acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Hoje vamos pra África do Sul, comer bem… MUITO BEM! Aliás, a comilança em geral por lá não é fraca, não. Pra começar os trabaios nesse restaurante, de frente pro mar em Port Elizabeth, eles te servem uma CUMBUCA com água e fatias de limão.
Opa, caipirinha OH WAIT! Não vá beber, é apenas pra HIGIENE da mão após comer camarão #rimaémeuforte
Pedi um sucuzinho (homenagem à Sandy risos). E, sério, foi o melhor que já tomei em MILÊNIOS. O sabor? LICHIA! Nunca tinha experimentado esse sabor (ok, crucifiquem-me). Simplesmente curti demais. (é o branco da foto)
Aí, vem o sofrimento. Como entrada, fatias de pão (de qualidade) e molhinhos. Tipo alho, pimenta, queijo, tudo com muito azeite de oliva.
E como prato principal, adivinhe? Frutos do mar. Peixe (não lembro qual, ok, crucifiquem-me) e camarões. Os camarões eram gigantes. Tudo acompanhado de salada, fritas, molhos especiais.
Confesso que passei mal. Sabe aqueles camarões que parecem FRANGO, de tão carnudos? Era só tirar a casca, limpar a gordura das mãos naquela caipirinha água com limão e CARCAR pra dentro. E o sabor dele era inexplicável. Um tempero característico. Só sei que comi até a PANÇA doer.
Sem contar o peixe, saboroso e no ponto. Uma das melhores refeições feitas em viagens por mim. Valeu muito! Não saiu caro e deu pra relaxar curtindo um dia de sol agradável.
Ah, tá esperando a sobremesa? Na boa, não tinha mais espaço. Comilão que é comilão também sabe a hora de parar 
Daí ok, pititi patatá, vamos almoçar? Aonde? Aí sempre rola aquela dúvida, mesmo você conhecendo 1 milhão de lugares pra ir almoçar, e como somos um blog de viagens e não de restaurantes, apenas damos dicas do que é bom ou não em lugares diferentes ou não, isso é relativo. Nós trazemos pra cá o conhecimento, e a mensagem é: Busquem conhecimento!
Hoje vou dar uma dica de um restaurante nepalês, que vem do Nepal mess. Mas confesso que nunca fui pro Nepal, quem sabe um dia desses aí, quiçá num final de semana.
O restaurante fica em Lisboa, centro mundial de restaurantes bons! Já dei essa dica, mas acho difícil você entrar num restaurante lá e ser ruim, acredite, minha massa corporal aumentou um teco quando fiquei por lá.
O restaurante se chama Everest (montanha que fica no Nepal hohoho) e o lugar é bem pequeno, lá pelas bandas do Rossio, mas nos menores restaurantes estão as melhores comidas.
Eu fui meio na indisplicência pensando “Po, comida do Nepal, baixo astral.” (faço rimas nas horas vagas). Mas meu amigo Colmar insistiu e dei a ele um voto de confiança.
Comida SENSACIONAL! Várias opções vegetarianas, e entradas absurdamente geniais, tinha o garlic cheese nan, tipo um pão sírio meio panqueca recheado com alho e queijo (esse até vou tentar fazer por aqui, porque era genial) e opções de molhos. Sem contar com a Cobra, cervejinha boa mess!
Não lembro ao certo o que comemos, mas era algo semelhante a um strogonoff, mas mais elaborada, com temperos loucos (tem as opções super picantes) mas suaves.
Enfim, eis minha humilde dica para quem curte saborear o mundo! (momento poeta). Boa viagem e bom apetite.
]]>Vou começar com Lisboa, porque a comida la é boa mess (pegaram o trocadilho?). Já dei algumas dicas de lá, mas não de restaurante especificamente, como A vista secreta, os cupcakes, entre outros.
O nome do lugar é Brassarie de L’entrecôte, que ao contrário de quase todos os restaurantes de Lisboa, não é muito barato, mas meu amigo, vale gastar uns eurinhos a mais pra degustar tal dádiva. Inenarrável eu diria.
O lugar não possui muita variedade de cardápio (eles até confessam isso no site), e possuem um ambiente escuro, com velas e tal. Não vou dizer que é romântico porque eu fui com o meu amigo Colmar, ahahaha, mas com certeza levaria uma garota la.
Sem mais delongas, o prato era genial. É o Entrecôte, fatias de mignon com um creme de ervas e batata frita, gênio! Juro pra você. Tirei umas fotos, mas como era meio escuro ficou ruim. Não me julguem como fotógrafo.
Até falaria da salada pra vocês, mas acho que não vale a pena, prefiro guardar na memória apenas a parte boa, ahaha. Mas como em todo restaurante português, não poderia faltar um bom vinho, e vai por mim, bom vinho você acha em qualquer lugar de Lisboa!
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Hoje a Colaborona da vez é de longe, lá de Moçambique! Na verdade, ela mora na Alemanha atualmente. É jornalista e, durante um bom tempo, foi a “Fátima Bernardes” moçambicana, purfa! Era a apresentadora do “Jornal Nacional” de Moçambique, em horário nobre. Estamos chiques, hein viajões? Com vocês, Nádia Issufo e seu “trauma” vivido com todas as economias pregadas pela Dinamarca, numa visita que fez a Copenhague! Boa viagem
Mão de vaca e por isso é muito rico…
A Dinamarca é um dos países mais desenvolvidos do mundo, ele é considerado o “mais” em muitas coisas. Por exemplo, com o melhor clima de negócios do mundo ou o lugar mais feliz do mundo para se viver, mas isso de certeza só quando não é inverno…
Aliás, esta mania no “mais” ou “maior” é uma característica indissociável de muitos países desenvolvidos. A sua capital, Copenhague, para mim, é muito bonita. Os vários canais que atravessam a cidade dão-lhe o charme todo e os edifícios antigos dão o toque final.
Achei também as pessoas simpáticas, por exemplo, eu e as minhas companheiras de viagem procurávamos o endereço do hotel, paradas na rua, quando gentilmente um cavalheiro se ofereceu para nos ajudar.
Mas antes disso fiquei bem impressionada com os homens deste país, eles olham para as mulheres! Isso raramente acontece num país europeu vizinho onde atualmente vivo… A única coisa que não me agradou muito foram os preços, tudo lá é muito caro, essa também é a característica de toda a Escandinávia, os lugares “mais” do mundo.
Mas, o que me chamou muito a atenção foram outras coisas, pequenas, mas bastante reveladoras.
Fiquei espantada com o tamanho minúsculo do meu quarto de hotel, três estrelas, era um verdadeiro cubículo. Lá só cabia a cama, a escrivaninha estava lá a mais! A minha colega, que tem um forte sentido de humor, e às vezes caústico, disse-me: “Lá na minha despensa só cabe a vassoura, não tentes trazer o balde que não há mais espaço…”
Na casa de banho, não estou à espera de uma banheira, o chuveiro era como o dos hostels com uma única diferença: é que não era coletivo… Sendo que não existe nada a separar o banheiro do resto da casa de banho, o chão fica todo molhado.
O gel de banho era praticamente uma inexistência, mal preenchia uma colherzinha de chá, não estou a exagerar! Mas fiquei feliz de ter pelo menos conseguido lavar as axilas, as partes pondereficas e traseiras… Enfim! Com tudo isso fiquei até admirada de a água do banho não ser contabilizada, talvez em dois minutos….
Em dois dos restaurantes em que estive vi, em cada lugar, apenas uma pessoa servir, ou melhor, trabalhar, porque na verdade em algumas situações fazes tu mesmo os pedidos no balcão porque a trabalhadora está com a língua de fora a tentar atender entre uma dúzia a 20 de clientes quase que em simultâneo…
A minha conclusão foi a seguinte: O não esbanjamento também é o que faz deles os “mais” muitas vezes. O desperdício custa muito… Eu não vou viver no hotel, então porque preciso de tanto espaço? Até passo a maior parte do tempo a passear.
Na minha casa também não mudo de toalha todos os dias, e quantas vezes não vemos nos restaurantes os garçons a coçarem-se e a fingirem que não nos veem quando precisamos de ser atendidos?
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Valeu Nádia! Estarei preparado pra tanta “mão de vaquice” quando for à Dinamarca! E você, caro viajão, também pode ser um Colaborão. Escreva sua história de viagem para souviajao@gmail.com! Estamos esperando!
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Quando você vai pra lugares desconhecidos, você sempre fica naquela dúvida aonde comer, clássico. A primeira resposta sempre é McDonald’s,
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]]>Quando você vai pra lugares desconhecidos, você sempre fica naquela dúvida aonde comer, clássico. A primeira resposta sempre é McDonald’s, Burger King, ChinaTown Restaurant. Hoje vou dar uma dica classuda pra quem estiver em Budapeste na Hungria.
O Menza é um restaurante bom e o melhor, não é caro. Em Budapeste não se encontra variedade muito grande de restaurantes como Lisboa por exemplo, ou pelo menos eu não achei essa variedade.
Confesso que não é barato quanto o Mercado Municipal de Budapeste por exemplo, no qual postarei em breve por aqui. Você vai gastar em média uns 15 euros pra encher o pandú (alguém sabe a origem da palavra pandú?)
Tudo estava ótimo, desde a carne picada de panela, até o sorvete de chocolate com tomates (são bolas de patê de pato). A única coisa ruim que passou pela mesa foi a água no meu amigo Carlos Franco, já tomei águas de privada melhores, ruim mesmo.
Dica dada! Aprecie, coma bem em Budapeste, não tome a água e lembre que a cozinha fecha as 23h, quase perdemos o alimento.
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