acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Aproveitando a onda de festivais desse ano, resolvi relembrar minha última experiência viajona/musical, o SWU 2010. Confesso que este ano
]]>Aproveitando a onda de festivais desse ano, resolvi relembrar minha última experiência viajona/musical, o SWU 2010. Confesso que este ano fui uma negação pra isso, nem Rock’n’Rio, nem SWU, nem Planeta Terra, nem Pearl Jam, nem Eric Clapton (boatos que o viajão xóia cobriu o evento, mas não pra gente e sim pra Globo
).
Enquanto me debato pra comprar ingressos pro Lollapalooza aqui (ainda sou o número 4.549 na fila de espera) vou contando um pouco da minha experiência na primeira edição do SWU.
Todo mundo sabe que SWU significa Starts With U, e é assim por conta do apelo sustentável do festival. Verdade que ano passado eu me amarrei nessa idéia (1 membro) e fui toda engajada conferir o evento amigo do planeta e, de quebra, assistir o Kings of Leon! (Aqui em Curitiba a gente se acostuma a ouvir covers por todo lado, imagina se eu podia perder a chance de ver os caras de verdade!)
Logo, mas muito logo, a idéia do sustentável caiu por terra e dava pra perceber que não se fazem mais pessoas preocupadas (e inocentes) como eu! O público que se preocupa com isso claramente não era o mesmo que escolheu aquelas bandas, por isso não sei nem se dá pra chamar isso de jogada de marketing. A sensação era de que todo aquele discurso servia como desculpa pra cobrar estacionamentos super caros.
(Enquanto isso no Lollapalooza = 2.227 na fila de espera)
Nessa primeira edição de SWU a festa rolou na Fazenda Maeda em Itu – hoje é em Paulínia – o lugar era enorme, irado, amplo! Mas nem por isso, ou justamente por isso, em nenhum momento tive a sensação de que o volume estava no máximo, sabe como? Fora isso a roda gigante e a torre de Heineken eram maneiras mesmo!
No primeiro dia chegamos tarde, fui no Rage Against the Machine, muito mais pra acompanhar os amigos do que por conhecimento de causa. O maior problema até então estava sendo o frio e o vento que quase me matou! Saí do hotel de short e camiseta, sem levar casaco e o lugar ventava tanto que no final do dia sentia cada alvéolo do meu pulmão gelado! Mas teve um momento… logo no começo do RATM… que a coisa começou a esquentar… o povo começou a chegar junto, empurrar e de repente quase me vejo pisoteada! Acompanhada de um casal de amigos GRANDES e bem dispostos a me proteger, ouvi um papo assim “Se começarem a empurrar a gente agarra a Amandinha!” E foi assim que aconteceu. Até que, além de me segurar, eles tiveram também que me ajudar a pular a grade e tudo mais… INVASÃO NA ÁREA VIP! Foi a minha sorte, pois além de mais espaço na área vip tinha uma lâmpada bem forte apontada pra uma árvore e fiquei ali, me esquentando até o show acabar como uma primitiva no fogo!
(Enquanto isso no Lollapalooza = voltei ao 4.452 na fila de espera!!!!)

No outro dia de SWU teve de tudo um pouco, amigos na fila, esquecer o ingresso no hotel (em Campinas) e voltar buscar, cerveja barata fora do festival, vontade de fazer xixi num ônibus que não chegava nunca, Regina Spektor fofa, Joss Stone poderosa, Dave Matthews e o meu objetivo final: Kings! Não sei se era aquele problema do som ou falta de calor do público, mas apesar do show ótimo parecia que se você levantasse a voz pra cantar seria meio que sozinho na investida. Mas beleza, ganhei umas subidas e ombros e gritei o quanto pude.

hitzinho que TODOS adora…
Kings of Leon from Amanda Malucelli on Vimeo.
Nesse dia fui de moletom e meia-calça e tudo foi melhor! Saldo positivo, entre feridos, nenhum morto e ótimas lembranças! Estes festivais são assim: sempre uma mistura de alegrias e frustrações, “Como vamos?”, “Com quem vamos?”, “Onde vamos ficar? Camping? No way!”; “Qual é o caminho?”, “Cadê GPS?”, “Mais 50 paus de estacionamento?????”, críticas à organização e momentos de longas esperas… mas no fim, muita diversão e sempre melhor ter ido pra poder falar!!
Desse em específico 3 breves conclusões: 1 – Quando o Verde não é de verdade todo mundo desconfia. 2 – geração celular 3G esquece de curtir o show e 3 – Camisas Xadrez já estavam na moda em 2010.
Agora com licença que – até o fechamento desta edição – tá difícil conseguir esse Lollapalooza e… ops… esgotou a pré-venda! :/
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