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Com a pandemia do novo coronavírus no mundo, saiba quais são as políticas de remarcação ou cancelamento de passagens aéreas.
O post Como adiar ou cancelar a viagem por conta do coronavírus apareceu primeiro em Viajão.
]]>A pandemia que está assustando e restringindo o mundo tem mexido (bastante!) com o universo das viagens. Pra se ter uma ideia, só aqui no Brasil, a taxa de cancelamento de viagens já chegou a 85%, segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens. Então, como adiar ou cancelar uma viagem por conta do novo coronavírus (COVID-19)?
Antes de mais nada, é bom saber que cada companhia aérea tem sua política e, a maioria, está sendo bem flexível quanto a isso.
Vale sempre entrar em contato com a empresa ou com a agência apenas 72 horas antes da sua viagem.
Abaixo, reunimos orientações e informações divulgadas por algumas das principais companhias aéreas.
A companhia permite que o passageiro cancele ou altere os voos e recomenda que, se sua passagem estiver marcada para apenas daqui cinco dias, você NÃO precisa entrar em contato com a central de atendimento da empresa.
Capitais e Regiões Metropolitanas: 4003-1118.
Demais Localidades: 0800-887-1118
No caso de alguma alteração com seu voo, a Azul se compromete a informá-lo por SMS ou e-mail.

Informações retiradas do site oficial da companhia aérea.
Atenção: Estas regras de flexibilidade também valem para as novas reservas realizadas para voar no mesmo período.
Clientes com voos domésticos operados pela Azul previstos para data de até 30 de setembro de 2020 poderão alterar ou cancelar seu voo:
Voos Internacionais
Atenção: Estas regras de flexibilidade também valem para as novas reservas realizadas para voar no mesmo período.
Clientes com voos AZUL com destino de/para Lisboa ou Porto, Estados Unidos e América do Sul previstos até o mês de setembro de 2020, poderão alterar ou cancelar seus voos. Confira as regras, abaixo:
A Gol informa que o passageiro pode cancelar a viagem e utilizar o valor em forma de crédito para usar futuramente. O valor ficará disponível totalmente por um ano, contando a partir da data da compra.
No site da companhia, tem as seguintes informações para voos nacionais e internacionais marcados para até 14 de maio de 2020.
Remarcação
Se preferir, poderá remarcar sua viagem para qualquer período dentro de 330 dias, a contar da data da compra. A taxa de remarcação não será cobrada, incidindo apenas a diferença entre as tarifas, se houver;
Cancelamento e reembolso
Ao optar por cancelar sua viagem e solicitar reembolso, não haverá taxa de cancelamento. Contudo, a taxa de reembolso poderá ser cobrada, dependendo da regra da tarifa escolhida.
Se preferir, entre em contato com a central de relacionamento da Gol: 0300 115 2121.
A companhia aérea também está flexível com seus clientes que compraram passagens para até o dia 31 de março.
Para compras realizadas até 05 de março: Voando entre 13 março a 30 de abril de 2020
· Alterar uma vez a data e/ou destino do voo (sem multa, mas sujeito à diferença tarifária), para viajar até 31 de dezembro de 2020.
· Reembolsos estão sujeitos às regras da tarifa adquirida
Para compras realizadas entre 6 e 12 de março de 2020
· Alterar uma vez a data e/ou destino do voo (sem multa, mas sujeito à diferença tarifária), para viagens até 31 de dezembro de 2020. A alteração poderá ser feita até 14 dias antes da partida do voo original
· Reembolsos estão sujeitos às regras da tarifa adquirida
Para compras realizadas entre 13 e 31 de março de 2020
· Alterar uma vez a data e/ou destino do voo (sem multa, mas sujeito à diferença tarifária), para viagens até 31 de dezembro de 2020. A alteração poderá ser feita até 5 dias antes da partida do voo original
· Reembolsos estão sujeitos às regras da tarifa adquirida

Para compras realizadas até 12 de março – Voando entre 13 de março e 15 de abril de 2020
· Alterar uma vez a data e/ou destino do voo (sem multa, mas sujeito à diferença tarifária), para viagens até 31 de dezembro de 2020.
· Reembolsos estão sujeitos às regras da tarifa adquirida
Para compras realizadas entre 13 e 31 de março de 2020
· Alterar uma vez a data e/ou destino do voo (sem multa, mas sujeito à diferença tarifária), para viagens até 31 de dezembro de 2020. A alteração poderá ser feita até 5 dias antes da partida do voo original
· Reembolsos estão sujeitos às regras da tarifa adquirida
Devido suspensão temporária da rota São Paulo-Milão de 2 de março a 16 de abril de 2020
· Alterar a data e/ou destino do voo (sem multa, mas sujeito à diferença tarifária)
· Solicitar reembolso completo sem custos de acordo com a validade do bilhete
Devido exigência de quarentena para ingresso no país
· Alterar a data e/ou destino do voo (sem multa, mas sujeito à diferença tarifária) para viagens até 31 de dezembro de 2020
Para voos ou períodos não contemplados acima, consulte as regras de cada tarifa aqui. Ou ligue para a central de atendimento Latam: 0300 570 5700.
Primeiramente, saiba que todos os voos da companhia americana para o Brasil estão temporariamente cancelados.
Há regras específicas também para quem tem passagens compradas da American Airlines.
Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Suécia, Suíça
Lembre-se de que você poderá ser cobrado por qualquer diferença no preço do bilhete ao remarcar sua viagem.
Você pode fazer alterações na sua viagem uma única vez. Você pode alterar agora, ou cancelar e remarcar mais tarde.
Lembre-se:
Todas as cidades para as quais a American voa
Lembre-se de que você poderá ser cobrado por qualquer diferença no preço do bilhete ao remarcar sua viagem.
Você pode fazer alterações na sua viagem uma única vez. Você pode alterar agora, ou cancelar e remarcar mais tarde.
Lembre-se:
Para informações específicos de voos para Itália, Hong Kong, Coreia do Sul e China, veja mais informações no site da companhia ou informe-se na Central de Atendimento: 3004-5000 (capitais e regiões metropolitanas) 11-3004-5000 (demais localidades).
A companhia implementou a isenção de taxas para alterações em reservas feitas até o próximo dia 31 de março.
POLÍTICA DE REEMBOLSO E REMARCAÇÃO DE VIAGEM PARA CLIENTES QUE NÃO POSSAM VIAJAR POR CAUSA DAS RESTRIÇÕES DE VIAGEM:

POLÍTICA DE REEMBOLSO E REMARCAÇÃO DE VIAGEM PARA CLIENTES AFETADOS POR CANCELAMENTOS E SUSPENSÕES DE VOOS (não inclui Irã):
Triagem de saúde no aeroporto de Dubai
A Autoridade de Saúde de Dubai (Dubai Health Authority, DHA) está realizando um teste do vírus COVID-19 em clientes que chegam de Pequim, Beirute, Roma, Milão, Veneza, Bolonha, Bangkok e Phuket caso o destino final seja Dubai.
Os clientes receberão os Formulários de Declaração de Saúde da DHA, que deverão ser preenchidos e entregues à DHA durante o teste do COVID-19 em Dubai. Nossa equipe de serviços aeroportuários acompanhará os clientes até a área de exames médicos no Aeroporto Internacional de Dubai na chegada.
Os clientes que estiverem em trânsito no Aeroporto Internacional de Dubai não serão testados, mas precisarão passar por verificação de temperatura antes de embarcar em seus voos de conexão.
O site oficial da Emirates oferece atualizações frequentes sobre os voos. E dá pra ver a lista de destinos onde os voos da empresa estão suspensos temporariamente.
Clientes Lufthansa podem verificar o status do voo neste site antes da partida.
Se você possui um bilhete que foi emitido antes de/em 12 de março de 2020 contendo voos até 30 de abril de 2020, você também tem a opção de cancelar sua reserva sem precisar remarcar seus voos imediatamente.
Você tem até 1 de junho de 2020 para decidir sua nova data de viagem, este é o prazo máximo para reservar seu novo voo. A nova data da viagem deve estar dentro da validade do seu bilhete ou até 31 de dezembro de 2020 (o que ocorrer antes).
Se você optar por seguir assim, entre em contato com a nossa Central de Atendimento para as medidas necessárias.
Novas reservas realizadas até 31 de março de 2020 com as companhias aéreas do Lufthansa Group poderão ser remarcadas uma vez sem cobrança de taxa de remarcação – independentemente das regras da tarifa original do bilhete a ser adquirido. Nestes casos, você poderá remarcar sua viagem sem taxas para uma nova data de viagem até 31 de dezembro de 2020.
Aplicam-se três condições: os aeroportos de partida e de destino devem permanecer os mesmos; caso a tarifa original não esteja mais disponível, a diferença tarifária correspondente deverá ser paga e a remarcação para nova data deve ser feita antes da data original da viagem.
Passageiros cujos voos foram cancelados podem solicitar reembolso isento de multas através do site na seção Minhas Reservas.
Em caso de cancelamento, a Lufthansa reacomodará os passageiros gratuita e, na maioria, dos casos automaticamente em outro voo. Tais passageiros serão informados através de seu número de telefone celular inserido na reserva.
Os voos alternativos reservados automaticamente pela Lufthansa podem ser alterados novamente pelo passageiro caso assim prefira, gratuitamente.
Entre em contato com a Lufthansa 0800 595 0728 para saber como adiar ou cancelar sua viagem por conta do coronavírus.
Já está no ar, nas principais plataformas, o episódio do Podcast Viajão sobre os cuidados que devemos ter ao viajar no meio desta pandemia do novo coronavírus!

O epidemiologista e professor da Universidade de Ribeirão Preto (SP), Pedro Silveira Carneiro, esclarece as nossas dúvidas e dá orientações de prevenção para quem precisa seguir viagem nas próximas semanas.
Para ouvir o Podcast Viajão, assine nosso Podcast (usando o celular ou o tablet) acessando Spotify, Google Podcasts, Apple Podcasts, Deezer e outros de sua preferência.
Se preferir, é possível escutar diretamente clicando aqui.
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Você é daqueles que continuam pagando uma viagem mesmo depois que ela já acabou? Veja como mudar isso!
O post 8 dicas pra viajar com tudo pago apareceu primeiro em Viajão.
]]>Este título até pode dar a entender que a viagem vai sair de graça, mas calma… não é exatamente isso. Na verdade, vou te contar como fazer pra quitar toda a sua aventura ANTES de embarcar. Então, guarde bem essas 8 dicas pra viajar com tudo pago e voltar sem dívidas, já pensando na próxima viagem!

Parece óbvio, mas muita gente deixa pra comprar as passagens em cima da hora, esperando aquela promoção milagrosa aparecer. É como se fosse um investimento de alto risco, até pode rolar e você se dar bem. Mas as chances de gastar mais são maiores.
Então, afinal, qual é a melhor hora pra comprar as passagens? Normalmente, depois de definir as datas, vale começar a pesquisar com pelo menos seis meses de antecedência. Sim, antecedência é essencial pra pagar menos!

Monitore os preços por umas duas semanas, todos os dias, pra entender como o valor das passagens em questão varia. O Skyscanner te ajuda nessa tarefa.
Dessa forma, você terá as oscilações e entenderá três diferentes custos pro destino: o alto, o médio e o baixo (com base no período em que monitorou). Pronto, assim que o preço mais barato aparecer novamente, é só garantir a compra.
Quando encontrar o valor mais baixo (leve em conta uma certa maleabilidade de datas, já que voar nos fins de semana e feriados costuma ser mais caro), compre sua passagem usando cartão de crédito, de preferência diretamente no site da companhia aérea.
No cartão, você consegue parcelar o valor (e ainda acumula pontos pra trocar por milhas no futuro!). Escolha o número de parcelas que bata com o início da sua viagem. Por exemplo, se você viajar em julho, compará as passagens em janeiro e vai parcelar em seis vezes.
Assim, vai embarcar já tendo pago tudo em suaves prestações…
Lembrando que bandeiras como Visa e Mastercard oferecem o seguro viagem gratuito para você caso a passagem internacional tenha sido comprada com o cartão. Basta ficar de olho nas regras e nas categorias dos cartões (veja as da Visa e as do Master).
Outra forma de viajar sem dívidas é reservar os hotéis com antecedência. Dá pra pesquisar os preços usando ferramentas como Booking.com e Hoteis.com.

Depois, escolha o pagamento parcelado no cartão (em alguns casos, pagar antes dá até desconto) e use a mesma lógica das passagens: quite a última parcela antes de viajar.
Com o dólar turismo bem acima dos R$ 4,00 ultimamente, é difícil saber quando é a hora exata de comprar a moeda pra viajar, né?
Ir comprando dólares aos poucos, por exemplo, pode ajudar a evitar os prejuízos de uma alta inesperada. Programe-se pra comprar uns 200 dólares por mês, se couber no seu orçamento.
Até a data da viagem, você já vai ter acumulado bastante grana estrangeira (quem sabe o total) e não precisará desembolsar muito dinheiro às vésperas do embarque.
Em primeiro lugar, saiba que comprar a moeda em espécie mesmo é a forma de pagar mais barato por ela (IOF = 0,38%). Já a taxa do IOF pros cartões pré-pagos é de 6,38% sobre o valor.
E essa mesma taxa também é cobrada em cima do valor de cada uma das compras que você faz usando seu cartão de crédito no exterior. Por isso, o negócio é deixá-lo de lado (ou pra alguma emergência) e apenas usar o dinheiro vivo que você comprou com antecedência antes de viajar.
Você controla seus custos e não terá que pagar contas da viagem depois que ela já terminou.
Pra fazer a viagem caber no seu orçamento (e descobrir quanto você precisa levar), pesquise bastante os custos do destino escolhido.
Leve em consideração alimentação, passeios, passagens de deslocamento entre um lugar e outro. Dessa forma, já inclua no dinheiro em espécie que levará um pouquinho a mais do valor que imagina que gastará fazendo o seu roteiro.

Se for à Índia ou ao Sudeste Asiático, a gente te ajuda com posts completos revelando valores 
Por que fechar um passeio na primeira agência que aparece pela frente? Pesquise e pechinche, na maioria dos países esse é um ato bem comum!
Na hora de comprar uma lembrancinha, daquelas que a gente vê se multiplicando aos montes em várias lojas, também dá pra tentar pagar menos. No fim, sobra mais dinheiro pra você investir em outras experiências.

Seguindo os sete passos acima, a chance de você voltar sem dívidas é praticamente certeira! A melhor coisa é, no fim de uma viagem, já poder começar planejar a próxima aventura, né?
Ainda mais se a fatura do cartão estiver zerada. Basta apenas começar tudo de novo e viajar sem dor de cabeça (e no bolso também).
Boa viagem (quitada), viajões!
O post 8 dicas pra viajar com tudo pago apareceu primeiro em Viajão.
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Uma simples conexão num país pode se transformar na descoberta de um novo lugar! Algumas companhias aéreas oferecem stopover gratuito e nós mostramos como aproveitar este benefício.
O post Como fazer um stopover apareceu primeiro em Viajão.
]]>Imagine que você fará um voo bem longo, lá pro outro lado do mundo (eu ouvi Ásia?). Normalmente, quando são horas e mais horas dentro de um avião até a chegada ao destino final, você vai precisar fazer uma conexão para trocar de aeronave. E que tal, bem nessa hora, curtir um stopover gratuito?

Isso acontece quando você sai do avião, do aeroporto e curte a cidade em que está por um, dois, três dias e depois retoma sua viagem até o destino final! Enfim, é fácil entender como fazer um stopover sem pagar nada e eu to aqui pra te explicar.
Em primeiro lugar, saiba que a parada gratuita em alguma cidade, para voos que partiram do Brasil, é oferecida como cortesia por algumas companhias aéreas. Então, esta parada precisa ser de, no mínimo, 24 horas, antes de seguir viagem pro destino final.

Na maioria dessas empresas, para ativar o benefício, basta escolher “múltiplos destinos” ou “multi-cidades” quando estiver comprando a passagem no site oficial da companhia.
Empresas aéreas europeias e dos Emirados Árabes Unidos são conhecidas por disponibilizar stopover gratuito. Se comprar passagem de alguma das citadas abaixo, dá pra aproveitar a regalia nas conexões:
Quando fui para a Ásia, no ano passado, decidi voar de Emirates. Por isso, consegui ativar o stopover gratuito logo ao comprar as passagens, no site deles.
Meu itinerário seria Guarulhos – Délhi (Índia) na ida e Bangkok (Tailândia) – Guarulhos na volta: ambos trajetos com conexão em Dubai.
Foi, finalmente, a chance de conhecer a cidade dos Emirados Árabes sem precisar fazer uma viagem exclusiva pra lá. Deste modo, decidi optar pelo stopover de apenas dois dias na volta.
Primeiramente, no site da Emirates, cliquei na opção “pesquisa avançada: múltiplas cidades“.

Depois, digitei os voos da ida: GRU – DEL. Então, selecionei o trajeto de volta, saindo de Bangkok, no dia que gostaria de iniciar o retorno ao Brasil.
Mas atenção! Nessa hora, escolhi o trecho saindo da capital tailandesa e parando em Dubai (lugar que a companhia oferece pro stopover) . Em seguida, basta clicar em “adicionar cidade” e completar o retorno a Guarulhos.

Por fim, coloquei a volta para dois dias depois, saindo de Dubai. Pronto! O sistema entendeu na hora que se trata da regalia e não fez a cobrança!

Voltar da Ásia, após quase um mês curtindo os encantos daquele maravilhoso continente, é bem cansativo. Acredite!
É que ao todo, são pelo menos 22 horas de viagem (contando apenas uma conexão, existem opções com três, por exemplo)!
Agora, imagine “quebrar” essa maratona aérea parando numa cidade do meio da caminho, indo pro hotel, tomando um banho, enfim, recarregando as baterias pra “turistar” um pouquinho mais?

É uma forma de dar aquela descansada e de conhecer mais um lugar que talvez nem estivesse nos seus planos. E o melhor: sem gastar mais por isso.
O post Como fazer um stopover apareceu primeiro em Viajão.
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Tenha em mente os custos com passagens aéreas, visto, passeios, alimentação e hospedagem.
O post Quanto custa viajar para a Índia apareceu primeiro em Viajão.
]]>Já te respondo de imediato: não existe um valor exato pra se investir numa viagem à Índia. Mas a ideia por aqui é te mostrar que um pouco de planejamento e aquela economia suave todo mês podem te ajudar a chegar até o Taj Mahal (e aos curries, aos naans, aos lassis…
).
O quanto custa viajar pra Índia depende muito de como é o seu “estilo viajão“. As dicas a seguir são para quem quer fazer uma viagem sem excessos, mas com um pouco de conforto.

Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.
1. Como montar seu roteiro pelo país
2. Quanto custa viajar pela Índia?
3. O que saber antes de ir à Índia: água, comida, motorista
4. Roteiro completo em Nova Delhi
5. Jaipur: a cidade rosa dos marajás
6. Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
7. Visitando o Taj Mahal
8. Rishikesh: a cidade indiana que vai além do ioga
9. Varanasi: o lugar mais sagrado do hinduísmo?
Eu já dei aqui algumas dicas pra comprar passagens aéreas mais baratas. Mas em primeiro lugar, você deve ter paciência e pesquisar com antecedência.
Minha viagem pra Índia só foi em novembro, mas sabe quando comecei a pesquisar passagens e valores pra lá? Se você pensou “meses antes”, acertou! Meu monitoramento começou em JANEIRO e foi todo feito usando o Skyscanner – e o melhor é que você pode colocar um alerta pra ele te avisar quando o valor das passagens caem.
Chegando perto de maio (seis meses antes da viagem, o que acho um prazo ideal), já percebi que era hora de comprá-las. Optamos por um voo que saísse de Guarulhos (SP) e fizesse apenas uma parada (em Dubai) antes de seguir a Delhi.
Com esses voos em classe econômica Brasil – Índia, dependendo da época que você desejar ir, deve investir entre R$ 3.500,00 e R$ 5.000,00. Talvez esta seja a parte mais “pesada” dos gastos de uma viagem à Índia.
Logo depois de comprar a ida e a volta (e, consequentemente, definir o dia que você sai do Brasil e o dia que você retorna), você precisa “preencher” os dias com a programação que vai rolar por lá. Ainda mais porque você vai querer aproveitar ao máximo seu tempo na terra dos curries.

Para um roteiro básico de uma primeira ida à Índia, eu recomendaria:
Para ficar cinco dias com o motorista, nós pagamos mais ou menos R$ 860,00 para três pessoas, o que incluía pedágios, taxas, hospedagens dele e outros custos. Se você fizer um roteiro maior, de mais dias com ele, certamente esse valor aumenta. Por isso, negocie tudo! Os indianos adoram a “brincadeira” e o seu bolso também.

Mas vale lembrar que a Índia é imensa. Talvez, suas opções de cidades sejam diferentes e mais distantes de Delhi. Então, a melhor opção seria pegar voos para cruzar o país (os trens são bem mais baratos, mas também demoram bastante).
Por exemplo: ir de avião de Delhi até Mumbai (no oeste da Índia) custa a partir de R$ 150,00 e o voo direto dura 2h15min. Ou, voar por 2h40 de Delhi até Bangalore, mais ao sul do país, sai a partir de R$ 200,00. Lembrando que são voos apenas de ida.
Você pode solicitar o visto para a Índia numa das embaixadas da Índia no Brasil. Por outro lado, também consegue emiti-lo online (o que é mais prático).
Para o visto online, que foi o que eu tirei, separe uns R$ 350,00.
A princípio, eu imaginava as hospedagens na Índia mais baratas do que são. Mas isso não significa que sejam caras. Estão bem longe dos preços dos Estados Unidos ou da Europa, por exemplo.
Primeiro, recomendo que você pesquise as acomodações no Booking.com. Por lá, você consegue ler as avaliações de outros hóspedes e isso ajuda a não cair em furada.
Num país como a Índia, vale levar muito em conta a localização e o conforto do local antes de reservar sua hospedagem.
Em Delhi, por exemplo, você vai encontrar diárias para dois adultos no centro (em Connaught Place) entre R$ 200,00 e R$ 1.000,00. Tudo vai depender do número de estrelas do hotel e da época que você estará na cidade.
Nas outras cidades que citei na sugestão de roteiro, lá em cima, os valores das hospedagens costumam ser um pouco mais baixos que em Delhi.

A comida indiana é uma explosão de sabores e temperos. Como é bom você evitar comer nas barraquinhas de rua, sempre fique de olho em restaurantes que pareçam bons. Você pode pesquisá-los direto no celular usando os apps TripAdvisor e Foursquare.
E, já te adianto, que a comida na Índia é bem barata. Um bom prato, como um Palak Paneer (molho espesso de espinafre com pedaços de queijo) sai por, no máximo, R$ 12,00 e pode servir até DUAS pessoas! 
Pra acompanhar, que tal alguns naans (os deliciosos pãezinhos indianos?). Eles custam entre R$ 4,00 e R$ 6,00 e também podem ser compartilhados.

As bebidas também costumam custar entre R$ 4,00 e R$ 6,00 – preço de uma garrafa de 600ml de cerveja, por exemplo.
Os preços que falei ali em cima são em restaurantes legais, não luxuosos, mas bem gostosos e recomendados nos aplicativos que turistas usam. Mas você pode separar algumas refeições para conhecer restaurantes mais requintados.
Muitos destes acabam ficando dentro de hotéis cinco estrelas. Vale separar uns R$ 50,00, R$ 70,00 para um jantar mais “rebuscado” por lá. Pode apostar que isso será bem menos do que o que você pagaria num equivalente no Brasil.
Os passeios não costumam ser muito caros. Antes de mais nada, sei que você pensou no Taj Mahal. O ingresso é considerado “salgado” para os padrões da Índia, custa R$ 80,00 – valor reajustado neste mês.

Outro passeio “caro”por lá é o rafting no Ganges, em Rishikesh. Custa entre R$ 50,00 e R$ 110,00, dependendo de quantos quilômetros de aventura você fará. Os passeios durante entre 2h30min e 5h e valem muito a pena!

Os outros passeios, provavelmente, serão mais baratos do que esses dois que comentei. Aliás, inclua também os deslocamentos de tuk-tuk nas cidades. É bom você sempre negociar! Mas, dependendo da distância, eles podem custar entre R$ 5,00 e R$ 20,00.
Na Índia, Uber também é uma boa pedida. Funcionou super bem e, numa corrida de 16km, à noite, pagamos uns R$ 20,00 – e em dinheiro, direto pro motorista.
Não comprei praticamente nada material na viagem que fiz à Índia. Mas lembre-se que tudo você pode negociar com o vendedor – ele vai querer que você faça isso, inclusive. Pode dizer que você quer pagar sempre metade do primeiro valor informado. Dá pra garantir uma boa economia.

E sobre as coisas do dia a dia em mercadinhos, como água e chocolate: custam a partir de R$ 2,00. Nada que quebre seu orçamento.
Enfim, como falei no começo, seus gastos vão depender do seu estilo como viajão. Seguindo todas essas dicas acima, separe uns R$ 310,00 por pessoa, por dia, para gastar na Índia (na atual cotação, isso dá USD 78).
Nesse valor, estão incluídos TODOS os custos, EXCETO o visto (solicitado antes) e as passagens aéreas (que você provavelmente comprará com antecedência no cartão de crédito, ainda no Brasil, podendo até parcelar
).

Viu como dá pra economizar e realizar o sonho de conhecer esse país fantástico? A Índia te espera e nem vai cobrar muito por isso, não.
Como montar seu roteiro pelo país (em breve)
O que saber antes de ir à Índia: água, motorista, comida
Roteiro completo em Nova Delhi
Jaipur: a cidade rosa dos marajás
Pushkar, a cidade good vibes e seu lago sagrado
Quando planejar uma viagem à Índia, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade e também ajuda o Viajão®. \o/
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Se você me perguntar “quanto custa viajar pelo Sudeste asiático?”, te respondo na lata: não custa muito! Aí, você pode
O post Quanto custa viajar pelo Sudeste Asiático apareceu primeiro em Viajão.
]]>Se você me perguntar “quanto custa viajar pelo Sudeste asiático?”, te respondo na lata: não custa muito! Aí, você pode até me dizer: “mas como assim? É lá do outro lado do mundo, deve ser muito caro!”. Não, amigo viajão, não é! Acaba sendo uma viagem mais barata do que ir pros Estados Unidos ou pra Europa, por exemplo, e eu te explico.

Sua primeira grande missão é fazer um bom PLANEJAMENTO!
Ao começar a esboçar uma viagem pra Tailândia, Indonésia, Vietnã, Camboja, Singapura… enfim, pr’aquela região do mundo, fique de olho nas passagens aéreas. E defina uma capital como seu ponto de partida (e quem sabe de volta também, como fizemos). Já dei dicas de como comprar passagens aéreas baratas aqui, lembra?
Viajei em novembro, comprei as passagens em junho. Acho que é uma antecedência ideal. Você tem tempo de pesquisar (comecei a pesquisa em janeiro) e já vai ter noção dos preços mais baixos e mais altos das passagens que você quer.

Pagamos o equivalente a R$ 2900 as passagens de ida e volta saindo de São Paulo e chegando em Bangcoc. Voamos Etihad. (atualização: a Etihad encerrou suas atividades no Brasil em 2017, por isso não há mais voos entre São Paulo e Abu Dhabi, o que é bem ruim!).
Então, definimos nosso roteiro sabendo que teríamos 28 dias de intervalo entre as duas passagens risos. Era hora de rechear esse meio com os lugares que queríamos visitar por lá.
Decidimos que, além da Tailândia, queríamos ir ao Camboja, Vietnã, Indonésia e Singapura. Pra isso, começamos a pesquisar passagens aéreas internas, já que é o meio mais rápido e prático pra se deslocar lá dentro. (Muita gente opta por ônibus, mas alguns trajetos levam até nove horas [!] e as estradas não são geralmente tão boas).
O quanto custa viajar pelo Sudeste asiático estará diretamente relacionado ao valor que você vai gastar se deslocando de um país pro outro.
Nós procuramos logo as companhias low cost que atuam no Sudeste asiático.
Voar low cost não foi uma preocupação pra nós porque só levaríamos bagagem de mão pra essa longa viagem! Por isso, atenção: se você levar malas mais pesadas, que precisa despachar (normalmente de graça) quando sair do Brasil, vai ter pagar para despachá-las nos voos internos low cost. Fique atento às regras das companhias!

Recomendo as seguintes low cost de lá: Tiger Airways (permitem até 10kg de bagagem de mão) e a melhor de todas, a Air Asia (aceitam até 7kg na bagagem de mão). E não recomendo a Jet Star Pacific (eles cancelaram um dos voos que pegaríamos e não deram auxílio nenhum pra ressarcir o valor da passagem. Foi na base do “se vira aí”. Horrível).
Compramos essas passagens dos trechos internos pelos sites das companhias, usando cartão de crédito internacional, e tudo ok. Deu tudo certo. Inclusive, lá na hora do embarque, nunca quiseram pesar nossas bagagens de mão! Não tivemos estresse nenhum com isso, ou aquela tensão básica de “será que vou ter que despachar? Será que vou ter que vestir mil casacos pra diminuir o peso da mala?”.
Nos oito trechos internos, no total, gastamos mais ou menos mil reais (tudo bem que o dólar estava abaixo de R$ 3,00 na época). Lembre-se: OITO VOOS por mil reais. Pesquise preços pelo SkyScanner.

Tirando Singapura, lugar mais caro dos que visitamos, os hotéis são geralmente bem baratos! E não to falando de espeluncas! Ficamos em hotel 4 estrelas onde a diária saiu 36 dólares pra TRÊS pessoas (12 dólares pra cada um!). Tem hotel por 5 dólares, e por aí vai. Sempre uso o booking.com pra reservar, funciona muito bem e é pratico! (E não é publi, viu? Gosto mesmo e recomendo).
Chega a ser absurdamente barato comer no Sudeste asiático. Me falavam, mas eu não acreditava muito até comprovar. Você vai pagar no máximo 5, 6 dólares num prato delicioso e “caro” pros padrões deles. Pra você ter ideia, no Camboja a cerveja “tipo chopp” saía USD 0,50. Sim, cinquenta centavos de dólar! Sucos, normalmente, custam 2 dólares. Na Tailândia, um delicioso e tradicional Pad Thai, num dos melhores restaurantes, também é uma pechincha! Custa uns 3 dólares!
Também não costumam ser caros. Aqueles que te levam pra mergulhar, curtir as praias, custam em média 10 dólares. O mais importante: tudo isso depende do que tá incluído e o tempo dos passeios. Mas não dói no bolso, não!

Te digo que dá pra calcular uma média de 55 dólares por dia de viagem no Sudeste asiático, isso “vivendo bem, confortavelmente”, pagando hotel, alimentação, cervejas, passeios e até algumas lembrancinhas e chocolates!
Reparou que as duas últimas dicas foram uma indireta? To esperando, viu? Boa viagem!
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