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Muitos países estão voltando, lentamente, a receber turistas após meses de prejuízo por conta do novo coronavírus. Mas o Camboja radicalizou e passou a fazer uma série de exigências para quem deseja visitá-lo a partir de agora.
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]]>Um “novo normal” já está afetando o nosso dia a dia e também o mundo das viagens. Por conta da pandemia de Covid-19, novos protocolos de segurança estão sendo implantados em aeroportos pelo mundo e, logicamente, nos voos. Mas o governo do Camboja, incrível país no Sudeste Asiático, radicalizou e colocou novas regras para turistas interessados em visitá-lo.

A ideia é evitar uma segunda onda de infecções por lá. O problema é que as exigências podem espantar os viajões – em vez de atrair novos turistas.
Sabemos que fazer um seguro de saúde é essencial pra evitar contratempos no exterior e gastos (altos, muitas vezes) com despesas médicas. A partir de agora, será obrigatório apresentar na entrada do Camboja um seguro de viagem que cubra gastos de saúde de, no mínimo, US$ 50 mil reais.
Inclusive, você pode orçar e fechar o seu com o nosso parceiro Seguros Promo. Reservando por este link, você garante sua tranquilidade. Além disso, você também ajuda o Viajão®. \o/
Uma dica: veja se o seu cartão de crédito não oferece seguro viagem grátis, caso você compre as passagens utilizando ele. Na maioria dos casos, o seguro será de US$ 50 mil, o exigido pelo governo cambojano.
Ao entrar no Camboja, cada turista será obrigado a pagar um depósito de US$ 3 mil! Isso pode ser feito em dinheiro ou no cartão de crédito. Na atual cotação do dólar, isso ultrapassa os R$ 15 mil. Por isso, fique atento ao limite do seu cartão para evitar surpresas.
O governo diz que o dinheiro é para cobrir eventuais despesas médicas que o viajante possa ter (sim, isso é ALÉM do seguro médico).
Agora um alerta (mórbido) importante: nesses US$ 3 mil já estão incluídos os custos para cremação do corpo do turista (US$ 1,5 mil), caso ele morra em solo cambojano de Covid-19! #saizica
Se o turista se mantiver saudável até o fim da estadia no Camboja, o dinheiro do depósito é devolvido na saída do país.

Assim que chegarem ao Camboja, primeiramente os turistas são obrigados a fazer o teste de Covid-19. E cada um paga o seu: o total fica por US$ 165!
Esse dinheiro é descontado daquele depósito que você pagou ao desembarcar.
Ótima notícia! Você está praticamente liberado para curtir o país se comprometendo a tomar todos os cuidados de saúde necessários.
Mas torça para que TODOS OS PASSAGEIROS que vieram com você no mesmo voo também testem negativo. Sabe por quê?
Não precisa ser você. Se alguém do seu voo testar positivo, TODO MUNDO vai pra quarentena de 14 dias. Isso mesmo. Vai ter que ficar trancado num hotel disponibilizado pelo governo, sem conhecer nada, por duas semanas, só por precaução.
Os gastos nessa “brincadeira” são de US$ 84 por dia, o que dá US$ 1.176 no total.
Mas não acabou por aí. Um novo teste terá de ser feito e lá se vão mais US$ 100 pra isso.
Agora, se precisar ficar hospitalizado, o passageiro contaminado vai gastar uns US$ 225 por dia no hospital! Rezando pra ficar livre do vírus o mais rápido possível.
Em 2019, o país recebeu 6.610.592 turistas estrangeiros – um aumento de 6,6% comparando com 2018, segundo o Ministro do Turismo cambojano, Thong Khon. Uma época em que nem se imaginava uma pandemia.

Muita gente tem curiosidade em conhecer o sensacional Angkor Wat, em Siem Reap, por exemplo. Mas, com essas novas (e rígidas) regras, o Camboja talvez precise se preparar para uma queda drástica nas receitas com turismo.
E se esse novo normal vier sem muitos turistas circulando por lá, quem sabe o governo volte atrás e afrouxe algumas medidas pros viajantes. Vamos aguardar.
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Sabe aquele ditado: “há três coisas que não voltam: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida”? risos
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]]>Sabe aquele ditado: “há três coisas que não voltam: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida”? risos
Então, não tem mais volta. A viagem pros Estados Unidos já é sábado! Já mostrei minha preparação pra viagem aqui, já reservei as hospedagens aqui e comprei os ingressos pra opções culturais aqui.
Hoje é dia de falar da compra de dólares! Uhull, somos todos muito ricos, ganhamos em dólares e podemos gastar milhões e… choros. Na buena? Acho uma das partes mais DESAFIADORAS de uma viagem: a quantia a se levar.
Passarei 15 dias entre Nova York, Los Angeles e Las Vegas. Na Europa, há um cálculo baseado em especialistas padrão que você deve levar €70 por dia que vai ficar lá, em média. Nos EUA, como é o PAÍS DO CONSUMISMO, a gente pode subir pra uns USD100 por dia, talvez? Concordas? Pra comprar bastante coisa?
Ok, sem dar muito CRÉDITO aos VALORES (pegou? pegou? ahn?), vamos falar sobre aqueles cartões pra você colocar o dinheiro e usar como débito no país de destino. Estilo Visa Travel Money, sabe? Pode carregar em moedas de vários países, dependendo pra onde você vai.
Funciona assim: você vai numa agência de câmbio (existem várias em shoppings e etc.) ou no seu banco, onde você tem conta, e pede o cartão pra viagens internacionais. É um cartão de débito, feito especialmente pra você levar na sua viagem, e normalmente não tem seu nome. O banco/agência vai te dar um, te fornecer uma senha (pra usar no débito, cada vez que passar nas maquininhas das lojas) e fazer um cadastro básico.
As vantagens: você não precisa andar com dinheiro vivo, em cash, quando estiver no país. Carrega esse cartão com, sei lá, USD3000 e pronto! Está seguro! Se alguém te roubar na rua, você perder o cartão ou qualquer coisa desesperadora parecida, você liga pra central e CANCELA o card! Eles te mandam outro cartão, onde você estiver, ou você ativa o cartão reserva, que já vai estar com você desde o primeiro dia. E o dinheiro continua ali.
Fácil, né? Vale também pra sacar dinheiro vivo em caixas eletrônicos do país que você estiver (mas lembre-se, você vai pagar uma taxa CADA VEZ QUE SACAR no vôlei, então só em casos de emergências, ok?) ou pra você colocar mais grana ali dentro, caso precise, pagando o valor do câmbio da moeda do dia.
Ou mande uma mensagem pra alguém no Brasil fazer isso pra você, ou transfere direto da sua conta corrente em Reais pro seu cartão em Euros/Dólares, caso você tenha feito esse cartão direto com seu banco (o que pode ser bem melhor).
Normalmente levo só uns USD500 (€500) em dinheiro vivo mess, pra emergências ou pra comprar pão, pagar táxi, essas coisas.
Eu já usei o Visa Travel Money, feito numa agência de câmbio, em duas viagens. Uma pra África do Sul e outra pra Europa. Deu super certo. E na Europa, eu nem precisava digitar senha em cada compra. Era só assinar o papelzinho que saía da máquina. Descontava direto da quantia de euros que eu tinha levado carregada no cartão. Logicamente, em estabelecimentos que aceitavam VISA.
Ah! E se sobrar algo no cartão, você pode usar até no Brasil, em qualquer lugar, no débito. Claro que ele vai converter pra reais a quantia que você tiver em outra moeda.
Mas nessa viagem de agora pros EUA, descobri que meu banco oferece um cartão com a bandeira American Express. Como os Estados Unidos respiram AmEx, nem vou me estressar. Levarei esse cartão carregado pra usar lá. E ganharei um reserva, levo junto, mas mantenho na mala ou em algum lugar no hotel. Caso eu perca o que estiver comigo, só ligo pra bloqueá-lo e liberar o reserva.
Outra coisa importante em viagens é observar mulheres trocando de roupa o seguro viagem internacional. É obrigatório, essencial, não dá pra arriscar. Você contrata um seguro saúde internacional antes de sair do Brasil. Pode ser com seu agente de viagens ou procurando na Internet.
Sempre tem uns preços bons. Precisa cobrir emergências médicas, extravio de malas e etc. Sempre é bom garantir. Alguns países só deixam você entrar se você provar na imigração que contratou o seguro viagem antes de sair do Brasil. Leve o papel consigo!
Tive um boa surpresa (também no meu banco risos). Descobri que não precisarei fazer seguro saúde pra essa minha viagem pros EUA. Como comprei minhas passagens usando meu cartão de crédito do banco, ele já oferece automaticamente o seguro! Resumindo: economizei uns USD80/100 nessa brincanagem risadas. Você também pode ter esse benefício e nem sabe. Meio corno, o último a saber.
Fico por aqui! Acho que deu de diário pré-viagem. Agora, só esperar pra ver as histórias que vão rolar dessa viagem aqui no blog, a partir de janeiro! Com tanta preparação assim (milagre), impossível eu contar que algo deu errado risadas. Ou não. Hasta!
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