e é conhecido pelas belas praias. O ônibus é a maneira mais barata de fazer essa viagem, que dura cinco horas.
Mas atenção: na saída de um país e na entrada do outro, você precisa desembarcar do ônibus e passar pela imigração, mostrando o passaporte.
Peço sua atenção porque aconteceu algo surreal quando fizemos essa viagem, se liga! Ao entrar num dos países, não fomos avisados do procedimento pelo motorista do ônibus. Ou seja, não passamos pela imigração e nossa entrada não foi oficializada.
Só que ao sairmos, precisamos passar pela imigração. E aí que se deu o problema. O agente imigratório não entendia como estávamos saindo de um país se nossa entrada não estava registrada. Precisamos pagar uma multa de USD 20 pra regularizar a situação – estávamos ilegais RISOS – e poder ir embora. Não vacile! Vá atrás da imigração, mesmo que você não seja avisado.
Nem fiquei na cidade de Belize. Recomendo que você chegue e já pegue o ferry (balsa) para a badalada Caye Caulker. Duas empresas fazem o trajeto: a San Pedro Water Taxi leva os passageiros a cada três horas, e a viagem dura 30 minutos. Já a Caye Caulker Water Taxi faz o percurso em 45 minutos, quatro vezes por dia.
É considerado o paraíso do país. A vibe é bem parecida com a das praias tailandesas. A diferença é que no destino de Belize a moeda usada é o dólar americano e os preços são bem mais salgados.
Aproveite pra descansar bastante em Caye Caulker, curtir o mar azul turquesa e fazer passeios de barco em grupo ou privados que você pode contratar nas várias agências espalhadas pela ilha.

Se quiser investir uma grana, pode sobrevoar o famoso Great Blue Hole de helicóptero.
Mas, se tiver a carteirinha internacional de mergulho (PADI), pode explorar o buraco por baixo d’água.

A noite em Caye Caulker também é bastante agitada. Tem muitas baladas e pubs animados, que reúnem muitos turistas.
Pra passar uma tarde agradável, curtindo boa música, drinks, comida, tudo com os pés na água, não deixe de ir ao Lazy Lizard Bar & Grill. Dá até pra alugar pranchas de stand up paddle ali mesmo.

Basta caprichar no protetor solar e esquecer do mundo! 
Quando fiz esse roteiro, saí do México. Então, caso você esteja em terras mexicanas, é mais fácil pegar:
Quando planejar uma viagem dessas, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Então, que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/
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Hoje vou mostrar um pouco disso no Imprério Inca, que além do ouro venerava um monte de outras coisas, como vocês vão ver nesse guia pela história do Peru.
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]]>Se tem uma coisa que o bicho homem adora, depois de mulher, é o tal do ouro. Acho que isso desde que ele viu o ouro pela primeira vez, documentado em diversas civilizações, e hoje vou mostrar um pouco disso no Imprério Inca, que além do ouro venerava um monte de outras coisas, como vocês vão ver nesse guia pela história do Peru Zzzz… brincadeira, vai ser bem legal, JURO!
Tudo isso eu vi no Museu Larco, também conhecido como museu do ouro, em Lima no Peru.
O museu começa mostrando a história da formação no Império Inca, que pra resumir concentrava o governo das regiões pré-colombianas exietentes no Peru até então. Isso no século XV. Eles tinham técnicas incríveis e avançadas de plantio e irrigação, militares, de arquitetura (parece que Machu Pichu por exemplo foi feito para a família do imperador se divertir no verão), e ainda eram bons administradores políticos… afinal, quem gosta de ouro, tem que saber comolidar, né?? Eles faziam suas contas para administrar os recursos e o censo como ninguém, usando apenas em cordões de lã com nós que distinguiam as quantidade de cada coisa… os quipus. Tipo um arquivo contábiel mesmo numa espécie de ábaco gigante. Incrível, não?
Na verdade acho que vou ter que voltar atrás, quem gosta de ouro é Colonizador… Se tem uma coisa que eles gostavam mesmo era guerra! Saiam todos montados na armadura guerreira com adornos e jóias incríveis… eram cabeceiras, pulceiras, colares, anéis e “piercings de nariz” de dar inveja a qualquer rebeldia por aí.
O ouro parecia ser apenas parte imponente da fantasia… que depois eles vestiam em muitos rituais e cultos de adoração ao deus Sol, ou à “mãe-terra” Pachamama. Essa é uma palavra muito maneira que dá vontade de falar toda hora quando se está no Peru. Quer dizer “gracias”, mas sai “pachamama”, quer chamar a mãe, chama “pachamama”, quer dizer “caramba”, “pachamama” cai muito bem…
O museu todo é cheio de ferramentas, martelos, escudos e apetrechos de guerra; taças e jarros que serviam para colocar o sangue inimigo (#MEDO)
O jeito que eles mais gostavam de matar mesmo era acertando a cabeça do indivíduo e parece ter sido eles também que inventaram as técnicas mais prosaicas de cirurgia na cabeça, retiranto pedaços de osso das fraturas cranianas. E eles também parecem ser os ancestrais dos atuais adeptos da “Body modification”, porque com essa técnica começaram a deformr o crânio para dar formas diferentes para determinar certos grupos sociais.
Milhares de peças nem ficam à mostra, ficam apenas lá, guardadas. Tudo isso foi sendo recolhido e comprado aos poucos pelo curador senhor Rafael Larco Herrera de famílias que tinham se apropriado dos obejtos encontrados como se fosse coleção pessoal. A parte de fora do museu é um passeio a parte. Jardins cheios de hortências, roseiras, e todo tipo de flor bem trabalhadas no paisajismo.
Tem restaurante, loja, bancos e sombras tão calmos que nem parece que minutos antes você estava vendo um guerreiro inca carregando o sangue do inimigo num jarro de ouro… Ahh… e voltando a falar em jarro, acho que ainda tinha uma outra coisa que eles gostavam muito, pelo menos entre uma guerra e outra…
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Olha só! Esse é o post de número 300 aqui no blog! E falta uma semana pro Viajão completar UM
]]>Olha só! Esse é o post de número 300 aqui no blog! E falta uma semana pro Viajão completar UM ANO! Eeeee! Parabéns pra nós! E pra abrir essa semana rumo a 365 dias de histórias de viagens, trouxemos uma convidada especial. Sim, ela é referência nesse assunto: Lady Gaga MONALISA!
É popstar mesmo. Todo mundo quer ver de perto no Louvre, em Paris. Quando eu fui nesse museuzinho risos, em 2007, fui SECO até a sala onde o quadro do dá vinte Da Vinci fica. E tem FOLHAS A4 IMPRESSAS INDICANDO ISSO POR TODO O LOUVRE. Sim, FOLHAS A4 IMPRESSAS!
Chegando lá, jurei que estava num show do Justin Bieber, que naquele dia recebia Bella e Edward do Crepúsculo como convidados especiais. Era tanta gente HISTÉRICA batendo fotos, que fiquei procurando a Gretchen celebridade escondida na sala.
Não havia ninguém famoso. Apenas a Monalisa mergulhada numa imensidão de flashes sem fim – sou muito PATRÍCIO. (Patrício = Patrícia = Patrícia Poeta = POETA).
Não sei se você sabe, mas pelo menos até o fim de 2005, era EXTREMAMENTE PROIBIDO bater fotos nessa sala onde fica a “sorri/chora”. Muito menos bater foto DO QUADRO EM SI!
Por mais que a obra fique atrás dum vidro blindado (quem vai tentar ATIRAR ali?) e com seguranças ao lado, TESTEMUNHAS ME DISSERAM que os seguranças eram rudes pra cacete com quem tentava fotografar a musa do Da Vinci.
Hoje em dia, tá tudo liberado. Pode fotografar à vontade. Aí eu me pergunto:
1) Por que mudaram de ideia? Não conseguiam mais controlar o frenesi?
2) Será que o quadro da Monalisa que vemos ali é o original mesmo? Ou os flashes agora atingem uma RÉPLICA?
#ficaomistério. Quer saber? Quando for ao Louvre, aproveite pra bater várias fotos do quadro mais famoso do mundo. Vai que eles mudam de ideia daqui a pouco e proíbem de novo?
De tão acostumada com os flashes, se isso acontecer, aposto que a Monalisa vai finalmente revelar qual expressão tá fazendo: a de choro, muito choro, por deixar de ser popstar.
Faltam 7 dias pro Viajão completar um ano! Por isso, aproveite e curta a gente no Face!
]]>O post Eu encosto, tu encostas… apareceu primeiro em Viajão.
]]>Beleza, vai com sua família, todos felizes, ansiosos por ver de perto peças pré-históricas! E o lugar é grande, cheio de ALAS, coleções e companhia limitada.
A maior parte das peças fica atrás de vidros, logicamente. Até pra evitar que os brasileiros curiosos fiquem querendo tocar. Aquela coisa de ver pra crer, sabe? Acho isso um absurdo risos
Tem algumas coleções que estão ali, a alguns centímetros de você, mas com aquela plaquinha de DON’T TOUCH. Parece que se você tocar, vai DESINTEGRAR o objeto com seus dedos nojentos, porcos e CHEIOS DE PARTÍCULAS NOCIVAS À HISTÓRIA!
Confesso que sou meio viajão mesmo (e não é trocadalho com o nome do blog). Por mais que eu esteja deslumbrado de estar num lugar desses, a empolgação acaba em 5, 4, 3… e eu esqueço onde estou.
Aí sabe o que fiz? Enquanto meu pai tava de um lado, minha irmã do outro, minha mãe olhava algo mais perto de mim (eu já tava entediado). Fui chamá-la pra ver um negócio, APOIADO SOBRE UMA BANCADA.
Ela veio, falei com ela, e continuava DESCANSANDO (não tinha onde sentar, aí ficava escorado, sabe?). Nisso vem uma mulher loucamente veloz, me olha com cara de ODETE ROITTMAN e apenas balbucia UMA palavra: “please”. Com o rabo de olho, ela aponta pra BANCADA que servia como meu apoio.
Ups! Percebi que a bancada, na real, era uma TÁBUA DE MADEIRA RUPESTRE, de 2000 a.C., com uns desenhos de pré-escola pré-história risos.
Não sabia onde enfiar a cara. Tirei os braços rapidamente, pedi desculpas e gargalhei quando a mulher saiu. Ri muito! Não por ter desrespeitado algo tão antigo, mas por ter sido tão viajão.
Aliás, é isso que move esse blog, né? Ok, mesmo assim, podem me crucificar. 
P.S.: Não consegui bater foto da TÁBUA RUPESTRE. Faltaram forças após a viajada.
O post Eu encosto, tu encostas… apareceu primeiro em Viajão.
]]>O post Brincadeira de Criança. apareceu primeiro em Viajão.
]]>Quando passei por Sintra em Portugal, não deixei de ir no Museu do Brinquedo. Muito legal, porém senti falta de super-heróis e tal.
O Museu é bem museu mesmo. Não encontrei algo parecido com meu Pesca-Peixe, Ninja Jiraya ou brinquedos eróticos. O foco mesmo é nos brinquedos de quando sua vó era criança. Pouca coisa mais anos 80. Mas mesmo assim você encontra as casas da Susie (a que sempre perdeu pra Barbie) e Ferroramas.
É legal ver os detalhes de cada brinquedo. Dos soldadinhos até as bonecas de porcelana, que pra mim, qualquer coisa feita de porcelana já sai da classificação “brinquedo”. O que não é legal, é que todos os brinquedos ficam em vitrines, não tem NENHUM pra você brincar. Tá certo que é museu, mas pô, deixa eu brincar com os soldadinhos!
Não vou postar os brinquedos mais legais né, porque daí ninguém mais vai visitar o museu. Mas se quer ver coisas antigas mesmo, coleções e aniversários da Barbie, bonecas assassinas e soldadinhos de todas as guerras possíveis, apareça lá! E se você acha que vai ver super-heróis, Capitão América e Vingadores, pode passar reto, o único que apareceu foi aquele Batman na entrada mesmo. Brinca aí! Abrass.
O post Brincadeira de Criança. apareceu primeiro em Viajão.
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