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Arquivos Peru – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/peru/ construímos memórias Sat, 28 Nov 2020 22:08:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Peru – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/peru/ 32 32 25 livros para viajar sem sair do sofá https://www.viajao.com.br/bkp/livros-para-viajar-sem-sair-do-sofa/ https://www.viajao.com.br/bkp/livros-para-viajar-sem-sair-do-sofa/#comments Sat, 21 Mar 2020 10:00:12 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11952 Em tempos de coronavírus fica difícil pensar em planejar novas viagens... Enquanto isso, para ajudar todos que já estão sentindo falta de novos cenários, selecionei 25 livros para viajar sem sair de casa. São livros muito queridos por mim e que me ajudaram a entender melhor o mundo.

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Estamos vivendo tempos delicados… E se no momento ainda não dá para planejar viagens, dá para aproveitar essa época de isolamento social recomendado para ler e pesquisar, certo? Por isso, escolhi 25 livros para viajar sem nem precisar sair de casa. São histórias muito queridas por mim, que me ajudaram a entender melhor o mundo – nem que seja um pouquinho. Espero que seja útil para vocês também.

Ah, muitos deles eu li no Kindle – um dos acessórios indispensáveis para viajantes que gostam de ler. Afinal, é muito leve e compacto. Dá para levar uma biblioteca na mala sem ultrapassar os limites de bagagem. O meu é o Paperwhite normal, mas tem também a versão à prova d’água. A capinha que uso pra protegê-lo é essa aqui.

Sobre coronavírus:

Restrições de viagem: o que mudou por conta do coronavírus

Como adiar ou cancelar viagens por causa do coronavírus

Brasil: A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, Martha Batalha

No Rio de Janeiro dos anos 1940, Guida Gusmão desaparece de casa. Os pais ficam preocupados. A irmã Eurídice, arrasada, precisa seguir sua vida. Mesmo que de formas bem diferentes, as duas acabam tendo que tomar decisões pressionadas pela sociedade da época. E nenhuma delas parece muito feliz com as escolhas. Em uma sociedade (ainda mais) machista, as duas levam a vida como podem.

O texto é irresistível, bem humorado apesar de tudo. E acho muito difícil que as mulheres não se identifiquem com a história. Tenho também um sentimento de nostalgia pelo Rio do século passado que nunca vou conhecer.

Obs.: esse livro ganhou uma versão em filme recentemente. Com o título de A Vida Invisível, a história tem pouco a ver com a do livro. Honestamente, detestei (haha).

Peru: Travessuras da Menina Má, Mário Vargas Llosa

Coloquei Peru só porque é lá que a história começa (e porque Vargas Llosa é peruano). Mas a gente viaja também por Paris, Londres, Tóquio e Madrid neste livro. A obra é sobre a história de amor pouco usual entre Ricardito e Lily – ele se apaixona por ela ainda na infância e os dois vão se reencontrar e se desencontrar pelo mundo. É tipo um jogo de gato e rato misturado com War (haha).

Mas mais do que uma história de amor, esse livro é também um retrato das mudanças pelas quais o mundo passou no século passado. O texto é sensacional, impossível parar de ler. Não é a toa que Vargas Llosa levou o Nobel de literatura, né?

Estados Unidos: A Menina da Montanha, Tara Westover

Essa é uma história real de uma menina nascida nas montanhas de Idaho, em uma família que acreditava que o fim do mundo estava prestes a chegar a qualquer momento. Os pais (em especial o pai) não acreditava nas instituições como colégios, faculdades, hospitais e estocava todo tipo de alimento. 

Mas o fanatismo vai escalonando de forma absurda ao longo da infância e adolescência de Tara, o que fazia a vida dela e dos irmãos ser posta em risco constantemente. Aos 17 anos, Tara escolhe tentar um novo tipo de vida e pisa pela primeira vez em uma sala de aula. Im-pres-si-o-nan-te! Só leiam!

Estados Unidos: As Cataratas, Joyce Carol Oates

Joyce Carol Oates é uma das melhores escritoras do nosso tempo – é cotada faz tempo para o Nobel. Nesse livro, ela transforma as Cataratas do Niágara em um personagem fascinante. Em 1950, um homem atravessa os portões que dão entrada às Cataratas, sobe na grade e se joga. Na véspera, ele havia se casado com Ariah, que só foi entender o que acontecera depois de encontrar o bilhete do marido no espelho do banheiro. A partir daí, o livro vai narrar a história dela ao longo das décadas. As Cataratas seguem presente durante toda a saga, como uma força da natureza impossível de ignorar.

Barbados: Eu, Tituba, Bruxa Negra de Salém, Maryse Condé

Nascida em Barbados no século XVII, Tituba foi uma mulher real. Ela foi escravizada e enviada para os Estados Unidos – como entendia de ervas e plantas, foi considerada bruxa e perigosa. Participou do famoso julgamento das Bruxas de Salém, nos Estados Unidos. E volta à vida com esse livro que mistura ficção e registros históricos. A história e o texto são maravilhosos! E esse livro levou o Academy Prize 2018, uma espécie de prêmio Nobel paralelo.  

Itália: Saga Napolitana, Elena Ferrante

Essa indicação é 4 em 1, porque a saga tem quatro títulos: A Amiga Genial, História do Novo Sobrenome, História de Quem Foge e de Quem Fica e, por fim, História da Menina Perdida. Em Nápoles, na Itália, duas meninas formam uma amizade que vai durar a vida toda. Lila, esperta, destemida e ambiciosa. Lena, inteligente, disciplinada e leal. Entre idas e vindas, as duas vão acompanhar as transformações do país a partir da década de 1950. Porém a saga já começa com um mistério nas primeiras páginas do primeiro livro: Lila sumiu e ninguém sabe onde foi parar. 

Obs.: A primeira temporada da série – inspirada no primeiro dos livros – já está disponível na HBO e é maravilhosa. 

França: Submissão, Michel Houllebecq

Um dos autores franceses mais polêmicos mostra um futuro próximo em que o vencedor do segundo turno das eleições na frança é um homem muçulmano. Mohammed Ben Abbed é considerado um político conciliador, que tem como objetivo algumas mudanças sociais. De outro lado, François, um acadêmico solitário, aprende a lidar com as mudanças na sociedade. 

Obs.: Esse livro foi escrito pouco antes dos atentados na França em 2015 – e lançado bem no olho do furacão. O livro gerou bastante burburinho porque, em certos aspectos, Houllebecq pareceu prever o futuro.

Holanda: Tirza, Arnon Grunberg

Jorge Hofmeester tinha, aparentemente, uma vida perfeita. Casa em bairro nobre de Amsterdã, esposa, duas filhas – uma delas é Tirza, sua favorita. Até que, sem razão lógica, tudo parece começar a ruir – seu casamento, a filha Ibi que é pega em situação constrangedora com o vizinho, Tirza que parte para uma viagem pela África… Apesar dele tentar manter o autocontrole, a tensão vai crescendo até culminar num dos finais mais surpreendentes que li nos últimos tempos (e, sim, dá um pau em muito thriller que todo mundo cultura por aí, viu?). 

Turquia: Neve, Orham Pamuk

Orham Pamuk é um dos meus escritores favoritos. E em Neve, ele conta a história de Ka, um poeta turco exilado na Alemanha que volta para sua cidade natal na Turquia para investigar uma onda de suicídios entre jovens muçulmanas. Durante a visita, uma nevasca vai bloquear todo o vilarejo – onde um casal vai liderar um golpe militar. Impressionante como Pamuk consegue, com seu texto, nos transportar para uma vila isolada no meio do inverno turco. Ele também foi vencedor do Nobel de literatura. 

Irã: Persépolis, Marjane Satrapi

Nascida no Irã do final dos anos 1960, Marjane tinha 10 anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico para frequentar a escola. E Persépolis é a história em quadrinhos que ela escreveu para contar sua vida e um pouco da história do Irã, que foi jogado num regime xiita conservador e opressor. É uma das histórias em quadrinhos mais famosas do mundo e tem um motivo: é maravilhosa. 

Rússia: O Mestre e a Margarida, Mikhail Bulgakov

Irônico, divertido e engraçado. Acho que são as palavras que melhor descrevem esse livro. Já nas primeiras páginas, o Diabo desembarca em plena Moscou dos 1930, durante o regime comunista. Com um estilo muito original, Bulgakov narra as confusões e a loucura que Satanás e seus seguidores vão causando na vida cotidiana na cidade. 

Ruanda: Nossa Senhora do Nilo, Scholastique Mukasonga

Um dos temas pelos quais mais me interesso é a história do genocídio Tutsi em Ruanda, então não poderia deixar de incluir alguns livros sobre assunto. Aqui, Scholastique, que é Tutsi, narra a vida em uma escola para meninas no alto das montanhas, perto da nascente do Nilo. Lá, existe um sistema de cotas étnicas que limita a 10% o número de alunas da etnia Tutsi. Por meio do olhar das meninas, podemos acompanhar o início da escada de violência que dizimou milhões de pessoas nos anos 1990. 

Ruanda: Meu Pequeno País, Gael Faye 

A história começa no Burundi, em 1992, onde nasceu Gabriel – filho de pai francês e mãe ruandesa. Esse é um relato autobiográfico do genocídio em Ruanda visto pelos olhos de uma criança. A família mora em um bairro nobre no Burundi, mas não demora muito para que os efeitos da onda de violência cheguem até eles – os funcionários do pai começam a faltar, os amigos não podem mais se reunir para brincar… Até que a mãe resolve voltar ao país de origem para tentar salvar a família. Maravilhoso. 

Nigéria: Meio Sol Amarelo, Chimamanda Ngozi Adichie

Bom, Chimamanda é uma das minhas autoras favoritas e eu gosto de tudo que ela escreve. Mas Meio Sol Amarelo, seu livro mais duro, tem um lugar especial no meu coração. Tendo como pano de fundo a guerra que tentou dividir a Nigéria em duas nações na década de 1960, o livro conta a história de duas irmãs, Olanna e Kainene. É um relato maravilhoso sobre como viver em meio a meio a guerra – ou melhor, sobreviver. 

Gana: O Caminho de Casa, Yaa Gyasi

Um dos meus livros favoritos da vida, já perdi as contas de quantas vezes indiquei e assim vou seguir fazendo. O Caminho de Casa é um livro muito importante e merece ser lido. Escrita portam autora de origem ganesa (ela se mudou ainda criança para os Estados Unidos), a história acompanha a vida de duas irmãs e seus descentes ao longo dos anos. Uma delas fica em Gana. A outra é escravizada e levada para os Estados Unidos. Os capítulos se intercalam para contar sobre os caminhos que cada uma das linhas da família seguiu até os dias de hoje. 

Índia: Todas as Cores do Céu, Amita Trasi 

Para quem quer entender um pouco sobre a complexa sociedade indiana e seu regime de castas, esse livro é uma forma de começar. Mukta, uma menina que pertence a uma casta de mulheres que são obrigadas a servir aos homens (inclusive sexualmente) é resgatada por um ativista que a leva para viver em sua casa em Mumbai. Lá ela conhece a irmã, Tara, com quem aos poucos se conecta. Anos depois, Mukta é sequestrada – já adulta, a irmã tenta encontrá-la. Tem como pano de fundo os ataques terroristas de 2008 em Mumbai. 

Índia: O Deus das Pequenas Coisas, Arundhati Roy

Enquanto a história aqui em cima se passa em Mumbai, essa se passa em Querala, bem ao sul da Índia. Tal qual o Brasil, a Índia é um país de dimensões continentais – e por isso o cenário é completamente diferente. Aqui, dois irmãos gêmeos, Rahel e Estha, crescem em meio aos potes de compota e pimenta da fábrica da avó. Aos poucos, os dois vão descobrindo o mundo – suas belezas e crueldades. Enquanto isso, a mãe também enfrenta as dificuldades de um país dividido em castas. O ritmo da história é mais lento e o texto é super poético, muito bonito. 

Camboja: Primeiro Eles Mataram Meu Pai, Loung Ung

O Camboja é um dos países que mais me emocionaram – e até hoje um dos que mais amei conhecer. Nesse relato autobiográfico, a autora narra como foi o regime do Khmer Vermelho, liderado por Pol Pot, a partir de abril de 1974. Ela, que era filha de um funcionário do governo, é transformada em uma criança-soldado, enquanto vê seus irmãos serem levados para campos de trabalhos forçados. Muito interessante para entender as cicatrizes desse regime que o país carrega até hoje. 

Obs.: O filme baseado nesse livro está na Netflix. A direção é da Angelina Jolie, que se apaixonou pelo país ao gravar Tomb Raider – tanto que seu filho Maddox é de origem cambojana. 

Coreia do Norte: Para Poder Viver, Yeonmi Park

Outro relato autobiográfico, dessa vez sobre a fuga de uma menina norte-coreana do país. Yeonmi Park conta um pouco da sua vida no país mais fechado no mundo – a rotina de se alimentar com plantas selvagens e insetos, a rotina de ver vizinhos e conhecidos sumindo de repente. Aos 13 anos, ela e a mãe resolvem fugir passando pela China, Mongólia e, por fim, Coreia do Sul. 

Coreia do Sul: A Vegetariana, Han Kang

Se fosse um filme, A Vegetariana certamente seria um filme de terror. Ao acordar de um sonho, Yonghye passa a se recusar a cozinhar, comer e servir qualquer tipo de carne. E o que parecia ser uma decisão simples acaba transformando a vida dela em um inferno. A Vegetariana é, para ser um pouco simplista, uma alegoria sobre como a sociedade tenta controlar a vida das mulheres. É um livro um pouco perturbador, mas muito interessante. 

China: Mudança, Mo Yan

O chinês Mo Yan, vencedor do Nobel de literatura em 2012, tem um texto singelo, tão bonito. Nesse livro, ele, que nasceu em uma região rural de Shandong, ilustra de forma muito simples os contrastes da China contemporânea. Fácil e rápido de ler. 

Japão: Caçando Carneiros, Haruki Murakami

Lançado no Japão na década de 1980, foi Caçando Carneiros que fez Haruki Murakami ficar mundialmente famoso – até hoje segue como um dos mais cotados ao Nobel. E essa obra dá uma boa ideia do que a escrita dele – cheia de sutilezas, mistérios, fatos inexplicáveis e pequenos detalhes que é preciso captar no ar. O protagonista da história trabalha em uma agência de publicidade e leva uma vida tranquila, até que recebe uma carta misteriosa que o leva em uma viagem pelo Japão em busca de um único carneiro.

E se você tiver outras sugestões de livros que nos ajudam a entender melhor a cultura de um país, deixa aqui nos comentários!

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Não brinque com a tesoura! https://www.viajao.com.br/bkp/danza-tijeras-lima/ https://www.viajao.com.br/bkp/danza-tijeras-lima/#respond Mon, 18 Mar 2013 11:00:57 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8913 Conhece a Danza de las Tijeras, considerada Patrimônio Imaterial da Humanidade do Peru? Foi a dança que embalou o ano novo em Lima.

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“Não vai correr com a tesoura na mão!”  – “Imagina se pega no olho?” – dizia minha vó, e foi a primeira coisa que pensei ao ver a Danza de las Tijeras num ano novo mais fora do padrão que passei, em Lima – Peru.

Se correr com tesoura na mão era proibido, imagina então dançar com ela!!! Acho que esses garotos não tinham vó pra avisar! Ainda bem, caso contrário não teriam inventado essa dança, hoje patrimônio cultural reconhecido pela Unesco. Na verdade, a dança típica de origem indígena, as roupas e a música são tão originais que você mal lembra que além de todas as manobras eles ainda seguravam a bendita tesoura, não fosse pelo barulho de sinos que elas fazem.

Antes de ser Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, boatos que a dança era usada por curandeiros e sacerdotes das civilizações pré-espânicas, chamados “hijos del diablo”. Mais tarde, os dançarinos tiveram que adotar uma postura mais “católica” para continuar com dança e costumes coloniais foram agregados.

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Além da dança das tesouras, que também poderia se chamar de cuduro em algumas partes e uma mistura de música celta com CTG em outras, muitas outras danças tipo peruana-gauchescas embalaram o jantar… Mas não se preocupem, teve música de ano novo século XXI também no final!

Era Ano Novo 2011-2012 e ao contrário dos costumes brasileiros, nada de praia, roupas brancas, oferendas e Ivete Sangalo. Pra quem não sabia o que esperar, passar a virada em Beira-Mar  Larcomar, um belíssimo centro comercial, com vista aberta para os fogos de artifício e festas vizinhas, um jantar excelente e um show de danças típicas de camarote foi prá lá de surpreendente! Muy guay!!!

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Poeirão de Natal https://www.viajao.com.br/bkp/ceia-de-natal/ https://www.viajao.com.br/bkp/ceia-de-natal/#respond Mon, 24 Dec 2012 21:25:38 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=8507 Hora de relembrar as ceias de Natal passadas! O que tem na sua ceia viajona por aí?

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Vale a pena ver de novo o post do Natal passado, assim como vale a pena comer de novo Peru, Pernil, Chester, fios de ovos e damasco… não, damasco não, alguém já me disse que damasco denuncia idade…

Bom por aqui tudo continua na mesma, a ceia cheirando na cozinha o dia todo promete e, devo dizer, a cada ano minha mãe se supera! Se não fosse a maior viajona do mundo, seria a maior cozinheira do mundo!

Alguém aí tem um Natal que não seja assim, ou está passando a data em algum lugar onde as tradições são muito diferentes?? Conta pra gente, e manda seu registro para o contato@viajao.com.br

Feliz Natal Viajões!!! Nunca deixem de sonhar, o sonho está no ar, lua de crystal… e de viajar! Que aquele velho pançudinho que traz os presentes (seu pai) venha com muitas viagens pra você neste Natal!

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Vamos Pular? https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-39/ https://www.viajao.com.br/bkp/vamos-pular-39/#comments Fri, 30 Mar 2012 10:00:18 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=6799 Pula, sai do chão, esse é o bonde do Viajão! risos Olha, a campanha #pulaSandy já nos custou dezenas de

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Pula, sai do chão, esse é o bonde do Viajão! risos

Olha, a campanha #pulaSandy já nos custou dezenas de sextas-feiras! Há quase um ano, a gente implora pra que nossa musa mande uma foto pulando pra souviajao@gmail.com. Até agora N-A-D-A! Mas tudo bem, a gente vai mudar a campanha e contar com a ajudinha do BONDE DO TIGRÃO!

Só que não risos. Mas vale pra gente ficar com essa musiquin na cabeça durante toda essa sexta, né? Pula, sai do chão, vamos ver quem são os pulão! E querida Sandy, não, não desistimos de você! Bora dar um jump?

Aposto que ela assiste a este filme todos os dias.

Maior bomba cinematográfica do milênio risos! Então, vamos pros saltos de hoje! Mande o seu também, só não vale ser de salto alto.

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A Lillian Brandão, do blog Nerds Viajantes, deixou a nerdice de lado e resolveu se DESCOLAR nuns pulos bem pulados! Bateu as fotos no Badwater Basin, dentro do Death Valley National Park, na Califórnia! As fotos estão excelentes, Lillian, parabéns. Mas a nota dos pulos é 7,8. Sabe por quê? Você acha que nossos minuciosos avaliadores não viram o FIO que você está segurando nas duas fotos e que tentou esconder com o chapéu na segunda? RÁ! risos

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A viajona Monique Ribeiro mandou uma verdadeira COLEÇÃO de pulos pela Europa, mas a Monique não mandou pulo em Munique risos.

Pulando na Capadócia, mas não de um balão…

Resolveu dar um pulinho em Atenas…

E terminou IÇADA em Roma!

Monique, média de 9,3 pelas fotos, ok? O seu FIO, que você está segurando, não conseguimos ver direito. Por isso, mandou bem. 😉

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A “xoinvilense”, de Xoinville, em Xanta Catarina, Marília Castilho, resolveu dar sua contribuição pra Sandy pular! Aderiu forte a campanha #pulaSandy.

Não poderíamos dar outra nota para puxa-sacos risos. É DEZ (com voz de nota de escola de samba). Afinal, a Marília Castilho fez até uma montagem incentivando você a ver o famoso tutorial do pulo. Inspire-se:

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Elisa Finato, ah, Elisa Finato. Tá virando quase uma puladora cativa desse blog. Tá até procurando TERAPIA, porque bater fotos pulando virou seu novo vício!

As fotos são na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, em Floripa!

Levando um tiro de canhão rumo ao penhasco risos.

Nota 8,3 porque na última foto o clique saiu um milésimo de segundo vírgula doze antes da hora.

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Vai lá, viajão! Ainda é sexta! Twitte bastante #pulaSandy e mande sua foto pra souviajao@gmail.com! Tamo esperando… Um grande abrass por trás!

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DU PERU https://www.viajao.com.br/bkp/du-peru/ https://www.viajao.com.br/bkp/du-peru/#respond Mon, 09 Jan 2012 10:00:24 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=6027 Geralmente conheço a Capital dos países que visito, e infelizmente muitas vezes é só a capital messs. No Peru, só conheci Lima, mas estou louca pra voltar.

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Geralmente conheço a Capital dos países que visito, e infelizmente muitas vezes é só a capital messs. No Peru, só conheci Lima, mas estou louca pra voltar e conhecer Cuzco e Machu Pichu.

Dificilmente alguém pensa em ir pra Lima, né? Primeira opção entre os vizinhos latinos é Buenos Aires, depois Santiago, Montevidéu… ahhh e claro, Ciudad de Leste! Quando se pensa em Peru, Lima é só escala pra Machu Pichu, mas gente: VÁ PARA LIMA, CONHEÇA O PERU!! Dedique pelo menos uns 2 dias a mais na capital antes de seguir viagem! Vale a pena e eu agarantchiu!

A Cidade é limpa, ampla, e grande! 11 milhões de habitantes! Está em muito melhor estado que a queridinha Buenos Aires. Sem contar que os anfitriões são DE LONGE mais gentis, agradáveis e sorridentes. Humildade e gentileza estão na cara dos peruanos e das peruanas.

                                              

A comida é simplesmente DIVINA pra quem curte frutos do mar, e também peixe cru. Pela primeira vez nenhum estraga-prazeres vai poder dizer “Mas no Brasil isso aqui seria bem mais barato” por que não é! Mas vamos deixar pra salivar mais no COMILÃO de sábado…

A cidade é uma mistura de colonização espanhola, ares de Europa, com a força e a alegria das cores e costumes dos antigos povos, principalmente incas. Uma diversidade e uma mistura apaixonantes que faz pensar por que não carregamos nossas raízes com mais orgulho também!

Pensamos que estamos na Espanha, e de repente um colorido nos lembra: DU PERU!


Um florido típico de HOLAMBRA ou Farol da Barra? Não, é farol DU PERU!

Uma vista pro mar constante, mas não estamos no nível dele, estamos em cima das falésias, parece a Canoa Quebrada no Ceará, mas se trata: DU PERU!

Prédios modernos a beira-mar, tipo Balneário Camburiú, ou ainda uma estrada beirada por coqueiros à lá Miami, trata-se, porém do bairro de Miraflores: DU PERU!

 

Só uma prévia dos posts que virão, inspirem-se com o Peru!

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