acf domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131colormag foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home1/viajaone/public_html/bkp/wp-includes/functions.php on line 6131Erro no banco de dados do WordPress: [Table 'viajaone_wordpress.wp_wpforms_tasks_meta' doesn't exist]SHOW FULL COLUMNS FROM `wp_wpforms_tasks_meta`
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Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.
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]]>Caso você esteja tentando juntar o quebra-cabeça da sua próxima viagem, que tal dar uma olhada no roteiro Viajão de 2019? Essa é uma rota possível no Sudeste Asiático e, dessa vez, teve uma parada na Europa também.
Quando a gente tira 30 dias seguidos de férias, a tendência é preencher todos eles com… viagem. E para aproveitar ao máximo a oportunidade, nem sempre os roteiros são os mais práticos para aquele país. Até porque depende muito do seu interesse pessoal. O que você quer conhecer?
Dessa vez, a gente queria visitar as Filipinas e passar alguns dias na Tailândia. E como o voo fazia conexão na Europa tanto na ida, quanto na volta, pensamos: “por que não fazer uma parada por lá também?”
Dia 1 – Chegamos em Zurique pela manhã. Apesar de termos poucas horas na cidade, deu tempo de ir de trem conhecer o centro, onde almoçamos. E de volta ao aeroporto para embarcar para Bangkok.
Dia 2 – Chegamos a Bangkok pela manhã e já embarcamos para Phuket, no sul da Tailândia. Ficamos no The Lantern Resort Patong, em Patong Beach, onde há vários bares e restaurantes. Depois que apreciamos um delicioso jantar de pad thais e fried rices, fizemos a primeira (de muitas) massagem tailandesa nos pés.
Dia 3 – Pela manhã, pegamos a balsa que liga Phuket a Phi Phi. O hotel em que ficamos, Chaokoh Phi Phi Resort, é na rua ao longo da costa. Foi um dia para explorar a ilha e programar o passeio do dia seguinte.

Dia 4 – Fechamos um passeio privativo de barco para os cinco para os principais pontos ao redor de Phi Phi. A saída foi às 08h, para tentar escapar dos grandes grupos de turistas que fazem o trajeto todos os dias em barcos compartilhados. O nosso passeio no tradicional long tail boat começou por Maya Bay e seguiu por Pileh Lagoon, Bamboo Island, além de paradas em lagoas pelo caminho. Então voltamos para a ilha a tempo de almoçar e aproveitar a piscina do hotel.
Dia 5 – No nosso segundo dia inteiro em Phi Phi, resolvemos explorar outras partes da ilha. Seguimos por uma trilha que passa por várias baías até chegar a Long Beach.
Depois, subimos até um mirante (são três na ilha, mas o mais conhecido é o Viewpoint 1) pelo caminho mais longo, que sai da trilha de Long Beach. À noite, teve massagem nos pés (necessária depois da trilha) e um excelente pad thai de 60 baht (cerca de 2 dólares em novembro/2019) para relaxar da caminhada.
Dia 6 – Saímos de balsa até Phuket e, de lá, pegamos um táxi até o aeroporto para voar para…
Dia 6 – …Kuala Lumpur! A capital malaia fica a uma hora e meia de voo de Phuket e tem diferentes atrações para quem visita a cidade. Ficamos hospedados no Travelodge Bukit Bintang, em um dos bairros centrais. Sem dúvida, uma boa opção, já que foi possível caminhar por vários dos pontos turísticos. Considerando que chegamos no fim da tarde, fomos conhecer alguns dos muito shoppings da cidade. E aí, tivemos a impressionante primeira imagem das Petronas Twin Towers.
Dia 7 – Fomos de Grab (o “Uber” do Sudeste Asiático e um dos aplicativos indispensáveis para quem viaja para essa região) até as Batu Caves.
Resolvemos voltar de trem para a região do KLCC (o que implica um trem urbano e um metrô) e compramos ingresso para visitar as Petronas Twin Towers no fim da tarde. Aproveitamos a tarde de chuva para almoçar e fazer compras até voltar para nosso passeio no alto das torres.
Mas a melhor vista foi do skybar do outro lado do parque: petiscos e drinks com as Petronas Twin Towers bem ao lado!

Dia 8 – Hora embarcar para um voo de três horas e meia para…
Dia 8 – …Manila! Chegamos às Filipinas, finalmente. Dormimos em um quarto privado de hostel em Makati e jantamos em um excelente restaurante vegetariano. Mas a ideia na capital filipina era mesmo esperar o voo do dia seguinte.
Dia 9 – Pegamos um dos poucos voos diretos de Manila para El Nido, onde uma van do hotel nos esperava para levar até o resort. Ficamos hospedados longe de El Nido Town, o que restringiu alguns passeios pela cidade, mas nos ofereceu uma praia praticamente deserta. Já que estávamos longe de tudo, aproveitamos a piscina e jantamos no hotel mesmo.
Dia 10 – Contratamos o passeio oferecido pelo hotel para ilhas ao leste da ilha, fora da rota mais turística. Passamos por Little Maosonon Island, Iloc Island e Binulbulan Island, com almoço incluso em (mais uma) praia só para nosso grupo. Em seguida, voltamos para o hotel para curtir a piscina mais uma vez.
Dia 11 – Nesse dia, contratamos um barco privado para passar pelos principais pontos turísticos de El Nido. Big Lagoon, Small Lagoon, Hidden Beach, Secret Beach, entre outros pontos de snorkeling, ficam em ilhas ao redor de El Nido. Almoçamos no barco durante o passeio. Na volta, aproveitamos para passear e jantar em El Nido Town antes de retornar para nosso resort no norte da ilha.

Dia 12 – Tiramos esse dia para fazer algo que raramente fazemos em uma viagem de férias: nada. Portanto, curtimos a praia, a piscina, o bar, os livros no Kindle, as playlists e podcasts… Foi um verdadeiro dia para desacelerar.
Dia 13 – Viajar é se planejar e estar pronto para mudanças. Nossa balsa para Coron foi cancelada por causa do mar agitado. Então, depois de uma manhã de remarcações de balsas e hoteis, passamos mais uma tarde em El Nido Town. Pegamos um tuktuk (que chamam de trycicle nas Filipinas) para visitar Vanilla Beach. Repetimos a janta no Happiness Bar e fomos dormir torcendo para a Guarda Costeira liberar a balsa no dia seguinte.
Dia 14 – Finalmente tudo certo com a nossa partida para Coron! A balsa entre as cidades leva cerca de quatro horas de bastante balanço. Do pier de Coron, pegamos um tuktuk até o hotel e, depois, saímos para caminhar pela avenida principal em busca de um jantar. A cidade estava às escuras, com muitos lugares iluminados por velas ou à base de gerador.
Dia 15 – Fizemos nosso primeiro passeio de barco pelos arredores de Coron, com destino aos principais pontos turísticos. Primeiro, o guia nos levou até o mercado central para comprar os itens para o almoço, que seria preparado pela equipe do barco. Depois, continuamos o passeio de cerca de cinco horas por Twin Lagoons, Kayangan Lake, Barracuda Lake, Smith Beach e Siete Pecados.
Dia 16 – Mais um dia de passeio privativo de barco em Coron, dessa vez, para praias mais afastadas. Dessa vez, fomos até Waling-Waling, Ditaytayan e Malcapuya Island, com almoço no barco e uma parada em Shipwreck Cove na volta. Para encerrar, curtimos a noite na piscina do hotel para nos preparar para os voos do dia seguinte.

Dia 17 – Fomos de avião de Coron a Boracay (com escala em Cebu e uma transferência de jetty da ilha onde fica o aeroporto para a praia de Boracay). Assim que nos alojamos no hotel, saímos em uma caminhada ao longo da costa, que é uma sequência de restaurantes e lojinhas.
Dia 18 – Boracay é uma ilha para aproveitar a praia e caminhar bastante. Nesse primeiro dia cheio na ilha, caminhamos pela Station 2, o trecho central da White Beach. E, então, descobrimos a clareza do mar e a beleza do pôr-do-sol nessa praia.
Dia 19 – Decidimos experimentar um passeio de barco para fazer snorkeling na região. Só que a maré não permitiu que fossemos até praias do outro lado da ilha. Então, voltamos para a White Beach para almoçar e curtimos uma tarde nas águas cristalinas de Boracay. Sem contar mais um pôr-do-sol deslumbrante…
Dia 20 – Tiramos o dia para curtir a White Beach mais uma vez. Almoçamos no D Mall, um complexo de lojas e restaurantes cheio de pratos típicos – ou com ingredientes típicos, como o Cheesecake de Manga do Café del Sol, que fez sucesso com nosso grupo.
Dia 21 – Maratona de: tuktuk, jetty, tuktuk, voo até Manila, ônibus do Terminal 4 para o Terminal 1, e mais um voo até…
Dia 21 – …Bangkok! A cidade que tanto amamos na Tailândia. Como chegamos no fim da tarde no hotel, fomos logo jantar. E, para nossa sorte, descobrimos um pad thai de barraca de rua delicioso e bem perto. Com certeza, um excelente começo de estadia na cidade.
Dia 22 – Já que chegamos a Bangkok no fim de semana, começamos o sábado no Chatuchak, um dos muitos mercados de rua de Bangkok. Dava para passar o dia, mas a cidade é cheia de atrativos, então seguimos para a Jim Thompson House, que é um museu com um restaurante bem gostoso. Logo depois, fomos ao complexo de shopping centers Siam Paragon, Siam Discovery e Siam Center, que fica ali pertinho. Para o jantar, tentamos a fila da Jai Fay, uma chef de comida de rua com uma estrela Michelin, mas a espera nos desanimou. Então fomos a pé para a Khao San Road, curtir a animação dessa rua de bares e restaurantes.
Dia 23 – Para aproveitar os passeios que só são possíveis de fim de semana em Bangkok, fomos até um mercado flutuante. Escolhemos o Khlong Lat Mayong por ser mais perto do centro e menos turístico. Comemos de tudo – e mais um pouco! Daí, voltamos para o Iconsiam, um novo shopping center que é o segundo maior da Tailândia. E, claro, teve mais massagem nesse dia.

Dia 24 – O Wat Arum é chamado de “Templo do Amanhecer” e foi por lá que começamos nosso dia. Depois de atravessar o rio, almoçamos e fomos ao Wat Pho, o templo onde fica o famoso Buda Reclinado. Nosso jantar nesse dia foi no Tealicious Bangkok – delicioso e pertinho do nosso hotel. Valeu a ida!
Dia 25 – A triste hora de ir embora da Tailândia. É sempre uma sensação de “até a próxima!”. Mas ainda não era o fim da viagem…
Dia 25 – Não conta muito como uma parada da viagem, pois foi até mais rápida do que a conexão em Zurique. Mas descemos no Aeroporto de Frankfurt e fomos de trem até a estação central (Frankfurt Hauptbanhhof) para jantar e esperar nosso trem da madrugada.
Dia 26 – Na verdade, precisamos de um trem + um ônibus + um trem, até chegarmos a Luxemburgo. A cidade é uma graça e, no fim de ano, tem diferentes mercados de Natal para aproveitar. Demos uma volta no centro, caminhamos pelo Chemin de la Corniche (uma rota para apreciar a paisagem da cidade) e fomos até o Pfaffenthal Lift (o elevador panorâmico que liga a cidade alta à parte baixa). Depois, fomos ao Weihnachtsmarkt para jantar, com um Mühl Wein (vinho quente – ou quentão, dependendo de onde você mora no Brasil) para esquentar o corpo no frio de 2ºC.

Dia 27 – Como falei, é importante se preparar para imprevistos! Era para nosso trem para Paris sair pela manhã, mas ele foi cancelado por causa de uma greve geral. Nossa solução foi comprar uma passagem de ônibus para sair à tarde e levar o triplo do tempo. Então aproveitamos a manhã para caminhar mais um pouco por Luxemburgo.
Dia 27 – Chegamos a Paris à noite e enfrentamos um longo trajeto de Uber até nosso hotel, por causa das manifestações na cidade. Mas deu para aproveitar um saboroso jantar no Pink Mamma antes de voltar para o hotel.
Dia 28 – Sem metrô (ainda por causa da greve), fomos a pé para o Museu do Louvre para visitar a exposição especial do Leonardo da Vinci – e, depois, ver um pouquinho do gigante museu. Conseguimos ir de metrô até a Champs Elysée e o Arc du Triomphe. De lá, seguimos para o Marais e passamos a noite nesse bairro, caminhando e comendo (porque o que não falta em Paris é restaurantes para provar).

Dia 29 – Fomos até o Trocadéro para aquela bela vista da Torre Eiffel, por onde caminhamos em seguida. Seguimos para o entorno da Notre Dame (trajeto que dá para fazer de patinete elétrico, se você quiser!) e almoçamos na Île Saint-Louis, uma região cheia de restaurantes e barzinhos gostosos. E aí, era hora de embarcar de volta para o Brasil – e começar a pensar no roteiro da próxima viagem!
Toda a nossa viagem está salva lá nos Instagram do @blogviajao! Aproveite para dar uma olhada (e seguir a gente, caso ainda não esteja fazendo isso!).
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A viagem pros Estados Unidos tá chegânu! Confesso que ainda não elaborei um ROTEIRO do que visitar/fazer, mas isso construirei
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]]>A viagem pros Estados Unidos tá chegânu! Confesso que ainda não elaborei um ROTEIRO do que visitar/fazer, mas isso construirei nas próximas semanas.
Já fechamos todas as hospedagens por lá. Em Nova York, conforme falei no post passado, rolou meio que um estresse pra definir e escolher o local que terá o privilégio de nos hospedar nos hospedará. Hotéis estavam O OLHO DA FACE, muito caros pra época do ano. Por isso partimos pra segunda opção: os amados hostels.
Sempre pesquiso no Hostel World. E lá encontramos, entre os mais bem colocados do site, o Chelsea Hostel, bem localizado, perto do Empire State Building, da Broadway e do FERVO que rola em Manhattan. Pelo que percebi, muita coisa vai dar pra fazer a pé, pelas redondezas, e isso é uma das coisas que mais gosto em viagens: andar pelos bairros e “sentir” a cidade, como se fosse um cidadão de lá mess.
Viajar para Nova York, eu sei, requer um roteiro bem estruturado pra que você possa aproveitar bem as inúmeras atrações da cidade. E nesse momento vale priorizar algumas coisas. Ainda mais porque será minha primeira vez por lá e também porque Nova York estará totalmente no clima do Natal – por este motivo, já vale uma atenção especial.
Escolhido o hostel de NYC, partimos pra hospedagem em Las Vegas. Um amigo de um amigo da tia da vizinha da sogra do primo da Megan Fox pelada recomendou assim: po, dá pra ficar em hotéis com cassinos, no coração da cidade, a Strip – a área agitada de Vegas. Pensamos que seria um ROUBO a hospedagem nesses hotéis. Bem pelo contrário.
Achamos diárias em quartos duplos por 50 dólares. Tipo, 25 dólares POR PESSOA. Muito bom! E podendo curtir O FERVO risadas. E são hotéis com cassinos dentro, piscina, massagistas nuas, restaurantes, shoppings…
Já em Los Angeles, pegamos um hostel SURREAL. Ele se chama The Podshare! O conceito é genial, são várias cabinezinhas abertas e individuais. Em cada uma há uma cama, TV e etc. E você se isola do mundo tem uma certa privacidade, mesmo dividindo o ambiente com várias pessoas. Esse vai render um post no futuro aqui, prometo contar em detalhes como foi a experiência.
E saiu relativamente barato pelo custo/benefício: 50 dólares a diária.
Como faremos Los Angeles “dividida ao meio”, já que voltaremos para o Brasil por Los Angeles e Las Vegas estará entre nossa chegada em LA e nossa volta, pra última noite na Cidade dos Anjos (acho muito brega essa NOMENCLATURA) pegamos um hotel perto do aeroporto LAX.
Custou apenas 79,50 dólares a diária, num quarto duplo. Valeu a pena! Essa BARBADA eu encontrei pelo Booking.com, comprei por lá mess por um preço até menor do que o oferecido no site do hotel. Mas lembre-se: toda compra internacional que você fizer, cobrarão o IOF, o imposto de 6% correspondente ao valor de cada compra. É cruel, mas é cômodo.
No próximo capítulo do diário, contarei as ATIVIDADES CULTURAIS que já reservamos e compramos daqui do Brasil mess. Deixo apenas uma dica, aí na figura abaixo.
Um forte abrassssss e EUA, aí vamos nós!
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Viajar gastando pouco! Quem nunca? Mochilão! Quem sempre? Risos. Ainda mais se você unir tudo isso e se perguntar “como
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]]>Viajar gastando pouco! Quem nunca? Mochilão! Quem sempre? Risos. Ainda mais se você unir tudo isso e se perguntar “como preparar um mochilão gastando pouco”?
Dois bróders meus de Floripa querem viajar pra Europa em agosto. Já reservaram hotéis 5 estrelas, restaurantes chiques e roteiros turísticos de NAVIO. Só que não. Eles querem mesmo é saber como preparar um mochilão de sucesso. Enfim, não são só eles, né?
Os dois fazem questão de anunciar que é “apenas” um mochilão! Mas, antes de mais nada, perguntam se “é possível viajar só com o dinheiro da mesada”?
Enfim, não somos os donos da verdade (modéstia fingida risos), mas estamos aqui pra ajudar os amigos a preparar uma viagem… ok, um mochilão! Aí pensei: por que não fazer um guia prático de como preparar um mochilão pela Europa?
Na real, resolvi separar em mandamentos! Pra você seguir de verdade, na mais pura fé! Vou tentar atrapalhar ajudar você, aumentando diminuindo um pouco seu desespero quando pinta aquela vontade de viajar e você não consegue descobrir como preparar um mochilão gastando pouco. Bora!
Passaporte tá pronto? Ok, vamos começar. Quantos dias poderá ficar viajando pela Europa? Pra onde tem vontade de ir? A partir disso, comece a colocar no papel ideias de roteiros.
“Ah, quero conhecer França, Espanha, Alemanha, Suécia, Inglaterra, Itália, Suíça, Portugal… em 13 dias”. Ok, impossível, néam? SejE coerente.
Primeiro passo é abrir um mapa da Europa e traçar linhas entre os locais que você pretende ir. Já dá pra se ter uma ideia se seu roteiro vai funcionar e seguir um ritmo de boa.
Pense se quer priorizar as capitais de cada lugar e tenha em mente que você pode fazer uma viagem em que conhecerá mais lugares com menos qualidade, caso opte por muitos lugares em pouco tempo.
É o preço que se paga.
Seguir este segundo mandamento é crucial quando você se pergunta como preparar um mochilão gastando pouco. Pense numa viagem de 15 dias, por exemplo. Calcule uma média de €70 por dia (média apertada, mas possível), pra gastar lá, com comida e museus e albergues e etc. €70 x 15 = €1050 que você deve levar (chutando alto, na conversão, são R$3 mil!). É possível!
Compre uma passagem barata para Europa. Você pode pesquisar infinitos preços pela internet, em sites que comparam todos pra você, como o Skyscanner!
Decida um destino pra começar o mochilão, é lá que será seu ponto de partida. A volta pro Brasil pode ser pelo mesmo lugar. É só se programar. (Numa promo, que tal Guarulhos – Roma por R$1200,00?)
E sobre aquela grana lá em cima, os €1050, você pode colocar pelo menos metade num Visa Travel Money, por exemplo (lembrando que pagará 6,38% de iOF). O restante leve em dinheiro vivo! O cartão é prático e você usa como se fosse “débito”, sem correr riscos. Se perdê-lo, você avisa a central e recupera seu dinheiro!
Você fará um M-O-C-H-I-L-Ã-O, certo? Então, bora colocar, literalmente, a mochila nas costas. Sabe daquelas grandes, onde cabe muita coisa? Então, recomendado.
Compre uma, vai facilitar sua vida pra se deslocar pelas cidades. Lembrando que, assim que chegar a um destino, você deixa a mochila no locker do hostel/albergue. Pronto, aí estará livre.
Se preferir, leve uma POCHETE (sim!) daquelas internas (também conhecidas como doleiras), pra colocar por dentro da calça. Ali você guarda documentos, cartões, dinheiro… tudo pra poder zanzar e curtir as cities enquanto sua mochila descansa no hostel.
A roupa é só enrolar e encaixar na mochila. Ela vai amassar, mas quem liga? Descole um ferro ou coloque pra desamassar em cima do aquecedor do seu quarto, que tá tudo susse! (use essa dica do aquecedor pra secar algumas peças que você, porventura, lavar no banho).
Sempre que viajo pra ficar em albergues, uso o site do Hostelworld! Faça um cadastro rápido e comece a pesquisar por hospedagem! Pode selecionar por preço, localização, recomendação de terceiros, e por aí vai! Super prático e simples. Basta colocar o destino e quantas noites vai passar por lá!
Lembre-se: sempre é bom prestar atenção no que os outros falam sobre o albergue que você escolheu. E perceba a localização também! Ah, e você pagará o valor que está ali POR DIA e POR PESSOA. Se ficar em 4 num quarto e o valor é 40, se liga que é POR PESSOA, ok? Total de 160 por noite.
Quartos com menos pessoas são mais caros e com mais gente, saem mais baratos.
Normalmente, o site de reservas vai te cobrar 10% do preço total no cartão. O restante você paga na recepção, quando chegar.
Chegamos na metade dos 10 mandamentos do mochilão te lembrando que faz bem elaborar o roteiro com antecedência. Planejamento é dinheiro. Tá entendendo como preparar um mochilão gastando pouco nem é tão difícil?
Decida pra onde quer ir e defina como será o deslocamento entre essas cidades. Se for muito longe, e você tiver pouco tempo, opte por voos internos lá na Europa. Compre pela internet daqui do Brasil mesmo. Olhe nos sites que comparam preços e depois entre no site da companhia aérea escolhida e compre diretamente lá!
Se forem trajetos “curtos”, de até umas 4h, 5h, pode ir de trem! Um meio de locomoção usado à exaustão (sei rimar!) por lá, às vezes sai bem em conta! A Rail Europe pode te ajudar nisso.
E esteja pronto pra caminhar bastante (vááááários km por dia) pelas cidades que serão seu destino! O legal do mochilão é sentir a cidade e o dia-a-dia na pele! Caminhe, descubra, leve um mapa, vá desbravando e entrando em lojas, cafés, museus. Reserve esse tempo pra se sentir um cidadão do local.
Lembra dos albergues, dos trens, dos voos internos? Então, dê um jeito de levar uma pastinha, envelopinho, ou algo assim, pra você guardar TUDO desde aqui do Brasil!
Separe por dias e por destinos. Assim, você não se perde sobre qual será seu próximo destino e por qual companhia vai voar, por exemplo, enquanto estiver por lá! É mais prático e seguro. E, se na recepção do albergue pedirem pra você confirmar sua estadia, você pode esfregar na cara mostrar pra pessoa tranquilamente.
Não dê uma de espertinho. Só porque está em outro país, não quer dizer que não precisa respeitar as leis de lá! Atenção! Vamos fazer com que os gringos respeitem os brasileiros. Dos 10 mandamentos do mochilão, este é o mais importante quando a gente fala em respeitar o lugar pra onde estamos indo.
Siga as normas, se encontrar algo esquecido em algum ponto turístico, pode deixar ali mesmo! Alguém voltará pra buscar. E divirta-se!
Tudo bem que na hora de descobrir como preparar um mochilão gastando pouco a gente já pensa logo nos voos lowcost. Só que eles podem ser uma mega enrascada pra um mochileiro.
Ah, é tentador voar de Londres pra Roma por VINTE REAIS? Sim, é. Mas como você estará com sua CASA nas costas, isso pode sair bem caro, já que pra despachar a bagagem o preço é salgado. E na cabine só é possível levar 5 ou 10 quilos no máximo.
A não ser que você viaje só com mala de mão, Ryanair, Easyjet e similares podem te fazer chorar de raiva. Pague um pouco mais, FIQUE ATENTO ÀS REGRAS DE DESPACHO DE BAGAGENS DA COMPANHIA ESCOLHIDA, e boa viagem.
Afinal, se ainda assim ficar a dúvida, já postamos aqui e aqui sobre a dor de cabeça que as companhias de baixo custo podem proporcionar!
Se você curte compras, reserve um bom espaço! São várias lojinhas, souvenirs e etc. espalhadas por cada esquina! Certeza que alguma lembrancinha, pelo menos pra mãe, você vai querer trazer. Por isso, lembre-se de reservar esse espaço, já lembrando de considerar que a bagagem volta um pouco mais pesada na volta.
Lembre-se que sua dúvida principal é como preparar um mochilão gastando pouco, por isso a ideia, nesse caso, não é fazer uma viagem de compras, mas a gente sempre acaba trazendo alguma coisa. Então, lembre-se disso antes de sair do Brasil.
Sobre o que levar na bagagem pra um mochilão, recomendo olhar bem o clima dos locais antes de ir, e levar o essencial. Pode lavar roupas lá nos albergues! Se for frio, leve DOIS CASACOS. Ou UM. Se passar frio, compre lá. Bem mais barato. Só ir na GINGA que tudo dá certo.
O último dos 10 mandamentos do mochilão quer fazer você focar na SUA viagem. Sabe por quê? Porque querer fazer uma viagem IDÊNTICA a do seu amigo é impossível. Não adianta! Por isso, use todas as dicas, mas pensando que será a SUA experiência (inclusive ao seguir as dicas do Viajão risos).
Planeje com antecedência e não desfoque do seu mantra: “como preparar um mochilão gastando pouco… como preparar um mochilão gastando pouco…” risos!
Faça reuniões presenciais com os amigos que vão com você, criem grupos no WhatsApp, discutam tudo, entrem num consenso. Nem sempre todos vão querer fazer as mesmas coisas. E durante a viagem, pode ser uma boa dividir os grupos em alguns períodos dos dias também.
Depois, é só curtir e relembrar pra sempre. Ah, e não esqueça de levar o carregador de bateria da câmera fotográfica. E de tirar fotos pulando também. Os viajões agradecem e desejam uma boa viagem!
P.S.: Aposto que você já conseguiu entender como preparar um mochilão gastando pouco. Mas, se ainda assim pintar alguma outra dúvida, pode escrever nos comentários que a gente responde, se puder ajudar, ok? 
Veja também: 5 dicas pra viajar de carro
10 motivos pra não viajar de Ryanair
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