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Arquivos Pôr-do-Sol – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/por-do-sol/ construímos memórias Sun, 29 Nov 2020 00:06:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.viajao.com.br/bkp/wp-content/uploads/2018/10/cropped-IMG_2510-32x32.jpg Arquivos Pôr-do-Sol – Viajão https://www.viajao.com.br/bkp/tag/por-do-sol/ 32 32 Um paraíso chamado Boracay https://www.viajao.com.br/bkp/um-paraiso-chamado-boracay/ https://www.viajao.com.br/bkp/um-paraiso-chamado-boracay/#respond Sun, 09 Feb 2020 11:00:41 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=11773 A ilha é perfeita para quem quer relaxar e curtir uma praia que mais parece uma imensa piscina. Conheça este paraíso nas Filipinas!

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Saber que as Filipinas têm mais de cinco mil ilhas é de cair o queixo, né? E  entre tantos lugares de paisagens lindas, está um paraíso chamado Boracay.

White Beach em Boracay, nas Filipinas

A ilha no Sudeste Asiático tem uma vibe diferente se compararmos com destinos mais famosos, como El Nido e Coron. E é por ser assim, única, que você ficará encantando por ela. E eu vou te contar o que fazer em Boracay.

Como chegar

Pra chegar até Boracay, você primeiro precisa pegar um voo até Caticlan (MPH), que é o aeroporto mais próximo.

Dá pra voar até lá saindo de Manila (capital) ou de Cebu, por exemplo.

Empresas de baixo custo fazem esses voos. Cebu Pacific Air e Air Asia são boas opções. Use o Skyscanner pra pesquisar os preços.

Saindo do aeroporto

Assim que desembarcar no aeroporto de Caticlan, você vai precisar pegar um barco que te deixa em Boracay.

Antes da porta de saída do pequeno aeroporto, encontre os quiosques que vendem o transporte até a ilha. É um combo: van + ferry.

A van te leva até o píer, que fica a uns cinco minutos do aeroporto. E do píer partem as embarcações até Boracay.

A ida de barco

Primeiramente, é bom saber que o transporte até a ilha de Boracay é feito em barcos pequenos e simples, que levam umas 50 pessoas por vez.

Quem vai com bagagem pequena e de mão leva vantagem, porque atravessar as improvisadas passarelas tábuas de madeira, que ligam o píer às embarcações, é uma aventura!

Acesso do píer ao barco em Boracay, nas Filipinas
Tem coragem? 

O trajeto dura uns 15 minutos e não é confortável. Mas vai valer a pena!

Paraíso com regras

Ao chegar à ilha, placas com regras já pipocarão na sua frente. Sim, o turismo em Boracay finalmente foi controlado e algumas proibições são aplicadas a quem quer desfrutar um pouco do paraíso.

Não é mais possível fumar e consumir bebidas alcoólicas na White Beach, a principal praia da ilha. Danças com fogo, esculturas de areia, instalações de luz elétrica e esportes aquáticos também estão proibidos à beira-mar.

Tudo isso está sendo feito agora porque a ilha precisou ficar completamente fechada pro turismo por seis meses em 2018 (entre os meses de abril e outubro).

Boracay, Filipinas
Rua principal de Boracay, completamente reformada

A pausa aconteceu para que o ecossistema conseguisse se recuperar após anos de degradação provocada pelo turismo desordenado. Até construções em áreas irregulares foram demolidas durante este período.

Onde ficar em Boracay

A ilha é dividida em três estações. A mais famosa (e badalada!) é a número 2, onde está a famosa e movimentada White Beach.

A ilha de Boracay, nas Filipinas, é dividida em três estações

Procurar por hotéis nesta região pode ser uma boa se você curte estar no meio do agito e com muitas opções de restaurantes, bares e lojas por perto.

 A estação de número 1 é mais pacata e reúne opções de hospedagem mais “família”. Já a número 3 é uma área um pouco mais “nobre”, com resorts mais luxuosos.

Cheiro de mofo

Não estranhe se o quarto de seu hotel estiver com cheiro de mofo. Em novembro de 2019, nós andamos de acomodação em acomodação, por uma hora, para tentar encontrar alguma hospedagem sem o “aroma de fechado”. São reflexos de um lugar que ficou sem receber turistas por meio ano, né?

Chegamos a entrar em vários quartos nessa busca por um hotel bacana e que atendesse nossas expectativas. E percebemos que a maioria deles tem uma estrutura mais antiga, apenas com a recepção reformada pra dar uma “cara mais moderna”.

Olha a cor dessa água

White Beach, praia em Boracay, nas Filipinas

A cor da água nas Filipinas é surreal! Mas a White Beach, em Boracay, consegue ser ainda mais incrível. Quando você entra pra dar um mergulho, vai entender. Ela é completamente transparente.

Como a areia é bem branquinha, a água parece de uma piscina gigante, com ondas leves e salgada. Mesmo que vá bem pro fundo, ainda vai continuar vendo seus pés sem dificuldade alguma. Nunca vi algo parecido.

https://www.instagram.com/p/B5VY7PapO3z/

O evento de White Beach

A maior parte da praia mais famosa da ilha fica na Estação 2. E todos os dias, perto do sol se pôr, a faixa de areia fica lotada de gente esperando o dia se despedir.

Pôr do sol em Boracay, nas Filipinas

O visual é maravilhoso e o “evento” parece um réveillon todos os dias, com muita gente reunida pra se despedir de mais um dia.

Onde comer

Em primeiro lugar, é bom saber que a orla da Estação 2 está repleta de bares e restaurantes. O curioso é que a areia vai até a entrada dos estabelecimentos, não existe uma calçada separando os espaços.

Não deixe de comer os deliciosos muffins do tradicional limão filipino, o kalamansi, no Real Coffee & Tea Cafe, de beber bons drinks e comer petiscos no bar Epic Boracay e de saborear uma sobremesa incrível, como o famoso cheesecake de manga (e outras tortas maravilhosas) do Cafe del Sol.

Cheesecake de manga nas Filipinas
Eu não curto manga e achei esse cheesecake delicioso :O

Inclusive, todos ficam à beira-mar e a poucos minutos de caminhada um do outro.

D’mall

Se quiser mais opções legais pra comer e comprar, basta entrar numa das ruazinhas transversais da Estação 2. Ali, fica o D’mall, uma área bastante movimentada, cheia de lojas e feirinhas, e também restaurantes. Tem de comida filipina à hamburgueria.

As crianças podem se divertir na mini roda gigante. Já pros adultos, um pub irlandês deve ser uma boa pedida.

O que mais fazer no paraíso chamado Boracay

A ilha é um lugar para relaxar, passear pelas lojas, aproveitar os bons restaurantes e curtir as belas praias, tomando sol na areia e vendo o tempo passar dentro do mar. Deixe os passeios para fazer snorkeling para outros destinos nas Filipinas, como El Nido e Coron.

Chegamos a contratar um barqueiro na areia para conhecer outras praias de Boracay e constatamos que a White Beach é imbatível. Ah! E a flutuação com snorkel, mar adentro, também deixou a desejar.

White Beach, Boracay, Philippines
Coqueiros contornam a orla em White Beach

Enfim, é melhor aproveitar a estrutura da cidade mesmo, que está em constante reforma. Depois de viver anos de turismo descontrolado, Boracay está se transformando. E pra melhor!

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O assustador chão de vidro em Bangkok https://www.viajao.com.br/bkp/o-assustador-chao-de-vidro-em-bangkok/ https://www.viajao.com.br/bkp/o-assustador-chao-de-vidro-em-bangkok/#comments Fri, 14 Dec 2018 10:00:52 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=10810 Quer ter uma vista espetacular de Bangkok, como se estivesse flutuando? É só ter coragem de caminhar pelo assustador chão de vidro do prédio King Power MahaNakhon.

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Edifício King Power MahaNakhon, em Bangkok, visto do alto
Ele ocupa uma das laterais do prédio.
Foto: MahaNakhon Building

Quer ter uma vista espetacular de Bangkok sem precisar estar num helicóptero, avião ou em algo parecido que te faça voar usando motores? Então, que tal você mesmo “ser o motor” e ter essa sensação a mais de 310m de altura? É só ter coragem de caminhar pelo assustador chão de vidro do prédio King Power MahaNakhon, na capital da Tailândia.

O prédio é bem novo e já tinha me chamado atenção em 2017, quando estive em Bangkok pela segunda vez. A arquitetura é incrível, parece que alguns pixels estão se encaixando na estrutura. Meio Lego, algo assim.

O King Power MahaNakhon visto de baixo

O piso de vidro é recente

A atração de vidro foi inaugurada há pouco tempo, em novembro. Pelas longas filas que se formam por lá, dá pra dizer que este já é um dos passeios mais concorridos da capital tailandesa. Tudo bem, ainda não ganha das visitas ao Buda Deitado e ao Grand Palace, mas no quesito “adrenalina”, sai na frente.

Tudo isso por causa de um piso especial que colocaram numa das partes do 78° andar. Chão. Transparente. D-E V-I-D-R-O.

Isso não é propriamente uma novidade pelo mundo. Existe em cidades como Chicago, nos EUA, e na torre de Auckland, na Nova Zelândia (ambos em menor escala). Caminhar sobre um chão de vidro, a mais de 300m de altura, podendo olhar pra baixo (se conseguir!) em segurança, não tem como não ser divertido, em qualquer lugar do mundo!

Como chegar ao topo

Primeiramente é bom saber que este é o mais alto ponto de observação de Bangkok. Em seguida, lembre-se que a atração fica aberta das 10 da manhã até a meia-noite. O último grupo sobe às 23h. Nós fomos pelas 16h, o que acho um bom horário porque a subida não estará tão concorrida e ainda dá pra pegar o pôr do sol (aí, sim, lota).

Depois de pegar o elevador, dá pra usar essa escada circular pra chegar ao topo

O tíquete de entrada pra chegar ao topo custa pouco mais de THB 765 (uns R$ 80,00) – valor promocional até 31 de janeiro de 2019. Depois desta data, vai passar pra THB 1.050.

Logo após comprar o bilhete, você entra num elevador “balada”, cheio de luzes, e sobe 74 andares em 50 segundos!

Enquanto se recupera dessa primeira viagem e boceja pra tirar a pressão dos ouvidos, você vai se deparar com a bela vista de Bangkok observada dos janelões desse andar (que ainda não é o mais alto!).

Em seguida, você sobe os quatro andares restantes até o topo (usando a escada circular é mais rápido!) e chega ao rooftop no 78° andar! Ali, tem um bar (o ingresso dá direito a um refrigerante e a 10% de desconto numa bebida alcoólica) e o tão esperado chão de vidro.

As regras da atração

A estrutura transparente atravessa um dos lados do edifício, é grande e composta por umas seis placas imensas e grossas de vidro bem resistente.

Essa área é isolada por uma fita e, pra acessá-la, você precisa guardar o que tiver nos bolsos dentro de uma bolsinha acolchoada que eles vão te dar e ainda colocar uma proteção especial de pano por cima dos calçados. Ah, e não pode levar o celular pra área do chão de vidro!

Entregue o telefone pra um amigo registrar, do lado de fora, seus momentos de pânico de aventura sobre o glass floor. Certamente, seus primeiros passos serão bem lentos. Eu pisei pensando em não temer aquilo, mas ao olhar pra baixo, dei uma leve travada e senti o coração disparar. Logo depois, relaxei e curti a vibe. 😀 

Começando a flutuar

Dessa forma, mais relaxado, sentei ali mesmo, junto com meu amigo Anizelli. A Marina, nossa outra amiga que estava junto e tem medo de altura, preferiu não ir. No entanto, ela ficou atrás da faixa de proteção, em solo firme, tirando fotos nossas e fazendo vídeos. A disputa por um bom espaço nesta área é intensa.

Pra pisar no vidro, tem que usar essa proteção de pano antiderrapante nos pés

Já que Anizelli e eu estávamos “flutuando” sobre Bangkok, resolvemos aumentar essa sensação e deitamos no vidro, olhando pra baixo. Que espetáculo! Principalmente quando você elimina os reflexos, tampando as laterais dos olhos. Frio na barriga é mato!

Assim que o tempo vai passando e vai chegando perto do pôr do sol, a fila aumenta! Nessa hora, os funcionários começam a controlar os minutos que as pessoas ficam sobre o vidro. Nós conseguimos curtir por uns 40 minutos (muito mais que o permitido). Depois, fomos convidados a voltar pro fim da fila (que estava imensa), mas não quisemos.

Deitado no chão de vidro de Bangkok
Dá pra deitar e rolar no chão de vidro

A vista do topo!

Já estávamos bem satisfeitos com a experiência maluca. Em seguida, subimos mais alguns degraus do rooftop e nos juntamos à galera que se aglomerava no lugar chamado “The Peak” – um grande terraço – pra ver o sol ir embora. A vista de 360° de Bangkok estava ainda mais espetacular!

Por do sol em Bangkok visto do The Peak, no MahaNakhon Building

Visto que a capital tailandesa tem dezenas e mais dezenas de prédios com skyviews magníficos, o MahaNakhon acaba saindo na frente.

Você não só enxerga a cidade toda lá de cima, mas também se sente parte dela! E o melhor: num modo “flutuante”.

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Quanto custa viajar pelo Sudeste Asiático https://www.viajao.com.br/bkp/quanto-custa-viajar-pelo-sudeste-asiatico/ https://www.viajao.com.br/bkp/quanto-custa-viajar-pelo-sudeste-asiatico/#comments Mon, 11 Jan 2016 10:00:55 +0000 https://www.viajao.com.br/?p=10413 Se você me perguntar “quanto custa viajar pelo Sudeste asiático?”, te respondo na lata: não custa muito! Aí, você pode

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Se você me perguntar “quanto custa viajar pelo Sudeste asiático?”, te respondo na lata: não custa muito! Aí, você pode até me dizer: “mas como assim? É lá do outro lado do mundo, deve ser muito caro!”. Não, amigo viajão, não é! Acaba sendo uma viagem mais barata do que ir pros Estados Unidos ou pra Europa, por exemplo, e eu te explico.

Pôr do sol em Maya Bay, Tailândia

Sua primeira grande missão é fazer um bom PLANEJAMENTO!

Por onde começo?

Ao começar a esboçar uma viagem pra Tailândia, Indonésia, Vietnã, Camboja, Singapura… enfim, pr’aquela região do mundo, fique de olho nas passagens aéreas. E defina uma capital como seu ponto de partida (e quem sabe de volta também, como fizemos). Já dei dicas de como comprar passagens aéreas baratas aqui, lembra?

Viajei em novembro, comprei as passagens em junho. Acho que é uma antecedência ideal. Você tem tempo de pesquisar (comecei a pesquisa em janeiro) e já vai ter noção dos preços mais baixos e mais altos das passagens que você quer. 

Companhia low cost Air Asia

Pagamos o equivalente a R$ 2900 as passagens de ida e volta saindo de São Paulo e chegando em Bangcoc. Voamos Etihad. (atualização: a Etihad encerrou suas atividades no Brasil em 2017, por isso não há mais voos entre São Paulo e Abu Dhabi, o que é bem ruim!).

Então, definimos nosso roteiro sabendo que teríamos 28 dias de intervalo entre as duas passagens risos. Era hora de rechear esse meio com os lugares que queríamos visitar por lá.

Decidimos que, além da Tailândia, queríamos ir ao Camboja, Vietnã, Indonésia e Singapura. Pra isso, começamos a pesquisar passagens aéreas internas, já que é o meio mais rápido e prático pra se deslocar lá dentro. (Muita gente opta por ônibus, mas alguns trajetos levam até nove horas [!] e as estradas não são geralmente tão boas).

O quanto custa viajar pelo Sudeste asiático estará diretamente relacionado ao valor que você vai gastar se deslocando de um país pro outro.

Nós procuramos logo as companhias low cost que atuam no Sudeste asiático.

Como é voar low cost na Ásia?

Voar low cost não foi uma preocupação pra nós porque só levaríamos bagagem de mão pra essa longa viagem! Por isso, atenção: se você levar malas mais pesadas, que precisa despachar (normalmente de graça) quando sair do Brasil, vai ter pagar para despachá-las nos voos internos low cost. Fique atento às regras das companhias!

Meninos posam para a câmera em Siem Reap, Camboja

Recomendo as seguintes low cost de lá: Tiger Airways (permitem até 10kg de bagagem de mão) e a melhor de todas, a Air Asia (aceitam até 7kg na bagagem de mão). E não recomendo a Jet Star Pacific (eles cancelaram um dos voos que pegaríamos e não deram auxílio nenhum pra ressarcir o valor da passagem. Foi na base do “se vira aí”. Horrível).

Compramos essas passagens dos trechos internos pelos sites das companhias, usando cartão de crédito internacional, e tudo ok. Deu tudo certo. Inclusive, lá na hora do embarque, nunca quiseram pesar nossas bagagens de mão! Não tivemos estresse nenhum com isso, ou aquela tensão básica de “será que vou ter que despachar? Será que vou ter que vestir mil casacos pra diminuir o peso da mala?”.

Nos oito trechos internos, no total, gastamos mais ou menos mil reais (tudo bem que o dólar estava abaixo de R$ 3,00 na época). Lembre-se: OITO VOOS por mil reais. Pesquise preços pelo SkyScanner.

Pôr do sol em Gili Air, Indonésia

E os hotéis?

Tirando Singapura, lugar mais caro dos que visitamos, os hotéis são geralmente bem baratos! E não to falando de espeluncas! Ficamos em hotel 4 estrelas onde a diária saiu 36 dólares pra TRÊS pessoas (12 dólares pra cada um!). Tem hotel por 5 dólares, e por aí vai. Sempre uso o booking.com pra reservar, funciona muito bem e é pratico! (E não é publi, viu? Gosto mesmo e recomendo).

E a comida?

Chega a ser absurdamente barato comer no Sudeste asiático. Me falavam, mas eu não acreditava muito até comprovar. Você vai pagar no máximo 5, 6 dólares num prato delicioso e “caro” pros padrões deles. Pra você ter ideia, no Camboja a cerveja “tipo chopp” saía USD 0,50. Sim, cinquenta centavos de dólar! Sucos, normalmente, custam 2 dólares. Na Tailândia, um delicioso e tradicional Pad Thai, num dos melhores restaurantes, também é uma pechincha! Custa uns 3 dólares!

E os passeios?

Também não costumam ser caros. Aqueles que te levam pra mergulhar, curtir as praias, custam em média 10 dólares. O mais importante: tudo isso depende do que tá incluído e o tempo dos passeios. Mas não dói no bolso, não!

Passeio de caiaque em Halong Bay, Vietnã

Quantos dólares devo levar?

Te digo que dá pra calcular uma média de 55 dólares por dia de viagem no Sudeste asiático, isso “vivendo bem, confortavelmente”, pagando hotel, alimentação, cervejas, passeios e até algumas lembrancinhas e chocolates! 

Reparou que as duas últimas dicas foram uma indireta? To esperando, viu? Boa viagem! 😉 

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Jurandy do Sax https://www.viajao.com.br/bkp/jurandy-do-sax-praia-do-jacare/ https://www.viajao.com.br/bkp/jurandy-do-sax-praia-do-jacare/#comments Wed, 25 Apr 2012 10:00:39 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=7128 Nem Michel Teló, nem Luan Santana, a estrela de da Praia do Jacaré, próximo a João Pessoa é o Jurandy

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Nem Michel Teló, nem Luan Santana, a estrela de da Praia do Jacaré, próximo a João Pessoa é o Jurandy do Sax.

Chegamos cedo no bar, achamos um lugar no gargarejo e pedimos uma porção de mandioca – macaxeira – e casquinha de siri… antes do jantar, sabe como é… Enquanto esperava, aquela expectativa, o sol ia aos poucos baixando.

A graça toda consiste no espetáculo maravilhoso que temos todos os dias de graça, também conhecido como pôr-do-sol, junto com uma apresentação bem bolada: a silhueta do saxofonista surgindo em pé numa canoa, cortando o horizonte no exato momento do Sol. Trilha Sonora: Bolero de Ravel, belamente executado.

 

Seria mesmo incrível, e todos diziam que era emocionante, não fosse a “lancha”  da família buscapé que resolveu curtir o show de camarote, estragando completamente a visão de quem pagou entrada pra ver. Sim, o bar cobra uma entrada justamente para os clientes terem a visão privilegiada. Mas há quem prefira sempre uma farofa.

E foi assim que a família farofa estragou o passeio de uma centena de pessoas. O que era pra ser visto assim:

Ficou assim:

 

Tive então que comprar a famosa foto, e imaginar que a visão foi a mesma! Por sorte Jurandy desce da canoa e dá uma palhinha! Todos adora!

Tudo bem que 5 minutos depois o bar do lado retoma sua música no mais alto volume… Mas enfim…

Vivemos em épocas de privacidade limitada, de imposições de “ai se eu te pego’s”, seja pela janela do carro ao lado, no auto falante da farmácia ou no bar da esquina. Não que eu tenha algo contra e nem que eu tenha deixado de dançar cantar algumas vezes, mas é que eu estava lá pra ouvir o Bolero de Ravel no saxofone, sabe como??

Como se não bastasse, enquando AINDA esperávamos a casquinha de siri, eis que chega uma macaxeira fria e resolvemos desistir do jantar, já que ficamos a ver navios, lanchas e botes mesmo…


Jurandy, um dia eu volto pra te ver melhor!

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Paris pede bis https://www.viajao.com.br/bkp/paris-pede-bis/ https://www.viajao.com.br/bkp/paris-pede-bis/#comments Wed, 04 May 2011 10:00:06 +0000 http://www.viajao.com.br/bkp/?p=2227 Já que foi fofocado muito no twitter, vou liberar a fofoca. Estou partindo pra Paris, mon amour! Vou aproveitar e desde já vou dividir os planos com vocês.

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Caros viajões… Já que foi fofocado muito no twitter, vou liberar a fofoca. Estou partindo pra Paris… Mon amour!!! Pena que não é pra nunca mais voltar, mas já da pra brincar de ser feliz…

Como todo mundo merece uma segunda chance… Vou aproveitar bem a minha e desde já vou dividir os planos com vocês:

10 coisas para RE-fazer em Paris:

(praticamente vou rever tudo porque vou levar a minha petit irmã de primeira viagem… Mas, fora os clássicos, tem coisas que não posso deixar passar)

1. Bateau Mouche – esses barquinhos são uma delícia pra ter uma visão geral

2. Pôr-do-Sol no alto do Montmartre

3. Champagne aos pés da Torre Eiffel

4. Garimpar pelas lojinhas e brechós do Marais

5. Comer crepe e baguette de rua

6. Comprar queijo brie a preço de mussarela e geléia a preço de requeijão

7. Arriscar umas frases em francês – dessa vez sabendo um pouco mais!

8. Me fantasiar de nativa

9. Tomar o melhor sorvete do mundo na Île Saint-Louis

10. Andar sem rumo e sempre achar que onde quer que esteja aquele é o lugar certo e exatamente onde eu deveria estar!!!

E mais… 7 coisas pra fazer em Paris pela primeira vez (que vergonhosamente não fiz na primeira visita) :

  1. Ahazar a conta bancária nas Galerias Lafayette
  2. Dar uma passada no Palácio de Versailles
  3. Comprar os legítimo macaron da Ladurée
  4. Entrar em museus por onde só passei como o D’orsay, Organgerie, Rodin…
  5. Andar de bicicleta de cestinha 😉
  6. Registrar tudo e depois tentar um emprego num blog muito bom que existe por aí… Um tal de viajados, viajantes…
  7. Além de, lógico, casar com um francês gato após ser pedida em casamento no alto da Torre Eiffel… Risos.

Por fim… Só três coisas para não fazer lá… Porque não consigo pensar em mais:

  1. NÃO PERDER TEMPO me prendendo a programação dos outros.
  2. NÃO PERDER TEMPO vendo múmias do Louvre – porque aliás Louvre pra mim já deu.
  3. NÃO PERDER TEMPO no metrô quando se pode ir andando e curtindo o lugar!

C’est tout! Bon voyage pour moi et à bientôt!

É nóis que voa \o/

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