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Em Seul, é possível sair de um prédio moderno e se deparar com um palácio milenar. A cidade que mistura o antigo e o atual, também reserva um passeio à tensa fronteira com a Coreia do Norte.
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]]>Quando você cruza o mundo e desembarca no principal aeroporto da Coreia do Sul, percebe que um novo mundo se abre diante dos olhos. Um lugar moderno, cheio de luzes (e de bandas de K-pop :P) e, ao mesmo tempo, que preserva a história milenar. É assim que a gente vai descobrindo a capital sul-coreana e percebe que tem muito o que fazer em Seul.

Dá pra desbravar os principais pontos de Seul em uns 4 dias. Mas, se emendar esta viagem com uma visita ao Japão, sugiro que reserve sete dias pra Coreia do Seul (conhecendo a capital e Busan – cidade litorânea bastante procurada) e, depois, parta rumo ao país vizinho.
Seul é uma cidade gigante e moderna. A vantagem disso é que o metrô está por todos os cantos. Então, não importa onde você se hospede, a chance de ter uma estação na porta do seu hotel (ou do outro lado da rua) é grande.
Uma excelente opção é escolher uma hospedagem no centro da cidade, na região chamada de Myeongdong. Dessa forma, você consegue ficar perto de muitas atrações turísticas e, ainda, vai ter boas opções de mercados, restaurantes, shoppings, feirinhas, tudo a passos de distância.

Quando fui, me hospedei no bairro que o cantor Psy deixou famoso mundialmente com a música: Gangnam.
Gangnam é um bairro moderno e considerado nobre: tem hotéis de luxo, restaurantes caros, vida noturna agitada… Mas obviamente só vi isso tudo de longe RISOS.
Vale lembrar que as opções de hospedagem em Seul não são muito baratas no geral e que os quartos costumam ser pequenos (e até sem janelas em alguns casos). Vale pesquisar muito e até tentar um Airbnb pra economizar um pouco (não tive essa experiência, mas pode ser uma boa).
As melhores épocas pra visitar a Coreia do Sul são na primavera (entre abril e maio) e no outono (entre outubro e novembro). Aliás, isso também vale pra outros países da Ásia. Você não pegará aquele frio intenso e nem um calorão. E, de quebra, ainda vai ver as folhas das árvores nas colorações mais bonitas.
Lembre-se que entre junho e agosto faz bastante calor e é alta temporada = mais chances de pegar tudo lotado e com preços ainda mais altos.
Uma sugestão é começar descobrindo Seul pela N Seoul Tower. Do alto da torre de comunicação de 236,7 metros de altura (desde a base) é possível ter uma ampla visão da capital.

Aliás, este é o ponto mais alto da cidade (fica a 479,7 metros do nível do mar!). Dá pra subir até lá de teleférico ou a pé – por um belo caminho cheio de árvores e riachos.

O maior dos “Cinco Grandes Palácios” de Seul é o Gyeongbokgung. Ele é um dos cartões-postais do país. Dá até pra alugar roupas tradicionais de época sul-coreanas pra tirar fotos a caráter ali na frente.
Esse palácio é, na verdade, um imenso complexo. Dá pra passar horas visitando os jardins e pavilhões espalhados por uma grande área emoldurada por árvores e montanhas.

Ali perto também ficam os palácios Changdeokgung, Changgyonggung e o Deoksugong. Aliás, na frente deste último fica uma atração bem concorrida: a cerimônia de troca da guarda, com música e gritos de guerra.
Horários da troca de guarda: de terça a domingo, às 11h, 14h e 15h30.

É só chegar e curtir. Não paga nada.
Apesar do nome difícil, a atração é simples: um riacho urbanizado num espaço revitalizado. Ou seja, é uma imensa área de recreação de quase 11km que fica às margens do riacho.

O Cheonggyecheon é considerado o maior parque horizontal urbano do mundo! Uma delícia passear por ali no fim da tarde e já emendar com uma visita ao…
É o mais antigo mercado ainda em atividade da capital sul-coreana. Gwangjang vai te encantar pelas cores em abundância e pelas infinitas opções gastronômicas!
São dezenas e mais dezenas de barraquinhas de comida espalhadas por corredores que se cruzam. Mesas e cadeiras são colocadas por toda a parte, com turistas e locais degustando os mais diferentes pratos. Um paraíso para os fãs de comida de rua.

Dica: não deixe de provar o tradicional vinho de arroz coreano.
Os restaurantes ficam abertos das 8h30 às 23h. Já as lojas, das 8h30 às 18h. E durante madrugada, funcionam as lojas de roupas: das 21h às 10h da manhã.
Se gostar de um bairro agitado, conheça o principal centro comercial de Seul. Por ali, fica uma infinidade de lojas (incluindo algumas luxuosas e de departamento), cafés, restaurantes e, claro, deliciosas barraquinhas de comida de rua.
Você deve experimentar as famosas conservas coreanas, conhecidas por Kimchi. A base é repolho fermentado com pimenta (muita!) e especiarias. O sabor é bem forte.
Tem também o Bibimbap: nada mais é do que arroz com vegetais e carne, servido com um ovo frito. Meio PF brasileiro, né? kkk
Que tal curtir o tão falado BBQ – o churrasco coreano? Os acompanhamentos e as carnes vêm em porções e você frita numa chapa na sua própria mesa. Experiência interessante.

E de sobremesa, curta a mais famosa de lá: o Bingsu. Nada mais é que gelo triturado coberto com leite condensado, frutas picadas, xarope de frutas, doce de feijão vermelho…
Você escolhe! E, como já deu pra perceber, é tipo um sorvete e fica bem gostoso.
Muita gente chega à Coreia do Sul e se pergunta: dá pra visitar a Coreia do Norte?
Bom, saiba que isso é quase possível, mas bem de longe. Basta você programar uma ida até a DMZ – a Zona Desmilitarizada, que fica na fronteira entre as duas Coreias (fronteira mais fortificada do mundo, diga-se de passagem).

Dá pra reservar esse passeio no seu próprio hotel. Ele sai de Seul (em um trem todo característico) e demora 1h30 até chegar à fronteira. Você pode escolher o passeio de dia inteiro, com almoço, ou o de meio dia, que sai pelas 8h e retorna às 14h.
Lá, é possível ver a estação de trem Dorasan (que está pronta, mas nunca foi utilizada por causa do conflito entre os dois países), um túnel subterrâneo que liga as duas Coreias (mas só dá pra ir até um ponto, porque a passagem está fechada por uma parede, obviamente), um mirante de onde se consegue observar uma parte do país vizinho.

O passeio vale a pena! Dá pra aprender muito sobre a guerra entre os dois países e sentir a tensão que paira no ar. Durante a visita, vale lembrar: tenha prudência e jamais tente desrespeitar as regras, né?

Seguindo o protocolo, você volta a Seul em segurança e já pensando no próximo Bingsu que vai comer. 
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Acorde cedo, chegue antes do sol nascer e compre os ingressos. É a dica para (tentar) evitar imensas filas e conseguir tirar aquela foto perfeita.
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]]>Já sei que muita gente decide ir à Índia por causa dele. Também pudera, o Taj Mahal é um monumento imponente, um belíssimo palácio e é considerado uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo! E é tudo isso mesmo. Quando você está lá, pertinho, visitando o Taj Mahal, entende o porquê de tanta fama. E não vai querer perder de tirar a foto perfeita desse momento.

Em primeiro lugar, você precisa saber que o Taj Mahal fica em Agra, uma cidade que está a uns 220 km de Délhi. Saindo da capital indiana, dá pra ir até Agra de ônibus, trem ou do jeito mais confortável: de carro com motorista particular (e a estrada é excelente, confie!).
Mas calma, esse “luxo” não é tão caro assim. Nós contratamos o Rahul pra rodar por algumas cidades da Índia. Ele é um motorista gente boa, fala bem o inglês e até faz as vezes de guia. Mande um WhatsApp em inglês pro número +91 98188 10373 ou envie mensagem no Instagram: @driveindia.ok. Se lembrar, pode dizer que é a galera do @blogviajao que recomendou!

Mas negocie o valor! Indianos curtem negociar bastante e isso deixa sua viagem mais barata, pode apostar! 
1. Como montar seu roteiro pelo país
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3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
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8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Em Agra, o imenso e famoso palácio é a principal atração. Por lá, tem também o Forte Vermelho. Se eu posso te dar uma dica valiosa, é: invista, no máximo, apenas uma noite na cidade.
Sugestão: chegue no começo da tarde, peça pro Rahul levar você até o Forte Vermelho. Curta por umas duas horas e, depois, vá assistir ao pôr do sol no Mehtab Bagh.
O Mehtab Bagh é um enorme jardim que fica exatamente do outro lado do rio Yamuna, “de frente para as costas” do Taj Mahal. Sempre que o dia está quase acabando, o lugar enche de turistas querendo ver o anoitecer admirando o palácio idealizado por Shah Jahan.

Turistas pagam Rs.300 no ingresso do Mehtab Bagh, o que dá uns U$4,30
Para mim, foi a primeira vista real do Taj Mahal e já fiquei impressionado dali, vendo mais de longe. Mal podia imaginar como seria estar lá do outro lado, no outro dia pela manhã. Sim, porque turista que deseja sucesso visitando o Taj Mahal é turista pulando bem cedo da cama.

Aliás, ficamos hospedados no Maple Grand, um ótimo hotel!
Primeiramente, vale lembrar que o Taj Mahal não abre às sextas-feiras. Depois, em qualquer outro dia da semana, imagino que você queira evitar as filas quilométricas na hora de entrar e de passear lá dentro!
Saiba que isso é meio impossível porque, afinal, estamos falando de um dos monumentos mais famosos do mundo. Mas dá pra driblar um pouco a muvuca.
Tenha em mente, principalmente, que acordar cedo é lei! Saia do hotel pelas 5h30 da manhã, no máximo, porque os portões abrem no horário do nascer do sol.
Logo depois de chegar lá, marque o número do portão por onde entrou (isso é importante na hora da saída) e corra para a bilheteria. Ela fica afastada da entrada.
Pegue a fila de estrangeiros (estará menor que a de indianos, acredite) e compre seu ingresso. Atualmente, ele custa Rs.1100, o que dá quase uns U$16 – o que é caro pros padrões indianos. Mas não pra um turista visitando o Taj Mahal.
Atenção: sua visita lá dentro só pode durar, no máximo, três horas a partir do horário de compra do ingresso! Não sei o que acontece se estourar o tempo, mas não é bom arriscar, né?

Então, você vai até outro local com filas divididas: mulheres indianas, mulheres estrangeiras, homens indianos, homens estrangeiros. Esta é a parte da revista.
Primeiramente: evite mochilas. Agilize sua entrada! Deixe no carro do motorista ou no hotel. Os guardas vão vistoriar tudo mesmo e podem encrencar com algo.
Também não leve tripés pra suas câmeras. Esqueça no hotel!
E evite ir com roupas muito curtas. Procure manter braços e pernas cobertos lá dentro. Apesar de isso não ser uma regra, vale ter bom senso já que o país é conservador.
Passada a revista, você caminha mais um pouco e, pronto, vai vê-lo, ainda de longe. Mesmo sendo cedo, já vai ter um montão de gente visitando o Taj Mahal e disputando um espaço pra “foto perfeita”. Mas relaxe, não faltarão lugares pra você tirar aquela foto que tanto sonha.

Basta caminhar na direção dele, depois, e observar a cor mudando à medida que o sol vai subindo. Inclusive, o laranja se transforma em amarelo, parece mágica.
Então, continue a caminhada sem tirar os olhos dele, admire cada detalhe, e se aproxime. Dessa maneira, é possível entrar pra visitar os túmulos do líder do Império Mongol, Shah Jahan, e de sua amada, Arjumand Banu Baygam – a quem ele ordenou a construção do Taj postumamente, como homenagem.

Se estiver calçado, sem problemas. Basta colocar um propé (aquele tecido pra encapar) sobre os sapatos e ir para a fila de entrada no mausoléu. Sim, já terá fila, mesmo cedo, muito provavelmente.
Sabe aquela foto emoldurada por uma estrutura vermelha, com o Taj Mahal de fundo e só a sua silhueta no meio? Sim, é relativamente fácil de fazê-la.
Primeiro, fique de frente para o Taj Mahal. Então, olhe à esquerda dele. Você verá uma Mesquita Vermelha. Vá até ela.

Esta mesquita é a “moldura” da foto. Tire os sapatos e entre. Chegue até a parede dos fundos da mesquita, paralela à entrada. Pronto, basta olhar pela abertura e você verá a perfeição da arquitetura: o Taj se encaixa perfeitamente ali.
Visto que o lugar deve ter algumas pessoas fazendo a mesma coisa, espere ou peça licença guardando a sua vez. Aí, é só pedir pra alguém tirar a foto e bora pro sucesso nas redes!

Como o tempo voa lá dentro, fique de olho no relógio e obedeça o prazo limite de três horas pra visita!
Inclusive, lembra que eu falei lá em cima que seria bom memorizar o portão de entrada? É que pode sair por ele. Ou, quem sabe, sair por um portão lateral e aproveitar as feirinhas que existem nas ruas ali perto.
Mas cuidado pra não se perder. Nós ficamos uns 20 minutos andando nas vielas da vizinhança tentando achar o Rahul. Um misto de correria e tranquilidade depois de visitar um dos lugares mais impressionantes do mundo!

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