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Explore praias paradisíacas e lugares incríveis repletos de história num roteiro que passa por Cuba, Belize, Guatemala e Panamá.
O post Quais lugares visitar na América Central em 20 dias apareceu primeiro em Viajão.
]]>A América Central está bem perto da gente e, muitas vezes, fica de fora dos nossos planos de férias, né? Por isso, depois de te contar o que fazer no México em 10 dias, resolvi fazer este post pra detalhar a continuação do nosso roteiro daquela viagem. Então, prepare-se pra ir além das terras mexicanas e visitar outros lugares incríveis na América Central em 20 dias.

A América Central é composta por 20 países: Antígua e Barbuda, Belize, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Bahamas, Barbados, Dominica, Granada, Haiti, Jamaica, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, República Dominicana, São Vicente e Granadinas e, por fim, Trinidad e Tobago.
Dá pra ver que tem muuuito o se que conhecer por ali, né? Mas, o roteiro que fiz de 20 dias pela América Central, teve apenas estes quatro:
E é neles que vamos focar a partir de agora.
A Cidade do Panamá é um grande hub na região. Ou seja, concentra vários voos e conexões pra outros países. Saindo do Brasil (São Paulo, por exemplo), tem voo direto pra lá.
Inicie seu roteiro ficando dois dias na surpreendente capital panamenha.
O principal ponto turístico do país é incrível se você conseguir vê-lo, efetivamente, em funcionamento, com a passagem de um navio. Dá pra se informar na recepção sobre o horário exato disso.

Nós fizemos isso. Chegamos, conhecemos o museu que há ali, observamos a estrutura do canal e fomos embora, “matar um tempo”. Só voltamos umas três horas depois, no horário em que um navio estaria se aproximando, pra ver a engenhosa manobra. Deu certo!
O Canal do Panamá é um canal (ah, vá!) artificial de 82 quilômetros de extensão, inaugurado em 1914. Ele liga os oceanos Atlântico e Pacífico. É como se fosse um elevador feito de água que encurta bastante a rota dos navios, facilitando o comércio marítimo internacional.
No Canal do Panamá, você vai gastar meio período do seu dia – ainda mais se quiser ver a manobra de algum navio. Então, aproveite outro período pra conhecer a parte antiga da capital do país.
O Panamá Viejo é um sítio arqueológico que fica nos arredores do da Cidade do Panamá. O lugar é grande e tem várias construções preservadas da antiga cidade, habitada principalmente no século XVI. Prepare-se pra caminhar bastante.
A Cidade do Panamá é linda, bem estruturada e com grandes áreas verdes. E um dos lugares imperdíveis é o centro histórico. Aproveite pra caminhar bastante e conhecer as vielas e construções antigas do local também conhecido como San Felipe ou Casco Antiguo.
Passe por Iglesia San Jose, Muralhas, Plaza de la Independencia, Plaza Bolivar (rodeada por cafés e restaurantes), Plaza Francia, Paseo de las Veraneras (onde tem um túnel de flores e, dali, é possível observar a parte moderna da capital ao longe).

O centro histórico é um bom lugar pra almoçar ou jantar, ainda mais se o tempo colaborar e você puder fazer isso ao ar livre.
Não quero reduzir a capital panamenha ao consumismo desenfreado, mas acho que não é exagero te dizer que as compras são o principal atrativo da cidade. E sabe por quê? Os preços são convidativos (principalmente pra eletrônicos!) e existem três mega shoppings pra você desbravar!
O Albrook Mall é o maior, com 400 estabelecimentos – entre lojas e restaurantes – espalhados em 100 mil m2! Pois é, você vai andar bastante.
Já o Multiplaza Pacific Mall é moderno e beeem mais “chique”, porque concentra lojas de grife, como Louis Vuitton, Hermés e Montblanc. Ah, é bom saber que no terraço do shopping ficam bares e restaurantes badalados pra curtir aquele reaggaeton depois das compras RISOS.
Se preferir algo mais tradicional, opte pelo Multicentro. Este shopping é mais antigo e fica no centro da cidade.
A moeda oficial é a balboa, mas os estabelecimentos usam o dólar americano. E atenção para o imposto de 7% cobrado sobre cada produto.
E, antes de mais nada, vale lembrar que logo na chegada (ou saída), no aeroporto de Tocumen mesmo, tem duas redes de free shops: Attenza e La Riviera, livre de impostos.
Dica extra: tenho amigos que passaram uns dias no litoral panamenho e recomendaram investir um tempo pra descobrir as belíssimas praias do país. Se seu roteiro permitir e se você gostar da ideia, por que não?
Do Panamá, você pode pegar um voo direto para Havana – a capital cubana. O voo dura 2h40.
Em Cuba, sugiro que você invista sete dias do seu roteiro: três em Havana e quatro em Varadero, a famosa cidade litorânea.

A cidade é incrível, mas tem várias limitações para os turistas. A primeira é a hospedagem. Os hotéis em Havana costumam ser caros e, a maioria, tem estrutura bem antiga.
Mas, você pode optar por ficar em casa de família (casa particular) – foi o que eu fiz quando estive lá. É mais barato. E saiba que isso não significa que você vai CONVIVER com a família, dividindo a casa com eles. No meu caso, a família em questão nos deu um apartamento simples e pequeno com quarto, mini cozinha e banheiro pra ficar.
Dá pra pesquisar acomodações desse tipo no Booking.
Outra limitação é a internet. É difícil achar wifi nos lugares e rede ilimitada com boa velocidade. Por isso, já vá preparado pra “desconectar” em Havana. Em últimos casos, é possível comprar cartões, vendidos por ambulantes pelas ruas da cidade, com senha de acesso pra usar a rede sem fio da capital por um prazo de uma hora.
Comece a desbravar Havana passeando por El Malecón, a incrível avenida à beira-mar. Ali, você vai entender aquele famoso “clichê” que provavelmente já ouviu, de uma cidade parada no tempo. As construções antigas brotam de um lado, enquanto do outro está o belíssimo mar azul do Golfo do México.
A parte mais antiga e movimentada de Havana concentra muitas das principais atrações turísticas da cidade. Se quiser caminhar, uma boa opção é ir de El Malecón até o centro histórico a pé.

Aproveite pra conhecer Plaza de la Catedral, Plaza de Armas, Plaza Vieja, Mercado Artesanal, Museo del Run (museu do rum!), Calle Obispo… aliás, essa rua é onde a vida turística de Havana ferve! Por ali, só passam pedestres, que podem desbravar uma infinidade de lojas e lanchonetes.
E atenção! Uma das paradas obrigatórias é na La Bodeguita del Medio, o bar mais famoso de Cuba! Prove o mojito que o escritor Ernest Hemingway costumava beber ali. Até Fidel Castro era frequentador do lugar. E prepare-se pra enfrentar muita fila. Mas anda rápido.

Se você curte daiquirís, precisa conhecer El Floridita, outro bar que foi bastante frequentado por Hemingway e que atrai centenas de turistas diariamente.
Conheça a imensa Fortaleza de San Carlos de la Cabaña, que fica do outro lado da baía de Havana. Invista pelo menos meio dia nesse passeio e aproveite pra ir até o Castillo de los Tres Santos Reyes Magnos del Morro, onde do alto se tem uma vista incrível da capital cubana!

A parte do centro que fica mais próxima de Havana Vieja reúne atrações igualmente imperdíveis. Tem o Capitólio, a loja da Real Fabrica de Tabacos Partagás (lugar seguro pra comprar charutos e programar um tour pela fábrica), Parque Central, e os conhecidos Museo de la Revolución e Museo Nacional de Bellas Artes.
Fiquei hospedado neste bairro. Ele é mais tranquilo e tem avenidas bem largas. Ali, fica a conhecida Plaza de la Revolución, a Universidade de La Habana, o Hotel Nacional, o Memorial a Jose Martí, o imenso cemitério Necrópolis Critóbal Colón entre outras atrações.
Uma forma mais prática e confortável (e rápida também) de conhecer tudo isso é pegar o Hop on Hop off Bus – o ônibus que para nos principais pontos turísticos, onde você embarca e desembarca quantas vezes quiser, durante um dia, pagando um valor fixo.

Pra ir até o badalado destino do litoral cubano, pegue um ônibus. A viagem de Havana até lá tem 150 quilômetros e demora umas três horas. Pode ser feita pela empresa Viazul e tem quatro horários de saída diários.
Em Varadero, escolha um resort à beira-mar (melhor se for all inclusive – com comidas e bebidas incluídas) e aproveite pra descansar! Desfrute da estrutura, dos restaurantes e contrate passeios para mergulhar e conhecer as redondezas. Você verá “outra” Cuba: mais moderna.

Quando fui, me hospedei no Meliá.
Para ir até a Guatemala, você pode pegar um voo de Havana com conexão na Cidade do México.
A capital da Guatemala costuma ser apenas um ponto de passagem pelo país. Eu não cheguei a visitá-la quando fui para lá. Mas, numa próxima oportunidade, investiria pelo menos um dia para conhecer os Museus de Arte Moderna Carlos Mérida e de Arqueologia e também o Paseo Cayalá – área moderna, limpa e segura com muitos hotéis, restaurantes e lojas.
Quando estive na Guatemala fui direto para a cidade de…
Dá pra ficar uns três dias, no mínimo, nessa cidade deliciosa e com ares de interior. O que move a parte antiga da cidade de Flores é uma ilha em volta de um lago imenso, o Petén Itzá. Ali, dá pra remar com caiaque, stand up paddle, curtir o pôr do sol na mureta, aproveitar os restaurantes com vista deslumbrante… enfim, é um ótimo lugar pra relaxar e ver o tempo passar.

Hospede-se às margens do lago (ficamos no hotel Villa del Lago) para estar onde a “cidade acontece”. Aproveite para contratar um barqueiro para te levar até o Jorge’s Rope Swing – uma casa com redes de descanso, jogos de tabuleiro, trampolim e até uma corda para você se aventurar e saltar no lago.
Vale passar uma tarde de diversão na casa que o tal Jorge aluga para os turistas curtirem a natureza local.
E, além de ter uma vibe excelente, Flores também é ponto de parada para quem vai à Guatemala querendo conhecer…
De Flores, dá pra contratar tours e ir de van ou ônibus bem cedo até o principal destino turístico da Guatemala. Tikal é o famoso parque nacional, conhecido por preservar as incríveis construções e ruínas da antiga cidade maia de mesmo nome. Tudo fica no meio das florestas tropicais do norte do país.
Quando fomos, chegamos ainda na madrugada. Estava escuro. Vimos o sol nascer do alto de uma das pirâmides, ouvindo os sons dos bichos no meio da selva. Uma experiência assustadora bem diferente.
Passamos o dia explorando as icônicas ruínas maias na mata, construídas entre os anos 200 e 850 d.C. e, depois, abandonadas pela civilização. Dar de cara com as pirâmides, no meio da floresta, vai te surpreender, pode apostar!

Você estará de volta a Flores no fim da tarde.
De Flores, você pode pegar um ônibus e ir até Belize, país que fica ao norte da Guatemala e é conhecido pelas belas praias. O ônibus é a maneira mais barata de fazer essa viagem, que dura cinco horas.
Mas atenção: na saída de um país e na entrada do outro, você precisa desembarcar do ônibus e passar pela imigração, mostrando o passaporte.
Peço sua atenção porque aconteceu algo surreal quando fizemos essa viagem, se liga! Ao entrar num dos países, não fomos avisados do procedimento pelo motorista do ônibus. Ou seja, não passamos pela imigração e nossa entrada não foi oficializada.
Só que ao sairmos, precisamos passar pela imigração. E aí que se deu o problema. O agente imigratório não entendia como estávamos saindo de um país se nossa entrada não estava registrada. Precisamos pagar uma multa de USD 20 pra regularizar a situação – estávamos ilegais RISOS – e poder ir embora. Não vacile! Vá atrás da imigração, mesmo que você não seja avisado.
Nem fiquei na cidade de Belize. Recomendo que você chegue e já pegue o ferry (balsa) para a badalada Caye Caulker. Duas empresas fazem o trajeto: a San Pedro Water Taxi leva os passageiros a cada três horas, e a viagem dura 30 minutos. Já a Caye Caulker Water Taxi faz o percurso em 45 minutos, quatro vezes por dia.
É considerado o paraíso do país. A vibe é bem parecida com a das praias tailandesas. A diferença é que no destino de Belize a moeda usada é o dólar americano e os preços são bem mais salgados.
Aproveite pra descansar bastante em Caye Caulker, curtir o mar azul turquesa e fazer passeios de barco em grupo ou privados que você pode contratar nas várias agências espalhadas pela ilha.

Se quiser investir uma grana, pode sobrevoar o famoso Great Blue Hole de helicóptero.
Mas, se tiver a carteirinha internacional de mergulho (PADI), pode explorar o buraco por baixo d’água.

A noite em Caye Caulker também é bastante agitada. Tem muitas baladas e pubs animados, que reúnem muitos turistas.
Pra passar uma tarde agradável, curtindo boa música, drinks, comida, tudo com os pés na água, não deixe de ir ao Lazy Lizard Bar & Grill. Dá até pra alugar pranchas de stand up paddle ali mesmo.

Basta caprichar no protetor solar e esquecer do mundo! 
Quando fiz esse roteiro, saí do México. Então, caso você esteja em terras mexicanas, é mais fácil pegar:
Quando planejar uma viagem dessas, não se esqueça de contratar um seguro viagem! Então, que tal cotar com o nosso parceiro Seguros Promo? Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/
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Comece descobrindo os encantos e os sabores da intensa capital mexicana. Depois, relaxe e curta tudo o que a bela Cancún tem pra oferecer. São dez dias pra se apaixonar pelo México.
O post Um roteiro de 10 dias pelo México apareceu primeiro em Viajão.
]]>Já pensou em desbravar terras – e águas – com muita cultura, história e praias paradisíacas (como as tailandesas) que não ficam tão longe assim do Brasil? É só olhar, literalmente, pro norte e focar. Vou te contar como programar um roteiro de 10 dias para conhecer algumas das principais atrações do México.

Fiz essa viagem em 2016 e ainda juntei com outros quatro países que ficam ali perto, na América Central (no total, foram 30 dias viajando!). Mas, nesse post, vamos ficar atentos apenas às aventuras mexicanas. Arriba!
Saímos de São Paulo com destino à encantadora Cidade do México. Então, sugiro que você separe os primeiros cinco dias pra conhecer a incrível capital mexicana.
Percebeu que, nas duas vezes em que citei o destino, usei adjetivos bem positivos pra defini-lo? Pois é, não é exagero! Tem tanta coisa pra fazer (e comer e beber) por lá que você também vai se encantar.
Antes de falar sobre as atrações, é bom você escolher um bom bairro pra ficar na imensa cidade. A primeira dica, é escolher um lugar com estação de metrô perto, já que o trânsito na Cidade do México é bem caótico.
Bairros indicados pra hospedagem:
Agora, chegou a hora de começar o passeio pelas terras mexicanas.
Você pode começar seu primeiro dia na Cidade do México indo até el Zócalo, onde fica a Praça da Constituição (James Bond já perseguiu inimigos por ali, na cena de abertura de “007 contra Spectre”).
Ali, na praça, também ficam a Catedral Metropolitana (belíssima por fora e por dentro) e o Palácio Nacional, que é a sede do Poder Executivo Federal do México.
Lá dentro, você vai ver os incríveis murais pintados pelo artista Diego Rivera (que foi casado com Frida Kahlo).

É bom saber que as visitas turísticas ao Palácio são permitidas de terça a domingo, das 9h às 17h. Fecha às segundas!
Aproveite pra comer em um dos vários restaurantes que estão nos prédios que circulam o Zócalo (experimente o Cocina Central 1812, é delicioso).
E depois desbrave a pé as ruas do Centro Histórico ali perto, onde estão o lindo Palacio de Bellas Artes e uma infinidade de lojas, bares e museus.

Aliás, por falar em museus, vale visitar o famoso Museu de Antropologia, uma das principais atrações da cidade. O lugar é grande, tem 24 salas e um enorme acervo de muitas relíquias das civilizações pré-hispânicas. Reserve um bom tempo para esta atração.
Estas duas atrações ficam na mesma rua, separadas por apenas duas quadras. Considero ambas indispensáveis.
Primeiramente, programe-se pra ir bem cedo ao Museu Frida Kahlo. As filas costumam se formar nas primeiras horas da manhã e podem durar até duas horas. Lá dentro, você vai conhecer mais a fundo a história da mundialmente famosa artista plástica. Inclusive, o (agora) museu foi a casa onde Frida nasceu e cresceu.
Depois, que tal conhecer as mais variadas iguarias mexicanas e, por que não, almoçar no Mercado de Coyoacán? Basta descer a rua a pé e sentir os cheiros e os sabores das muitas barracas de comida e restaurantes.

Inclusive, dá pra provar os famosos chapulines – gafanhotos pequenos e crocantes que servem como tempero ou petisco. São temperados com sal, limão e outras especiarias. Tem coragem?
Sabe aquela clássica luta livre mexicana, toda encenada, que passava na TV aqui no Brasil nos anos 80 e 90? Então, é uma das grandes paixões dos mexicanos e até hoje e faz muito parte da cultura deles.

É possível tirar uma noite pra curtir a experiência direto da arquibancada da tradicional Arena México. Compre os ingressos com antecedência (a Ticketmaster mexicana vende) e divirta-se!
Reserve um dos dias pra fazer esse incrível e imperdível passeio até a Cidade dos Deuses, que fica a 50 quilômetros do centro da Cidade do México.
Dá pra ir por conta própria, que é a forma mais barata. Pra isso, basta chegar até a estação Autobuses del Norte do metrô.
Então, saia da estação, atravesse a rua e siga à rodoviária Terminal de Autobuses del Norte. Aí, é só comprar as passagens para as Pirâmides de Teotihuacan. Avise que vai descer nas pirâmides, assim te indicam o ônibus correto e não há erro.

Também dá pra ir até lá contratando passeios privados no seu hotel ou em agências da Cidade do México. É um pouco mais caro e a viagem, normalmente, é feita com vans e outros turistas.
E a maioria desses tours inclui, na ida ou na volta, uma passada pela também interessante Basílica Nossa Senhora de Guadalupe – a segunda mais visitada do mundo! Local de peregrinação para os devotos que querem ver de perto a famosa imagem da Santa.
Se preferir, dá pra ir e voltar de Uber ou táxi.

Em Teotihuacan, você vai visitar e sentir a energia da Cidade dos Deuses e poder subir nas tão faladas Pirâmides do Sol e da Lua. Será inesquecível.
Se você conseguir programar seu roteiro de 10 dias pelo México entre os últimos dias de outubro e os primeiros de novembro, vai ver de perto as comemorações do Día de Los Muertos.

As celebrações acontecem entre 31 de outubro e 2 de novembro.
As cidades são decoradas com caveiras coloridas, altares, alimentos, bandeirinhas… é a forma que os mexicanos encontram pra celebrar a importante data. Tudo porque eles acreditam que, nessa época do ano, um portal se abre entre os mundos dos vivos e dos mortos. Então, as almas voltam à Terra e visitam os amigos e familiares.
Te lembrou o sensacional Viva – a vida é uma festa, da Pixar/Disney?
A realidade é igual à animação cinematográfica: a data é de muita festa e sem melancolia. Interessante de ver de perto!
Você sabia que o Viajão agora tem podcast? Clique aqui e saiba como ouvir nossas aventuras de viagem.
Num roteiro de 10 dias pelo México, não dá pra deixar as maravilhosas praias de fora. Então, bora aproveitar os cinco dias de viagem que ainda restam para curtir tudo que Cancún tem pra oferecer. A melhor maneira de chegar ao badalado destino do litoral mexicano é de avião. E, obviamente, é a mais rápida (2h10 de voo) e nem tão cara assim.
As passagens aéreas entre Cidade do México e Cancún custam entre R$ 350 e R$ 500. Use o Skyscanner pra pesquisar os melhores preços.
Saiba que: as duas cidades estão separadas por 1.600km
Em Cancún, a dica é se hospedar em um dos váááários resorts que estão espalhados pela costa, na área conhecida como Zona Hoteleira. Isso faz parte da experiência de se estar em Cancún, né? E tem resort pra todos os tipos, gostos e bolsos.

Sugiro que você busque o que se encaixa no seu perfil usando o Booking.com. Lá, dá pra ver as opiniões de outros hóspedes também.
Mas vale lembrar: em Cancún, além da praia paradisíaca, também há passeios fechados para localidades próximas que, muitas vezes, duram o dia todo. Por isso, na hora de escolher o seu resort, veja se vale a pena pagar a mais pelo sistema all inclusive – aquele em que as refeições e bebidas já estão todas incluídas.
Tudo isso porque, caso você queira usar seus cinco dias em Cancún pra fazer passeios, talvez valha mais a pena pegar um resort que não seja all inclusive, já que você vai passar a maior parte do tempo fora do hotel.
Se estiver num resort com tudo incluído, use pelo menos uns três dias para ficar apenas no hotel, relaxando e sem se preocupar com passeios.

Curta as piscinas (são várias, pode apostar), os restaurantes (os resorts costumam ter muitos, de culinárias diferentes, como asiática, italiana, brasileira…), os drinks, a praia de água azul turquesa, a hidromassagem… Enfim, aproveite pra descansar!
Há vida fora do hotel em Cancún. Programe um passeio pelo centrinho da cidade. Que tal ir de ônibus, saindo do seu resort?
Você vai curtir feirinhas, planetário, praças, shoppings. Aliás, o local preferido dos brasileiros para compras é o Mercado 28 – que conta com uma infinidade de lojas e restaurantes.
À noite, reserve um tempo pra curtir a “badalada balada” Coco Bongo. O lugar lota sempre e tem um motivo: a música é animada, não para nunca e tem perfomances nos palcos que ficam no centro da pista de dança e nos arredores. Vale conhecer.
Você pode contratar, no seu hotel mesmo, um passeio de um dia (ou mais) pra conhecer ilhas famosas ali perto, como Isla Mujeres.
Ou, pode curtir uma ida ao Parque Eco-arqueológico Xcaret. Ele é temático, fica à beira-mar, dá pra explorar cavernas, fazer flutuação, enfim, são 50 atrações já incluídas no valor do ingresso. Ah! Também é interessante saber que tem algumas atividades pagas à parte, como a com os golfinhos.
Como eu fiquei apenas cinco dias e queria mais curtir o hotel com os amigos (tive um casamento lá também), optei por fazer apenas um tour. E escolhi visitar, durante um dia todo, a cidade maia…
Saímos de ônibus do resort em Cancún e demoramos pouco mais de duas horas até chegar ao sítio arqueológico, que fica na cidade de Tinum.
Lá, tivemos umas duas horas pra desbravar a antiga cidade maia, os templos e, claro, a famosa pirâmide. Ela é o Templo de Kukulcán.

Se você conseguir programar sua viagem para Chichén-Itzá na época dos equinócios de outono ou primavera (dias que marcam o início das estações), verá o famoso fenômeno da “descida de Kukulcán” do templo.
Os maias construíram a pirâmide de uma forma que os degraus nas laterais projetam sombras perfeitas nessas datas específicas. Essas sombras lembram uma serpente descendo, do templo que fica no topo, até o chão.
Mas atenção que o evento lota de turista e, caso queira ver de perto, chegue beeem cedo ou fique hospedado em Tinum.
Antes de voltar para Cancún, ainda paramos pra conhecer o famoso cenote Ik-Kil. Cenotes são poços de água formados por rios subterrâneos. As piscinas naturais contrastam com as rochas e a vegetação, criando um cenário incrível e lindo.
Com o dia quase no fim, foi hora de pegar estrada novamente e voltar para o resort. A dúvida era escolher onde descansar: se na praia, tomando uns bons drinks, ou na hidromassagem, relaxando o corpo depois de um dia cheio de atividades. E sem deixar de programar uma volta ao México, para continuar desbravando esse país tão intenso.

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A ilha é perfeita para quem quer relaxar e curtir uma praia que mais parece uma imensa piscina. Conheça este paraíso nas Filipinas!
O post Um paraíso chamado Boracay apareceu primeiro em Viajão.
]]>Saber que as Filipinas têm mais de cinco mil ilhas é de cair o queixo, né? E entre tantos lugares de paisagens lindas, está um paraíso chamado Boracay.

A ilha no Sudeste Asiático tem uma vibe diferente se compararmos com destinos mais famosos, como El Nido e Coron. E é por ser assim, única, que você ficará encantando por ela. E eu vou te contar o que fazer em Boracay.
Pra chegar até Boracay, você primeiro precisa pegar um voo até Caticlan (MPH), que é o aeroporto mais próximo.
Dá pra voar até lá saindo de Manila (capital) ou de Cebu, por exemplo.
Empresas de baixo custo fazem esses voos. Cebu Pacific Air e Air Asia são boas opções. Use o Skyscanner pra pesquisar os preços.
Assim que desembarcar no aeroporto de Caticlan, você vai precisar pegar um barco que te deixa em Boracay.
Antes da porta de saída do pequeno aeroporto, encontre os quiosques que vendem o transporte até a ilha. É um combo: van + ferry.
A van te leva até o píer, que fica a uns cinco minutos do aeroporto. E do píer partem as embarcações até Boracay.
Primeiramente, é bom saber que o transporte até a ilha de Boracay é feito em barcos pequenos e simples, que levam umas 50 pessoas por vez.
Quem vai com bagagem pequena e de mão leva vantagem, porque atravessar as improvisadas passarelas tábuas de madeira, que ligam o píer às embarcações, é uma aventura!

O trajeto dura uns 15 minutos e não é confortável. Mas vai valer a pena!
Ao chegar à ilha, placas com regras já pipocarão na sua frente. Sim, o turismo em Boracay finalmente foi controlado e algumas proibições são aplicadas a quem quer desfrutar um pouco do paraíso.
Não é mais possível fumar e consumir bebidas alcoólicas na White Beach, a principal praia da ilha. Danças com fogo, esculturas de areia, instalações de luz elétrica e esportes aquáticos também estão proibidos à beira-mar.
Tudo isso está sendo feito agora porque a ilha precisou ficar completamente fechada pro turismo por seis meses em 2018 (entre os meses de abril e outubro).

A pausa aconteceu para que o ecossistema conseguisse se recuperar após anos de degradação provocada pelo turismo desordenado. Até construções em áreas irregulares foram demolidas durante este período.
A ilha é dividida em três estações. A mais famosa (e badalada!) é a número 2, onde está a famosa e movimentada White Beach.

Procurar por hotéis nesta região pode ser uma boa se você curte estar no meio do agito e com muitas opções de restaurantes, bares e lojas por perto.
A estação de número 1 é mais pacata e reúne opções de hospedagem mais “família”. Já a número 3 é uma área um pouco mais “nobre”, com resorts mais luxuosos.
Não estranhe se o quarto de seu hotel estiver com cheiro de mofo. Em novembro de 2019, nós andamos de acomodação em acomodação, por uma hora, para tentar encontrar alguma hospedagem sem o “aroma de fechado”. São reflexos de um lugar que ficou sem receber turistas por meio ano, né?
Chegamos a entrar em vários quartos nessa busca por um hotel bacana e que atendesse nossas expectativas. E percebemos que a maioria deles tem uma estrutura mais antiga, apenas com a recepção reformada pra dar uma “cara mais moderna”.

A cor da água nas Filipinas é surreal! Mas a White Beach, em Boracay, consegue ser ainda mais incrível. Quando você entra pra dar um mergulho, vai entender. Ela é completamente transparente.
Como a areia é bem branquinha, a água parece de uma piscina gigante, com ondas leves e salgada. Mesmo que vá bem pro fundo, ainda vai continuar vendo seus pés sem dificuldade alguma. Nunca vi algo parecido.
A maior parte da praia mais famosa da ilha fica na Estação 2. E todos os dias, perto do sol se pôr, a faixa de areia fica lotada de gente esperando o dia se despedir.

O visual é maravilhoso e o “evento” parece um réveillon todos os dias, com muita gente reunida pra se despedir de mais um dia.
Em primeiro lugar, é bom saber que a orla da Estação 2 está repleta de bares e restaurantes. O curioso é que a areia vai até a entrada dos estabelecimentos, não existe uma calçada separando os espaços.
Não deixe de comer os deliciosos muffins do tradicional limão filipino, o kalamansi, no Real Coffee & Tea Cafe, de beber bons drinks e comer petiscos no bar Epic Boracay e de saborear uma sobremesa incrível, como o famoso cheesecake de manga (e outras tortas maravilhosas) do Cafe del Sol.

Inclusive, todos ficam à beira-mar e a poucos minutos de caminhada um do outro.
Se quiser mais opções legais pra comer e comprar, basta entrar numa das ruazinhas transversais da Estação 2. Ali, fica o D’mall, uma área bastante movimentada, cheia de lojas e feirinhas, e também restaurantes. Tem de comida filipina à hamburgueria.
As crianças podem se divertir na mini roda gigante. Já pros adultos, um pub irlandês deve ser uma boa pedida.
A ilha é um lugar para relaxar, passear pelas lojas, aproveitar os bons restaurantes e curtir as belas praias, tomando sol na areia e vendo o tempo passar dentro do mar. Deixe os passeios para fazer snorkeling para outros destinos nas Filipinas, como El Nido e Coron.
Chegamos a contratar um barqueiro na areia para conhecer outras praias de Boracay e constatamos que a White Beach é imbatível. Ah! E a flutuação com snorkel, mar adentro, também deixou a desejar.

Enfim, é melhor aproveitar a estrutura da cidade mesmo, que está em constante reforma. Depois de viver anos de turismo descontrolado, Boracay está se transformando. E pra melhor!
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Saber onde se hospedar e quais passeios fazer vai te ajudar a aproveitar ainda mais esse paraíso filipino.
O post Conhecendo a encantadora El Nido apareceu primeiro em Viajão.
]]>Esta é apenas uma das sete mil ilhas que pertencem às Filipinas. Mas saiba que El Nido é gigante e escolher exatamente o que fazer por lá antes de ir ajuda a economizar tempo. Afinal, existem vários lugares imperdíveis pra conhecer e desbravar a famosa e encantadora El Nido.

Apenas uma companhia aérea, a Air Swift, voa diretamente para o aeroporto de El Nido. Os voos não são tão baratos para os padrões do Sudeste Asiático (em média US$ 100) e os aviões são pequenos.
A maioria deles parte de Manila, a capital das Filipinas (também saem de Cebu e Boracay). A viagem é tranquila e assim que o pouso vai se aproximando, vale a pena dar uma espiada pela janela do avião.

O visual é incrível e a cor água do mar perto do aeroporto já dá uma noção daquilo que você verá nos próximos dias.
El Nido tem um píer bem no centrinho. Dali, partem e chegam os ferries que ligam esta ilha à outra bem conhecida, Coron.
Dá pra aproveitar e conhecer os dois lugares fazendo essa viagem de mais ou menos quatro horas, pelo mar. As passagens custam em média 1.800 pesos filipinos (uns US$ 36 em dezembro/2019).
Se você estiver em Puerto Princesa, outra cidade bastante procurada pelos turistas que vão ao país, dá pra chegar a El Nido por terra.
Mas prepare-se para viajar numa van, por até sete horas. Pode sair mais barato, só que o tempo de deslocamento será maior também.
A escolha da hospedagem dependerá do estilo de viajão que você é.
Gosta de ficar perto de restaurantes, lojas e bares diversos, com mais movimento e várias opções do que fazer todo dia e toda hora? Então, escolha um hotel em El Nido Town.

A região fica na parte oeste da ilha, próxima do aeroporto e onde está o píer da cidade. Nos arredores, tem várias praias, como Vanilla Beach e Corong Beach.
Dá pra ver que o centrinho ainda está em desenvolvimento para receber um número de turistas que não para de crescer. Mas a infraestrutura ainda não é tão completa quanto em outras cidades de praia do Sudeste Asiático, como Phiphi, na Tailândia.
Nos hospedamos no nordeste de El Nido, pertinho de Bulang Beach. A área é praticamente deserta e bem longe de lojinhas e restaurantes.
A saída para os passeios tradicionais também deixou a logística mais complicada, já que os barcos partiam da praia de El Nido Town e, pra chegar até lá, tínhamos que alugar uma van e “viajar” por quase uma hora antes da aventura pelo mar começar.
Os tradicionais estão divididos em quatro tours diferentes, de A até D. Cada um engloba diferentes atrações. Por isso, vale pesquisar bem antes e, então, escolher o “pacote” que mais enche os olhos.
Existem também os passeios privados. Neste caso, você contrata um barqueiro e viaja apenas com seu grupo durante todo o dia.
Nós encontramos o Ronald, um simpático filipino, oferecendo os passeios na praia de El Nido Town. Optamos por um barco privado e escolhemos determinados destinos para conhecermos em um só dia.

Em cinco pessoas, o tour custou 12.500 pesos filipinos no total, o que deu uns 250 dólares (em novembro de 2019). Nesse valor, já estavam incluídas as taxas governamentais de algumas ilhas, água e almoço preparado pelos barqueiros.
Conhecemos Hidden Beach, Helicopter Island, Secret Beach, Big Lagoon e Small Lagoon. Nosso passeio começou às nove horas da manhã e terminou pouco depois das cinco da tarde.

Lembrando que o barco tradicional pode ser um pouco desconfortável para muitas horas de passeio.
Contato do Ronald, se quiser reservar o passeio: +63 961 291 3164 – dá pra mandar WhatsApp em inglês que ele responde rápido!
No nosso hotel, contratamos um passeio oferecido para três ilhas pouco exploradas pelos turistas. Realmente nos impressionamos! Praticamente, só o nosso grupo estava nos lugares no dia.

Conhecemos e fizemos snorkeling nas águas transparentes de Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island.
Viajamos de speed boat entre elas e o conforto é um pouco maior. Pagamos 2.200 pesos filipinos por pessoa (US$ 44 em novembro de 2019). Neste preço, já estavam incluídos almoço, bebidas (refrigerante, suco, água e cerveja!) e as taxas governamentais.

O restaurante do nosso hotel Qi Palawan era ótimo, com várias opções.
Mas no centrinho de El Nido, descobrimos um lugar muito bom e que você vai adorar saborear.
O restaurante Happiness Beach Bar fica a uma quadra do mar e tem um astral muito bom. Um dos atendentes, na porta, nos ofereceu falafels e o sabor desse “brinde” já nos fisgou de imediato.

No cardápio, há várias opções vegetarianas. Pedimos sanduíches de falafel, brusqueta de falafel e também um dos pratos mais saborosos da vida.
Ele é servido numa panelinha, tem molho de tomate, queijo feta, húmus, ovo e um tempero delicioso, acompanhado de pão pita e uma conserva de legumes! Não tem erro, só de escrever sobre, já deu vontade de comer de novo.
Vai lá e depois me conta o que achou!
O post Conhecendo a encantadora El Nido apareceu primeiro em Viajão.
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Reserve uns três dias para explorar as famosas ilhas tailandesas. Águas cristalinas, mergulhos incríveis e boa comida ditam o ritmo deste paraíso.
O post Desbravando Phi Phi Islands: o que saber antes de ir apareceu primeiro em Viajão.
]]>Enquanto você só vê fotos, vai achar que elas estão carregadas de filtros que realçam as cores. Mas basta chegar às famosas Phi Phi Islands, no sul da Tailândia, pra perceber que a beleza natural passou por ali e resolveu estacionar e ficar morando neste canto do planeta.

As paisagens são espetaculares, a água é cristalina e com tons de verde fluorescente e o astral é um constante abraço na alma. Com tantos predicados, fica fácil decidir o que fazer em Phi Phi Islands quando você estiver por lá.
Primeiramente, é preciso saber que Phi Phi (fala-se “Pípi” com som de P mesmo) não tem aeroporto. As melhores maneiras de se chegar até lá é pegando um voo até Phuket ou Krabi, cidades próximas e com infraestruturas interessantes.

Diariamente, vários voos e companhias ligam Bangkok, por exemplo, até esses lugares.
Depois, basta ir até o píer de Phuket (também pronunciado com som de P) ou de Ao Nang (a cidade litorânea vizinha de Krabi) e pegar um ferry até Phi Phi. As empresas têm horários variados de embarcações todos os dias. Vale ficar de olho para casá-los com a chegada do seu voo.
A viagem de ferry das cidades até a ilha duram entre 1h30 e 2h. Os tíquetes custam entre THB 300 e THB 400 cada trecho (entre US$ 10 e US$ 13 em novembro de 2019).
Você chegará a Phi Phi descendo no Tonsai píer. Como a parte principal da ilha é relativamente grande, vale escolher um hotel que esteja mais próximo ao píer.
Lembre-se que você chegará com malas (ou mochilas) e carregá-las por muito tempo pode ser frustrante.
Nós já nos hospedamos no PP Nicebeach Hotel Hip, que fica à beira-mar, saindo do píer, para o lado esquerdo. E também no Chaokoh Phi Phi, que está a uns 5 minutos de caminhada à direita do píer. Ambos hotéis com ótimas estruturas e próximos do que fazer por lá.
Muitos hotéis em Phi Phi ficam na montanha. Preste atenção na hora de reservar se este será seu caso. Claro que a vista será sensacional, mas pode ser um transtorno subir e descer muitos degraus com malas e mochilas e sempre que precisar buscar algo no quarto.
Não faltam opções de passeios legais e inesquecíveis pra fazer em Phi Phi. Muitos deles estão a alguns minutos de barco, em praias paradisíacas próximas.

Pela ilha principal, você vai encontrar dezenas de agências de turismo. Dá pra reservar tours já fechados, com horários e visitas programados, junto de outros turistas.
Se preferir, contrate um barqueiro e faça o seu próprio passeio, conhecendo o que quiser e por quanto tempo tiver vontade. Os barcos privativos podem ser negociados diretamente à beira-mar e por quantas horas você quiser, com limite de seis horas.

Em cinco pessoas, pagamos THB 3.500 no total por seis horas (o que dá uns US$ 116) com água e equipamentos de flutuação incluídos (máscaras, snorkels e coletes salva-vidas).
Koh Phi Phi Leh é uma ilha que fica ao sul de onde você estará hospedado, a uns 20 minutos de barco. Por ali, estão a famosa Maya Bay, a incrível Pileh Lagoon, a divertida Monkey Beach, a misteriosa Viking Cave…

São as principais atrações de Phi Phi e estão incluídos na maioria dos passeios que as agências oferecem.
Vale lembrar que dezenas de grupos partem de Phi Phi com o mesmo objetivo todos os dias. Por isso, tente pegar o contrafluxo e conhecer esses lugares quando não estiverem muito cheios.
Uma dica é contratar o passeio privado e tentar sair cedo, pelas 8 da manhã, e pegar parte dos lugares ainda com poucos turistas.
A famosa praia do filme do Leonardo Di Caprio está fechada para os turistas desde fevereiro de 2018. Foi quando o governo tailandês resolveu limitar o acesso porque a exploração turísticas estava afetando a vida marinha, principalmente os corais.
A reabertura só deve acontecer a partir de 2021. Mas isso é apenas uma previsão. Hoje, só é possível ir com o barco até o limite de 300 metros da costa. Existe uma demarcação na água. Ali, dá pra fazer snorkel (flutuação) e ver a praia bem de longe, sem o glamour de se estar na areia, como era antes da interdição.

A lagoa de água salgada enche de barcos e turistas que querem mergulhar observando os peixes coloridos.

A cor da água é impressionante! E a temperatura também, nada fria.
O local vai render fotos incríveis e fazer você entender por que tanta gente procura Phi Phi para passar as férias.
Este ponto é mais divertido do que imperdível. A principal atração da pequena praia são os vários macacos que vivem ali.
Eles chegam perto, roubam sua comida, bolsa (cuidado) e reviram tudo! Claro que eles também posam pra fotos.
O problema é que a praia fica cheia de lixo. As embalagens que eles reviram estão espalhadas por toda a parte.
Mais ao norte de Phi Phi, a uns 40 minutos de barco, está Bamboo Island. Se procurar apenas um passeio para fazer, escolha este.

A cor e a transparência da água são impressionantes. A areia é branca! E é um ótimo lugar pra se fazer flutuação e observar os peixes.
Por ali, há uma estrutura com banheiros, bar, mas lembre-se que uma taxa de THB 400 (mais ou menos US$ 13) é cobrada por pessoa para entrar na ilha.
De volta de barco às ilhas Phi Phi, além de conhecer os vários restaurantes, mercados, feirinhas e baladas espalhados, dá pra desbravar as praias próximas.
Uma delas é Long Beach. Ela fica a uns 40 minutos de caminhada do Tonsai Píer. No trajeto, tem resorts, mata, muitos degraus e um visual de tirar o fôlego.
Em primeiro lugar, leve água e protetor solar. Chegando em Long Beach, procure um restaurante pé na areia, aproveite a sombra e intercale com mergulhos na água morninha e translúcida!
Primeiro saiba que a melhor maneira de chegar até o topo da montanha da ilha, a 186 metros de altura, é indo pela escadaria que fica perto da área mais central, perto do Tonsai Píer.
São muitos degraus e é cansativo. Leve água, repelente e vá preparado para uns 20 minutos de subida bem íngrime.
Outra opção, bem mais difícil e longa, é ir pelo outro lado, perto de Long Beach. Nós demoramos pouco mais de uma hora pra chegar até o View Point 2. O acesso é no meio do mato, em ruas de terra, pelo meio de casas, e parece que nunca termina. Basta seguir as placas que uma hora chega.
Quase na chegada, você precisa pagar THB 30 (US$ 1) para acessar o local.
A vista é um espetáculo e o lugar enche de gente no pôr do sol.
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Saiba quais praias você precisa conhecer quando decidir cruzar o mundo e desembarcar em solo tailandês.
O post As melhores praias da Tailândia apareceu primeiro em Viajão.
]]>Sabe quando um lugar consegue ser espetacular? Quando ele mistura paz e caos. Quando acelera e, ao mesmo tempo, relaxa. Então, nada melhor do que relaxar explorando o lado paradisíaco deste país: o litoral! Sim, e você precisa saber quais são as melhores praias da Tailândia pra dar aquele tiro certeiro na hora que decidir cruzar o mundo até lá.

Certamente, saindo do Brasil, sua primeira parada na Tailândia será em Bangkok. Da capital, é possível escolher ir pra qualquer canto do país pagando pouco. As passagens aéreas são baratas.
Então, que tal começar pela região de Krabi, na costa sudoeste do país? A cidade não é litorânea, mas tem um importante aeroporto e fica colada numa parte bem badalada do litoral tailandês.
Primeiramente, é bom saber que uma praia imperdível é Ao Nang (e boa pra se hospedar!). Do aeroporto de Krabi, dá pra ir de van contratada na hora, tuk-tuk ou táxi.

A cidade praieira tem uma vida noturna agitada, muitos restaurantes, boa estrutura e fica perto de ilhas famosas – fáceis de conhecer num bate e volta. Por isso, Ao Nang está entre as melhores praias da Tailândia.
Antes de mais nada, caminhe pela orla, que não é tão grande, e ali mesmo contrate os passeios de barco (fale diretamente com os barqueiros que estarão aos montes na areia). Um dia navegando para fazer flutuação no incrível mar verde tailandês pode sair por apenas U$ 10. Negocie!
De Ao Nang, é possível pegar um barquinho e ir até Tonsai. A praia fica ao lado, a uns 15 minutos de barco, e tem paisagens deslumbrantes.

A orla de Tonsai é pequena – logo, tem um quê de “praia particular”. Ali, é possível alugar um caiaque (com um, dois ou até três lugares) e sair remando pelas belas águas. A praia também tem muita vegetação. E, por ela, ou pelo mar, é possível acessar a vizinha e sensacional…
Se você ainda não se sentiu dentro das conhecidas paisagens litorâneas tailandesas, pode apostar que Railay vai cumprir esse papel na hora. É amor à primeira vista. Afinal, esta grande península conta com aquelas famosas falésias calcárias bem altas que, em suma, são cartão-postal do país.

Dá pra curtir a praia dos dois lados da península. Existem vários bares e restaurantes do estilo “pé na areia”, que são ótimas pedidas quando se quer passar o dia entre o sol e a água salgada. Mas atenção, em vários pontos das areias de Railay são os macacos que mandam. Enfim, guarde bem seus pertences e sacolas com comida – eles são rápidos no “roubo” RISOS.
Mais ao sul de Railay, você encontra a pequena e belíssima Phra Nang. Esta, foi a praia de que mais gostei e que mais investi tempo na região.
Phra Nang é aconchegante, tem bons restaurantes, um visual de tirar o fôlego e águas calmas de temperatura agradável. Ah, também dá pra conhecer uma curiosa caverna chamada Penis Cave. É que lá dentro existem várias oferendas de madeira em formato fálico – na crença do povo, os objetos servem para proteger e dar fertilidade aos pescadores.
Da região de Ao Nang, que tal ir, logo depois, para a mais famosa e badalada praia tailandesa? Então, bora pra Phi Phi Island.
Pra fazer esse trajeto, basta contratar um speed boat em Ao Nang mesmo. Em no máximo duas horas o barco estará atracando no píer de Phi Phi. Recomendo que você escolha um hotel que não fique no alto do morro – senão, você terá que subir muitos degraus acima com malas/mochilas.
Então, hospedado em Phi Phi, você pode curtir a estrutura da ilha, que tem um delicioso mar, muitos bares, restaurantes, baladas e contratar passeios de um dia para explorar ilhas e praias que ficam ali perto.

Escolhemos um que saiu no começo da tarde e que durou até a noite: fizemos flutuações, passamos pela Praia dos Macacos e ficamos por três horas na famosa Maya Bay.
Desde junho de 2018, a famosa praia do filme do Leonardo Di Caprio está fechada para o turismo. A decisão do governo tailandês é pra tentar recuperar o ecossistema marinho – prejudicado pelo turismo maciço durante anos a fio.

Por isso, a reabertura só deve acontecer em 2021. Até lá, é possível observar Maya Bay de longe. Os barcos das agências turísticas precisam respeitar um limite de aproximação da praia.
As águas das praias de Koh Samui não são tão verdes quanto as das que descrevi acima. Mas a cidade é gostosa e tem uma infraestrutura bem legal. Eu deixei pra conhecer somente após desbravar as já citadas nesse post.

Mas, de Koh Samui, dá pra visitar uma das praias mais bonitas que já vi na vida. Só por isso, já vale a pena o rolê.
Antes de mais nada, pode chamar este lugar de paraíso. Fica a 1h30 de barco de Koh Samui ou a apenas 10 minutos de Koh Tao, outra ilha bem procurada pelos turistas.

Primeiramente, para entrar em Koh Nang Yuan, é cobrada uma taxa de 100 Baht (mais ou menos R$ 10,00) por pessoa. E não pode entrar na ilha com recipientes plásticos, como garrafas de água.
Além das águas cristalinas, Nang Yuan também tem um viewpoint de tirar o fôlego. Fica em cima de um morro e o acesso é por uma trilha. Não fizemos porque tínhamos horário restrito e preferimos apenas curtir o mar. Mas o visual do alto só realça a beleza que é essa ilha!

Pra curtir as melhores praias da Tailândia, com água cristalina e que parecem piscinas a céu aberto, recomendo, no mínimo, uma semana.
E evite o período de monções (chuvas muito fortes) nessas praias, que vai de maio a outubro. Ou seja, entre novembro e abril, você vai aproveitar como ninguém.

Só passar protetor solar e tomar muita água de coco. Boa praia!
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Que tal aproveitar um stopover em Dubai para conhecer a cidade? Em 48 horas é possível se encantar com a luxuosa cidade.
O post O que fazer em Dubai em dois dias apareceu primeiro em Viajão.
]]>Quando se fala em Dubai, já se pensa em muito luxo, compras e coisas caríssimas. Bom, posso te dizer que tudo isso é verdade RISOS. Mas, então, como aproveitar toda essa extravagância quando se tem pouco tempo pra isso? Finalmente, vou te contar o que fazer em Dubai em apenas dois dias.

São dicas preciosas pra um primeiro contato com a cidade, principalmente se você estiver aproveitando o stopover gratuito oferecido pela Emirates, por exemplo.
Stopover é aquela parada grátis, no meio do caminho da sua viagem, em que é possível sair do aeroporto e passar um tempo numa cidade específica! Aliás, já ensinamos aqui como garantir este benefício oferecido por várias companhias aéreas.
Escolher o local da hospedagem é o primeiro passo. Ficamos em Al Rigga, bairro que contorna o canal de água salgada que corta a cidade, o Dubai Creek.
Inclusive, existem algumas estações de metrô por ali, é relativamente perto do aeroporto e é cheio de lojas e restaurantes. Ah! E as hospedagens não são tããão caras.

Escolhemos o hotel Best Western Plus, com café da manhã incluído. Bom custo-benefício.
Com dois dias em Dubai, você precisa focar apenas nas principais atrações – só pra ficar com “gostinho de quero mais” depois.
Pra aproveitar bem seu tempo contado na cidade, use e abuse do metrô.

As linhas e estações estão divididas em sete diferentes zonas. Por isso, quando comprar o tíquete, você paga valores diferentes, dependendo do destino.
O Red Card é o mais comum pra turistas. Nada mais é do que um cartão recarregável, que vale por 90 dias, onde fica seu “dinheiro virtual” para usar o metrô. Só ele custa 2 dirhams.

Na conversão atual (maio de 2019), 1 dirham é praticamente equivalente a R$ 1,00.
Também dá pra comprar um passe diário de metrô: custa 20 dirhams. Mas veja se vale a pena, fazendo uma conta rápida de quantos metrôs pegará pra curtir o seu dia.
Uma forma bem prática e não tão cara é usar táxi! É o táxi mesmo, que você pega na rua ou no hotel, nada de Uber. O transporte por aplicativo é mais caro! E pode desistir dos ônibus também, o valor das passagens costuma ser alto.
Para aproveitar seu rápido stopover na cidade, em primeiro lugar, sugiro que vá direto ao Dubai Mall – o maior centro comercial do mundo. Chegar de metrô até lá é prático. Basta descer na estação Burj Khalifa / Dubai Mall, linha vermelha.
Antes de mais nada, ao embarcar no metrô, tente sentar perto da janela. É que durante a viagem, você vai conseguir observar uma das mais novas “obras” da cidade, o Dubai Frame, construção inspirada num porta-retrato. De Al Rigga até lá, ele apareceu do lado esquerdo do trem.

Depois, quando a estação chegar, desça e caminhe alguns longos minutos pela passarela climatizada e moderníssima que termina dentro do shopping.
Inclusive, o Dubai Mall possui, entre muitas atrações, 1.200 lojas, 22 salas de cinema, um dos maiores aquários do mundo e uma praça de alimentação com 160 fast-foods e 120 restaurantes! Só aí, já vai, pelo menos, meio dia. É uma grandiosidade pra combinar com o local onde ele está…
Além do gigantesco shopping, o complexo onde está o prédio mais alto do mundo também tem uma enorme fonte dos desejos (com shows de águas dançantes em vários horários – um deles é às 18h) e uma imensa praça onde turistas passeiam e admiram a bela e agradável atmosfera artifical de Dubai.

Mas o protagonista do lugar é ele: o gigante Burj Khalifa. Ele tem 828 metros de altura e conseguir enxergar o topo dele é um desafio pra elasticidade do pescoço. O prédio é um mega complexo comercial e residencial.

Pra se ter uma ideia de como a cidade é do alto, vale a pena entrar e subir até o 125° andar do arranha-céu! As subidas são feitas das 8h às 22h. Mas avalie se quer mesmo, porque o passeio normalmente custa caro.

Aquele calor básico de uns 40 graus na sombra não é combatido apenas com ar-condicionado RISOS. Então, isso significa, que você pode aproveitar o dia seguinte para dar um mergulho nas praias artificiais pra aliviar as altas temperaturas. (Só pense bem se vai querer curtir praia no verão, porque a água e a areia ficam muito quentes!)

E são praias espetaculares! Mas fique atento e explore as praias públicas apenas, caso esteja num hotel comum ou AirBnb – é que existem várias privativas, que ficam nos resorts!
Nossa dica é ir direto pra Jumeirah, uma área residencial repleta de praias de água cristalina pra você aproveitar. Para chegar até lá, valeu a pena pegar táxi comum. Ali na região, dá pra curtir, numa boa:

Dá pra curtir o almoço ou o pôr do sol, depois de um tempo na praia, em algum bar ou souk ali mesmo, em Jumeirah. Fomos ao Souk Madinat Jumeirah, que é uma mistura de shopping com feirinha árabe, todo moderno. E tem uma bela praça de alimentação do lado de fora.
Depois, passeamos de carro, com uns amigos, pela famosa Palmeira Jumeirah, um arquipélago artificial construído em forma de palmeira e que pode ser visto até do espaço.

Ali, fica outro famoso e luxuoso hotel, o Atlantis hotel.

Para o pôr do sol, seguimos para Marsa Dubai – localidade ali perto. Fomos a um restaurante/bar com uma vibe muito legal e que tem sofás e mesas ao ar livre.
É o Barasti Beach Bar! Prepare-se para uma vista espetacular! No fim do dia, com o sol se pondo, ficou ainda mais linda!

E, mais à noite, o mesmo bar se transforma: a parte que fica ao ar livre lota e rola música eletrônica até 1h30 da manhã! \o/
Dubai me surpreendeu muito! Saí encantado de uma cidade que eu achava que, por não ser tão histórica, não me fisgaria. Mordi a língua.

Como foram apenas 48h na cidade, não deu pra conhecer a parte antiga (Old Dubai), o deserto, os parques… Mas isso ficará pra um próximo stopover. Afinal, é sempre bom deixar algo pra fazer num lugar que a gente gostou tanto, né? É sinal de que vamos voltar um dia.
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Eeeeeeee! Parabéns!!! Três anos de Viajão hoje, quantas experiências e micos já contados aqui, néam? Quem quiser, pode nos presentear
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]]>Eeeeeeee! Parabéns!!! Três anos de Viajão hoje, quantas experiências e micos já contados aqui, néam?
Quem quiser, pode nos presentear com muitas viagens, aí presentearemos vocês com mais histórias risos. Mas chega de LADAINHA! Afinal, hoje é dia de Colaborões.
Verão quase cheganu, você aí enfurnado no escritório e o calor comendo solto lá fora, néam? Que tal dar um pulinho em Punta Cana? Nosso colaborão de hoje é o publicitário e ~empresário Diego Firmino (aquele do Carrossel risadas miU).
O Diego nos dá varias dicas para aproveitar Punta Cana, aquele pedaço de paraíso, logo ali no Caribe. Ahhhh, Punta não é só pra casais, não, viu? Lá tem feiticeiros de unhas grandes e há boatos que o Van Damme vive indo lá pra combater o mal e descansar risos. Duvida?
—

Haiti é o inferno. Uma guerra civil está acabando com o país. Mas, o exército brasileiro está lá juntamente com a missão de paz da ONU. E, por causa disso, acabei indo parar em Punta Cana.
Parece estranho, mas é a pura verdade e eu vou contar para vocês em forma de romance prevendo um prêmio como melhor artigo de viagem já escrito.
Amor, vamos ver o Paulo durante as férias dele? – minha mulher me questionou enquanto eu lia alguma coisa no celular.
Só se for em Punta Cana. – Respondi de imediato.
Neste ponto, é importante eu dizer que meu cunhado é membro das forças de paz da ONU e está em missão no Haiti. E, caso você não saiba, Haiti e República Dominicana ficam no mesmo pedaço de terra. De um lado extrema pobreza, guerra e destruição. Do outro lado da fronteira, o paraíso em forma de praia, música caribenha e vendedores ambulantes.
Adivinha, é pra lá mesmo que a gente vai.
Me ferrei legal, não estava preparado para viajar assim, DO NADA.

Uma das primeiras decisões que tomamos foi não ter um pacote com uma agência. Compramos com a CVC apenas as aéreas e a hospedagem. Nada contra, apenas não queríamos estar presos a um roteiro pré-determinado e, quando você chega lá, você descobre que essa é uma ótima escolha.
Punta Cana é daqueles lugares que te enchem os olhos. Não é só o mar e o céu, eles sabem como receber as pessoas, te fazer ficar a vontade todos dançando nus em volta da fogueira. O hotel, pelo menos o que eu fiquei, impressiona pela arquitetura com espaços gigantescos e pé-direitos altíssimos.
A cada esquina que você vira, uma nova escultura ou estátua te recebe, os jardins são nababescos (só não disse babilônicos porque senão eles seriam suspensos, o que não é o caso: tundundisss), no fim das contas, não é só a praia que prende sua atenção.
As dicas:
Os vôos para Punta Cana, fazem escalas, então, compre as conexões com pelo menos três horas de diferença. Pegamos as conexões na Colômbia com uma hora de diferença e, em todas elas foi uma correria danada para comprar pó, sem contar que você corre o risco de perder a conexão e vai acabar tendo problemas.
O aeroporto de Bogotá é gigantesco, bonito e cheio de coisas legais pra fazer, então, mesmo que você espere uma ou duas horas, você terá muito o que fazer.
Antes que alguém pergunte, a temporada lá vai de novembro a março, fomos no início de outubro o que foi uma das coisas mais acertadas que fizemos. O hotel está vazio, a praia também e o calor é o mesmo (sempre na casa dos 30). Você consegue aproveitar melhor a piscina e tudo que o complexo hoteleiro tem pra oferecer.
Pelo que fiquei sabendo, na temporada você não consegue uma cadeira perto da praia caso não chegue antes das oito e meia da madrugada.
Existem diversos hotéis em Punta Cana porém, alguns deles ficam na faixa de praia com mar calmo e água transparente, ficamos hospedados no Meliã Club, é um hotel mais antigo mas, você só vai notar isso nos móveis que aparentam ter uma certa idade.
Consulte a sua operadora sobre a praia, lá também tem praia agitada e, se você quer ficar molhando o saco o dia todo na água, é importante escolher o hotel certo.
Para terem uma ideia do tamanho do bagulho, você se desloca de um lugar ao outro em um trenzinho que passa de 15 em 15 minutos nas paradas espalhadas pelo complexo.
Existem diversos passeios a serem feitos e os caras são chatoooossssss, te abordam de cinco em cinco minutos, fique esperto e, caso não queira fazer o passeio ou já tenha fechado com algum vendedor, dispense os chatos com rapidez ou eles vão ficar falando com você eternamente (zzzzzzzzz).
Outra dica: As faixas de areia que ficam em frente aos hotéis são monitoradas por seguranças. Caso você saia dela, será abordado a cada dois metros por vendedores ambulantes, feiticeiros de unhas grandes e pretas (SÉRIO), etc… Um dia tentei dar uma caminhada pela praia, andamos uns 150 metros e tivemos que voltar, bizarro.
A internet no quarto é paga ($10/dia), o acesso é livre nos lobbys, o uso de cofre, que eu recomendo, custa $2/dia.
Os pacotes para Punta Cana são no formato “tudo incluso” e, se você não quiser, não precisa nem sair do hotel. Perto do Meliã, fica um dos shoppings da cidade, não é um paraíso de compras e os preços não são nada convidativos. Neste mesmo shopping fica um Hard Rock Café, aproveite.
Na verdade, com o pacote, você não gasta quase nada lá, não é preciso levar rios de dinheiro, se você não for do tipo que gasta com presentes ou em cassinos, um casal passa uma semana super bem com uns mil Obamas, rindo e sobrando. Ah, é bom saber que é preciso levar dinheiro trocado, no desembarque você vai pagar uma taxa de 10 Obamas por pessoa.
E não se assuste, o aeroporto parece saído de um filme do Van Damme no Camboja. Os taxis são mais ou menos tabelados, dentro do próprio aeroporto tem um quiosque de taxis “oficiais”, o trajeto até os hotéis varia de 30 a 50 doletas.
Punta Cana é um destino familiar, apesar da bebida liberada, você não verá, pelo menos eu não vi, ninguém bebasso ou coisas do tipo. E se você é solteiro e tá a fim de pegação, lá não é o seu lugar. As noites no hotel são animadas com um cassino e também com música, shows e animadores.
Praticamente todos os hospedes se dirigem para os lobbys do hotel na parte da noite então, fica aquela coisa misturada com gente de todo lugar, falando em línguas das mais diversas (russo lá é mato, SKAVUSKA). Falando em línguas, lá se fala o “portunhol” e o inglês também, então fique tranquilo, você não passará apertos.
Falei que tem muito russo lá? Então, tem brasileiro lá também. Você tá lá, super de boa, tentando conversar em inglês com alguém e, de repente, o cara solta um: PUTA Q PARÉEEEUUU. Exatamente, tem muito brasileiro lá. Pode relaxar, você estará em casa.
E assim como brasileiros em quantidade, você também encontra mosquitos, leve bastante repelente, nas áreas comuns a mosquitada pega feio.
P.s: O lugar inteiro cheira a filmes do Van Damme da década de 90 inclusive aquela musiquinha caribenha que toca ao fundo de qualquer lugar, até onde não tem aparelhagem de som #medo.
to bem de boa, relax em Punta kkk
—
Boas dicas, Diego! Só fiquei com medo dos ~feiticeiros de unhas grandes. E você, viajão, também pode contar sua história de viagem pra gente! Seja um Colaborão, escreva pro: souviajao@gmail.com. Hasta luego!
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Abençoados que somos com nossos mais de 7 mil quilômetros de costa no Brasil! Mas basta viajar pra fora para
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]]>Abençoados que somos com nossos mais de 7 mil quilômetros de costa no Brasil! Mas basta viajar pra fora para notar um hábito bem peculiar dos gringos, para aqueles que não têm mar e areia qualquer gramadinho vira um praião.
Em grandes centros como Nova York, Londres e Paris é possível encontrar um jeito, digamos bem “brasileiro” de se virar. Estende-se uma toalha, ou nem isso, arregaçam-se as mangas e calças e, se o calor for demais, tira-se a roupa. Calma, um biquíni por baixo, ou pelo menos um sutiã mesmo, ou ainda se der sorte rola até um top less, por que não?
Aposto que, se fossem os brasileiros sem praia, dariam um jeito de inventar uma! Mas o veraneio que vemos por aí a fora já está de bom tamanho.
Americanos se esbaldam do Central Park, parisienses nos Jardins de Luxemburgo e nas margens do Senna realizam banquetes em pique-niques, londrinos usam os jardins da rainha e assim por diante, qualquer fonte de água serve e qualquer praça é um convite para pegar uma corzinha e tirar aquela cor de inverno.
Enquanto aqui ninguém costuma ficar de biquíni no parque, mas existe as lages, as piscinas e as mangueiras. Lá, pelo contrário, ninguém parece sentir falta de água! Brasileiro é que tem mania de água, coisa de índio, sabe como é? Os gringos só querem mesmo é um lugar ao sol!
Uma amiga contou sobre um namorado holandês que, visitando a família da namorada brasileira, fala para ela: “Vamos no parque? Então por que não pegou seu biquíni? Vamos aproveitar este sol!!!”
Portanto nesse verão não se desespere caso não possa ir pra praia… mas se for, sinta-se privilegiado! E não esqueça daquele pequeno conselho de Pedro Bial, o filtro solar!
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“Vem chegando o verão…” Tá sentindo viajão??? Aqui para os Curitibanos, fazendo o segundo dia seguido sem chuva e frio
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